Tag: alemão NBA

  • Thibs quer voltar e tem os olhos no Bulls – seria épico!

    Thibs quer voltar e tem os olhos no Bulls – seria épico!

    Gente, preparem os corações! Tom Thibodeau quer voltar pra NBA e, pasmem, tem interesse em retornar justamente pro Chicago Bulls. Cara, seria a volta mais cinematográfica da liga, não acham?

    O técnico de 68 anos ficou afastado das quadras nesta temporada depois que os Knicks fizeram aquela loucura de demiti-lo no verão passado — mesmo depois do time ter chegado nas Finais da Conferência Leste! Sinceramente, até hoje não entendo essa decisão de Nova York.

    A nostalgia chamando forte

    Olha, o Bulls seria especial demais pra ele. Foi lá em Chicago que o Thibs construiu toda sua reputação como técnico principal, antes de sair em 2015. O cara transformou aquele time numa máquina defensiva — quem acompanhava na época lembra como era absurdo ver aquela defesa funcionando.

    E tem um detalhe interessante: sempre que o Thibodeau saiu de algum lugar (Bulls em 2015, Timberwolves em 2019), ele voltou pra ativa na temporada seguinte. O homem não consegue ficar parado, é viciado em basquete mesmo.

    Vai rolar mesmo?

    Bom, pra essa reunião acontecer, vai precisar do aval do CEO Michael Reinsdorf e do recém-contratado Bryson Graham, que acabou de chegar vindo do Hawks pra ser vice-presidente executivo de operações de basquete. Imagino as conversas que devem estar rolando por lá.

    O timing até que faz sentido. O mercado de técnicos tá uma loucura total — Bulls, Magic, Trail Blazers e Pelicans todos procurando novo comandante. Até o Steve Kerr ainda não decidiu se continua no Warriors ou não!

    Vocês acham que o Bulls deveria apostar nessa volta do Thibs? Na minha visão, seria uma jogada interessante. O cara sabe trabalhar com defesa como poucos, e Chicago precisa de uma identidade mais sólida. Só espero que dessa vez dê mais certo que nas outras passagens dele!

  • 76ers tomaram uma surra histórica no jogo 1 — mas já voltaram de 3×1

    76ers tomaram uma surra histórica no jogo 1 — mas já voltaram de 3×1

    Olha só, eu sabia que ia dar ruim pro Philadelphia 76ers ontem à noite. Cara, só dois dias depois de completar uma virada histórica contra o Boston Celtics no jogo 7, os caras foram pra quadra contra o New York Knicks e… tomaram uma surra de 137 a 98. Sim, você leu certo. TRINTA E NOVE pontos de diferença.

    “É igual à série passada. Eles não ganham pontos extras por abrir vantagem hoje à noite”, falou o Paul George depois do massacre. E o cara tem razão — afinal, os Sixers já voltaram de uma situação praticamente impossível há dois dias atrás.

    O cansaço pesou ou foi só desculpa?

    Joel Embiid jogou apenas 24 minutos e converteu só 3 de 11 arremessos. O Tyrese Maxey, que teve média de 26.9 pontos na primeira rodada, ficou CINCO MINUTOS sem fazer uma cesta sequer no segundo quarto. Terminou com míseros 13 pontos.

    O técnico Nick Nurse disse antes do jogo que não sabia qual seria o impacto do intervalo curto. Bom, agora ele sabe. “Você não pode inventar desculpas”, admitiu Nurse. “Sabíamos que poderia ser difícil, mas nunca se entra num jogo esperando que isso aconteça.”

    Sinceramente? Acho que o cansaço pesou sim. Depois daquela série insana contra Boston, com toda aquela tensão e desgaste físico, era quase impossível manter o mesmo nível. Os Knicks aproveitaram isso e meteram 65.9% de aproveitamento no primeiro tempo. Absurdo.

