Autor: Leandro Amorim

  • 9 times do Leste analisados: Cade melhor que Luka? Panic mode no Knicks

    9 times do Leste analisados: Cade melhor que Luka? Panic mode no Knicks

    Olha, quando o pessoal do Dunc’d On resolve fazer aquela análise profunda da Conferência Leste, eu sei que vou sair de lá com umas opiniões bem polêmicas. E dessa vez não foi diferente — os caras soltaram umas que me deixaram pensando aqui.

    A que mais me pegou de surpresa? Cade Cunningham melhor que Luka Dončić. Sim, vocês leram certo. Eu sei que parece loucura, mas vamos pensar friamente: o garoto do Detroit está jogando um basquete ABSURDO essa temporada, liderando um time que ninguém esperava nada e botando números de MVP. Claro, Luka é Luka, mas será que não estamos subestimando o que o Cade tá fazendo?

    Boston igual ao ano passado? Relaxa aí

    Os Celtics estão praticamente com a mesma pegada da temporada passada, segundo a análise. Sinceramente? Não vejo problema nenhum nisso. Time campeão não mexe, né não? A fórmula funcionou, os caras têm química, rotação definida. Por que mudar algo que já deu certo?

    Mas aí você olha pra Charlotte e vê os Hornets precisando urgentemente de um upgrade no Miles Bridges na posição 4. Cara, aquele time tem potencial, mas falta essa peça chave pra brigar de verdade. LaMelo Ball tá jogando muito, mas basquete é coletivo.

    Mikal Bridges e o panic mode de NY

    Todo ano a mesma coisa: Mikal Bridges começa devagar e todo mundo entra em pânico no Knicks. Gente, o cara é PROFISSIONAL. Vai render, pode anotar. É questão de tempo pra ele se encaixar no sistema do Thibs.

    Agora, Cleveland tá com uma situação interessante. Kenny Atkinson precisa decidir como vai rodar o time nos playoffs. Com Donovan Mitchell, Darius Garland, Evan Mobley e Jarrett Allen, as opções são boas demais — o problema é encaixar todo mundo sem pisar no calo de ninguém.

    Surpresas e apostas para o futuro

    Uma coisa que me chamou atenção foi a análise sobre VJ Edgecombe no Philadelphia. O mlk mostrou flashes interessantes como armador, mas ainda tá verde. Normal pra um rookie, mas o potencial tá lá.

    E o Kyshawn George em Washington? Esse vai ser uma peça interessante pro próximo técnico dos Wizards trabalhar. Time em reconstrução sempre tem essas joias escondidas que podem explodir de uma hora pra outra.

    Toronto continua com aquela dúvida eterna na posição de ala-armador. Depois de perder o DeMar DeRozan há mil anos, nunca conseguiram preencher aquela vaga direito. Será que é a hora de apostar pesado no draft?

    E vocês, o que acham dessa polêmica do Cade vs Luka? Tá muito cedo pra essa conversa ou faz sentido?

  • UCLA x Oklahoma State: Um massacre anunciado no March Madness?

    UCLA x Oklahoma State: Um massacre anunciado no March Madness?

    Olha, pessoal, segunda-feira vai ter jogaço no March Madness feminino, e eu sinceramente não sei se posso chamar de “jogo” o que vai rolar no Pauley Pavilion. UCLA (#1) recebe Oklahoma State (#8) no Round of 32, e as odds estão tão desequilibradas que até eu fiquei com dó das Cowgirls.

    UCLA -26.5 pontos de vantagem. VINTE E SEIS E MEIO. Cara, isso não é linha de aposta, é quase um pedido de desculpas antecipado para quem vai assistir esperando emoção.

    As Bruins estão voando

    E não é à toa essa confiança toda da casa. As Bruins têm um recorde absurdo de 32-1 na temporada — uma derrota apenas! Lauren Betts, a gigante de 2,01m no garrafão, está fazendo uma temporada monstro com 16.4 pontos e 8.6 rebotes por jogo. A menina acerta 63.8% dos arremessos, gente. É quase matemático: ela pega a bola perto da cesta, ela converte.

    Na primeira rodada, elas literalmente passaram o rodo no California Baptist: 96 a 43. Cinquenta e três pontos de diferença! E o mais louco? Foi com as irmãs Betts — Lauren e Sienna — fazendo double-double juntas. Família talentosa, ein.

