Doc Rivers e Amar’e Stoudemire no Hall da Fama — mereceram!

Gente, que notícia boa! Acabou de sair que Doc Rivers e Amar’e Stoudemire vão ser induzidos ao Hall da Fama da NBA na classe de 2026. E sinceramente? Era mais do que hora.

Vamos começar pelo Doc Rivers, que atualmente comanda o Milwaukee Bucks. O cara tem 1.191 vitórias como técnico — oitavo lugar na história da NBA. Oitavo! Isso é absurdo quando você para pra pensar. Ele foi quem levou o Boston Celtics ao título em 2008, quebrando uma seca de 22 anos da franquia. Lembram daquela série épica contra o Lakers do Kobe? Pura magia.

A era Lob City que a gente nunca esquece

Mas o que eu mais lembro do Doc é a época dele no LA Clippers, durante a famosa era “Lob City”. Chris Paul, Blake Griffin, DeAndre Jordan… cara, que time espetacular era aquele. Mesmo não conseguindo chegar às finais, eles revolucionaram o jogo com aquelas enterradas absurdas. O Doc conseguiu transformar um time que era piada da liga numa potência — pelo menos na temporada regular.

E que técnico, hein? O cara sabe lidar com ego de estrela como poucos. Não é à toa que ainda está ativo e competitivo aos 62 anos.

Amar’e — o monstro que saiu direto do colégio

Agora o Amar’e Stoudemire… nossa, que jogador era esse cara! Rookie do Ano em 2003 depois de pular a faculdade — numa época que isso ainda era raro. Seis vezes All-Star, e vocês lembram da dupla que ele formava com o Steve Nash no Phoenix Suns?

Aquele pick-and-roll era praticamente imparável. O Nash dava aquela assistência milimétrica e o Stoudemire simplesmente voava pro garrafão. Era enterrada atrás de enterrada. O cara tinha 2,08m mas se movia como se fosse um ala — absurdo de atlético.

Claro que a carreira dele foi meio prejudicada pelas lesões, principalmente depois que foi pro New York Knicks. Mas quando estava 100%, poucos conseguiam parar o Stoudemire no garrafão. Média de 18.9 pontos e 7.8 rebotes na carreira — números de respeito.

E aí, vocês acham que eles mereciam mesmo estar no Hall da Fama? Na minha opinião, eram casos óbvios. O Doc revolucionou times por onde passou, e o Amar’e foi um dos pivôs mais dominantes dos anos 2000.

A cerimônia oficial vai ser em agosto, em Springfield. Vai ser emocionante ver esses caras recebendo o reconhecimento que merecem. Basketball is back, baby!

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