Autor: Leandro Amorim

  • Novas contratações do basquete universitário: quem acertou na mosca?

    Novas contratações do basquete universitário: quem acertou na mosca?

    Olha, março não é só sobre a loucura da March Madness não. Enquanto a galera tá de olho nos playoffs universitários, tem coisa séria rolando nos bastidores — o famoso carrossel de técnicos do basquete universitário americano.

    É aquela época do ano em que os programas apostam suas fichas em alguém que pode ser o próximo Phil Jackson ou… bem, mais um que vai durar três anos e sair pela porta dos fundos. E cara, é cada aposta!

    As fichas estão na mesa

    Vou ser sincero: prever se uma contratação vai dar certo é praticamente como jogar na mega-sena. Nos últimos 10 anos a gente viu contratações que eram “óbvias” como Archie Miller em Indiana e Chris Mack em Louisville virarem desastre total. E aí do nada aparece um Tommy Lloyd no Arizona — cara que nunca tinha sido técnico principal — e chega nas finais regionais no primeiro ano.

    É por isso que eu sempre falo: nesse negócio de basquete universitário, quem garante alguma coisa?

    Jerrod Calhoun em Cincinnati: nota A-

    Essa aqui eu curti demais. Cincinnati tá há anos patinando desde que o Mick Cronin vazou para UCLA em 2019, e finalmente parece que acertaram na contratação.

    O cara tem tudo que você quer num técnico: conhece a região (é de Ohio), se formou em Cincinnati, trabalhou com Bob Huggins nos tempos áureos do programa. Mas o principal — o cara sabe ganhar jogo.

    Na Division II ele fez 124-38 em cinco temporadas e chegou numa final nacional. Em Youngstown State, que é osso duro de roer, conseguiu ficar com saldo positivo (118-106). E no Utah State? 55-15 em duas temporadas com duas classificações para o torneio.

    Claro que Big 12 é outra pegada completamente — é uma das conferências mais insanas do país. Mas no papel, faz todo sentido. Cincinnati precisa de alguém que entenda a pressão e saiba o que é vestir essa camisa.

    Randy Bennett vai para Arizona State: mais uma nota A-

    Arizona State é um caso à parte. Imagina: universidade gigante, cidade massa (Phoenix), estrutura boa… e mesmo assim o time não consegue passar de um seed 10 desde 2009, quando James Harden ainda jogava lá. Absurdo, né?

    Bennett pode ser a solução. O cara pegou Saint Mary’s — que antes dele tinha ido apenas três vezes para o torneio na história — e levou 12 vezes em 22 temporadas. O estilo dele é aquele basquete raiz, físico, que frustra todo mundo.

    E aí, vocês acham que essas contratações vão colar? Eu tô apostando que pelo menos uma das duas vai surpreender todo mundo — mas sabem como é, né? No basquete universitário, a única certeza é que não tem certeza nenhuma.

  • Sweet 16 definido: quem são os favoritões e quem tá só de passagem?

    Sweet 16 definido: quem são os favoritões e quem tá só de passagem?

    Cara, que loucura foi essa primeira fase do March Madness! Quatro dias de pura adrenalina e a gente saiu de 64 times para apenas 16 que ainda sonham com o título nacional. E agora? Hora de separar quem veio pra vencer de quem tá só aproveitando a onda.

    Olha, depois de acompanhar todos os jogos (e quase ter um infarto com algumas finalizações), resolvi fazer meu próprio ranking dos 16 sobreviventes. E já aviso: tem surpresa pra caramba nessa lista.

    Os azarões que estão incomodando

    **Texas** apareceu na 16ª posição, mas sinceramente? Não subestimem esses caras. Eles têm aquele perfil clássico de time que acorda no momento certo — sabe aqueles times que você olha no papel e pensa “poxa, tinham tudo pra ir longe” e de repente começam a jogar como se a vida dependesse disso.

    O Dailyn Swain tá simplesmente metendo bola como se não houvesse amanhã, e o pivô Matas Vokietaitis (que nome, né?) tá fazendo double-double que é uma beleza: 18.3 pontos e 11 rebotes por jogo no torneio. Esses números não mentem.

