Tag: alemão NBA

  • Silver assume que é ansioso e paranóico para comandar a NBA

    Silver assume que é ansioso e paranóico para comandar a NBA

    Cara, o Adam Silver não tenta fingir que é o cara mais zen do mundo. Pelo contrário — ele assume na lata que é ansioso, paranóico e que fica monitorando críticas nas redes sociais igual corretor acompanhando a bolsa de valores. E sabe de uma coisa? Ele acha que isso é necessário.

    “Tem muita coisa vindo na nossa direção o tempo todo, e acho que há muito com o que se preocupar”, disse Silver numa entrevista pra The Atlantic. “Acho que manter um estado de leve paranoia é necessário.”

    Olha, eu respeito essa honestidade. Quantos chefões por aí fingem que está tudo controlado quando na real estão surtando por dentro?

    A diferença entre Silver e David Stern é gritante

    O perfil mostra como Silver é o oposto total do David Stern. O cara que comandou a NBA por décadas era barulhento, brigão, topava ser o vilão da história pra gerar buzz. Lembram dele suspendendo galera, brigando com todo mundo? Era o estilo dele.

    Silver é diplomata. Trata os jogadores como parceiros, não como funcionários rebeldes. E funciona — a receita da liga saltou de 3-4 bilhões na última década do Stern pra 14,3 bilhões projetados nesta temporada. Monstro, né?

    Mas aqui vem a parte mais interessante: segundo uma fonte próxima, os funcionários da liga ficaram tão cansados do jeito neurótico do Silver que comemoraram quando as duas filhas dele nasceram em 2015. O cara tinha 53 anos quando casou, e aparentemente virou pai trouxe um pouco de equilíbrio pra vida dele.

    “É importante demais pra você ser querido”

    Silver lembra que Stern sempre alertava ele: “É importante demais pra você ser querido.” E era verdade. Onde Stern adorava conflito e provocação, Silver prefere expansão comercial e diplomacia.

    Sinceramente? Acho que cada era pede um tipo de liderança. Stern construiu a NBA moderna sendo o cara durão. Silver está expandindo ela sendo o cara que negocia, que escuta, que admite quando está ansioso.

    “Se fosse necessário mais um showman neste momento, eu provavelmente não seria o cara certo pro trabalho”, disse Silver. “Talvez o David tenha reconhecido isso.”

    E vocês, o que acham? Preferem o estilo mais diplomático do Silver ou sentiam falta da pegada mais agressiva do Stern? Eu acho que cada momento tem sua liderança ideal — e os números mostram que o Silver tá acertando na mosca.

  • Técnico dos Spurs detona arbitragem e defende Wembanyama

    Técnico dos Spurs detona arbitragem e defende Wembanyama

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi o Mitch Johnson falando sobre a expulsão do Wembanyama ontem, pensei: finalmente alguém teve coragem de falar a real.

    O técnico dos Spurs não engoliu seco a expulsão do Victor na derrota para o Minnesota. E sinceramente? Ele tá coberto de razão. O francesão levou um Flagrant 2 por acertar o Naz Reid com o cotovelo na cara/pescoço, mas o contexto é que os Wolves estavam metendo o pau no menino o jogo inteiro.

    “Se não protegem, ele vai ter que se proteger”

    A frase que mais me chamou atenção foi quando Johnson disse que “se as pessoas que controlam o jogo não protegerem a fisicalidade, então em algum momento ele vai ter que se proteger”. Mano, isso aí é quase uma declaração de guerra contra a arbitragem.

    E não é exagero não. Qualquer um que acompanha a NBA sabe que jogadores altos e habilidosos como o Wemby sempre apanham mais. Lembra do que faziam com o Shaq? Com o LeBron no início da carreira? É sempre a mesma história.

    Suspensão seria “ridícula”

    Johnson ainda foi além e disse que seria “ridículo” se o Victor fosse suspenso pelo lance. Na visão dele, não teve intenção nenhuma de machucar o Reid. E olhando o lance (porque eu assisti umas cinco vezes), realmente parece mais um movimento natural de proteção do que uma jogada suja.