    Kiki Rice na armação também está voando, distribuindo 4.5 assistências por jogo e mantendo a ofensa das Bruins funcionando como um relógio suíço. UCLA lidera o país em assistências (22.3 por jogo), o que mostra como esse time joga junto.

    Oklahoma State: a esperança vem do perímetro

    Agora, se você torce pelas Cowgirls, a esperança existe — mas é bem específica. Elas fazem mais de 81 pontos por jogo (14º lugar nacional) e acertam 35% das bolas de três. Se pegarem fogo do perímetro logo cedo, podem pelo menos tornar o primeiro tempo interessante.

    Micah Gray comanda o ataque de três armadores que Oklahoma State gosta de usar. É um estilo bem diferente: enquanto UCLA domina no garrafão, as Cowgirls vivem da velocidade e do arremesso de longa distância.

    Mas olha, sendo bem realista aqui: como você para Lauren Betts por 40 minutos? A menina é uma parede no garrafão, ainda bloqueia quase 2 arremessos por jogo. E quando Oklahoma State errar umas três seguidas (porque vai errar), UCLA vai sair correndo e pode abrir 20 pontos num piscar de olhos.

    Minha previsão? Massacre controlado

    Vocês acham que as Cowgirls conseguem cobrir essa linha de 26.5 pontos? Eu tenho minhas dúvidas, mas March Madness é isso aí — sempre pode ter surpresa.

    Minha expectativa é que Oklahoma State segure uns 15-20 minutos, talvez até fique próximo no primeiro tempo se estiver acertando de três. Mas no segundo tempo, a superioridade física e técnica de UCLA vai falar mais alto.

    Previsão final: UCLA 88 x 62 Oklahoma State. As Bruins seguem firmes rumo ao Sweet 16 (seria o quarto consecutivo), e as Cowgirls voltam pra casa sabendo que deram o melhor que tinham.

    O jogo vai passar na ESPN às 22h (horário de Brasília) de segunda. Para quem curte basquete feminino de alto nível, vale a pena conferir — mesmo que seja só para ver Lauren Betts fazendo escola no garrafão.

  • McDermott se aposenta na Creighton após 16 anos – era chegou ao fim

    McDermott se aposenta na Creighton após 16 anos – era chegou ao fim

    Olha, eu não esperava essa. Greg McDermott anunciou sua aposentadoria como técnico de Creighton depois de 16 temporadas no comando dos Bluejays. E sinceramente? Faz sentido.

    O cara construiu algo especial por lá. São 365 vitórias apenas na Creighton e mais de 500 na carreira toda — números que impressionam qualquer um. Mas a temporada 2024-25 foi complicada: apenas 15 vitórias contra 17 derrotas. Para um cara acostumado a ganhar 20+ jogos por ano (foram 10 temporadas consecutivas assim), deve ter doído.

    A transição já estava planejada

    A coisa mais interessante? Isso não foi do nada. Alan Huss, ex-jogador de Creighton que trabalhou com McDermott por sete anos antes de virar técnico principal em High Point, já estava oficialmente como “coach-in-waiting” desde abril. Basicamente, era só questão de tempo.

    Huss inclusive deixou High Point (depois de levar eles pra March Madness, diga-se de passagem) especificamente pra voltar pra casa e assumir o programa. Movimento inteligente da administração — continuidade sem traumas.

    O legado do velho McDermott

    Cara, o que esse cara fez na Creighton foi absurdo. Pegou o programa ainda na Missouri Valley Conference e levou eles pro Big East — uma das mudanças mais importantes da história recente do basquete universitário americano. E não foi só mudar de liga, não. Os caras ganharam o título da temporada regular do Big East em 2019-20.

    Tem também aquela Elite Eight de 2023 que terminou de forma controversa contra San Diego State. Lance livre polêmico com 1.2 segundo no relógio — dessas que a gente nunca esquece (e que devem assombrar o McDermott até hoje).

    Ah, e ele treinou o próprio filho, Doug McDermott, de 2010 a 2014. Imagina a pressão, monstro.

    McDermott vai continuar no banco até o final do torneio pós-temporada (The Crown), aí passa o bastão pro Huss na temporada 2026-27. Uma saída com classe, respeitosa — do jeito que esses caras da velha escola fazem.

    E vocês, acham que Huss vai conseguir manter o padrão? Voltar pra casa sempre é especial, mas a pressão vai ser real.

