Tag: alemão NBA

  • Lakers mudam time da G League pra Palm Desert – que jogada é essa?

    Lakers mudam time da G League pra Palm Desert – que jogada é essa?

    Olha só que novidade: os Lakers resolveram dar uma mexida no time da G League deles. O South Bay Lakers vai virar Coachella Valley Lakers e se mudar pra região de Palm Springs, jogando na Acrisure Arena em Palm Desert a partir da temporada 2026-27.

    Sinceramente? Achei meio aleatório no começo, mas pensando melhor faz sentido. Os caras já vinham jogando uns amistosos de pré-temporada por lá desde 2023, então não é como se fosse terra completamente estranha.

    Por que Palm Desert?

    O presidente de operações dos Lakers, Lon Rosen, disse que é uma “oportunidade incrível” pro time. E cara, ele meio que tem razão — a franquia já tinha história na região desde os anos 80, quando o time do Showtime fazia pré-temporada por lá. Magic, Kareem, todo mundo já pisou naquelas quadras.

    A Acrisure Arena comporta umas 11 mil pessoas e já hospeda o Coachella Valley Firebirds, time de hockey afiliado ao Seattle Kraken. Ou seja, a estrutura tá lá, moderna, abriu em dezembro de 2022.

    O que acontece com South Bay?

    Depois de nove temporadas no UCLA Health Training Center, o pessoal tá fazendo as malas. E olha, não foi uma temporada ruim pra se despedir não — terminaram 26-10, conseguiram o primeiro seed da Conferência Oeste, só perderam pros Stockton Kings na final de conferência. Nada mal.

    A história desse time da G League é meio doida mesmo. Começou como Los Angeles D-Fenders lá em 2006, jogava no Staples Center (hoje Crypto.com Arena), depois foi pro Toyota Sports Center em 2011, virou South Bay Lakers em 2017… Agora vai ser Coachella Valley Lakers. Quantas mudanças!

    E aí, vocês acham que essa mudança vai dar certo? Região de Palm Springs não é exatamente conhecida pelo basquete, mas quem sabe não rola uma surpresa? Os ingressos de temporada já tão à venda — depósito de 100 dólares, totalmente reembolsável. Pelo menos não tão pegando o dinheiro e correndo, né?

  • Maxey destruiu Boston: Sixers forçam Jogo 7 com show de 30 pontos

    Maxey destruiu Boston: Sixers forçam Jogo 7 com show de 30 pontos

    Cara, o que o Tyrese Maxey fez ontem à noite foi simplesmente absurdo. O garoto meteu 30 pontos no Boston Celtics e praticamente carregou o Philadelphia 76ers nas costas para forçar um Jogo 7 na primeira rodada dos playoffs. 106 a 93 para os Sixers, e agora é tudo ou nada em Boston no sábado.

    Sinceramente, eu não esperava ver o Maxey tão dominante assim. 21 pontos só no primeiro tempo! O moleque tava com o dedo quente e não perdoava — 3 de 5 do perímetro. E o Paul George? Apareceu na hora certa com 23 pontos, sendo 10 no terceiro quarto que decidiu o jogo.

    O terceiro quarto que mudou tudo

    Foi no terceiro período que os Sixers realmente mostraram por que ainda estão vivos nessa série. Olha só: 24 a 14 no placar parcial, saindo de uma vantagem apertada para abrir 82 a 63. Duas enterradas seguidas do VJ Edgecombe e do Kelly Oubre Jr. botaram o Xfinity Mobile Arena abaixo.

    E o George? Monstro. Acertou uma bomba de três que esticou pra 74 a 57, e ali você via que o Boston tava sem resposta. O cara fez 5 de 8 do perímetro na noite — números de gente que tá confiante no próprio arremesso.

    Joel Embiid quase fez um triple-double (19 pontos, 10 rebotes, 8 assistências), provando que tá jogando de forma mais coletiva. Já vi o cara forçar muito mais em situações parecidas.

    Boston perdeu o Tatum no pior momento

    Aqui que a coisa ficou complicada para os Celtics. Jayson Tatum saiu do jogo no último período com desconforto na panturrilha esquerda. Lembram que ele rompeu o tendão de Aquiles direito nas finais da Conferência Leste ano passado? Pois é, qualquer problema muscular com esse cara vira motivo de preocupação.

