Tag: alemão NBA

  • Mavs ficam no vácuo: Tim Connelly não vai sair do Wolves

    Mavs ficam no vácuo: Tim Connelly não vai sair do Wolves

    Olha só que situação chata pros Mavericks. Segundo o Marc Stein, a direção do time de Dallas já tá meio que desistindo de conseguir uma entrevista com Tim Connelly pra assumir o cargo de presidente de operações de basquete.

    E não é por falta de interesse, viu? O problema é que os Wolves simplesmente não vão liberar o cara. Connelly ainda tem mais um ano de contrato em Minnesota e, convenhamos, depois da temporada que os Wolves fizeram chegando nas finais do Oeste, por que diabos eles iam facilitar a saída do executivo?

    Patrick Dumont quer fazer barulho

    O que mais me chama atenção nessa história é que o Patrick Dumont, novo dono dos Mavs, tá claramente querendo fazer uma contratação de impacto. Cara quer chegar chegando, sabe? E faz todo sentido — time que tem Luka Dončić e Kyrie Irving precisa de uma direção à altura.

    Mas aí que tá o problema: os executivos top de linha da NBA não tão exatamente sobrando no mercado. E quando você encontra um disponível, sempre tem algum porém.

    Dennis Lindsey ainda na mesa

    A alternativa que tá ganhando força é o Dennis Lindsey, atual vice-presidente de operações dos Pistons. Interessante que os Mavs ainda nem pediram permissão oficial pra conversar com ele — será que tão esperando resolver a situação do Connelly primeiro?

    Lindsey não é nome pequeno não. O cara teve passagens importantes no San Antonio (na época áurea dos Spurs) e no Utah Jazz. Conhece o mercado, entende de draft, sabe montar elenco. Talvez não seja o “nome de impacto” que o Dumont quer, mas definitivamente seria uma contratação sólida.

    Sinceramente? Acho que os Mavs vão ter que baixar um pouco as expectativas. Nem sempre dá pra pescar o peixe grande que você quer. Às vezes é melhor ir com alguém competente e disponível do que ficar correndo atrás de impossíveis.

    E vocês, acham que o Lindsey seria uma boa pra Dallas? Ou preferiam que eles continuassem insistindo em nomes mais badalados?

  • Magic de olho em Billy Donovan: volta da novela de 2007?

    Magic de olho em Billy Donovan: volta da novela de 2007?

    Olha só que situação interessante rolando em Orlando. Segundo o Marc Stein, já tinha “conversa” sobre o Billy Donovan assumir o Magic ANTES mesmo dele sair do Chicago Bulls nessa offseason. E cara, isso me lembrou na hora daquela novela de 2007…

    Pra quem não lembra (ou era muito novo na época), o Donovan já tinha ACEITADO treinar o Magic em 2007. Mas aí, do nada, mudou de ideia e voltou pra University of Florida. Imagina o clima tenso que deve ter ficado na época.

    Dusty May também no radar

    Mas não para por aí. O Magic também tá de olho no Dusty May, técnico que acabou de ganhar o título nacional com Michigan. O problema é que, pelo que tudo indica, o cara vai ficar por lá mesmo — afinal, quem larga um título nacional fresquinho?

    Sinceramente, acho que seria meio difícil ele sair de Michigan agora. Acabou de provar que o sistema dele funciona no nível mais alto do basquete universitário.

    E o Mosley nisso tudo?

    Enquanto isso, o atual técnico Jamahl Mosley tá sendo cotado pro New Orleans Pelicans. O timing é meio estranho, né? O Magic acabou de ser eliminado pelos Pistons no jogo 7 da primeira rodada — uma eliminação que doeu muito considerando o potencial do time.

    Paolo Banchero, Franz Wagner, essa geração jovem promissora… será que precisa mesmo trocar de técnico? Ou é mais questão de dar tempo pro trabalho amadurecer?

