Tag: 76ers vs Knicks

  • Spurs e Knicks sabem que precisam jogar melhor no Jogo 2 das Finais

    Spurs e Knicks sabem que precisam jogar melhor no Jogo 2 das Finais

    Cara, que situação louca pra galera de San Antonio. Os Spurs chegaram nas Finais da NBA depois de uma jornada que foi tudo menos tranquila — perderam vantagem de mando de quadra contra Portland na primeira rodada, mesma coisa contra Minnesota na segunda, e ainda tiveram que virar uma série de 2-1 contra o Oklahoma City Thunder (que era o atual campeão!) nas finais da Conferência Oeste.

    E agora? Perderam o Jogo 1 em casa pro New York Knicks. Sinceramente, parece que esse time tem um imã pra adversidade.

    Wemby falou a real sobre o mental

    Victor Wembanyama foi direto ao ponto depois da derrota: “A razão pela qual perdemos esse jogo nem é técnica ou tática. Precisamos abordar o jogo com um estado mental melhor.”

    O francês monstro continuou explicando que “normal” significa confiar um no outro, confiar no plano de jogo e não depender só do talento individual pra resolver as coisas. E olha, ele tem razão — os Spurs arremessaram apenas 36% dos chutes gerais e absurdos 26% das bolas de três (erraram 32 de 43 tentativas!).

    Tiveram só 16 assistências, perderam no garrafão por 50-42 e ainda conseguiram desperdiçar uma vantagem de 14 pontos no terceiro período. É de chorar.

    Os Knicks tão numa sequência insana

    Do outro lado, o New York vem numa pegada completamente diferente. Doze vitórias seguidas! Só outros dois times conseguiram fazer isso em uma única pós-temporada: os próprios Spurs em 1999 e o Golden State Warriors em 2017. E adivinha? Os dois foram campeões.

    Jalen Brunson foi o cestinha do Jogo 1 com 30 pontos (em sua estreia em Finais, diga-se de passagem), mas tá com o pé no chão: “É sobre melhorar todo dia, ir raspando, sendo 1% melhor.”

    Mikal Bridges também falou algo interessante — que os Jogos 1 dos Knicks não têm sido grandes apresentações, mesmo com as vitórias. “É difícil simular o aspecto emocional, o quão físico vai ser, quando você tá apenas treinando”, disse ele.

    E agora, quem leva?

    O Jogo 2 vai ser crucial pros Spurs. Não é eliminatória ainda, mas ir pra Nova York perdendo por 2-0? Aí complica demais as coisas. Esse time de San Antonio mostrou que sabe lidar com adversidade — fizeram isso a temporada inteira —, mas agora é a hora da verdade.

    O técnico Mitch Johnson tá confiante de que o time pode evoluir durante a série, como fizeram nos outros confrontos. Mas e vocês, acham que os Spurs conseguem empatar essa série antes de viajar pro Madison Square Garden? Porque eu tô achando que se não ganharem amanhã, vai ficar muito difícil viu…

  • Wemby admite: ‘Fui mal’. Mas tá tranquilo pro Jogo 2 das Finais

    Wemby admite: ‘Fui mal’. Mas tá tranquilo pro Jogo 2 das Finais

    Cara, vou falar uma coisa: nunca vi um cara de 22 anos tão maduro depois de uma noite ruim nas Finais da NBA. Victor Wembanyama praticamente carregou o San Antonio Spurs até as Finais — algo que eu sinceramente achei impossível nesta temporada — mas no Jogo 1 contra o New York Knicks… bom, acontece.

    Os números até enganam: 26 pontos, 12 rebotes, 3 tocos. Só três caras na história fizeram isso na estreia nas Finais: Shaq, Hakeem e Elvin Hayes. Todos no Hall da Fama. Mas quem assistiu ao jogo sabe que foi miragem pura.

