Autor: Leandro Amorim

  • Lakers mostram caráter mas perdem pros Pistons: notas dos jogadores

    Lakers mostram caráter mas perdem pros Pistons: notas dos jogadores

    Olha, depois de tantas viradas milagrosas nas últimas semanas, os Lakers estavam devendo uma derrota mesmo. E ela veio ontem contra o Detroit Pistons, numa partida que, sinceramente, mostrou muito mais do que o placar final sugere.

    Vocês lembram do último jogo contra os Pistons? Foi lá pelos primeiros meses da temporada, quando o time tava completamente perdido. Detroit chegou na Crypto.com Arena e simplesmente humilhou os Lakers. Ontem foi diferente — a pancadaria física dos caras de Detroit ainda incomodou, mas dessa vez não desestruturou o time como antes.

    O crescimento é visível (mesmo perdendo)

    Uma coisa que me chamou atenção: esse é um Lakers que não desiste mais. Lembram daquele time de dezembro/janeiro que quando as coisas começavam a dar errado, todo mundo baixava a cabeça e virava massacre no quarto período? Esse time acabou.

    Ontem eles não só voltaram pro jogo como tiveram chances reais de empatar ou até ganhar nos segundos finais. É vitória moral? É. Tem gosto amargo? Também tem. Mas mostra que algo mudou nesse grupo.

    As notas individuais

    Jake LaRavia (C-): Com Smart e Hachimura fora, alguém tinha que começar jogando. LaRavia entrou mas sofreu muito na defesa. 7 pontos em 29 minutos e 4 faltas mostram que foi uma noite complicada pra ele.

    LeBron James (B-): Triple-double com 12 pontos, 9 rebotes e 10 assistências, mas cara… os árbitros esqueceram o apito em casa. LeBron levou porrada a jogo todo e não teve nem metade das faltas marcadas. Até ele que não reclama muito ficou pistola.

    Austin Reaves (A-): O cara foi monstro no terceiro período, fez 16 pontos só na segunda metade. 24 pontos no total com 8 de 9 nos lances livres. Reaves tá crescendo muito, bicho.

    Luka Dončić (C+): Aqui que fica interessante. Luka começou destruindo: 17 pontos no primeiro quarto. Depois? 15 pontos nos três quartos seguintes. Parece que o cansaço bateu, o que é até compreensível nessa sequência de jogos fora de casa. Mas quando o jogo apertou nos minutos finais, ele sumiu.

    Deandre Ayton (A-): Double-double sólido com 13 pontos e 10 rebotes. Acertou lances livres importantes nos momentos decisivos. Esse Ayton mais consistente faz toda diferença no Lakers.

    E aí, o que vocês acharam? Essa derrota dói mais porque o time mostrou que podia ter ganhado, ou é sinal de que eles estão no caminho certo mesmo perdendo?

  • Rockets desperdiça show de Durant e Şengün numa derrota dolorosa

    Rockets desperdiça show de Durant e Şengün numa derrota dolorosa

    Cara, que jogo doloroso de assistir. O Houston Rockets perdeu pra Chicago Bulls por 132 a 124, e olha, não foi por falta de luta não. Mas quando você toma 41 pontos no primeiro quarto e só faz 21, já começa mal a coisa.

    O que mais me deixou puto nesse jogo? Os arremessos de três. Os Bulls fizeram 19 de 38 tentativas (50%!), enquanto os Rockets acertaram apenas 11 de 41 (27%). É matemática simples, pessoal — com essa diferença brutal nos tiros de longa distância, fica quase impossível ganhar.

    Alperen Şengün voltou a ser monstro

    Mas nem tudo foi ruim. Alperen Şengün teve uma noite ABSURDA: 33 pontos com aproveitamento impecável de 16/19 nos arremessos, mais 13 rebotes e 10 assistências. Triple-double do pivô turco! O cara tá voltando ao nível All-Star que a gente conhece.

    E o Kevin Durant? Só 40 pontos, como se fosse algo normal. KD foi 15/23 nos arremessos, incluindo 5/10 do perímetro. O veterano quase salvou o jogo nos minutos finais, mas levou uma falta ofensiva numa jogada decisiva que matou as chances de virada.

    Amen Thompson livre das responsabilidades de armador

    Com Reed Sheppard começando como titular, Amen Thompson jogou mais solto, atacando a cesta constantemente. Resultado: 23 pontos em 8/12 nos arremessos e 7/9 nos lances livres. Quando o Amen joga assim, atacando o garrafão sem responsabilidades de armação, ele vira um problema sério pra qualquer defesa.

