Autor: Leandro Amorim

  • Knicks recebem Pelicans no Garden com chance de mais uma sequência

    Knicks recebem Pelicans no Garden com chance de mais uma sequência

    Sete vitórias seguidas. Os Knicks estão numa pegada absurda neste momento da temporada, e hoje à noite recebem os Pelicans no Madison Square Garden numa partida que, pelo menos no papel, deveria ser tranquila. Mas vocês sabem como é NBA — principalmente quando o Zion está do outro lado.

    Nova York (47-25) vem de uma surra histórica nos Wizards no domingo e tem tudo pra emplacar a segunda sequência de sete vitórias da temporada. Do outro lado, New Orleans (25-47) não está fazendo uma campanha empolgante, mas olha só: 6 vitórias nos últimos 10 jogos. Não é um time morto, não.

    O que esperar dos Pelicans

    A grande novidade é que Dejounte Murray voltou depois da lesão no tendão de Aquiles. Cara, quando ele tá em quadra, esse time dos Pelicans muda completamente de cara. Nas 10 partidas que jogou esta temporada, o cara vem fazendo 18.7 pontos, 6.2 assistências e 5.1 rebotes. Números de All-Star.

    E obviamente temos o Zion fazendo Zion things — 21.3 pontos por jogo quando está saudável e focado. O monstro continua sendo imparável no garrafão quando quer. Trey Murphy III está numa temporada espetacular com 21.8 pontos por partida, arremessando com uma eficiência absurda do perímetro.

    Herb Jones continua sendo aquele cara chato que todo mundo odeia enfrentar — 97º percentil em deflexões, travando qualquer ala que apareça na frente. Sinceramente, esse quinteto titular (Murphy, Bey, Williamson, Jones e Murray) tem potencial pra incomodar qualquer um.

    Por que os Knicks devem vencer

    Olha, a matemática é simples: 77% de chance de vitória segundo a ESPN. E faz sentido. Os Pelicans têm o 20º ataque e a 24ª defesa da liga — marcam 115.6 pontos mas tomam 119. É um time desequilibrado.

    O grande problema de New Orleans é que eles dependem muito do perímetro (apenas 35% de aproveitamento) e fazem a maior parte dos pontos na pintura. Towns pode explorar isso facilmente, principalmente se os Knicks dominarem os rebotes e forçarem turnovers pra pontos fáceis na transição.

    Quando os dois times se enfrentaram em dezembro, foi um jogaço: 130-125 pros Knicks em New Orleans. Brunson comandou com 28 pontos e 10 assistências, enquanto Zion fez 32. Hoje pode rolar algo parecido.

    Na minha visão, vai ser mais apertado do que muita gente imagina no primeiro tempo. Mas a profundidade do elenco dos Knicks deve aparecer na segunda metade. E aí, vocês acham que conseguimos a sétima seguida ou os Pelicans vão estragar a festa no Garden?

    Palpite: Knicks vencem por 8 pontos de diferença. Brunson com mais de 25, Zion fazendo o dele, mas New York levando pela consistência.

  • Wemby faz história: 4000 pontos e 600 tocos em apenas 174 jogos

    Wemby faz história: 4000 pontos e 600 tocos em apenas 174 jogos

    Gente, o Victor Wembanyama não para de nos impressionar. Ontem à noite em Miami, o francês monstro atingiu dois marcos históricos na mesma partida — e olha que ele tem apenas 174 jogos na NBA!

    Logo aos 8 segundos do segundo quarto, Wemby deu seu toco de número 600 na carreira, em cima do Nathan Powell. E o mais engraçado? O Erik Spoelstra ficou tão pistola com a jogada que levou uma técnica por reclamação. Imagina a cara do técnico vendo aquele garrafão de 2,24m voando pra bloquear tudo.

    Enterrada histórica marca os 4000 pontos

    Dois minutos depois, veio a cereja do bolo: Wemby marcou seu 4000º ponto na liga com uma enterrada absurda após passe do Crater Bryant. Cara, que jogada linda! O moleque simplesmente voou e destruiu a cesta.

    Pra vocês terem noção do quão insano isso é — 600 tocos em 174 jogos. Mantendo esse ritmo, ele vai dobrar tanto o número de jogos quanto de bloqueios até o final da temporada 2027-2028. E 1200 tocos? Isso empataria ele com Chris Webber, que tá em 66º lugar no ranking histórico.