    A virada histórica ainda tá fresca na memória

    Aqui vai um dado interessante: os 76ers quase bateram o recorde de maior derrota em playoffs da franquia. O “recorde” é de 1982, quando perderam por 40 pontos pro… Boston Celtics. E adivinha? Eles voltaram e ganharam aquela série também.

    A questão é que essa turma do Embiid já mostrou que tem sangue frio. Perderam o jogo 1 contra Boston por 32 pontos, perderam o jogo 4 por mais 32, e mesmo assim conseguiram a virada mais improvável que eu já vi na minha vida. Foram o 14º time na história da NBA a reverter uma desvantagem de 3-1.

    “Vindo da série que tivemos e da intensidade física que mostramos, eu gostaria de pensar que talvez os caras estavam cansados”, disse Embiid. “Mas não é desculpa. Vamos pro jogo 2.”

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem repetir a mágica? Eu confesso que ainda tô meio em choque com o que eles fizeram contra Boston. Se conseguiram voltar daquela situação, por que não podem fazer de novo?

    O problema é que agora enfrentam um Knicks que tá jogando um basquete bonito demais. Aproveitaram cada limitação do Embiid (que ainda não tá 100% depois da apendicite), correram na transição e fizeram 16-3 em pontos de contra-ataque. Foi um show de bola… pros torcedores de Nova York.

  • Pablo Torre ganha Pulitzer por investigar esquema dos Clippers

    Pablo Torre ganha Pulitzer por investigar esquema dos Clippers

    Cara, que história absurda. O Pablo Torre acabou de ganhar um Pulitzer — sim, PULITZER — por desvendar o que pode ser um dos maiores escândalos da NBA moderna. O podcast dele, “Pablo Torre Finds Out”, levou o prêmio por investigar um suposto esquema dos Clippers pra burlar o salary cap usando uma empresa terceirizada.

    E olha só o tamanho da coisa: estamos falando de 28 milhões de dólares que teriam sido “lavados” pro Kawhi Leonard através de uma empresa chamada Aspiration. Uma empresa que, pasme, o Steve Ballmer (dono dos Clippers) tinha investido 50 milhões.

    O Esquema (Supostamente) Funcionava Assim

    A investigação do Torre revelou que a tal da Aspiration — que hoje nem existe mais — assinou um contrato de marketing de 28 milhões com o Kawhi. Só que aqui tá o pulo do gato: esse dinheiro seria um jeito do Ballmer passar grana pro seu craque sem contar no teto salarial da NBA.

    Pensa bem na engenharia financeira: Ballmer investe 50 milhões na Aspiration em 2021. Os Clippers assinam um acordo de patrocínio de 300 milhões com a mesma empresa. E “coincidentemente” a empresa faz um deal de marketing de 28 milhões com o Kawhi. Meio suspeito, né?

    Na minha visão, se isso for verdade mesmo, é uma das jogadas mais sujas que já vi na NBA. E olha que eu já vi muita coisa nessa liga.

    Todo Mundo Nega, Mas…

    Claro que tanto o Ballmer quanto o Kawhi negaram tudo. O dono dos Clippers até disse que foi “enganado” pela Aspiration. Kawhi, no media day de setembro, foi direto: “Nenhum de nós fez nada errado”.

    Mas aqui tem um detalhe interessante: o co-fundador da Aspiration, Joseph Sanberg, se declarou culpado de fraude federal em 2025. O cara defraudou investidores em 248 milhões de dólares. E Ballmer disse que perdeu seus 60 milhões investidos na empresa.

    Coincidência? Eu não acredito muito em coincidência quando falamos desse nível de dinheiro.

    E Agora, José?

    A NBA abriu uma investigação há oito meses e até agora nada. O Adam Silver disse em fevereiro que o caso é “enormemente complexo” — traduzindo: tá uma bagunça total pra investigar.

    Vocês acham que vai dar em alguma coisa? Porque se comprovarem que os Clippers realmente burlaram o salary cap dessa forma, a punição pode ser devastadora. Estamos falando de picks de draft perdidos, multas pesadas, e quem sabe até suspensões.

