Autor: Leandro Amorim

  • McBride voltando! Knicks finalmente têm boa notícia na reta final

    McBride voltando! Knicks finalmente têm boa notícia na reta final

    Cara, finalmente uma notícia boa pros Knicks! Miles McBride tá progredindo bem da cirurgia de hérnia esportiva e já voltou a treinar com contato, segundo o técnico Mike Brown. Depois de 27 jogos fora — incluindo a vitória de ontem contra os Pelicans —, o garoto tá quase pronto pra voltar.

    E olha, eu já tava ficando preocupado com essa situação. McBride não é só mais um jogador no banco dos Knicks, não. O cara virou peça fundamental no esquema defensivo do time e, sinceramente, a ausência dele desde o final de janeiro fez uma falta absurda. Tanto que os Knicks correram atrás do José Alvarado no trade deadline justamente pra suprir essa carência na posição.

    O impacto real do McBride

    Vocês sabem qual é a diferença que esse moleque faz? Os números não mentem: quando ele tá em quadra, os Knicks são mais de 5 pontos melhores por 100 posses de bola. Cinco pontos! Isso é uma diferença gigantesca na NBA.

    McBride tá tendo a melhor temporada da carreira, com média de 12.9 pontos por jogo e impressionantes 42% nas bolas de três. Mas o que eu mais gosto nele é a atitude — o cara joga com uma energia contagiante, não tem medo de ninguém na defesa e muda completamente o ritmo do jogo quando entra.

    Timing perfeito pra volta

    A previsão mais otimista é que ele volte já no dia 26, contra o Charlotte Hornets. E cara, que timing! Faltam só algumas semanas pros playoffs começarem, então qualquer minutinho de rodagem vai ser precioso.

    Na minha opinião, McBride healthy é uma das chaves pros Knicks finalmente passarem das primeiras rodadas nos playoffs. O time tem talento, tem experiência, mas precisava dessa energia defensiva que só ele traz. E vocês, acham que a volta dele vai fazer diferença suficiente pra incomodar os grandes do Leste?

    Uma coisa é certa: depois de tantos jogos sem ele, ver McBride de volta vai ser um alívio imenso pra torcida dos Knicks. O cara saiu de um reserva qualquer pra se tornar indispensável — e isso é o tipo de história que a gente ama no basquete.

  • Brunson massacra no último período e Knicks fazem 7 seguidas

    Brunson massacra no último período e Knicks fazem 7 seguidas

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente resolveu virar o Kobe Bryant no último quarto ontem à noite. 32 pontos no total, sendo 15 só nos 12 minutos finais — e olha que foi numa partida pegada contra os Pelicans. Os Knicks venceram por 121-116 e agora estão com SETE vitórias consecutivas. Sete!

    Vocês acham que esse time de Nova York tá começando a assustar mesmo? Porque eu tô começando a acreditar que eles podem incomodar muito nos playoffs.

    Brunson decidiu tudo sozinho

    O momento que definiu tudo foi no meio do último período. Os Pelicans tinham encostado no placar (109-107) e parecia que ia dar merda pros Knicks. Aí o Brunson simplesmente disse “deixa comigo” e meteu 10 pontos seguidos. Dez pontos. Seguidos. Incluindo duas cestas seguidas que calaram o Madison Square Garden inteiro.

    Karl-Anthony Towns (21 pontos e 14 rebotes) e OG Anunoby (21 pontos também) deram a força necessária, mas foi o camisa 11 que carregou o piano nas costas quando precisava. E olha que o Zion tava jogando bem do outro lado — 22 pontos, mais o novato Jeremiah Fears com 21.

    Corrida pelo segundo lugar no Leste

    Com essa vitória, os Knicks (48-25) chegaram pertinho dos Celtics na classificação do Leste. Boston tem 47-24, então é questão de décimos percentuais pra quem fica em segundo. Sinceramente, não esperava que Nova York fosse brigar lá em cima assim depois de toda a reformulação que fizeram.

    Enquanto isso, os Pelicans perderam a segunda seguida depois de terem embalado três vitórias. O problema é que no Oeste qualquer escorregadinha dessas pode custar caro lá na frente.

    Monstro esse Brunson, né? O cara tá provando que aquele contrato gordinho que assinaram com ele foi dinheiro bem gasto. E aí, quem vocês acham que consegue parar essa sequência dos Knicks?

