Autor: Leandro Amorim

  • Nuggets vs Suns: Jokic pode massacrar Phoenix mais uma vez?

    Nuggets vs Suns: Jokic pode massacrar Phoenix mais uma vez?

    Cara, que jogo interessante temos hoje à noite! Denver Nuggets (44-28) visitando o Phoenix Suns (40-32), e olha só — os Nuggets já meteram 2-0 nos Suns nesta temporada com vitórias de 22 e 18 pontos de diferença. Absurdo.

    Sinceramente? Eu não tô vendo como Phoenix para o Jokic hoje. O sérvio monstro tá numa fase impressionante, e os Nuggets chegam embalados com duas vitórias seguidas. Eles ganharam três dos últimos quatro jogos e cinco dos últimos sete — time pegando embalo na hora certa.

    A situação dos playoffs esquenta

    A parada tá séria no Oeste. Denver tá empatado com Minnesota na briga pela quarta e quinta posição, apenas 0.5 jogo na frente do Houston que tá na sexta colocação. Cada jogo vale ouro agora, galera. E os números dos Nuggets impressionam: quarto melhor ataque nos últimos sete jogos e sexta melhor defesa. Combinação perigosa.

    Do lado de Phoenix, a situação é mais complicada. Os Suns vinham de cinco derrotas seguidas antes de quebrar a sequência no domingo passado — ufa! Depois de fazer 2-4 numa road trip de seis jogos (sofrível), eles tão 1-1 nos últimos dois jogos em casa. Estão na sétima posição do play-in, 4 jogos na frente dos Clippers e 3.5 atrás dos Rockets.

    O que esperar desta partida

    As odds não mentem: Denver é favorito pesado (-245 na moneyline, -5.5 no spread). A linha abriu em -4.5 para os Nuggets, mas já subiu pra -5.5 — sinal de que o dinheiro tá indo pro lado de Denver.

    Uma coisa que me chama atenção é o total de pontos: 233.5. Denver tem sido uma máquina de fazer jogos com muitos pontos (44-28 para Over, melhor da liga!), enquanto Phoenix tem a tendência contrária (43-29 para Under). Vai ser interessante ver qual padrão prevalece.

    E aí, pessoal — vocês acham que o Jokic vai fazer mais um show em Phoenix? Ou os Suns conseguem surpreender em casa? Olhando os números e o histórico recente, fica difícil apostar contra os Nuggets. Mas é NBA, né? Qualquer coisa pode acontecer num jogaço desses.

    O jogo rola às 23h (horário de Brasília) na NBC/Peacock. Preparem a pipoca porque promete!

  • Bucks no limbo total — nem tankar conseguem mais

    Bucks no limbo total — nem tankar conseguem mais

    Cara, eu já vi muito time perdido na NBA, mas os Bucks conseguiram criar uma categoria própria de confusão. É tipo aquele amigo que não sabe se pede a menina em namoro ou se parte pra outra — só que com basquete e milhões de dólares em jogo.

    O co-proprietário Wes Edens soltou uma pérola na semana passada: Giannis tá entrando no último ano de contrato, então “ou ele vai renovar ou vai ser trocado”. Obrigado pelo insight, capitão óbvio! O problema é que Milwaukee tá nessa novela mexicana com o Greek Freak há tanto tempo que já perdeu qualquer credibilidade.

    A indecisão que custou caro

    E olha só que situação bizarra: a franquia quer que o Giannis fique no banco pelo resto da temporada (ele só jogou 36 partidas por causa de lesões), mas o cara quer jogar. Quando foi a última vez que jogador e organização concordaram em algo por lá? Eu sinceramente não lembro.

    A derrota por lavada pros Clippers na segunda garantiu que eles vão terminar com campanha negativa. Todos os modelos de projeção mostram Milwaukee fora até do Play-In — e não precisa de algoritmo pra saber disso, bastava assistir uns três jogos deles.

