Tag: alemão NBA

  • Steve Kerr pode sair do Warriors? A bronca é mais séria que parece

    Steve Kerr pode sair do Warriors? A bronca é mais séria que parece

    Olha, eu sempre achei que o Steve Kerr ia ficar no Warriors até aposentar, mas as coisas não tão tão simples assim não. O técnico e a franquia vão se sentar pra conversar sobre o futuro, e cara — não é só questão de “quero continuar ou não”. Tem muito mais coisa por trás.

    Brian Windhorst soltou uma bomba no Yahoo Sports Daily que me deixou pensando. Segundo ele, o Kerr até mandou sinais que quer continuar, mas a parada é bem mais complexa. Não tem contrato na mesa esperando pra ser assinado. As negociações de extensão? Foram canceladas. E quem cancelou foi o próprio Kerr!

    O salário mais alto da liga não tá rendendo

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio constrangedora pro Warriors). O Kerr ganha US$ 17 milhões por ano — o maior salário entre todos os técnicos da NBA. É dinheiro de candidato ao título, mas sinceramente… esse Warriors atual não tá nem perto disso.

    Pensa comigo: quando você paga essa bolada toda e o time nem pros playoffs consegue ir, é natural que role uma pressão interna. E pelo que tá vazando, a organização quer mudanças tanto no staff técnico quanto na estratégia ofensiva. Faz sentido, né?

    Mudanças que ninguém quer fazer

    A grande questão é: o Kerr topa fazer essas mudanças? Porque não é só chegar e falar “beleza, vamos continuar igual”. O cara pode ter que mexer no time técnico (e sabemos como ele é ligado aos assistentes) e mudar o sistema ofensivo que construiu ao longo dos anos.

    E tem outro detalhe que eu acho genial da parte do Kerr — o cara tem um poder de barganha absurdo. Se não rolar acordo, ele simplesmente volta pra TV (onde já trabalhava na TNT), ganha uma grana boa e tem uma vida muito mais tranquila. Enquanto isso, o Warriors fica com o problema de achar outro técnico.

    Vocês acham que ele vai aceitar ganhar menos e ainda por cima fazer mudanças que talvez não concorde? Eu tô curioso pra ver como essa negociação vai desenrolar.

    O legado do Kerr no Warriors é inegável — cinco Finals seguidas, quatro títulos (incluindo aquele de 2022 que foi lindo de ver). Mas de 2021 pra cá, o time só ganhou duas séries de playoffs. Para um salário de US$ 17 milhões, é pouco mesmo.

    Essa história pode ter final feliz, mas também pode acabar com uma das duplas técnico-franquia mais vitoriosas da história da NBA se separando por questões bem práticas. E olha — talvez seja isso mesmo que os dois lados precisam.

  • Brad Stevens é eleito o melhor executivo da NBA pela segunda vez

    Brad Stevens é eleito o melhor executivo da NBA pela segunda vez

    Cara, o Brad Stevens continua provando que a transição de técnico para executivo foi uma das jogadas mais geniais da história recente da NBA. O presidente de operações de basquete dos Celtics acabou de ser eleito o Executivo do Ano da NBA pela segunda vez — e olha, eu não tô nem um pouco surpreso.

    Stevens levou 69 pontos na votação, com 11 votos de primeiro lugar, 4 de segundo e 2 de terceiro. Deixou todo mundo pra trás: Saleh Onsi dos Hawks ficou em segundo com 41 pontos, Trajan Langdon dos Pistons com 40 e Jeff Peterson dos Hornets com 37.

    A receita do sucesso continua funcionando

    Boston fechou a temporada regular com 56-26, segundo melhor recorde do Leste. E sabe o que é mais impressionante? É o quinto ano consecutivo que eles garantem uma das duas primeiras posições nos playoffs — exatamente os cinco anos que Stevens está no front office.

    Sinceramente, o cara entende de basquete como poucos. A forma como ele construiu esse elenco dos Celtics é simplesmente absurda. Conseguiu manter a competitividade numa Conferência Leste cada vez mais disputada sem abrir mão da profundidade do banco nem da continuidade do grupo.

    De técnico a executivo: uma masterclass

    Antes de virar executivo, Stevens passou oito temporadas como técnico de Boston. Agora, somando os 13 anos na franquia (entre quadra e escritório), os Celtics chegaram aos playoffs em 12 deles. Monstro demais.