  • Ja Morant fora da temporada: lesão no cotovelo encerra ano frustrante

    Ja Morant fora da temporada: lesão no cotovelo encerra ano frustrante

    Cara, que temporada amarga pro Ja Morant. O Memphis Grizzlies anunciou que o armador está oficialmente fora pelo resto da temporada por causa de uma lesão no ligamento colateral ulnar do cotovelo esquerdo. Sinceramente? Era meio que esperado, considerando como as coisas vinham caminhando pra ele.

    Olha só os números: apenas 20 jogos nesta temporada. Vinte! E com média de 19.5 pontos — a menor desde sua segunda temporada na liga. O time disse que ele vai precisar de uma injeção de plasma rico em plaquetas pra acelerar a recuperação, mas a expectativa é que volte 100% na próxima temporada.

    O ciclo de lesões que não para

    Essa não é uma situação nova pro Ja. Nos últimos três anos, ele jogou apenas 79 partidas no total. É frustrante demais ver um cara com tanto talento vivendo na enfermaria. A lesão no cotovelo veio em janeiro, logo depois dele ter ficado duas semanas fora por problemas na panturrilha.

    Lembram do Ja dos primeiros anos? Aquele monstro que voava pela quadra, fazendo enterradas absurdas em pivôs gigantes, driblando todo mundo com aqueles movimentos malucos? O cara que ganhava bloqueios impossíveis lá no topo da tabela? Era pura magia, cara. Rookie do Ano em 2020, Most Improved Player em 2022… parecia que não tinha teto pra esse garoto.

    Quando tudo começou a desandar

    Mas aí veio 2023 e tudo mudou. Vocês lembram das polêmicas extracorte, né? Primeiro foi aquele vídeo numa boate em Denver mostrando uma arma, que rendeu 8 jogos de suspensão. Depois, mais uma vez numa live, agora dentro de um carro. Resultado: 25 jogos suspenso no início da temporada passada.

    Olha, eu não vou mentir — sempre torci muito pro Ja conseguir dar a volta por cima dessas questões pessoais. O cara tem 26 anos, foi a segunda escolha do draft de 2019 (atrás só do Zion), e quando está bem fisicamente e mentalmente, é um dos armadores mais emocionantes da liga.

    E aí, acham que ele consegue voltar no próximo ano sem problemas? Porque, sinceramente, o Memphis precisa muito de uma temporada completa e saudável do seu astro principal. O Grizzlies tem potencial pra muito mais, mas sem o Ja 100%, fica complicado sonhar alto.

  • Kenny Atkinson detona defesa dos Cavs após vitória: ‘Líderes têm que assumir’

    Kenny Atkinson detona defesa dos Cavs após vitória: ‘Líderes têm que assumir’

    Cara, imagina só: seu time ganha de 136 a 131 e o técnico sai da coletiva parecendo que levou uma surra de 30 pontos. Foi exatamente isso que rolou com Kenny Atkinson depois da vitória dos Cleveland Cavaliers sobre o Orlando Magic.

    “Se vamos defender desse jeito, nossa passagem pelos playoffs vai ser bem curta”, disparou Atkinson. O cara não tava nem aí pra diplomacia. E olha, eu concordo com ele — deixar um Magic mediano fazer 131 pontos em Cleveland? Isso é de doer.

    A bronca foi pesada

    O que mais me chamou atenção foi a sinceridade brutal do técnico. “Temos uma mentalidade de que vamos ganhar só no ataque, e todo mundo sabe que nos playoffs não é assim que funciona.” Mano, é isso aí. Quantas vezes já vimos times ofensivos sensacionais derretendo na pós-temporada porque a defesa não segurou?

    Atkinson foi cirúrgico ao apontar os problemas: “É questão de competitividade e QI de jogo. Quando você não compete na defesa, perde as marcações, não entende o adversário”. E o pior? Ele sabe que o time tem potencial pra muito mais.

    Evan Mobley pode ser a chave

    Aqui que fica interessante. Os Cavs têm o atual Melhor Defensor da Liga em Evan Mobley — sim, aquele monstro de 2,11m que bloqueia tudo que vê pela frente. Mas mesmo com ele em quadra, a defesa não tá fluindo.

    “Não quero ouvir desculpas sobre a ausência do Jarrett Allen”, disse Atkinson. “Temos o atual DPOY, temos o pessoal necessário.” E é verdade — com Mobley, Donovan Mitchell e uma rotação competente, não tem justificativa pra deixar 131 pontos pra um Magic que tava jogando no segundo jogo consecutivo.