    O mais absurdo? Eles tinham a oportunidade perfeita de tankar depois que decidiram não trocar o Giannis no deadline. Mas aí foram lá e ganharam umas partidas inúteis em fevereiro, se iludindo (e iludindo o próprio Antetokounmpo) de que dava pra fazer uma arrancada. Pelo amor de Deus, né?

    Perderam o bonde do tank

    Agora tão brigando com os Bulls pra ver quem fica com a 9ª ou 10ª pior campanha. Se terminarem em 10º pior, têm 13,9% de chance de pegar um pick no top-4. Se ficarem em 9º, sobe pra 20,3%. Mas escuta essa: se tivessem tankado direito lá em fevereiro, poderiam ter despencado até a 7ª pior campanha, o que daria 32% de chance no top-4. Mais que o dobro!

    É muita incompetência junta, pessoal. Tanto que os Bucks foram oficialmente eliminados do Tank Watch — nem pra tankar eles servem mais.

    Enquanto isso, os Wizards seguem como os mestres supremos da arte de perder. Dezesseis derrotas seguidas (maior sequência ativa da liga) e ainda inventaram um jeito criativo: arrumaram briga com o Thunder e conseguiram expulsões no processo. Vocês acham que dá pra ser mais eficiente que isso no tank game?

  • Colts na pior: sem primeira rodada e cheios de buracos no draft

    Colts na pior: sem primeira rodada e cheios de buracos no draft

    Olha, vou ser sincero com vocês: a situação dos Indianapolis Colts pro draft de 2026 tá complicada pra caramba. O time resolveu jogar toda a estratégia pela janela ao trocar a primeira rodada e agora precisa se virar com as sobras.

    A diretoria do Chris Ballard optou por uma abordagem bem “classe média” na free agency. Nada de grandes contratações bombásticas — trouxeram o Nick Westbrook-Ikhine depois de uma temporada em Miami e o linebacker Akeem Davis-Gaither, que fez 117 tackles na temporada passada pelo Arizona. São movimentos práticos, sabe? Daqueles pra tapar buraco mesmo.

    O buraco ficou maior depois das trocas

    E aí que mora o problema. Os Colts não têm pick de primeira rodada — perderam na troca do Sauce Gardner (que dor, né?). Pra piorar, trocaram o Michael Pittman Jr. pro Pittsburgh por uma mísera sexta rodada. Resultado? O draft deles só começa no pick 47, na segunda rodada.

    Sete picks no total. É isso que eles têm pra tentar montar um time competitivo.

    Sinceramente, acho que essa estratégia de não ir atrás de um jogador estrela pode até funcionar, mas só se acertarem as escolhas na segunda e terceira rodadas. E olha, não é fácil não.

    Os mocks estão apontando os mesmos problemas

    Todo mundo que acompanha draft tá falando a mesma coisa: Indianapolis precisa de linebacker, pass rusher, cornerback e receiver. A free agency não resolveu esses problemas — só deu uma maquiada.

    O Chad Reuter da NFL.com botou o linebacker Jacob Rodriguez do Texas Tech pro pick 47. E cara, os números do moleque impressionam: 255 tackles, 21.5 tackles pra loss e 6 interceptações nas duas últimas temporadas. Monstro demais.

    Já o Josh Edwards da CBS Sports foi no Anthony Hill Jr., também do Texas, pro mesmo pick. A diferença é que o Hill é mais explosivo, mais disruptivo. Estilos diferentes pro mesmo problema.

    E vocês, acham que os Colts conseguem se reerguer começando só na segunda rodada? Porque olhando assim, parece missão impossível. O time perdeu o Zaire Franklin, tem buraco na cobertura dos linebackers e ainda precisa de mais pressão na borda.

    A real é que Indianapolis tá numa sinuca de bico. Sem o luxo de escolher entre os melhores talentos na primeira rodrada, vão ter que apostar em desenvolvimento e torcer pra dar certo. Pelo menos o Lou Anarumo conhece o Davis-Gaither de Cincinnati — isso pode ajudar na química defensiva.