  • Espanhol quebra o jogo e leva Iowa ao Sweet 16 contra o campeão!

    Espanhol quebra o jogo e leva Iowa ao Sweet 16 contra o campeão!

    Mano, que final absurdo! Alvaro Folgueiras, um garoto espanhol de 22 anos, simplesmente decidiu quebrar o jogo contra o atual campeão nacional da NCAA. Com 4.5 segundos no relógio, ele recebeu de Bennett Stirtz e mandou uma bomba de três que derrubou o Florida por 73-72. Iowa no Sweet 16 pela primeira vez desde 1999!

    Olha só que história incrível: antes da jogada final, Folgueiras chegou no Stirtz e falou “Eu vou estar pronto e vou fazer essa bola”. E fez mesmo, o maluco! O técnico Ben McCollum resumiu perfeitamente: “confiança irracional”.

    A história que emociona

    Mas o que mais me pegou foi saber da história do Alvaro. Cara saiu de Málaga aos 16 anos, sem falar inglês, só com o sonho de jogar basquete nos EUA. O pai morreu quando ele tinha apenas 9 anos, e a mãe Beatriz trabalhava até 14 horas por dia pra sustentar os filhos.

    E adivinha só — a mãe dele estava na quadra domingo, vendo o filho jogar presencialmente pela primeira vez em dois anos. Depois da buzina final, o Folgueiras correu direto pros braços dela. Emociona até quem tá só assistindo pela TV.

    “Ela mandou um garoto de 16 anos pra América sem saber inglês, sem nada além de sonhos e fome de vencer”, disse Folgueiras depois do jogo. “Essa é pra ela e pro meu pai. Ele tá assistindo lá de cima.”

    Zebra histórica no March Madness

    Gente, vocês têm noção do tamanho dessa zebra? Iowa era cabeça 9, Florida era o número 1 geral e atual campeão. Desde 1979, quando começaram as chaves por ranking, Iowa só tinha batido um cabeça 1 uma vez antes disso.

    E sabe quando foi a última vez que alguém fez uma cesta decisiva nos últimos 5 segundos contra um número 1? Kris Jenkins pela Villanova contra North Carolina na final de 2016. Ou seja, estamos falando de algo histórico mesmo.

    Folgueiras terminou com 14 pontos e 5 rebotes saindo do banco (que jogador do sexto homem!), enquanto Stirtz contribuiu com 13 pontos, 5 rebotes e 5 assistências. Iowa dominou o garrafão contra um Florida que tinha goleado por 59 pontos na primeira rodada.

    “Acho que ninguém acreditava na gente fora do nosso vestiário”, disse Stirtz. E olha, depois dessa eu também tô acreditando nesse time de Iowa. Vocês acham que eles conseguem ir ainda mais longe no torneio?

  • Charlotte aposta todas as fichas em Wes Miller por 5 anos

    Charlotte aposta todas as fichas em Wes Miller por 5 anos

    Olha, Charlotte não tá brincando em serviço. A universidade acabou de contratar Wes Miller como novo técnico do basquete masculino por cinco anos, e sinceramente? Essa contratação me deixou curioso pra ver no que vai dar.

    Miller vem direto de Cincinnati, onde passou os últimos cinco anos mas acabou sendo mandado embora no início do mês. E por quê? Simples: nunca conseguiu levar os Bearcats pro March Madness. Cara, cinco temporadas e zero classificações pro torneio mais importante do basquete universitário americano. Isso dói.

    O cara sabe jogar, mas…

    Não vou mentir — o currículo do Miller não é ruim não. Em Cincinnati ele ganhou 20 ou mais jogos em duas temporadas e este ano fechou 9-9 na Big 12 (que é uma conferência pesada, galera). Mas convenhamos: no basquete universitário americano, se você não vai pro March Madness, é como se a temporada não tivesse existido.

    “Wes Miller é um líder comprovado com profundo conhecimento do jogo”, disse o diretor atlético Kevin White. Tá, beleza, mas será que ele vai conseguir quebrar essa maldição de não chegar no torneio?

    UNC Greensboro foi seu grande momento

    Antes de Cincinnati, Miller foi um monstro em UNC Greensboro. Dez anos lá, 185 vitórias contra 135 derrotas. Nos últimos cinco anos foi ainda melhor: 125-43. Três títulos da Southern Conference e duas idas pro March Madness.

