Tag: All-NBA

  • Thunder x Suns: última rodada com SGA descansando?

    Thunder x Suns: última rodada com SGA descansando?

    Cara, chegamos no fim da temporada regular e temos um joguinho interessante rolando hoje: Phoenix Suns visitando o Oklahoma City Thunder no Paycom Center. E olha, a situação é bem curiosa.

    O Thunder (64-17) já garantiu a primeira posição do Oeste faz tempo — uma campanha simplesmente monstruosa. Sinceramente, eu não esperava que esse time chegasse nesse nível tão rápido, mas o Shai Gilgeous-Alexander virou um bicho mesmo. Agora os Suns (44-37) estão brigando por uma posição melhor no Play-In, então ainda têm o que jogar.

    Quem joga e quem descansa?

    Aqui que fica interessante. Phoenix deve ir sem o Devin Booker e o Grayson Allen — faz sentido, né? Para que arriscar lesão antes dos playoffs? O Thunder também pode poupar o SGA, embora aquele time seja perigoso até com os reservas. A defesa deles é absurda, líder da liga em porcentagem de arremessos do adversário.

    E vocês acham que o Thunder vai com tudo ou vai poupar também? Eu apostaria que eles querem chegar nos 65 jogos ganhos — seria histórico para a franquia.

    Thunder dominando em casa

    Uma coisa que impressiona: o Thunder tem 34-7 jogando em casa. É uma fortaleza mesmo o Paycom Center. Com o Chet Holmgren jogando dos dois lados da quadra e o Jalen Williams evoluindo a cada jogo, eles viraram um problema sério para qualquer um.

    Phoenix vai apostar no Dillon Brooks (que tá fazendo uma temporada consistente com 20.2 pontos por jogo) e no Mark Williams no garrafão. Mas convenhamos — sem Booker, fica difícil competir com essa máquina do Thunder.

    Minha aposta no jogo

    O Thunder entra favorito por 5.5 pontos, e eu acho que faz sentido. Eles lideram a liga em roubos de bola e transição — exatamente o que pode quebrar um Phoenix desfalcado. A atmosfera vai estar celebrativa em Oklahoma, e esse time tem tudo para fazer uma campanha histórica nos playoffs.

    Minha previsão? Thunder ganha mais tranquilo do que as odds sugerem. Algo como 113 a 105, com os reservas do OKC fazendo a diferença no segundo tempo. O que vocês acham — vale a pena assistir ou é melhor guardar energia para os playoffs mesmo?

  • Doc Rivers cai no Bucks após três anos decepcionantes

    Doc Rivers cai no Bucks após três anos decepcionantes

    E lá se vai mais um técnico dos Bucks. Doc Rivers não é mais o treinador de Milwaukee após três temporadas que, sinceramente, ficaram muito aquém do esperado.

    Olha, eu não vou fingir surpresa aqui. Rivers teve um aproveitamento de 97-103 em três anos — isso é basicamente mais derrotas que vitórias. Para um time que tem Giannis Antetokounmpo no elenco, é quase inadmissível.

    O que deu errado no vestiário

    Segundo fontes, rolou um climão pesado entre Rivers e os jogadores durante toda a temporada. Teve várias situações que irritaram o vestiário. Quando você perde o elenco, cara, já era. Não tem jeito.

    E o pior? Milwaukee vai fazer a TERCEIRA busca por técnico em três anos. Três! Isso mostra que o problema não é só o treinador, né? Alguma coisa está estruturalmente errada nessa organização.

    Rivers assumiu no meio da temporada 2023-24, depois que demitiriam Adrian Griffin (que tinha 30-13, diga-se de passagem). Terminou aquela temporada com 17-19. Na temporada seguinte, conseguiu 48-34, que até foi decente. Mas aí veio essa última temporada…

    Lesões ou desculpas?

    Tá, Rivers teve que lidar com lesões importantes. Giannis jogou apenas 36 partidas nesta temporada, e tanto ele quanto Damian Lillard perderam jogos cruciais nos playoffs de 2024 e 2025.