    Mas vamos ver se essa estratégia de “classe média” vai funcionar mesmo. Porque no final das contas, futebol americano se ganha com talento, e talento tá ficando cada vez mais caro.

  • Hurley já pensa em St. John’s antes de enfrentar Tom Izzo. Ousadia demais?

    Hurley já pensa em St. John’s antes de enfrentar Tom Izzo. Ousadia demais?

    Olha, eu sei que todo técnico fala pra não pensar muito à frente no March Madness, mas Dan Hurley simplesmente cagou e andou pra essa regra. O cara está literalmente falando sobre um possível confronto contra St. John’s nas oitavas de final — sendo que ainda nem passou do Michigan State de Tom Izzo nas quartas.

    E sabe de uma coisa? Eu meio que entendo a empolgação dele.

    A matemática do March Madness

    Vamos aos fatos: UConn pega Michigan State na sexta-feira, enquanto St. John’s enfrenta Duke (que é favorito por 6,5 pontos). Se as duas equipes do Big East passarem, teremos o quarto confronto da temporada entre elas — só que dessa vez com vaga no Final Four em jogo.

    “Acho que temos que nos apoiar na sexta contra nossos oponentes para que possamos ter uma carnificina no domingo”, disse Hurley. Cara, esse maluco não tem papas na língua mesmo.

    O mais bizarro? Hurley pediu para as torcidas rivais torcerem uma pela outra por uma noite. Imagina isso no basquete brasileiro — Flamengo torcendo pro Vasco só pra ter clássico depois. Surreal, né?

    O retrospecto que assombra Connecticut

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio dolorosa pro lado de UConn). St. John’s ganhou dois dos três confrontos essa temporada, incluindo uma surra de 20 pontos na final do torneio da Big East. A única derrota do Red Storm foi por 25 pontos em Connecticut, em fevereiro.

    Desde janeiro, St. John’s perdeu apenas esse jogo. Enquanto isso, UConn começou 22-1 mas fechou a temporada regular num modesto 7-4. Pra um time bicampeão nacional (2023 e 2024), é meio decepcionante.

    Vocês acham que essa confiança do Hurley é justificada ou ele tá subestimando demais o Tom Izzo?

    Os heróis da ressurreição

    Depois de cair na segunda rodada ano passado pro Florida (que depois virou campeão), UConn precisava dessa volta por cima. E cara, que volta foi essa.

    Tarris Reed Jr. fez algo absurdo contra Furman: 31 pontos e 27 rebotes. Isso é coisa que não se via no torneio há quase 60 anos, meu amigo. Double-double? Isso aí foi triple-double com sobra.

    Já contra UCLA, Alex Karaban meteu 27 pontos — recorde da carreira dele. E olha que legal: o cara é veterano de quarto ano que jogou a carreira inteira em UConn. Raridade no basquete universitário atual, onde todo mundo sai pulando de time.

    Sinceramente? Acho que Hurley pode estar certo em já pensar em St. John’s. Michigan State não é mais aquela máquina de guerra dos anos 2000, e UConn tem fome de mais um título. Mas no March Madness, qualquer vacilo te manda pra casa — e Tom Izzo sabe como ninguém aproveitar essas brechas.

  • Magic x Cavaliers: Paolo Banchero vai ter que se virar sozinho

    Magic x Cavaliers: Paolo Banchero vai ter que se virar sozinho

    Olha, vou ser sincero: o Orlando Magic tá numa situação bem complicada pra essa terça-feira contra o Cleveland. E quando digo complicada, não tô exagerando não. O time tá numa sequência de cinco derrotas seguidas e agora vai jogar fora de casa — praticamente sem metade do time titular.

    Franz Wagner, Jalen Suggs e Anthony Black todos machucados. Três dos cinco principais pontuadores do Magic fora. É praticamente o Paolo Banchero contra o mundo.