    O próprio Mitchell admitiu que não dá pra ficar esperando “apertar o botão” na hora dos playoffs. “Temos que melhorar. Conseguimos seis paradas consecutivas contra New Orleans alguns dias atrás. Sabemos que conseguimos.”

    Playoffs vão ser um teste de fogo

    E vocês sabem o que vem pela frente, né? Detroit Pistons, Boston Celtics, New York Knicks — times que vão testar cada fibra desses caras. Não dá pra chegar nessa galera achando que vai resolver tudo no ataque.

    Sinceramente, acho que essa bronca do Atkinson era necessária. Às vezes o técnico precisa cutucar o ego do grupo, principalmente quando você tem talentos como Mitchell e Mobley que podem muito mais do que estão entregando defensivamente.

    O Cleveland tem tudo pra incomodar no Leste, mas só se resolver essa questão defensiva. E aí, será que eles conseguem dar essa guinada antes dos playoffs começarem pra valer?

  • Mac McClung vira GOAT da G-League com 59 pontos absurdos

    Mac McClung vira GOAT da G-League com 59 pontos absurdos

    Gente, eu preciso falar sobre o que aconteceu ontem à noite na G-League. Mac McClung — sim, aquele cara das enterradas insanas do All-Star — simplesmente fez história de uma forma que ninguém esperava.

    O maluco não só marcou 59 pontos (CINQUENTA E NOVE!) pelo Windy City Bulls, como também virou o maior pontuador da história da G-League. Passou o Renaldo Major, que tinha 5.299 pontos na carreira, e agora é oficialmente o GOAT das ligas menores.

    A noite mágica que mudou tudo

    Cara, os números dessa partida contra o Birmingham Squadron são de outro planeta. McClung acertou 19 de 34 arremessos, cravou 8 bolas de três em 17 tentativas e ainda foi 8/10 nos lances livres. Ah, e de quebra ainda distribuiu 10 assistências.

    Sinceramente? Eu tô impressionado. O cara tá fazendo média de mais de 31 pontos por jogo esta temporada. TRINTA E UM! Na G-League, mas ainda assim é absurdo.

    E o mais louco é que McClung só jogou 10 partidas na NBA na carreira toda. Dez. Enquanto isso, ele tá destruindo todo mundo na liga de desenvolvimento como se fosse um videogame no modo fácil.

    Hora de subir pro time principal?

    Olha, eu sei que a NBA é um bicho completamente diferente da G-League. A velocidade é outra, a defesa é mais intensa, e por isso o Mac nunca conseguiu se estabelecer por lá. Mas depois de uma performance dessas…

    Os fãs tão pegando no pé do Chicago Bulls nas redes sociais (e com razão). Um cara postou: “Mac McClung marca melhor que muitos jogadores da NBA”. Outro desabafou: “59 pontos, 10 assistências, 8 bolas de três… e vocês ainda deixam ele num contrato two-way enquanto o banco dos Bulls tá uma bagunça?”

    Vocês acham que ele merece uma chance real na NBA? Porque eu tô começando a achar que sim. O cara já provou que sabe jogar bola — e não é só nas enterradas do All-Star Weekend. É claro que defender na NBA é outra história, mas alguém que marca 59 pontos numa noite merece pelo menos ser testado, não acham?

    McClung virou lenda da G-League de forma definitiva. Agora é ver se alguém vai ter coragem de dar uma oportunidade real pra ele brilhar no palco principal.

  • Nuggets podem pegar Lakers nos playoffs – e isso seria pesadelo total

    Nuggets podem pegar Lakers nos playoffs – e isso seria pesadelo total

    Olha, vou ser sincero com vocês: os Denver Nuggets tão numa situação complicadíssima na reta final da temporada regular. E o pior? Eles meio que fizeram isso com eles mesmos.

    Pensa comigo: você tem o Nikola Jokic fazendo um triple-double quase todo jogo (28 pontos, 12.6 rebotes e 10.6 assistências por partida), o Jamal Murray voando com seus 25.1 pontos por jogo, e mesmo assim o time tá brigando pela 4ª colocação no Oeste. Cara, isso não deveria estar acontecendo.

    A briga pela vantagem de casa que pode decidir tudo

    Com 10 jogos restantes na temporada regular, Denver tá empatado na 4ª posição com o Minnesota Timberwolves. E aqui que a coisa fica tensa: se nada mudar, esses dois vão se enfrentar logo na primeira rodada dos playoffs.