    Subindo no ranking dos maiores blocadores

    Na minha visão, o mais impressionante não são só os números, mas a velocidade com que ele os alcança. Wemby terminou a noite com 5 enterradas (603 no total), empatando com Jamaal Magloire na 232ª posição histórica. Lembram dele? Pivô que jogou em 8 times diferentes ao longo de 12 temporadas.

    Entre os jogadores ativos, ele tá colado no Nic Claxton, com Ivica Zubac e Alex Len não muito à frente. No ritmo que o francês tá, ele vai ultrapassar os três e mais uma dúzia de aposentados (incluindo nosso querido Danny Green) antes do fim da temporada.

    Sinceramente, eu já perdi as contas de quantas vezes falei ‘esse moleque é diferente’, mas é que realmente é. Vocês acham que ele consegue bater a marca de 1000 tocos antes de completar 200 jogos? Pelo jeito que as coisas andam, não duvido de nada.

  • Ace Bailey tá pegando fogo! 95 pontos em 3 jogos pelo Jazz

    Ace Bailey tá pegando fogo! 95 pontos em 3 jogos pelo Jazz

    Cara, vocês viram o que o Ace Bailey tá fazendo no Utah Jazz? O moleque simplesmente acordou pra vida e decidiu que ia mostrar por que foi draftado tão alto. Nos últimos três jogos, o garoto anotou 95 pontos. Noventa e cinco! Isso não é brincadeira não.

    A sequência começou com uma pancada no Milwaukee Bucks: 33 pontos, 9 rebotes e 4 assistências numa goleada de 128-96. Depois veio um jogaço de 25 pontos contra o Philadelphia 76ers (mesmo perdendo), e ontem foi um show de 37 pontos na derrota pro Toronto Raptors.

    Entre os mais jovens da história

    Olha só que estatística absurda: Bailey é o quinto mais jovem da NBA a fazer 25+ pontos em três jogos consecutivos. Na frente dele? Apenas LeBron James, Cooper Flagg, Carmelo Anthony e Devin Booker. Companhia boa, né?

    E não é só nesses três jogos não — o cara tá numa crescente desde março começou. Dos 10 jogos do Jazz no mês, ele fez 20+ pontos em cinco deles e 15+ em sete. A média mensal dele bateu 21.2 pontos, a mais alta desde que chegou na liga.

    Os arremessos finalmente entrando

    Sabe aquela história de rookie precisando se adaptar? Pois é, parece que o Bailey finalmente pegou o jeito da coisa. O aproveitamento dele nos arremessos subiu drasticamente: 46.6% nos chutos gerais e uns monstruosos 43.8% do perímetro. Quando o cara pega ritmo de três, aí já era mesmo.

    Sinceramente, eu não esperava essa explosão tão cedo, mas faz sentido. O Jazz deu minutagem pra ele (cerca de 30 minutos por jogo) e o moleque correspondeu. Agora é esperar pra ver se mantém contra o Washington Wizards, que tá bem vulnerável.

    Enquanto isso, Dylan Harper continua fazendo sua parte no San Antonio Spurs — 24 pontos contra o Pacers e 21 contra o Heat nos últimos jogos. Só que ele ainda sai do banco, jogando uns 20 minutos por partida. Coisa de time que tá brigando por playoff, né?

    E aí, vocês acham que o Bailey consegue manter esse nível até o fim da temporada? Porque se conseguir, o Jazz vai ter um futuro bem interessante pela frente.

  • G-Mac voltou pra casa: Syracuse aposta no passado glorioso

    G-Mac voltou pra casa: Syracuse aposta no passado glorioso

    Olha, quando eu vi essa notícia hoje de manhã quase derrubei o café. Gerry McNamara, o lendário G-Mac, voltou pra Syracuse como técnico principal! Cara, que jogada nostálgica da universidade.

    Para quem não lembra ou é mais novo no pedaço: McNamara foi aquele armador monstro que, ao lado do Carmelo Anthony, levou Syracuse ao título nacional em 2003. Eu tinha uns 15 anos na época e lembro de assistir aquela final contra Kansas até hoje. O cara simplesmente não errava de três — era absurdo.