    **Iowa** na 15ª posição é outro que me chamou atenção. O técnico Ben McCollum tem um histórico absurdo — cara ganhou QUATRO títulos nacionais na Division II! Agora, no primeiro ano em Iowa, já levou o time pro Sweet 16 pela primeira vez desde 1999. Monstro mesmo.

    A vitória sobre Florida por 73-72 foi de arrepiar, principalmente porque o Bennett Stirtz errou TODAS as nove tentativas de três pontos e mesmo assim ganharam. Isso aí é caráter de time grande.

    Nebraska fazendo história

    Gente, vocês viram o que Nebraska fez? O time era literalmente o ÚNICO programa de conferência forte que nunca tinha ganhado um jogo no torneio da NCAA. Imaginem a pressão!

    Não só quebraram esse jejum como já emendaram duas vitórias seguidas. Aquela finalização do Tyler Tanner que quase entrou e mudaria tudo… nossa, meu coração parou por alguns segundos.

    O Fred Hoiberg tá fazendo um trabalho sensacional, e o melhor: no Sweet 16 eles pegam Iowa ao invés de enfrentar a Florida (atual campeã). Às vezes a sorte também conta, né?

    St. John’s e a magia do Pitino

    **St. John’s** na 12ª posição me deixou curioso. O time quase entregou uma vantagem de 13 pontos nos últimos sete minutos, mas aí veio a finalização do Dylan Darling no último segundo pra salvar a pátria.

    E olha só esse dado que me deixou impressionado: Rick Pitino tem 12 vitórias em 13 jogos no Sweet 16 na carreira. DOZE EM TREZE! O cara simplesmente sabe fazer time render na hora H. Contra Duke no Sweet 16? Vai ser um jogaço histórico.

    Na minha visão, esses times que estão “mal” classificados no ranking podem aprontar muito. March Madness é isso mesmo — uma hora você tá comemorando, na outra tá roendo as unhas de nervoso.

    E vocês, acham que algum desses azarões vai surpreender nas próximas fases? Tenho a impressão que ainda vamos ver muito choro e ranger de dentes pela frente!

  • Moses Moody se machuca feio e Warriors perdem mais uma peça

    Moses Moody se machuca feio e Warriors perdem mais uma peça

    Cara, o que rolou com o Moses Moody ontem foi de cortar o coração. O ala do Warriors estava indo pra uma enterrada livre contra os Mavericks quando aconteceu o pior — ele caiu e ficou segurando a perna, claramente sentindo uma dor absurda.

    A cena foi desesperadora. Moody no chão, clutchando o joelho esquerdo, e todo mundo na arena ficou em silêncio. Na próxima parada de jogo, os médicos correram pra quadra e o garoto teve que sair de maca. Imagina a frustração…

    Timing cruel demais

    O mais cruel de tudo isso? Moody tinha voltado há pouco tempo de uma lesão no pulso que o deixou 10 jogos fora. E cara, ele estava jogando MUITO bem contra Dallas — liderava o Warriors com 23 pontos, mais 3 rebotes, 3 assistências, 3 roubos de bola e 2 tocos. Um verdadeiro show.

    A lesão aconteceu na prorrogação, Warriors ganhando de 136 a 131. Moody tinha acabado de roubar uma bola que poderia garantir uns 7 pontos de vantagem pro final do jogo. Aí vem essa pancada.

    Warriors no limite

    Sinceramente, esse time de Golden State tá sendo testado de um jeito absurdo essa temporada. Já estavam sem Jimmy Butler e Stephen Curry pro resto da temporada regular, e agora perdem mais uma peça importante.

    Os Warriors conseguiram a vitória e melhoraram pra 33-38, se agarrando na última vaga do Play-In da Conferência Oeste. Mas cara, com essa sequência de lesões, fica difícil imaginar como eles vão competir nos playoffs.

    Agora é torcer pra que os exames não confirmem o pior. Pela reação dele e pelas imagens que rolaram, parecia bem sério — dizem que a parte inferior da perna ficou meio solta por um momento. Vocês acham que o Warriors ainda tem gas pra brigar por uma vaga nos playoffs mesmo com tantos desfalques?

