Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Braylon Mullins — se lembra desse nome porque vai entrar pra história do March Madness pra sempre.
O garoto tava tendo uma noite horrível do perímetro. 0 de 4 nos três pontos. Zero. Mas às vezes o basquete é assim mesmo — você erra quatro seguidas e na quinta, quando mais importa, você manda uma que faz o mundo parar.
O arremesso que parou a América
Faltando segundos no cronômetro, UConn perdendo por 70-69 pro Duke, Karaban pega a bola e olha pro Mullins no meio da quadra. O moleque recebe ali no logo mesmo e… cara, eu não acredito que vou escrever isso… solta uma bomba de três que entra limpinha. 72-70. Game over.
“Olhei pro cronômetro e vi cinco segundos”, disse o Mullins depois do jogo, ainda em choque. “Tentei passar pra alguém que tinha acertado alguma coisa no jogo, mas o Karaban devolveu. Aí vi três segundos no relógio e pensei: é a última chance.”
Duke ainda teve 0,4 segundos pra tentar alguma coisa, mas já era. UConn tá na Final Four de novo.
Virada épica contra Duke
O mais absurdo é que os Huskies tavam apanhando o jogo todo. Chegaram a ficar 19 pontos atrás! Dezenove! Eu sinceramente achei que era o fim da linha pra eles. Mas essa equipe do Dan Hurley tem uma coisa especial — eles simplesmente não desistem nunca.
Foi uma virada gradual, ponto a ponto, até que Duke entregou uma bola nos segundos finais e deu a chance que o Mullins precisava. E olha, de Indiana (onde ele jogou no ensino médio) pra Indianapolis na Final Four — tem coisa mais cinematográfica que isso?
Agora é UConn contra Illinois na Final Four. Os Huskies tão correndo atrás do terceiro título em quatro anos. Vocês acham que conseguem? Porque depois de um arremesso desses, eu tô começando a acreditar que esse time tem proteção divina mesmo.
Às vezes o March Madness cria esses momentos que você nunca esquece. E cara, esse arremesso do Mullins vai estar passando na TV até 2050.

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