Tag: alemão NBA

  • Kerr fica! Warriors renovam com técnico por mais 2 anos

    Kerr fica! Warriors renovam com técnico por mais 2 anos

    Galera, aconteceu o que eu não esperava mais: Steve Kerr vai continuar no comando dos Warriors! O técnico acabou de assinar um contrato de dois anos com Golden State, mantendo-se como o treinador mais bem pago da liga.

    Olha, depois da temporada decepcionante que os Warriors tiveram — apenas 37 vitórias e eliminação no play-in —, o clima era de que Kerr ia vazar. Todo mundo achava que era hora de mudança, especialmente com o time planejando a era pós-Curry (que tá com 38 anos e perdeu 39 jogos na última temporada por problemas no joelho).

    Por que ele decidiu ficar?

    A resposta é simples: Curry e Draymond Green. Em entrevista, Kerr disse que não conseguia abandonar esses caras. E sinceramente? Eu entendo completamente. Depois de quatro títulos juntos e 12 anos de parceria, deve ser difícil mesmo sair de uma dinastia assim.

    O Draymond foi direto ao ponto depois da eliminação pros Suns: “Espero que ele seja nosso técnico ano que vem… Tivemos muita sorte de ter o Steve como técnico por 12 anos.” Cara, isso aí é lealdade pura.

    E agora, o que vem por aí?

    Bom, com Kerr garantido, a próxima missão é renovar com Curry — que também está no último ano de contrato. Mas vamos ser realistas aqui: esse time precisa de uma reformulação urgente. Golden State como está hoje é velho e pouco atlético.

    O Curry aos 38 anos ainda é um monstro, mas o corpo já não aguenta 82 jogos. E o resto do elenco? Precisa de sangue novo, principalmente considerando que nos últimos quatro anos (desde o último título), os Warriors ou ficaram fora dos playoffs ou caíram no segundo round.

    Com o Draft Lottery rolando no domingo, os Warriors vão ter que começar a reconstruir esse roster — e não só pensando na próxima temporada com Curry, mas no futuro da franquia.

    Vocês acham que Kerr consegue mais um título com essa geração? Ou será que é hora mesmo de passar o bastão? Com um currículo de 604-353 na temporada regular e quatro anéis, o cara já provou seu valor. Agora é ver se consegue um milagre com esse time envelhecido.

  • Steve Kerr renova com Warriors por mais 2 anos – aposentadoria fica pra depois

    Steve Kerr renova com Warriors por mais 2 anos – aposentadoria fica pra depois

    Olha, eu confesso que achei que o Steve Kerr ia pendurar as chuteiras depois dessa última temporada meio morna dos Warriors. Mas não — o cara acaba de renovar por mais dois anos com Golden State e vai continuar sendo o técnico mais bem pago da NBA.

    Aos 60 anos, Kerr claramente ainda tem fogo no rabo pra continuar comandando a franquia que ele transformou numa dinastia. E sinceramente? Faz todo sentido. Quatro títulos desde 2014-15 não é brincadeira, mesmo que os últimos anos tenham sido meio decepcionantes.

    O contrato que mantém tudo na família

    A renovação por dois anos significa que Kerr vai poder treinar o Steph Curry por pelo menos mais uma temporada completa — já que o Baby Faced Assassin tem contrato até 2026-27. Essa dupla simplesmente não pode se separar ainda, né não?

    O valor exato do novo contrato não foi divulgado, mas a ESPN confirmou que Kerr vai continuar sendo o técnico mais bem pago da liga. Na temporada passada, ele embolsou US$ 17,5 milhões. Monstro, né? Mas convenhamos, com quatro anéis no currículo, o cara merece.

    Entre altos e baixos, ainda é referência

    Não vou mentir — os Warriors perderam um pouco do brilho nos últimos anos. Ficaram fora dos playoffs em duas das últimas três temporadas, coisa que ninguém imaginava acontecer com essa geração dourada. Mas cara, 957 vitórias em 604 derrotas na carreira? Oito aparições nos playoffs em 12 temporadas?

    Esses números não mentem. Kerr construiu algo especial em San Francisco, e mesmo com o time envelhecendo, ainda tem muito a oferecer. O cara estudou na escola do Phil Jackson como jogador e absorveu tudo — sabe como lidar com estrelas e como manter um vestiário unido.

