Olha só que coisa mais maluca: tem celebridade que nem quis falar com a imprensa sobre os Knicks por superstição. Mas alguns corajosos abriram o jogo sobre o que fazem pra torcer pelo time de Nova York — e cara, tem cada história…
Tracy Morgan tá confiante demais
O cara do “30 Rock” simplesmente acredita que os Knicks vão ser campeões. “Não acredito que nenhum time da Costa Oeste consegue lidar com a gente”, disse Morgan. Sério, eu admiro essa confiança cega.
O momento favorito dele? O lendário Jogo 1 dos playoffs contra os Cavs. Mas ele mesmo admite que isso pode mudar “porque talvez a gente ganhe um campeonato e esse vai ser o maior momento”. Sentado na Celebrity Row, ele sentiu toda a energia do Madison Square Garden: “Era fogo puro”.
E mesmo quando perdeu pra Indiana no ano passado — que dor foi aquela —, o cara manteve o otimismo. “Eu me recuperei. Só pensei: ‘sempre tem o ano que vem’. Agora olha onde estamos!”
Michael Imperioli e a paixão de família
O Silvio dos “Sopranos” começou a amar os Knicks assistindo jogos nas arquibancadas mais altas com o pai. Agora ele senta bem mais perto da ação e chama o Jogo 1 das finais da Conferência Leste de “o jogo mais elétrico de qualquer esporte que já assisti”.
A história mais absurda? Em 2000, ele literalmente voou no avião do time com o ator Chazz Palminteri para Detroit tentar convencer o Grant Hill a jogar em NY. Não deu certo, mas criou uma relação duradoura com o time. “O maior privilégio de celebridade em todo o showbiz é fazer parte dessa família do MSG”, ele disse.
Emmy Rossum e o boné sagrado do John Starks
“Cresci na cidade. Honestamente não me lembro de não ser fã dos Knicks”, disse a atriz. E aqui vem a superstição mais bizarra de todas: ela tem um boné autografado do John Starks que NUNCA foi lavado. “Ninguém põe esse boné na máquina!”, ela avisa.
John Starks era o favorito dela nos anos 90 — e sinceramente, quem não amava aquele cara? “Sua paixão e intensidade. Me identifiquei muito com ele quando criança.” Agora ela é completamente apaixonada pelo Jalen Brunson: “Ele é o pulso do time. Sempre calmo, nunca com pressa, tem uma elegância e sempre entrega”.
Mas não peça pra ela fazer previsões: “Sou supersticiosa demais pra fazer qualquer previsão. LGK!” (Let’s Go Knicks, óbvio).
Matthew Modine e a mudança de vida
O cara de “Nascido Para Matar” se mudou pra Nova York no final dos anos 70 vindo de Utah — onde não tinha time profissional nenhum. “Foi um sonho realizado ir ao Garden e ver os Knicks”.
Momento favorito? A jogada de 4 pontos do Larry Johnson no Jogo 3 das finais da Conferência Leste de 99. Mas atualmente ele tá apaixonado pelo Josh Hart: “Quando esse cara sorri, ilumina o Garden inteiro”.
E aí, vocês têm superstições bizarras quando torcem pro time de vocês? Porque essa história do boné do John Starks me deixou pensando… talvez eu devesse parar de lavar a minha camisa da sorte também!

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