Autor: Leandro Amorim

  • Jazz aposta novamente em Bez Mbeng: vale a pena?

    Jazz aposta novamente em Bez Mbeng: vale a pena?

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi que o Utah Jazz renovou o contrato de 10 dias do Bez Mbeng pela segunda vez, pensei: esse cara deve ter algo especial mesmo. Não é todo dia que um jovem de Yale consegue impressionar uma franquia da NBA a ponto de ganhar uma segunda chance.

    O que Mbeng mostrou até agora?

    Em cinco jogos pelo Jazz (sendo um como titular), o armador de 1,93m está fazendo números interessantes: 4,8 pontos, 4,2 assistências, 4,0 rebotes e 1,6 roubos de bola em 33 minutos por jogo. Não são números de All-Star, mas pra um cara que veio do college, tá longe de ser ruim.

    O que me chama atenção mesmo é a versatilidade do garoto. Armador que pega rebote? Que defende bem? Isso é ouro no basquete moderno. E sinceramente, com o Jazz em fase de reconstrução, faz todo sentido testar jovens talentos assim.

    A trajetória até aqui

    Antes de chegar ao Jazz, Mbeng estava arrebentando na G League pelo Sioux Falls Skyforce. Em 41 jogos, cravou médias de 6,5 pontos (com 49,5% de aproveitamento nos arremessos), 5,0 rebotes e 3,8 assistências. O mais louco? O cara fez um triple-double contra o Rio Grande Valley em fevereiro: 12 pontos, 13 rebotes e 12 assistências. Monstro!

    Na faculdade, em Yale, o negócio era ainda mais impressionante. Quatro temporadas, 120 jogos, e o cara foi eleito Melhor Jogador da Ivy League em 2024-25. Ah, e pegou o prêmio de Melhor Defensor da liga por três anos seguidos. Três! Isso não é coincidência, galera.

    Vai colar na NBA?

    Essa é a pergunta que não quer calar, né? Na minha visão, o Mbeng tem perfil pra pelo menos ser um jogador de rotação sólido. Não vai ser estrela, mas no basquete de hoje, um cara que defende múltiplas posições, distribui bem a bola e não precisa forçar o ataque tem muito valor.

    O Jazz claramente viu algo nele — senão não daria uma segunda chance. E olha, considerando que o time tá em rebuilding mesmo, por que não apostar num jovem hungão que já mostrou que sabe jogar basquete de verdade?

    Vocês acham que ele consegue se firmar no elenco ou é só mais um teste que não vai dar certo? Eu tô torcendo pro garoto, até porque ver alguém saindo de Yale e chegando na NBA é sempre inspirador.

  • Karim Lopez pode fazer história: primeiro mexicano no 1º round da NBA

    Karim Lopez pode fazer história: primeiro mexicano no 1º round da NBA

    Cara, vocês sabiam que o México nunca teve um jogador selecionado no primeiro round do Draft da NBA? Pois é, mas isso pode mudar em 2026. Karim Lopez, de apenas 19 anos, acaba de declarar para o Draft e tá sendo projetado como o cara que vai quebrar essa barreira histórica.

    Olha, quando eu vi essa notícia, pensei: finalmente! O garoto é um forward de 2,06m com envergadura de 2,16m — números que fazem qualquer scout babar. Mas não é só físico não. Lopez passou as duas últimas temporadas jogando pelo New Zealand Breakers na NBL australiana, e os números impressionam.

    Os números que chamam atenção

    Na última temporada, o moleque fez 11,9 pontos e 6,1 rebotes por jogo, com aproveitamento de 49% nos arremessos. Pode parecer modesto, mas considerem: ele jogou apenas 25,6 minutos por partida. E teve 30 jogos como titular, estabelecendo um recorde da NBL Next Stars com 358 pontos na temporada.

    O que mais me impressiona é a versatilidade. Os scouts da NBA tão de olho no tamanho posicional dele, nas habilidades com a bola e na capacidade de criar jogadas. Claro que tem coisa pra melhorar — principalmente o arremesso de perímetro e explosão física — mas cara tem apenas 19 anos!

    A jornada até aqui foi insana

    A história do Lopez é dessas que dá filme. Nasceu em Hermosillo, no México, filho do Jesus Hiram Lopez, que jogou pela seleção mexicana. Aos 14 anos (imaginem vocês!), se mudou pra Espanha pra jogar no Joventut Badalona. Em 2024, deu o salto pro basquete australiano.