    O show do Paolo Banchero

    E cara, se tem alguém pra carregar esse piano é o Banchero mesmo. O moleque tá tendo que assumir TUDO nas últimas partidas. Ontem contra o Indiana ele arremessou 27 vezes (segundo maior número da temporada dele), incluindo nove tentativas de três pontos. Acertou quatro de lá.

    O mais interessante é que ele tá chutando mais de longe ultimamente — subiu de 3.8 pra 4.5 tentativas de três por jogo neste mês. E adivinha? O Cleveland tá ranqueado em 26º lugar em defesa de três pontos dos adversários. Ou seja, tá liberado pra ele meter a mão.

    Na minha visão, Banchero vai fazer pelo menos dois de três hoje. A odd de +150 pra ele acertar mais de 1.5 de três tá bem tentadora. Principalmente considerando que ele já fez quatro contra o Indiana ontem e tá com confiança lá em cima.

    Cleveland favorito, mas…

    Os Cavaliers são favoritos por 10.5 pontos, o que é bastante coisa considerando que o Magic, mesmo zoado, ainda tem qualidade. Cleveland ganhou alguns jogos recentes, mas foram contra times bem ruins da liga.

    Uma coisa interessante: com Jarrett Allen machucado também, Evan Mobley vai ter que dominar o garrafão sozinho. O cara tá pegando uns 10 rebotes por jogo ultimamente e deve continuar limpando o vidro contra um Magic desfalcado.

    E vocês acham que 10.5 pontos não é spread demais? Eu acho que sim. Orlando tá desesperado pra parar essa sangria e sair da zona de rebaixamento do play-in. Time desesperado é sempre perigoso.

    A verdade é que vai ser basicamente o Paolo Banchero show hoje à noite. Se ele tiver uma noite inspirada (e tudo indica que vai ter que estar), o Magic pode até beliscar uma vitória fora de casa. Se não… bem, aí a coisa fica feia mesmo.

    O jogo é às 21h no horário de Brasília, e sinceramente? Não vou perder. Quando um craque tem que carregar o time nas costas assim, sempre rola algo especial.

  • Holloway do Alabama nega acusações de tráfico de maconha

    Holloway do Alabama nega acusações de tráfico de maconha

    Olha, quando você acha que já viu de tudo no basquete universitário americano, aparece uma bomba dessas. Aden Holloway, armador do Alabama e um dos principais jogadores do time, está envolvido numa parada bem séria: foi preso por posse de mais de dois quilos de maconha em sua residência em Tuscaloosa.

    E não é que o cara está negando tudo? O advogado do Holloway, Jason Neff, entrou na justiça no dia 23 de março contestando “cada uma das alegações materiais” feitas pela polícia. Basicamente, estão dizendo que é tudo balela e exigindo que provem cada acusação.

    A situação está feia

    Sinceramente, a parada está complicada pro garoto. Além da acusação de posse de maconha em primeiro grau (que ainda é crime no Alabama para uso recreativo), ele também foi acusado de não ter o selo de imposto necessário. É aquelas leis americanas meio malucas, mas que existem.

    O mais pesado? Segundo os documentos do tribunal que o pessoal do Tuscaloosa News conseguiu, a força-tarefa antidrogas teria visto “transações de drogas no telefone do Holloway, com pessoas mandando mensagem dizendo que iam se encontrar com ele depois da temporada”. Cara, se isso for verdade, não é só posse não — é distribuição mesmo.

    Durante o interrogatório, Holloway disse que conseguiu a maconha de “alguém de fora da cidade” e que “só fuma”, alegando ter apenas “um quarto de libra”. Só que a polícia encontrou muito mais que isso, e ainda por cima em embalagens separadas — desde sacos plásticos até pacotes lacrados a vácuo. Isso aí não tem cara de uso pessoal não, galera.

    O que isso significa pro Alabama?

