Tag: All-NBA

  • Giannis quer jogar, mas os Bucks querem mandá-lo pra casa

    Giannis quer jogar, mas os Bucks querem mandá-lo pra casa

    Olha, se dependesse da diretoria dos Milwaukee Bucks, o Giannis já taria em casa assistindo Netflix até a próxima temporada. Mas o cara simplesmente se recusa a parar de jogar, mesmo com a temporada completamente perdida.

    A situação tá tensa lá em Milwaukee. O Greek Freak machucou o joelho esquerdo depois de uma enterrada contra o Indiana Pacers no domingo passado — hiperestensão e uma contusão óssea que deve deixá-lo fora por pelo menos uma semana. Só que segundo o The Athletic, a franquia quer que ele pare por aí mesmo e não volte mais nesta temporada.

    E o Giannis? Mandou um “nem pensar” bem claro pra diretoria.

    Uma temporada de hospital

    Cara, que temporada bizarra pro MVP de 2019 e 2020. O cara começou voando — tava absurdo nas primeiras semanas —, mas desde então virou frequentador assíduo do departamento médico:

    Lesão na virilha em novembro (4 jogos fora), duas lesões na panturrilha direita (23 jogos perdidos no total), e agora essa no joelho. Resultado? Apenas 36 jogos disputados numa temporada de 82.

    Sinceramente, o que mais me preocupa são essas lesões repetidas na panturrilha. Isso já aconteceu na temporada passada e nos playoffs de 2024. O próprio técnico Doc Rivers falou que tá “preocupante” essa panturrilha que não para de incomodar.

    Bucks afundando de vez

    Com o Giannis mais tempo no banco médico do que em quadra, Milwaukee tá tendo sua pior temporada em uma década. 28 vitórias e 40 derrotas — tão em 11º no Leste, 6 jogos e meio atrás da vaga do play-in.

    Mano, mesmo se ganhassem todos os 14 jogos restantes (o que é impossível), terminariam com 42-40. Charlotte só precisaria de 8 vitórias em 13 jogos pra ficar na frente. Ou seja: temporada acabou faz tempo.

    Na real, nesse ponto seria melhor pro Bucks perderem de propósito. Eles vão receber a pior escolha de draft entre a deles e a do New Orleans Pelicans, então quanto pior a campanha, melhor a posição no draft. Tão empatados com Chicago como 10º pior time — não seria mal terminar entre os 9 piores.

    Vocês acham que o Giannis vai aceitar ficar fora ou vai insistir em voltar mesmo com tudo perdido? Eu acho que conhecendo o monstro, ele vai querer jogar até o último segundo da temporada. Típico de um competidor nato, mas será que vale o risco de uma lesão mais séria?

  • LeBron dono de time em Vegas? O sonho pode ter virado pesadelo

    LeBron dono de time em Vegas? O sonho pode ter virado pesadelo

    Cara, lembra quando o LeBron falou que queria ser dono de um time da NBA em Vegas? Pois é, parece que o negócio complicou — e muito.

    A liga deve votar no dia 25 de março sobre a expansão com times em Las Vegas e Seattle. Se 23 dos 30 donos aprovarem (o que é bem provável), aí sim começa a correria pra ver quem vai bancar essas franquias na temporada 2028-29. E olha, não vai ser barato não: estão falando de 7 a 10 bilhões de dólares por time. É isso mesmo que vocês leram — BILHÕES.

    O problema do LeBron

    Mesmo sendo o primeiro jogador ativo a virar bilionário, o King sozinho não consegue bancar essa parada toda. A esperança dele era contar com o Fenway Sports Group — os caras que são donos do Red Sox e do Liverpool, e que o LeBron tem sociedade desde 2011.

    Só que agora veio a bad news: segundo o The Athletic, o Fenway Sports Group não tá interessado em comprar time da NBA justamente por causa desse preço absurdo. E sem eles, fica “menos provável” que o LeBron consiga tocar esse projeto pra frente.

    Sinceramente, eu não esperava isso. O cara sempre falou com tanta paixão sobre ter um time em Vegas… “É a melhor torcida do mundo, e eu adoraria trazer um time aqui”, disse ele em 2022. Até chamou o Adam Silver pelo nome, olha só a confiança.