    “Sempre foi meu sonho jogar na NBA”, disse Lopez pra ESPN. “É bem especial estar nessa posição agora.” E sinceramente, eu acredito nele. O garoto tem a mentalidade certa.

    Mais que basquete: uma questão de representatividade

    Aqui que a coisa fica linda, gente. Lopez não tá pensando só na carreira dele. “Um dos meus objetivos é inspirar jovens no México. Mostrar que não importa de onde você vem”, falou.

    Cara, isso me lembra muito do que o Nenê fez pelo basquete brasileiro lá atrás. Ter um representante mexicano no primeiro round seria gigantesco pro basquete latino-americano como um todo.

    Lopez tá ranqueado em 11º no Big Board da ESPN pra 2026. Nada mal pra um cara de 19 anos que ainda tem margem pra evoluir muito. O Draft Combine rola de 10 a 17 de maio em Chicago, e o Draft mesmo fica pra final de junho.

    Vocês acham que ele consegue mesmo ser selecionado no primeiro round? Eu tô torcendo demais pra que sim. Seria histórico demais!

  • LaMelo Ball finalmente ganhou! E Luka segue imparável na semana

    LaMelo Ball finalmente ganhou! E Luka segue imparável na semana

    Gente, aconteceu! O LaMelo Ball finalmente levou seu primeiro prêmio de Jogador da Semana na carreira. E cara, já era mais que hora mesmo.

    O armador do Charlotte Hornets mandou ver na Semana 22: 26.3 pontos, 5.0 rebotes e 7.3 assistências por jogo. E o melhor? Os Hornets fecharam 3-0 no período. Sinceramente, eu já tava achando estranho ele nunca ter ganhado esse troféu — o moleque joga demais há tempo.

    Luka Doncic é um monstro

    Agora, se o LaMelo impressionou, o que dizer do Luka Doncic? O esloveno simplesmente repetiu o feito da semana anterior e levou o prêmio pela segunda vez consecutiva no Oeste.

    E olha esses números: 42.3 pontos, 6.8 rebotes e 6.3 assistências por partida. QUARENTA E DOIS PONTOS de média, pessoal! E todos os quatro jogos foram fora de casa, onde sabemos que é sempre mais difícil.

    O Dallas Mavericks fechou 4-0 na semana, e isso com uma sequência toda na estrada. Absurdo o nível que esse cara tá jogando.

    Duas gerações, mesmo talento

    É interessante ver esses dois caras dividindo os holofotes. O LaMelo, mais novo, finalmente quebrando a barreira e conquistando seu primeiro reconhecimento semanal. Do outro lado, o Luka já mais experiente mostrando que tá em outro patamar completamente.

    O que vocês acham? Era hora do Ball ganhar esse prêmio, ou já deveria ter rolado antes? E o Luka consegue manter esse ritmo insano até os playoffs?

    Uma coisa é certa: a NBA tá cada vez mais divertida com esses caras mandando bem. E nós aqui no Brasil aproveitando cada jogada desses monstros!

  • Fultz volta à NBA pelo Toronto: será que a mágica pode rolar?

    Fultz volta à NBA pelo Toronto: será que a mágica pode rolar?

    Gente, vocês lembram do Markelle Fultz? Aquele garoto que foi primeira escolha geral do draft em 2017 e que simplesmente esqueceu como arremessar? Pois é, o cara tá de volta à NBA — Toronto Raptors acabou de assinar um contrato de 10 dias com ele.

    Olha, eu confesso que não esperava essa. Fultz vinha jogando pela filial dos Raptors na G League, o tal do Raptors 905, e os números até que não estavam ruins: 9.4 pontos, 2.4 rebotes e 6.2 assistências em quase 24 minutos por jogo. Nada espetacular, mas pro cara que praticamente sumiu do basquete, tá valendo.

    O que esperar do retorno?

    A real é que Fultz virou quase uma lenda urbana da NBA. Primeira escolha geral dos Sixers, promessa absurda, e do nada desenvolveu aqueles problemas de arremesso que ninguém conseguia explicar direito. Lembram daqueles vídeos dele tentando acertar lance livre? Era de dar dó.

    Na temporada passada pelo Sacramento Kings, ele mal viu quadra — só 21 jogos, média de menos de 9 minutos, números praticamente inexistentes. Mas cara, às vezes um cara só precisa da oportunidade certa, né?

