Braylon Mullins decidiu ficar mais um ano em UConn ao invés de se declarar para o Draft da NBA de 2025. E sinceramente? Acho que foi a decisão certa, mesmo que parte de mim quisesse ver o garoto testando as águas da liga.
O cara estava sendo cotado como uma das principais promessas para sair mais cedo – a ESPN colocou ele na 17ª posição da lista dos Top 100 prospects. Ou seja, tinha tudo pra ser escolhido entre o final da loteria e meio da primeira rodada. Não é pouca coisa pra um calouro.
Os números da temporada de estreia
Como freshman, Mullins jogou 33 partidas pelos Huskies e teve médias bem sólidas: 12 pontos e 3.5 rebotes por jogo. Pra um garoto de 1,98m que ainda tá se adaptando ao ritmo universitário, são números que mostram potencial absurdo.
Mas olha só – ficar mais um ano pode ser jogada de mestre. O Draft de 2027 tá sendo visto como mais fraco que o de 2026, então com uma segunda temporada forte em Connecticut, ele pode subir muito no ranking e garantir uma posição ainda melhor.
A estratégia por trás da decisão
UConn não é qualquer programa, né? É uma máquina de formar jogadores pra NBA. Ficar lá significa desenvolver ainda mais o jogo, ganhar mais experiência e chegar na liga com muito mais bagagem.
Claro que sempre existe o risco de lesão ou de ter uma temporada ruim, mas pra um jogador do talento dele, apostar em si mesmo faz todo sentido. E vocês, acham que ele tomou a decisão certa ou deveria ter tentado a sorte no Draft deste ano?
Uma coisa é certa: vamos acompanhar de perto essa segunda temporada dele. Se mantiver a evolução, pode ser um dos nomes mais quentes pro Draft de 2027.

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