    O problema é que Reed Sheppard e Jabari Smith Jr. combinaram apenas 19 pontos em 70 minutos. Reed teve dificuldades incomuns do perímetro (3/14), enquanto Jabari simplesmente não conseguiu encontrar o ritmo ofensivo.

    Vocês acham que essa inconsistência nos jovens tá prejudicando demais o time? Porque sinceramente, com Durant, Şengün e Thompson jogando nesse nível, os Rockets deveriam estar ganhando esses jogos contra times medianos como Chicago.

    A boa notícia é que o ataque voltou a funcionar — 124 pontos normalmente garantem vitória. O problema é que a defesa entregou 132 pra um Bulls que, convenhamos, não deveria meter mais de 115 num time com aspirações de playoffs.

    Resta torcer pra que essa foi só uma noite ruim e que os arremessos de três voltem a cair. Porque com esse trio funcionando, dá pra sonhar alto na conferência oeste.

  • Clippers atropelam Bucks sem Giannis: 129 a 96 foi pouco

    Clippers atropelam Bucks sem Giannis: 129 a 96 foi pouco

    Cara, o que foi isso que eu acabei de assistir? Milwaukee sem o Giannis, sem o Kevin Porter Jr., sem o Kyle Kuzma… e simplesmente tomou um sacode histórico dos Clippers por 129 a 96. Foi daquelas surras que você fica com pena do adversário.

    Kawhi resolveu destruir

    O Kawhi Leonard simplesmente decidiu que ia ser uma noite especial. 28 pontos sendo absolutamente dominante — e olha que nem precisou forçar muito. Quando o cara tá inspirado desse jeito, não tem muito o que fazer. Do lado dos Bucks, pelo menos o Gary Trent Jr. deu uma dignificada na coisa toda com 20 pontos, acertando 6 de 10 bolas de três. Sinceramente, foi praticamente o único que apareceu pra jogar.

    O que mais me chamou atenção foi como os Clippers controlaram o jogo desde o início. Darius Garland e Kawhi começaram metendo as primeiras cestas, e quando você viu, já tinham aberto vantagem. Milwaukee até tentou se manter vivo no primeiro quarto com Ryan Rollins atacando o garrafão e Myles Turner acertando de fora, mas era questão de tempo.

    A coisa desandou no segundo tempo

    No segundo quarto foi quando a coisa realmente desandou pro lado dos Bucks. Kobe Sanders — que aliás tá tendo boas chances nesse time dos Clippers — aproveitou que Milwaukee não conseguia voltar na defesa e meteu três bolas de três. Era transição livre pra Los Angeles.

    E olha, 22 turnovers dos Bucks. Vinte e duas! É muita bola entregue de bandeja, cara. No segundo quarto foram nove perdas de bola sozinhas. Como você compete assim contra um time que tem Kawhi Leonard? Impossível.

    Aí no terceiro quarto veio o Brook Lopez (ex-Bucks, por sinal) e resolveu fazer festa. Quatro bolas de três seguidas, cada uma com aquela comemoração clássica dele. Deve ter doído no coração da torcida de Milwaukee ver isso. Quando chegou no final do terceiro, já era 108 a 67. Garbage time declarado.

    Uma noite pra esquecer

    O quarto período foi só administrar mesmo. TyTy Washington Jr. (outro que já passou por Milwaukee) ganhou seus minutinhos de lixo de jogo, e até o Thanasis entrou pra dar suas corridinhas tradicionais. Nada mais a declarar.

    Vocês acham que Milwaukee consegue se recuperar dessa temporada? Porque tá difícil, viu. Sem o Giannis, o time simplesmente não tem a mesma pegada. E essas 22 perdas de bola mostram que os problemas vão além de só não ter o astro grego em quadra.

    Enfim, foi daquelas noites que você desliga a TV no terceiro quarto porque não tem mais jogo. Clippers mandaram muito bem em casa, e os Bucks… bem, melhor nem comentar.

  • Jazz renova com jovem armador: história inspiradora pode virar contrato

    Jazz renova com jovem armador: história inspiradora pode virar contrato

    Olha, tem histórias que a gente ama acompanhar na NBA, e a do Bez Mbeng no Utah Jazz é uma delas. O cara acabou de ganhar seu segundo contrato de 10 dias com a franquia — e sinceramente? Tô torcendo demais pra essa história dar certo.