    Ainda tem jeito?

    Claro que o LeBron tem outros contatos no mundo dos negócios — o cara é um monstro empresarial. Mas encontrar parceiros dispostos a desembolsar essa grana toda não vai ser moleza.

    E tem outro detalhe: pra ser dono, ele precisa se aposentar primeiro. E até agora nada de anúncio sobre aposentadoria. Aliás, ele vai ser agente livre neste verão, então a situação tá meio em aberto mesmo.

    O que vocês acham? O LeBron consegue dar um jeito de realizar esse sonho ou vai ter que engolir essa? Porque, olha, ver o cara que sempre conseguiu tudo que quis esbarrar numa parede dessas é meio surreal. Mas quando o assunto é dinheiro nessa escala, até o King tem limites.

    Uma coisa é certa: se a expansão for aprovada, vai ser um jogaço ver quem consegue bancar essas franquias. Vegas e Seattle merecem ter times da NBA, mas o preço tá de assustar qualquer um — até bilionário.

  • LeBron com 41 anos dando duas enterradas absurdas? Tá de brincadeira!

    LeBron com 41 anos dando duas enterradas absurdas? Tá de brincadeira!

    Gente, eu preciso começar este texto com uma confissão: quando vi essas duas enterradas do LeBron ontem à noite, eu literalmente levantei do sofá gritando. E olha que já são quase 2 da manhã aqui e os vizinhos devem ter achado que eu pirei.

    O cara tem 41 anos. Quarenta e um! Pra vocês terem uma ideia, quando eu tinha essa idade, subir uma escada já me deixava ofegante (mentira, eu só tenho 28, mas vocês entenderam o ponto). E o LeBron? O monstro simplesmente decidiu que ia destruir o Houston Rockets com duas enterradas que pareceram coisa de 2012.

    A primeira enterrada que me fez questionar a física

    A primeira aconteceu ainda no segundo quarto. Marcus Smart com a bola lá na linha dos três, o LeBron fazendo aquela jogadinha linda de cortar por trás da defesa — coisa básica, né? Só que não.

    O passe do Smart saiu alto demais, eu já estava pensando “lá vai bola na arquibancada”, quando do nada o Rei simplesmente VOOU. Pegou a bola atrás da cabeça, numa extensão total que não fazia sentido nenhum, e enterrou com uma força que fez o aro tremer.

    Sinceramente, eu vi isso ao vivo e tive que voltar o lance umas cinco vezes. Como diabos um cara de 41 anos ainda tem essa explosão nas pernas?

    Se acharam que tinha acabado…

    Mal deu tempo de processar a primeira quando veio a segunda. Dois minutos depois, bola solta, LeBron correndo a quadra (o que já é impressionante por si só), LaRavia toca pra ele e…

    Mano, o cara decolou da linha pontilhada. DA LINHA PONTILHADA! Enterrada com duas mãos, com uma força que o Reed Sheppard ficou ali só de enfeite. Eu juro que pensei: “Esse cara fez um pacto com o capeta ou o quê?”

    E vocês sabem qual é a parte mais louca? O LeBron lidera a NBA em pontos de contra-ataque nesta temporada. Com 41 anos, ele ainda é mais rápido na transição que moleques de 20. Como que explica isso?

    Lakers voando alto

    Ah, e por falar nisso, a vitória foi só consequência. Os Lakers venceram por mais uma — já são 10 vitórias nos últimos 11 jogos. LeBron errou apenas UM arremesso na noite toda. UM! Está jogando um basquete de outro planeta.

    Eu sempre falo aqui no Sexto Homem que a gente não pode ficar fazendo drama toda vez que um veterano joga bem. Mas cara, essas duas enterradas foram diferentes. Foi como se o LeBron de Miami tivesse possuído o LeBron de 2026 por uns minutinhos.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível até os playoffs? Porque do jeito que as coisas estão indo, esse Lakers pode ser uma pedra no sapato de qualquer um no Oeste.

