Tag: alemão NBA

  • Reinsdorf pede desculpas e Bulls finalmente admitem o rebuild total

    Reinsdorf pede desculpas e Bulls finalmente admitem o rebuild total

    Olha, eu não acreditei quando vi. Michael Reinsdorf, CEO do Chicago Bulls, subiu no palco ontem e fez algo que eu nunca pensei que veria: pediu desculpas públicas para a torcida e assumiu a responsabilidade pelo vexame que o time virou nos últimos anos.

    “A responsabilidade sobe até mim, e eu aceito”, disse Reinsdorf. Cara, depois de uma década desperdiçada, era o mínimo mesmo.

    Bryson Graham não veio pra enganar ninguém

    O novo VP de operações de basquete, Bryson Graham, de 39 anos, foi direto ao ponto — e eu adorei a sinceridade dele. “Não vou ficar aqui inventando que estamos quase lá, que é só adicionar algumas peças”, mandou a real. “Porque não é verdade.”

    Graham veio do Atlanta Hawks e New Orleans Pelicans, onde subiu de estagiário a GM. Reinsdorf elogiou ele como um avaliador de talentos elite que nunca pegou atalhos na carreira. Bom sinal, porque os Bulls precisam de alguém que entenda de basquete de verdade.

    A situação é pesada mesmo: o time não ganha uma série de playoffs desde 2014-15. Uma década inteira jogada fora! Só chegaram nos playoffs duas vezes em dez anos. É de chorar.

    Rebuild completo com recursos de verdade

    Mas agora vem a parte interessante. Graham herda um cenário não tão ruim assim: duas primeiras rodadas do Draft 2026 (incluindo a própria pick do Bulls, que provavelmente vai ser boa) e cerca de 60 milhões de dólares livres no salary cap.

    A busca por um novo técnico começa semana que vem, e Graham já avisou que vai pescar em águas profundas. “Vamos encontrar as pessoas mais competentes e talentosas”, disse. “Pode ser um técnico que vocês nunca ouviram falar, e eu posso ser criticado por isso. Mas se eu acreditar nele, vou contratá-lo.”

    Sinceramente? Adorei essa postura. Chega de nomes famosos que não entregam nada.

    Reinsdorf promete abrir o cofre (finalmente)

    E aqui vem a cereja do bolo: Reinsdorf garantiu que vai bancar um time competitivo de verdade, incluindo pagar luxury tax quando necessário. Os Bulls só passaram do limite uma vez na história da franquia — em 2012-13.

    “Se estivermos competindo por títulos, esperamos provavelmente estar na luxury tax e estamos totalmente OK com isso”, disse o CEO. “Não quero estar na luxury tax por um time que nem nos playoffs chega.”

    Cara, se isso for verdade mesmo, pode ser o começo de uma nova era em Chicago. O que vocês acham? Será que os Bulls finalmente vão fazer as coisas direito, ou é só mais uma promessa vazia? A torcida do United Center merece muito mais do que esses últimos dez anos de sofrimento.

  • Os Mavs precisam renovar com Moussa Cissé — seria burrada deixar escapar

    Os Mavs precisam renovar com Moussa Cissé — seria burrada deixar escapar

    Olha, quando o Moussa Cissé chegou nos Mavericks como two-way player no começo da temporada, ninguém esperava grande coisa do pivô novato. Mas cara, que surpresa agradável esse mlk foi!

    Sinceramente, toda vez que ele entrava em quadra você sentia a diferença na energia e na proteção do garrafão. E agora vem a pergunta que não quer calar: os Mavs devem renovar com ele pra próxima temporada? A resposta é óbvia — seria uma burrada monumental não trazer ele de volta.

    A temporada do garoto foi uma montanha-russa

    No início, Cissé era praticamente esquecido no banco. Mas aí as lesões começaram a castigar o elenco dos Mavs e — BAM! — o menino foi jogado no holofote.