    Mbeng tem sido uma surpresa boa pro Jazz. Defesa sólida, energia pra dar e vender, e aquela vontade de quem sabe que cada minuto em quadra pode ser decisivo na carreira. É exatamente o tipo de jogador que você quer ver se dando bem na liga.

    Defesa em primeiro lugar

    O que mais impressiona no garoto é a mentalidade defensiva. Num time que tá claramente em reconstrução como o Jazz, ter um cara que chega já pensando em parar o adversário é ouro. E a energia dele contagia — dá pra ver que os caras curtem jogar com ele.

    Na minha visão, esse segundo contrato de 10 dias não é só protocolo. O Utah tá claramente interessado em manter o Mbeng por perto. Não me surpreenderia nada se ele aparecesse na Summer League e até no training camp da próxima temporada.

    O sonho pode virar realidade

    A parada mais legal dessa história toda é ver um cara realizando o sonho de jogar na NBA e fazendo por merecer ficar. Se ele continuar evoluindo dessa forma, um contrato de two-way na próxima temporada não tá fora de cogitação.

    E aí, vocês acham que o Mbeng consegue se estabelecer de vez no Utah? Eu tô apostando que sim. Às vezes é isso que falta pro basquete — histórias de garra pura que te fazem lembrar por que a gente ama esse esporte.

    O moleque tá jogando como se a vida dependesse disso (e talvez dependa mesmo). Se não é isso que vocês querem ver na NBA, eu não sei mais o que é.

  • VJ Edgecombe pode brilhar contra Bulls com Embiid machucado

    VJ Edgecombe pode brilhar contra Bulls com Embiid machucado

    Olha, vou ser sincero: não esperava ver VJ Edgecombe sendo mencionado como protagonista dos Sixers nesta altura do campeonato, mas aqui estamos. Com Joel Embiid praticamente enferrujado (de novo) e Tyrese Maxey fora por conta do dedo, o jovem Edgecombe virou peça-chave na Filadélfia.

    Os 76ers recebem o Chicago Bulls nesta quarta-feira, e sinceramente? É um jogo que pode definir muita coisa na briga pelos playoffs. Philadelphia está na 7ª posição do Leste com 39-33, enquanto Chicago já era – 12º lugar com 29-42. Mas cuidado, que time desesperado é sempre perigoso.

    Edgecombe assumindo as responsabilidades

    O garoto está fazendo sua parte: 16 pontos, 5.7 rebotes e 4 assistências por jogo. Nada absurdo, mas consistente. E olha que interessante – Cameron Payne está convertendo 2.1 bolas de três nos últimos 10 jogos. Esse veterano pode ser a peça que faltava no banco.

    Do lado dos Bulls, Josh Giddey continua sendo um monstro completo: 17.5 pontos, 8.3 rebotes e 9.1 assistências. Quase um triple-double de média! E Matas Buzelis está pegando fogo – 19.6 pontos nos últimos 10 jogos com 44.7% de aproveitamento. Rapaz promissor.

    Números que assustam (ou não)

    Aqui fica interessante a matemática do jogo. Philadelphia marca 115.6 pontos por partida, mas Chicago permite 120.3. Teoricamente, deveria ser uma noite fácil pros Sixers, né? Não é bem assim.

    Os Bulls também fazem seus 116 pontos por jogo, e a defesa da Filadélfia anda meio bamboleando – 116.2 pontos sofridos em média. Ou seja, pode virar um tiroteio bonito de assistir.

    E tem mais: no último encontro entre os dois, em dezembro, Chicago ganhou por 109-102. Zach Collins (que agora está fora pela temporada toda) fez 15 pontos naquela vitória. Então os Bulls sabem como incomodar os Sixers.

    Departamento médico lotado

    Cara, olha essa lista de contundidos e me diz se não dá uma tristeza. Philadelphia sem Maxey (dedo), sem Johni Broome (joelho), Embiid questionável com problema no oblíquo, Kelly Oubre Jr. fora com o cotovelo…

    Chicago não fica muito atrás: Zach Collins e Noa Essengue já eram pela temporada, e um monte de gente no day-to-day. Anfernee Simons com o pulso, Jaden Ivey com o joelho… É muito machucado pra pouco basquete.

    Vocês acham que esse vai ser o momento do Edgecombe realmente mostrar que pode ser uma opção confiável pros Sixers? Porque se ele conseguir comandar o ataque com Embiid limitado, Philadelphia pode sonhar com algo mais nessa temporada. Do contrário, vai ser mais um ano de decepção na Cidade do Amor Fraternal.