  • Cade fura o pulmão e pode perder os playoffs dos Pistons

    Cade fura o pulmão e pode perder os playoffs dos Pistons

    Cara, que notícia mais bizarra chegou ontem dos Pistons. O Cade Cunningham — sim, o cara que estava praticamente carregando Detroit nas costas nessa temporada histórica — sofreu um pneumotórax. Em português claro: o pulmão dele colapsou.

    Eu vi o lance na partida contra os Wizards na terça-feira e achei que tinha sido só uma pancada nas costas. O garoto foi defender o Tre Johnson na quadra toda, forçou a perda de bola, mas na hora de pegar o rebote levou uma trombada feia. Ficou no chão um tempo, até conseguiu jogar mais um minutinho, mas saiu e não voltou mais.

    Agora faz sentido. Não era só dor nas costas não — o negócio era muito mais sério.

    Detroit pode perder tudo por causa disso

    Os Pistons estão vivendo um sonho, galera. 49 vitórias e 19 derrotas, na ponta do Leste. Primeira colocação! Quando foi a última vez que isso aconteceu? 2007. E a última série de playoffs que eles ganharam foi em 2008 — eu tinha 15 anos, imagina.

    O time tem 3 jogos e meio de vantagem sobre os Celtics faltando 14 partidas. Na teoria, conseguem segurar a ponta mesmo sem o Cade — eles têm o tiebreaker sobre Boston e sobre os Knicks. Mas sinceramente? Sem ele nos playoffs, não vejo como esse time vai longe.

    É que o Cade não é só mais um jogador bom no elenco. O cara é TUDO para os Pistons. Está fazendo 24.5 pontos, 5.6 rebotes e 9.9 assistências por jogo. Quase 10 assistências! Só perde pro Jokic na liga toda.

    Temporada monstro interrompida no pior momento

    E olha que o menino estava tendo a temporada da vida dele. Era cotado pra All-NBA First Team tranquilamente, estava em quarto lugar nas odds do MVP (tá bom, 60-1 estava meio longe do Shai, mas mesmo assim). Agora? Nem aparece mais nas casas de aposta.

    O mais louco é que ele foi diretamente responsável por 35.4% dos pontos dos Pistons na temporada. Mais de um terço! Quando um cara carrega esse peso todo e se machuca assim, você sente na pele.

    Detroit disse que vai reavaliar em duas semanas, e está esperançoso que ele volte pros playoffs que começam em 18 de abril. Mas pneumotórax não é brincadeira não. Dependendo do caso, pode precisar de cirurgia, pode complicar…

    Vocês acham que os Pistons conseguem segurar a primeira colocação sem o Cade? E mais importante: será que ele volta a tempo de fazer diferença nos playoffs, ou vamos ver mais uma temporada promissora de Detroit indo pro espaço?

  • Expandir a NBA pode trazer o March Madness que a gente sonha?

    Expandir a NBA pode trazer o March Madness que a gente sonha?

    Olha, eu tô aqui pensando numa coisa que pode ser absolutamente revolucionária pro basquete: e se a NBA conseguisse criar um torneio de eliminação simples igual ao March Madness da NCAA? Cara, seria um absurdo de bom.

    O negócio é o seguinte — todo mundo que acompanha basquete americano sabe que não existe nada como o March Madness. São 67 jogos de mata-mata puro, onde qualquer bobeira e tchau. Um jogo apenas decide se seu time continua vivo ou vai pra casa. É uma tensão que nem os playoffs da NBA conseguem replicar, porque lá são séries de sete jogos. Aqui seria pancada única.

    A NBA Cup tá no caminho certo, mas…

    A NBA tentou isso com a NBA Cup (antigo In-Season Tournament) e olha, não vou mentir — melhorou bastante o nível dos jogos. O pessoal leva mais a sério quando tem grana em jogo. Mas essa fase de grupos é meio confusa, né? E convenhamos, não dá pra ter zebras épicas num formato de round robin com quatro jogos.

    O grande problema sempre foi matemático: a NBA tem 30 times. Pra um mata-mata raiz, você precisa de 32 — que é exatamente o que sobra depois da primeira rodada do March Madness. Sempre faltaram duas equipes pra coisa funcionar direito.