    Jokic contra Julius Randle embaixo do garrafão? Murray tentando parar Anthony Edwards? Meu amigo, isso tem cara de série de 7 jogos épica. Mas aqui tá o problema: quem tiver a vantagem de casa pode levar essa disputa.

    Edwards tá simplesmente monstruoso, metendo 29.5 pontos por jogo. E sinceramente? Acho que ele levaria a melhor sobre Murray numa série longa. Por isso que ter o fator casa seria crucial pros Nuggets.

    O pesadelo dos Lakers na primeira rodada

    Mas tem um cenário ainda pior rondando Denver. Se eles escorregarem e caírem pra 6ª posição (Houston Rockets tá ali, a meio jogo de distância), adivinhem com quem eles vão pegar?

    Los Angeles Lakers.

    Cara, os Lakers tão voando – ganharam 9 dos últimos 10 jogos. LeBron ainda fazendo LeBron coisas aos 39 anos (21 pontos por jogo), Austin Reaves brilhando com 23.5 pontos, e o time jogando o melhor basquete da temporada.

    Imaginem Jokic e Murray tentando segurar essa ofensiva dos Lakers numa série de 7 jogos, SEM a vantagem de casa? Seria um pesadelo absoluto.

    Nuggets precisam acordar agora

    O negócio é o seguinte: Denver tem talento de sobra pra ser cabeça de chave alta no Oeste. Eles são os atuais campeões (2023 nunca esqueço), têm o melhor pivô do planeta, e um elenco que já provou que sabe jogar playoff.

    Mas basquete não é só talento individual. Aaron Gordon precisa aparecer mais (16.6 pontos tá bom, mas pode render mais), e os caras do banco como Peyton Watson e Tim Hardaway Jr. vão ter que dar uma força quando chegar a hora da verdade.

    Na minha opinião, os Nuggets ainda conseguem se acertar e pegar aquela 4ª posição com vantagem de casa. Mas, caramba, eles não podem bobear mais. No playoff do Oeste, qualquer deslize pode significar ‘tchau e obrigado’ na primeira rodada mesmo.

    E aí, vocês acham que Denver consegue se organizar a tempo, ou vão acabar pegando os Lakers logo de cara?

  • NBPA detona regra dos 65 jogos após lesão de Cade Cunningham

    NBPA detona regra dos 65 jogos após lesão de Cade Cunningham

    Cara, essa história do Cade Cunningham tá me deixando revoltado. O cara faz a temporada da vida dele, leva o Pistons pro topo do Leste, e agora pode ficar de fora de todas as premiações por causa de uma regra ridícula.

    O problema? Cade jogou 61 partidas esta temporada, mas um pneumotórax (pulmão colapsado — que situação bizarra) pode impedir ele de chegar nos 65 jogos obrigatórios para concorrer ao MVP e fazer o All-NBA Team. E olha só que ironia cruel: ele também fica de fora da exceção de 62 jogos para lesões que encerram a temporada.

    A revolta da NBPA faz todo sentido

    A associação dos jogadores não poupou palavras na crítica: “A potencial inelegibilidade do Cade Cunningham para prêmios de fim de temporada depois de uma campanha que define carreira é uma clara acusação contra a regra dos 65 jogos”.

    E tem mais — eles chamaram a regra de “arbitrária e excessivamente rígida”. Sinceramente? Concordo 100%. Como você pode ignorar uma temporada de 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo só porque o cara se machucou?

    Jeff Schwartz, agente do Cade, foi direto ao ponto: “Cade entregou uma temporada de primeiro time do All-NBA. Se ele ficar pouco abaixo de um limite arbitrário devido a uma lesão legítima, isso não deveria desqualificá-lo do reconhecimento que claramente conquistou”.

    Pistons dominando sem reconhecimento?

    Olha a situação absurda: Detroit tem o melhor recorde do Leste com 52-19. Cinco jogos na frente do Boston, oito à frente do Cleveland na divisão. E o cara que comandou essa reviravolta histórica pode não ganhar nada?

    Lembro quando o Pistons era piada na liga há poucos anos. Agora o Cade, escolha número 1 do draft de 2021, transformou completamente a franquia. Nos últimos dois anos foram duas seleções pro All-Star, sétimo lugar na votação de MVP na temporada passada…

    E aí, vocês acham justo um jogador perder todas as premiações por uma lesão? Na minha visão, a NBA precisa urgentemente rever essa regra dos 65 jogos.