    A volta do filho pródigo

    Agora, aos 42 anos, G-Mac assume o lugar de Adrian Autry, que foi demitido após três temporadas decepcionantes. E olha, não dá pra negar que Syracuse precisava de uma mudança urgente. O programa que já foi potência nacional estava patinando feio: 49 vitórias e 48 derrotas em três anos, cinco temporadas sem March Madness. Pra um time que costumava ser presença garantida no torneio, isso é de partir o coração.

    McNamara vem direto do Siena, onde fez um trabalho interessante nas últimas duas temporadas. Levou os Saints de volta ao NCAA Tournament depois de 14 anos — e quase derrubou Duke na primeira fase! Perdeu por apenas seis pontos (71-65) pro time que tinha muito mais tradição e investimento.

    Mais que nostalgia

    Sinceramente, acho que essa contratação vai além da nostalgia. McNamara conhece Syracuse como poucos — jogou lá, foi assistente por 14 anos sob o Jim Boeheim e mais uma temporada com Autry. O cara respirou basquete Orange a vida toda.

    E tem uma parada interessante rolando: Syracuse trocou de diretor atlético também. Bryan Blair assumiu o cargo e, pelos comentários por aí, a ideia é investir mais pesado no recrutamento de jogadores. Era algo que o programa estava precisando desesperadamente — não dá pra competir com Duke, North Carolina e companhia sem investimento.

    O fato do próprio Boeheim ainda estar por lá como assistente especial também ajuda. Imagina a sabedoria que esse cara pode passar pro G-Mac? São quase cinco décadas de experiência no programa.

    Vocês acham que McNamara consegue trazer Syracuse de volta ao topo? Eu tô otimista, não vou mentir. O cara tem DNA Orange correndo nas veias e já provou que sabe desenvolver um programa. Agora é ver se a torcida vai ter paciência — porque reconstruir não acontece do dia pra noite.

  • IShowSpeed vira estrela no RAW e leva uma surra do Danhausen

    IShowSpeed vira estrela no RAW e leva uma surra do Danhausen

    Cara, o IShowSpeed mandou muito bem no RAW essa semana! O streamer que a gente já viu fazendo as maiores loucuras na internet acabou virando o centro das atenções no wrestling, e foi hilário demais.

    Tudo começou quando saiu a notícia de que uma “mega celebridade” ia aparecer no show. Aí quando revelaram que era o Speed, eu já sabia que ia dar entretenimento puro. E não é que deu mesmo?

    Speed conhecendo a galera nos bastidores

    Logo na abertura do episódio, mostraram o Speed trocando ideia com o Je’Von Evans — aquele jovem talento que tá subindo na WWE. Depois rolaram várias outras participações dele ao longo do show, sempre com aquela energia que só ele tem.

    Mas o momento mais massa foi quando ele fez a caminhada característica do Penta junto com o próprio campeão intercontinental. O Dragon Lee ali do ladinho só observando a cena. Monstro demais!

    A maldição do Danhausen pegou pesado

    Agora aqui que a coisa ficou engraçada. O Speed se recusou a compartilhar as redes sociais dele com o Danhausen (esperto, né?), aí o cara “muito legal, muito malvado” meteu uma maldição nele. Clássico Danhausen.

    Mas não parou por aí — o Danhausen desafiou o Speed pra uma corrida. Se o Speed ganhasse, a maldição seria quebrada. Se perdesse, o Danhausen daria a senha das redes dele. E olha, o Speed pode ser rápido correndo atrás dos seus ídolos, mas dessa vez não rolou. O Danhausen ganhou fácil, fácil mesmo.

    Sinceramente? Foi hilário ver o Speed, que já correu com vários atletas de elite e até ganhou de alguns, ser superado por um wrestler “amaldiçoado”. A maldição funcionou ou foi só azar? Vocês acham que tem dedo do sobrenatural nisso?

    WrestleMania 42 pode ter Speed de novo

    E tem mais! Em uma entrevista no mês passado, o Speed deu aquela indireta marota sobre aparecer na WrestleMania 42 em Las Vegas. Ele disse que “pode ser que vocês me vejam lá, pode ser que não” e ainda brincou que já apanhou demais e o corpo não aguenta mais.

    Olha, na minha visão, o Speed no maior evento do wrestling seria épico. O cara tem carisma pra caramba e a WWE sabe como usar celebridades direito. Além do mais, Las Vegas combina com a energia dele, não acham?