  • Wemby quer acabar com debate do MVP: ‘Defesa vale 50% do jogo’

    Wemby quer acabar com debate do MVP: ‘Defesa vale 50% do jogo’

    Olha, eu não sei vocês, mas depois do que o Wembanyama falou ontem à noite, tô começando a levar essa parada de MVP a sério mesmo. O francês simplesmente dominou o Heat por 136 a 111, com 26 pontos, 15 rebotes e 5 tocos, e depois soltou uma declaração que me deixou arrepiado.

    “Eu penso sobre isso”, disse Wemby na coletiva. “Acho que agora existe um debate. E deveria existir, mesmo eu acreditando que deveria liderar a corrida. Estou tentando garantir que no final da temporada não haja debate nenhum.”

    Cara, que confiança é essa? O moleque tem só 21 anos e já tá falando como um veterano. E sinceramente? Os números dele justificam essa atitude: 24.3 pontos, 11.2 rebotes e 3.0 tocos por jogo. É de outro planeta mesmo.

    Os três argumentos do alienígena

    O mais interessante foi quando Wemby listou os três motivos pelos quais ele deveria levar o MVP. E olha, os argumentos fazem sentido pra caramba.

    Primeiro: “Defesa é 50% do jogo e é desvalorizada na corrida do MVP. Eu acredito ser o jogador mais impactante defensivamente da liga.” E aí, discordam? O cara tá fazendo 3 tocos por jogo numa liga onde todo mundo quer apenas enterrar e fazer chuva de três.

    Segundo ponto foi ainda mais ousado. Ele falou que quase varreram o OKC na temporada e dominaram eles três vezes “com o time real deles”. Isso é uma cutucada direta no Shai Gilgeous-Alexander, que tá na frente dele nas odds do MVP.

    E o terceiro argumento? “Impacto ofensivo não é só pontos.” Traduzindo: o cara distribui 3 assistências por jogo sendo um pivô de 2,24m. É absurdo.

    Spurs voando e Wemby crescendo

    A real é que os Spurs ganharam 22 dos últimos 24 jogos. Vinte e dois! Lembram quando todo mundo falava que San Antonio ia brigar lá embaixo? Pois é, Wemby chegou e mudou tudo.

    Nas odds, ele tá em terceiro lugar atrás do Shai e do Dončić. Mas olha, se continuar nesse ritmo e os Spurs chegarem nos playoffs (coisa que parecia impossível no começo da temporada), essa conversa vai esquentar muito.

    Na minha opinião? O francês tem razão sobre a defesa ser desvalorizada. A NBA virou um videogame de pontos, mas quem ganha título é quem para o adversário na hora H. E esse moleque para TODO MUNDO no garrafão.

    Vocês acham que Wemby consegue tirar o MVP do Shai? Ou é muita pretensão pra um cara no segundo ano?

  • Garland meteu 41 pontos e agora os Clippers recebem Toronto

    Garland meteu 41 pontos e agora os Clippers recebem Toronto

    Cara, o Darius Garland simplesmente resolveu virar o Michael Jordan ontem à noite. 41 pontos na vitória dos Clippers sobre Dallas na prorrogação por 138 a 131. Quarenta e um! Eu tô aqui ainda processando esse número.

    E o melhor? Agora os Clippers (35-36) recebem o Toronto Raptors (40-31) hoje à noite, em Inglewood, às 23h30 (horário de Brasília). Depois de uma performance dessas do Garland, dá pra imaginar que a confiança tá lá em cima.

    Clippers em casa são outros 50

    Os caras de LA têm feito um trabalho decente jogando em casa – 20 vitórias em 35 jogos. Não é espetacular, mas dá pro gasto. O problema é que eles não conseguem fechar jogos apertados: apenas 6-8 em partidas decididas por uma posse. Isso me incomoda, sinceramente.

    Do outro lado, Toronto tá bem melhor na estrada (21-15) do que eu esperava. Os Raptors são o oitavo melhor time da liga pontuando no garrafão – 51.9 pontos por jogo. Scottie Barnes é o cara que mais machuca lá dentro, com 10.5 de média. Esse moleque é um monstro mesmo.

    Guerra das bolas de três

    Olha só que interessante: os Clippers acertam 12.3 bolas de três por jogo, enquanto Toronto permite 12.8. Quase empatados! Já os Raptors fazem 11.5 de três por partida, contra 13.4 que LA costuma tomar. Ou seja, pode rolar um festival de arremessos de longa distância hoje.

