Tag: alemão NBA

  • Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Cara, quem diria que Jordan Clarkson ia dar essa reviravolta nos Knicks? Eu confesso que depois daquela surra que o Dallas deu no MSG em janeiro, achei que o cara tinha acabado. Tipo, literalmente acabado. Saiu da rotação, virou banco de reserva mesmo, jogando só lixo time.

    Mas olha só que história louca. O Clarkson assinou com os Knicks em julho depois de rescindir com o Utah Jazz, começou bem na NBA Cup, mas aí desandou completamente. Virou o novo Evan Fournier — sabe aqueles caras que você torce pra dar certo mas só decepcionam? Era exatamente isso.

    O fundo do poço e a volta por cima

    Durante cinco jogos seguidos, o homem jogou apenas sete minutos TOTAIS. Sete minutos! Eu já tava pensando: “pronto, mais um veterano que veio pro Knicks morrer”. Aí o Deuce McBride se machucou, e mesmo assim o técnico Mike Brown preferiu dar minutos pro Tyler Kolek e pro Landry Shamet.

    A situação ficou ainda pior quando o Jose Alvarado chegou em fevereiro. Clarkson tava completamente fora dos planos. Mas no dia 8 de março, contra os Lakers em LA, algo mudou. O ataque dos Knicks tava travado (mesmo sem o LeBron do outro lado), e o Brown resolveu apostar no veterano.

    E cara, o que aconteceu depois foi surreal. Alguns dias depois, contra o Utah — time onde ele jogou por anos —, o Clarkson simplesmente destruiu: 27 pontos, 5 rebotes ofensivos, aproveitamento absurdo de 10/15 nos arremessos de quadra. Foi tipo ver um cara voltando à vida.

    A reinvenção que ninguém esperava

    Mas aqui que fica interessante, pessoal. Não foi só o ataque que melhorou. O Clarkson sempre foi conhecido como aquele cara que só sabe atirar — não passa, não defende, não faz as “coisas pequenas” do basquete. Lembro até do Mike Breen ficando puto com ele no Utah por isso.

    Só que agora? Monstro, o cara tá defendendo na quadra toda! Tá pressionando o armador adversário, fazendo esforço defensivo que eu nunca vi dele. Parece que finalmente entendeu que, aos 32 anos, precisava se reinventar ou ia aposentar.

    Os números falam por si só: depois que voltou pra rotação em março, ele tava acertando 52,5% dos arremessos (antes era uns miseráveis 42,8%). E o mais importante: começou a distribuir mais, teve vários jogos com pelo menos 4 assistências. Isso é evolução, gente!

    Sinceramente, eu não esperava essa. O Clarkson sempre foi aquele sexto homem clássico — entra, atira, faz ou não faz, e é isso aí. Ver ele virando um jogador mais completo aos 32 anos… é quase um milagre do basquete moderno.

    E vocês, acham que ele consegue manter esse nível na próxima temporada? Porque se conseguir, os Knicks ganharam um baita reforço de graça.

  • LeBron finalmente fala sobre o debate com MJ: ‘Espero ter deixado ele orgulhoso’

    LeBron finalmente fala sobre o debate com MJ: ‘Espero ter deixado ele orgulhoso’

    Cara, depois de 23 anos de carreira, o LeBron finalmente resolveu entrar de cabeça no debate que todo mundo quer ouvir: ele versus Michael Jordan. E olha, foi bem melhor do que eu esperava.

    Em uma entrevista recente com a ESPN, o Rei abriu o coração sobre as comparações com MJ — e sinceramente, achei a postura dele muito madura. Em vez de tentar se colocar acima do ídolo, LeBron foi na real: somos diferentes, mas ambos somos absurdos.

    “Nunca me comparei com MJ porque nossos jogos são totalmente diferentes”

    E é isso aí! LeBron mandou a real: “Eu sempre fui um armador-ala/ala-armador. Sempre procurei o passe. MJ procurava o arremesso. Não meio que procurava — ele procurava mesmo.” Mano, essa diferença é gritante quando você para pra analisar.

    O cara cresceu estudando cada movimento do Jordan, cada jogada, aqueles arremessos de média distância que eram pura poesia. “Cresci analisando tudo que ele fazia, como conseguia chegar no seu ponto e se elevar acima de todo mundo”, falou LeBron.

    Mas o que mais me chamou atenção foi quando ele disse: “Há várias coisas onde eu diria que meu jogo é um pouco diferente e um pouco melhor que o dele, mas cara, ele era f*da. Nós dois somos grandes.”