    Essa participação no RAW mostrou que o Speed não é só meme — ele entende o entretenimento e sabe como interagir com o universo do wrestling. Quem sabe a gente não vê ele entrando no ring mesmo na WrestleMania? Seria absurdo!

  • Heyman passou do limite e Rollins explodiu – vídeo assustador

    Heyman passou do limite e Rollins explodiu – vídeo assustador

    Cara, eu assisto WWE há mais de 15 anos e raramente vi algo tão pesado quanto o que rolou na RAW dessa segunda. O Paul Heyman simplesmente perdeu a linha de uma forma que até eu, que curto storyline controversa, fiquei desconfortável assistindo.

    A situação começou ‘normal’ — se é que algo com o Heyman pode ser considerado normal. O homem tava lá fazendo o promo dele quando o Seth Rollins apareceu no meio da torcida, mascarado, subiu na mesa dos comentaristas… aí que a coisa ficou sinistra.

    A armadilha genial (e cruel) do Heyman

    Polícia de Boston cercou o Seth e prendeu ele na hora. Quando vi aquilo pensei: ‘porra, que storyline maluca é essa?’. Mas aí o Heyman revelou a jogada: ele tinha conseguido uma ordem de restrição contra o Rollins. Xadrez 4D do maluco.

    Até aí, tudo bem. Wrestling é isso mesmo, né? Mas o que veio depois… mano, sinceramente acho que cruzaram uma linha que não deveria ser cruzada.

    O momento que deixou todo mundo desconfortável

    Enquanto a polícia levava o Seth algemado, o Heyman pegou o microfone e simplesmente destroçou o cara. Falou que ele ia preso, que a esposa ia se divorciar, casar com metade do elenco — e aqui que a coisa ficou pesada demais — que iam chamar o conselho tutelar pra filha dele.

    E ainda disse que ia ADOTAR a filha do Seth.

    Olha, eu entendo que é storyline, mas falar da filha de um cara dessa forma? Na minha visão, isso aí passou longe do entretenimento e entrou numa zona muito desconfortável. Até os fãs na internet explodiram falando que foi demais.

    Felizmente o Seth conseguiu se soltar da polícia e partiu pra cima do Heyman. E olha, depois daquelas palavras, eu não culpo o cara nem um pouco.

    Rumo à WrestleMania 42?

    Com semanas ainda pela frente até a WrestleMania 42 em Las Vegas, a pergunta que não quer calar é: vamos ter mesmo Seth vs Heyman no maior evento do ano? Ou isso é só pra construir algo maior com o Bron Breakker, que tá se recuperando bem e já apareceu no Performance Center?

    Sinceramente, depois dessa noite, qualquer coisa pode rolar. Só espero que não passem do limite de novo — porque mexer com família é uma linha que nem no wrestling deveria ser cruzada.

    E vocês, acham que o Heyman exagerou ou isso faz parte do show?

  • Brock Lesnar finalmente fala sobre quebrar a sequência do Undertaker

    Brock Lesnar finalmente fala sobre quebrar a sequência do Undertaker

    Cara, depois de quase 12 anos, o Brock Lesnar finalmente abriu a boca sobre um dos momentos mais polêmicos da história da WWE: quando ele quebrou a sequência invicta do Undertaker na WrestleMania. E olha, as declarações dele no podcast Spitting Chiclets do Barstool Sports foram bem reveladoras.

    Para quem não lembra (ou tentou esquecer), em 2014 o Beast Incarnate fez algo que ninguém achava que ia acontecer: derrotou o Deadman na WrestleMania XXX, quebrando uma sequência histórica de 21 vitórias consecutivas. Foi tipo ver o Pelé perder de 7×1… só que pior.

    “Não foi minha decisão”, diz Lesnar

    O mais interessante é que o próprio Brock admite que não foi ideia dele. “Foi realmente simples. Não foi minha decisão”, explicou ele, jogando a responsabilidade no colo do Vince McMahon. Segundo Lesnar, o patrão viu nele alguém “com um background legítimo que as pessoas acreditariam” que poderia vencer o Undertaker.

    E sinceramente? Faz sentido. Se tinha alguém no roster com credenciais para fazer isso de forma “crível”, era o ex-campeão do UFC mesmo. Mas isso não tornou as coisas menos complicadas.

    “Tem muita gente pistola que fui eu, mas não foi minha escolha”, disse Brock, elogiando o profissionalismo do Mark Calaway (nome real do Undertaker). “No final, é um negócio. É dar e receber. Era hora do Taker dar — e era hora do Brock Lesnar receber.”