    O moleque estava tendo uma temporada monstro: 16.8 pontos, 3.8 assistências e 2.8 rebotes por jogo. É o tipo de jogador que faz diferença no March Madness, aqueles caras que podem levar um time longe na loucura de março.

    Mas agora? Suspenso de todas as atividades do time e já perdeu os dois primeiros jogos do torneio NCAA de 2026. O Alabama, que é cabeça de chave número 4, vai ter que se virar sem ele — e olha que eles têm um jogo pesadíssimo contra Michigan pela região do Meio-Oeste no Sweet 16.

    A audiência preliminar está marcada para 14 de abril, e o futuro do cara no programa vai ser decidido pelo escritório de conduta estudantil da universidade. Vocês acham que ele volta a jogar ainda nesta temporada? Na minha opinião, difícil. Essas universidades americanas não brincam em serviço quando o assunto é drogas.

    É uma pena ver um talento desses se complicar dessa forma. O garoto é de Charlotte, Carolina do Norte, e tinha tudo pra fazer bonito no basquete universitário. Agora vai ter que provar sua inocência na justiça antes de pensar em voltar às quadras.

  • Scheffler fora do Houston Open: segundo filho a caminho!

    Scheffler fora do Houston Open: segundo filho a caminho!

    Gente, o Scottie Scheffler acabou de se retirar do Houston Open e o motivo é dos melhores: o segundo filho está chegando! Sinceramente, quem pode criticar essa decisão? Família em primeiro lugar sempre.

    O número 1 do mundo confirmou ontem que não vai jogar em Houston — um torneio que, convenhamos, já estava bem incerto na agenda dele desde que soubemos da gravidez da esposa. E olha, conhecendo o Scottie, ele deve estar mais nervoso com a chegada do bebê do que com qualquer major que já disputou.

    Houston sempre foi especial pra ele

    O mais curioso é que o Houston Open tem uma relação bem peculiar com o Scheffler. Cara foi vice três vezes nesse torneio — incluindo as duas últimas edições, onde sempre usava como preparação final pro Masters. Deve estar doendo um pouquinho largar justamente esse evento, mas né… prioridades são prioridades.

    Matt Kuchar vai ocupar a vaga dele no field. Não é má troca, considerando que o Kuchar sempre joga bem nesses torneios menores.

    A experiência de ser pai atleta

    Lembro que quando o Bennett (primeiro filho) nasceu em maio de 2024 — uma semana antes do PGA Championship — o Scottie praticamente voou do hospital direto pro torneio. E olha no que deu: levou o PGA e ainda o British Open no mesmo ano. Coincidência? Eu acho que não.

    O cara começou 2026 com tudo, ganhando logo de cara no American Express. Aquela sequência absurda de 18 top-10 consecutivos (que começou justamente no Houston Open do ano passado) só quebrou no Genesis com um T12. No Players Championship mais recente ficou em T22 — nada demais, mas longe do padrão Scheffler que a gente conhece.

    E aí, vocês acham que a paternidade vai dar aquele gás extra no Scottie de novo? Porque pelo que vimos em 2024, parece que ser pai deixa esse cara ainda mais motivado. Vai ser interessante ver como ele volta depois do nascimento do segundo filho.

    Por enquanto, fica aquela expectativa: quando será que o novo integrante da família Scheffler vai chegar? E mais importante — ele vai conseguir repetir aquela performance monstruosa de pai recém-estreado que vimos há dois anos?

  • Stephen A. Smith muda de ideia e agora vê Wemby como favorito ao MVP

    Stephen A. Smith muda de ideia e agora vê Wemby como favorito ao MVP

    Cara, o Stephen A. Smith acabou de fazer uma declaração que eu não esperava. O cara que sempre foi meio cético com o Wembanyama agora tá falando que o francês é o FAVORITO pro MVP dessa temporada. E olha, depois do que vi ontem contra o Heat, eu meio que concordo com ele.