    Os times já se enfrentaram essa temporada e foi aquele jogaço. Clippers ganharam na prorrogação por 121 a 117, lá em janeiro. Jordan Miller foi o cestinha com 19 pontos naquela noite.

    Os protagonistas

    Kawhi Leonard segue sendo o cara dos Clippers – 28.3 pontos, 6.3 rebotes e 3.7 assistências de média. E depois da explosão de ontem, Garland tá empolgado (16.9 pontos nos últimos dez jogos, mas esse número deve subir depois dos 41 de ontem).

    Pelo Toronto, Scottie Barnes continua mostrando por que foi uma das melhores escolhas do draft: 18.6 pontos, 7.8 rebotes, 5.4 assistências e 1.5 tocos. RJ Barrett também tá mandando ver – 22.7 pontos nos últimos dez.

    Vocês acham que os Clippers conseguem embalar depois dessa performance absurda do Garland? Ou Toronto vai estragar a festa?

  • KD com 40 pontos! Houston vai pra Minnesota buscar a recuperação

    KD com 40 pontos! Houston vai pra Minnesota buscar a recuperação

    Mano, o Kevin Durant tá simplesmente inacreditável. Quarenta pontos contra o Chicago Bulls — mesmo perdendo de 132-124, o cara mostrou que ainda é um monstro absoluto. E agora? Houston vai encarar Minnesota nesta quarta, às 22h30, numa briga direta por posição nos playoffs.

    Sinceramente, eu não esperava ver KD jogando nesse nível aos 37 anos (quase 38!). Quarenta pontos. No auge da temporada. É de outro planeta mesmo.

    Confronto direto pelos playoffs

    A situação tá interessante: Rockets em 6º no Oeste (43-28) versus Timberwolves em 5º (44-28). Uma vitória de diferença. Literalmente cada jogo conta agora — e olha que estamos só em março, imagina na reta final.

    Minnesota vem oscilando bastante. Nos últimos 10 jogos, 5 vitórias e 5 derrotas. O problema é que eles perderam Anthony Edwards por lesão no joelho, e convenhamos, Ant-Man faz uma falta danada. Julius Randle tá segurando as pontas com 21 pontos por jogo, mas não é a mesma coisa.

    Houston também tem seus perrengues. Fred VanVleet acabou a temporada (rompeu o ligamento cruzado — que azar!), e Steven Adams também tá fora. Mas cara, quando você tem Kevin Durant…

    KD e Amen Thompson carregando o time

    O que mais me impressiona é como Amen Thompson cresceu ao lado do KD. O garoto tá fazendo 21.7 pontos, 8.5 rebotes e 4.9 assistências nos últimos 10 jogos. Double-double atrás de double-double. Esse menino promete muito.

    E Durant? 25.9 pontos na média da temporada, mas nos jogos decisivos ele eleva o nível. Aquela enterrada que ele deu no Bulls foi coisa de outro mundo — parecia ter 25 anos de novo.

    A defesa do Houston é sólida (4º melhor da liga, cedendo só 110.2 pontos), mas Minnesota ataca bem (48.4% de aproveitamento nos arremessos). Vai ser uma guerra interessante.

    Vocês acham que KD consegue repetir a dose dos 40 pontos? Eu tô com uma sensação que vai rolar mais um show do cara. Minnesota sem Edwards fica mais vulnerável, e Houston precisa dessa vitória pra não perder posição.

    Ah, e detalhe curioso: no último encontro entre os dois, em janeiro, Houston ganhou de 110-105. Ou seja, os Rockets já sabem como bater nos Wolves. Agora é ver se conseguem repetir a receita.

  • Cavs podem embalar na temporada contra Magic desfalcado hoje

    Cavs podem embalar na temporada contra Magic desfalcado hoje

    Olha só que jogo interessante temos hoje à noite! Cleveland recebe o Orlando Magic numa partida que pode definir muito coisa na briga pelos playoffs do Leste. Os Cavaliers estão numa sequência de três vitórias consecutivas e, sinceramente, eu acho que esse time finalmente engrenhou de vez.

    A situação é a seguinte: Cleveland está na 4ª posição com 44-27, enquanto Orlando briga lá embaixo na 8ª colocação com 38-33. A diferença no papel até parece grande, mas quem acompanha NBA sabe que esses jogos contra times desesperados por vaga são sempre perigosos.

    O que me chamou atenção nessa partida

    Cara, o James Harden nos Cavs ainda parece um sonho pra mim. O cara está distribuindo 8 assistências por jogo e formando uma dupla absurda com Donovan Mitchell. Mitchell tá numa fase monstruosa, fazendo 28 pontos por partida, e quando esses dois se entendem, é show.