    Com 17 pontos e 11 rebotes antes de sair, o Tatum tava até que conseguindo produzir. Mas com a diferença grande no placar, não fazia sentido forçar a barra. Jaylen Brown tentou carregar o time com 18 pontos, mas não foi suficiente.

    E aí, vocês acham que o Tatum vai conseguir jogar no Jogo 7? Porque sem ele, fica muito difícil para Boston em casa.

    O Payton Pritchard saiu do banco para fazer 14 pontos — sempre aparece esse cara quando o Celtics precisa. Mas o time como um todo errou muito de três: apenas 12 de 41 tentativas. Não dá para ganhar jogo de playoff errando tanto assim.

    Agora é aquela pressão toda em cima dos dois times. Jogo 7 em Boston, sábado à noite. Quem não aguenta a pressão, volta pra casa assistindo os playoffs pela TV. E pelo jeito que o Maxey tá jogando, os Sixers acreditam que podem causar o maior upset da primeira rodada.

  • Bucks oficializam Jenkins: aposta arriscada ou jogada certeira?

    Bucks oficializam Jenkins: aposta arriscada ou jogada certeira?

    Os Bucks finalmente bateram o martelo. Taylor Jenkins é o novo técnico de Milwaukee, e cara… que contratação interessante. O ex-comandante dos Grizzlies chega pra tentar tirar essa franquia do buraco depois de uma temporada desastrosa de 50 derrotas.

    Olha, vou ser sincero com vocês: Jenkins não é exatamente o nome que eu esperava. O cara tem 41 anos, vem de ser demitido no meio da temporada em Memphis (com 9 jogos restantes, imagina a situação), mas também não dá pra ignorar que ele levou os Grizzlies pros playoffs três anos seguidos entre 2021-23.

    O histórico que pesa a favor

    A real é que Jenkins já conhece a casa. Ele foi assistente do Budenholzer em Milwaukee na temporada 2018-19, quando os Bucks fizeram incríveis 60-22 na temporada regular. E adivinha quem ganhou o primeiro MVP naquele ano? Exato, o Giannis. Isso pode ser um fator importante pra chemistry entre os dois.

    Antes de Memphis, Jenkins rodou por Atlanta também como assistente do Bud, então experiência ele tem. O recorde de 250-214 nos Grizzlies não é de chorar não – são números sólidos, principalmente considerando que ele pegou um time em reconstrução e transformou numa força no Oeste.

    A pressão do Giannis

    Mas vamos ao que realmente importa: essa contratação consegue convencer o Greek Freak a ficar? Porque o elefante na sala tem 2,11m e pode virar agente livre depois da próxima temporada se não assinar a extensão de 4 anos e US$ 275 milhões em outubro.

    Giannis já deixou claro que vai “sentar com a família” pra decidir o futuro. Sinceramente? Se eu fosse ele, também estaria pensando duas vezes depois de ver o time fazer apenas 32 vitórias e quebrar uma sequência de nove playoffs consecutivos.

    Jenkins tem tudo pra dar certo – é jovem, conhece a organização, tem experiência com estrelas (Ja Morant que o diga), e os próprios donos elogiaram sua “atenção aos detalhes” e “habilidades de comunicação”. Mas também pode dar muito errado se não conseguir recuperar o time rapidamente.

    E aí pessoal, acham que foi uma boa? Ou os Bucks erraram a mão de novo? A coletiva dele é na quarta-feira no Museu de Arte de Milwaukee – pelo menos vão fazer bonito na apresentação.

  • Briga e humilhação: Knicks massacram Hawks por 50 pontos

    Briga e humilhação: Knicks massacram Hawks por 50 pontos

    Mano, que massacre foi esse dos Knicks ontem à noite? 72 a 22 no primeiro tempo. Setenta e dois a vinte e dois! Eu tive que ler duas vezes porque pensei que tinha algum erro no placar.

    E como se não bastasse essa humilhação histórica, ainda rolou briga entre Mitchell Robinson (Knicks) e Dyson Daniels (Hawks). Os caras se agarraram depois de uma falta boba na disputa de rebote, e olha que nem tinha mais o que disputar — o jogo já tava decidido desde o primeiro quarto.

    A briga que ninguém esperava

    A confusão começou com 4:39 restando no segundo quarto. Robinson foi chamado para uma falta na bola solta, e o Daniels deve ter falado alguma coisa que não agradou. Na hora do lance livre, os dois começaram a se empurrar na marcação de rebote e aí foi ladeira abaixo.

