Tommy Lloyd nega boatos e foca no Final Four: ‘Não sou multitarefa’

Olha, eu entendo perfeitamente o Tommy Lloyd. O cara tá a UMA vitória da final do March Madness, comandando o Arizona no primeiro Final Four desde 1997, e os repórteres ficam martelando sobre a vaga em North Carolina. Sinceramente? Eu também mandaria todo mundo calar a boca.

“Eu sou um cara simples. Faço uma coisa de cada vez. Não sou multitarefa”, disse Lloyd na coletiva de quinta-feira. “Podem perguntar pra minha esposa. Estou 100% focado no basquete do Arizona agora.”

A situação em Chapel Hill tá complicada

Mas vamos ser realistas — a especulação faz todo sentido. North Carolina demitiu Hubert Davis mês passado e criou uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário. E adivinha? Lloyd tá na lista dos favoritos, junto com Billy Donovan (Chicago Bulls) e Dusty May (Michigan).

A multa rescisória do Lloyd caiu de 11 milhões pra 9 milhões de dólares ontem. Coincidência? Eu acho que não. Mas Chapel Hill tá numa situação financeira meio apertada — ainda devem mais de 5 milhões pro Davis demitido, gastaram uma fortuna com Bill Belichick no football, e qualquer técnico top vai custar entre 6 e 9 milhões por ano. Lloyd ganha “só” 5,3 milhões atualmente.

Arizona chegou onde não chegava há 27 anos

E sinceramente, eu entendo por que Lloyd não quer nem ouvir falar do assunto agora. O cara fez um trabalho MONSTRO no Arizona. Em apenas cinco temporadas, levou os Wildcats ao primeiro Final Four desde 97. Isso é de outro planeta, gente.

O time dele é completamente equilibrado — rotação de oito jogadores, com Jaden Bradley (melhor jogador do Big 12) comandando e os calouros Koa Peat e Brayden Burries projetados como picks da primeira rodada do Draft. Arizona e Michigan são os dois primeiros no ranking KenPom. Absurdo.

“Meu foco total está neste time. Nada está me distraindo”, completou Lloyd quando insistiram no assunto.

E aí, vocês acham que ele aguenta a pressão de North Carolina batendo na porta? Ou será que a chance de fazer história no Arizona é mais tentadora? Uma coisa eu sei — sábado contra Michigan vai ser um jogaço, e Lloyd merece toda nossa atenção nesse momento épico.

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