    Vocês acham que o Donovan seria uma boa pro Magic? O cara tem experiência na NBA, conhece bem a pressão, mas também tem essa história meio mal resolvida com a franquia. Às vezes o passado pesa, né?

  • Warriors vão conversar com Kerr segunda: deve ficar mesmo

    Warriors vão conversar com Kerr segunda: deve ficar mesmo

    Olha, parece que o drama Steve Kerr nos Warriors tá chegando no final — e com final feliz, pelo jeito. A franquia vai se reunir com o técnico na segunda-feira pra definir de uma vez por todas se ele fica ou se vai embora.

    E pelo que tô ouvindo por aí, a coisa tende pro lado do “fica mesmo”. Fontes internas dos Warriors acreditam que é “mais provável que não” que os dois lados cheguem num acordo. Sinceramente? Faz todo sentido.

    Kerr quer ficar, Warriors querem garantia

    A situação é meio engraçada: o Kerr aparentemente quer continuar em Golden State (e quem não ia querer depois de ganhar 4 títulos lá?), mas os Warriors estão pedindo um compromisso de vários anos. Cara tem 60 anos, mas ainda tá no auge como técnico.

    O negócio é que a ESPN tá fazendo uma pressão danada pra ele voltar pros comentários. E convenhamos — o Kerr como comentarista é sensacional. Mas será que ele larga a chance de continuar comandando Curry, Thompson e companhia?

    Minha opinião: seria loucura sair agora

    Na minha visão, seria uma insanidade o Kerr deixar os Warriors neste momento. O time ainda tem pelo menos mais 2-3 anos de janela real de título com o Curry. Draymond tá renovado, Klay voltou bem das lesões…

    Além do mais, que técnico no mundo não ia querer trabalhar com Stephen Curry no final da carreira dele? É tipo treinar o Michael Jordan nos anos 90 — oportunidade única na vida.

    E vocês, acham que o Kerr fica mesmo ou a ESPN consegue convencer ele? Eu apostaria minha camisa dos Warriors (que eu não tenho, mas compraria) que ele assina por mais alguns anos. Segunda-feira a gente descobre!

  • Drew Timme aproveitou a oportunidade dos Lakers como poucos fariam

    Drew Timme aproveitou a oportunidade dos Lakers como poucos fariam

    Olha, eu preciso admitir uma coisa: quando os Lakers pegaram o Drew Timme lá da G League em novembro, eu não sabia se o cara ia conseguir se adaptar. Mas, cara, que história inspiradora esse maluco construiu.

    “Quando me chamaram pela primeira vez, eu pensei: ‘Eu posso não saber p*rra nenhuma, mas vou jogar pra caralho’”, contou Timme numa entrevista exclusiva. E essa mentalidade, mano — é isso que separa quem fica de quem volta pra casa.

    O dois-way contract é uma parada complicada, viu? Você fica nesse vai e vem entre NBA e G League, nunca sabe se vai jogar ou ficar no banco. Mas o Timme encarou numa boa. “É a natureza do trabalho”, ele disse. “Bons soldados seguem ordens, eu faço o que me mandam.”

    A explosão contra o Portland

    Aí que vem a parte boa da história. Com o Deandre Ayton e o Jaxson Hayes machucados, o JJ Redick resolveu dar uma chance pro garoto. E que chance! Contra o Portland, dia 17 de janeiro, o Timme simplesmente destruiu: 21 pontos, 9/12 nos arremessos de quadra e ainda meteu 3 de 4 do perímetro.

    Sinceramente? Eu não esperava isso. O cara veio da G League e jogou com uma confiança absurda, como se sempre tivesse estado ali. Dois dias depois, contra o Denver — que não é time qualquer —, fez mais 9 pontos numa vitória importantíssima fora de casa.

    O que torna ele especial

    Mas sabe o que mais me impressionou no Timme? O cara tem handles de armador num corpo de pivô. Na G League, era comum ver ele subindo a bola e organizando as jogadas. 4.8 assistências por jogo com o South Bay, chegando até 9 numa partida só.