    A realidade foi bem diferente

    O francesão tava nervoso, gente. E olha que é raro ver o Wemby assim. Ele forçou demais nos momentos decisivos, tentando ser o herói como foi contra o Oklahoma City na rodada passada. Resultado? 6 de 21 nos arremessos de quadra. Seis viradas de bola tentando driblar todo mundo. E o pior: deixou o Knicks fazer 50 pontos no garrafão — justamente onde ele manda.

    A estratégia do New York foi genial, não vou mentir. Eles puxavam o Wemby pra fora do garrafão com arremessos contestados, e aí o Karl-Anthony Towns e o Josh Hart aproveitavam pra pegar rebote ofensivo e fazer a cesta fácil. Funcionou perfeitamente.

    “Eu fui mal hoje à noite. Não é mais complicado que isso”, disse o próprio Wemby após a derrota. Gostei da honestidade. Zero de desculpa.

    Mas o cara tá zen pro Jogo 2

    Aqui que fica interessante. Menos de 24 horas depois, o Wembanyama apareceu na coletiva tranquilão, como se fosse um veterano de 15 temporadas. Essa maturidade dele é absurda, sério.

    “A razão de termos perdido não é nem técnica, nem tática”, explicou ele. “Precisamos abordar o jogo com um estado mental melhor. Só precisamos jogar nosso jogo. Só precisamos ser normais.”

    E o que significa ser “normal” pros Spurs? Na visão do Wemby: confiar uns nos outros, confiar no plano de jogo, executar, e não depender só do talento individual pra resolver. Cara, isso aí é papo de veterano mesmo.

    O Towns, que teve uma noite monstro no Jogo 1, até deu uma aula sobre encontrar o equilíbrio entre fazer demais e fazer de menos nos playoffs. “Vem com a experiência”, disse ele. E tá certo.

    Sinceramente? Acho que os Spurs vão se ajustar pro Jogo 2. Eles passaram a temporada toda jogando de um jeito, movimentando bem a bola, confiando no sistema. Uma noite ruim não apaga isso tudo.

    E vocês, acham que o Wemby vai conseguir se redimir no Jogo 2? Ou o nervosismo das primeiras Finais vai pesar mais?

  • Os Knicks acabaram de provar mais numa vitória que nas 11 anteriores

    Os Knicks acabaram de provar mais numa vitória que nas 11 anteriores

    Cara, eu tô começando a acreditar de verdade nesse time dos Knicks. E olha que não é fácil falar isso depois de décadas vendo essa franquia nos decepcionar.

    Mas essa vitória por 105-95 sobre os Spurs no Jogo 1 das Finais foi diferente. Foi a prova que muita gente estava esperando — incluindo eu, se for ser honesto. Porque uma coisa é dominar no Leste, outra coisa é chegar nas Finais e mostrar que o bagulho é real contra o Victor Wembanyama.

    12 vitórias seguidas e o recorde que ninguém esperava

    Os números são simplesmente absurdos. Doze vitórias consecutivas nos playoffs, somando agora 272 pontos de saldo positivo — recorde da NBA. Pra vocês terem uma ideia, o anterior era dos Warriors de 2017 com +242.

    E não é só isso não. São sete vitórias seguidas jogando fora de casa por double-digit. Sete! Eu lembro quando era um milagre os Knicks ganharem um jogo fora de casa, imagina sete seguidos com essa diferença.

    Mas sabe o que me impressiona mais? A forma como eles viraram o jogo ontem. Estavam perdendo por 14 no terceiro quarto e simplesmente resolveram mostrar por que chegaram até aqui. Não foi o Jalen Brunson sozinho carregando o piano — foi o coletivo funcionando.

    O teste definitivo contra Wembanyama

    Vamos combinar uma coisa: todo mundo estava curioso pra ver como os Knicks iam se virar contra o alienígena francês. O cara tem 2,24m, bloqueia tudo que vê pela frente e ainda acerta de 3. Como você para isso?

    Bom, a defesa dos Knicks mostrou como. Fizeram o Wemby parecer… humano. E isso que a defesa deles já vinha sendo monstruosa nos playoffs — apenas 102,9 pontos por 100 posses. Absurdo.