    Se agarraram de tal jeito que precisou de uns cinco caras pra separar. Banco inteiro em quadra, aquela confusão clássica da NBA. Por sorte não rolou soco — senão ia dar suspensão e multa pesada pra todo mundo. No final, os dois levaram técnica dupla e foram expulsos.

    Sinceramente? Entendo a frustração do Daniels. Tomar 50 pontos de diferença no primeiro tempo deve ser desesperador. Mas partir pra briga quando seu time tá perdendo feio assim só piora a situação.

    Knicks na segunda fase?

    Com essa vitória absurda, os Knicks abriram 3-2 na série e estão praticamente classificados para a segunda rodada dos playoffs. E vocês acham que os Hawks conseguem se recuperar dessa humilhação no Jogo 7?

    Olha, eu não vou mentir: depois de tomar 50 pontos de diferença em casa, o psicológico do Atlanta deve ter ido pro espaço. Os Knicks tão jogando um basquete monstruoso e parecem ter encontrado o timing perfeito nos playoffs.

    Mitchell Robinson pode até ter sido expulso, mas antes disso já tinha dominado o garrafão completamente. E o ataque dos Knicks? Simplesmente imparável. Quando um time consegue abrir 50 pontos de vantagem no primeiro tempo dos playoffs, é porque tá funcionando TUDO.

    Agora é aguardar o próximo jogo e ver se os Hawks conseguem pelo menos tornar a série competitiva — porque do jeito que foi ontem, deu até dó de assistir.

  • Lakers mudam time da G League pra Coachella Valley – jogada genial?

    Lakers mudam time da G League pra Coachella Valley – jogada genial?

    Olha só que movimento interessante dos Lakers: eles vão transferir o time da G League pra região de Coachella Valley, na Califórnia. A partir da temporada 2026-27, o que antes era só “Lakers da G League” vai virar oficialmente Coachella Valley Lakers e jogar na Acrisure Arena, em Palm Desert.

    Pra quem não conhece a região, é ali perto de Palm Springs — um lugar que já tem uma conexão histórica com a franquia dourada. Os Lakers dos anos 80, aquele time do Magic Johnson e do Kareem, costumavam fazer pré-temporada por lá. Então não é uma mudança do nada, sabe?

    Saindo de El Segundo depois de tanto tempo

    O time sempre jogou em El Segundo, mas sinceramente? Acho que essa mudança faz todo sentido. Coachella Valley tá crescendo muito como hub de entretenimento — não só por causa do festival, mas a região inteira tá se desenvolvendo. E a Acrisure Arena é uma arena moderna, com toda infraestrutura que os caras da G League merecem.

    Irving Azoff, da Oak View Group, tá empolgadíssimo com a parceria. O cara tem uma relação antiga com a família Buss e deixou claro que considera isso uma grande oportunidade. E olha, ele não tá errado não.

    Estratégia de longo prazo ou só mudança de endereço?

    Na minha opinião, isso vai muito além de simplesmente trocar de cidade. Os Lakers sempre foram espertos em expandir a marca — e Coachella Valley é um mercado que tava meio inexplorado no basquete profissional. Imagina só: você pega uma região que já recebe milhões de pessoas por ano (obrigado, festival de Coachella) e planta um time de basquete ali.

    Lon Rosen, presidente de operações dos Lakers, falou que a região sempre teve “presença forte” da franquia. Cara, isso é marketing inteligente demais. Eles tão transformando uma conexão histórica numa oportunidade de negócio real.

    E vocês, acham que vai dar certo? Eu tô curioso pra ver como vai ser a recepção dos fãs locais. G League às vezes não tem o apelo que deveria ter, mas com a marca dos Lakers por trás e numa arena nova… pode ser que role uma química legal.

    Uma coisa é certa: 2026 ainda tá longe, mas os Lakers já tão pensando no futuro. Típico deles, né?

  • Lakers querem mesmo manter Luke Kennard – e eu entendo o porquê

    Lakers querem mesmo manter Luke Kennard – e eu entendo o porquê

    Olha, eu não esperava que o Luke Kennard fosse virar uma peça tão importante pros Lakers quando eles trocaram ele pelo Gabe Vincent no meio da temporada. Mas aqui estamos — e segundo as informações que estão rolando, a franquia de Los Angeles quer mesmo priorizar a renovação com o cara.