  • Gafford machuca o ombro e deixa Mavs ainda mais ferrados

    Gafford machuca o ombro e deixa Mavs ainda mais ferrados

    Cara, os Mavericks simplesmente não conseguem pegar um respiro nessa temporada. E quando eu achava que não podia piorar mais, lá vem Daniel Gafford se machucando no ombro contra os Warriors na segunda-feira.

    O mais revoltante? O cara estava tendo uma noite PERFEITA. 8 de 8 nos arremessos, 20 pontos, sem perder nenhuma bola. Era aquele tipo de jogo que você guarda na memória, sabe? Aí no finalzinho do quarto período, PÁ! Lesão no ombro e tchau.

    Quando tudo dá errado de uma vez

    Gafford já tinha perdido mais de 20 jogos nesta temporada por causa de lesões. Sinceramente, eu não aguento mais ver esse cara no departamento médico. Ele estava fazendo uma temporada sólida (9 pontos e 7 rebotes de média), e agora isso.

    E o pior: Derek Lively II já está fora pro resto da temporada com lesão no pé. Os Mavs pegaram o Marvin Bagley III no deadline, mas convenhamos — ele não é pivô de verdade. Se o Gafford ficar fora por muito tempo, sobra pro Dwight Powell carregar o piano sozinho no garrafão.

    A derrota veio na prorrogação, 137 a 131. Quarta seguida que eles perdem. Tá ficando difícil de assistir, não vou mentir.

    E agora vem coisa pior

    O próximo jogo? Denver Nuggets na quarta-feira. Com Jokic mandando bala e os Mavs praticamente sem pivô. Vocês acham que vai dar certo? Eu já tô vendo a saraivada de enterradas que vem por aí.

    Dallas despencou pra 23-49 — temporada praticamente perdida. Enquanto isso, os Warriors quebram sequência de três derrotas e sobem pra 34-38. A vida não tá fácil pro lado texano da coisa.

    Olha, eu sempre defendi que lesão faz parte do basquete, mas essa temporada dos Mavericks tá testando minha paciência. Que venha logo a offseason pra eles se reorganizarem, porque assim não dá.

  • Rangers fazem uma das piores exibições dos 100 anos de história

    Rangers fazem uma das piores exibições dos 100 anos de história

    Mano, tem coisa que a gente vê e não acredita. Os New York Rangers, que tão comemorando 100 anos de existência na NHL, acabaram de protagonizar uma das performances mais vergonhosas da história da franquia. E olha que estamos falando de um dos times mais tradicionais do hockey mundial.

    Na derrota de 2×1 pro Ottawa Senators na segunda-feira, os Rangers conseguiram a proeza de finalizar apenas NOVE vezes durante todo o jogo. Nove finalizações, gente. Isso empata o recorde negativo da franquia em cem anos de história. É de doer o coração de qualquer torcedor.

    Quando o placar engana

    O mais bizarro é que o 2×1 até que foi “gentil” com Nova York. Na real, os caras nem lutaram direito. Foi uma apresentação tão apática que deu pena de ver. Imagina comemorar o centenário do seu time e ter que assistir uma coisa dessas?

    Eu sinceramente não esperava uma temporada tão decepcionante dos Rangers. Esse time tem tradição, tem estrutura, mas tá completamente perdido em quadra. São apenas 65 pontos na temporada, ficando na lanterna da Conferência Leste. Pra vocês terem noção da situação: eles são o ÚNICO time do Leste com menos de 70 pontos.

    Ottawa aproveitou a moleza

    Do outro lado, o Ottawa Senators fez a lição de casa direitinho. Agora tão a apenas dois pontos de uma vaga nos playoffs – uma recuperação impressionante depois do início sofrível que tiveram. O problema é que perderam Thomas Chabot e Lassi Thomson por lesão no jogo, o que pode complicar a reta final da temporada.

    Os Senators tão brigando palmo a palmo com Detroit Red Wings, New York Islanders e Boston Bruins por uma vaga de Wild Card. Vai ser uma guerra até o fim, mas pelo menos eles tão mostrando personalidade – coisa que não dá pra dizer dos Rangers.