    Sinceramente, eu não esperava que fosse tão “fácil” assim. Claro que não foi fácil, mas eles controlaram bem o garoto prodígio. E olha que os Knicks nem jogaram seu melhor basquete ontem.

    Agora o papo é outro

    Admite aí: essa vitória muda tudo na sua cabeça sobre esse time dos Knicks, não muda? Porque uma coisa era aquelas 11 vitórias seguidas no Leste (que já eram históricas, mas enfim…), outra coisa é chegar nas Finais e mostrar que pode brigar de igual pra igual com qualquer um.

    Até o Draymond Green estava zoando, falando que “era óbvio” que os Knicks sairiam do Leste. Engraçado que antes dos playoffs eles eram +2200 pra ganhar a conferência. Nenhum campeão dos últimos 40 anos começou os playoffs com odds piores que essas.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem fechar essa série? Porque estatisticamente, times que ganham o Jogo 1 fora de casa só vencem as Finais em 42% das vezes. Mas cara… esse time tá diferente. Tem algo especial rolando no Madison Square Garden.

    Três vitórias pra fazer história. Primeira vez desde 1973. Será que é dessa vez? Eu tô começando a acreditar que sim.

  • Maluco invade quadra pra tirar selfie com Wemby nas Finais da NBA

    Maluco invade quadra pra tirar selfie com Wemby nas Finais da NBA

    Gente, eu vi muita coisa bizarra no basquete, mas o que rolou ontem no Jogo 1 das Finais entre Knicks e Spurs foi de outro nível. Um cara simplesmente INVADIU a quadra no quarto período pra tentar tirar uma selfie com o Victor Wembanyama.

    Não, você não leu errado. O moleque correu pro meio da quadra, puxou o celular e tentou se aproximar do Wemby pra selfie. A segurança voou em cima dele e carregou o maluco pra fora em segundos, mas o estrago já tava feito — o jogo teve que parar.

    A reação dos jogadores foi épica

    O mais engraçado foi a reação dos caras. O Wembanyama deu uma risadinha — imagino que ele já tá meio acostumado com essas loucuras dos fãs americanos. Já o Mitchell Robinson, do Knicks, ficou com cara de quem não entendeu nada do que tava acontecendo. Sinceramente? Eu entendo a confusão do cara.

    Os árbitros resolveram reiniciar o jogo com uma bola ao alto. Os Knicks estavam ganhando por 92-86, faltando 6:34 pro final. Imagina a tensão — primeiro jogo das Finais, clima lá em cima, e aí vem um doido fazer essa gracinha.

    Finais históricas em San Antonio

    Olha, essa série já era especial antes dessa palhaçada toda. É a primeira vez que o Knicks chega nas Finais desde 1999, e coincidentemente eles enfrentam exatamente o mesmo adversário de 27 anos atrás — só que agora com Wembanyama como protagonista.

    Pro Wemby, é a estreia dele nas Finais. O cara tem só 22 anos e já tá carregando San Antonio nas costas. É muita pressão pra qualquer um, imagina ainda ter que lidar com fã maluco invadindo quadra no meio do jogo decisivo.

    Vocês acham que a segurança vai apertar ainda mais pros próximos jogos? Porque se tem uma coisa que a NBA não perdoa é palhaçada que atrapalha o espetáculo. Ainda mais nas Finais, brother.

    No final das contas, o importante é que ninguém se machucou e o jogo continuou normal. Mas cara, que vontade de tirar selfie foi essa? O Wemby vai estar na liga por uns 15 anos ainda, dava pra esperar uma oportunidade melhor, não acham?

  • Silver admite: NBA não quer campeão diferente todo ano

    Silver admite: NBA não quer campeão diferente todo ano

    Olha só que declaração interessante do Adam Silver antes do Jogo 1 das Finais. O comissário da NBA basicamente admitiu que a liga não está necessariamente buscando ter um campeão diferente a cada temporada. Isso me pegou de surpresa, não vou mentir.