    “Minha confiança como principal organizador e facilitador melhorou muito”, ele explicou. “Consigo controlar o ritmo e o fluxo do jogo.” E isso é monstro, cara. Quantos pivôs você vê por aí fazendo isso?

    A defesa também evoluiu pra caramba, principalmente no perímetro — algo essencial no basquete moderno. O cara entendeu que não basta só ser grande, tem que saber se movimentar e ajudar os companheiros.

    Vocês acham que ele consegue se firmar no elenco dos Lakers na próxima temporada? Na minha visão, se continuar com essa mentalidade e aproveitando as oportunidades, pode sim virar uma peça importante. Afinal, jogador que joga duro e ainda tem skill diferenciado é o tipo de cara que todo técnico quer no banco.

  • Matt Lloyd vai assumir os Bulls? E ainda pode trazer o Micah Nori!

    Matt Lloyd vai assumir os Bulls? E ainda pode trazer o Micah Nori!

    Olha só, parece que os Bulls finalmente podem estar chegando perto de resolver a bagunça da diretoria. Matt Lloyd, que hoje é GM dos Timberwolves, virou o favorito absoluto para assumir como chefe de operações de basquete em Chicago. E pelo jeito, a coisa pode se resolver nos próximos dias mesmo.

    A volta do filho pródigo

    Lloyd não é qualquer um por lá — o cara já trabalhou pros Bulls no passado e tem um apoio forte do John Paxson, que continua como conselheiro da franquia. Essa conexão histórica pode ter sido decisiva na escolha, porque convenhamos, Chicago precisa de alguém que entenda a cultura da casa.

    Mas aqui vem a parte mais interessante: se o Lloyd realmente for confirmado, ele já tem nome e sobrenome para técnico. Micah Nori seria o escolhido para comandar o time. Nori atualmente é assistente técnico nos Suns e tem uma reputação sólida como desenvolvedor de talentos — algo que os Bulls precisam MUITO considerando o tanto de jovem promissor que eles têm no elenco.

    Concorrência ainda existe

    Claro que a coisa não tá 100% definida ainda. Bryson Graham (Hawks), Dennis Lindsey (Pistons) e Dave Lewin (Celtics) ainda estão na briga. Mas sinceramente? Pelo que tudo indica, Lloyd largou na frente e pode cruzar a linha de chegada primeiro.

    Vocês acham que essa dupla Lloyd-Nori seria a solução pros problemas de Chicago? Porque olhando de fora, parece que os Bulls finalmente podem estar tomando uma decisão inteligente depois de anos patinando na mediocridade. A franquia precisa urgentemente de uma direção clara, e trazer alguém com experiência (e que conhece a casa) pode ser exatamente o que eles precisavam.

    A tendência é que nos próximos dias a gente tenha uma definição oficial. E aí sim poderemos ver se Chicago finalmente vai sair dessa de ficar sempre no limbo entre rebuild e playoff push.

  • Celtics eliminados! O Leste da NBA virou uma bagunça total

    Celtics eliminados! O Leste da NBA virou uma bagunça total

    Gente, eu ainda não acredito no que acabou de acontecer. Os Boston Celtics — sim, o Boston Celtics — acabaram de ser eliminados pelos Sixers depois de estar ganhando por 3-1 na série. Três a um, cara! Como é que você toma uma virada dessas?

    Olha, eu vou ser sincero: achei que ia ser mais um passeio dos Celtics rumo ao título. Eles eram os únicos no Leste com odds menores que 16/1 pra ganhar tudo, enquanto todo mundo brigava pelas sobras. Agora? O Leste virou terra de ninguém.

    Thunder segue na pole, mas o Leste tá pegando fogo

    Com Boston fora, adivinha quem virou favorito no Leste? Os New York Knicks com +900. É, os Knicks. E eles vão enfrentar justamente a Filadélfia na próxima fase — que saiu de +12500 antes do jogo 7 pra +4500 agora. Absurdo essa valorização.