    Kennard tá numa situação meio complicada. Ele tem contrato expirando de 11 milhões de dólares que assinou com o Atlanta Hawks na temporada passada, e vai ser um “non-Bird free agent” — basicamente significa que os Lakers têm menos flexibilidade pra renovar com ele, mas ainda dá pra fazer rolar.

    Por que essa renovação faz sentido?

    Sinceramente? Kennard tem sido fundamental enquanto o Austin Reaves ficou fora. E olha que números: 44.2% de aproveitamento do perímetro na carreira. Monstro nos arremessos de 3, que é exatamente o que os Lakers precisam ao redor do LeBron e do AD.

    O cara já rodou bastante pela liga — Detroit Pistons, Los Angeles Clippers, Memphis Grizzlies, Atlanta Hawks e agora Lakers. Aos 30 anos (vai fazer na temporada 2026-27), ele meio que encontrou seu lugar como especialista e tem aproveitado as oportunidades que tá recebendo em LA.

    A matemática do salary cap

    Aqui que fica interessante. Os Lakers originalmente pensavam em ter espaço no salary cap pra ir atrás de estrelas no mercado, mas agora parece que eles tão mais focados em manter o núcleo: Kennard, Austin Reaves, LeBron James e Rui Hachimura.

    Na minha visão, faz todo sentido. Às vezes é melhor manter a química que tá funcionando do que sair correndo atrás de nomes badalados que podem não encaixar no sistema.

    E vocês, acham que Kennard vale a renovação? Eu tô curtindo o que ele traz pro time — experiência, arremesso confiável e não quer ser protagonista. Exatamente o tipo de jogador que funciona num time com LeBron.

  • Draymond Green monta Mt. Rushmore dos Warriors e deixa lendas de fora

    Draymond Green monta Mt. Rushmore dos Warriors e deixa lendas de fora

    Cara, o Draymond Green resolveu mexer no vespeiro e criar o Mt. Rushmore dos Warriors. E olha, a escolha dele tá gerando uma discussão danada.

    No programa da Candace Parker, o Green foi categórico na sua lista: “Eu diria Steph Curry, Steve Kerr, Klay Thompson e Draymond Green. Não acho que tem outra forma de fatiar isso. Estamos falando de Mt. Rushmore, seria importância, né? Sem dúvida.”

    Ué, Draymond? E o Wilt Chamberlain? E aí que a coisa fica interessante.

    As lendas que ficaram de fora

    Sinceramente, eu entendo a lógica do Green — ele tá pensando na era dourada atual dos Warriors. Mas deixar Wilt Chamberlain de fora? O cara que fez 100 pontos numa partida em 1962 PELOS WARRIORS? Isso é de doer o coração de qualquer fã de basquete.

    Rick Barry também ficou no esquecimento. Doze vezes All-Star, cinco vezes no All-NBA, e foi peça fundamental no título de 1975 dos Warriors. O cara era um monstro no arremesso livre (por baixo da perna, lembram?) e liderou aquele time histórico.

    E o que dizer do “Run TMC”? Chris Mullin e Tim Hardaway (junto com Mitch Richmond) revolucionaram o basquete no final dos anos 80 e início dos 90. Eles popularizaram aquele estilo rápido, vistoso, que de certa forma foi precursor do que vemos hoje nos Warriors.

    A era Kerr realmente mudou tudo

    Olha, não vou mentir: entendo perfeitamente o ponto do Draymond. Desde 2015, com a chegada do Steve Kerr, essa geração fez história. Quatro títulos (2015, 2017, 2018, 2022), aquele recorde absurdo de 73 vitórias em 2016 (mesmo perdendo pro LeBron nas Finais — que dor!), e transformaram completamente o basquete moderno.

    O splash brothers mudaram o jogo pra sempre. Curry virou o cara que mais fez cestas de 3 na história, Klay teve aquelas performances surreais (37 pontos num quarto, alguém lembra?), e o próprio Draymond se tornou o coração defensivo e emocional do time.

    Mas será que isso é suficiente pra deixar lendas históricas de fora? Vocês acham que tá certo priorizar apenas a era atual? Eu fico dividido — por um lado, essa geração realmente colocou os Warriors no mapa mundial. Por outro, a história do franchise não começou em 2015.

