Tag: All-NBA

  • Dwight Powell virou prefeito dos Mavs e eu tô adorando

    Dwight Powell virou prefeito dos Mavs e eu tô adorando

    Olha, quando você tem uma temporada que nem a dos Dallas Mavericks, você meio que desiste de ficar olhando tabela e começa a procurar outros motivos pra acompanhar o time. E cara, eu achei o motivo perfeito: Dwight Powell.

    Sério, esse cara virou tipo o prefeito não-oficial de Dallas — e não sou eu que tô falando isso, foi o próprio Klay Thompson que soltou essa no Instagram dos Mavs algumas semanas atrás. Mas vou te contar por que isso faz todo sentido.

    O cara que conhece Dallas de verdade

    Teve um vídeo dos caras falando sobre restaurantes favoritos. A galera toda falando de steakhouse perto do American Airlines Center, coisa básica mesmo. Aí vem o Powell e manda um “Uchi” na lata. Mano, o cara SABE onde tá a boa em Dallas. Conhece a cidade de verdade, não fica só na zona de conforto dos restaurantes óbvios.

    Powell tá em Dallas desde 2015, cara. É disparado o jogador há mais tempo no elenco dos Mavs. Já viu de tudo por lá — menos um título, que por pouco não rolou em 2024. O homem é praticamente uma instituição texana a essa altura.

    E olha, eu nem quero saber de estatística dele não. Plus/minus, percentual de arremesso, essas paradas todas… deixa pra lá. O que importa é o POWELL rating, e esse tá lá em cima.

    Vibes que salvam a temporada

    Porque vamos combinar: essa temporada dos Mavericks não tá sendo sobre vitórias mesmo. Não vai ter playoffs, não vai ter heroísmo no fim de jogo. Nem aquele 41-41 que te dá uma esperancinha pro ano que vem.

    Mas sabe o que tem? Diversão. O Cooper Flagg mostrando que pode ser superstar (inclusive com um jogo de 50 pontos recentemente — absurdo). Os caras da G League subindo e fazendo a festa, mesmo sendo inconsistentes. E principalmente, tem o Powell ali segurando as pontas do astral.

    É isso que eu curto no basquete às vezes. Quando o time não tá ganhando, pelo menos que seja gente boa de acompanhar. E Powell é exatamente isso — o cara que mantém o clima leve, que conhece a cidade, que tá ali há uma década criando cultura.

    Vocês acham que existe jogador mais “vibe” que o Powell nessa liga? Eu sinceramente duvido. O homem é tipo aquele amigo que sempre sabe onde ir, sempre tá de bom humor, sempre faz a galera se sentir em casa.

    Pode não ser o maior cestinha do mundo, mas como prefeito dos Mavs? Disparado o melhor da história.

  • Lakers fecham temporada contra Jazz que quer perder – 3ª colocação em jogo

    Lakers fecham temporada contra Jazz que quer perder – 3ª colocação em jogo

    Cara, chegamos no final da temporada regular e os Lakers têm tudo pra fechar com chave de ouro. Domingo à noite eles enfrentam o Utah Jazz no Crypto.com Arena, e olha… o Jazz literalmente NÃO QUER ganhar esse jogo.

    Com 52 vitórias e 29 derrotas, LA tá numa situação interessante. Eles podem até pegar a 3ª colocação se as coisas se alinharem direito. Mas pra isso rolar, precisam fazer a parte deles (que deveria ser moleza) e torcer pro Denver perder pros Spurs.

    Jazz fazendo tanking descarado

    O Utah tá com 22-59, empatado como 4º pior da liga. E eles nem disfarçam mais – praticamente todo mundo importante tá “machucado”. Isaiah Collier, Kyle Filipowski, Keyonte George, Lauri Markkanen, Walker Kessler… a lista é gigante.

    Sinceramente? É até constrangedor ver um time fazer tanking tão na cara dura assim. Mas é a realidade da NBA moderna.