    Mas será que as lesões explicam tudo? O cara é técnico do Hall da Fama, campeão pela NBA em 2008 com o Celtics. É o sexto em vitórias na temporada regular e quarto em vitórias de playoffs na história. Esperava-se mais adaptação, mais soluções táticas.

    Milwaukee não ganha uma série de playoffs desde 2022. Deixaram de ir aos playoffs pela primeira vez em nove anos. Para um time que foi campeão em 2021 com Mike Budenholzer (que também foi demitido em 2023), é uma queda livre impressionante.

    A franquia vai pagar o salário milionário de Rivers para a próxima temporada, e ainda estão conversando sobre ele assumir um papel consultivo. Meio estranho, não acham?

    Agora é ver quem vai topar esse desafio. Com Giannis ainda no auge e uma janela de título que está se fechando rapidamente, Milwaukee precisa acertar dessa vez. E vocês, quem acham que seria o técnico ideal para os Bucks?

  • Wemby e Giannis viraram mestres do xadrez — e isso tá mudando o jogo deles

    Wemby e Giannis viraram mestres do xadrez — e isso tá mudando o jogo deles

    Olha, quando eu soube que o Wembanyama jogava xadrez enquanto fazia exercícios físicos, pensei que era loucura. Mas depois que vi o Giannis falando que o xadrez o ajudou naquele roubo histórico no LeBron, tudo fez sentido. O xadrez virou a nova moda nos vestiários da NBA — e não é só papo furado não.

    A coisa toda começou meio que do nada. Vários astros da liga começaram a creditar o jogo de tabuleiro por aguçar seus instintos em quadra. Reconhecimento de padrões, antecipação, pensamento estratégico — é basicamente tudo que você precisa pra dominar no basquete, né?

    Giannis e aquela jogada absurda contra o LeBron

    O Greek Freak aprendeu xadrez aos dez anos numa igreja na Grécia (que origem mais inusitada, cara!). E quando ele roubou a bola do LeBron com dez segundos no cronômetro pra selar uma vitória do Bucks em janeiro, ele não disse que foi sorte. Foi preparação pura.

    “Eu sabia que no final o LeBron ia pegar a bola. Sabia que ele ia querer penetrar e fazer a jogada. Sabia que ia pedir o pick-and-roll”, contou pro ESPN. “Já joguei contra ele várias vezes, então estava pensando à frente. Me posicionei pra ser mais bem-sucedido na jogada.”

    Mano, isso é xadrez na prática! Antecipação de três, quatro jogadas à frente. E funcionou perfeitamente naquela bloqueada épica no Deandre Ayton nas Finais também.

    Wemby levou isso pro outro nível

    Mas se o Giannis já impressiona, o Wembanyama é simplesmente maluco. O cara criou um treino onde faz exercícios físicos ENQUANTO joga xadrez. A ideia? Simular o cansaço mental dos momentos decisivos do jogo. Genial ou psicopata? Vocês decidem.

    “É tipo matar dois coelhos com uma cajadada. Às vezes você só precisa se desligar”, explicou o francês. “Você não tem foco pra ler ou estudar algo pesado, então o xadrez é bom nesse sentido.”

    O Rudy Gobert, que joga xadrez com o Wemby “quase toda vez” que os times se enfrentam, entende a parada: “Quando você tá cansado física e mentalmente, fica mais difícil tomar as decisões certas. O xadrez te desafia ainda mais.”

    E olha que loucura: em dezembro passado, o Wembanyama foi pro Washington Square Park em Nova York e desafiou fãs aleatórios pra jogar xadrez. Terminou 2-2 em quatro partidas públicas. Depois disso, pediu um “torneio de xadrez só com jogadores da NBA”. Meses depois, o Derrick Rose entregou exatamente isso com seu evento Chesstival em Las Vegas.