    Com Spurs e Knicks na decisão, a NBA vai ter seu oitavo campeão diferente em oito anos. Absurdo quando você para pra pensar, né? E o Silver foi bem direto sobre isso: “Não significa que necessariamente estamos procurando ter um campeão diferente todo ano, mas queremos garantir que os 30 times da liga, independente do tamanho do seu mercado, tenham oportunidade de competir.”

    A fórmula que tá funcionando

    Na minha visão, o cara tocou no ponto central. Não importa se você é New York (um dos maiores mercados) ou San Antonio (um dos menores) — o que faz a diferença é gestão forte, cultura vencedora e basquete de equipe. Simples assim.

    E sinceramente? Acho que essa é a receita certa. Não adianta forçar paridade artificial. O negócio é criar condições iguais pra todo mundo brigar pelo título.

    Novo CBA mudando o jogo

    A grande sacada foi o novo acordo coletivo de 2023, que criou um segundo “apron” — basicamente, penalidades pesadíssimas pra times que gastam muito além do luxury tax. Isso tá forçando os gigantes a pensarem duas vezes antes de montar super times.

    E tá funcionando, cara. Nos últimos quatro anos, tivemos o máximo possível: oito times diferentes nas Finais. Quando foi a última vez que vimos isso? Eu não consigo lembrar de uma época com tanta imprevisibilidade.

    O que vocês acham? Preferem essa “paridade natural” que temos hoje ou sentem falta daquelas dinastias que dominavam por anos? Eu tô curtindo demais essa fase da liga, mas confesso que às vezes bate uma nostalgia dos Lakers do Kobe ou dos Warriors do Curry na época áurea.

    Uma coisa é certa: essas Finais entre Spurs e Knicks mostram que qualquer time pode chegar lá com o trabalho certo. E isso, meus amigos, é o que faz a NBA ser monstruosa.

  • Robinson volta! Knicks têm pivô na Final da NBA

    Robinson volta! Knicks têm pivô na Final da NBA

    Olha, eu não esperava isso acontecer tão rápido, mas o Mitchell Robinson vai jogar sim no Jogo 1 da Final da NBA contra o Spurs. O cara quebrou a mão direita — especificamente o osso do mindinho — depois da varrida nos Cavaliers na Final do Leste, fez cirurgia e tudo, mas tá liberado pra entrar em quadra.

    Sinceramente? Isso pode ser uma peça importante pro Knicks. Eu sei que o Robinson não é um All-Star, mas em uma Final da NBA cada rebote conta, cada enterrada conta. E convenhamos, 5.5 rebotes em apenas 14 minutos saindo do banco nos playoffs não é brincadeira.

    A corrida contra o tempo

    O Ian Begley da SNY falou na terça que o próprio Robinson tava pressionando pra voltar. Imagina a situação: você tá na sua primeira Final da NBA na carreira e fica de fora por causa de uma fratura na mão? Eu entendo a ansiedade do cara.

    Vi que ele fez alguns treinos em San Antonio usando uma proteção na mão direita. Deve ser estranho jogar assim, mas pelo menos não vai atrapalhar muito já que ele é destro mesmo. O importante é que conseguiu convencer os médicos de que dá pra ir.

    Peça no quebra-cabeças

    Números de Robinson nesses playoffs: 5.3 pontos, 5.5 rebotes e 0.6 tocos em 14 minutos. Não são números absurdos, mas olha o contexto — ele sai do banco e faz o trabalho sujo. Contra um time como o Spurs, que tem Wembanyama lá na frente, qualquer ajuda no garrafão é bem-vinda.

    E aí, vocês acham que ele aguenta uma Final inteira com a mão machucada? Eu tô curioso pra ver como vai ser. Uma coisa é treinar, outra é disputar rebote com o Victor Wembanyama na Final da NBA.

    Final da NBA com o Knicks depois de décadas… cara, só de escrever isso aqui já dá arrepio. Robinson voltando machucado só mostra o quanto essa oportunidade é especial. Vamos ver se ele consegue ajudar Nova York a buscar esse título histórico.