    O mais louco de tudo isso é que um jornalista esportivo ganhou um Pulitzer — o prêmio mais prestigioso do jornalismo americano — investigando basquete. Isso mostra o tamanho da bomba que o Torre descobriu.

    Enquanto isso, os Clippers seguem jogando como se nada tivesse acontecido. Mas cara, se eu fosse torcedor deles, taria preocupado. Muito preocupado.

  • Bulls contratam Bryson Graham: será que ele salva Chicago?

    Bulls contratam Bryson Graham: será que ele salva Chicago?

    Cara, os Bulls finalmente tomaram uma decisão! Depois de tanto tempo patinando, a franquia de Chicago acaba de anunciar a contratação de Bryson Graham, que vinha fazendo um trabalho monstro no Atlanta Hawks, para comandar o front office como vice-presidente executivo de operações de basquete.

    Olha, sinceramente acho que foi uma baita contratada. O cara tem uma trajetória impressionante — começou como estagiário no New Orleans há 15 anos e subiu até virar gerente-geral. E não foi sorte não, viu? Graham teve participação direta no draft de caras como Trey Murphy III, Herb Jones e Dyson Daniels. Nomes que qualquer fã de NBA conhece bem.

    O que ele fez em Atlanta foi absurdo

    Em Atlanta, o trabalho dele foi sensacional. Ajudou a montar um time que fez 46-36 na temporada e chegou nos playoffs — resultado que os Bulls sonham em ter há anos. E tem um detalhe interessante: foi Graham quem trouxe Nickeil Alexander-Walker pro Hawks, e o cara simplesmente explodiu, fazendo 20.8 pontos por jogo e ganhando o prêmio de Most Improved Player. Coincidência? Eu acho que não.

    “Esta é uma das franquias mais históricas da história do basquete profissional, e sinto uma tremenda responsabilidade de entregar resultados para esta cidade e esses fãs”, disse Graham no comunicado oficial. E olha, ele tem razão em sentir essa pressão toda.

    Chicago precisa de milagre urgente

    Vamos falar a real aqui: os Bulls estão um caos há tempos. A demissão de Arturas Karnisovas e Marc Eversley em abril foi inevitável depois de seis anos e apenas UMA aparição nos playoffs. Uma! E ainda terminaram em 12º no Leste com 31-51 na última temporada. É de dar dó.

    A situação ficou ainda mais complicada quando Billy Donovan, técnico experiente e membro do Hall da Fama, decidiu pular fora depois de seis temporadas. Agora Graham vai ter que encontrar um novo treinador também — mais um desafio na lista já extensa dele.

    Mas nem tudo são trevas. O time tem algumas peças interessantes como Josh Giddey e Matas Buzelis, duas escolhas de primeira rodada no próximo draft e espaço salarial pra fazer movimentos grandes nesta offseason. A matéria-prima existe.

    Será que rola uma reconstrução de verdade?

    Uma coisa que me chamou atenção foi como Karnisovas resistiu por anos a fazer uma reconstrução completa. O cara insistia em “não pular etapas” até que finalmente cedeu este ano e fez sete trades antes do deadline, mandando embora Nikola Vucevic (pro Boston), Kevin Huerter (pro Detroit) e até mesmo Coby White e Ayo Dosunmu.

    Graham herda essa bagunça toda, mas também a oportunidade de começar do zero. E vocês acham que ele vai conseguir trazer Chicago de volta ao mapa? Porque desde aquela lesão terrível do Derrick Rose em 2012, os Bulls nunca mais foram os mesmos.

    A única vez que chegaram perto de algo decente foi na temporada 2021-22 com Zach LaVine e DeMar DeRozan, quando fizeram 46-36 e foram eliminados pelo Milwaukee na primeira rodada. Mas aí o Lonzo Ball se machucou e ficou dois anos fora, e lá se foi o projeto.

    Minha impressão? Graham tem tudo pra dar certo. O currículo dele é sólido, tem experiência de sobra e sabe como desenvolver talento. Agora é torcer pra que os Reinsdorf deixem o homem trabalhar em paz e não fiquem interferindo. Chicago merece voltar a sonhar alto!