    Derrick Rose: xadrez como estilo de vida

    Pro D-Rose, xadrez não é hobby — é identidade de armador. Ele aprendeu há mais de uma década depois de ler sobre como o jogo pode prevenir Alzheimer e demência. Chegou a carregar um tabuleiro durante as últimas cinco temporadas da carreira!

    “Era mais sobre ser armador mesmo. Ver duas ou três jogadas à frente, ter essa tranquilidade quando você tá apanhando”, contou pro ESPN. Cara fazia do xadrez parte da rotina pré-jogo: Bob Marley no fone, mexendo as peças até pisar em quadra.

    “Aquele movimento, você tem que pensar antes de mover a próxima peça, porque pode ferrar o jogo todo. Mesmo parecendo insignificante na hora, pode destruir sua defesa”, filosofou Rose.

    Até o Rajon Rondo, hoje assistente técnico do Bucks, jogava xadrez com o Ivica Zubac antes de cada partida quando estavam juntos no Clippers. “Me permitia colocar meu boné de pensar um pouco mais cedo”, disse.

    Sinceramente, acho genial como esses caras encontraram uma forma de treinar a mente que vai além dos vídeos de jogadas. E vocês, acham que o xadrez pode realmente fazer diferença em quadra ou é mais uma dessas modas de atleta?

  • Lakers efetivam Nick Smith Jr com contrato de 2 anos

    Lakers efetivam Nick Smith Jr com contrato de 2 anos

    Olha só que movimento interessante dos Lakers! O time de Los Angeles decidiu apostar de vez no jovem Nick Smith Jr., oferecendo um contrato padrão de duas temporadas para o armador.

    O garoto de 20 anos vai ocupar a 15ª vaga do elenco principal que ficou livre depois que o time dispensou Kobe Bufkin — e sinceramente, acho que foi uma troca inteligente. Smith Jr. mostrou potencial suficiente nos jogos que teve chance.

    Os números não mentem

    Em 29 jogos pelos Lakers nesta temporada, o armador de 1,88m conseguiu médias modestas mas promissoras: 6.0 pontos em apenas 12.3 minutos por partida. O mais impressionante? Converteu 40% das tentativas de três pontos, com 2.8 arremessos por jogo.

    Quarenta por cento de aproveitamento de três é coisa séria, pessoal. Para um novato ainda se adaptando ao ritmo da NBA, esse número mostra que o moleque tem fundamento. E com Darvin Ham sempre reclamando da falta de arremessadores confiáveis, Smith Jr. pode ser uma peça importante.

    Timing perfeito para os playoffs

    O melhor de tudo? Com o contrato padrão, Nick Smith Jr. estará elegível para os playoffs. Imaginem a pressão boa que deve estar sentindo agora — de um contrato two-way para poder disputar os jogos mais importantes da temporada.

    Na minha opinião, os Lakers estão fazendo a coisa certa aqui. O garoto tem talento, mostrou que consegue contribuir mesmo com minutos limitados, e agora terá a chance de crescer em um ambiente competitivo. Vocês acham que ele consegue se firmar no elenco principal da próxima temporada?

    Uma coisa é certa: com LeBron e AD sempre precisando de ajuda ofensiva, ter mais um cara que consegue acertar de longe nunca é demais. Smith Jr. pode não ser a solução para todos os problemas, mas definitivamente é um passo na direção certa.

  • Jokic vai jogar só pra não perder os prêmios — Nuggets descansam todo mundo

    Jokic vai jogar só pra não perder os prêmios — Nuggets descansam todo mundo

    Olha só que situação interessante: os Nuggets decidiram descansar praticamente todo mundo no último jogo da temporada regular contra o San Antonio, mas o Jokic vai entrar em quadra mesmo assim. Por quê? Simples — ele precisa de pelo menos 15 minutos pra poder concorrer aos prêmios da temporada.

    É meio bizarro quando você para pra pensar. O cara já tem três MVPs no currículo, mas ainda precisa cumprir essa cota mínima de jogos. Jokic já disputou 64 partidas, e com esses 15 minutinhos contra os Spurs, ele fica elegível pra todos os troféus individuais da NBA.