    No geral, o Oklahoma City Thunder continua sendo o favorito absoluto com -150, seguido pelo San Antonio Spurs com +350. Os caras do Thunder foram de +230 no início da temporada pra -150 agora. Varreram a primeira fase e tão com cara de quem vai longe mesmo.

    Mas peraí — tem umas interrogações sobre o Jalen Williams por lá que podem complicar as coisas.

    A virada histórica dos Sixers

    Cara, essa virada de 3-1 dos Sixers foi coisa de filme. Eu tava aqui pensando “acabou, Boston vai passear”, e os caras simplesmente decidiram que não ia ser assim. Philadelphia agora encara os Knicks numa série que promete ser guerra total.

    Sério, quem vocês acham que tem mais chance agora no Leste? Porque com Boston fora, qualquer um pode chegar na Final. Os Cavaliers com +1600, o Detroit Pistons também com +1600… até o Toronto Raptors tem chances matemáticas ainda.

    Por que o Thunder ainda é o favorito

    Olhando friamente, Oklahoma City tem tudo pra chegar longe mesmo. O Shai Gilgeous-Alexander tá no auge da carreira, jogando num nível MVP tranquilo. O trio com Jalen Williams e Chet Holmgren é monstruoso dos dois lados da quadra.

    E o mais impressionante: eles conseguem jogar de várias formas. Querem jogar corrido? Conseguem. Precisam de defesa? Têm. Querem espaçar a quadra? Chet resolve. É um time muito completo.

    Mas eu tenho que admitir — botei uma fichinha no Spurs lá em fevereiro quando o Thunder tava com vários lesionados. San Antonio fez um 13-1 absurdo e chegou perto de alcançar OKC na tabela. Vai que rola uma surpresa, né?

    O que vocês acham? Thunder vai confirmar o favoritismo ou alguém vai aprontar? Porque depois dessa eliminação dos Celtics, eu tô preparado pra qualquer coisa nessa temporada.

  • Robinson leva multa pesada de $50 mil após confusão com Daniels

    Robinson leva multa pesada de $50 mil após confusão com Daniels

    Mano, a NBA não brinca em serviço quando o assunto é confusão nos playoffs. Mitchell Robinson, pivô dos Knicks, levou uma multa de $50 mil — isso mesmo, cinquenta mil dólares — após a briga com Dyson Daniels no jogo 6 contra o Hawks. O australiano também se deu mal e vai desembolsar $25 mil.

    A treta rolou no segundo quarto daquele massacre de 140 a 89 que os Knicks aplicaram em Atlanta. Sabe como é, né? Playoffs esquentam os ânimos, e quando você tá perdendo por mais de 50 pontos, qualquer coisinha vira motivo pra briga.

    A confusão que custou caro

    A coisa começou simples: os dois brigando por posição num lance livre. Normal. Acontece todo jogo. Mas aí que a situação saiu do controle — mesmo depois dos árbitros separarem os caras, o Robinson continuou indo atrás do Daniels de forma agressiva. E olha, eu entendo a adrenalina dos playoffs, mas tem hora que você tem que saber parar.

    Os dois tomaram técnica e foram expulsos na hora. Mas Robinson conseguiu transformar uma multa que seria menor numa conta bem salgada.

    O post que custou ainda mais caro

    Aqui que fica interessante (e meio burro, pra ser sincero): Robinson ainda foi nas redes sociais depois do jogo e postou alguma coisa sobre a confusão. A liga não revelou o que exatamente ele escreveu, mas deve ter sido pesado porque isso fez a multa dele duplicar praticamente.

    Cara, $50 mil por alguns segundos de descontrole e um post infeliz. Imagina explicar isso pro contador? “Oi, preciso de um desconto aí porque perdi a cabeça num jogo que já tava ganho e ainda fui provocar no Instagram”.

    E vocês, acham que a multa foi justa ou a liga exagerou? Eu acho que Robinson pediu pra se complicar — principalmente com esse post. Daniels pelo menos ficou quieto depois e pagou “só” metade disso.