    Stevens se tornou apenas o 12º executivo a ganhar o prêmio mais de uma vez desde que foi criado em 1972-73. E olha, pelo jeito que ele trabalha, não me surpreenderia se viesse um terceiro aí na frente.

    Vocês acham que ele é o melhor executivo da NBA atualmente? Eu tô começando a achar que sim. O cara simplesmente não erra — desde as trades até as extensões de contrato, tudo que faz dá certo.

  • Wolves sem Edwards viram presa fácil pro Jokic e os Nuggets

    Wolves sem Edwards viram presa fácil pro Jokic e os Nuggets

    Cara, eu não acredito no que aconteceu. Os Timberwolves estavam com 3-1 na série, praticamente com o pé na próxima fase, e agora tão vendo o pesadelo acontecer na frente dos próprios olhos.

    O jogo 5 de segunda-feira foi de doer. Denver 125 x 113 Minnesota, e olha que o placar até que não mostra o sufoco que foi. Os Nuggets meteram um 37-24 no terceiro quarto que simplesmente acabou com qualquer esperança dos Lobos naquela noite.

    A ausência do Edwards tá pesando demais

    Sinceramente? Sem Anthony Edwards e Donte DiVincenzo, esse time do Minnesota virou uma sombra do que era. O Ant-Man estava fazendo uma temporada monstruosa – 28,8 pontos por jogo na temporada regular, terceiro melhor da liga. E agora o cara tá no DM (departamento médico) justamente nos playoffs.

    O Ayo Dosunmu até tentou repetir a mágica do jogo 4, quando meteu 43 pontos históricos, mas fez “só” 18 dessa vez. E eu coloco só entre aspas porque 18 pontos tá longe de ser pouco, mas a real é que Minnesota precisa de mais, muito mais.

    Os Nuggets forçaram 25 turnovers dos Wolves – três a mais do que Minnesota tinha perdido de bola nos jogos 3 e 4 SOMADOS. Isso aí é desespero puro, time tentando forçar jogadas que não existem.

    Denver acordou no momento certo

    O mais assustador é que Denver tá jogando com uma confiança completamente diferente agora. Cameron Johnson e Spencer Jones, que fizeram apenas 9 pontos no jogo 4, combinaram para 38 no jogo 5. O banco dos Nuggets, que tinha sido patético com 16 pontos no jogo anterior, saltou para 27.

    E tem o Jokić ali, né? O cara é simplesmente imparável quando quer. O Rudy Gobert até conseguiu incomodar bastante, mas quando o MVP mode do sérvio liga, não tem muito o que fazer.

    Na minha visão, o Chris Finch resumiu bem: “Achei que começamos o jogo querendo fazer todas as jogadas de home run, em vez de querer fazer as jogadas que nos ajudam a entrar no ritmo”. É exatamente isso – sem o Edwards, todo mundo quer ser herói e acaba se atropelando.

    E agora? Dá pra reverter?

    Olha, matematicamente ainda dá. Mas apenas 13 times na história da NBA conseguiram virar uma série depois de estar perdendo por 3-1. Os Nuggets querem ser o 14º, e pelo que vi ontem, eles tão acreditando cada vez mais nisso.

    Para Minnesota conseguir segurar a bronca, vai precisar de uma defesa perfeita – igual fizeram nos jogos 2, 3 e 4, quando limitaram Denver a apenas 38,7 pontos no garrafão por jogo. No jogo 5? Tomaram 62 pontos na área. Absurdo.

    O Jaden McDaniels precisa continuar irritando o Jamal Murray, o Gobert tem que seguir no modo “muralha” contra o Jokić, e alguém precisa aparecer no ataque além do Dosunmu.

    E aí, pessoal, vocês acham que os Wolves conseguem segurar essa? Ou vamos ver uma das maiores zebras dos playoffs acontecendo bem na nossa cara?

  • Pat Riley fecha a porta: ‘Vou construir o Heat em torno do Bam’

    Pat Riley fecha a porta: ‘Vou construir o Heat em torno do Bam’

    Olha, se tinha alguém ainda sonhando com uma possível troca do Bam Adebayo, Pat Riley acabou de jogar um balde de água fria nessa ideia. O presidente do Miami Heat foi categórico na coletiva de fim de temporada: Bam é intocável. Ponto final.