    Toronto fazendo a aposta certa?

    Os Raptors tão em quinto no Leste, disputando posição com Hawks e Sixers (que ironia, né?). Com apenas um jogo de vantagem na coluna de derrotas, cada movimento conta. E sinceramente? Acho que eles não têm muito a perder com essa.

    Fultz sempre teve visão de jogo absurda — essas 6.2 assistências na G League mostram que a cabeça ainda funciona. Se o arremesso voltar nem que seja 70% do que era antes dos problemas, o Toronto pode ter achado um diamante bruto no lixão.

    E aí, vocês acham que o Fultz consegue se reerguer dessa vez? Ou será mais uma tentativa que vai dar em pizza? Eu, particularmente, torço pelo garoto — todo mundo merece uma segunda (ou terceira, ou quarta) chance.

  • Peterson admite: ‘Só fui eu mesmo no final da temporada’

    Peterson admite: ‘Só fui eu mesmo no final da temporada’

    Cara, que temporada complicada teve o Darryn Peterson em Kansas. O garoto que todo mundo esperava ver voando pela quadra passou a maior parte do ano no departamento médico, e agora que a temporada dos Jayhawks acabou de forma brutal — eliminados pelo St. John’s na segunda rodada do March Madness —, ele finalmente abriu o jogo.

    “Eu estava machucado na maior parte da temporada. Não era realmente eu mesmo até o final do ano”, disse Peterson após a derrota por 67-65. “Então, acho que o que as pessoas viram nesses últimos jogos é meio que quem eu sou.”

    A sinceridade de um calouro frustrado

    Olha, eu admiro a maturidade do moleque. Nada de desculpa esfarrapada ou papo de “se não fosse as lesões”. Peterson foi direto: “Eu não acredito no que poderia ter sido. É o que é.”

    Mas os companheiros dele não pensam igual. O armador Jamari McDowell nem deixou o repórter terminar a pergunta sobre as chances de Peterson no Draft: “Número um. Ele tem tudo. É o melhor de todos os tempos.”

    Melvin Council Jr. foi na mesma linha, lembrando dos highlights do ensino médio: “Vocês ainda não viram o que ele pode fazer. Fazer 60, 70 pontos — isso vocês não viram ainda.”

    16 jogos em 35 possíveis

    A matemática é cruel: Peterson só jogou 16 partidas das 35 possíveis de Kansas na temporada. Nunca conseguiu pegar ritmo de verdade, e quando parecia que ia deslanchar, vinha outra contusão ou problema físico.

    Bill Self, técnico dos Jayhawks, foi diplomático mas realista: “Ele teve momentos em que pareceu incrível e momentos em que obviamente a saúde não permitiu que jogasse como todos sabemos que é capaz.”

    E agora? Peterson provavelmente vai se declarar pro Draft da NBA mesmo assim — e sinceramente, eu entendo. Com todo o talento que tem, mesmo uma temporada truncada não deve afetar muito sua posição. Mas que dó fica da gente, que queria ver esse monstro jogando bola de verdade na NCAA.

    Vocês acham que ele consegue ser top 5 no Draft mesmo com essa temporada atípica? Eu ainda aposto que sim, mas que dó que não vimos o show completo…

  • Kennedy Chandler mandando bem no Jazz — quem mais pode salvar seu fantasy?

    Kennedy Chandler mandando bem no Jazz — quem mais pode salvar seu fantasy?

    Olha, eu sei que todo mundo tá vidrado na March Madness, mas quem joga fantasy basketball sabe que essa é a reta final da temporada — e é agora que os streamers fazem a diferença entre ganhar e chorar no canto.

    E cara, apareceu um nome que eu não esperava: Kennedy Chandler. O moleque assinou um contrato de 10 dias com o Jazz e já mandou ver na estreia — 19 pontos, 5 rebotes e 4 assistências em 37 minutos. Trinta e sete minutos! Com Isaiah Collier e Keyonte George machucados, o Chandler pode ter achado seu lugar ao sol.

    Os armadores que tão bombando

    Sinceramente, não dá pra ignorar o que tá rolando em Detroit. Daniss Jenkins assumiu a titularidade com Cade Cunningham fora (problema no pulmão, coisa séria) e tá fazendo a diferença: 15.3 pontos, 6.7 assistências nos últimos três jogos. Não é monstro, mas nos playoffs de fantasy, consistência vale ouro.

