Sindicato dos jogadores quer mudar regra dos 65 jogos

A regra dos 65 jogos tá causando o maior climão na NBA, galera. O sindicato dos jogadores (NBPA) saiu em defesa do Cade Cunningham, de Detroit, que pode ficar de fora das premiações individuais por causa dessa regra meio maluca. E olha, eles têm razão — a situação tá ficando absurda.

O garoto do Pistons jogou apenas 61 partidas nesta temporada e agora tá se recuperando de um pulmão colapsado. Imagina só — o cara tem uma lesão séria dessas e ainda pode perder as chances de ser All-NBA por causa de um número arbitrário. Sinceramente, isso não faz o menor sentido.

A situação tá feia pra galera

E não é só o Cade que tá nessa furada. LeBron James — pasmem — vai ter sua sequência histórica de 21 anos consecutivos no All-NBA Team quebrada por causa dessa regra. Vinte e um anos, cara! Giannis Antetokounmpo e Stephen Curry também estão fora da briga.

O mais doido é que até candidatos ao MVP como Nikola Jokic e Victor Wembanyama estão na corda bamba. Imagina se o Wemby, que tá fazendo uma temporada monstruosa, fica de fora das premiações por alguns jogos a menos? Seria um crime contra o basquete.

Pelo menos Shai Gilgeous-Alexander e Luka Doncic ainda podem dar uma faltinha aqui e ali sem perder a elegibilidade. Mas convenhamos, a situação tá complicada.

“É pelos motivos certos, mas é difícil”

O Donovan Mitchell resumiu bem a parada: “É pelos motivos certos, mas é difícil”. E ele tem razão — a regra existe para evitar que os caras simplesmente descansem games importantes, mas não dá pra punir quem se machuca de verdade.

A questão é que lesões fazem parte do jogo. Pulmão colapsado não é “load management” — é coisa séria. E quando você vê um cara que tá tendo a melhor temporada da carreira podendo ficar de fora das premiações por causa disso, fica claro que algo precisa mudar.

O sindicato até mencionou que existe uma brecha na regra: jogadores com 62 games que sofreram lesão que encerra a temporada podem ser elegíveis. Mas isso não se aplica ao caso do Cade, porque tecnicamente ele ainda pode voltar.

E aí, vocês acham que essa regra precisa mesmo de uma reformulada? Na minha opinião, criar exceções para lesões legítimas faria todo sentido. Afinal, ninguém quer ver talentos genuínos sendo penalizados por coisas que estão completamente fora do controle deles.

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