    Os minutos dele eram inconsistentes pra caramba. Tinha jogo que nem pisava na quadra, mas quando entrava… monstro! A raça no rebote e aquele atletismo absurdo sempre apareciam.

    Aí que vem a parte mais doida: depois do trade deadline, os Mavs tiveram que escolher entre converter o Cissé ou o Ryan Nembhard do contrato two-way. Escolheram o Nembhard. Resultado? Cissé só jogou 8 partidas depois disso por causa do limite de jogos.

    Os números não mentem

    Tá, os números básicos do Cissé não são de outro mundo, mas os avançados contam uma história diferente. O RAPM dele foi de +0.8, que tá no percentil 70 da liga toda. Não é brincadeira não!

    Mas sabe o que mais me impressiona nesse mlk? O rebote ofensivo. 16.2% de taxa de rebote ofensivo — percentil 96! Com posse extra sendo tão importante hoje em dia, ter um cara desses é ouro puro.

    Lembro do melhor jogo dele contra os Knicks em janeiro: 15 pontos, 9 rebotes, 4 tocos. E olha que ele fez isso contra Karl-Anthony Towns e Mitchell Robinson — não é qualquer um não.

    E agora, José?

    Como os Mavs não converteram o contrato dele, Cissé vai ser agente livre restrito. Ou seja, Dallas pode igualar qualquer oferta que aparecer. Provavelmente vão oferecer algo próximo do salário mínimo por 4 anos.

    Olha, eu sei que ele ainda é meio cru no ataque e às vezes persegue muito os tocos (e acumula faltas que é uma beleza). Mas essas são coisas que se corrigem com tempo e experiência.

    O Cissé me lembra muito o Neemias Queta e o Moussa Diabaté — pivôs de energia que dominam o rebote ofensivo. Ele encaixa perfeitamente como terceiro centro na rotação. E se der aquela evoluída no ataque? Pode virar até titular de qualidade.

    Na minha visão, foi nota B+ a temporada dele. Mostrou potencial real e suas qualidades estão em alta na liga. Os Mavs precisam renovar com ele — principalmente se o Dwight Powell se aposentar.

    Vocês acham que Dallas vai fazer a coisa certa e segurar o garoto? Ou vão deixar essa joia escapar?

  • Jazz manda Keyonte George pro Draft Lottery — que sacada genial!

    Jazz manda Keyonte George pro Draft Lottery — que sacada genial!

    Olha, eu não sei se vocês acompanharam, mas o Utah Jazz fez uma jogada que eu achei simplesmente perfeita para representar eles no Draft Lottery de 2026. Em vez de mandar qualquer veterano aleatório, eles escolheram o Keyonte George. E cara, que decisão mais acertada!

    Para quem não lembra, o George foi escolhido na 16ª posição do draft de 2023 — justamente quando o Jazz começou essa reconstrução depois da treta toda entre Gobert e Mitchell. Três anos depois, o moleque já tá quase num nível All-Star. Absurdo como ele evoluiu rápido.

    O cara que simboliza a reviravolta do Jazz

    Sinceramente, eu acho que não podiam ter feito escolha melhor. O Keyonte é literalmente a prova viva de que essa rebuild deu certo. Sabe aquela coisa de “construir pelo draft”? Pois é, o Jazz mostrou que funciona mesmo quando todo mundo achava que eles iam ficar anos no fundo do poço.

    E o Will Hardy? O cara soube usar o George como nenhum outro técnico conseguiu usar os outros calouros que chegaram em Salt Lake City desde 2023. O armador simplesmente comanda o ataque como se já fosse veterano de 10 anos na liga.

    Agora imaginem a cena: o Keyonte lá no palco representando um time que literalmente renasceu das cinzas. É poético demais.

    As chances do Jazz no lottery

    Bom, vamos aos números que interessam. O Jazz tem a quarta melhor probabilidade de ganhar a primeira escolha — 11,5% de chance. Não é muito, mas também não é pouco. Eles terminaram com o quarto pior recorde da liga, plus um coin flip que pode colocar eles na frente do Sacramento.