  • Ujiri nos Mavs? Esse cara vai revolucionar Dallas!

    Ujiri nos Mavs? Esse cara vai revolucionar Dallas!

    Gente, quando eu vi essa notícia quase derrubei o café! Os Dallas Mavericks acabaram de contratar Masai Ujiri como novo presidente — aquele mesmo cara que montou o time campeão dos Raptors em 2019. Isso é GIGANTE!

    Olha só: depois de mandarem o Nico Harrison embora em novembro (e sinceramente, já era hora), os Mavs passaram seis meses procurando alguém à altura. E conseguiram o monstro. Ujiri não é qualquer um — ele é o cara que teve a visão de trocar DeMar DeRozan pelo Kawhi Leonard e levou Toronto ao título. Essa trade foi simplesmente genial.

    O homem da reconstrução chegou

    Vocês lembram da confusão que foi a era Harrison, né? O cara trocou o LUKA DONČIĆ pelos Lakers em troca do Anthony Davis. Mano, até hoje não acredito que isso aconteceu. Foi um desastre completo, e se não fosse a sorte no draft que trouxe Cooper Flagg, os Mavs estariam no fundo do poço ainda.

    Mas agora é diferente. Ujiri tem 12 anos de experiência com os Raptors, levou o time aos playoffs em 9 dessas temporadas. O cara sabe o que faz. E pela declaração dele, dá pra sentir a determinação: “Nós vamos vencer em Dallas”. Essa confiança me arrepia!

    E agora, qual o plano?

    A pergunta que não quer calar: o que Ujiri vai fazer com esse elenco? Cooper Flagg é obviamente o futuro da franquia, mas e o resto? Kyrie Irving voltando com saúde pode resolver os problemas na armação — e convenhamos, se você vai ter um jovem armador aprendendo, não tem professor melhor que o Uncle Drew.

    O draft lottery tá aí no dia 10 de maio, e os Mavs têm 6,7% de chance de pegar a primeira escolha. Seria absurdo se acontecesse de novo, mas no basquete a gente nunca sabe, né?

    Agora vem a parte interessante: Ujiri vai querer fazer uma limpeza geral e trocar galera como Klay Thompson, PJ Washington e Daniel Gafford pra recuperar assets? Ou vai tentar fazer esse elenco funcionar com alguns ajustes? Conhecendo o histórico dele, aposto que vai ser cirúrgico nas mudanças.

    Uma coisa eu garanto: Dallas não será mais a mesma. Ujiri tem essa capacidade de transformar franquias, e depois da bagunça dos últimos anos, os fãs dos Mavs merecem isso. Vocês acham que ele consegue levar Dallas de volta aos playoffs rapidinho?

  • Rockets disseram NÃO pro Harden: priorizaram os mlks da base

    Rockets disseram NÃO pro Harden: priorizaram os mlks da base

    Olha, eu não esperava essa quando soube da história. O James Harden queria voltar pra Houston — sim, pro time que o transformou em estrela — mas os Rockets mandaram um ‘obrigado, mas não’ educado.

    A situação era até meio óbvia, né? O Fred VanVleet rasgou o joelho no final de setembro (numa resenha dos caras nas Bahamas, inclusive) e deixou Houston sem armador titular. Aí os empresários do Harden ligaram pro Rockets depois que o Clippers começou horrível com 6-21. Era a deixa perfeita pra uma reunião que todos queriam ver.

    Por que Houston disse não pro MVP de 2018?

    Aqui que fica interessante. Os Rockets não quiseram porque — pasmem — estão mais preocupados em desenvolver os mlks novos do que em resolver o problema na marra. Reed Sheppard, Alperen Sengun e Amen Thompson são as joias da casa, e a diretoria não queria que um cara que precisa da bola nas mãos atrapalhasse o desenvolvimento deles.