    Cara jogou em North Carolina sob o comando de Roy Williams e foi campeão nacional em 2005 — ou seja, sabe o que é ganhar no mais alto nível. E tem conexão forte com a região, que é importante pra recrutar.

    “Charlotte está em ascensão”, disse Miller na apresentação. “Vamos colocar tudo que temos no desenvolvimento dos nossos atletas.” Bonito de falar, né? Agora é ver se funciona na prática.

    E agora, será que cola?

    Miller substitui Aaron Fearne, que foi demitido semana passada depois de três temporadas bem complicadas. Fearne até começou bem (19-12 no primeiro ano), mas depois foi só ladeira abaixo.

    Na minha visão, essa contratação é uma aposta interessante. Miller provou que consegue ganhar no nível mid-major, tem experiência em conferências fortes e conhece a região. Mas aquela marca de não conseguir classificar pra March Madness em Cincinnati me deixa com uma pulga atrás da orelha.

    E vocês, acham que Miller vai conseguir colocar Charlotte no mapa do basquete universitário? Cinco anos é tempo suficiente pra mostrar serviço, isso é fato.

  • Bill Self pode pendurar as chuteiras após eliminação no March Madness

    Bill Self pode pendurar as chuteiras após eliminação no March Madness

    Cara, nunca pensei que estaria escrevendo isso sobre Bill Self. O técnico do Kansas, aos 63 anos, deixou no ar uma possível aposentadoria após a eliminação dolorosa para St. John’s por 67-65 na segunda rodada do March Madness.

    E olha, não é por birra ou frustração com o time. Self foi bem claro: é uma questão de saúde. “Preciso ser capaz de fazer isso me sentindo bem e saudável para fazer um trabalho decente”, disse o veterano técnico. Sinceramente, isso me pegou desprevenido.

    A saúde em primeiro lugar

    Quem acompanha o basquete universitário sabe que Self vem lidando com problemas de saúde nos últimos anos. O cara foi hospitalizado em janeiro — isso não é brincadeira. Aos 63, depois de décadas na beira da quadra, o corpo cobra mesmo.

    “Vou voltar pra casa, conversar com a família e ver o que está acontecendo”, explicou Self. É uma decisão difícil pra qualquer técnico, ainda mais pra alguém que ama tanto o que faz. Mas saúde não se brinca, né?

    Kansas patinando no torneio

    Vamos ser honestos aqui — Kansas não vem fazendo bonito no March Madness. Quatro anos consecutivos sem passar da segunda rodada. Para um programa tradicionalmente forte como esse, é frustrante demais.

    O próprio Self admitiu a inconsistência: “Os últimos dois anos não foram… bem, incluindo este ano… tem sido inconsistente e não tão bom. Obviamente é decepcionante.” É difícil ouvir isso de um cara que já conquistou tanto no basquete universitário.

    O mais louco é que em uma dessas temporadas eles eram cabeça de chave número 1, mas Self teve que se afastar por problemas de saúde e não terminou a temporada. Imagina a frustração!

    E aí, vocês acham que Self vai mesmo pendurar as chuteiras? Seria o fim de uma era no basquete universitário americano. O Kansas sem Bill Self seria estranho demais de imaginar.

  • March Madness explode na TV e bate recorde de audiência em 13 anos

    March Madness explode na TV e bate recorde de audiência em 13 anos

    Gente, o March Madness tá literalmente insano esse ano! Os primeiros três dias do torneio da NCAA bateram a maior audiência desde 2011, quando CBS e Turner começaram a transmitir todos os jogos. Estamos falando de uma média de 9,8 milhões de telespectadores — um aumento de 5% em relação ao ano passado.

    E olha só que absurdo: quinta-feira foi simplesmente histórica. Os jogos da primeira rodada, transmitidos pela CBS, TBS, TNT e truTV, mantiveram essa média de 9,8 milhões (6% a mais que 2023). Mas o prime time? Meu amigo, aí foi de outro mundo.

    A noite que entrou pra história

    O horário nobre teve média de 12,5 milhões de pessoas grudadas na TV. Doze vírgula cinco MILHÕES. Isso é a maior audiência para uma janela de primeira rodada na história do torneio! E não é à toa — teve upset épico do VCU ganhando do North Carolina por 82-78. Quem não gosta de ver um zebra dessas?