    Do lado do Denver, a situação é parecida. O Jokić vai jogar só uns 20 minutinhos pra se qualificar pros prêmios de fim de ano, e o resto do elenco deve ficar no banco. Já o San Antonio pode ir com força total – Wemby, Vassell e Stephon Castle estão apenas como “questionáveis”.

    Lakers precisam do momentum

    Depois daquela sequência horrorosa de algumas semanas atrás (lembram da confusão toda?), os Lakers conseguiram se reerguer. Duas vitórias seguidas contra Warriors e Suns mostraram que o time ainda tem o que é preciso.

    Na minha visão, o mais importante não é nem a colocação final. É entrar nos playoffs com confiança. E nada melhor que uma vitória tranquila pra isso, né?

    LeBron e Jaxson Hayes aparecem como “questionáveis” por conta de “gerenciamento de lesão no pé esquerdo” – que coincidência, os dois com o mesmo problema, rsrs. Austin Reaves e Luka Dončić (não confundam com o esloveno) estão fora.

    O cenário ideal? Lakers abrem vantagem grande no primeiro tempo, descansam os titulares e entram nos playoffs sem mais nenhuma lesão boba. Vocês acham que vai ser tão simples assim ou o Utah pode aprontar alguma?

    Uma coisa é certa: depois de tanta turbulência nesta reta final, fechar a temporada com uma vitória fácil seria perfeito pro psicológico do time.

  • Celtics fazem chuva de 3 pontos: 29 em 59 tentativas é absurdo!

    Celtics fazem chuva de 3 pontos: 29 em 59 tentativas é absurdo!

    Mano, o que foi isso que os Celtics fizeram ontem? 29 cestas de 3 pontos em 59 tentativas. VINTE E NOVE! Sinceramente, parecia que a bola tinha um ímã na cesta.

    Começou com o Derrick White mandando uma bomba de 34 metros com menos de um segundo no relógio — daquelas que você normalmente pensa ‘cara, que loucura’, mas que ontem simplesmente entrou. E a partir daí, foi um verdadeiro festival de arremessos de longa distância.

    Todo mundo arremessando, até o Queta!

    O mais doido é que TODOS que jogaram mais de 10 minutos tentaram pelo menos um arremesso de 3. Até o Neemias Queta — nosso pivô brasileiro que normalmente vive no garrafão — mandou uma de longe. E acertou! Saiu de uma jogada bem trabalhada, com o Jordan Walsh tocando de volta pra ele. Uma beleza.

    Olha, eu não esperava ver o Queta acertando de 3 em 2024, mas aqui estamos. O basquete é louco mesmo.

    Defesa também funcionou

    Enquanto o ataque estava pegando fogo, a defesa mostrou disciplina depois daquela noite complicada contra os Knicks. Os Pelicans normalmente vivem atacando a cesta — 42% dos arremessos deles vêm de perto do aro, liderando a liga.

    Mas os Celtics conseguiram baixar isso pra 22%. Tiraram completamente o garrafão do New Orleans, forçando eles a tentarem mais arremessos de meia distância e bandejas forçadas.

    O Queta ancorou bem a defesa no garrafão, com o Sam Hauser conectado na bola, o Walsh ajudando no topo da chave… Funcionou como um relógio suíço. Foi bom ver essa disciplina defensiva voltando — vão precisar disso nos playoffs.

    Jaylen Brown imparável no garrafão

    Do outro lado da quadra, o Jaylen mostrou por que é MVP das Finais. O cara forçou sete lances livres e converteu cinco penetrações. Quando ele pega velocidade descendo para a cesta, é muito difícil de parar mesmo.

    Mas não foi tudo perfeito. JB perdeu sete bolas pro New Orleans — assim como o Tatum havia perdido seis contra os Knicks na noite anterior. Os Pelicans aplicaram uma pressão violenta sempre que ele tinha a posse, especialmente nos pick-and-rolls.

    É interessante como esses dois jogos mostraram por que o Brown e o Tatum precisam um do outro. Quando um vira o foco total da defesa adversária, as coisas ficam mais complicadas. Juntos eles se completam e abrem espaço um pro outro.