    “Não estamos procurando um jogador heliocêntrico, por mais incrível que o James ainda seja”, foi o que uma fonte do time falou pra ESPN. “Queremos desenvolver o Reed, o Amen, e queremos a bola nas mãos do Alpy.”

    Cara, eu entendo o raciocínio. O Harden é um monstro, mas ele precisa da posse de bola pra funcionar no máximo. Se você não vai dar essa liberdade pra ele, por que contratar?

    Já tinha rolado antes

    Não foi a primeira vez que Houston passou a perna no Barba. Em 2023, quando ele tava brigado com o Philadelphia, os Rockets preferiram assinar com o VanVleet por 3 anos e 130 milhões em vez de tentar uma reunião.

    Sinceramente? Acho que foi a decisão certa pensando a longo prazo. O Harden tem 35 anos e, por mais que ainda jogue muito, não é mais aquele cara que carregava Houston sozinho.

    E olha só como as coisas se desenrolaram: Sheppard, Thompson e Sengun fizeram jogos absurdos e outros horríveis nos playoffs contra o Lakers. Erros de jovem, né? Mas faz parte do processo. Vocês acham que valeria a pena trocar esse desenvolvimento por uma solução temporária?

    No final das contas, o Harden acabou sendo trocado pro Cleveland antes do deadline de fevereiro. Houston seguiu com o plano de apostar na molecada. Vai dar certo? Só o tempo dirá, mas eu curto essa filosofia de construir algo sólido em vez de correr atrás de quick fix.

  • KD fica, mas Rockets apostam no futuro: ‘Não é a janela dele’

    KD fica, mas Rockets apostam no futuro: ‘Não é a janela dele’

    Olha, eu não esperava isso, mas os Rockets deixaram bem claro qual é o plano deles: Kevin Durant vai ficar, sim, mas não é ele o centro do projeto. É isso mesmo que vocês leram.

    Depois da eliminação na primeira rodada pros Lakers, todo mundo achava que ia rolar um terremoto em Houston. KD machucado, time perdendo de 4-2, clima pesado no vestiário… Receita perfeita pra mudança, né? Mas não. Os caras simplesmente viraram e falaram: “A gente não tá correndo atrás de título por causa da janela do Durant. Nosso foco é no núcleo jovem.”

    O futuro é agora (mas não do jeito que pensávamos)

    Uma fonte bem graduada dos Rockets foi direto ao ponto: “Queremos uma década de competitividade. Não vamos cometer o erro de outras franquias de desistir dos nossos jovens cedo demais.” Cara, isso é uma mensagem e tanto pra um cara de 37 anos que ainda média 26 pontos por jogo.

    E olha, faz sentido quando você para pra pensar. Alperen Sengun, Jabari Smith Jr., Jalen Green… Esses moleques têm tudo pra formar algo especial juntos. Sinceramente acho que os Rockets estão certos em apostar neles a longo prazo, mesmo com o KD ainda jogando em alto nível.

    Clima tenso que ninguém quer falar

    Mas vamos falar do elefante na sala: o clima no vestiário não tava dos melhores. Fontes do time disseram que o “mau humor” do Durant incomodou os mais novos durante a temporada toda. E piorou quando rolaram as alegações de que ele criticou o Sengun e o Jabari Smith Jr. numa conta fake no Twitter durante o All-Star Weekend.

    KD teve que sentar com o time pra conversar sobre isso. Não foi reunião formal, mas aconteceu. E vocês acham que isso não afeta o grupo? Claro que afeta, principalmente quando você tem um veterano de 37 anos reclamando dos garotos de 22-23.

    Udoka fica, mas e agora?

    Ime Udoka também tá garantido pro ano que vem, o que faz sentido. O cara pegou um time jovem e levou pros playoffs. Não é qualquer um que faz isso com uma turma tão inexperiente.

    O problema é que ficou bem claro na série contra os Lakers: quando o KD não joga, esse ataque dos Rockets vira uma bagunça completa. Eles foram o 24º colocado em cestas de três convertidas e 28º em tentativas. Isso não dá, galera.