    Na minha visão, isso mostra como o basquete universitário americano continua sendo um negócio monstruoso. A galera simplesmente para tudo pra acompanhar esses mlks jogando como se não houvesse amanhã.

    First Four também quebrou recordes

    Até os jogos preliminares (First Four) de terça e quarta arrebentaram! Somando tudo, deu 7,5 milhões de espectadores na truTV. O destaque foi Miami (Ohio) passando o rodo no SMU por 89-79 na quarta — esse jogo teve 2,8 milhões assistindo, sendo o First Four mais visto da história em Dayton, Ohio.

    Sinceramente, isso me faz refletir sobre como o esporte universitário nos EUA é um fenômeno cultural único. Aqui no Brasil, a gente até torce pros nossos times de basquete universitário, mas não chega nem perto dessa loucura. Vocês acham que um dia vamos ter algo parecido por aqui com o NBB ou mesmo campeonatos universitários?

    O que tá claro é que March Madness continua sendo uma máquina de entretenimento. E pelo jeito que começou, esse torneio promete ser histórico em audiência. Quem diria que numa era de streaming e mil opções, o pessoal ainda se reúne pra ver basquete universitário na TV tradicional!

  • Duke dispara na NBA: 27 ex-alunos jogando no torneio universitário

    Duke dispara na NBA: 27 ex-alunos jogando no torneio universitário

    Olha só que levantamento interessante: alguém foi lá e contou quantos ex-jogadores universitários estão atualmente na NBA dos times que chegaram no Sweet 16 do March Madness de 2026. E cara, Duke simplesmente destruiu a concorrência.

    São 27 jogadores que passaram por lá e hoje estão na liga. Vinte e sete! É quase um time inteiro, mais reservas e ainda sobra gente. Não é à toa que Duke é considerada uma das fábricas de talentos do basquete americano.

    Arizona e Michigan também mandam bem

    Logo atrás vem Arizona com 14 ex-alunos na NBA (o que já é um número bem respeitável) e Michigan com 15. Interessante como essas universidades conseguem formar jogadores que chegam no mais alto nível.

    UConn, que sempre aparece forte no March Madness, tem 9 representantes atualmente na liga. Arkansas também marca presença com 9 jogadores. Michigan State, que sempre dá trabalho no torneio universitário, coloca 7 nomes na NBA.

    Os números por região do torneio

    O que mais me chama atenção é como isso se distribui geograficamente. Na região Leste (sediada em Washington), Duke domina completamente — nenhum outro time da região chega nem perto dos 27.

    Já na região Oeste (San Jose), Arizona lidera com 14, seguido de Arkansas com 9 e Texas com 7. Purdue, que sempre tem times competitivos, surpreende negativamente com apenas 2 ex-alunos na NBA.

    No Meio-Oeste (Chicago), Michigan puxa a fila com 15, enquanto Iowa State tem 5, Alabama e Texas empatam com 7 cada, e Tennessee fecha com 6.

    A região Sul (Houston) é a mais equilibrada: Houston com 6, Illinois com 5, Iowa com 3 e Nebraska — pasmem — com apenas 1 representante na NBA.

    Sinceramente, esses números mostram não só a qualidade dos programas universitários, mas também como certas universidades se tornaram verdadeiras pipelines para a NBA. Duke é o exemplo perfeito disso — Coach K construiu um império lá que continua rendendo frutos até hoje.

    E aí, vocês ficaram surpresos com algum desses números? Eu confesso que não esperava que Michigan tivesse tantos ex-alunos na liga assim.

  • Tatum desabafa sobre volta: ‘Tá frustrante, cara’

    Tatum desabafa sobre volta: ‘Tá frustrante, cara’

    Olha, quando o Jayson Tatum falou sobre sua volta após 10 meses parado por causa do tendão de Aquiles rompido, deu pra sentir a frustração na voz dele. E sinceramente? É completamente compreensível.

    “Eu não sabia como essa porra ia ser”, disse o craque dos Celtics, sem papas na língua. “É difícil pra caramba. Na hora do jogo, você tenta não pensar nisso, só quer ser o Jayson Tatum de novo e se sentir você mesmo. Eu não sou o Superman, então obviamente vai levar tempo.”

    Cara, imagina a pressão que deve ser. O cara era um dos melhores da liga, all-star múltiplas vezes, e agora tá tendo que literalmente reaprender a jogar no mais alto nível. É de amargar mesmo.