    O que vem por aí

    O técnico J.B. Bickerstaff resumiu bem: “É difícil para o Cade passar pelo que está passando agora. O quão importante ele é para o time, o quão importante estar com seu time é para ele, não torna isso fácil”.

    A reavaliação do Cade acontece em duas semanas, mas as chances de ele voltar a tempo de chegar nos 65 jogos parecem bem remotas. Uma pena gigantesca — talvez a melhor temporada da carreira dele resulte em zero reconhecimento oficial.

    Essa regra precisa mudar. Ponto final.

  • Brunson destruiu no clutch time e salvou os Knicks contra os Pelicans

    Brunson destruiu no clutch time e salvou os Knicks contra os Pelicans

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente decidiu que não ia perder esse jogo. Os Knicks estavam meio perdidos contra os Pelicans ontem à noite no Madison Square Garden, e aí o cara resolveu mostrar por que é All-Star.

    Olha só a situação: New Orleans com apenas 25 vitórias na temporada, mas chegou em Nova York querendo zoar a festa. E quase conseguiu, hein! Com 4 minutos e meio pro final, os Knicks ganhavam por apenas dois pontos (109-107). Eu tava aqui pensando “não é possível que vão perder pra esse time”.

    O show do clutch time

    Mas aí que o Brunson lembrou que é monstro no final de jogo. O cara fez 15 dos seus 32 pontos só no último quarto — 4 de 5 nos arremessos de quadra e perfeito da linha do lance livre (7/7). Sinceramente? Foi uma aula de como assumir o controle quando o bicho pega.

    Com 7 minutos restando e os Knicks ganhando por apenas 5, Brunson anotou 10 pontos consecutivos. Dez! E ainda fez 5 dos últimos 7 pontos do time pra cravar a vitória. Esse é o tipo de performance que separa os bons dos grandes.

    “É isso que os grandes fazem”, disse o técnico Mike Brown depois do jogo. “Quando a pressão é maior, eles aparecem.” E olha, comparou o cara com Steph Curry e Jaylen Brown — não é qualquer um que entra nessa lista.

    Quando os outros pararam, ele acelerou

    O mais louco é que OG Anunoby (21 pontos) e Karl-Anthony Towns (16 pontos e 8 rebotes) estavam jogando bem durante a partida. Mas quando o ataque travou e as bolas perdidas começaram a se acumular no quarto final — coisa que todo mundo que assiste NBA conhece —, Brunson assumiu as rédeas.

    Josh Hart resumiu perfeitamente: “É uma posição que ele quer estar. Nós queremos ele nessa posição. Os últimos 3-4 minutos são o ‘winning time’, é quando os superstars mostram por que estão nesse nível.”

    E vocês sabem que Hart não fala à toa, né? O cara conhece basquete e sabe reconhecer quando vê grandeza acontecendo.

    Brunson foi o Clutch Player of the Year na temporada passada, e performances como essa mostram exatamente o porquê. Quando o jogo fica tenso e todo mundo começa a tremer, ele fica mais calmo ainda. Fez 9 pontos nos últimos 4 minutos, incluindo 5 lances livres consecutivos pra cravar a vitória por 121-112.

    Esse é o tipo de jogo que define uma temporada, sabe? Não era pra ser difícil contra os Pelicans, mas acabou sendo — e ter um cara como Brunson pra resolver essas paradas é o que separa times bons de times campeões. E aí, vocês acham que os Knicks têm chances reais nos playoffs com o Brunson jogando assim?

  • O magnetismo do Wemby: como ele cria cestas sem tocar na bola

    O magnetismo do Wemby: como ele cria cestas sem tocar na bola

    Cara, o Victor Wembanyama não para de me surpreender. A gente já sabia que o cara é um monstro na defesa — lidera a liga em tocos e muda completamente o jogo dos adversários só por estar em quadra. Mas agora ele tá fazendo a mesma coisa no ataque, e de um jeito que eu nunca tinha visto antes.

    Olha só que louco: Wemby tá fazendo 24 pontos por jogo, mas apenas 3 assistências. Pelos números tradicionais, ele “só” cria uns 8 pontos com seus passes. Mas aí que tá — os números não mostram nem metade da história.

    A gravidade que ninguém vê

    Vocês já ouviram falar de gravidade no basquete? É quando um jogador atrai tanto a atenção da defesa que cria oportunidades para os companheiros sem nem tocar na bola. E o Wembanyama tem isso no nível mais absurdo que eu já vi.

