Memphis constrói time 2.0 com pick #3: só falta um armador pra bombar

Olha, eu tô começando a acreditar que o Memphis tem um plano genial nas mãos. Depois de anos dolorosos com lesões, suspensões e a perda devastadora do Brandon Clarke, os Grizzlies estão montando um novo time — e cara, isso me lembra muito a era “Grit and Grind” que a gente amava.

A diretoria do Zach Kleiman tá literalmente construindo o “Grind City 2.0”. Mesma receita de sucesso: time cascudo, defensivo, cheio de jogadores compridos e com aquela mentalidade de que desenvolvimento importa mais que fama. Sinceramente? Eu compro essa ideia.

O quebra-cabeça quase pronto

A base já tá lá. Jaylen Wells na posição 2 crescendo pra ser o novo Desmond Bane. Cedric Coward fazendo papel de Dillon Brooks versão 2024. E o Scotty Pippen Jr. — sim, filho do lendário — finalmente vai ter chance de mostrar serviço como titular ou sexto homem de luxo.

Mas o grande lance mesmo é a terceira escolha do Draft. Cam Boozer, Caleb Wilson ou AJ Dybantsa vão cair no colo deles. Qualquer um desses caras junto com o Zach Edey formaria uma dupla de garrafão absurda — muito melhor que qualquer coisa que eles tiveram com o Steven Adams.

E aí, vocês acham que essa fórmula ainda funciona na NBA moderna?

Só falta o general

Na minha visão, eles têm tudo pra dar certo, menos uma peça: o armador titular. Precisam de um cara que seja o novo Ja Morant (irônico, né?) — alguém jovem, rápido, que saiba distribuir e criar jogadas. Isso que vai definir se esse projeto vai ser só mais um time medianos ou se vai brigar por playoff de verdade.

O Memphis tem quase $100 milhões em salários negociáveis pra fazer trocas. KCP, Taylor Hendricks e outros podem virar moeda de troca. Com $34 milhões comprometidos em 2026-27 e a maioria dos jovens em contratos baratos, eles têm flexibilidade pra cacete.

Monstro mesmo é pensar que em alguns anos esse time pode estar brigando lá em cima de novo. Basketball é cíclico, e Memphis sempre soube como se reinventar. Dessa vez não vai ser diferente.

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