    Vocês acham que essa chuva de 3 pontos vai se repetir nos playoffs? Porque se acontecer, vai ser complicado pra qualquer adversário…

  • Podziemski finalmente fez 30 pontos e liberou aquele tweet viral

    Podziemski finalmente fez 30 pontos e liberou aquele tweet viral

    Cara, finalmente aconteceu! Brandin Podziemski marcou seus primeiros 30 pontos na carreira na NBA — e olha, não foi só mais um jogo qualquer. O garoto literalmente liberou uma conta no X que estava em silêncio há mais de um ano esperando esse momento.

    Na derrota dos Warriors por 124-118 para o Sacramento Kings na sexta, Podziemski chegou aos 29 pontos e foi pra linha do lance livre faltando 5 segundos. Todo mundo sabia o que estava em jogo — inclusive ele.

    O tweet que virou lenda

    Vocês lembram daquela conta @currysafraud que postou em novembro de 2024: “Não vou twittar até o Podz fazer 30 pontos”? Pois é, o cara ficou mais de um ano sem postar nada. O tweet teve mais de 30 milhões de visualizações e virou praticamente um meme na comunidade da NBA.

    Quando Podziemski errou o primeiro lance livre, todo o banco do Warriors olhou pra ele — e ele até sorriu um pouco. “Eles ficaram me zoando o ano todo por causa disso”, disse o armador. Sorte que o segundo lance livre entrou e pronto: 30 pontos históricos.

    Não foi só o Twitter que comemorou

    A situação ficou ainda mais engraçada porque o Kings dá pizza grátis sempre que um adversário erra dois lances livres seguidos. Se o Podziemski tivesse perdido os dois, teria sido desastre duplo: sem os 30 pontos E com pizza grátis pro público de Sacramento.

    “Teria sido ruim dos dois lados”, brincou Podziemski depois do jogo. “Pizza grátis E a conta continuaria inativa.”

    O mais louco é que outros jogadores dos Warriors — tipo Gui Santos e Will Richard — já tinham feito 30 pontos nesta temporada antes do Podziemski. O Will, que é calouro, até fez os 30 dele contra o mesmo Kings, em Sacramento também. Imagina a pressão no garoto?

    A busca pelos 30 virou obsessão

    Podziemski já tinha feito 25 ou mais pontos nove vezes antes desta partida, especialmente quando o Curry ficou fora por dois meses. Mas os 30 não saíam de jeito nenhum.

    Tanto que quando ele chegou perto do número na reta final, mesmo com o jogo já perdido, o cara foi com tudo pro garrafão buscar a falta. Curry até zoou depois: “Falei que íamos tratar ele igual o Devin Booker quando fez 70 pontos em Boston e perdeu o jogo”.

    Sinceramente, acho que essa história toda mostra como as redes sociais podem criar narrativas malucas no esporte. Um tweet aleatório de um fã virou uma pressão real pro jogador. Mas no final deu tudo certo — o Podziemski teve sua noite histórica e aquela conta finalmente pode voltar a twittar.

    E aí, vocês acham que essa pressão das redes sociais ajuda ou atrapalha os jogadores jovens da NBA?

  • Kennard virou armador dos Lakers e tá surpreendendo todo mundo

    Kennard virou armador dos Lakers e tá surpreendendo todo mundo

    Cara, quem diria que o Luke Kennard — aquele cara que todo mundo só conhece como “arremessador” — ia acabar sendo o armador de emergência dos Lakers? Pois é, a vida dá dessas voltas mesmo.

    O LeBron conhece o Kennard desde os tempos de AAU no Ohio, quando o moleque já metia umas de três absurdas. Mas o King sempre soube que ele tinha muito mais no tanque. “Ele é simplesmente um jogador de basquete”, disse LeBron. “As pessoas ficaram nessa narrativa de que ele é só um arremessador. Mas ele faz muito mais coisa. Sabe tocar a bola, pega rebote, cria jogadas… E é exatamente isso que a gente precisa agora.”

