Cara, que história linda é essa? Gerry McNamara tá voltando pra casa. O Syracuse acabou de acertar com o cara que foi FUNDAMENTAL no título de 2003 da universidade. Depois de quase fazer uma das maiores zebras da história do March Madness com o Siena, o cara tá de volta ao lugar onde virou lenda.
O quase milagre que chamou atenção de todo mundo
Vocês viram o que aconteceu quinta-feira passada? O McNamara quase — QUASE — fez o Siena derrubar o Duke, cabeça de chave número 1 geral do torneio. Os Saints foram o primeiro 16º colocado na história a abrir vantagem de dois dígitos no primeiro tempo contra um 1º colocado. Absurdo!
Foi essa performance que fez o Syracuse olhar pro cara e pensar: “É ele mesmo que a gente precisa.” Bryan Blair, diretor atlético do programa, passou a semana toda conversando com o McNamara, tanto virtualmente quanto pessoalmente. E olha só que interessante — a universidade se comprometeu com investimentos em NIL (Name, Image, Likeness) que devem ficar no top 3 da conferência ACC. Ou seja, tão levando a sério mesmo.
A lenda que nunca saiu de lá
Pra quem não conhece a história toda, deixa eu contar: Gerry McNamara é simplesmente UM DOS MAIORES da história do Syracuse. O cara ajudou a levar o time ao título nacional de 2003, teve a camisa 3 aposentada em 2023 e até hoje detém os recordes do programa em arremessos de 3 convertidos e minutos jogados. Três vezes no time ideal da Big East, jogou TODOS os 135 jogos da carreira universitária.
Depois de uma passagem rápida como profissional, ele voltou pro Syracuse em 2009 como assistente graduado. Em 2011, virou assistente técnico do lendário Jim Boeheim. Quando o Adrian Autry assumiu em 2023 (substituindo Boeheim), McNamara foi promovido a técnico associado antes de aceitar o desafio no Siena em 2024.
E no Siena? Fez um trabalho sólido: 37 vitórias e 30 derrotas em duas temporadas. Nada espetacular, mas construiu algo ali.
Hora da reconstrução
McNamara chega pra substituir justamente o Autry, que foi demitido no começo do mês. E olha, não foi à toa — 49 vitórias e 48 derrotas em três temporadas, sem uma classificação sequer pro March Madness. Esta temporada? 15-17, segunda temporada perdedora consecutiva. Pra vocês terem noção, desde 1968-69 o Syracuse não tinha duas temporadas seguidas com mais derrotas que vitórias.
Na minha opinião, essa contratação faz todo sentido. O cara conhece a casa, tem o DNA Orange correndo nas veias e mostrou no torneio que sabe motivar um time a jogar acima das expectativas. E aí, vocês acham que ele consegue trazer o Syracuse de volta aos tempos dourados? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa volta por cima.

Deixe um comentário