    E aí, vocês acham que Kerr consegue levar os Warriors de volta ao topo? Ou essa renovação é só pra dar uma última chance pro core histórico do time? Uma coisa é certa: com Curry ainda jogando em alto nível e Kerr comandando, nunca dá pra descartar Golden State completamente.

  • Kerr renova com os Warriors por mais 2 anos como técnico mais bem pago da NBA

    Kerr renova com os Warriors por mais 2 anos como técnico mais bem pago da NBA

    Steve Kerr vai continuar na Golden State por mais duas temporadas! O técnico que transformou os Warriors numa dinastia assinou renovação até 2027 e, pasmem, vai se manter como o treinador mais bem pago da NBA inteira.

    Olha, eu não tô nem um pouco surpreso com essa renovação. O cara simplesmente entregou 4 títulos em 10 anos — incluindo aquela campanha absurda de 2015-16 com 67 vitórias na temporada regular. Quem larga um currículo desses?

    A dinastia que mudou o basquete

    Lembram quando Kerr chegou em 2014? Era seu primeiro trabalho como técnico principal e o Warriors não ganhava nada há décadas. Aí o monstro chega e revoluciona o jogo com aquele basquete de 3 pontos que todo mundo copia hoje.

    Cinco finais consecutivas de 2015 a 2019. Quatro títulos. Aquele time do Curry, Klay, Draymond e Durant (quando ele tava lá) simplesmente dominava todo mundo. Era absurdo de assistir — e olha que eu torcia contra na maioria das vezes!

    Depois veio aquela seca de dois anos fora dos playoffs quando o Klay se machucou, mas em 2022 eles voltaram por cima. Curry finalmente ganhou o MVP das Finais que tanto mereceu.

    E agora, o que esperar?

    A situação é interessante: o contrato do Kerr vai um ano além dos contratos do Curry, Draymond e… espera, Jimmy Butler? Acho que rolou uma confusão no texto original aí, deve ser o Klay Thompson mesmo.

    De qualquer forma, a expectativa é que Curry e Draymond também renovem pra ficar além desta temporada. Faz sentido — esses caras construíram algo especial juntos e ninguém quer ver essa parceria acabar de qualquer jeito.

    Sinceramente? Acho que os Warriors ainda têm gás pra mais uma ou duas campanhas sérias. O Curry continua absurdo (aquele arremesso de 3 não envelhece), e com o Kerr comandando, sempre pode rolar uma surpresa.

    Vocês acham que esse time consegue mais um título antes do Curry pendurar as chuteiras? Eu tô na torcida — seria lindo ver o Chef levantar mais uma taça em casa.

  • Wemby destruiu tudo: 39 pontos e Spurs abrem 2-1 nos playoffs

    Wemby destruiu tudo: 39 pontos e Spurs abrem 2-1 nos playoffs

    Cara, que noitada do Wembanyama! O francês simplesmente resolveu mostrar por que é considerado o futuro da NBA. 39 pontos, 15 rebotes e 5 tocos numa vitória por 115-108 sobre os Timberwolves em Minnesota. Os Spurs agora lideram a série por 2-1 e, sinceramente, depois dessa performance absurda do Wemby, eu tô começando a acreditar que San Antonio pode ir longe nestes playoffs.

    Foi daqueles jogos que a gente vai lembrar pra sempre. O garoto de 2,21m jogou como um veterano de 10 anos de NBA, dominando dos dois lados da quadra. Atacou no garrafão, acertou de três (3/5, nada mal!), fez enterradas monstruosas e ainda protegeu o aro como se fosse dono dele. E olha que os Wolves tentaram de tudo — seguraram, empurraram, fizeram de tudo pra tirar ele do ritmo. Mas o Wemby não amoleceu.

    O jogo da vida do francês

    Eu assisto NBA há anos e posso dizer: essa foi a primeira “performance de legado” do Wembanyama. Sabe aqueles jogos que definem uma carreira? Foi isso aí. Principalmente no quarto período, quando o jogo tava pegando fogo, ele assumiu a responsabilidade e carregou o time nas costas.