    O drama nos bastidores

    Aqui que a coisa fica pesada, galera. Lesnar conta que o Undertaker era como um “mentor” para ele, então quando soube que ia ganhar a luta, ficou numa sinuca de bico emocional. Imaginem a cena: duas horas antes da luta, chegam no Taker e falam “ó, você vai perder”.

    “Ele chegou na sua 22ª WrestleMania achando que ia ganhar, e aí duas horas antes de entrarmos, puxaram o tapete dele”, revelou Brock. “Eu estava animado, mas também me senti mal. Tipo, eu sou o cara, eu que vou ser o cara.”

    E como se não bastasse, durante a luta o Undertaker sofreu uma concussão. Lesnar foi com ele pro hospital depois, por “respeito”. “É uma dança lá dentro, e você tem que fazer o seu melhor para passar por aquilo. E nós conseguimos”, explicou.

    Olha, independente do que vocês acham dessa decisão da WWE, é impossível não respeitar como os dois profissionais lidaram com uma situação tensa. E vocês, depois de todos esses anos, já conseguiram aceitar que a sequência tinha que acabar uma hora?

  • Gesto do Draymond pra Moses Moody me quebrou o coração

    Gesto do Draymond pra Moses Moody me quebrou o coração

    Cara, eu ainda tô processando o que rolou no jogo dos Warriors contra os Mavs ontem. Moses Moody fazendo um jogaço — 23 pontos, foi monstro a noite toda — e do nada, na prorrogação, uma lesão horrível no joelho sem contato nenhum.

    Vocês viram o vídeo? O moleque simplesmente caiu no chão e já agarrou o joelho. Silêncio total no American Airlines Center. Todo mundo sabia que era coisa séria quando tiraram ele de maca.

    O lado humano do Draymond que a mídia não mostra

    Mas olha, o que mais me marcou foi o Draymond Green. Antes de levarem o Moses pra fora da quadra, ele foi lá e deu um abraço no garoto. Um abraço daqueles, sabe? Daqueles que você sente que é de verdade.

    E isso me fez pensar… a mídia adora pintar o Draymond como o vilão da NBA, né? Sempre focam nas confusões, nas discussões, nas suspensões. Mas quando a coisa aperta mesmo, quando um companheiro tá no chão, quem é que aparece primeiro? Exato.

    Na minha visão, isso mostra muito mais sobre o caráter de uma pessoa do que qualquer polêmica. O Moses acabou de voltar de uma lesão no pulso que o deixou fora por 10 jogos, e agora isso. Imagina o psicológico do moleque…

    Warriors na luta, mas sem sorte nenhuma

    Sinceramente, os Warriors tão vivendo um pesadelo essa temporada. Stephen Curry já tá fora, Jimmy Butler também machucado, e agora perdem o Moses que tava numa fase excelente. O time conseguiu ganhar dos Mavs por 137-131, mas a que custo?

    Com 34 vitórias e 38 derrotas, eles tão na 10ª posição do Oeste. Praticamente fora dos playoffs já. E olha que no começo da temporada eu achava que iam brigar pelo título de novo…

    Os fãs no Twitter tão todos comentando sobre o gesto do Draymond. Um cara escreveu uma coisa que me marcou: “Momentos assim lembram como tudo é frágil. Aparecer pro seu companheiro no pior momento é isso aí, apoio de verdade.”

    E aí, pessoal, vocês acham que os Warriors ainda conseguem uma vaguinha nos playoffs? Ou essa temporada já era mesmo? Me contem nos comentários o que vocês pensam sobre essa situação toda.

  • LeBron sem pontos no primeiro tempo? Ele diz que é ‘seu papel’

    LeBron sem pontos no primeiro tempo? Ele diz que é ‘seu papel’

    Gente, eu quase não acreditei quando vi que o LeBron ficou zerado no primeiro tempo contra o Detroit. Zero pontos. O cara que já fez de tudo nessa liga, simplesmente não pontuou no primeiro tempo — algo que só aconteceu três vezes na carreira dele, sendo a primeira desde 2010!

    Os Lakers saíram perdendo por 65-52 no intervalo, e sinceramente, deu até um desespero vendo aquele placar. Mas aí que tá o lance: no segundo tempo, o time reagiu pra caramba. Quase virou o jogo, perdeu de 113-110 numa bola final que não entrou.

