Cara, que jogaço absurdo! UCLA acabou de fazer história ao vencer o Texas por 51-44 e garantir sua primeira final de campeonato nacional da NCAA. Primeira vez, pessoal! Depois de anos tentando, as Bruins finalmente conseguiram.
E olha, não foi bonito de se ver, não. Um jogo durão, travado, daqueles que a gente torce o nariz mas que mostra o quanto essas meninas querem ganhar. Lauren Betts foi o diferencial com 16 pontos e 11 rebotes — um double-double decisivo quando mais precisava.
A revanche perfeita
O mais louco dessa história? UCLA estava invicta até novembro, quando perdeu justamente para o Texas por 76-65. Desde então, foram 30 vitórias consecutivas. Trinta! E agora, na semifinal, conseguiram a revanche na hora que mais importava.
“Tudo que você pode pedir é uma oportunidade de jogar seu melhor basquete por um campeonato nacional”, disse a técnica Cori Close. Simples assim, né? E elas tiveram essa chance.
Ataque travado de ambos os lados
Sinceramente, foi um dos jogos mais feios que já vi em uma Final Four. Madison Booker, a estrela do Texas, fez apenas 6 pontos em 3 de 23 arremessos. Três de vinte e três, gente! A menina errou 17 tentativas seguidas — recorde individual da Final Four.
O técnico do Texas, Vic Schaefer, resumiu bem: “Não conseguimos acertar um arremesso hoje à noite”. Ele ainda disse que isso vai assombrar ele até o dia que morrer. Pesado, mas é assim mesmo — quando você chega tão perto e não consegue…
UCLA não jogou bem também, viu? 23 turnovers é muita bola perdida para uma semifinal. Mas quando importou, no último quarto, elas fizeram uma sequência de 7-0 que decidiu tudo. Kiki Rice acertou uma bomba de três, Gabriela Jaquez fez a bandeja, e pronto — vantagem de dois dígitos.
Final histórica pela frente
Agora é UCLA contra South Carolina na final de domingo. Dois programas gigantes, mas com histórias bem diferentes. South Carolina já é campeã, UCLA nunca foi. Vocês acham que as Bruins conseguem completar essa jornada incrível?
Lauren Betts disse uma coisa que me marcou: “No ano passado levamos aquela derrota muito a sério. Estou orgulhosa do crescimento e de como mantivemos um padrão alto o ano todo”. É isso aí — crescimento, resiliência, e agora uma chance histórica de ser campeã.
Que final nos espera no domingo!

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