    Vocês acham que a liga vai mesmo suspender o cara? Porque se fizer isso, vai estar mandando um recado bem claro: que é mais fácil punir quem se defende do que controlar quem agride primeiro.

    O Wembanyama já mostrou que não é moleque — ele sabe jogar duro quando precisa. Mas se a arbitragem não fizer o trabalho dela de proteger os jogadores, aí as coisas podem ficar feias mesmo. E ninguém quer ver o maior talento da nova geração se machucando por causa de descaso dos árbitros, né?

  • VJ Edgecombe é o futuro dos Sixers e já tem Embiid falando grosso

    VJ Edgecombe é o futuro dos Sixers e já tem Embiid falando grosso

    Olha, eu sei que é estranho falar de futuro brilhante depois de levar uma vassourada dos Knicks nos playoffs, mas cara… o que o VJ Edgecombe mostrou na sua temporada de calouro foi simplesmente absurdo.

    O moleque de 20 anos fechou a temporada regular com médias de 16 pontos, 5.6 rebotes e 4.2 assistências, acertando 43% dos arremessos de quadra e 35% das bolas de três. Nos playoffs? 14 pontos por jogo em 11 partidas. Para um rookie, isso é coisa de monstro mesmo.

    Embiid já vê o sucessor

    E quem tá mais empolgado com tudo isso é o próprio Joel Embiid. Na entrevista pós-eliminação, o cara não conseguia parar de falar do VJ:

    “VJ é o próximo da fila. Philly conseguiu um cara especial nele. Ele é O cara. Tô falando pra vocês, esse moleque é diferente e isso foi só o primeiro ano. O segundo vai ser melhor, o terceiro melhor ainda.”

    Embiid ainda chamou ele de “monstro” depois. Vindo de quem vem, isso não é pouca coisa não.

    E sabe o que mais me impressiona? A humildade do garoto. Quando perguntaram sobre os elogios do Embiid, VJ respondeu na moral: “É ótimo ouvir isso, mas o trabalho tem que ser feito. Preciso continuar trabalhando duro.”

    Maxey reconhece o próprio reflexo

    Tyrese Maxey, que passou pelo mesmo processo há alguns anos, tá vendo a própria história se repetir:

    “Tipo dois, três anos atrás eu sentei aqui com Joel e com James Harden, e eles viram algo em mim. Acho que tô ficando velho agora, porque tô aqui sentado com o VJ e fico feliz em fazer parte da jornada dele.”

    É interessante ver como esses caras mais experientes abraçam os rookies. Paul George também entrou na jogada, ajudando principalmente na defesa e destacando como foi importante o VJ ter essa experiência completa de playoffs logo no primeiro ano.

    Sinceramente? Acho que os Sixers acertaram em cheio nessa escolha. Claro, ser eliminado na segunda rodada dói pra caramba, mas ter um cara de 20 anos já produzindo desse jeito… isso não é normal não.

    VJ já tem uma lista do que quer melhorar: controle de bola, arremesso (principalmente de três), e a mentalidade dele é perfeita. “Vou pra academia e vou melhorar. No ano que vem, nenhum time vai me deixar livre, pode ter certeza.”

    E vocês, acham que ele consegue dar o salto no segundo ano? Porque pelo que tô vendo, os veteranos do time já tão apostando todas as fichas nele.

  • LaMelo Ball é pai! Filho segue tradição da família com nome LaOne

    LaMelo Ball é pai! Filho segue tradição da família com nome LaOne

    Gente, que notícia! LaMelo Ball acabou de anunciar que virou pai em janeiro e só contou pra gente agora no Dia das Mães. O armador do Charlotte Hornets teve um filho com a modelo Ana Montana, e adivinha só… o nome é LaOne. Sim, continuando a tradição da família Ball com os nomes começados em “La”.

    Cara, essa família é mesmo diferenciada. O pai LaVar Ball já tinha criado esse padrão com LaMelo, Lonzo e LiAngelo — todos com esse “La” na frente. E agora o LaOne entra na dinastia. Sinceramente, eu acho genial essa identidade visual que a família criou, né?