    No jogo contra o Heat deu pra ver isso claramente. Toda vez que o francês fazia um movimento em direção à cesta, magicamente aparecia um arremesso de 3 livre no canto da quadra. E não era coincidência — os Spurs lideram a liga em tentativas de arremesso de canto!

    Sinceramente, eu não esperava que um pivô de 2,24m pudesse ter essa influência no perímetro também. Mas os caras da NBA criaram uma estatística oficial de gravidade (meio complicada, mas enfim), e adivinha? O Wemby lidera entre todos os pivôs tanto na gravidade interior quanto na do perímetro.

    Todo mundo se beneficia do fenômeno

    E o mais impressionante é que TODO MUNDO do elenco dos Spurs melhora quando joga com ele. Todos os jogadores da rotação (exceto o Castle) tentam mais arremessos de canto quando Wembanyama está em quadra. E não é só quantidade não — eles convertem melhor também!

    Isso acontece porque quando Wemby faz um bloqueio e não mergulha para a cesta, o defensor dele fica colado nele. Aí sobra espaço para os companheiros penetrarem. Quando ele fica parado no perímetro, o cara que marca ele não se afasta muito — imagina tentar chegar a tempo de contestar um arremesso de um gigante de 2,24m?

    O resultado? Os Spurs criam o sexto maior número de pontos em penetrações da liga.

    Um talento raro de se ver

    Olha, pivôs que atraem a defesa sempre existiram. Mas um cara que faz isso tanto no garrafão quanto na linha de 3? Isso aí é coisa de outro planeta mesmo. E não é exagero meu — literalmente nunca vimos um jogador com essa combinação de tamanho, habilidade e inteligência tática.

    O que vocês acham? Esse cara vai revolucionar a posição de pivô na NBA ou já tá revolucionando? Porque pela forma como ele tá jogando, parece que estamos vendo o futuro do basquete acontecendo agora, em San Antonio.

  • Mitchell faz 42 pontos e salva os Cavs contra o Magic em jogaço maluco

    Mitchell faz 42 pontos e salva os Cavs contra o Magic em jogaço maluco

    Cara, que jogo foi esse? Os Cavaliers conseguiram segurar o Orlando Magic por 136 a 131 numa partida que não foi nada fácil. E quem salvou a pátria? Donovan Mitchell com 42 pontos — simplesmente monstro.

    Olha, vou ser sincero: os Cavs passaram um sufoco danado. O Magic chegou fazendo 39 pontos só no primeiro quarto! Pra vocês terem ideia, Orlando é uma equipe mediana no ataque — 15º em pontos por jogo na liga, 20º em aproveitamento de quadra. Mas ontem eles resolveram jogar como se fossem o Warriors dos anos dourados.

    Mitchell e Harden carregaram o piano

    A dupla de armadores dos Cavs foi absurda. Mitchell com seus 42 pontos (63% de aproveitamento) e James Harden contribuindo com 26, somando 68 pontos juntos. Mas o lance que definiu tudo foi uma bandeja gelada do Mitchell faltando 13 segundos — puro sangue frio.

    Harden tá mostrando por que ainda é diferenciado. O cara dobrou o Goga Bitadze várias vezes e foi direto pro garrafão. Aqueles passes impossíveis dele continuam funcionando — teve um passe de touchdown pro Dean Wade que eu ainda tô tentando entender como ele enxergou aquilo.

    Defesa dos Cavs preocupa

    Agora, preciso falar a real: a defesa de Cleveland deixou muito a desejar. Paolo Banchero fez 36 pontos quase sem ser incomodado, e o Magic como um todo arremessou 52% de quadra. Pra uma equipe que quer brigar pelos playoffs, isso é preocupante.

    Evan Mobley teve uma noite equilibrada com 19 pontos, 9 rebotes e 6 assistências, mas ainda falta aquela agressividade que esperamos dele contra times físicos como Orlando. Ele começou bem, mas meio que sumiu no decorrer do jogo.

    E aí, pessoal — vocês acham que os Cavs vão conseguir manter esse ritmo nos playoffs com essa defesa instável? Porque talento ofensivo eles têm de sobra, mas basquete de abril e maio é outra história completamente.

    O próximo desafio é logo hoje contra o Miami Heat, no segundo jogo de sequência. Vai ser interessante ver como eles respondem com pouco descanso.