    “Eu quero construir isso em torno do Bam”, disse Riley sem papas na língua. “Acho que [o proprietário Micky Arison] quer a mesma coisa, e [o CEO Nick Arison], e [o gerente geral Andy Elisburg], e todos nós queremos. Então vou dar um não categórico, eu não faria isso.”

    A comparação que não colou

    A pergunta veio depois dos jornalistas citarem outros times do Leste que trocaram seus melhores jogadores e se deram bem. Indiana mandou Domantas Sabonis embora em 2022, conseguiu Tyrese Haliburton e chegou às finais da NBA ano passado. Toronto negociou Pascal Siakam, Atlanta movimentou Trae Young pro Washington…

    Mas Riley cortou essa conversa na raiz. “Os jogadores que foram trocados nesses exemplos não são o Bam”, foi a resposta seca. E sinceramente? Faz todo sentido.

    Bam teve mais uma temporada sólida: 20,1 pontos, 10 rebotes e 3,2 assistências por jogo. O cara é um monstro dos dois lados da quadra e ainda tem apenas 28 anos. Ah, e quem pode esquecer daquela noite épica contra Washington quando ele fez 83 pontos? Segundo maior placar individual da história da NBA, pessoal!

    A frustração do craque

    Claro que nem tudo foram flores. O Heat começou bem (14-7) mas despencou no final da temporada, perdendo 10 dos últimos 15 jogos e terminando em 10º no Leste. Mais uma vez no play-in pelo quarto ano seguido — e Bam deixou claro que tá de saco cheio disso.

    Riley admitiu que sentiu a frustração do pivô na conversa de fim de temporada. “Tive uma ótima entrevista de saída com Bam, e sinto sua frustração”, contou o presidente. “Assim como senti a frustração do Dwyane [Wade], do Shaquille [O’Neal], do Alonzo [Mourning] e de todos os jogadores que trouxemos aqui ao longo dos anos.”

    A promessa? Buscar “alguém que seja diferente” pra ajudar Bam. E aí, Heat Nation, quem vocês acham que pode ser esse reforço de peso?

    Uma coisa é certa: com Bam blindado e Riley decidido a construir algo especial em Miami, a offseason promete ser bem movimentada. O pivô brasileiro naturalizado americano continua sendo a pedra fundamental dos planos do Heat — e olha, não podia ser diferente mesmo.

  • Cade Cunningham tá fazendo os fãs dos Pistons surtarem

    Cade Cunningham tá fazendo os fãs dos Pistons surtarem

    Olha, eu não queria ser pessimista, mas o Cade Cunningham tá preocupando MUITO nessa série contra o Magic. Os Pistons estão 3-1 atrás na primeira rodada dos playoffs, e sinceramente? O cara que deveria ser a estrela do time tá jogando como se fosse rookie nervoso.

    Na derrota de segunda-feira por 94-88, o Cunningham até fez 25 pontos no papel. Mas mano, que 25 pontos horríveis foram esses. O cara errou DEZESSEIS arremessos (acertou só 7 de 23) e ainda perdeu a bola oito vezes. Oito! Isso é coisa de veterano experiente ou de moleque perdido?

    O quarto período que ninguém quer lembrar

    Agora vem a parte que mais dói: no último quarto — quando o jogo se decide, quando a estrela tem que aparecer — o Cade simplesmente sumiu. Dois pontos míseros. Errou todos os cinco arremessos que tentou, incluindo três bolas de três que nem chegaram perto do aro.

    Cara, eu sei que ele voltou há pouco tempo daquela lesão no pulmão no final da temporada regular. Mas é playoffs, brother! É agora ou nunca para esses Pistons que todo mundo falava que estavam “à frente do cronograma”.

    A torcida não tá perdoando

    E os fãs? Rapaz, estão surtando nas redes sociais. “Já é hora de termos uma conversa sobre o Cade também. Ele tem jogado mal”, escreveu um torcedor revoltado. Outro foi mais cirúrgico: “Detroit precisa arrumar outro pontuador porque o ataque não pode viver e morrer pelo Cunningham se eles querem brigar de verdade no Leste”.