    Os números não mentem (mas também não contam toda a história)

    Olha só os dados: Jordan tem 6 anéis contra 4 do LeBron, 5 MVPs contra 4. Mas LeBron tem 21 seleções para o All-NBA e é o maior pontuador da história com mais de 43 mil pontos. Jordan “só” tem 32 mil — mas também se aposentou no auge, né?

    A média de pontos? Jordan leva com 30.1 contra 26.8 do LeBron. Mas aí entra a questão da longevidade — LeBron tá jogando há mais de duas décadas, mano. É surreal.

    “Espero ter deixado ele orgulhoso usando a camisa 23”

    Essa parte me arrepiou. LeBron falou que sempre sonhou em seguir os passos do Jordan, tanto dentro quanto fora de quadra. E aí veio aquela frase que resume tudo: “Espero ter deixado ele orgulhoso pelo menos, usando essa camisa 23.”

    Cara, isso mostra o quanto Jordan ainda é referência pra ele. Mesmo sendo considerado por muitos como o GOAT, LeBron ainda carrega aquela admiração genuína pelo ídolo de infância.

    O que mais me incomoda nesse debate todo — e o próprio LeBron tocou nesse ponto — é como sempre tentam diminuir um para exaltar o outro. “Você pode olhar pra nós dois e dizer que ama os dois sem tentar atacar a outra pessoa. E geralmente, é comigo que fazem isso”, desabafou.

    E aí, vocês acham que essa postura do LeBron vai amenizar o debate ou só vai esquentar mais? Sinceramente, acho que mostra a maturidade do cara. Reconhecer a grandeza do Jordan sem se diminuir é coisa de gente grande.

    Uma coisa é certa: independente de quem vocês acham que é o GOAT, tivemos a sorte de acompanhar duas lendas que marcaram gerações inteiras. E olha que o LeBron ainda não terminou — quem sabe o que mais vem por aí?

  • Spurs arrasam, Knicks dominam e NBA quer acabar com tanking

    Spurs arrasam, Knicks dominam e NBA quer acabar com tanking

    Olha, que noite foi essa na NBA! Tanta coisa acontecendo que até fico sem saber por onde começar. O pessoal do RealGM Radio fez um apanhado geral dos jogos mais quentes, e sinceramente, tem umas situações que tão deixando a liga bem interessante.

    Vamos começar pelo que mais me chamou atenção: os Spurs simplesmente destruíram os Blazers. E quando eu digo destruíram, é porque foi daquelas performances que você para pra assistir e fala “cara, esse time tá jogando um basquete diferente”. O Wembanyama deve ter feito uns lances absurdos — esse garoto é um monstro mesmo.

    Playoffs esquentando de vez

    Nos playoffs, a coisa tá pegando fogo. Os Sixers conseguiram respirar contra os Celtics — e olha que eles tavam precisando mesmo, porque tomar uma varredura pros rivais seria humilhante demais. Já os Knicks tão mostrando serviço contra os Hawks. Sinceramente, eu não esperava que Nova York fosse tão dominante assim nessa série.

    E os Nuggets? Cara, eles tão vivos contra os Timberwolves, mas deve tá sendo uma guerra. Minnesota não é moleza não, especialmente com o Anthony Edwards jogando desse jeito que ele tá jogando. Vai ser interessante ver se Denver consegue virar essa chave.

    Thunder sem dó e pena

    Agora, o que mais me impressionou foi o Thunder acabando com o sofrimento dos Suns. Phoenix tava numa situação bem complicada mesmo, e OKC não teve piedade. Esse time jovem de Oklahoma City tá mostrando que veio pra ficar — e olha que eles nem eram favoritos no começo da temporada.

    Os Magic também tão quase eliminando os Pistons, o que não é grande surpresa. Detroit ainda tá em processo de reconstrução, enquanto Orlando já tem uma base sólida montada.

    NBA quer mexer na loteria

    Mas o que realmente me deixou curioso foi essa nova proposta anti-tanking que a NBA tá cogitando. Na minha visão, já era hora de mexer nisso. Ver time perdendo de propósito é frustrante demais pro fã.

    A ideia parece ser reformular o sistema da loteria pra diminuir os incentivos de perder jogos intencionalmente. Não sei exatamente os detalhes, mas qualquer mudança que faça os times jogarem pra vencer é bem-vinda, né?

    E aí, vocês acham que essas mudanças vão funcionar? Ou os times vão sempre dar um jeito de driblar o sistema?