    E olha, eu não vou mentir pra vocês: tô rezando aqui para que essa primeira pick não vá para Golden State ou Dallas. Pelo amor, qualquer time menos esses dois, né? Os Warriors já ganharam demais, e Dallas… bem, vocês sabem por quê.

    O que vocês acham? O Jazz consegue dar sorte e pegar uma pick alta? Ou vão ter que se contentar com uma escolha mais para o final da loteria? Eu tenho um pressentimento que pode rolar alguma surpresa aí.

    Ah, e só para avisar: cancelem os planos do Dia das Mães porque o Draft Lottery vai ser no domingo, 10 de maio, às 15h (horário de Brasília). Vai ser imperdível!

  • Jaylen Brown quer ficar 10 anos no Celtics e manda a real

    Jaylen Brown quer ficar 10 anos no Celtics e manda a real

    Olha, eu sempre achei que o Jaylen Brown tinha mais a falar do que a galera imaginava. E ontem à noite, numa live no Twitch (sim, ele estava literalmente jogando videogame), o cara mandou a real sobre todo esse drama que tava rolando com o Celtics.

    “Eu odeio que nosso presidente de operações de basquete teve que responder isso”, disparou o Brown. E continuou: “Eu e o Brad [Stevens] temos uma relação ótima. Eu amo Boston. E se dependesse de mim, eu jogaria aqui pelos próximos 10 anos.”

    A confusão toda começou com Tracy McGrady

    Pra quem perdeu o contexto: o lendário T-Mac foi lá no podcast “Cousins” e soltou que o Brown tava frustrado “lá no fundo” com a organização dos Celtics. Cara, imagina só — você é All-Star, acabou de fazer sua melhor temporada da carreira, e aí vem alguém inventar que você tá revoltado com o time?

    O Brad Stevens teve que sair publicamente pra dizer que a conversa dele com o Brown na segunda-feira foi “só positiva”. Mano, quando o presidente da franquia precisa desmentir especulação na mídia, é porque a coisa já saiu do controle.

    “Esta foi minha temporada favorita” — e ele explica o porquê

    Agora vem a parte que eu achei mais interessante. O Brown manteve firme aquele comentário dele de que esta foi sua “temporada favorita” — mesmo depois da eliminação bizarra pros Sixers na primeira rodada. E olha, eu entendo a revolta de alguns fãs com isso.

    Mas a explicação dele faz sentido: “Vocês puderam ver todos esses caras, todos os meus companheiros, crescerem. Eu pude vê-los superarem adversidades como grupo, de perto e pessoalmente.”

    Sinceramente? Eu consigo entender. O cara viu o Tatum se lesionar (aquela porra do Aquiles), assumiu mais responsabilidade, postou números absurdos (28.7 pontos, 6.9 rebotes, 5.1 assistências — tudo recorde pessoal), e ainda assim ajudou o time a fazer 56 vitórias na temporada regular.

    Obviamente eles não ficaram satisfeitos com o resultado final — quem ficaria depois de cair pros Sixers? Mas dá pra entender o orgulho do processo.

    E aquela multa de $50 mil? Ele tá nem aí

    O Brown também defendeu suas críticas à arbitragem no pós-jogo (que custaram 50 mil dólares do bolso dele). “A inconsistência da arbitragem entre playoffs e temporada regular não é algo que só eu falo”, mandou. “Podem me multar, podem continuar me multando, mas eu me importo com essa merda. Eu amo o jogo de basquete. Caramba, me multem por isso.”

    Cara, eu meio que respeito isso. O moleque tá ganhando uma fortuna (e ainda pode assinar uma extensão de 2 anos por 142 milhões em julho), mas ainda se importa o suficiente pra falar o que pensa, mesmo sabendo que vai doer no bolso.

    E aí, vocês acham que ele fica mesmo em Boston pelos próximos 10 anos? Ou isso é só papo pra acalmar a torcida?