    Agora os Rangers tentam se recuperar na quarta-feira contra o Toronto Maple Leafs. Será que conseguem pelo menos dar uma dignificada nessa temporada do centenário? Ou vamos ver mais uma exibição pra esquecer? Francamente, do jeito que as coisas tão, qualquer coisa pode acontecer.

  • Bill Simmons coloca Wembanyama ao lado de Duncan, Bird e Kareem

    Bill Simmons coloca Wembanyama ao lado de Duncan, Bird e Kareem

    Mano, o Bill Simmons simplesmente comparou o Victor Wembanyama com Duncan, Bird e Kareem Abdul-Jabbar. É isso mesmo que vocês leram.

    O cara do podcast mais famoso da NBA soltou essa bomba na semana passada, e sinceramente? Tô até concordando com ele. O francesão tá jogando num nível tão absurdo que já dá pra falar dele no mesmo parágrafo que essas lendas.

    Os números não mentem

    Simmons trouxe um dado que me deixou de queixo caído: apenas três caras no segundo ano de carreira foram All-NBA First Team E ganharam o título. Quem? Duncan em 99, Bird em 81 e Kareem em 71. Três monstros absolutos do basquete.

    “É o território onde ele está”, disse Simmons sobre Wemby. E olha, quando você para pra pensar… faz sentido mesmo.

    O San Antonio tá com 54 vitórias e 18 derrotas nessa temporada. Cinquenta e quatro! Lembram quando eles eram piores que o Flamengo no basquete? (brincadeira, galera do mengão). Mas é sério – essa transformação dos Spurs foi coisa de outro mundo.

    Não é só o show do Wemby

    E aqui que fica interessante: o time funciona mesmo quando o francês não é o protagonista absoluto. Isso me lembra muito aqueles Spurs do Duncan nos anos 2000 – um elenco jovem, profundo, que pode explodir de várias formas diferentes.

    A diferença é que agora eles têm um cara de 2,24m que bloqueia tudo, reboteia como um louco e ainda acerta de três. Monstro é apelido.

    Claro que ainda tem o Oklahoma City Thunder no caminho (e que time, hein?), mas se tem alguém que pode levar um elenco jovem ao título logo cedo na carreira, é esse francês aí. Duncan fez em 99 no segundo ano dele, Bird em 81… por que o Wemby não pode fazer em 2025?

    Vocês acham que ele realmente tá nesse nível de lenda já, ou o Simmons exagerou na dose? Eu tô começando a acreditar que não exagerou não.

  • Brackets destroídos: como foi a zoeira no March Madness 2026

    Brackets destroídos: como foi a zoeira no March Madness 2026

    Olha, quem nunca teve um bracket completamente destruído no March Madness que atire a primeira pedra. Este ano não foi diferente — aliás, foi ainda pior. Mais de 35 milhões de brackets foram pra cucuia nas duas primeiras rodadas, e eu tô aqui rindo (e chorando) vendo como os especialistas se deram.

    A pegadinha começou logo cedo com Iowa passando por cima da Florida como se fosse um treino. Aí veio Tennessee dando uma surra no Virginia (cabeça 3, né?) e pronto: acabaram os brackets perfeitos. Zero. Nenhum sobreviveu.

    Os acertos e as pipocadas dos especialistas

    Blake Toppmeyer chegou perto da perfeição nas primeiras rodadas (23 de 32 na primeira, 11 de 16 na segunda), mas cara… colocar BYU no Elite Eight foi tenso. Sim, AJ Dybantsa é um monstro, mas basquete é esporte coletivo. Por outro lado, ele cravou a zebra do VCU sobre North Carolina — esse foi de milhões.

    Matt Hayes também apostou no Arizona como campeão (parece que todo mundo tá nessa), mas se ferrou bonito com Florida no Final Four. McNeese no Sweet 16? Rapaz, ousadia tem limite. Perdeu logo na primeira pra Vanderbilt.

    E o Jordan Mendoza… coitado. Perdeu três times do Sweet 16 logo na primeira rodada. Wisconsin caindo pra High Point (que zebra absurda), Akron levando uma surra do Texas Tech, e BYU pipocando também. Deve tá até agora tentando entender o que aconteceu.