  • Cuban tentou recomprar os Mavs e tomou um fora histórico

    Cuban tentou recomprar os Mavs e tomou um fora histórico

    Olha, eu sempre achei que o Mark Cuban ia se arrepender de vender os Mavericks. E não é que o cara realmente tentou dar o golpe da volta?

    Em entrevista pro Front Office Sports, Cuban confirmou que tentou sim recomprar o Dallas Mavericks da família Adelson — e levou um não redondo. “Se houvesse qualquer chance de fazer isso novamente, eu faria, mas esse não é mais o jogo”, admitiu o bilionário.

    A novela da venda que não para

    Relembra aí: Cuban vendeu 73% do time pra família da Miriam Adelson em dezembro de 2023, ficando com 27%. Mas o pior é que tem uma cláusula no contrato que permite os Adelsons comprarem mais 20% nos próximos quatro anos. Ou seja, Cuban pode ficar com míseros 7% do time que ele construiu.

    Imagina a dor no coração do cara? Principalmente depois de ver os novos donos trocarem o Luka Dončić pros Lakers em fevereiro. Sim, vocês leram certo. TROCARAM O LUKA.

    A tentativa desesperada

    Segundo Cuban, um grupo de investidores externos chegou até ele querendo bancar uma recompra. “Um monte de gente me procurou; eles não estavam felizes com o rumo das coisas”, explicou. “E eu falei: ‘Olha, se vocês conseguirem convencer eles a vender, eu ficaria mais que feliz em contribuir com minha participação e ajudar.’”

    Mas o próprio Cuban já sabia que não ia rolar. Ele mesmo disse pros caras que duvidava que os Adelsons tivessem interesse em vender. E não é que ele estava certo?

    A resposta da família foi direta e grossa: “O time não está à venda e as famílias estão ansiosas para expandir sua participação acionária ao longo do tempo.”

    O arrependimento que não sai da cabeça

    Cuban já tinha desabafado antes que não se arrependia de ter vendido, mas sim de TER VENDIDO PRA QUEM VENDEU. “Cometi muitos erros no processo, e vou deixar por isso mesmo”, disse.

    E sinceramente? Dá pra entender a frustração do cara. Você constrói uma franquia do zero, vê ela chegar nas finais da NBA, e depois tem que assistir os novos donos desmancharem tudo. A troca do Luka deve ter sido a gota d’água.

    Cuban não descartou comprar outro time da NBA no futuro, mas admitiu que geografia e licitações competitivas seriam obstáculos. Aos 67 anos, será que ele ainda tem fôlego pra essa batalha toda de novo?

    E aí, vocês acham que Cuban ainda vai conseguir voltar pra NBA como dono? Ou essa porta já fechou de vez?

  • NBA multa Robinson em $50 mil após treta épica no playoff

    NBA multa Robinson em $50 mil após treta épica no playoff

    Irmão, que confusão foi aquela no Jogo 6 entre Knicks e Hawks! Mitchell Robinson dos Knicks levou uma multa de $50 mil, enquanto Dyson Daniels dos Hawks pagou $25 mil pela briga que rolou na quinta-feira. E olha, não foi só qualquer tretinha não — foi daquelas que você lembra por anos.

    A coisa toda começou no segundo quarto, depois de um lance livre. Robinson e Daniels se enroscaram e — pow! — a briga se espalhou que nem rastilho de pólvora. Os dois times se meteram, a confusão foi parar na arquibancada… aquele caos total que a gente adora ver (admite que você pausou o stream pra ver de novo).

    Por que Robinson pagou mais caro?

    A NBA deixou claro: Robinson levou multa maior por causa de um post “inapropriado” no Instagram depois do jogo. A liga não especificou qual, mas pelo jeito ele repostou um vídeo bem salgado nos stories. Cara, você ganha milhões, toma uma expulsão feia e ainda vai zoar nas redes sociais? Às vezes o emocional fala mais alto mesmo.