    A estratégia arriscada de Denver

    Sinceramente? Eu entendo a lógica do técnico David Adelman. Os playoffs tão batendo na porta e ninguém quer se machucar numa partida que, teoricamente, não vale nada. Jamal Murray, Aaron Gordon, Cameron Johnson, Christian Braun — todo mundo de molho.

    Mas aqui tem um probleminha: Denver pode perder a terceira colocação no Oeste. Eles tão com 53 vitórias e 28 derrotas, mas os Lakers (52-29) podem passar na frente se ganharem do Utah hoje. E o pior? Los Angeles tem o critério de desempate por causa daquela vitória épica na prorrogação mês passado.

    A diferença entre ser terceiro ou quarto colocado é enorme. Como terceiros, os Nuggets enfrentam o Minnesota na primeira rodada. Como quartos, pegam o Houston em casa. Vocês acham que vale a pena arriscar?

    Wembanyama também fora

    Do outro lado, os Spurs também vão descansar o Wembanyama. O francesinho já garantiu sua elegibilidade pros prêmios na sexta-feira e San Antonio já tá garantido como segundo colocado no Oeste.

    Mas tem um detalhe interessante: se os Spurs ganharem mesmo sem Wemby, eles podem forçar Denver a cair pra chave do Oklahoma City nos playoffs. É uma daquelas situações onde todo mundo tá meio de olho em todo mundo, sabe?

    Na minha visão, os Nuggets tão apostando alto nessa estratégia de descanso. Claro que ninguém quer se machucar, mas perder posição na tabela pode complicar — e muito — a vida deles nos playoffs. E aí, será que 15 minutos do Jokic vão ser suficientes pra segurar o resultado?

  • Bridges jogou só 23 segundos pra manter sequência histórica na NBA

    Bridges jogou só 23 segundos pra manter sequência histórica na NBA

    Cara, você tem que ver a cena que rolou no último jogo da temporada regular dos Knicks. Mikal Bridges entrou em quadra, jogou exatos 23 segundos, cometeu uma falta e… tchau! Missão cumprida.

    Pode parecer bizarro, mas tinha um motivo muito específico: manter viva sua sequência absurda de jogos consecutivos, que agora chegou a 638 partidas. É o oitavo maior streak da história da NBA, pessoal!

    O plano era esse mesmo

    O técnico Mike Brown já tinha avisado antes do jogo que ia deixar o Bridges jogar só o tempo suficiente pra estender a sequência. Olha que situação hilária: o Jordan Clarkson já tava na mesa do anotador esperando pra entrar antes mesmo da bola subir pro jump ball inicial.

    Os Knicks já tinham garantido a terceira colocação no Leste mais cedo na semana, então não fazia sentido arriscar os titulares. Bridges foi literalmente o único titular a pisar na quadra contra o Charlotte Hornets.

    E vocês sabem como ele saiu? Cometeu uma falta na primeira posse de bola defensiva do time e pronto — trabalho feito. Vinte e três segundos de “trabalho” pra manter uma marca que começou há mais de 7 anos.

    Uma sequência que impressiona até técnico

    “É maluco porque load management é um termo real hoje em dia”, disse Brown antes da partida. E ele tá certo — todo mundo fala sobre descanso: médicos, técnicos, agentes, família. Nesse contexto, o que o Bridges tá fazendo é realmente especial.

    Pra vocês terem ideia do quão impressionante isso é: faltam apenas 50 jogos pra ele alcançar Harry Gallatin, outro ex-Knick que tem o sétimo maior streak da história. O recordista absoluto é A.C. Green, com 1.192 jogos consecutivos ao longo de 15 temporadas. Monstro demais!

    O mais interessante é que essa não é a primeira vez que Bridges faz essa “jogada estratégica”. Em 2023, ele jogou apenas 4 segundos no último jogo da temporada regular. No ano passado? Seis segundos. O cara já virou especialista em aparições relâmpago pra manter o streak vivo.