  • E se estivermos errados sobre tudo nas Finals? Spurs x Knicks

    E se estivermos errados sobre tudo nas Finals? Spurs x Knicks

    Olha, eu tô aqui pensando uma parada: e se a gente tá completamente errada sobre essas Finals da NBA? Spurs contra Knicks. Sério, quem diabos previu isso no início da temporada?

    O pessoal do RealGM Radio tocou numa questão que tá me tirando o sono — será que a gente tá subestimando San Antonio? Cara, o Wembanyama tem apenas 20 anos e já tá carregando um time pro título. Isso é absolutamente surreal. Quando foi a última vez que vimos um garoto dessa idade liderar uma franquia nas Finals?

    Wemby mudou tudo em San Antonio

    Na minha opinião, a gente ainda não processou direito o que esse moleque francês representa. Não é só sobre estatísticas — que já são monstruosas, por sinal. É sobre presença de quadra, liderança, capacidade de decidir jogos grandes. O Victor tem algo diferente, sabe?

    E os Spurs… mano, esses caras sabem o que fazem em playoffs. A cultura Popovich não some do nada. Mesmo com o Pop mais velho, a mentalidade vencedora continua lá.

    Knicks finalmente voltaram?

    Agora, falando dos Knicks — sinceramente, eu não esperava que eles chegassem até aqui. Depois daquela campanha no Leste, derrubando Boston e Miami, até eu tive que engolir o orgulho e reconhecer: esse time tem pegada.

    Jalen Brunson virou um monstro quando a coisa aperta. E o Julius Randle… cara, quando ele resolve jogar, é um problema sério pra qualquer defesa. Vocês acham que Nova York aguenta a pressão de estar nas Finals depois de tantos anos?

    Em quem confiar num jogo 7?

    Agora vem a pergunta de um milhão de dólares: se fosse um jogo 7 hoje, em quem vocês confiariam mais? Porque uma coisa é jogar bonito na temporada regular, outra é decidir quando tudo está em jogo.

    Wemby já mostrou que não se abala com pressão, mas Finals é outro nível. Brunson provou que tem sangue frio, mas será que consegue carregar um time inteiro nas costas quando a pressão subir?

    Olha, eu tô genuinamente curioso pra ver como essa história vai acabar. Porque se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que as Finals sempre reservam surpresas. Sempre.

    E vocês, o que acham? Quem leva essa? E mais importante: será que a gente realmente entende o que está rolando, ou estamos completamente perdidos nessa temporada maluca?

  • Knicks chegam nas Finais com vantagem absurda sobre os Spurs

    Knicks chegam nas Finais com vantagem absurda sobre os Spurs

    Mano, que vantagem brutal os Knicks vão ter nas Finais de 2026! O Brian Windhorst soltou uma estatística que deixa qualquer torcedor de Nova York empolgado — e qualquer fã dos Spurs preocupado.

    Durante o programa NBA Today da ESPN, direto de San Antonio, Windhorst revelou um dado que é simplesmente devastador: os Knicks jogaram QUATRO partidas a menos que os Spurs nos playoffs. Quatro! Isso é quase uma semana inteira de descanso extra.

    Números não mentem: vantagem histórica para quem descansa

    “Em algum momento dessa série, e talvez aconteça no final, talvez no começo, os Knicks jogaram quatro partidas a menos que os Spurs”, explicou Windhorst. E aí vem a parte mais louca da história: quando um time que varreu suas séries enfrenta outro que foi até o jogo 7, o time descansado tem um retrospecto de 20-4.

    Vinte vitórias em 24 confrontos. Isso é 83% de aproveitamento, gente! E adivinha? Os próprios Knicks acabaram de contribuir pra essa estatística na série passada, quando eram o 19-4.