    A chegada do LaOne

    O casal fez o anúncio oficial numa matéria da revista People, e não vou mentir — as fotos são lindas demais. Eles só mostraram as perninhas do bebê, mas o detalhe que me chamou atenção foi ele já usando uma versão infantil do tênis do pai, o Puma MB.01. Monstro já nasce estiloso!

    “Dar as boas-vindas ao LaOne mudou nossos corações da melhor forma possível”, disseram os pais em comunicado conjunto. “A família sempre significou tudo para nós, mas nos tornar pais nos deu uma perspectiva completamente nova sobre amor, propósito e legado.”

    Muito além do basquete

    Mas olha que legal: junto com o anúncio, o casal revelou que está criando uma organização sem fins lucrativos chamada “I Am Fertility”. A ideia é ajudar famílias que querem ter filhos através de fertilização in vitro e outros tratamentos. Ana Montana revelou que concebeu LaOne através de FIV e quer ajudar outras mulheres que passam por isso.

    “Em um momento da minha jornada de FIV, me senti sobrecarregada, emocional, isolada e sem saber onde procurar ajuda”, contou ela. A organização vai dar $5.000 para duas famílias por ano ajudarem com os tratamentos. Cara, que atitude incrível, né?

    E pra fechar com chave de ouro: no mesmo dia do anúncio, os Hornets ganharam a 14ª pick no draft da NBA. Coincidência? Talvez seja sorte de pai novo mesmo! O que vocês acham — o LaOne vai seguir os passos do pai e dos tios no basquete?

  • Com Kerr ficando, Draymond Green deve mesmo continuar nos Warriors

    Com Kerr ficando, Draymond Green deve mesmo continuar nos Warriors

    Olha, quando o Steve Kerr renovou por mais dois anos com o Golden State Warriors, eu já imaginava que isso ia mexer com outras peças do quebra-cabeça. E não é que tá acontecendo exatamente o que eu pensei? O Draymond Green agora tem muito mais chances de ficar na baía.

    A situação é a seguinte: Green tem uma opção de jogador de US$ 27,7 milhões para a próxima temporada. Até o dia 29 de junho ele precisa decidir se fica com essa grana garantida ou se vira agente livre irrestrito. Mas aqui entre nós — com Kerr confirmado, seria loucura ele sair, né?

    A química Kerr-Green é real demais

    Cara, quem acompanha a NBA sabe que a relação entre esses dois é especial. O próprio Kerr trata o Draymond como um técnico assistente dentro de quadra. É aquele tipo de liderança que você não encontra em qualquer lugar.

    E vamos combinar: Green pode ser chatão às vezes (quem nunca se irritou com as discussões dele com os árbitros?), mas o cara é um defensor de elite. Ainda. Mesmo aos 34 anos, ele continua sendo aquele cara que consegue defender do pivot até o armador, fazer a defesa funcionar e ainda distribuir umas assistências absurdas.

    O jogo do dinheiro

    Agora, a parte interessante é que os Warriors podem tentar convencer o Green a recusar a opção dele e assinar um novo contrato. Imagina só: menos dinheiro por ano, mas mais anos garantidos. Para um cara da idade dele, faz todo sentido, não acham?

    Fontes do time já deixaram claro que não têm nenhum plano de trocar o Draymond ou dar um pé na bunda dele. Sinceramente, eu acho que seria burrice. O cara já ganhou quatro títulos com essa camisa, conhece o sistema como ninguém, e ainda tem lenha para queimar.

    O que vocês acham? Green fica mesmo ou vai tentar a sorte em outro lugar? Na minha visão, com Curry ainda jogando em alto nível e Kerr confirmado, seria maluco ele não querer fazer parte dessa última dança dos Warriors.

  • J.R. Smith quer ser diretor atlético após se formar aos 38 anos

    J.R. Smith quer ser diretor atlético após se formar aos 38 anos

    Cara, o J.R. Smith não para de me surpreender. Depois de toda aquela jornada maluca na faculdade — que virou até documentário da Amazon —, o cara se formou na North Carolina A&T e já tá de olho numa meta que eu sinceramente não esperava: ele quer ser diretor atlético da própria universidade.