    Seattle e Las Vegas podem mudar tudo

    Mas aí que vem a notícia que pode revolucionar isso tudo. A ESPN soltou que os donos da NBA vão votar sobre expandir a liga para Seattle e Las Vegas já na próxima reunião. Se isso rolar — e tudo indica que vai — podemos ter 32 times até o final da década.

    E aí? 32 times = mata-mata perfeito. Imagina só: toda equipe da NBA jogando pelo menos um jogo de eliminação simples por temporada. Os times pequenos tendo chance real de causar zebra. Seria monstruoso!

    Claro que teria que adaptar algumas coisas. Diferente da NCAA, onde quem perde vai pra casa e acabou a temporada, na NBA o pessoal ainda tem que terminar a temporada regular. A solução seria criar chaves de repescagem — assim todo mundo joga exatos cinco jogos e ainda dá pra ranquear do 1º ao 32º lugar.

    Seria tão emocionante quanto o March Madness?

    Sinceramente? Provavelmente não chegaria no nível de emoção do torneio universitário, porque lá é literalmente vida ou morte. Mas cara, seria muito melhor que o formato atual da NBA Cup. E vocês acham que os fãs iam levar mais a sério?

    Olha, eu já tô sonhando com isso. Imagina o Spurs eliminando o Celtics numa pancada só, ou o Detroit fazendo um run absurdo até as semifinais. O level de imprevisibilidade seria totalmente diferente do que a gente vê nos playoffs tradicionais.

    A expansão ainda vai levar uns anos pra acontecer — target é 2028-29 — mas só de pensar na possibilidade já me deixa empolgado. E vocês, acham que um mata-mata NBA funcionaria no Brasil também? Imaginem isso na NBB…

  • Pulmão colapsado do Cunningham pode não ser tão grave assim

    Pulmão colapsado do Cunningham pode não ser tão grave assim

    Galera, quando saiu a notícia de que o Cade Cunningham teve um pulmão colapsado, confesso que fiquei com aquele frio na barriga. Cara, “pulmão colapsado” soa como algo bem sério, né? Mas calma aí — segundo os médicos especializados, essa lesão pode ser bem menos dramática do que parece.

    O craque do Detroit Pistons foi diagnosticado com colapso do pulmão esquerdo e vai ser reavaliado em duas semanas. Por incrível que pareça, isso é uma boa notícia considerando o que poderia ser.

    Por que atletas se recuperam mais rápido?

    A Dra. Juanita Mora, que faz parte da American Lung Association, explicou pro CBS Sports algo que faz bastante sentido: “A menos que existam fatores de risco como problemas cardíacos, esses caras são tão atléticos e têm uma capacidade pulmonar tão boa que conseguem se recuperar de forma absurda.”

    Basicamente, o pulmão colapsado não é necessariamente tão grave quanto soa. Na maioria dos casos, é só ar pressionando o pulmão. Pro Cunningham, parece ser um caso leve — desses que você trata em casa mesmo, só acompanhando pra ver se os sintomas (falta de ar, dor no peito) não pioram.

    “Se os sintomas não estão piorando, você reavalia em duas semanas e vê se o pulmão se expandiu sozinho e se curou completamente. Num cara jovem e saudável como ele, é muito provável que seja exatamente isso que vai acontecer”, disse a médica.

    Precedentes na NBA são até animadores

    Olha, já tivemos outros casos assim na liga. O Gerald Wallace passou por isso em 2008-09 e perdeu apenas sete jogos. O Terrence Jones ficou fora só seis partidas com a mesma lesão.

    O caso mais recente é do CJ McCollum, que já teve pulmão colapsado DUAS vezes. A primeira foi em 2021 no Portland e ele ficou 41 dias fora (18 jogos). A segunda foi em 2023 já no New Orleans — dessa vez foram 22 dias e 12 jogos.

    Agora, se o Cunningham ficasse fora uns 40 dias como o McCollum na primeira vez, seria tenso. Perderia toda a primeira rodada dos playoffs. E convenhamos, Detroit sem o Cade basicamente não tem ataque — seria complicado passar até mesmo de Hawks, Heat ou Hornets.