  • Reaves assume a bronca após jogo histórico de ruim nos playoffs

    Reaves assume a bronca após jogo histórico de ruim nos playoffs

    Olha, eu já vi muito jogador passar vergonha nos playoffs, mas o que o Austin Reaves fez no Jogo 1 contra o Thunder foi de outro nível. E não estou exagerando — foi literalmente histórico de tão ruim.

    O cara acertou apenas 3 de 16 arremessos. Três! De dezesseis! Isso dá uns míseros 18,8% de aproveitamento, que é o PIOR desempenho de um Laker nos playoffs nos últimos 35 anos (considerando pelo menos 15 tentativas). Trinta e cinco anos, gente. Isso inclui todas aquelas zebras e jogos bizarros que a gente já viu.

    A honestidade brutal do Reaves

    Mas aqui que mora o diferencial do Reaves. Enquanto muito jogador ficaria arrumando desculpa, ele foi direto ao ponto: “Ninguém quer saber disso. Eu tenho que jogar melhor.”

    E olha, ele até tinha desculpas válidas, viu? O Thunder tem a melhor defesa da NBA — eles fazem qualquer um parecer amador. Além disso, Reaves ainda está se recuperando de uma lesão no oblíquo grau 2. Voltou só no Jogo 5 contra os Rockets, então claramente não está 100%.

    Mas o monstro assumiu a bronca toda. “Obviamente, o mais fácil é acertar mais arremessos. Cheguei nas minhas posições várias vezes e errei algumas bolas fáceis. Mas principalmente, tenho que diminuir as bolas perdidas.”

    Pressão no principal jogador dos Lakers

    Porque vamos combinar — Reaves é o cara número 1 dos Lakers agora no ataque. Tem que carregar esse time nas costas. Durante a temporada regular, o maluco fazia média de 23,3 pontos por jogo. Aí chega nos playoffs e faz… isso.

    Quatro bolas perdidas também não ajudaram nada. O Thunder pressiona muito a bola, e ele claramente sentiu.

    Sinceramente? Eu gosto dessa postura dele. Nada de mimimi, nada de “ah, mas eu estava machucado”. Assumiu que jogou mal e pronto. É assim que se constrói respeito no vestiário e com a torcida.

    E agora? Pode dar a volta por cima?

    A boa notícia é que numa série de sete jogos, os caras geralmente voltam às suas médias. E convenhamos, seria bizarro demais se o Reaves continuasse errando tudo assim.

    Ele mesmo falou que vai estudar o filme, ver o que o jogo oferece e seguir em frente. “Não vai adiantar nada ficar pensando nisso.”

    E aí, vocês acham que ele consegue se recuperar no Jogo 2? Porque se não conseguir, essa série vai ser bem curtinha para os Lakers. O Thunder não é time de dar moleza, e com Reaves jogando assim, fica difícil sonhar com qualquer coisa.

    Espero que o cara apareça no próximo jogo, porque senão vai ser mais uma temporada frustrante para LA. E olha que depois desse desempenho, ele ainda quer receber uma bolada nas negociações de contrato do verão que vem…

  • Bucks quer definir futuro do Giannis antes do Draft da NBA

    Bucks quer definir futuro do Giannis antes do Draft da NBA

    Olha, essa situação do Giannis em Milwaukee tá ficando cada vez mais tensa. O co-proprietário dos Bucks, Jimmy Haslam, veio a público dizer que quer resolver o futuro do Greek Freak antes do Draft da NBA do mês que vem. E cara, pelo tom da conversa, parece que não é só o Giannis quem vai decidir se fica ou não.

    Durante a apresentação do novo técnico Taylor Jenkins (que inclusive já trabalhou com o Giannis quando era assistente), Haslam foi bem direto: “Se o Giannis vai jogar em outro lugar, a gente precisa de muitos assets. Se ele fica, construímos o time de forma diferente.” Meio óbvio, né? Mas o que me chamou atenção foi ele falar como se a decisão fosse tanto dos Bucks quanto do próprio jogador.