    O mais impressionante foi a variedade. Não foi só um jogão de uma forma só — ele fez de tudo. Bandejou forte no garrafão, pegou passes altos pro alley-oop, abriu o jogo de três quando precisava e ainda rotacionou perfeitamente na defesa. Jogou 37 minutos levando pancada e ainda terminou com +16 no plus/minus. Monstro total.

    Spurs estão voando

    E não foi só o Wemby, né? Stephon Castle distribuiu 12 assistências (que duplo-duplo lindo), De’Aaron Fox contribuiu com 17 pontos nos momentos certos, e Julian Champagnie pegou 12 rebotes pra ajudar na batalha dos boards.

    O que mais me impressiona neste time dos Spurs é como eles cresceram durante a temporada. Lembram do início difícil? Agora olha onde estão — ganhando em Minnesota, que não é brincadeira, e com o Wemby jogando num nível que poucos caras de 22 anos conseguem alcançar.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem fechar a série em casa no jogo 4? Com o Wembanyama jogando desse jeito e a torcida de San Antonio empurrando, eu não duvido de nada. O garoto tá pronto pra grandes momentos, e isso é só o começo.

  • Kerr fica! Warriors renovam com o técnico mais caro da NBA

    Kerr fica! Warriors renovam com o técnico mais caro da NBA

    Olha, eu vou ser sincero: depois daquela cena emocionante no final da temporada, com o Kerr se despedindo do Curry e do Draymond quase chorando, eu achei que era tchau mesmo. Mas não! Steve Kerr acaba de renovar por mais dois anos com os Warriors e continua sendo o técnico mais bem pago da NBA.

    A informação veio do Shams Charania, da ESPN, e cara… que reviravolta. O homem vai para a sua 13ª temporada em Golden State, mesmo depois de toda aquela especulação de que ele podia vazar após os Warriors ficarem de fora dos playoffs.

    O salário que faz qualquer um babar

    O contrato mantém o Kerr como o técnico mais caro da liga. Estamos falando de algo em torno de 17,5 milhões de dólares por ano no contrato anterior — um absurdo de grana que só mostra o quanto os Warriors valorizam o cara.

    E faz sentido, né? Desde que chegou em 2014 (seu primeiro trampo como técnico principal), o homem simplesmente transformou os Warriors numa dinastia. Quatro títulos da NBA, seis Finals em oito anos, incluindo cinco seguidas no começo. Sem contar aquela temporada histórica de 73-9 em 2015-16, quebrando o recorde dos Bulls de 95-96. Detalhe: ele jogava naquele time dos Bulls também. Monstro.

    Mas e agora? A dinastia tá mesmo no fim?

    Vamos combinar uma coisa — os tempos áureos meio que já eram. Temporada passada foi sofrida: 37-45, fora dos playoffs pelo segunda vez em três anos. Aquela eliminação no play-in foi de partir o coração, principalmente vendo o Kerr chorando com Curry e Draymond.

    “Eu não sei o que vai acontecer, mas amo vocês”, disse ele pros dois na quadra. Cara, ver isso mexeu comigo. Parecia mesmo uma despedida.

    O próprio Kerr admitiu que mudança podia vir. Disse que todos esses trabalhos têm prazo de validade e que às vezes é hora de “sangue novo e ideias novas”. Até o Draymond apostou que ele não ficaria para a próxima temporada.

    A aposta dos Warriors

    Mas os Warriors queriam uma extensão de vários anos, não uma temporada de despedida. E conseguiram. A questão agora é: será que conseguem dar ao Kerr um elenco competitivo novamente?

    Porque uma coisa é certa — o cara ainda ama treinar e ainda tem muito a oferecer. A pergunta que fica é: vocês acham que os Warriors conseguem montar mais um time de título ao redor do Curry, que já tá com 38 anos, ou essa renovação é mais sobre respeito e gratidão?

    Seja como for, é bom ver que a parceria continua. Pelo menos por mais dois anos, vamos ter Steve Kerr gritando com os árbitros e fazendo aquela cara de desespero que a gente já conhece tão bem.