    Eu concordo com esse ponto, sabe? Por mais que o Cade seja talentoso (e é muito), não dá pra colocar toda a responsabilidade nas costas de um cara de 23 anos. O time precisa de mais opções ofensivas.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem a virada histórica? Porque olhando esse Cunningham aí, tá difícil de acreditar…

  • Kerr se arrepende de chamar Trump de ‘palhaço’ e cogita deixar Warriors

    Kerr se arrepende de chamar Trump de ‘palhaço’ e cogita deixar Warriors

    Olha, quando pensei que as coisas não podiam ficar mais tensas em Golden State, Steve Kerr resolve jogar essa bomba. O técnico dos Warriors, que sempre foi conhecido por falar o que pensa sobre política, agora está se arrependendo de ter chamado o Trump de “buffoon” (que seria tipo “palhaço” mesmo) e, pasmem, ainda tem gente especulando se ele não vai largar o basquete pra entrar na política.

    Mas calma aí — o próprio Kerr foi rápido em desmentir essa parada. “Eu não tenho nenhum desejo de entrar na política”, disse ele numa entrevista pro The New Yorker. “Eu amo basquete. Este é o meu mundo. Todos os meus amigos e minha galera estão neste mundo.” E sinceramente? Ainda bem, porque imagina a NBA perdendo um cara desse calibre pros corredores de Brasília… ops, de Washington.

    O arrependimento que ninguém esperava

    Agora vem a parte interessante. Kerr, que nunca teve papas na língua quando o assunto é política, resolveu dar uma recuada naquele comentário famoso sobre o Trump. “Mas chamar o Presidente de palhaço, eu meio que me arrependo disso, mesmo sentindo isso no meu coração”, admitiu ele.

    Cara, isso mostra uma maturidade que a gente não vê muito por aí. O homem continua discordando das políticas, mas reconhece que talvez tenha passado do ponto com os ataques pessoais. É tipo quando você fala algo no calor do momento e depois pensa “puts, podia ter sido mais elegante”.

    O futuro incerto em Golden State

    E por falar em incertezas, a situação do Kerr com os Warriors tá longe de estar resolvida. O contrato dele venceu depois da temporada e, pelo visto, nem ele sabe direito o que vai rolar. Tem reunião marcada com o Mike Dunleavy Jr. e o Joe Lacob pra decidir se ele volta pra uma 13ª temporada ao lado do Curry.

    “Eu não quero abandonar esses caras”, disse Kerr, se referindo ao Steph e ao Draymond. E olha, dá pra entender o dilema do cara. Como que você larga uma dupla dessas? O Curry ainda quer jogar “múltiplos” anos a mais, e quem sabe eles não conseguem mais um anel juntos?

    O que vocês acham? Kerr deveria continuar tentando mais um título com essa geração histórica dos Warriors, ou será que chegou a hora de passar o bastão? Uma coisa é certa: seja qual for a decisão, vai mexer com os rumos da franquia californiana pelos próximos anos.

  • Terry Rozier: Do Heat direto pro tribunal federal

    Terry Rozier: Do Heat direto pro tribunal federal

    Olha, eu sabia que a situação do Terry Rozier estava complicada, mas isso aqui passou de todos os limites. O cara que já estava enfrentando acusações federais por esquema de apostas agora vai pegar mais uma — dessa vez por aceitar propina. Não é brincadeira não.

    Na segunda-feira, durante uma audiência federal, os promotores soltaram a bomba: eles têm evidências de que o Rozier não só pediu como aceitou suborno. A promotora Kaitlin Ferrell foi direto ao ponto: “Desenvolvemos evidências de que o Sr. Rozier solicitou e aceitou propina.” Imagina o advogado do cara recebendo essa notícia duas horas antes da audiência — deve ter gelado.

    O esquema que pode derrubar o armador

    A história toda começou lá em março de 2023, quando Rozier ainda defendia o Charlotte Hornets. Segundo os federais, ele passou informação privilegiada pro tal do Deniro Laster sobre quando ia sair de jogo mais cedo. O Laster? Vendeu essa informação pra apostadores que queriam lucrar em cima do tempo de quadra do Terry.

    Dois crimes federais já estavam na conta dele por isso. Agora vem mais suborno e fraude por “serviços desonestos” — basicamente, os promotores dizem que ele traiu tanto a NBA quanto os Hornets. Cara, que situação.

    Miami dispensou, NBA suspendeu, mas o salário…

    O Heat não perdeu tempo e dispensou o Rozier logo depois que essa confusão toda veio à tona. A NBA também suspendeu ele, mas aqui tem um detalhe interessante: um árbitro decidiu que ele ainda tem direito aos $26,4 milhões do contrato. Vinte e seis vírgula quatro milhões! Mesmo suspenso, mesmo dispensado.