    Mas por enquanto o Pistons só colocou esse prazo de duas semanas. Se der certo, ele perderia uns nove jogos, continuaria elegível pro All-NBA e ainda teria cinco ou seis partidas da temporada regular pra voltar ao ritmo antes dos playoffs.

    E aí, acham que o garoto volta com tudo? Eu sinceramente tô otimista — esses caras são monstros mesmo quando se trata de recuperação.

  • Hawks podem parar a maior sequência da NBA hoje no Texas

    Hawks podem parar a maior sequência da NBA hoje no Texas

    Cara, quem diria que trocar o Trae Young foi a melhor coisa que podia acontecer pros Hawks? Parece loucura falar isso, mas olha só os números: 11 vitórias consecutivas. Onze! É a maior sequência ativa da NBA, e hoje eles botam isso em risco contra o Houston.

    Sinceramente, quando vi a troca do Trae por CJ McCollum e Corey Kispert em janeiro, pensei “acabou pro Atlanta”. Mas o cara era uma peneira na defesa, e agora que saiu, os Hawks viraram um monstro nos dois lados da quadra. Desde a troca, são 20-10 com net rating top 10. Absurdo.

    A química que ninguém esperava

    O McCollum parecia meio perdido em Washington, mas em Atlanta virou outra pessoa. 24 pontos contra Dallas na última – e olha que o cara tem 34 anos! Não tem o talento ofensivo do Trae, mas compensa sendo um jogador de equipe de verdade.

    A defesa dos Hawks subiu pro 6º lugar da liga desde que o Trae saiu. Coincidência? Acho que não. O quinteto titular com McCollum, Alexander-Walker, Dyson Daniels, Jalen Johnson e Onyeka Okongwu só jogou 21 partidas juntos, mas tem o MELHOR net rating da NBA entre grupos que jogaram pelo menos 200 minutos. Isso não é sorte, é basquete de alto nível.

    Sequência histórica que pode acabar hoje

    Durante essa sequência maluca, os Hawks estão goleando todo mundo – média de 17,8 pontos de diferença por jogo. Dez das 11 vitórias foram por dois dígitos, seis por mais de 15 pontos. Eles se tornaram apenas o segundo time da história da NBA a ganhar 11 jogos seguidos por pelo menos 9 pontos de diferença.

    A última sequência parecida dos Hawks? Foi em 2014-15, quando fizeram 19 seguidas (recorde da franquia). Será que conseguem chegar lá de novo?

    Mas Houston pode estragar a festa hoje à noite. Os Rockets estão passando sufoco, mas jogo único é jogo único. E vocês sabem como é – quanto maior a sequência, maior a pressão pra manter.

    Playoffs cada vez mais reais

    Os Hawks estão em 6º no Leste, tecnicamente empatados com Orlando mas ganhando no critério de desempate. Com Franz Wagner machucado no Magic e Toronto só 1,5 jogo à frente, a vaga direta nos playoffs não é mais um sonho impossível.

    O que mais me impressiona é como o Quin Snyder conseguiu transformar esse time. Colocar o McCollum no lugar do Risacher (que decepcionou até agora como pick #1) foi genial. Às vezes uma mudança simples faz toda diferença.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter essa sequência mágica? Ou Houston vai ser o time que para a festa? Uma coisa eu garanto: esse Hawks reformulado não é mais o mesmo time frágil de antes.

  • Cade Cunningham com pulmão colapsado e muito caos no March Madness

    Cade Cunningham com pulmão colapsado e muito caos no March Madness

    Cara, que sexta-feira maluca no mundo do basquete americano. Enquanto eu estava aqui organizando meus brackets do March Madness, pipocaram umas notícias que deixaram tudo de cabeça para baixo.

    A bomba mais pesada veio de Detroit: Cade Cunningham sofreu um pulmão colapsado. Sim, você leu certo. O cara que é praticamente o futuro dos Pistons vai ficar pelo menos duas semanas fora das quadras, e isso pode ferrar completamente com a temporada do time.

