Olha, o Michael Reinsdorf foi bem direto ontem quando falou sobre o que espera do próximo GM dos Bulls. Uma exigência foi cristalina: quem chegar tem que estar vendido no Billy Donovan como técnico. Senão, nem precisa aparecer para a entrevista.
“Se eu entrevistar alguém e essa pessoa não estiver convencida do Billy, não estiver convencida de um técnico Hall da Fama”, disse Reinsdorf, “então provavelmente não é o candidato certo pra nós.” Cara, foi bem categórico mesmo.
Donovan no centro das decisões
E não para por aí. O dono dos Bulls quer que o novo GM não só mantenha o Donovan, mas que o envolva mais nas decisões de elenco. Sinceramente, faz sentido — o cara conhece basquete, ganhou título universitário e levou o Thunder longe nos playoffs. Por que não aproveitar essa experiência?
Donovan vai se encontrar com a diretoria depois do último jogo da temporada pra discutir o futuro. Reinsdorf disse que não espera que a decisão demore, mas deixou claro que quer o técnico por perto.
Recomeço total em Chicago
A demissão do Arturas Karnisovas e do Marc Eversley marcou o fim de seis anos dessa dupla no comando. Os Bulls estão com 29-49 na temporada — um desastre, vamos combinar. Reinsdorf foi honesto: “Como vamos sair dessa bagunça?”
Mas olha o lado positivo: os Bulls têm muito espaço salarial neste verão e podem pegar uma boa posição no Draft. Ainda tem aquela pick extra que pode vir se o Portland se classificar pros playoffs. É uma oportunidade de ouro pra reconstruir direito.
“Tentamos o outro caminho. Não funcionou. Falhamos e agora estamos em posição de acertar — página em branco”, falou Reinsdorf. E aí, vocês acham que dessa vez cola?
O que esperar do novo GM
Reinsdorf foi específico sobre o perfil que busca: alguém orientado por processos, que “não tenha medo de apertar o gatilho” e que saiba se comunicar melhor — tanto internamente quanto com torcida e imprensa. Reconheceu que comunicação não era o forte do Karnisovas.
Uma coisa que me chamou atenção: Reinsdorf deixou claro que não quer tanking. “Isso não é quem somos como organização”, disse. É injusto com técnico, jogadores e principalmente com a torcida que paga ingresso pra ver o time competir.
Olha, eu entendo a posição dele, mas às vezes é complicado equilibrar competitividade com reconstrução. Vai ser interessante ver como o novo GM vai lidar com essa pressão de não tankar mas ainda assim construir um time vencedor.

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