    No final das contas, Mt. Rushmore é sempre subjetivo. Mas admito: dói um pouquinho ver Wilt Chamberlain ficando de fora de qualquer lista dos maiores de Golden State.

  • Draymond quebra o silêncio sobre a briga feia com Steve Kerr

    Draymond quebra o silêncio sobre a briga feia com Steve Kerr

    Olha, eu sabia que rolava uma tensão entre Draymond Green e Steve Kerr, mas não imaginava que a coisa tinha chegado nesse nível. O próprio Kerr revelou numa entrevista recente que ele e Draymond tiveram uma “discussão pesada” em dezembro — e agora o Green resolveu contar a versão dele da história no podcast.

    E cara, que história!

    O desabafo que ninguém esperava

    No podcast do Draymond, ele contou que depois da briga, foi falar com Kerr e soltou essa bomba: “Eu acho que você não gosta de mim. Na real, acho que nunca gostou”. E aí que vem a parte mais chocante — segundo Draymond, o Steve Kerr chorou. Chorou mesmo.

    Imagina a cena? Dois caras que ganharam quatro títulos juntos, que construíram uma dinastia, tendo esse papo pesado com o técnico chorando. Sinceramente, não sei o que pensar disso.

    “Quando você passa 14 anos com alguém, quando você tem as conquistas que a gente teve, jogando o papel que eu tive que jogar e sendo quem eu tive que ser, algumas coisas assim vão acontecer”, explicou Green. E olha, faz sentido né? Imagina a pressão, os egos, a intensidade de tantos anos juntos.

    Gratidão e mágoa na mesma conversa

    Mas aqui que fica interessante (e meio contraditório, típico do Draymond): ele falou maravilhas do Kerr logo depois de revelar a treta. Disse que o técnico ensinou coisas sobre ser um vencedor que nem Tom Izzo — que foi o técnico dele na faculdade — conseguiu ensinar.

    “O que ele significou na minha vida, o que me ensinou… as coisas que ele me mostrou sobre vencer nesse nível, eu nunca poderia pagar de volta”, confessou Green.

    Só que aí vem o “mas” — porque sempre tem um “mas” com o Draymond, né? Ele soltou que desde 2016, quando o Kevin Durant chegou, não tem uma única jogada no playbook dos Warriors feita especificamente pra ele. Nem uma! Isso deve doer mesmo.

    E aí, galera? Vocês acham que o Green tem razão de se sentir meio de lado, ou é só birra de estrela? Porque olha, o cara sempre foi mais conhecido pela defesa e pela intensidade mesmo, não por ser o cara dos pontos.

    O futuro incerto da dupla

    A questão agora é: será que esses dois conseguem seguir juntos? Kerr tá decidindo se continua treinando os Warriors ou se pendura as chuteiras depois de 12 anos no cargo. São 604 vitórias na temporada regular, quatro títulos da NBA… uma baita parceria que pode estar chegando ao fim.

    “Você tem que aceitar o bom junto com o ruim”, filosofou Draymond. E eu concordo com ele nisso — relacionamentos longos sempre têm altos e baixos, ainda mais no esporte de alto nível.

    Mas confesso que fiquei curioso pra saber o que exatamente aconteceu nessa briga de dezembro. Deve ter sido coisa séria mesmo pra deixar os dois assim. O que vocês acham que rolou?

  • Ex-dirigente do Hawks roubou quase 4 milhões e foi preso

    Ex-dirigente do Hawks roubou quase 4 milhões e foi preso

    Cara, que história absurda essa que saiu agora sobre o Atlanta Hawks. O ex-vice-presidente financeiro da franquia, Lester T. Jones Jr., acabou de ser condenado a três anos e cinco meses de prisão por roubar US$ 3,7 milhões do time. Isso mesmo — quase 4 milhões de dólares!

    E o mais revoltante? O cara usou o cartão corporativo da franquia pra bancar uma vida de luxo completa. Viagens pros Bahamas e Tailândia (US$ 80 mil só nisso), quase US$ 100 mil em roupas na Saks Fifth Avenue, um anel de diamante de mais de US$ 115 mil… Mano, que descaramento é esse?

    O esquema era mais elaborado do que parece

    Jones não era qualquer funcionário — ele trabalhava no departamento financeiro desde 2016 e em 2021 virou o cara do topo da área. Ou seja, tinha acesso total ao cofre do Hawks e abusou disso de uma forma criminosa.