    O que rolou com o Cade?

    O negócio aconteceu durante a vitória contra o Washington Wizards na terça-feira. Na hora eu nem imaginei que fosse algo sério assim — pulmão colapsado é daquelas lesões que a gente só vê em filme de guerra, sabe?

    Mas calma lá. Segundo os médicos que falaram com a CBS Sports, não é tão grave quanto parece. Ainda assim, perder seu melhor jogador bem na reta final da temporada regular é de lascar. Os Pistons estavam sonhando com playoffs, e agora… bem, vocês sabem como é difícil compensar a falta de um cara que faz de tudo em quadra.

    March Madness já começou pegando fogo

    Enquanto isso, o torneio universitário tá uma loucura absoluta. High Point mandou Wisconsin pra casa numa virada épica de 83-82. Chase Johnston simplesmente choveu bola de três e mostrou que David ainda consegue derrubar Golias no basquete universitário.

    Mas a pancada mesmo veio algumas horas depois: VCU estava perdendo por 19 pontos pra North Carolina e conseguiu a virada. Cara, UNC eliminado na primeira rodada? Os Tar Heels foram os grandes perdedores do dia, sem dúvida.

    E Duke quase dançou também! Precisaram de uma remontada séria no segundo tempo pra não virar meme contra Siena. Imagina se o número 1 geral caísse logo de cara?

    E tem mais coisa rolando

    No futebol europeu, Real Madrid perdeu Courtois por seis semanas — bem na hora das quartas da Champions contra o Bayern. Timing perfeito, né não?

    E a MLS anunciou uma mudança bizarra pra 2027: vão fazer uma “Sprint Season” com apenas 14 jogos pra fazer a transição pro calendário europeu. Sinceramente, não sei se vai dar certo essa experiência maluca.

    Ah, e LeBron James empatou com Robert Parish em jogos disputados na NBA (1.611). O cara simplesmente não para de quebrar recordes — alguns que provavelmente nunca mais vão ser batidos.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem se manter vivos nos playoffs sem o Cade? Esse March Madness tá prometendo mesmo ou é só impressão minha?

  • Giannis vai renovar ou ser trocado: donos do Bucks não deixam dúvida

    Giannis vai renovar ou ser trocado: donos do Bucks não deixam dúvida

    Cara, a bomba acabou de estourar em Milwaukee. Os donos do Bucks, Wes Edens e Jimmy Haslam, foram diretos ao ponto: Giannis Antetokounmpo vai assinar uma extensão de contrato ou será trocado nesta offseason. Não tem meio termo.

    “Uma de duas coisas vai acontecer: ou ele renova ou será trocado”, disse Edens pra ESPN. E olha, sinceramente? Era hora de alguém botar as cartas na mesa.

    Na minha visão, essa postura faz todo sentido. O Greek Freak tá entrando no último ano de contrato e — vamos combinar — deixar um jogador do calibre dele sair de graça seria burrice monumental. Os caras aprenderam com os erros de outras franquias que perderam astros assim.

    A pressão tá no Giannis agora

    A extensão que tá na mesa não é brincadeira: 4 anos por US$ 275 milhões. É dinheiro pra comprar meia NBA (risos). Mas a questão não é só grana — o cara precisa decidir se ainda acredita nesse projeto do Bucks.

    E olha, eu entendo a dúvida dele. A troca maluca do Damian Lillard ano passado (usaram o stretch provision nele pra contratar o Myles Turner) já tá com cara de desastre completo. Milwaukee tá longe de ser candidato ao título, e com 31 anos, Giannis não tem tempo a perder.

    A real é que essa situação toda lembra muito o que rolou com outros superstars que ficaram nessa encruzilhada. Lembra do LeBron saindo de Cleveland a primeira vez? Do Kevin Durant deixando Oklahoma? Às vezes o jogador precisa de uma mudança pra voltar a sonhar com o anel.

    Quem manda nessa bagaça mesmo?

    Aqui é onde a coisa fica interessante (e meio confusa). O Bucks tem essa estrutura doida de donos “rotativos” — o Edens manda até 2028, depois o Haslam assume. Mas fontes da liga dizem que ninguém sabe direito quem tá tomando as decisões importantes.