    Uma coisa é certa: com tantos jogos decisivos acontecendo e essas discussões sobre o futuro da liga, a NBA não tá nada monótona. Cada dia surge uma novidade diferente pra gente debater no Sexto Homem!

  • Pistons de olho em Isaac Bonga: volta à NBA depois de 2 anos na Europa

    Pistons de olho em Isaac Bonga: volta à NBA depois de 2 anos na Europa

    Olha só que interessante: o Detroit Pistons tá de olho em Isaac Bonga pra próxima temporada. O alemão de 2,03m que jogou pela última vez na NBA em 2022 pelo Toronto pode estar voltando depois de duas temporadas muito boas na Europa.

    Sinceramente? Eu não esperava ver o nome do Bonga circulando de novo por aqui. O cara passou por Lakers, Wizards e Raptors mas nunca conseguiu cravar uma vaga de verdade. Sempre foi aquele jogador que você olhava e pensava “tem potencial”, mas que nunca explodiu de fato.

    A ressurreição na Europa

    Mas aí que tá – parece que os anos na Europa fizeram muito bem pra ele. Primeiro no Bayern Munich e agora no Partizan da Sérvia, o alemão finalmente encontrou seu ritmo. Nesta temporada foram 10.2 pontos e 5.5 rebotes por jogo, com aproveitamentos de 51% nos arremessos de quadra e 37% do perímetro.

    Esses números podem não parecer absurdos, mas pra quem acompanha basquete europeu sabe que são sólidos. E o mais importante: o cara tá jogando com confiança, coisa que claramente faltava na primeira passagem pela NBA.

    Alemanha forte no cenário mundial

    Tem outro fator que pesa muito a favor do Bonga – ele virou peça importante na seleção alemã. Duas Olimpíadas, Copa do Mundo da FIBA, EuroBasket… o cara tá sempre lá quando a Alemanha precisa. E vocês viram como a Alemanha tá forte no basquete mundial ultimamente, né?

    A questão agora é a famosa buyout clause de 875 mil dólares que o Partizan colocou. Vários times da NBA já tentaram tirar o alemão de lá durante a temporada, mas o clube sérvio segurou firme. Agora no offseason pode ser diferente.

    Na minha visão, o Pistons pode ser o lugar perfeito pra ele. Time jovem em reconstrução, sem a pressão louca de uma franquia tradicional. E aí, vocês acham que o Bonga consegue se firmar dessa vez? Ou vai ser mais uma tentativa frustrada de voltar à melhor liga do mundo?

  • LeBron manda a real sobre MJ: ‘Somos diferentes, mas os dois são monstros’

    LeBron manda a real sobre MJ: ‘Somos diferentes, mas os dois são monstros’

    Olha, eu não esperava que o LeBron fosse ser TÃO sincero sobre o assunto Michael Jordan. Mas numa entrevista gigantesca com a ESPN, o Rei abriu o jogo de uma forma que eu nunca tinha visto antes.

    Cara, aos 41 anos, o homem tá naquela fase da carreira onde você pode falar qualquer coisa sem medo — e foi exatamente isso que ele fez. Durante uma série de entrevistas ao longo da temporada, LeBron falou sobre TUDO: o debate de quem é o GOAT, as diferenças entre ele e Jordan, e até sobre aquele famoso 4-6 nas Finais que a galera não para de jogar na cara dele.

    “Nunca me comparei com o MJ”

    A parte mais interessante? Quando ele admite que nunca se comparou diretamente com Jordan por causa dos estilos completamente diferentes. “Eu sempre fui um ala-armador a vida toda. Sempre procurei o passe. O MJ procurava o arremesso. Não ‘meio que’ procurava — ele PROCURAVA o arremesso mesmo.”

    E aí vem a bomba: “Tem várias coisas onde eu diria que meu jogo é diferente e um pouco melhor que o dele, mas porra, ele era f*da demais. Nós dois somos grandes. Somos grandes jogadores de basquete.”

    Sinceramente? Achei corajoso pra caramba ele falar isso. Quantos jogadores teriam peito pra admitir que em alguns aspectos são melhores que o próprio Michael Jordan?

    O menino de Akron que sonhava em voar

    A parte que mais me pegou foi quando ele falou da infância em Akron. “Eu nunca pensei que poderia ser ele, mas sonhava com a oportunidade de viver nos sapatos que ele viveu.”