    Números que chamam atenção

    Olha só que curioso: se contasse a final da NBA Cup que os Knicks ganharam, Bridges teria jogado 83 partidas numa temporada de 82 jogos — pela segunda vez em quatro anos! Isso já tinha acontecido quando ele jogou 56 partidas pelo Phoenix em 2022-23, foi negociado pro Brooklyn na troca do Kevin Durant, e ainda apareceu nos 27 jogos finais dos Nets.

    Sinceramente? Eu acho genial essa dedicação dele. Numa era onde todo mundo fala em preservação e descanso, ter um cara que simplesmente NÃO FALTA é meio que refrescante, não acham?

    Ah, e só pra contextualizar: eram 18 jogadores que chegaram no último dia da temporada regular tendo jogado todas as partidas. No final, quantos mantiveram essa marca? Essa é uma pergunta pra outra história…

  • Kings mantém Doug Christie mesmo com temporada desastrosa

    Kings mantém Doug Christie mesmo com temporada desastrosa

    Olha, eu não sei se vocês acompanharam, mas o Sacramento Kings acabou de tomar uma decisão que tá dividindo opiniões por aí. Mesmo com uma temporada absolutamente catastrófica de 22-59 — que deixou o time na lanterna do Oeste —, a franquia resolveu manter Doug Christie como técnico para a próxima temporada.

    Pra quem não lembra, Christie assumiu o cargo em dezembro de 2024 depois que demitiram o Mike Brown. O cara pegou um abacaxi e tanto, mas pelo visto a direção acredita que ele nunca teve uma chance real de mostrar serviço.

    Um ano pra esquecer rapidinho

    Sinceramente, é difícil julgar qualquer técnico quando o time literalmente desmorona. A temporada do Kings foi um festival de lesões desde o início. Keegan Murray se machucou ainda na pré-temporada com uma lesão no polegar, e o Sabonis — que é praticamente o coração desse time — jogou apenas 19 partidas antes de ter que fazer cirurgia no menisco.

    Aí você me pergunta: como é que avalia o trabalho de um técnico quando o quinteto titular projetado nunca jogou nem um minuto junto? É complicado mesmo.

    Zach LaVine, que foi contratado pra ser o cestinha do time, conseguiu disputar só 39 jogos antes de também ter que ir pro bisturi. Com esse tanto de desfalque, o Kings começou com 3-13 e chegou a ter um recorde horroroso de 12-46.

    A aposta na juventude tá dando resultado?

    Aqui que a coisa fica interessante. Nas últimas 23 partidas, o time conseguiu um aproveitamento de 10-13 — nada espetacular, mas bem melhor do que o desastre do início. E sabe por quê? Porque finalmente começaram a apostar nos jovens.

    Os rookies Maxime Raynaud, Dylan Cardwell e o primeiro-round Nique Clifford tão mostrando desenvolvimento. Na minha visão, é exatamente isso que um time na situação do Kings deveria estar fazendo: construindo pra o futuro.

    O lado ruim? Essas vitórias no final da temporada acabaram prejudicando um pouco as chances na loteria do Draft. Eles saíram da pior campanha da NBA e agora dividem a quarta pior posição com o Utah Jazz.

    E agora, José?

    O grande momento vai ser dia 10 de maio, na loteria do Draft. Com um Draft que promete ser carregado de talentos, uma posição no top-8 pode mudar completamente os rumos da franquia.

    Vocês acham que foi certo manter o Christie? Eu entendo o raciocínio — o cara realmente não teve condições de trabalhar direito. Mas 22 vitórias em 82 jogos é de doer o coração de qualquer torcedor. Pelo menos agora, com Sabonis voltando e esperando que Murray se mantenha saudável, talvez a gente veja o verdadeiro potencial desse elenco sob o comando do Christie.

    Uma coisa é certa: a próxima temporada vai ser crucial pra definir se essa aposta vai dar certo ou se os Kings vão continuar patinando no fundo da tabela do Oeste.