    Já no Minnesota, Ayo Dosunmu tá aproveitando a lesão do Anthony Edwards pra mostrar serviço. Cinco jogos consecutivos com pelo menos 17 pontos — incluindo uma média absurda de 19.3 pontos e 7.0 rebotes como titular. Esse cara sempre foi subestimado, na minha opinião.

    As surpresas da ala e do garrafão

    Em Washington, Bilal Coulibaly voltou de uma lesão no calcanhar e tá jogando como se nada tivesse acontecido. 19.2 pontos de média nos últimos cinco jogos, mais quase 3 roubadas+tocos por partida. Monstro defensivo que ainda pontua — combinação perfeita pro fantasy.

    E olha só que loucura: P.J. Washington virou o cara do Dallas com o time todo machucado. Quatro jogos seguidos com pelo menos 18 pontos, incluindo uma média de 20.5 pontos e 8.3 rebotes. Quem diria que ele ia virar opção ofensiva número um dos Mavs, né?

    No garrafão, Yves Missi tá fazendo trabalho sujo no New Orleans — double-double em rebotes com pelo menos 3 tocos em quatro dos últimos cinco jogos. Não vai ganhar jogos no fantasy pela pontuação, mas essas categorias defensivas salvam campeonato.

    E aí, vocês já correram atrás de alguns desses nomes? Essa reta final é que separa os espertos dos esquecidos no fantasy — e com tantos jogadores importantes machucados, os streamers podem ser a chave do título.

  • O podcast do Windhorst tá bombando: Lakers voando e Luka pistola

    O podcast do Windhorst tá bombando: Lakers voando e Luka pistola

    Cara, o The Hoop Collective do Brian Windhorst tá servindo cada análise que é um absurdo. O cara da ESPN junto com Tim Bontemps e Tim MacMahon estão dissecando a NBA de um jeito que dá até vontade de escutar três vezes por semana — segunda, quarta e sexta, religiosamente.

    E olha só o que eles andam falando ultimamente…

    Lakers em alta e Luka com os nervos à flor da pele

    Os Lakers estão numa sequência monstro, mano. Simplesmente não param de ganhar. E o mais louco? LeBron James aos 41 anos ainda tá voando em quadra. MacMahon falou uma coisa que me chamou atenção: “O choque é um cara de 41 anos ainda ser tão atlético assim.”

    Mas não é só isso não. O cara comentou que agora tem uma hierarquia bem definida no time e o LeBron tá curtindo essa função. Imagina só — em fevereiro ninguém dava nada pelos Lakers, e agora o pessoal tá até cogitando que o King pode ficar em LA mesmo.

    Agora, sobre o Luka Dončić… rapaz, o talento do moleque é inegável, mas essa história de ficar discutindo com árbitro tá complicada. MacMahon soltou o verbo: “As pessoas dos Mavs sabiam que, dependendo de quem tava na cidade, o Luka ia ficar nervoso naquela noite.”

    E não é só falta técnica não — o cara para de voltar pra defesa porque fica muito envolvido brigando com os zebras. Isso aí pode custar caro nos playoffs.

    Rockets com problemas e Cavs numa fase interessante

    Os Rockets tão numa sinuca de bico, galera. Bontemps foi direto ao ponto: “A realidade é que os Rockets não são bons o suficiente este ano.” Ouch.

    Mas calma, tem futuro brilhante pela frente. A questão é descobrir como Reed Sheppard, Amen Thompson e Alperen Şengün se encaixam. Esse trio tem potencial, mas precisam de tempo pra amadurecer.

    Já os Cavaliers estão numa fase interessante — não vou mentir, não esperava que eles se mantivessem tão competitivos após as mudanças que rolaram.

    E vocês, o que acham? Os Lakers conseguem manter esse ritmo até os playoffs? E o Luka, será que vai conseguir controlar esses ataques de fúria contra os árbitros na pós-temporada?

    Uma coisa é certa: com análises desse nível, o podcast do Windhorst virou parada obrigatória pra qualquer fã de NBA que se preze. O cara e a equipe dele estão entregando conteúdo de primeira, dissecando cada detalhe da liga de um jeito que só quem respira basquete 24/7 consegue fazer.