    Olha, quando o Smith decidiu voltar pra universidade aos 35 anos, muita gente achou que era só uma fase. Mas o maluco levou a sério mesmo. Se formou agora aos 38 e já tá pensando grande. “Quero continuar melhorando no entendimento e sendo uma pessoa de maior intelecto”, disse ele pra ESPN.

    Da NBA pro escritório da reitoria

    A ideia dele não é tão maluca quanto parece. O Smith tem experiência de sobra no esporte — dois títulos da NBA, mais de 15 anos de liga. “Sinto que tenho muito conhecimento nos jogos e nos esportes, e em como construir equipes realmente boas”, falou.

    E olha o timing: o diretor atlético atual, Earl Hilton III, anunciou aposentadoria depois de 15 anos no cargo. Ou seja, a vaga tá aí. Durante a gestão do Hilton, o programa de futebol americano da North Carolina A&T ganhou 4 Celebration Bowls, incluindo três seguidos de 2017 a 2019. Não é pouca coisa.

    Do banco da faculdade pro comando

    Vocês lembram dessa história toda, né? Em 2021, o Smith se matriculou como estudante “não-tradicional” (traduzindo: veterano de 35 anos no meio da galera de 18) e entrou pro time de golfe da universidade. Virou figura conhecida no campus — tanto que o LeBron e o Maverick Carter fizeram um documentário sobre isso, “Redefined: J.R. Smith”.

    “Quero ver a juventude se formar. Quero ver esses jovens prosperarem e se tornarem pessoas incríveis. Acho que há tantas mentes inteligentes lá”, disse o Smith. E olha, não vou mentir — depois de ver a transformação que ele passou, começou estudando de verdade, levando a sério… talvez ele tenha mesmo o perfil pra liderar.

    Claro, pular de ex-jogador recém-formado direto pra diretor atlético é um salto gigantesco. Mas quem diria que o cara que já foi suspenso por jogar uma tigela de sopa no técnico ia virar exemplo de dedicação acadêmica? O Smith já provou que sabe se reinventar. E aí, vocês acham que ele consegue essa?

  • Kerr fica! Por que renovar com o técnico foi a única saída dos Warriors

    Kerr fica! Por que renovar com o técnico foi a única saída dos Warriors

    Cara, os Warriors fizeram o óbvio — e era isso mesmo que tinha que ser feito. Steve Kerr renovado por mais dois anos, continuando como o técnico mais bem pago da liga. E olha, mesmo com todos os perrengues dos últimos anos, não tinha outra escolha melhor.

    Vou ser sincero com vocês: a relação entre Kerr e a diretoria não tava das melhores. Teve atrito sobre o Jonathan Kuminga, sobre esse papo de “duas linhas do tempo” que a galera tanto fala, e até sobre o estilo de jogo do time. Mas e daí? Qual era a alternativa?

    Quem diabos ia substituir o cara?

    Não tem ninguém disponível no mercado que chegue perto do currículo do Kerr. Quatro títulos da NBA, quarto técnico mais rápido da história a chegar nas 600 vitórias… O cara simplesmente sabe treinar basquete, mano.

    E olhem os exemplos recentes: aquela série contra o Houston nos playoffs — por mais que o Curry e o Thompson tenham jogado demais, quem ganhou aquilo foi o esquema tático do Kerr. Quando o Curry se machucou em janeiro, ele tirou leite de pedra desse elenco, fez o Podziemski e o Gui Santos evoluírem absurdamente.

    Ah, e o trabalho psicológico com o Draymond? Monstro. Todo mundo sabe que o Green tá em declínio, num time que não vai brigar por título, e Kerr conseguiu manter ele focado na temporada inteira. Isso é manejo de vestiário de altíssimo nível.

    Curry, Green e toda a panela querem ele lá

    Depois da eliminação no play-in, o próprio Curry falou: “Quero que o técnico esteja feliz, que acredite que é o cara certo pro trabalho”. O Draymond nem quis cogitar a possibilidade de não jogar mais sob comando do Kerr.

    Vocês acham que os Warriors iam contrariar os dois caras mais importantes da franquia? Claro que não.