    Daniels ficou só nos $25 mil — praticamente um desconto de Black Friday comparado ao que o Robinson pagou. Sinceramente, acho que ele se deu bem.

    O massacre histórico dos Knicks

    Mas vamos falar do que realmente importou: os Knicks DESTRUÍRAM os Hawks. 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! Chegaram a abrir 61 pontos de vantagem numa partida de playoff. É o tipo de coisa que você conta pros netos.

    No intervalo já eram 47 pontos de diferença — a maior da história dos playoffs da NBA. Os Hawks devem estar até hoje tentando entender o que aconteceu naquela quadra. Foi uma surra tão grande que até quem torceu pro Hawks teve que aplaudir de pé.

    E aí, vocês acham que essa multa vai fazer o Robinson pensar duas vezes antes de postar nos stories? Porque pelo jeito ele preferiu pagar os 50 mil e manter a zoeira no ar. Tem jogador que nasceu pra polêmica mesmo.

    Esses playoffs estão chegarados de multas — Jokić e Randle também levaram punição na semana passada, além de Luke Kennard e Marcus Smart por discutir com os árbitros. A liga tá de olho em tudo, galera. Melhor maneirar na empolgação.

  • Knicks metem 51 pontos de diferença e Celtics vão pro Game 7!

    Knicks metem 51 pontos de diferença e Celtics vão pro Game 7!

    Cara, que noite absurda foi essa quinta-feira nos playoffs da NBA! Os Knicks simplesmente destruíram os Hawks por 140 a 89 — cinquenta e um pontos de diferença numa eliminação. Isso não é normal, pessoal.

    Olha só esse dado que me deixou de queixo caído: os Knicks terminaram o primeiro tempo ganhando por 47 pontos (83-36). Quarenta e sete! Só houve uma diferença maior que essa na história da NBA no intervalo, e foi num jogo da temporada regular, não nos playoffs. Os caras não estavam brincando em serviço.

    OG Anunoby virou o monstro da noite

    O OG Anunoby teve uma atuação que vai ficar na memória. 29 pontos com 11/14 nos arremessos de quadra — isso é mais de 78% de aproveitamento! Fez 25 pontos só no primeiro tempo. Sinceramente, eu não esperava que ele fosse explodir dessa forma numa eliminação, mas o cara mostrou por que os Knicks apostaram tanto nele.

    E tem mais: Karl-Anthony Towns fez algo histórico. Ele se tornou apenas o segundo jogador da história dos Knicks (junto com Walt Frazier) a conseguir múltiplos triple-doubles nos playoffs. 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências. O maluco tá distribuindo bola como nunca — 36 assistências em seis jogos da pós-temporada!

    Celtics dormem no ponto e Jaylen Brown se perde

    Agora vamos falar da decepção da noite. Os Celtics tinham tudo pra fechar a série contra os Sixers, mas perderam por 106 a 93 e agora vão ter que decidir no Game 7. E o Jaylen Brown? Rapaz, que atuação para esquecer.

    O cara teve 18 pontos (até que não tá ruim no papel), mas cometeu cinco turnovers e passou a noite toda tentando atropelar qualquer defensor que aparecesse na frente. Dez faltas ofensivas na série toda! Paul George comeu ele vivo nesse jogo — foi uma clínica defensiva do PG.

    Vocês acham que os Celtics conseguem se recuperar no Game 7? Porque essa mentalidade de tentar resolver tudo na força não vai funcionar contra uma defesa organizada como a dos Sixers.

    O que me impressiona é como os playoffs conseguem mudar completamente a narrativa. Uma semana atrás todo mundo dava os Celtics como favoritos absolutos, e agora eles tão suando pra passar dos Sixers. Já os Knicks, que pareciam estar em apuros depois de perder dois jogos por um ponto de diferença, responderam com uma das maiores goleadas da história dos playoffs.

    É isso que faz a NBA ser viciante, né pessoal? Uma noite você tá no céu, na outra você tá no inferno. E sábado tem Game 7 em Boston — vai ser guerra!