  • Wembanyama histórico: 39 pts e 15 reb destroem os Wolves

    Wembanyama histórico: 39 pts e 15 reb destroem os Wolves

    Mano, eu ainda tô processando o que eu vi ontem à noite. Victor Wembanyama simplesmente decidiu fazer história nos playoffs da NBA, e fez isso do jeito mais absurdo possível: 39 pontos, 15 rebotes e 5 tocos na vitória por 115-108 sobre o Minnesota. Os Spurs agora lideram a série por 2-1, e eu tô começando a acreditar que esse menino francês pode levar San Antonio longe mesmo.

    Na companhia dos grandes

    O que mais me impressiona é que Wemby entrou pra um clube seleto. Desde 1973 (quando os tocos viraram estatística oficial), apenas quatro caras conseguiram fazer pelo menos 35 pontos, 15 rebotes e 5 bloqueios em um jogo de playoff. Os outros três? Hakeem Olajuwon, Shaquille O’Neal e Kareem Abdul-Jabbar. Só gigante histórico, cara.

    “É bom ser mencionado junto com os grandes”, disse Wemby depois do jogo. E olha, ele trabalhou diretamente com o Hakeem no verão passado, e dava pra ver isso na quadra. No último quarto, quando a coisa apertou, ele sacou uns movimentos que eram pura escola do Dream Team.

    Destruição total no ataque

    Os números do francesão foram de outro planeta: 72,2% de aproveitamento nos arremessos, incluindo 3 de 5 do perímetro. Ele virou o primeiro jogador desde LeBron James (em 2012) a fazer pelo menos 35 pontos e 15 rebotes acertando mais de 70% dos chutes. Absurdo!

    E na defesa? O cara segurou Minnesota em apenas 4 de 21 nos arremessos contestados. Rudy Gobert, que já foi quatro vezes melhor defensor da liga, virou boneco nas mãos do Wembanyama. Teve até uma enterrada do francês que eu juro que quebrou a cesta do Target Center.

    Anthony Edwards tentou responder com 32 pontos pelos Wolves, e chegou a fazer 12 pontos nos dois minutos finais do primeiro quarto pra virar um 18-3 inicial dos Spurs. Mas não teve jeito — quando Wemby tá assim, não tem quem segure.

    Mentalidade de campeão

    O que mais me chamou atenção foi a maturidade do garoto depois do jogo. Aos 22 anos, fazendo uma das maiores atuações da história dos playoffs, e o cara falando que “ainda não fizeram nada”. Essa mentalidade me lembra muito o Tim Duncan nos velhos tempos dos Spurs.

    “Às vezes parece que estar em um ambiente mais hostil nos força a elevar nosso jogo”, disse Wembanyama. E sinceramente? Eu acho que ele tá certo. Os Spurs sempre foram assim — quanto maior a pressão, melhor eles jogam.

    Vocês acham que o Wemby consegue sustentar esse nível? Porque se conseguir, essa série tá longe de acabar. O jogo 4 é domingo, e eu já tô contando as horas pra ver se ele consegue repetir a dose.

  • Finch explode com árbitro na NBA: ‘Comportamento completamente antiético’

    Finch explode com árbitro na NBA: ‘Comportamento completamente antiético’

    Cara, a coisa esquentou MESMO no jogo 3 entre Timberwolves e Spurs! O técnico Chris Finch partiu pra cima do árbitro Tony Brothers de um jeito que eu nunca tinha visto na NBA. E olha que o Brothers já apitou muita coisa polêmica por aí.

    A situação foi tão tensa que os próprios jogadores tiveram que segurar o árbitro — isso mesmo, você leu certo. Os JOGADORES segurando o ÁRBITRO para não partir pro técnico. Enquanto isso, o Anthony Edwards teve que levar o Finch pra longe. Imagina a cena?

    O que rolou de verdade

    Segundo o Finch, ele pediu um timeout 3 segundos antes, mas o Brothers simplesmente ignorou. “Eu queria o timeout. Tinha pedido 3 segundos antes”, disse o técnico. “Ele claramente me ouviu. Olhou na minha direção, me ignorou, e continuou com a jogada… quase nos custou uma bola perdida.”

    Aí quando o Finch foi apenas perguntar onde seria a reposição de bola, o Brothers partiu pra cima gritando com ele. Na minha opinião? Isso aí passou dos limites mesmo. Árbitro tem que manter a compostura, né não?