    A offseason vai ser crucial. Precisam melhorar o perímetro urgentemente, renovar com Tari Eason (que é uma promessa absurda) e decidir o que fazer com VanVleet e Steven Adams, os dois voltando de lesões sérias aos 32 anos.

    No final das contas, Houston escolheu o futuro em vez do presente. É uma aposta arriscada, mas quem sabe não dá certo? E vocês, acham que os Rockets erraram a mão ou fizeram a escolha certa?

  • Orlando demite Jamahl Mosley após mais uma eliminação precoce

    Orlando demite Jamahl Mosley após mais uma eliminação precoce

    Olha, eu não vou mentir — já estava na cara que isso ia rolar. O Orlando Magic acabou de mandar Jamahl Mosley embora depois de cinco temporadas no comando da equipe.

    O cara teve um cartel de 189 vitórias e 221 derrotas durante esse período. Não é exatamente o que você chama de dominante, né? Mas pera aí, antes de crucificar o técnico, vamos dar uma olhada no contexto.

    Três playoffs, três decepções

    Mosley conseguiu levar o Magic aos playoffs por três anos consecutivos — e isso não é pouco pro Orlando, que passou anos patinando. O problema? Nunca conseguiu passar da primeira rodada.

    A gota d’água veio agora nos playoffs. O time abriu 3 a 1 contra o Detroit Pistons (que era o primeiro colocado da conferência, diga-se de passagem) e conseguiu a proeza de perder três jogos seguidos. Três! Como você perde uma série estando 3-1 na frente?

    Sinceramente, eu entendo a frustração da torcida. Você vê o time chegando perto, criando expectativa, e na hora H… nada.

    Jeff Weltman assume o comando da busca

    Quem vai liderar a procura pelo novo técnico é Jeff Weltman, presidente de operações de basquete do Magic. Aliás, o cara acabou de renovar contrato essa temporada, então pelo menos tem estabilidade na direção.

    A temporada foi meio conturbada mesmo. O Magic sofreu com várias lesões durante a temporada regular e muita gente já esperava uma mudança no comando técnico antes mesmo dos playoffs começarem. Mosley até conseguiu dar a volta por cima e classificar o time pro Play-In como oitavo colocado, mas não foi suficiente.

    E vocês acham que ele vai conseguir outro trampo rapidinho? Aparentemente o New Orleans Pelicans já tinha o nome dele na lista de candidatos pra vaga de técnico que eles têm em aberto.

    No fim das contas, cinco anos é um bom tempo pra avaliar o trabalho de qualquer técnico. O Magic claramente quer dar o próximo passo na evolução do time, e talvez uma cara nova no comando seja exatamente o que eles precisam pra finalmente passar dessa barreira da primeira rodada dos playoffs.

  • Masai Ujiri é o novo presidente dos Mavs – chegada de peso em Dallas

    Masai Ujiri é o novo presidente dos Mavs – chegada de peso em Dallas

    Cara, que notícia! Masai Ujiri finalmente achou uma casa nova na NBA, e foi parar nada menos que nos Dallas Mavericks. O cara que arquitetou o título dos Raptors em 2019 agora vai tentar botar ordem na casa do Luka Dončić.

    A contratação foi anunciada hoje e, sinceramente, era sobre tempo. Os Mavs estavam há seis meses procurando alguém desde que demitiram o GM Nico Harrison lá em novembro. Seis meses! Imagina a pressão que deve ter sido pra Patrick Dumont, o dono do time.

    O histórico monstro do Ujiri

    Olha só esses números: 15 temporadas como executivo na NBA, recorde de 690-504 (isso é quase 58% de aproveitamento), 12 classificações pros playoffs. O homem sabe o que faz. E não dá pra esquecer que ele foi o Executivo do Ano em 2012-13 quando estava no Denver.