    Cara, isso me lembrou de quando eu era moleque assistindo Jordan nos Bulls. O LeBron descreveu exatamente o que todo garoto que jogava basquete sentia: sonhar em acertar a cesta da vitória no último segundo, ter o próprio tênis, voar pela quadra… “Tudo que ele fazia. Eu precisava de inspiração de certas pessoas na música e no esporte durante minha criação.”

    Sobre o 4-6 nas Finais: “Tô puto, sim”

    E sobre aquelas seis derrotas nas Finais que todo mundo adora lembrar? LeBron não fugiu do assunto.

    “Eu tô puto por não ter tido uma porcentagem melhor individualmente nas Finais, mas quando as pessoas tentam transformar isso em algo negativo, não me incomoda como incomodava quando eu era mais novo.”

    Olha, eu entendo perfeitamente. Chegar em 10 Finais e ganhar 4 é muito melhor do que chegar em 6 e ganhar 6, na minha visão. Mas sei que muita gente discorda disso.

    E vocês, o que acham? LeBron tem razão quando diz que os estilos são muito diferentes pra comparar diretamente? Ou ainda acham que MJ é inalcançável?

  • Blazers finalmente têm futuro promissor… se o novo dono abrir a carteira

    Blazers finalmente têm futuro promissor… se o novo dono abrir a carteira

    Olha, eu vou falar uma parada que pode soar meio contraditória: os Blazers estão na melhor situação que já estiveram desde aquela final de conferência em 2019 contra o Warriors. Sim, mesmo depois de tomarem um sacode dos Spurs na primeira rodada dos playoffs.

    Pensa só: Deni Avdija virou um All-Star de 25 anos que aparece quando a coisa aperta. Scoot Henderson e Donovan Clingan — duas picks de loteria recentes — mostraram que têm tudo pra ser monstros. E o mais absurdo? Eles ainda controlam as picks de primeira rodada do Milwaukee entre 2028 e 2030. Isso sem falar que o Damian Lillard voltou pra casa depois de toda aquela novela.

    O problema tem nome: Tom Dundon

    Mas aí que a coisa fica interessante (e preocupante). A NBA aprovou a compra do time pelo Tom Dundon no começo de abril, e cara… as histórias sobre a mão-de-vaca dele já estão rodando a liga inteira.

    O cara não quer gastar nem com camisetas grátis pros torcedores nos playoffs! Imagina só a vergonha. Mas o que realmente me incomoda é que ele quer pagar entre 1 a 1,5 milhão de dólares pro próximo técnico. Sinceramente? Até técnico estreante ganha o dobro disso hoje em dia.

    E tem mais: enquanto o Tiago Splitter tá comandando o time como interino, o Dundon já tá procurando candidatos a GM também. Olha, eu gosto do Joe Cronin — foi ele quem montou esse elenco promissor que temos hoje. Trocar de GM agora seria uma burrada épica.

    A lição dos Lakers

    Vocês lembram dos Lakers antes do Mark Walter comprar o time? Era “negócio de família”, gastavam só com jogador e técnico, mas eram pão-duro no resto. Aí o Walter chegou e transformou aquilo numa máquina de guerra — analistas, olheiros, estrutura completa.

    Os Blazers não jogam em Los Angeles, né? Eles não têm essas vantagens institucionais. Precisam MUITO mais compensar isso com investimento em estrutura, scouting, analytics… tudo que o Dundon parece não querer pagar.

    Na minha opinião, Portland finalmente tem os ingredientes certos: jovens talentos, picks futuras e flexibilidade salarial. Mas de que adianta ter tudo isso se o dono não quer investir? É como ter todos os ingredientes pra fazer um bolo e não querer ligar o forno.

    E aí, vocês acham que o Dundon vai entender que precisa abrir o cofre pra competir de verdade? Porque se ele continuar nessa de economizar centavos, pode esquecer qualquer sonho de título.

  • Pat Riley perdeu a confiança da torcida do Heat pela primeira vez

    Pat Riley perdeu a confiança da torcida do Heat pela primeira vez

    Olha, nunca pensei que ia escrever isso, mas Pat Riley — sim, O Pat Riley — tá enfrentando a primeira crise real de confiança da sua era em Miami. E quem tá falando isso não sou eu, é o Dan Le Batard, que conhece o Heat melhor que a própria mãe.

    Depois da eliminação vergonhosa pro Charlotte Hornets no play-in (cara, Charlotte!), a torcida do Heat tá questionando se o lendário executivo ainda tem o toque de Midas que sempre teve. Le Batard não poupou palavras no podcast dele: “As pessoas tão reagindo ao Pat Riley como se ele fosse o Joe Biden. Isso é algo que eu nunca vi antes.”