    A pressão tá aumentando

    Giannis sempre deixou claro que gosta de Milwaukee, mas quer jogar numa franquia comprometida com o título. E depois de uma temporada 32-50 — que quebrou uma sequência de nove playoffs consecutivos — é compreensível que ele esteja questionando se os Bucks ainda têm esse comprometimento.

    O monstro de 31 anos pode assinar uma extensão de quatro anos e 275 milhões de dólares em outubro. Se não assinar, vira agente livre na temporada que vem. Mas Haslam não quer esperar até lá. “Nas próximas seis ou sete semanas, vamos decidir se o Giannis vai assinar um contrato máximo e ficar conosco, ou se vai jogar em outro lugar”, disse o dirigente.

    Jenkins no meio da turbulência

    Imagina a situação do Taylor Jenkins? Cara chega pra ser o quarto técnico dos Bucks em cinco temporadas (sem contar interinos) e já tem que lidar com essa bomba. Ele vem do Memphis Grizzlies, onde fez um trabalho legal mas foi demitido no final da temporada passada.

    Jenkins disse que já conversou com o Giannis desde que assumiu e que o jogador demonstrou “tremenda empolgação” por ele e sua família. Pelo menos isso é um bom sinal, né? Os dois já tinham uma boa relação de quando Jenkins era assistente em Milwaukee na temporada 2018-19, quando Giannis ganhou seu primeiro MVP.

    Sinceramente, acho que essa pressão toda antes do Draft faz sentido. Se o Giannis sair mesmo, os Bucks precisam se preparar pra uma reconstrução completa. Eles têm uma escolha de loteria este ano (a própria ou a de New Orleans, seja qual for a pior), e isso pode ser crucial dependendo da decisão do Greek Freak.

    E vocês, acham que o Giannis aguenta mais uma temporada de incerteza em Milwaukee? Ou será que é hora dele procurar novos ares mesmo? Uma coisa é certa: essa definição vai mexer com todo o mercado da NBA.

  • Brandon Miller fez cirurgia no ombro e fica fora por tempo indefinido

    Brandon Miller fez cirurgia no ombro e fica fora por tempo indefinido

    Poxa, que notícia ruim pra galera do Hornets. Brandon Miller, o cara que tava carregando o time nas costas essa temporada, teve que passar pela faca pra resolver um problema no ombro esquerdo. A cirurgia rolou na quarta-feira e agora ele fica fora por tempo indefinido.

    Olha, eu já tava vendo que o garoto tava sofrendo com essa lesão há um tempão. Lembram que ele ficou 13 jogos parado lá no final de outubro? Era exatamente esse problema de instabilidade no ombro que tava incomodando. Depois voltou, mas jogando com aquela proteção no ombro — dava pra ver que não tava 100%.

    Miller jogou no sacrifício a temporada toda

    E mesmo assim, o moleque foi um monstro! 20.2 pontos por jogo sendo o cestinha do time, 4.9 rebotes, 3.3 assistências. Cara, 38.3% de aproveitamento do perímetro — uma evolução absurda pro segundo ano dele na liga. Fez 204 bolas de três!

    Mas o que mais me impressionou foi ele acertar 89.2% dos lances livres. Nono melhor da NBA inteira! Com um ombro zuado, imaginem se tivesse 100%.

    Hornets perde sua principal peça

    Sinceramente, não sei como Charlotte vai se virar sem o Miller. O cara era literalmente o motor ofensivo do time. E olha que estamos falando da segunda escolha geral do draft de 2023 — uma aposta altíssima da franquia que tava rendendo muito bem.

    A boa notícia é que os médicos esperam recuperação total. Mas vocês sabem como é cirurgia de ombro, né? Pode demorar uns meses bons pra voltar ao nível anterior. E aí, acham que o Hornets consegue se manter competitivo sem seu principal pontuador?