    Segundo os promotores, ele gastou mais US$ 21 mil em relógios Omega e passou de US$ 160 mil em ingressos pra shows e eventos. Sinceramente, eu fico pensando: como ninguém percebeu antes? Um cara gastando essa grana toda no cartão da empresa…

    O promotor Theodore Hertzberg não poupou palavras: “Jones transformou seu emprego dos sonhos como executivo de alto escalão do Hawks numa oportunidade de roubar os fundos do time”. E completou dizendo que pra quem abusa da confiança do empregador dessa forma, “o destino final do trem da mordomia é a prisão federal”.

    FBI investigou tudo nos mínimos detalhes

    A investigação do FBI mostrou que Jones confessou culpa em dezembro passado. Além da cadeia, ele vai ter que pagar quase US$ 3,9 milhões de restituição. Ou seja, além de perder a liberdade, vai sair no prejuízo total.

    A agente especial Marlo Graham falou uma coisa que me chamou atenção: esse caso “destaca o dano significativo que pode ser causado por ameaças internas dentro de uma organização”. É isso aí — às vezes o perigo tá dentro de casa mesmo.

    Vocês acham que o Hawks tinha como detectar isso antes? Porque, pra ser honesto, US$ 3,7 milhões não é trocado… Alguém dormiu no ponto por lá, né não?

    O Hawks ainda não se manifestou oficialmente sobre a condenação, mas imagino que a franquia deve estar correndo atrás pra revisar todos os processos internos depois dessa bomba.

  • Ex-executivo do Hawks roubou US$ 3,7 mi e vai preso por 3 anos

    Ex-executivo do Hawks roubou US$ 3,7 mi e vai preso por 3 anos

    Olha só que história absurda saiu hoje: Lester T. Jones Jr., que era executivo de finanças do Atlanta Hawks, foi condenado a 3 anos e 5 meses de prisão por roubar US$ 3,7 milhões da franquia. Cara, US$ 3,7 milhões! É dinheiro pra comprar meio time da G-League.

    O maluco usava o cartão corporativo do Hawks como se fosse o dele próprio. E não era pra comprar um lanche não — eram viagens internacionais, joias, relógios Omega, roupas de grife. Sinceramente, eu não entendo como alguém acha que não vai ser pego fazendo uma coisa dessas numa organização da NBA.

    O esquema era mais elaborado do que parece

    Jones não foi apenas gastando no cartão da empresa. O cara montou um esquema bem pensado: ele criava pedidos falsos de reembolso, como se tivesse gastado dinheiro próprio em despesas de trabalho. Aí o Hawks depositava o dinheiro na conta dele. Genial? Talvez. Burro? Com certeza.

    Entre 2016 e 2025, ele trabalhou no departamento financeiro dos Hawks, e desde 2021 era vice-presidente sênior de finanças. Ou seja, tinha acesso total aos sistemas financeiros da equipe. Era literalmente a raposa cuidando do galinheiro.

    Gastou como se não houvesse amanhã

    Os gastos do cara foram de outro mundo: US$ 80 mil em viagens para as Bahamas e Tailândia, quase US$ 100 mil em roupas na Saks Fifth Avenue, um anel de diamante de mais de US$ 115 mil, relógios Omega de US$ 21 mil, e — pasmem — mais de US$ 160 mil em ingressos para shows e eventos esportivos.

    Gente, US$ 160 mil em ingressos! Dava pra assistir uns 50 jogos dos Hawks na courtside com essa grana. E olha que ele já trabalhava lá — provavelmente tinha acesso a ingressos gratuitos ou com desconto.

    O procurador federal Theodore S. Hertzberg não poupou palavras: disse que Jones transformou o “emprego dos sonhos” numa oportunidade de roubar a equipe. E complementou com uma frase que eu adorei: “o trem da alegria tem como destino final a prisão federal”.

    Os Hawks preferiram não comentar a sentença, o que é compreensível. Imagino o constrangimento da organização — descobrir que um executivo de confiança estava literalmente roubando a casa há quase uma década.

    E aí, pessoal, vocês acham que 3 anos e meio é suficiente pra quem roubou quase 4 milhões de dólares? Na minha opinião, o cara teve sorte — em alguns lugares do mundo, roubo dessa magnitude daria cadeia perpétua.