    O processo tá sendo longo demais

    O que mais me chama atenção na fala do Tatum é quando ele fala sobre dar “um pouco mais de graça” pra ele mesmo no dia seguinte aos jogos. Isso mostra como ele tá cobrando demais de si próprio — característica que todo grande jogador tem, mas que pode ser uma faca de dois gumes numa situação dessas.

    “Foi muito tempo mesmo. Muito tempo antes de eu conseguir arremessar uma bola, antes de conseguir andar”, continuou Tatum. “Então tô tentando tirar a ferrugem jogo a jogo.”

    Dez meses longe das quadras não é brincadeira, pessoal. Pra vocês terem ideia, Tatum ficou mais tempo parado do que muitos jogadores ficam em toda uma offseason normal. O corpo esquece, o timing some, e mesmo sendo um atleta de elite, não tem jeito fácil de voltar.

    Construindo momentum aos poucos

    A estratégia do Tatum agora é bem clara: transformar bons momentos em jogos consistentes, e depois encadear esses jogos bons. Parece simples falando assim, mas quem já jogou basquete sabe que não é.

    “Eu encontro ótimos momentos de jogo em jogo, e tô tentando juntar mais deles”, explicou o astro.

    Na minha opinião, os Celtics estão certos em não pressionar o cara. Melhor ter um Tatum funcionando a 80% na reta final da temporada do que forçar a barra agora e correr o risco de uma nova lesão. E vocês, acham que ele volta ao nível all-star ainda nesta temporada?

    O que mais impressiona é a honestidade brutal dele. Em vez de falar aquelas respostas prontas de sempre, o monstro foi direto ao ponto: tá frustrante mesmo, e não tem problema admitir isso. Essa transparência só mostra como ele tá levando o processo a sério — e isso é um bom sinal pra torcida de Boston.

  • Grizzlies apostam de novo em Burton e Jarreau com novos contratos

    Grizzlies apostam de novo em Burton e Jarreau com novos contratos

    Olha, eu tô cada vez mais convencido de que o Memphis Grizzlies tem um olho clínico absurdo pra garimpar talento. Tyler Burton e DeJon Jarreau acabaram de ganhar seus segundos contratos de 10 dias com a franquia do Tennessee — e sinceramente? Mereceram.

    Burton tá fazendo um trabalho sensacional saindo do banco. Em seis jogos, o cara médias de 8.8 pontos e 4.3 rebotes em 25 minutos. Não é pouca coisa não, galera. Pra quem não foi draftado em 2024 depois de sair de Villanova, o ala de 26 anos tá provando que tinha espaço na liga sim.

    Do G League direto pro show

    E o mais legal é a trajetória desses caras. Burton destruía tudo no Memphis Hustle (o time da G League dos Grizzlies), fazendo 20.6 pontos por jogo como titular. Jarreau também — 15.2 pontos e mais de 5 assistências de média. Ou seja, quando chegaram na NBA, já tinham química com o sistema.

    Jarreau, aliás, tá sendo uma grata surpresa. O armador de 28 anos saiu de Houston em 2021 sem ser draftado, mas olha ele aí: 6.4 pontos, 5 rebotes e quase 4 assistências em cinco jogos. Pra um cara de 1,96m, esses números de rebote são monstro.

    Memphis e a filosofia do ‘next man up’

    Sabe o que eu mais admiro nos Grizzlies? Essa capacidade de dar oportunidade pra quem tá ralando. Não é à toa que eles sempre encontram peças valiosas onde ninguém mais procura. Burton e Jarreau são exemplos perfeitos disso.

    E aí, vocês acham que pelo menos um dos dois vai conseguir um contrato mais longo? Na minha opinião, Burton tem tudo pra ficar. O cara tem size, joga dos dois lados da quadra e não tem medo de meter uma enterrada quando precisa.

    O que mais impressiona é como esses jogadores chegaram prontos pra contribuir. Não precisaram de tempo de adaptação — entraram jogando como se sempre tivessem feito parte do elenco. Isso fala muito sobre o trabalho de desenvolvimento que o Memphis faz lá embaixo, na G League.

    Agora é torcer pra que esses segundos contratos de 10 dias se transformem em algo mais duradouro. Porque talento, definitivamente, não falta pra nenhum dos dois.