    Sinceramente? Eu não sei o que é pior — se é a situação legal dele ou o fato de que um cara com esse talento decidiu se meter numa dessa. Terry Rozier sempre foi daqueles jogadores que eu respeitava, sabe? “Scary Terry”, como chamavam ele nos playoffs de 2018 com o Celtics. Mas isso aqui… é de outro mundo.

    E não para por aí. Tem mais cinco réus no caso, incluindo o ex-NBA Damon Jones, que vai se declarar culpado na terça-feira — primeiro do grupo a fazer isso. Até o Chauncey Billups tá envolvido numa parada de poker ilegal separada, mas ele se declarou inocente.

    A próxima audiência tá marcada pra 10 de junho. E vocês, acham que o Terry consegue se livrar dessa ou vai mesmo pro xadrez? Porque pelo jeito que a coisa tá andando, não tá fácil não.

  • Vegas tem mais força que Seattle na briga por franquia da NBA

    Vegas tem mais força que Seattle na briga por franquia da NBA

    Galera, a expansão da NBA tá esquentando! Vários grupos de investidores já manifestaram interesse em comprar novas franquias em Las Vegas e Seattle, e olha só que absurdo: a liga quer até 10 bilhões de dólares por cada time. Dez bilhões! Pra vocês terem noção, é quase três vezes o PIB do Acre.

    Mas aqui vem a surpresa — pelo menos pra mim foi: Vegas tá atraindo mais interesse inicial que Seattle. Cara, eu sempre achei que Seattle seria moleza, né? A cidade tem uma sede danada de ter o time de volta desde que os SuperSonics vazaram pra Oklahoma City em 2008.

    Magic Johnson na jogada

    Entre os interessados em Vegas, temos nomes pesados: Magic Johnson (lenda viva!), Bill Foley (dono do Vegas Golden Knights), e Marc Lasry da Avenue Capital Group. O Magic inclusive já se reuniu com o governador de Nevada mais cedo esse ano. Imaginem essa conversa…

    Foley é esperto — o cara já co-controla a T-Mobile Arena junto com o Anschutz Entertainment Group e MGM Resorts. Basicamente, ele já tem a casa pronta pra receber o time. Confirmou o interesse dele numa TV local em março.

    Seattle não desiste

    Do lado de Seattle, quem tá puxando a fila é Samantha Holloway, através da One Roof Sports and Entertainment — a mesma galera que cuida do grupo que possui o Kraken da NHL. Eles falaram que estão “prontos para trabalhar com o comissário e a liga para explorar trazer a NBA de volta para Seattle”.

    Sinceramente? Eu torço pros dois conseguirem. Seattle merece ter seu time de volta depois dessa injustiça de 2008, e Vegas… cara, Vegas seria um show à parte. Imaginem os jogos lá, a atmosfera, os shows no intervalo!

    A matemática maluca da expansão

    Adam Silver, o comissário, deixou claro em março que a discussão principal é sobre a diluição das receitas existentes se a expansão rolar em 2028 ou 2029. Faz sentido — mais times significa dividir o bolo por mais gente.

    Pra vocês terem dimensão dos valores: os Lakers foram vendidos por 10 bilhões no ano passado (único negócio esportivo global a chegar nessa cifra), e o Celtics estabeleceu uma referência em 2025 com 6,1 bilhões. A última expansão da NBA foi em 2004, quando Charlotte pagou “apenas” 300 milhões pelos Bobcats. Como os tempos mudaram…

    O conselho de governadores deve votar ainda este ano se aprova uma ou ambas as franquias. E aí, vocês acham que os dois entram junto ou vai ser só um mesmo?

  • NBA pode revolucionar o Draft Lottery – 18 times na disputa!

    NBA pode revolucionar o Draft Lottery – 18 times na disputa!

    Galera, parece que a NBA tá mesmo decidida a mexer no Draft Lottery de uma vez por todas. E olha, a proposta que tá ganhando força é bem maluca: 18 times na loteria em vez dos atuais 14, com as chances muito mais equilibradas.

    Segundo o que tá rolando nos bastidores, a ideia que mais tá pegando é essa: os 10 piores times da liga teriam 8% de chance cada um de pegar a primeira escolha. Os outros 8 times dividiriam os 20% restantes. Sinceramente? Acho meio bizarro.

    O que muda na prática

    Se isso for aprovado (e só vai rolar se o Board of Governors votar a favor mês que vem), não são só os times do play-in que vão pra loteria. Os 4 times com pior campanha que chegaram aos playoffs mas perderam na primeira rodada também entram na brincadeira.