    Joe Lacob, o dono, teve várias reuniões com Kerr nas últimas semanas e chegaram num acordo bom pra todo mundo. Dois anos de contrato, salário mais alto da liga para técnico. É investimento em estabilidade quando tudo tá meio caótico.

    A dinastia tá acabando, mas ainda dá pra aproveitar

    Vamos combinar uma coisa: os Warriors sabem que a festa tá chegando ao fim. O Curry não é eterno, o Green já não é mais aquele monstro defensivo, e o time precisa se reinventar.

    Mas é exatamente por isso que manter o Kerr faz sentido. O cara conhece essa organização de cabo a rabo, tem respeito da mídia, dos jogadores e da torcida. É o tipo de figura unificadora que você quer quando a coisa aperta.

    Ainda tem pergunta sem resposta, né? O que fazer com a pick da loteria que eles vão ter, como resolver os problemas ofensivos, se o Draymond vai exercer a opção de jogador… Mas pelo menos agora eles têm estabilidade no comando técnico.

    Na minha visão, foi a decisão mais sensata possível. E aí, vocês concordam ou acham que era hora de mudar mesmo?

  • Cooper Flagg curtindo férias com possível namorada nas Turks e Caicos

    Cooper Flagg curtindo férias com possível namorada nas Turks e Caicos

    Olha, depois de uma temporada de estreia absolutamente monstruosa na NBA, Cooper Flagg resolveu dar uma relaxada — e pelo jeito não tá sozinho nessa. O jovem craque dos Mavericks apareceu nas redes sociais curtindo as Turks e Caicos com quem parece ser sua nova namorada, Arianna Roberson.

    A galera percebeu a conexão quando os dois postaram fotos no mesmo lugar — aqueles balanços famosos sobre o mar em Noah’s Ark — no mesmo dia. Claro que eles foram espertos e não postaram foto juntos (ainda), mas qualquer um que acompanha as redes conseguiu ligar os pontos facilmente.

    Conexão Duke que pode ter virado romance

    A história faz todo sentido quando você para pra pensar. Arianna é pivô do time feminino de Duke e eles se conheceram quando eram calouros em 2024-25. Ou seja, rolou aquela química de campus mesmo. Ela, aliás, não é qualquer uma no basquete — irmã do ex-NBA Andre Roberson, que jogou principalmente no Thunder.

    Sinceramente? Acho massa ver o Cooper relaxando assim. O garoto de 19 anos teve uma pressão absurda na primeira temporada — foi pick número 1, virou Rookie of the Year e ainda entrou pra história ao lado do Michael Jordan como os únicos calouros a liderar o time em pontos, rebotes, assistências e roubos de bola.

    Números que impressionam, mas playoff que decepciona

    Falando em números, o que o Flagg fez em sua primeira temporada foi simplesmente absurdo: 21 pontos por jogo com 46% de aproveitamento, mais 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Estatísticas de veterano, não de calouro.

    Mas né, individual é uma coisa, coletivo é outra. Dallas ficou de fora dos playoffs pelo segundo ano consecutivo desde aquela final perdida em 2023-24. Deve ter sido frustrante pra ele, mas pelo menos agora tá aproveitando as férias bem merecidas.

    E aí, vocês acham que essa parceria Duke vai dar certo? Eu sempre torço pelos casais que se conheceram na faculdade — tem algo de especial nisso, né?

  • Steve Kerr renovando? Tudo por causa do Curry mesmo

    Steve Kerr renovando? Tudo por causa do Curry mesmo

    Galera, saiu a notícia que o Steve Kerr renovou por mais dois anos com os Warriors. E sinceramente? A motivação por trás disso é até meio romântica.

    O técnico ficou um ano inteiro se questionando se 12 temporadas no comando não seriam suficiente. Cara, imagina a cabeça do homem — 100 milhões de dólares no bolso, quatro anéis, vaga garantida no Hall da Fama. Qualquer um pensaria em aposentar o apito, né?

    “Nunca vou abandonar o Steph”

    Mas aí que tá o lance. Em dezembro passado, Kerr foi direto ao ponto: “Eu nunca vou deixar o Steph Curry”. E cara, parece que ele estava falando sério mesmo.