    Do lado do Magic, o Paolo Banchero continua sendo o cara do time. 7.2 rebotes defensivos por jogo podem parecer pouco, mas na real ele tá segurando muito a defesa deles. E tem o Desmond Bane que já mostrou que sabe incomodar — lembram do jogo do mês passado? 35 pontos e vitória do Magic por 128-122.

    O cenário para hoje

    A casa de apostas colocou Cleveland como favorito por 10 pontos. Dez! Isso mostra a confiança no time da casa, mas eu tenho minhas dúvidas. O Magic tem jogado um basquete mais consistente ultimamente, mesmo com todos os desfalques.

    E por falar em desfalques — meu Deus, que enfermaria! Cleveland sem Jarrett Allen (joelho) e Craig Porter Jr. (virilha). Do lado de Orlando, Franz Wagner fora (tornozelo) e Anthony Black também no departamento médico. Esses caras fazem falta, especialmente o Allen no garrafão dos Cavs.

    Nos últimos 10 jogos, Cleveland tem 7-3 e está convertendo quase 50% dos arremessos de quadra. Absurdo! Já Orlando está 5-5, mais irregular, mas com uma defesa que tem roubado 8.5 bolas por jogo.

    Vocês acham que os Cavaliers conseguem a quarta vitória seguida? Eu confesso que estou meio dividido. O time de casa está jogando bem, mas Orlando é daqueles adversários chatinhos que podem estragar a festa. Vai ser um jogaço às 21h (horário de Brasília), e eu já sei onde vou estar!

  • Wizards x Jazz: 16 derrotas seguidas é pra acabar com qualquer um

    Wizards x Jazz: 16 derrotas seguidas é pra acabar com qualquer um

    Olha, eu já vi coisa ruim na NBA, mas o que tá acontecendo com o Washington Wizards é de chorar. Dezesseis derrotas consecutivas. DEZESSEIS! Pra vocês terem uma ideia, é quase um mês inteiro sem ganhar uma partida sequer.

    E agora eles vão enfrentar o Utah Jazz nesta quarta-feira, em Salt Lake City, numa tentativa desesperada de quebrar essa sequência infernal. Sinceramente? Não sei se escolheram o melhor adversário pra isso.

    O desespero é real

    Os Wizards estão com um aproveitamento de apenas 5-29 jogando fora de casa — e olha que já é difícil ganhar em casa, imagina na estrada. O time tá perdendo por uma média de 16 pontos de diferença nos últimos 10 jogos, sofrendo incríveis 130.6 pontos por partida. É muita bola na cesta do adversário, cara.

    Alex Sarr (que pode nem jogar por causa de uma lesão no dedo do pé) anda segurando as pontas com 16.5 pontos e 7.4 rebotes por jogo. Will Riley também tá fazendo a sua parte com 14.4 pontos nas últimas 10 partidas. Mas convenhamos: dois jogadores não fazem milagre quando o resto do time tá desmoronando.

    Utah não tá muito melhor

    Agora, antes de vocês pensarem que o Jazz vai atropelar os Wizards, vamos com calma. Utah também não anda nada bem, com apenas 21 vitórias em 72 jogos. Lauri Markkanen — que seria o cara pra fazer a diferença — tá fora com lesão no quadril.

    Quem tem carregado o time nas costas é Brice Sensabaugh, com quase 20 pontos de média nos últimos 10 jogos. Kyle Filipowski também tá ajudando com seus double-doubles regulares (10.5 pontos e 6.9 rebotes).

    O Jazz até tem uma vantagem: joga em casa, onde conseguiu 13 vitórias em 37 jogos. Não é lá essas coisas, mas é melhor que os Wizards na estrada, né?

    Vai rolar o jogo da vergonha?

    Olha, eu não quero ser pessimista, mas esse jogo tem cara de ser daqueles que ninguém quer ganhar. Os dois times estão brigando pra não terminar em último nas suas respectivas conferências — Washington já tá praticamente lá no Leste, Utah ainda tem uma briguinha no Oeste.

    A última vez que se enfrentaram, em março, o Jazz ganhou por 122-112, com Ace Bailey fazendo 32 pontos. Será que os Wizards conseguem a revanche e finalmente quebram essa maldição?

    Sinceramente, torço para que sim. Porque 16 derrotas seguidas é coisa que acaba com o psicológico de qualquer atleta. E aí, vocês acham que Washington consegue ou a sequência vai pra 17?