Olha, o Thunder tá numa situação interessante. Acabaram de conquistar o título (sim, estamos falando do futuro aqui) e agora o Sam Presti precisa montar um quebra-cabeças financeiro que daria dor de cabeça em qualquer GM da liga. Com os contratos máximos do Chet Holmgren e Jalen Williams entrando em vigor, a coisa vai apertar — e muito.
A questão não é só sobre talento. É sobre matemática pura: como manter esse núcleo competitivo sem quebrar o banco e cair naquela armadilha do luxury tax que deixa qualquer dono de franquia nervoso?
Isaiah Hartenstein é prioridade absoluta
Cara, eu não canso de falar: o I-Hart foi uma das contratações mais certeiras dos últimos anos. Especialmente nas finais do Oeste contra o Wemby e os Spurs — que dupla defensiva absurda ele fez com o Chet!
O Thunder teve a melhor defesa da liga por dois anos consecutivos, e não é coincidência. Hartenstein tem team option de $28.5 milhões para 2026-27, mas seria burrice esperar ele virar agente livre restrito. Estende logo esse cara por 3 anos e resolve o garrafão de vez.
Na minha opinião, perder o Hartenstein seria um erro que custaria outro título. Vocês acham que dá pra achar outro pivô dessa qualidade no mercado?
Cason Wallace: o jovem que virou problema bom
Mano, esse moleque é diferente. 22 anos, All-Defensive Second Team na terceira temporada, quinto lugar em roubadas de bola da liga (1.9 por jogo). Os números falam por si só.
Mas aqui tá o dilema: Wallace pode custar até $108 milhões nos próximos anos, segundo o Keith Smith da Spotrac. É muito dinheiro pra um cara que ainda tá aprendendo a carregar o ataque — embora na defesa ele já seja monstro.
“A eficiência dele caiu conforme o papel cresceu”, disse Smith. E faz sentido. Mas sinceramente? No Thunder ele não precisa carregar time nenhum. Ele só precisa ser esse pitbull defensivo que já é e ir melhorando aos poucos no ataque.
O dilema do Chet pós-Game 7
Ninguém vai esquecer daqueles 4 pontos horríveis no jogo 7 das finais do Oeste. Eu mesmo fiquei com raiva na hora. Mas também não dá pra esquecer que 2025-26 foi a temporada de explosão do Chet: primeiro All-Star, primeiro All-NBA, e parte fundamental da melhor defesa que eu já vi o Thunder jogar.
O cara tem 23 anos e já mostrou que pode ser cornerstone de um time campeão. Óbvio que vai ficar — a questão é quanto vai custar e se o Presti consegue encaixar as peças financeiramente.
Olha, eu entendo a pressão do Sam Presti. Ter que escolher entre manter todo mundo e não quebrar o orçamento é o tipo de problema que todo GM gostaria de ter, mas que também tira o sono. Uma coisa eu tenho certeza: se conseguir manter esses quatro até 2026, o Thunder vai continuar sendo candidato ao título por muito tempo.

Deixe um comentário