  • Haliburton zoa ex-Kentucky que viraram ‘torcedores’ do Arkansas

    Haliburton zoa ex-Kentucky que viraram ‘torcedores’ do Arkansas

    Cara, o Tyrese Haliburton simplesmente não perdoa. Logo depois da Iowa State passar o rodo no Kentucky na March Madness (82 a 63, uma surra histórica), o armador do Pacers foi lá no X dar aquela cutucada nos ex-jogadores de Kentucky que agora torcem pro Arkansas.

    E olha, ele não tava errado não. O tweet dele foi cirúrgico: “Fui mandar mensagem pros caras que jogaram em Kentucky sobre esse jogo e esqueci que eles agora se acham ex-alunos do Arkansas 🤣”

    A zoação tem fundamento

    A piada do Haliburton faz todo sentido quando você entende o contexto. Desde que o John Calipari saiu de Kentucky pra treinar Arkansas em 2024, vários jogadores que passaram por lá começaram a “torcer” pro Arkansas também. É meio bizarro, mas acontece.

    O Oklahoma City Thunder até postou um vídeo perguntando pros jogadores quem ia ganhar o torneio. O Shai Gilgeous-Alexander, que jogou com Calipari, falou “Arkansas ou Kentucky”. Já o Cason Wallace, que passou uma temporada em Kentucky, foi direto: “Arkansas”. Quando perguntaram se era por causa do “Coach Cal”, ele só confirmou com um “yeah” maroto.

    E não para por aí. O P.J. Washington visitou o Calipari no Arkansas usando uniforme dos Razorbacks em setembro. O Reed Sheppard foi mais criativo ainda: usou camisa do Arkansas com calça de Kentucky quando os times se enfrentaram. Sinceramente, acho que isso deve dar uma dor de cabeça danada nos fãs de Kentucky.

    Iowa State meteu o pé na jaca

    Mas voltando ao jogo que originou toda essa zoação — que jogaço da Iowa State! O Tamin Lipsey fez 26 pontos e ainda distribuiu 10 assistências com 5 roubos de bola. Desde 1986, só três caras conseguiram fazer 25+ pontos, 10+ assistências e 5+ roubos numa partida da March Madness. Monstro.

    O Milan Momcilovic também colaborou com 20 pontos numa apresentação coletiva absurda dos Cyclones. Kentucky tomou a maior surra num torneio da NCAA desde 1972 — imagina a vergonha.

    E o Haliburton, que jogou duas temporadas na Iowa State antes de se declarar pro draft em 2020, deve ter ficado orgulhoso pra caramba. Ele só jogou uma March Madness em 2019 e caiu na primeira rodada, então ver seu time antigo eliminando um gigante como Kentucky deve ter sido especial.

    Vocês acham que os ex-Kentucky vão responder essa provocação ou vão deixar quieto? Eu adoraria ver essa treta continuar nas redes sociais.

  • Markelle Fultz volta à NBA: Raptors apostam na redenção

    Markelle Fultz volta à NBA: Raptors apostam na redenção

    Cara, quem diria que em 2026 ainda estaríamos falando do Markelle Fultz? O moleque que foi primeira escolha geral em 2017 pelo Sixers acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors, e olha — eu tô torcendo pra dar certo dessa vez.

    Vocês lembram da saga toda, né? O garoto chegou sendo vendido como o próximo grande armador da liga, mas as lesões simplesmente destruíram os primeiros anos de carreira dele. Menos de 20 jogos em CADA uma das duas primeiras temporadas. Absurdo o azar que esse moleque teve.

    Da promessa ao ostracismo

    Fultz, que hoje tem 27 anos, passou a temporada passada no Sacramento Kings jogando apenas 21 partidas. Depois disso? G-League com o Raptors 905. É duro ver um cara que já foi primeira escolha geral tendo que provar seu valor na liga de desenvolvimento, mas pelo menos ele não desistiu.

    Na minha visão, a melhor fase dele foi mesmo em 2022-23 pelo Orlando Magic. 14 pontos e quase 6 assistências por jogo, aproveitamento de 51.4% nos arremessos. Nada espetacular, mas sólido. O cara se reinventou como um armador defensivo que sabe distribuir a bola — bem diferente daquele prospecto que prometia ser o próximo grande cestinha da liga.

    Timing perfeito para os Raptors

    E o timing dessa contratação? Perfeito. Os Raptors estão numa briga insana pra não cair no play-in da Conferência Leste, dividindo essa zona de perigo com Hawks, Sixers (ironia do destino), Magic, Heat e Hornets. Qualquer reforço nessa altura do campeonato pode fazer a diferença.