    Um executivo que negociou com eles disse pra ESPN: “Depende do dia”. Outro comentou que o Haslam tá mais ativo nas negociações envolvendo o Giannis. Imagina só: você é GM de outro time querendo fazer negócio e não sabe nem com quem falar direito!

    Isso explica por que na trade deadline passada várias equipes interessadas no Greek Freak chegaram à conclusão de que Milwaukee não estava levando a sério as propostas. Ninguém sabia quem tinha poder real de decisão.

    E aí, o que vocês acham que o Giannis vai fazer? Eu, particularmente, acho que ele vai testar o mercado. Com essa idade e depois de já ter ganhado um título em Milwaukee, talvez seja hora de buscar um novo desafio. Mas quem sabe? O cara sempre surpreendeu todo mundo.

    Uma coisa é certa: essa novela vai ter fim antes do início da próxima temporada. Finalmente.

  • Regra dos 65 jogos vira pesadelo para candidatos a prêmios da NBA

    Regra dos 65 jogos vira pesadelo para candidatos a prêmios da NBA

    Gente, essa regra dos 65 jogos tá virando uma dor de cabeça gigantesca na NBA. E olha que eu achava que era só frescura quando criaram isso — agora tô vendo que pode acabar com as chances de vários caras que merecem estar na briga pelos prêmios.

    Pra quem não lembra, a regra é simples e cruel: tem que jogar pelo menos 65 partidas na temporada regular pra ser elegível aos prêmios principais (MVP, All-NBA, Defensor do Ano). A ideia era forçar os caras a jogarem mais, mas na prática tá sendo uma rasteira do destino.

    Cade Cunningham na corda bamba

    O caso mais absurdo? Cade Cunningham do Pistons foi diagnosticado com um pulmão colapsado. Mano, que azar é esse? O garoto tava fazendo uma temporada monstro, colocando Detroit nas costas, e agora pode perder tudo por causa dessa lesão bizarra.

    Se ele não voltar até 4 de abril, já era — nem MVP nem All-NBA pra ele. E olha que o menino tava merecendo estar na conversa, viu? Detroit finalmente jogando basquete de verdade depois de anos apanhando, e o Cade era o grande responsável por isso.

    Kawhi Leonard contando nos dedos

    Kawhi Leonard só tem margem pra perder MAIS UM JOGO. Um. O cara que já tem histórico de load management agora tá numa sinuca de bico total. Machucou o tornozelo contra os Pelicans na quinta e cada partida que perde agora pode custar uma vaga no All-NBA.

    Sinceramente, eu acho meio injusto. O Leonard quando joga é absurdamente bom, mas essa regra não perdoa ninguém. Anthony Edwards também tá nessa pegada — problema no joelho e só tem até 30 de março pra voltar se quiser manter as chances vivas.

    A realidade cruel dos números

    Tyrese Maxey machucou o dedo mindinho (eu sei, parece bobeira, mas tendon é tendon) e vai ficar três semanas fora. Pelo menos ele ainda tem margem — precisa de só mais 4 jogos pra se qualificar pro All-NBA.

    Já o Nikola Jokić? Esse monstro sérvio voltou de uma lesão no joelho em janeiro com direito a apenas UM jogo de folga pelo resto da temporada. E não perdeu nenhum desde então. Isso é dedicação ou desespero? Provavelmente os dois.

    A parada é que essa regra foi criada pra resolver o problema do “load management”, mas tá punindo caras que realmente se machucam. Você acha justo um jogador perder a chance de MVP por causa de uma lesão que não tem nada a ver com ele querer descansar?

    Stephen Curry, Giannis e LeBron já tão fora da disputa pelos prêmios principais. E agora vários outros podem seguir o mesmo caminho não por escolha, mas por azar mesmo.

    Olha, eu entendo a intenção da liga, mas quando você vê um cara como Cade — que tava ressuscitando uma franquia inteira — podendo perder tudo por um pulmão colapsado… aí você para pra pensar se essa regra não tá mais atrapalhando do que ajudando.