    Edwards tentando acalmar os ânimos

    O Ant, sempre diplomático, tentou amenizar a situação depois do jogo: “Queremos ganhar. O Finchy quer ganhar. Tony Brothers é Tony Brothers. Todo mundo gosta dele aqui, então tá tudo certo.” Mas será que tá mesmo tudo certo?

    Edwards fez seus 32 pontos, mas não foi suficiente. O monstro do Wembanyama meteu 39 pontos e levou os Spurs pra vitória por 115-108. Agora San Antonio tá em vantagem 2-1 na série.

    Sinceramente? Acho que o Finch tá certo de reclamar. Árbitro que não respeita pedido de timeout pode decidir jogo, e numa série de playoffs isso é inadmissível. Vocês acham que o Brothers passou dos limites ou o Finch que exagerou na reação?

  • Conley aceita novo papel nos Wolves: ‘Não preciso mais fazer 40 pontos’

    Conley aceita novo papel nos Wolves: ‘Não preciso mais fazer 40 pontos’

    Olha só que história maluca a do Mike Conley. O cara foi negociado pelos Timberwolves no deadline, passou por Chicago, chegou em Charlotte e… voltou pra Minnesota. Parece roteiro de novela, né?

    Aos 38 anos, o veterano armador sabe muito bem que não é mais o mesmo jogador de antes. E tá tudo bem com isso. “Eu sei que não pego mais a bola como antigamente. Não tenho energia pra fazer 40 pontos ou sei lá o quê. Mas ainda posso ditar muita coisa que acontece com nosso time, nosso ritmo, a forma como encaramos o jogo”, disse Conley em entrevista recente.

    A volta por cima (literalmente)

    Sinceramente? Achei que a carreira do Conley em Minnesota tinha acabado quando os Wolves o trocaram. A diretoria queria limpar espaço salarial — provavelmente sonhando com o Giannis — mas no final das contas o destino trouxe Mike de volta. E que sorte a deles.

    Com Edwards, Dosunmu e DiVincenzo machucados nos playoffs, Conley virou peça fundamental de novo. No Jogo 1 contra o Spurs, o cara meteu quatro bolas de três e ajudou Minnesota a vencer por 104-102. Monstro mesmo.

    Veterano que ainda faz a diferença

    Vocês já viram como é importante ter um cara experiente no time? Conley é tipo uma extensão da comissão técnica em quadra. Ele pode não estar mais fazendo aqueles jogos absurdos de antigamente, mas o impacto dele vai muito além dos números.

    O legal é a maturidade do cara em aceitar essa nova função. Muitos jogadores veteranos ficam remoendo o passado, querendo ser protagonistas a qualquer custo. Conley não — ele entendeu que pode contribuir de outras formas, ditando o ritmo, orientando os mais novos, sendo aquele ponto de equilíbrio que todo time precisa.

    Na minha opinião, essa humildade é o que separa os grandes profissionais dos que ficam pelo caminho. E olha que sorte dos Timberwolves ter esse cara de volta justamente quando mais precisavam dele nos playoffs.

    E aí, acham que Conley ainda tem mais uma temporada boa no tanque? Ou essa deve ser mesmo a despedida do veterano?

  • D-Wade revela os 4 defensores mais cascudos que enfrentou na carreira

    D-Wade revela os 4 defensores mais cascudos que enfrentou na carreira

    Olha só que papo interessante rolou: Dwyane Wade foi perguntado sobre quem foram os defensores mais difíceis que ele enfrentou na carreira, e a lista dele é de arrepiar qualquer atacante.

    O Flash montou seu Mount Rushmore dos marcadores mais cascudos: Ron Artest, Kirk Hinrich, Tony Allen e Avery Bradley. E sinceramente? Faz todo sentido essa seleção.

    A lista dos ‘pit bulls’ da NBA

    Ron Artest (que depois virou Metta World Peace) todo mundo já conhece a fama — o cara era simplesmente implacável na defesa. Lembro dele grudando nos melhores pontuadores da liga como se fosse vida ou morte.

    Kirk Hinrich pode até ter passado meio despercebido para quem não acompanhava de perto, mas quem jogou contra ele sabe o sufoco que era. O cara tinha uma intensidade absurda e nunca desistia de uma jogada.