    “É o papel que eu tô fazendo”

    A resposta do LeBron depois do jogo foi bem direta, mas ao mesmo tempo deixou todo mundo pensativo. Ele falou que é “o papel que tô fazendo pro time” e que é assim que eles ganham jogos. Cara, imagina o Rei falando isso há 10 anos? Impensável.

    E olha, eu entendo o que ele quis dizer. Os Lakers estavam numa sequência de nove vitórias seguidas antes dessa derrota (absurdo, né?). O esquema tem funcionado: LeBron distribuindo o jogo, deixando o Luka Dončić e o Austin Reaves como principais opções ofensivas. Mas convenhamos, ver o James como terceira opção ainda é bizarro.

    Triple-double quase perfeito

    Mesmo sem pontuar no primeiro tempo, o monstro quase cravou um triple-double: 12 pontos, 10 assistências e 9 rebotes. Tá vendo? O cara aos 41 anos ainda consegue impactar o jogo de todas as formas possíveis.

    Na minha visão, isso mostra uma maturidade absurda do LeBron. Ele sabe que não é mais aquele garoto de Cleveland ou Miami que carregava o time nas costas. Agora ele tá jogando xadrez, pensando no que realmente importa: outro anel. E vocês acham que essa estratégia pode levar os Lakers longe nos playoffs?

    O mais louco é que quando ele quer pontuar, ainda consegue — meteu 30 pontos contra o Houston há uns dias atrás. Mas preferiu se adaptar ao que o time precisa. Isso é grandeza ou não é?

  • Toumani Camara fez um SHOW histórico: 35 pontos e novo recorde dos Blazers!

    Toumani Camara fez um SHOW histórico: 35 pontos e novo recorde dos Blazers!

    Gente, eu vou contar uma história que vocês não vão acreditar. Toumani Camara — sim, aquele cara que chegou meio despercebido em Portland — simplesmente DESTRUIU o Brooklyn Nets ontem. E quando eu digo destruiu, é no sentido mais literal da palavra.

    O belga de 25 anos meteu 35 pontos (recorde pessoal) e 9 cestas de três (também recorde pessoal) na goleada por 134 a 99 sobre o Nets. Mas ó, não para por aí: ele acertou 10 de 12 arremessos de quadra. DEZ DE DOZE. E de três? 9 de 11 tentativas. Isso é 81.8% de aproveitamento além do garrafão!

    Um recorde que nem o próprio Dame tinha

    Aqui que a coisa fica absurda mesmo. Os Blazers oficializaram que os 35 pontos do Camara são o maior número de pontos na história da franquia com 12 ou menos tentativas de quadra. Nem Damian Lillard, nem Brandon Roy, nem CJ McCollum — NINGUÉM tinha feito isso antes.

    E tem mais: desde fevereiro de 2023 (quando o próprio Dame fez), ninguém dos Blazers tinha acertado 9 bolas de três numa partida. A última vez que alguém teve um aproveitamento melhor que 80% com pelo menos 10 tentativas de três foi em abril de 2021, com Anfernee Simons.

    Sinceramente? Eu não esperava isso do Camara. O cara é conhecido pela defesa sólida, pelo hustle, por fazer as coisas sujas. Mas essa performance ofensiva foi de outro planeta.

    De “quem é esse?” para peça fundamental

    Lembram como o Camara chegou em Portland? Foi naquela negociação gigante que levou o Lillard pros Bucks — ele veio meio que de “brinde” do Phoenix. Era a 52ª escolha do draft de 2023, ninguém esperava muito.

    Agora olha só: está fazendo a melhor temporada da carreira com médias de 13.0 pontos, 5.2 rebotes, 2.5 assistências e 1.1 roubo de bola. O cara está concorrendo ao Time All-Defensive e pode até pegar alguns votos para Jogador Mais Evoluído.

    Portland está 36-37 na temporada e ganhou 4 dos últimos 5 jogos — apenas um jogo atrás dos Clippers pela oitava colocação no Oeste. Com performances assim do Camara ao lado de Anfernee Simons, Shaedon Sharpe e companhia, quem sabe os Blazers não aprontam uma das suas?

    E aí, vocês acham que o Camara consegue manter esse nível? Porque se conseguir, Portland pode ser bem mais perigoso do que imaginávamos.