    Os craques da previsão

    Agora, Craig Meyer quase acertou tudo — 30 de 32 na primeira rodada, o que é simplesmente absurdo. O cara cravou High Point passando e Texas chegando no Sweet 16. Tava indo perfeito até… bom, até não estar mais.

    John Brice teve uma jogada genial: acertou toda a região Leste. Literalmente tudo. Claro que depois pipocou com Gonzaga no Elite Eight (quem nunca se queimou com os Zags, né?).

    Paul Myerberg foi o único corajoso a apostar no St. John’s como campeão. Ou ele é visionário ou tá completamente maluco — só vamos saber no final.

    E aí, galera, como tão os brackets de vocês? Conseguiram sobreviver às zebras ou já jogaram a toalha? Eu confesso que depois de ver Iowa destruindo Florida, já sabia que ia ser um March Madness diferente de tudo que a gente já viu.

  • Jenkins destrói Lakers com 30 pontos e quebra sequência de 9 vitórias

    Jenkins destrói Lakers com 30 pontos e quebra sequência de 9 vitórias

    Gente, que noite foi essa do Daniss Jenkins? O cara simplesmente resolveu mostrar pra todo mundo que não é brincadeira. 30 pontos contra o Lakers, quebrando uma sequência de nove vitórias dos caras de Los Angeles. Isso mesmo, nove!

    Os Pistons venceram por 113-110 em casa e, olha, não foi fácil não. O time de Detroit tá numa fase incrível — quatro vitórias consecutivas — e muito disso tem a ver com essa revelação que veio da G-League. Jenkins tá fazendo o Cade Cunningham nem fazer falta, se é que vocês me entendem.

    O monstro que veio do nada

    Vocês lembram quando eu falei que os Pistons iam surpreender essa temporada? Jenkins é exatamente o tipo de jogador que eu tava falando. Cara de 24 anos, veio da liga de desenvolvimento e tá jogando como se fosse veterano há anos.

    O técnico J.B. Bickerstaff nem se surpreende mais com o garoto. “Quando ele tem a oportunidade, ele entrega pra gente. Seja durante o jogo todo ou nos momentos decisivos, ele sempre encontra um jeito de impactar na vitória”, disse o treinador. E eu concordo totalmente.

    Na real, Jenkins meteu oito pontos só no último período. Duas cestas livres aqui, uma meia distância ali… o cara foi cirúrgico quando mais precisava. E olha que os Lakers voltaram pra cima duas vezes no final!

    Humildade que impressiona

    O que mais me impressiona no Jenkins — além do basquete, óbvio — é a mentalidade dele. O moleque falou uma coisa que me marcou: “Eu sempre digo que sou eternamente humilde, grato. Mas você sabe o que pode fazer, como pode impactar o jogo. Todo mundo fica surpreso, menos eu mesmo.”

    Cara, essa confiança sem arrogância é coisa de craque. Lembram daquela tripla que ele meteu contra o Washington pra levar pro overtime? Jenkins tá colecionando esses momentos clutch que separam os bons dos especiais.

    E vocês acham que ele vai conseguir manter esse nível quando o Cade voltar? Porque, sinceramente, do jeito que ele tá jogando, os Pistons têm um problemão bom pra resolver.

    Ah, e só pra contextualizar: os Pistons seguraram o Doncic em 32 pontos (que não é pouco, né), mas o letão teve uma noite complicada — 11/29 nos arremessos de quadra e apenas 3/13 do perímetro. Jalen Duren fez um double-double massa (20 pontos e 11 rebotes) e Duncan Robinson acordou no jogo, metendo quatro bombas de três.

    Que fase dos Pistons, hein? E Jenkins no centro de tudo isso. O cara veio pra ficar.

  • 49ers pescam guard veterano que conhece bem o esquema de Shanahan

    49ers pescam guard veterano que conhece bem o esquema de Shanahan

    Os 49ers não perderam tempo. Depois que Spencer Burford vazou pra Las Vegas Raiders por 3,25 milhões, São Francisco já tinha a reposição na manga: Robert Jones, um guard veterano que tem uma conexão interessante com o sistema ofensivo dos Niners.