    Mas o que mais impressiona mesmo foi o que ele fez em Toronto. Chegou lá em 2013 e em seis anos construiu um time campeão. A trade do DeMar DeRozan pelo Kawhi Leonard foi controversa na época, mas olha no que deu – anel de campeão. Essa coragem pra fazer movimentos difíceis é exatamente o que Dallas precisa.

    A situação complicada dos Mavs

    Vamos ser sinceros: Dallas está numa situação bem delicada. Terminaram com 26-56 nesta temporada (absurdo pra um time com Luka), têm apenas duas primeiras rodadas no draft deste ano – uma loteria deles e a pick 30 que veio na trade do Anthony Davis.

    E aqui está o pior: eles não controlam sua própria primeira escolha até 2031 por causa das trades da era Luka. Cara, isso é assustador. Ujiri vai ter que ser muito criativo pra montar um time competitivo sem picks de primeira rodada pelos próximos anos.

    A boa notícia é que eles criaram flexibilidade salarial mandando Russell e Jaden Hardy embora junto com Davis antes do deadline. Dinheiro pra gastar no mercado eles têm.

    Michael Finley e Matt Riccardi, que tocaram o time como GMs interinos, já foram avisados no fim de semana que não vão ficar no cargo. Agora é ver o que Ujiri vai fazer com eles – se mantém na organização ou se manda embora.

    Vocês acham que o Ujiri consegue montar um time campeão em torno do Luka sem picks de primeira rodada? Vai ser o maior teste da carreira dele, mas se alguém pode fazer essa mágica acontecer, é esse cara mesmo.

  • Bulls contratam Bryson Graham como novo VP – A reconstrução continua

    Bulls contratam Bryson Graham como novo VP – A reconstrução continua

    Olha, os Bulls finalmente definiram quem vai comandar o front office deles. Bryson Graham é o novo Executive Vice President of Basketball Operations do Chicago, saindo direto do Atlanta Hawks onde estava como senior vice president.

    Sinceramente? Eu não conhecia muito o trabalho do cara, mas quando você vê que ele passou 15 temporadas com os Pelicans antes de ir pros Hawks no ano passado, pelo menos experiência não falta. E olha que os Bulls não foram com pressa — consideraram vários candidatos, incluindo Matt Lloyd dos Timberwolves (que chegou a ser considerado favorito) e Dennis Lindsey.

    Substituindo Karnisovas na missão impossível

    Graham vai assumir o lugar do Arturas Karnisovas, que tava tocando essa reconstrução dos Bulls que… bem, vamos ser honestos, não tá sendo das mais empolgantes. Desde que desmancharam aquele time com DeMar DeRozan e companhia, Chicago tá meio perdido no meio da tabela.

    “Tenho uma honra incrível de me juntar aos Bulls”, disse Graham. “Esta é uma das franquias mais históricas do basquete profissional.” Cara, ele falou tudo certinho, né? Responsabilidade, cultura vencedora… O discurso padrão, mas pelo menos demonstra que entende a pressão de comandar uma franquia como Chicago.

    O desafio pela frente

    Michael Reinsdorf pareceu bem empolgado com a contratação, falando que Graham é um “avaliador de talentos de elite” que “ganhou tremendo respeito pela liga”. Bom, vamos ver se isso se traduz em escolhas melhores no draft e trades mais inteligentes.

    O que mais me chama atenção é que Graham falou sobre “encontrar os jogadores certos e desenvolver uma cultura impactante”. Monstro, os Bulls precisam disso URGENTE. Desde a era Jordan que eles não conseguem construir algo consistente por muito tempo.

    A real é que Chicago tem alguns jovens interessantes no elenco atual, mas falta uma direção clara. Será que Graham consegue dar essa identidade que os Bulls tão precisando? Vocês acham que ele vai apostar numa reconstrução completa ou vai tentar acelerar o processo?

    Uma coisa é certa: a pressão vai ser absurda. Dirigir os Bulls é uma das funções mais difíceis da NBA, ainda mais com a torcida de Chicago que não esquece o que é grandeza. Vamos acompanhar como ele vai se sair nessa empreitada.