    Depois da eliminação nos play-ins (que dor), Kerr deixou claro que o Curry é peça fundamental na decisão dele. “Não quero me afastar do Steph”, disse em abril. É como se fosse um casamento profissional que nenhum dos dois quer terminar.

    Olha, eu entendo completamente. Você constrói uma parceria de 12 anos, ganha quatro títulos juntos, e de repente vai embora? Seria meio como um divórcio depois de uma união próspera. O Kerr mesmo admitiu que seria difícil lidar com esse tipo de separação.

    Curry ainda é um monstro

    E não é só sentimentalismo não. O cara de 38 anos ainda mete 35 pontos em 36 minutos, como fez contra os Clippers nos play-ins. Sete bolas de três! O maluco tá voando pela quadra mais que qualquer um na liga.

    “O Steph ainda tem tudo”, disse Kerr depois daquela partida. “Você viu na outra noite. Ele ainda consegue fazer isso.” E realmente, ver o Curry jogando daquele jeito com quase 40 anos é de arrepiar.

    Sinceramente acho que o Kerr tá certo. Por que você largaria um cara que ainda joga desse jeito? É diferente do LeBron ou do Durant — o Steph ainda corre igual um jovem, sai de tela que é uma loucura.

    Mas e o resto do time?

    Agora a real: só o Curry não ganha campeonato. Os Warriors mal conseguiram ficar entre os seis melhores do Oeste na temporada passada. E olhando os playoffs atuais, fica claro que eles precisam de reforços pesados.

    O Kerr sabe disso. Joe Lacob e Mike Dunleavy vão ter que fazer umas jogadas no mercado se quiserem que essa renovação valha a pena. Porque técnico bom eles já têm, craque também — falta o elenco de apoio.

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem montar um time competitivo pro Curry e Kerr tentarem mais um título? Ou essa renovação é mais sobre não querer se separar de uma parceria histórica?

    Uma coisa é certa: enquanto o Curry estiver jogando nesse nível absurdo, o Kerr vai estar lá do lado da quadra. E olha, como fã de basquete, eu não reclamo não. Essa dupla ainda pode aprontar muito.

  • Ingram opera o calcanhar e promete voltar com tudo pros Raptors

    Ingram opera o calcanhar e promete voltar com tudo pros Raptors

    Brandon Ingram passou pela faca. O astro dos Raptors fez uma cirurgia no calcanhar direito e, sinceramente, era algo que já estava incomodando há um tempão.

    A equipe canadense confirmou que o cara removeu um esporão no calcanhar — aquela parada chata que fica cutucando e deixa qualquer um maluco de dor. A cirurgia foi feita pelo Dr. Martin O’Malley em Nova York, no Hospital for Special Surgery (que é tipo o Sírio-Libanês da NBA, só que pra osso).

    O que rolou nos playoffs?

    Olha, deu pra perceber que o Ingram não estava 100% na pós-temporada. O cara que fez média de 21.5 pontos na temporada regular despencou pra apenas 12 pontos por jogo contra os Cavaliers. E aquele aproveitamento de 32.8% nos arremessos? Doeu até em mim vendo.

    Teve um lampejo no Jogo 4 — 23 pontos numa vitória importante — mas no geral ficou claro que algo estava errado. Jogar apenas cinco dos sete jogos da série também não ajudou nada.

    Agora faz sentido, né? Imagina tentar fazer aquelas arrancadas explosivas dele com um esporão cutucando o calcanhar a cada passada. Deve ter sido um inferno.

    E agora, volta quando?

    A boa notícia é que os médicos estão otimistas. A expectativa é que ele esteja 100% recuperado pro training camp em setembro. Ou seja, temporada que vem ele volta com tudo — sem dor, sem limitação.

    E olha, precisava mesmo. Os Raptors têm ainda dois anos e US$ 81.9 milhões investidos nele. É muito dinheiro pra deixar um cara jogar mancando por aí.

    Vocês acham que ele consegue voltar ao nível de All-Star que mostrou na temporada regular? Eu tô confiante. Sem dor no calcanhar, o Ingram é um problema sério pra qualquer defesa da liga.