    Olha, eu confesso que não esperava essa contratação, mas faz todo sentido quando você para pra analisar. Jones jogou 49 partidas (30 como titular) pelo Miami Dolphins antes de ir pro Dallas Cowboys, onde ficou parado a temporada passada por causa de uma lesão no pescoço. Agora tá 100% e pronto pra vestir vermelho e dourado.

    A conexão Mike McDaniel

    Aqui que fica interessante, galera. Jones trabalhou com Mike McDaniel nos Dolphins — e McDaniel foi braço direito do Kyle Shanahan em São Francisco de 2017 a 2021. Ou seja, o cara já conhece o DNA ofensivo dos 49ers. É quase como se fosse um jogador que já tivesse passado pelo sistema.

    McDaniel hoje tá como coordenador ofensivo dos Chargers, mas a base do que ele aprendeu com Shanahan certamente passou pro Jones em Miami. Essa familiaridade pode ser o diferencial pra ele se adaptar rapidamente.

    Motivação extra pra provar seu valor

    Aos 27 anos, Jones não foi draftado em 2021 — chegou na NFL pela porta dos fundos. Depois de ficar um ano inteiro parado por lesão, imagino que deve estar doido pra mostrar que ainda tem fogo no toco. E que palco melhor que os 49ers pra fazer isso?

    A missão é clara: formar dupla com Dominick Puni e abrir caminho pro Christian McCaffrey continuar fazendo estragos. McCaffrey vem de uma temporada monstro, e ter uma linha ofensiva sólida vai ser crucial pra manter ele inteiro durante a season.

    Sinceramente, acho que foi uma contratação esperta. Jones pode não ser um All-Pro, mas é um cara experiente que conhece o sistema e tá com fome de provar que merece estar ali. Às vezes é exatamente esse tipo de jogador que faz a diferença nos momentos decisivos.

    E aí, vocês acham que Jones consegue preencher bem o buraco deixado pelo Burford? Eu tô otimista — principalmente por essa conexão McDaniel que pode acelerar muito a adaptação dele.

  • Reaves revela o segredo da força mental dos Lakers após derrota

    Reaves revela o segredo da força mental dos Lakers após derrota

    Olha, tem algo nos Lakers que não dá pra ignorar. Mesmo perdendo por 113-110 pro Detroit Pistons na segunda, o time mostrou novamente essa capacidade absurda de não desistir nunca. E quem explicou melhor essa mentalidade foi o Austin Reaves no pós-jogo.

    16 pontos de desvantagem no terceiro quarto. Dezesseis! A maioria dos times já teria entregado os pontos, mas não esses caras. Simplesmente viraram o placar e levaram o jogo até os segundos finais. Luka Dončić foi um monstro com 32 pontos liderando a reação, enquanto Reaves contribuiu com 24 pontos e 5 assistências.

    A filosofia que faz a diferença

    Na coletiva, quando perguntaram de onde vem essa resiliência toda, Reaves foi direto: “Simplesmente jogando duro e executando o que a comissão técnica nos traz”. Parece simples, né? Mas é exatamente essa mentalidade que tem feito a diferença.

    E cara, não é fácil manter esse foco numa sequência de seis jogos fora de casa. Qualquer um que já viajou sabe como é cansativo, imagina esses caras jogando em alto nível praticamente dia sim, dia não.

    Derrota que não desanima

    Tá, perderam e acabou a sequência de nove vitórias consecutivas. Doeu? Com certeza. Mas a forma como jogaram mostra que esse Lakers não é mais aquele time inconsistente de algumas temporadas atrás.

    O jogo teve várias viradas, os Lakers até chegaram a assumir a liderança nos minutos finais. Aí o Daniss Jenkins apareceu pra fazer a diferença pro Detroit, e um arremesso de três do Dončić não entrou no fim. Acontece.

    Sinceramente acho que essa derrota pode até ser positiva a longo prazo. Mostra que o time tem caráter, que não baixa a cabeça mesmo quando tudo parece perdido. E vocês acham que isso não faz diferença nos playoffs?

    É essa base de disciplina e confiança que pode levar esse Lakers longe. Claro que ainda tem trabalho pela frente, mas ver essa evolução mental é animador demais pra quem torce pelo time.