    O Wemby meteu 26 pontos, 15 rebotes e 5 tocos numa vitória tranquila em Miami. Mas não é só os números — é a forma como ele tá dominando os dois lados da quadra que tá impressionando todo mundo, inclusive quem era mais cauteloso como o Stephen A.

    “Ele mudou minha opinião”

    Na real, a justificativa do Smith fez muito sentido pra mim. Ele falou que o que mais impressionou não foi nem os números absurdos do Wemby na defesa (que são monstruosos, por sinal). O que chamou atenção foi a maturidade do cara ao falar que a defesa não recebe o reconhecimento que deveria nas discussões do MVP.

    “Ele tem razão quando diz que a defesa não é mencionada o suficiente quando falamos de MVP da liga. É um ponto muito perspicaz da parte dele”, disse o Smith no First Take.

    Mas o argumento que mais pesou foi outro: os Spurs estão em segundo lugar no Oeste depois de anos irrelevantes, e o Wemby ainda teve a audácia de falar que eles “dominaram os atuais campeões quando se enfrentaram”. E não é mentira — San Antonio ganhou 4 dos 5 jogos contra o Thunder essa temporada.

    MVP aos 21 anos?

    Sinceramente, eu tô começando a acreditar que pode rolar. O cara tá fazendo coisas que a gente nunca viu na NBA: 3.5 tocos por jogo (liderando disparado a liga), mais de 24 pontos e 10 rebotes de média, e ainda acertando mais de 33% das bolas de três.

    É uma combinação absurda de impacto ofensivo e defensivo. E diferente de outros candidatos como o Jokić ou o Giannis, ele tá levando um time que era piada há dois anos pro segundo lugar da conferência mais competitiva da liga.

    O próximo teste vem quarta-feira contra os Grizzlies. Vocês acham que o Wemby realmente tem chances reais de levar o MVP aos 21 anos? Porque eu tô cada vez mais convencido que pode rolar algo histórico aí.

  • Bucks leva uma surra dos Clippers e Gary Trent Jr. explode

    Bucks leva uma surra dos Clippers e Gary Trent Jr. explode

    Cara, que paulada os Bucks levaram dos Clippers ontem. 129-96. Cento e vinte e nove a noventa e seis! Eu tava assistindo e cheguei a desligar a TV no terceiro quarto de tanta vergonha alheia.

    Olha, eu já esperava que fosse difícil sem os principais jogadores do Milwaukee, mas ninguém merecia ver uma surra dessas. O Kawhi Leonard simplesmente decidiu que ia dar uma aula de basquete, e os caras do Bucks não conseguiram responder à altura.

    Gary Trent Jr. foi o único que apareceu

    No meio dessa confusão toda, uma luz no fim do túnel: Gary Trent Jr. Monstro! O cara meteu 20 pontos convertendo 6 de 10 tentativas do perímetro. Sinceramente, eu não esperava uma performance dessas dele.

    Tá, muita coisa veio no lixo time (quando o jogo já tava decidido), mas a confiança que ele mostrou nos arremessos foi impressionante. Cada bola que subia, você via que ele acreditava que ia entrar. É isso que separa os bons atiradores dos mediocres.

    Ryan Rollins até começou bem, fazendo o Kawhi suar um pouco no primeiro tempo, mas depois desabou completamente. 5 turnovers são inaceitáveis, principalmente quando seu time já tá sofrendo pra criar jogadas.

    A defesa foi um pesadelo

    Defensivamente foi ainda pior. Myles Turner com ZERO rebotes em 20 minutos de jogo? Como assim, cara? Os Clippers pegaram 11 rebotes ofensivos – é muita displicência.

    E olha que ironia do destino: Brook Lopez (que já jogou pelo Milwaukee) dominou essa parada por dentro. O veterano mostrou que ainda tem lenha pra queimar.