  • Podziemski finalmente marca 30 pontos e Curry faz piada com Booker

    Podziemski finalmente marca 30 pontos e Curry faz piada com Booker

    Cara, que noite foi essa! O Warriors perdeu pro Kings por 124-118 na sexta, mas ninguém tava falando da derrota. Todo mundo só queria saber de uma coisa: Brandin Podziemski FINALMENTE chegou nos 30 pontos.

    E o Steph? Ah, o Steph não perdoou. Fez uma piadinha que só ele mesmo pra fazer, comparando a situação com aquela famosa noite do Devin Booker em 2017. Lembram? O cara meteu 70 pontos contra o Celtics… e perdeu o jogo. Absurdo, né?

    A piada do Curry que todo mundo riu

    “Eu falei pra ele que íamos tratar ele igual o Devin Booker quando fez 70 em Boston e perderam, dar o cartão e tudo mais. Eu sabia que ele tava procurando por isso. Todo mundo sabia também, então foi legal ver ele conseguir e do jeito que conseguiu.”

    Sinceramente? Genial. O Curry sempre com essas, né? Mas a comparação faz total sentido – às vezes você tem uma noite mágica individualmente mesmo perdendo o jogo.

    O Podziemski fez 30 pontos (9/15 nos arremessos, 3/8 do perímetro, 9/10 nos lances livres) em 32 minutos. Foi o cestinha do Warriors na derrota. O menino tá evoluindo, gente.

    A conta misteriosa voltou à ativa

    Agora vem a parte mais engraçada da história. Vocês lembram daquela conta no X chamada @currysnotafraud? Pois é, ela tinha parado de postar desde novembro de 2024 – mais de 16 meses!

    O motivo? A galera tinha prometido que só voltaria a postar quando o Podziemski fizesse 30 pontos. E olha só… logo depois do jogo de sexta, a conta voltou à ativa. Que coisa mais maluca, né?

    “É legal, me sinto abençoado, com certeza. Da última vez que estivemos aqui acho que o Will [Richard] fez 30, então é legal replicar isso… a conta pode ser ativada agora”, disse Podziemski depois do jogo.

    Na minha opinião, isso mostra como a torcida acompanha cada detalhe dos jogadores. O cara tava há tempos tentando chegar nessa marca, todo mundo sabia, e quando finalmente aconteceu virou festa – mesmo com a derrota.

    E o Curry? Fez apenas 11 pontos, 5 assistências em 27 minutos. Noite discreta do chef, mas pelo menos ele tava lá curtindo o momento do companheiro.

    Olha, eu sempre acreditei no potencial do Podziemski desde que chegou. É o tipo de jogador que vai melhorando aos poucos, e esses 30 pontos podem ser um divisor de águas na carreira dele. Vocês acham que ele vai conseguir manter esse nível ou foi só uma noite especial?

  • Podziemski fez 30 pontos e trollou todo mundo – que noite!

    Podziemski fez 30 pontos e trollou todo mundo – que noite!

    Cara, finalmente aconteceu. Brandin Podziemski chegou nos 30 pontos pela primeira vez na carreira na sexta-feira contra o Sacramento Kings, e o cara ainda teve a pachorra de zoar com todo mundo no pós-jogo. Que personalidade!

    O mais hilário é que existe uma conta no Twitter chamada @currysnotafraud que estava parada desde novembro de 2024 – simplesmente porque o Podziemski não conseguia fazer 30 pontos. A conta virou até piada na internet. Aí ontem o cara vai lá, faz os 30 pontos e ainda manda um “MY GOAT KNOWS ME” com emoji de reza e tudo. Monstro demais.

    A pressão estava pesada

    Sinceramente, eu não sei como o Podziemski aguentou a pressão. O cara vinha sendo zoado nas redes sociais praticamente a temporada inteira. E olha que absurdo: chegaram até a vaiar ele no Oracle Park no começo de abril. Vaiar um jogador do próprio time? Torcida pesada essa dos Warriors.