    Tony Allen? Mano, esse aí foi apelidado de “Grindfather” não foi à toa. Primeiro Team All-Defense várias vezes, especialista em fazer a vida dos armadores e alas virar um inferno. E Avery Bradley fechando a lista — outro que fazia questão de grudar no adversário do primeiro ao último segundo.

    Wade sabia o que era sofrer na defesa

    Pra quem marcou mais de 23 mil pontos na carreira (média de 22 por jogo), Wade definitivamente sabia reconhecer quando estava sendo bem marcado. O cara passou por todos os tipos de defesa possíveis em 16 temporadas na NBA.

    Engraçado pensar que mesmo sendo um dos maiores pontuadores da história da posição, Wade sempre respeitou o trabalho dos defensores. Essa humildade de reconhecer quando o adversário fez um baita trabalho é algo que sempre admirei nele.

    E vocês, acham que essa lista está completa ou tem algum nome que ficou de fora? Eu lembro do Kobe sempre falando bem da marcação do Shane Battier também…

    No final das contas, foi justamente passando por esses “testes de fogo” que Wade se tornou o jogador Hall da Fama que conhecemos. Três títulos da NBA, rosto da franquia do Heat por mais de uma década, e agora imortalizado para sempre no basquete.

  • Knicks destroem os Sixers e abrem 3-0 na série — invasão em Philly!

    Knicks destroem os Sixers e abrem 3-0 na série — invasão em Philly!

    Cara, que massacre foi esse? Os New York Knicks simplesmente dominaram o jogo 3 dos playoffs e abriram 3-0 na série contra o Philadelphia 76ers, vencendo por 108-94. E o mais louco? Foi praticamente um jogo em casa… só que em Philadelphia!

    Brunson comandou o show

    Jalen Brunson foi absolutamente monstro, despejando 33 pontos e distribuindo 9 assistências. O cara tá jogando como se fosse o dono da liga, não tem como. E olha que ele teve companhia: Mikal Bridges marcou 23 pontos e Josh Hart contribuiu com 12. Os “Nova Knicks” — como eles chamam esses ex-Villanova — somaram 68 pontos juntos. Absurdo!

    Mas a coisa que mais me impressionou foi o banco dos Knicks. Landry Shamet saiu do nada e meteu 15 pontos, ajudando a segunda unidade a massacrar os reservas dos Sixers por 28-11. Quando seu banco tá jogando assim, é sinal de que o time tá voando mesmo.

    Madison Square Garden… em Philadelphia?

    Sinceramente, eu não acredito no que aconteceu na Xfinity Mobile Arena. A torcida dos Knicks praticamente tomou conta do ginásio dos Sixers! Tinha até o Spike Lee, Tracy Morgan, Timothée Chalamet — galera pesada mesmo. E o Joel Embiid tinha implorado pros torcedores de Philly comparecerem…

    O resultado? Parecia que os Knicks estavam jogando em casa. Que vexame pra Philadelphia, cara. Imagina você ser eliminado em casa com a arquibancada vibrando pro adversário?

    Towns vs Embiid: briga de gigantes

    A treta entre Karl-Anthony Towns e Joel Embiid foi de outro mundo. Os dois se agarraram tanto que pareciam estar disputando uma luta de wrestling. Towns até levou a pior no quesito faltas — ficou com três no primeiro tempo e teve que ir pro banco.

    Mas sabe o que foi o lance mais insano? Mitchell Robinson simplesmente enterrou uma bandeja SOBRE o Embiid após passe do Brunson. O cara voou e mandou o MVP candidato pra poster. Que humilhação, meus amigos.

    Paul George começou voando — 15 pontos só no primeiro quarto. Mas aí veio o segundo tempo e… zero pontos. ZERO. Errou os últimos nove arremessos. E teve um lance que ele simplesmente parou de correr na volta defensiva. Cara, com esse salário, isso é inaceitável.

    Do lado dos Sixers, quem salvou a pátria foi Kelly Oubre Jr. com 22 pontos. Embiid fez 18 pontos mesmo com todas as batalhas contra Towns, e Tyrese Maxey contribuiu com 17.

    Vocês acham que os Sixers conseguem reagir no jogo 4, ou é o fim da linha? Porque do jeito que os Knicks tão jogando, com essa confiança toda e ainda por cima com a torcida do lado deles… vai ser difícil, hein?