    O que diabos aconteceu com esse time?

    A temporada começou bem, o Heat parecia ter encontrado uma química boa. Mas aí veio aquela queda típica — só que dessa vez foi diferente. Não foi só uma oscilação normal, foi uma derrocada que deixou todo mundo de cabelo em pé.

    Sinceramente, é estranho ver Pat Riley sendo questionado assim. O cara trouxe LeBron e Wade pra Miami, construiu um super time que foi pra quatro finais seguidas e ganhou duas. Voltou pra técnico em 2006 e virou uma série de 2-0 contra os Mavs pra ganhar o anel. Trouxe o Jimmy Butler que levou o time pra duas finais (2020 e 2023).

    A realidade atual é dura demais

    Mas Le Batard tem razão numa coisa: desde aquela final épica contra o Denver Nuggets em 2023, o Heat tá parecendo time de várzea. E olha que não tô exagerando — perder pro Hornets no play-in é algo que ninguém esperava, nem nos piores pesadelos.

    O problema é que Riley sempre foi visto como esse cara infalível, o “Godfather” que sempre dá um jeito. Agora, pela primeira vez na era moderna do Heat, ele tá sendo tratado como… sei lá, um executivo comum que pode errar.

    E aí, vocês acham que Pat Riley ainda tem fôlego pra mais uma reconstrução aos 79 anos? Ou será que chegou a hora de pensar numa transição? Uma coisa é certa: depois de décadas sendo intocável em Miami, pela primeira vez ele vai ter que provar que ainda é o monstro que sempre foi.

  • NBA quer acabar com tanking: novo sistema pune os piores times

    NBA quer acabar com tanking: novo sistema pune os piores times

    Olha, finalmente a NBA tá levando a sério essa história de acabar com o tanking descarado. A liga apresentou uma proposta revolucionária chamada “3-2-1 lottery” que vai fazer os times pensarem duas vezes antes de querer ser ruins de propósito.

    E cara, eu tô empolgado com essa ideia. Depois de décadas vendo times literalmente tentando perder jogos pra conseguir picks melhores no draft, chegou a hora de mudar isso.

    Como funciona o novo sistema

    A coisa funciona assim: ao invés de 14 times no lottery, seriam 16. Mas aqui vem o plot twist — os três piores times da liga teriam MENOS chances de pegar a primeira pick do que os outros times ruins. Isso mesmo, menos chances!

    Os três piores times ficam com apenas 5,4% de chance na primeira pick, enquanto os próximos sete times que perderam os playoffs têm 8,1%. É o que eles chamam de “relegação do draft” — você é tão ruim que perde uma bolinha no sorteio.

    Na minha visão, isso é genial. Imagina só: se esse sistema existisse hoje, times como Washington Wizards não estariam rezando pra perder todos os jogos em março e abril. Pelo contrário, estariam brigando pra sair desse buraco dos três piores.

    Por que isso faz sentido

    Sinceramente, eu cansei de ver torcida comemorando derrota do próprio time. Isso não é esporte, é teatro mal feito. O argumento de que os times ruins precisam de mais ajuda não cola mais — olha o Orlando Magic, saiu do fundo do poço rapidinho com uma gestão competente.

    O problema nunca foi falta de picks altas. Foi incompetência mesmo. Times como Sacramento Kings ficaram uma década fazendo merda no draft tendo picks excelentes. Dar mais chances pra essas diretorias ruins só incentiva mais tanking.

    Agora imagina a mudança de mentalidade: ao invés de torcer contra o próprio time, a torcida vai querer que o time ganhe pra sair da zona de “relegação”. Isso sim é basquete de verdade!

    Tem um probleminha, mas…

    Claro que não é perfeito. O sistema cria uns “degraus” meio estranhos — melhor ser um time mediano que perdeu os playoffs do que ser o 9º ou 10º colocado. Mas olha, qualquer coisa é melhor que esse circo que tá aí.

    Vocês acham que os donos dos times vão aprovar isso? Porque eu tenho certeza que alguns GMs que vivem de tanking não vão gostar nem um pouco dessa proposta. Mas Adam Silver parece empolgado com a ideia, e eu torço pra que role mesmo.

    No final das contas, basquete é sobre competir e ganhar. Se um time quer ser bom, tem que contratar gente competente e desenvolver jogadores direito — não ficar esperando milagre do draft eternamente.