    Mas vamos ser justos aqui – o garoto jogou TODOS os 81 jogos da temporada até agora. Isso é dedicação pura. E chegou perto dos 30 pontos várias vezes, fazendo 25 ou mais em oito ocasiões diferentes. A galera tava cobrando, mas ele sempre esteve ali firme.

    Curry fora, Podziemski dentro

    E não dá pra esquecer o contexto: com o Steph Curry fora por 27 jogos seguidos por causa de um problema no joelho, alguém tinha que segurar a bronca. O Podziemski assumiu essa responsabilidade e, na minha visão, fez um trabalho muito digno.

    Ok, os 30 pontos vieram no “garbage time” da derrota por 124-118 pros Kings, mas e daí? Ponto é ponto, né não? E agora com o Curry voltando bem na hora do play-in, imaginem só o que esse Warriors pode fazer se o Podziemski continuar nesse nível.

    Vocês acham que ele consegue repetir a dose nos playoffs? Porque sinceramente, depois dessa noite histórica e dessa zoação épica no pós-jogo, eu tô começando a acreditar que esse moleque tem muito mais personalidade e jogo do que a gente imaginava.

  • Kings tankeando na cara dura? Isso não é nada perto do que já vi

    Kings tankeando na cara dura? Isso não é nada perto do que já vi

    Olha, eu sei que vocês já estão de saco cheio de falar sobre tanking na NBA. Mas deixa eu contar uma história que vai fazer vocês entenderem que essa polêmica do Sacramento Kings é fichinha perto do que já aconteceu nessa liga.

    Na quinta-feira passada, a NBA soltou um comunicado oficial sobre aquela jogada bizarra do técnico Doug Christie. O cara mandou seus jogadores fazerem falta proposital no Seth Curry — que nem é ruim de lance livre — mesmo com um ponto de vantagem no clutch time. Os Kings perderam o jogo, óbvio, e todo mundo gritou “TANKING!”

    Mas isso não é nada comparado com 2006

    Sério mesmo. Se vocês acham que os Kings foram descarados, precisam conhecer a história do Minnesota Timberwolves em 2006. Era 18 de abril, último dia da temporada regular. Os Wolves tinham 33-48 de campanha e estavam brigando pela sétima pior posição geral.

    Aqui que a coisa fica interessante de verdade.

    O Minnesota tinha trocado sua pick de primeira rodada (junto com o Sam Cassell) pros Clippers. Mas — e esse “mas” é gigante — a pick tinha proteção top 10. Ou seja, se eles terminassem entre os 10 piores, ficavam com a escolha. Se não… tchau, pick.

    Com Boston meio jogo atrás e três times apenas um jogo na frente (Seattle, Golden State e Houston), a matemática era simples: perder garantiria a pick.

    A orgia do tanking

    E aí começou o show de horrores. Memphis não tinha nada pra jogar, então descansou Pau Gasol, Mike Miller, Shane Battier… todos os caras importantes. Mas os Wolves não iam ficar pra trás nessa.

    Kevin Garnett? “Lesionado” na coxa direita. Ricky Davis? “Problema” no joelho direito. Os dois maiores pontuadores do time, magicamente indisponíveis. Não bastou? Tiraram o armador titular Marko Jarić também, sem explicação nenhuma.

    Mas mesmo com essa sacanagem toda, os Wolves estavam ganhando por 10 pontos no intervalo! Cara, imagina a desespero da diretoria vendo o time ganhar quando precisava perder pra salvar uma pick de primeira rodada.

    Aí que entra o Mark Madsen. O cara era veterano esperto, sabia exatamente o que tinha que fazer. E nesse caso específico, ganhar significava… perder.

    Sinceramente, depois de ver essa história toda, fico pensando: será que o Adam Silver não deveria focar mais nas apostas esportivas do que ficar perseguindo time por tanking? Porque olha, comparado com 2006, o que os Kings fizeram foi amadorismo puro.

    E vocês, o que acham? Tanking sempre existiu ou a galera tá exagerando na paranoia?