    Torcer pra que o garoto volte ainda mais forte. Com 21 anos só, tem muito basquete pela frente ainda.

  • Stevens nega atrito com Jaylen Brown: ‘Só conversa positiva’

    Stevens nega atrito com Jaylen Brown: ‘Só conversa positiva’

    Cara, que confusão foi essa que rolou nos Celtics essa semana! O Tracy McGrady foi lá no podcast dele e soltou que o Jaylen Brown tava com uns problemas internos na organização de Boston. Aí o Brad Stevens, presidente do time, teve que vir a público desmentir tudo.

    “Ele não expressou essas frustrações pra mim”, disse Stevens sobre o Brown. E olha, pelo contrário — a conversa que os dois tiveram na segunda-feira foi “nada além de positiva”. O próprio JB confirmou isso numa live na Twitch dele, dizendo que adora Boston e que ficaria lá pelos próximos 10 anos se dependesse dele.

    O que o T-Mac falou mesmo?

    O McGrady, que é meio que um mentor do Brown, especulou que o cara pode estar se sentindo desvalorizado. A teoria dele? JB carregou os Celtics pro 2º lugar na conferência praticamente sozinho, já que o Jayson Tatum ficou a maior parte da temporada fora por conta da lesão no tendão de Aquiles.

    “Acho que a frustração dele vem de dentro da organização e outras coisas que a gente não tem detalhes”, disse McGrady. Na visão dele, o Brown meio que provou seu valor como líder e jogador, mas pode não estar recebendo o reconhecimento que merece.

    Sinceramente? Eu entendo a lógica. O cara foi MVP das Finals em 2024, segurou a parada toda temporada com o Tatum machucado, e aí os Celtics caem logo na primeira rodada pros Sixers. Deve doer mesmo.

    Brown também se pronunciou

    Mas o próprio JB tratou de esclarecer as coisas. Na live dele, falou que odeia que o Stevens teve que responder essas especulações: “Eu e o Brad temos um ótimo relacionamento. Eu amo Boston”.

    É engraçado como essas coisas ganham vida própria, né? O Brown até foi multado em $50 mil por falar mal da arbitragem numa live (chamou o Joel Embiid de caidão, basicamente), e aí vira essa bola de neve toda.

    Stevens deixou claro que a porta dele tá sempre aberta pra qualquer papo que os jogadores queiram ter. “Estamos juntos há 10 anos, e eu obviamente amo o JB. Todo mundo aqui ama o JB”, disse o presidente.

    Olha, na minha opinião, isso aí é muito barulho pra pouca coisa. O Brown tá chateado com a eliminação precoce? Óbvio que tá. Mas daí a ter problema sério com a organização… acho que o pessoal tá exagerando. Vocês acham que rola alguma coisa maior por trás ou é só especulação mesmo?

  • Michael Porter Jr. quer ficar no Nets: ‘Vejo futuro neste time’

    Michael Porter Jr. quer ficar no Nets: ‘Vejo futuro neste time’

    Olha, eu não esperava essa declaração do Michael Porter Jr., mas o cara tá decidido: quer ficar no Brooklyn mesmo depois de uma temporada bem complicada. E sinceramente? Faz sentido a visão dele.

    Porter admitiu que foi frustrante pra caramba estar em um time perdedor pela primeira vez na carreira. “Nunca perdi consistentemente na minha carreira inteira até chegar ao Brooklyn”, disparou o ala. “A gente tava perdendo muito. Éramos jovens. Estávamos construindo algo, mas ainda não chegamos lá. Então foi definitivamente difícil, mano.”

    A aposta no futuro

    Mas aqui que fica interessante — Porter não tá desistindo. Na verdade, ele tá vendo algo que talvez muita gente não veja. O cara comparou o Nets com o Oklahoma City, lembrando que os Thunder também demoraram pra engatar.