    Olha, eu sei que dá pra questionar essa estatística (Windhorst mesmo admite que rolam uns asteriscos aí). A Conferência Oeste foi bem mais competitiva que a Leste esse ano, sem dúvida. Mas números são números, né? E eles favorecem completamente Nova York.

    Como os Knicks chegaram nessa situação privilegiada

    A fórmula foi simples: destruição total. Varreram os 76ers em 4-0, depois fizeram a mesma coisa com os Cavaliers. Resultado? Chegam nas Finais com 11 vitórias consecutivas e pernas fresquinhas.

    Enquanto isso, os Spurs tiveram que suar sangue pra eliminar o atual campeão Oklahoma City Thunder no jogo 7. Imagina o desgaste físico e mental disso? (Ainda mais depois daquele jogaço insano que foi a decisão)

    A questão agora é saber se San Antonio consegue manter o ritmo alucinante que mostrou contra o Thunder, ou se o cansaço vai cobrar a conta. Porque sinceramente, jogar contra um time descansado é punk demais.

    Vocês acham que essa vantagem do descanso vai fazer a diferença real na série? Ou os Spurs ainda tão com aquele fogo do jogo 7 e podem surpreender? A resposta vem na quarta-feira, no jogo 1. E cara, mal posso esperar!

  • A fome de NY: o que um título dos Knicks significaria pra cidade

    A fome de NY: o que um título dos Knicks significaria pra cidade

    Cara, vocês têm noção do que tá rolando em Nova York? A cidade inteira tá respirando basquete. Os Knicks estão a quatro vitórias de quebrar um jejum que já dura décadas, e todo mundo — desde o Aaron Judge dos Yankees até a dona de casa no Brooklyn — tá vivendo isso como se fosse questão de vida ou morte.

    E olha, eu entendo perfeitamente. Imaginem o que seria pro torcedor brasileiro se o Flamengo nunca mais tivesse ganhado um Brasileirão desde os anos 70. É mais ou menos isso que os fãs dos Knicks vivem há 53 anos.

    Quando uma cidade inteira para

    O que mais me impressiona nas declarações que estão saindo por aí é como todo mundo se uniu em torno dessa campanha. O Aaron Judge, capitão dos Yankees, falou uma parada que me pegou: “Quando os Knicks vão bem, isso ajuda a gente aqui no Estádio também”. Mano, é isso aí — quando um time grande da cidade vai bem, toda a energia da metrópole muda.

    Mas a história que mais me emocionou foi da Shukura Gardner-Petrus. O pai dela morreu logo antes do Dia das Mães, estava acompanhando essas finais e dizendo “meus meninos vão conseguir”, mas não pôde ver. Agora ela tá vivendo cada jogo como se fosse uma homenagem pra ele. Sinceramente, isso aí não tem preço.

    A pressão de 53 anos

    Rick Pitino, técnico de St. John’s, lembrou dos títulos de 1970 e 1973 — época em que ele era moleque nas ruas de NY. O cara viveu aquela magia e sabe o que significa. E falou uma coisa interessante sobre o Jalen Brunson: “não se preocupem com ele ser do Second Team, ele é o melhor jogador da liga este ano”.

    Eu concordo com o Pitino. O Brunson tá jogando um basquete absurdo, carregando esse time nas costas. E o OG Anunoby na defesa? Monstro total. Essa dupla tá fazendo a diferença quando mais importa.

    Victor Cruz, que ganhou o Super Bowl com os Giants, comparou um possível título dos Knicks com o nascimento do filho dele. Pesado, né? “É uma experiência que eu nunca vou esquecer”, disse. E olha que o cara sabe o que é ganhar título grande em Nova York.

    O poder de unir uma metrópole

    Uma coisa que me chama atenção é como esse time conseguiu juntar gente que normalmente não se fala. O próprio Cruz mencionou isso: “traz fãs de todas as caminhadas da vida”. Em uma cidade dividida como Nova York, isso não é pouca coisa.

    Dan McCabe, diretor de uma escola, falou que pros alunos dele isso é “uma aula sobre resistência”. E realmente é. Quantas vezes esses caras não chegaram perto e frustraram? Quantas temporadas não terminaram em decepção?