    Imaginem se isso existisse essa temporada — Raptors e talvez até o Phoenix estariam na loteria! E aí? Vocês acham justo um time que chegou aos playoffs ganhar a primeira escolha do Draft?

    Na minha visão, isso vai gerar uma polêmica monstro no primeiro ano que acontecer. Porque vai acontecer, né? Com a sorte que a NBA tem pra essas coisas…

    Menos tanking, mais problemas?

    A lógica do Adam Silver é simples: se todo mundo tem chance parecida, ninguém vai querer perder de propósito. E até faz sentido — dar 8% igual pra todos os 10 piores diminui o incentivo de correr atrás do pior recorde da liga.

    Mas olha só que paradoxo absurdo: nos anos que aparecer um Wembanyama ou Cooper Flagg da vida, os times vão tankar do mesmo jeito pra garantir que ficam no bottom-10. E nos anos de Draft fraco (como deve ser o próximo), o Silver vai sair por aí falando que a solução dele funcionou perfeitamente.

    Cara, eu entendo a intenção, mas tô com os GMs que falaram pros caras do The Athletic: isso pode criar problemas novos que vão ter que resolver depois. O Draft existe justamente pra ajudar os times ruins a ficarem bons — é assim no futebol americano, hockey, baseball. Por que no basquete tem que ser complicado?

    Lembram do que rolou com Dallas? 11 times tinham recorde pior que eles, mas os caras ganharam na loteria com 1,8% de chance e pegaram o Cooper Flagg. Como isso ajuda um time que tá realmente sofrendo há anos?

    O que vocês acham dessa mudança? Comentem aí — na boa, tô curioso pra saber se eu tô sendo muito conservador ou se essa história de 18 times na loteria é furada mesmo.

  • Nuggets e Wolves sem peças-chave no jogo decisivo: Gordon e Edwards fora

    Nuggets e Wolves sem peças-chave no jogo decisivo: Gordon e Edwards fora

    Cara, que situação bizarra nos playoffs! O Denver Nuggets vai enfrentar a eliminação hoje à noite sem Aaron Gordon, enquanto o Minnesota Timberwolves também perdeu peças importantes — incluindo o astro Anthony Edwards.

    Gordon foi cortado da partida por conta de uma lesão na panturrilha. O mais frustrante? É o segundo ano seguido que isso acontece com ele nos playoffs. Como disse o técnico David Adelman: “Este tem sido um momento esmagador para ele ter isso acontecendo dois anos seguidos.”

    Denver contra a parede

    Olha, eu não vou mentir — sem Gordon, fica muito mais difícil para o Nuggets. O cara é praticamente o terceiro jogador mais importante do time, atrás só do Jokić e do Jamal Murray. Durante a temporada regular, ele meteu 16.2 pontos por jogo com 49.7% de aproveitamento nos arremessos.

    A situação do Denver tá complicada mesmo. Eles ganharam o primeiro jogo da série com Gordon em quadra, mas desde então perderam três seguidas. Agora enfrentam a eliminação em casa, numa situação de 3-1 para o Minnesota.

    Com Gordon fora no Jogo 3, o jovem Spencer Jones assumiu a titularidade. Fez um trabalho decente (6 pontos em 23 minutos), mas convenhamos — não é a mesma coisa que ter Gordon defendendo e esticando a quadra com arremessos de três.

    Wolves também no sacrifício

    Mas espera aí — o Minnesota também tá sofrendo. Donte DiVincenzo sofreu uma ruptura no tendão de Aquiles no Jogo 4 (temporada acabada pra ele), e o Anthony Edwards machucou o joelho no mesmo jogo. Edwards tá fora por algumas semanas.

    É surreal ver os dois times chegando nesse jogo decisivo tão machucados. O Minnesota conseguiu ganhar o Jogo 4 mesmo com essas lesões, o que mostra a força mental dessa equipe.

    Sinceramente? Acho que vai ser um jogaço hoje à noite. Duas equipes no sacrifício, lutando com as armas que têm. O Nuggets em casa, contra a parede, com Jokić provavelmente fazendo de tudo para não deixar a temporada acabar.

    E vocês, acham que Denver consegue forçar um Jogo 6 sem Gordon? Ou será que Minnesota fecha a série fora de casa mesmo desfalcado?