    Sinceramente, eu acho que o Fultz pode ajudar. O cara amadureceu, passou por perrengue e hoje sabe exatamente qual é o papel dele numa equipe NBA. Não vai ser aquele armador franchise que todo mundo esperava, mas pode ser um sexto homem competente que entra, joga duro na defesa e não faz besteira com a bola.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar em Toronto? Dez dias pode parecer pouco, mas às vezes é tudo que um jogador precisa pra provar que ainda tem lugar na melhor liga de basquete do mundo.

  • Karim Lopez pode fazer história como 1º mexicano na 1ª rodada do Draft

    Karim Lopez pode fazer história como 1º mexicano na 1ª rodada do Draft

    Gente, acabou de rolar uma declaração que pode mudar a história do basquete latino-americano. Karim Lopez, o prospecto mexicano de apenas 18 anos (faz 19 em abril), oficialmente se declarou para o Draft da NBA 2026. E olha, não é qualquer declaração não — o cara é o 11º colocado no ranking geral da ESPN. Isso é coisa séria.

    “Foi meu sonho a vida inteira jogar na NBA”, disse Lopez numa entrevista. E papo reto, quando você vê um moleque de 6’9″ com envergadura de 7’1″ falando isso, você para pra prestar atenção. O cara literalmente desenhava ele mesmo jogando na NBA quando tinha 5 anos. Que mentalidade absurda é essa?

    Números que impressionam na NBL

    Lopez passou as duas últimas temporadas com o New Zealand Breakers na NBL australiana — e mano, ele não foi lá só pra passear. Nesta temporada: 11.9 pontos, 6.1 rebotes e 49% de aproveitamento de quadra em 25.6 minutos por jogo. Pode não parecer muito, mas quando você considera que ele estava jogando numa liga de homens feitos aos 18 anos…

    O mexicano ainda quebrou vários recordes dos Next Stars (programa para jovens talentos) na NBL. 358 pontos em 30 jogos como titular — recorde absoluto. Empatou o recorde de roubos de bola e tocos combinados com 66. O jogo de 32 pontos contra o Melbourne em janeiro? Pura magia.

    E tem mais: os Breakers podem ter feito campanha ruim (14-20), mas ganharam a primeira edição da Ignite Cup em fevereiro. Lopez foi peça fundamental nessa conquista, jogando ao lado de veteranos cascudos.

    O que os scouts estão vendo

    Sinceramente, é difícil não se empolgar com esse perfil. Um cara de 6’9″ que consegue driblar, criar jogadas e ainda tem pegada defensiva? Os scouts da NBA estão babando. A combinação de altura, envergadura e habilidade com a bola não é algo que você vê todo dia.

    Claro, ainda tem o que lapidar. O arremesso de três precisa melhorar (quem não precisa, né?) e a explosão atlética pode dar um salto. Mas cara, com 18 anos jogando contra homens de 30 na NBL? O potencial é gigantesco.

    “Quero mostrar às equipes da NBA quem eu sou”, declarou Lopez. E olha, jogando numa liga de homens não é moleza — qualquer um que acompanha basquete sabe disso. Mas segundo ele próprio, tem coisa que o pessoal ainda não viu.

    Fazendo história

    Aqui vem a parte mais emocionante: Lopez pode se tornar o primeiro jogador nascido no México a ser selecionado na primeira rodada do Draft da NBA. Isso é GIGANTE para o basquete latino-americano. O pai dele, Jesús Hiram Lopez, jogou pela seleção mexicana, então o DNA do basquete já vem de berço.

    Nascido em Hermosillo, Lopez se mudou para a Espanha aos 14 anos para jogar no Joventut Badalona antes de partir para a Oceania. Uma jornada que mostra a fome que esse moleque tem.

    “Meu objetivo é inspirar os jovens no México”, disse ele. “Mostrar que não importa de onde você vem.” Cara, que responsabilidade linda essa, né? Imagina quantos moleques mexicanos vão se inspirar se ele conseguir?

    O Draft Combine rola entre 10 e 17 de maio em Chicago, e o Draft mesmo acontece no final de junho. Vocês acham que ele consegue mesmo entrar na primeira rodada? Eu tô torcendo muito — seria histórico demais.