    Mas 2026 parece diferente. A energia tá diferente. Até o técnico dos Mets, Carlos Mendoza, tá de olho: “A cidade inteira, os Mets, todo mundo tá com vocês”.

    E aí, vocês acham que finalmente chegou a hora? Quatro vitórias. Só isso. Entre os Knicks e a história. Eu, particularmente, tô torcendo pra que aconteça — essa fome toda merece ser saciada.

  • Famosos revelam superstições bizarras como fãs dos Knicks

    Famosos revelam superstições bizarras como fãs dos Knicks

    Olha só que coisa mais maluca: tem celebridade que nem quis falar com a imprensa sobre os Knicks por superstição. Mas alguns corajosos abriram o jogo sobre o que fazem pra torcer pelo time de Nova York — e cara, tem cada história…

    Tracy Morgan tá confiante demais

    O cara do “30 Rock” simplesmente acredita que os Knicks vão ser campeões. “Não acredito que nenhum time da Costa Oeste consegue lidar com a gente”, disse Morgan. Sério, eu admiro essa confiança cega.

    O momento favorito dele? O lendário Jogo 1 dos playoffs contra os Cavs. Mas ele mesmo admite que isso pode mudar “porque talvez a gente ganhe um campeonato e esse vai ser o maior momento”. Sentado na Celebrity Row, ele sentiu toda a energia do Madison Square Garden: “Era fogo puro”.

    E mesmo quando perdeu pra Indiana no ano passado — que dor foi aquela —, o cara manteve o otimismo. “Eu me recuperei. Só pensei: ‘sempre tem o ano que vem’. Agora olha onde estamos!”

    Michael Imperioli e a paixão de família

    O Silvio dos “Sopranos” começou a amar os Knicks assistindo jogos nas arquibancadas mais altas com o pai. Agora ele senta bem mais perto da ação e chama o Jogo 1 das finais da Conferência Leste de “o jogo mais elétrico de qualquer esporte que já assisti”.

    A história mais absurda? Em 2000, ele literalmente voou no avião do time com o ator Chazz Palminteri para Detroit tentar convencer o Grant Hill a jogar em NY. Não deu certo, mas criou uma relação duradoura com o time. “O maior privilégio de celebridade em todo o showbiz é fazer parte dessa família do MSG”, ele disse.

    Emmy Rossum e o boné sagrado do John Starks

    “Cresci na cidade. Honestamente não me lembro de não ser fã dos Knicks”, disse a atriz. E aqui vem a superstição mais bizarra de todas: ela tem um boné autografado do John Starks que NUNCA foi lavado. “Ninguém põe esse boné na máquina!”, ela avisa.

    John Starks era o favorito dela nos anos 90 — e sinceramente, quem não amava aquele cara? “Sua paixão e intensidade. Me identifiquei muito com ele quando criança.” Agora ela é completamente apaixonada pelo Jalen Brunson: “Ele é o pulso do time. Sempre calmo, nunca com pressa, tem uma elegância e sempre entrega”.

    Mas não peça pra ela fazer previsões: “Sou supersticiosa demais pra fazer qualquer previsão. LGK!” (Let’s Go Knicks, óbvio).

    Matthew Modine e a mudança de vida

    O cara de “Nascido Para Matar” se mudou pra Nova York no final dos anos 70 vindo de Utah — onde não tinha time profissional nenhum. “Foi um sonho realizado ir ao Garden e ver os Knicks”.

    Momento favorito? A jogada de 4 pontos do Larry Johnson no Jogo 3 das finais da Conferência Leste de 99. Mas atualmente ele tá apaixonado pelo Josh Hart: “Quando esse cara sorri, ilumina o Garden inteiro”.

    E aí, vocês têm superstições bizarras quando torcem pro time de vocês? Porque essa história do boné do John Starks me deixou pensando… talvez eu devesse parar de lavar a minha camisa da sorte também!