    “Eu vejo o que temos nos garotos jovens. Vejo que temos o maior dinheiro pra gastar. Acho que temos o máximo. Somos o time mais jovem. Meio que como Oklahoma City – eles demoraram um tempo pra ficar bons”, explicou Porter. “Acho que será assim aqui também. Mas eu topo. Quero ficar no Brooklyn.”

    E não é papo furado não. Porter tá entrando no último ano do contrato que assinou originalmente com o Denver antes de ser trocado pro Nets. Ele pode renovar neste verão e claramente quer fazer isso.

    Nets com grana pra gastar

    A situação financeira do Brooklyn é bem interessante. O time deve ter entre 44 e 50 milhões de dólares em espaço salarial nesta off-season. É uma grana considerável pra mexer no elenco.

    O problema é que eles não controlam a própria escolha de primeira rodada em 2027 (obrigado, trade do Kevin Durant). Isso pode empurrar a franquia pra tentar competir por uma vaga nos playoffs já na próxima temporada, em vez de ficar só desenvolvendo jovens.

    Vocês acham que Porter tem razão em apostar no futuro do Nets? Ou será que é só otimismo demais depois de uma temporada bem difícil? Uma coisa eu sei: se o Brooklyn conseguir fazer boas contratações com essa grana toda, as coisas podem mudar rápido na NBA.

  • Ujiri chegou em Dallas e já deixou Kidd na corda bamba

    Ujiri chegou em Dallas e já deixou Kidd na corda bamba

    Cara, que entrada! Masai Ujiri mal pisou em Dallas como novo presidente de operações de basquete dos Mavericks e já deixou todo mundo de cabelo em pé. Na coletiva de segunda-feira, o cara foi direto ao ponto sobre o futuro do técnico Jason Kidd — e não foi nada animador pro treinador.

    “Ele fez um bom trabalho, mas vamos analisar tudo de cima a baixo”, disse Ujiri. Olha, quando um executivo fala isso sobre seu técnico, é porque a coisa não tá boa mesmo. E o mais louco? Kidd ainda tem vários anos de contrato pela frente.

    O histórico do Ujiri não ajuda o Kidd

    Sinceramente, eu entendo a posição do Ujiri. O cara tem um histórico interessante: quando chegou no Denver, manteve George Karl. Em Toronto, fez a mesma coisa com Dwane Casey — pelo menos por um tempo. Mas aí que tá o detalhe: Casey acabou sendo demitido depois, mesmo tendo ganhado o prêmio de técnico do ano.

    “Vou ouvir o técnico Jason Kidd, seus pensamentos sobre tudo”, completou Ujiri. “Porque algumas coisas aqui, eu não conheço. Pra mim, é simples assim.” Traduzindo: o cara vai fazer sua própria avaliação, independente do que já rolou.

    Cooper Flagg é o futuro (e presente) da franquia

    Agora, quando o assunto mudou pra Cooper Flagg… nossa, que diferença! O Ujiri simplesmente se iluminou falando do garoto de 19 anos. E olha que ironia do destino: quando ainda estava em Toronto, ele queria muito esse draft pick, mas os Raptors tinham apenas 7,5% de chance. Dallas? Ganhou na loteria com míseros 1,8% de probabilidade.

    “Luka é um futuro Hall da Fama”, disse Ujiri. “Esse é o passado. Na África, dizemos: ‘Quando reis vão embora, reis chegam’, e um rei se foi. Temos um pequeno príncipe aqui que vamos transformar em rei.”

    Monstro, né? Flagg realmente foi absurdo na temporada de calouro — ganhou o Rookie of the Year de forma convincente. E agora tem um executivo que realmente acredita nele como peça central da franquia.

    E vocês acham que o Kidd consegue se manter no cargo? Porque pelo tom do Ujiri, parece que o técnico vai ter que provar muito pra continuar em Dallas. A história entre os dois também não ajuda — lá em 2014, quando Kidd treinava o Brooklyn contra Toronto nos playoffs, o cara disse que nem sabia quem era o Ujiri. Será que isso ainda pesa?