Os Lakers não param de mexer no front office, pessoal. Agora foi a vez do Yao Williams II ser contratado como vice-presidente e chefe de parcerias globais do time. E olha, pelo currículo do cara, parece que os Lakers estão levando a sério essa história de expandir a marca mundialmente.
Quem é Yao Williams II?
O Williams tem mais de 20 anos de experiência em vendas globais e parcerias de marca no esporte e entretenimento. O cara já passou pela própria NBA e pelo Manchester City — sim, aquele time inglês cheio da grana. Mais recentemente, ele estava na Elevate Sports Ventures, onde co-liderava as parcerias globais.
Na minha visão, contratar alguém com experiência internacional faz todo sentido pros Lakers. Eles querem ser mais que um time de basquete — querem ser uma marca global. E com o Manchester City no currículo, o Williams sabe como trabalhar com mercados internacionais.
“Não poderia estar mais animado em ter o Yao Williams se juntando aos Lakers”, disse Lon Rosen, presidente de operações comerciais do time. Ele destacou que o Williams é um “líder envolvente com apetite por inovação”.
Reformulação total no front office
Essa contratação é só mais uma peça na reformulação completa que os Lakers estão fazendo desde que Mark Walter comprou o time por US$ 10 bilhões no ano passado. Dez bilhões! É dinheiro que não acaba mais.
No lado de operações de basquete, eles contrataram recentemente o Rohan Ramadas como assistente de gerente geral para estratégia e sistemas de dados. E segundo o Rob Pelinka, ainda vem mais gente por aí — eles querem contratar outro assistente de GM para liderar scouting e desenvolvimento de jogadores antes do Draft de 23 de junho.
Sinceramente? Acho que os Lakers estão montando uma máquina. Com essa nova propriedade bilionária, eles têm recursos pra contratar os melhores profissionais em cada área. E o Williams parece ser exatamente o tipo de executivo que eles precisavam pra expandir as parcerias globais.
Vocês acham que toda essa reformulação vai se traduzir em títulos na quadra? Porque no fim das contas, é isso que a gente quer ver, né?

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