    Pete Nance e AJ Green deram algumas alegrias pro torcedor – Green especialmente foi cirúrgico do perímetro, convertendo 4 de 5 tentativas de três. Mas no final das contas, não deu nem pra começar.

    A real é que esse Clippers com Kawhi healthy é um problema sério pra qualquer time da liga. E os Bucks, desfalcados como estão, viraram saco de pancada fácil.

    Vocês acham que Milwaukee consegue se recuperar dessa até os playoffs? Porque do jeito que a coisa tá, vai ser complicado fazer barulho na pós-temporada.

  • McCain volta à Philly e mostra o que os 76ers perderam

    McCain volta à Philly e mostra o que os 76ers perderam

    Cara, que cena linda aconteceu na segunda-feira em Philly. Jared McCain, agora com a camisa do Thunder, voltou ao lugar onde começou sua carreira na NBA — e mostrou exatamente o tipo de cara que os 76ers deixaram escapar.

    Imagina a cena: já passava das 22h, Oklahoma City tinha acabado de meter uma surra no Philadelphia, 123 a 103. Todo mundo já tinha ido embora, mas o McCain? Tava lá ainda, de roupa comum, batendo papo com os amigos nas arquibancadas inferiores da arena. Umas crianças correndo pela quadra, tentando acertar uns arremessos, quando uma delas grita:

    “Jared, podemos tirar uma foto, por favor?”

    “Claro, parceiro”, respondeu o garoto de 22 anos.

    E lá foi ele, posando com quatro moleques vestindo camisas dos Sixers — dois do Embiid, um do Harden e um do lendário Dr. J. É como se o McCain não quisesse ir embora dali, sabe?

    O cara que a Philly perdeu

    Olha, eu vou falar uma coisa que talvez doa nos torcedores dos 76ers: eles podem ter trocado jogadores melhores tecnicamente ao longo da história, mas raramente mandaram embora uma PESSOA melhor que o McCain. O técnico Nick Nurse falou isso na cara dura antes do jogo — que o garoto sempre se destacava tanto pela postura quanto pela habilidade como arremessador.

    “É sempre bom ter um cara assim no seu time”, disse o Nurse. E agora ele não tem mais.

    McCain jogou só 60 partidas pelos Sixers, espalhadas por uma temporada e meia. Jogou bem pra um time ruim no ano passado, não tão bem pra um time melhor este ano. No meio disso tudo, se machucou duas vezes e até passou um tempo na G-League neste inverno.

    Números que fazem chorar

    Mas é aqui que a coisa fica interessante (e dolorosa pros fãs da Philly). Com os 76ers, McCain fazia 6.6 pontos por jogo, com aproveitamento de 38,5% nos arremessos de campo e 37,8% nas bolas de três. Nada demais, né?

    Aí o cara chega no Thunder — atual campeão, diga-se de passagem — e simplesmente explode. Em 20 jogos por lá, tá fazendo 12.3 pontos com 46,8% de aproveitamento geral e ABSURDOS 43,9% do perímetro. Na partida de segunda, saindo do banco, fez 13 pontos em mais de 25 minutos.

    O técnico Mark Daigneault não economizou elogios, chamando McCain de “rato de academia”, “jogador que se fez sozinho” e “artesão”. E disse uma coisa que me chamou atenção: que mesmo sendo novato no time, o garoto não ficou na dele — jogou com agressividade e confiança desde o primeiro dia.

    “Parece que ele tá aqui há mais tempo do que realmente está”, resumiu Daigneault.

    Sinceramente? Dói ver um talento assim prosperando em outro lugar. McCain admitiu que sentiu “muita ansiedade” pra voltar à Philly, e que teve aquele “sentimento sutil de querer provar que o time que te trocou estava errado”.

    E aí, galera dos 76ers — vocês acham que fizeram a escolha certa trocando esse cara por quatro picks do draft? Porque pelo que tô vendo, o McCain continua sendo exatamente o tipo de jogador que qualquer time gostaria de ter no vestiário.