  • Brad Stevens ganhou de novo: executivo do ano por reerguer os Celtics

    Brad Stevens ganhou de novo: executivo do ano por reerguer os Celtics

    Cara, o Brad Stevens é simplesmente um monstro. O cara acabou de levar o prêmio de Executivo do Ano da NBA pela segunda vez — e olha, dessa vez foi ainda mais impressionante que a primeira.

    Pensa na situação: depois de ganhar o título em 2024, os Celtics estavam quebrados. Stevens teve que cortar peças fundamentais do time campeão. Jrue Holiday? Foi embora. Kristaps Porzingis? Tchau. Al Horford? Adeus também. E ainda por cima o Jayson Tatum ia perder praticamente a temporada toda por lesão.

    Eu sinceramente achava que Boston ia patinar feio. Expectativas lá no chão, galera já escrevendo o obituário da dinastia que nem começou direito.

    A mágica aconteceu de novo

    Aí o Stevens fez aquilo que só os grandes fazem: tirou leite de pedra. 56 vitórias na temporada regular. Segunda melhor campanha da conferência leste. E agora são os favoritos nas casas de apostas pra levar o Leste nos playoffs!

    Absurdo, não é? O cara literalmente desmontou um time campeão e montou outro candidato ao título. Com peças que muita gente nem sonhava que podiam render tanto.

    Reconhecimento merecido

    Stevens recebeu 11 votos de primeiro lugar e apareceu em 17 das 30 cédulas (uma de cada time da liga). Onsi Saleh, do Atlanta Hawks, ficou em segundo, e Trajan Langdon, do Detroit Pistons, em terceiro — pelo segundo ano consecutivo, coitado.

    E vocês acham que esse Celtics reformulado tem moral pra ir longe nos playoffs? Porque eu tô começando a acreditar que o Stevens pode ter encontrado a fórmula de novo. O cara já provou duas vezes que entende do riscado — primeiro montando o time campeão de 2024, agora reconstruindo do zero.

    Honestamente, se os Celtics chegarem nas finais depois de perder três titulares e o Tatum, aí sim vamos ter que coroar o Stevens como o melhor executivo da história moderna da NBA. Que loucura seria essa?

  • Anthony Davis perdeu ligações de extensão milionária jogando Lego

    Anthony Davis perdeu ligações de extensão milionária jogando Lego

    Gente, essa história do Anthony Davis é muito boa pra ser verdade, mas é real. O cara simplesmente perdeu não uma, mas DUAS ligações do Rich Paul sobre extensões contratuais porque estava… montando Lego. Isso mesmo, Lego.

    Em um podcast que saiu essa semana, o AD contou que sua paixão pelos bloquinhos coloridos já custou alguns momentos tensos com seu agente. “É engraçado porque meu agente me ligou nas minhas duas últimas extensões e eu não atendia o telefone. Ele falou: ‘Cara, você acabou de receber a maior extensão da história da NBA e eu não consigo falar com você.’ ‘Desculpa, eu estava montando Lego.’”

    Extensões de quase 400 milhões no total

    E olha, não estamos falando de qualquer dinheiro não. Se a linha do tempo estiver certa, ele perdeu as ligações sobre a extensão de 5 anos e US$ 190 milhões em 2020 e a de 3 anos e US$ 175 milhões em 2023, ambas com os Lakers. Quase 400 milhões de dólares discutidos enquanto o homem estava lá, zen, montando seu castelo medieval ou sei lá o que.

    Sinceramente? Eu respeito demais isso. Num mundo onde todo mundo tá ansioso o tempo todo, o cara encontrou sua paz nos Legos. “Minha paz… onde eu escuto música e me desconecto, é montando Lego”, ele disse em outro podcast ano passado.

    Da glória aos Lakers até Washington

    E olha, talvez essa terapia com bloquinhos tenha ajudado o AD a passar pelos últimos anos malucos da carreira dele. Os Lakers chocaram todo mundo ao trocá-lo pro Dallas em fevereiro de 2025, e a passagem pelos Mavs foi uma sucessão de lesões e instabilidade organizacional. Um ano depois, lá estava ele sendo negociado de novo, dessa vez pra Washington.

    Agora o Wizards tá apostando todas as fichas nele ao lado do Trae Young, tentando montar um time competitivo com uma core jovem promissora e uma escolha garantida no top 5 do draft de 2026. Vocês acham que ele consegue se manter saudável e ajudar Washington a dar o salto que a franquia tanto precisa?

    Uma coisa é certa: se o telefone tocar durante a temporada, melhor torcer pra ele não estar no meio de uma construção épica. Rich Paul que o diga!