    De arremessador a playmaker

    Nos últimos quatro jogos, Kennard distribuiu 31 assistências. Trinta e uma! O cara que sempre foi rotulado como especialista de três pontos tá comandando o ataque dos Lakers com Doncic e Austin Reaves machucados. Na vitória de 101-73 contra os Suns na sexta-feira, ele fez 19 pontos e 3 assistências, garantindo a vantagem de mando de quadra pros playoffs.

    Olha, eu sempre achei o Kennard subestimado, mas isso aí é outro nível. O cara tem média de 2.3 assistências na carreira — nada de especial. Mas quando o time precisou, ele assumiu as responsabilidades sem pestanejar.

    “Apenas sendo organizado, controlando o ritmo”, explicou Kennard sobre como tem comandado o ataque. “Os caras não ficam pensando demais, só jogam dentro do fluxo natural.” E funcionou: nos últimos quatro jogos, 77,3% das cestas dos Lakers saíram de assistências.

    O veterano que ninguém esperava

    JJ Redick — que, por coincidência, também era conhecido só como arremessador em Duke — elogiou a profissionalidade do Kennard. “Ele faz o que o time pede dele. Não importa qual papel você der a ele, ele abraça.”

    E a parada mais louca? Kennard ERA armador no ensino médio! Inclusive passou o próprio LeBron na lista de maiores pontuadores da história de Ohio. Depois foi pra Duke e virou o especialista de três que conhecemos hoje.

    Quando Doncic e Reaves se machucaram contra o Thunder no dia 2 de abril, Redick chamou o Kennard pra conversar sobre assumir mais responsabilidades na criação. Eles tiveram apenas UM treino em Dallas pra ajustar tudo. O resto foi aprendendo na raça mesmo.

    E o resultado? Triple-double na primeira como armador: 15 pontos, 11 assistências e 16 rebotes na derrota pros Mavericks. Absurdo, né?

    Claro que o cara é perfeccionista e ficou reclamando que não tava arremessando bem (só 23,1% de três nos primeiros jogos de abril). Mas convenhamos — ele ainda lidera a liga com 47,8% de aproveitamento do perímetro. Mesmo jogando com uma tala no dedo esquerdo por causa de uma lesão, fez seu primeiro três contra os Suns na sexta.

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível nos playoffs? Porque se conseguir, os Lakers podem surpreender muita gente…

  • Curry zoou Podziemski após primeira partida de 30 pontos

    Curry zoou Podziemski após primeira partida de 30 pontos

    Cara, finalmente aconteceu! Brandin Podziemski chegou aos 30 pontos pela primeira vez na carreira — e claro que o Steph Curry não ia perder a chance de zoar o mlk.

    Foi na derrota por 124 a 118 pros Kings na sexta-feira, e todo mundo já estava esperando esse momento há um tempão. O Podziemski já tinha chegado perto oito vezes nesta temporada com mais de 25 pontos, mas sempre parava ali. Vocês sabem como é, né? Aquela pressão psicológica que só cresce.

    A zoeira do Curry foi épica

    Depois do jogo, o Curry soltou essa pérola para os repórteres: “Eu disse pra ele que a gente ia tratar ele igual o Devin Booker quando fez 70 pontos em Boston… e perdeu o jogo. Dar aquele sinalzinho e tudo mais.”

    Mano, só o Curry mesmo pra fazer essa comparação. O cara conseguiu transformar um marco pessoal do mlk numa piada sobre como às vezes as grandes atuações individuais vêm na derrota. Genial.

    “Eu sei que ele tava caçando esses 30 pontos”, continuou o Curry. “Todo mundo sabia também, então foi legal ver ele conseguir. E do jeito que ele conseguiu.”

    Timing perfeito ou nem tanto?

    Olha, sinceramente acho meio cruel da vida o Podziemski conseguir sua primeira partida de 30 pontos justamente numa derrota. É tipo fazer sua melhor apresentação no karaokê e ninguém prestar atenção porque tá rolando briga no bar.

    Mas considerando que os Warriors tão presos na 10ª posição do Oeste — que tá mais disputado que fila de pão na pandemia —, talvez seja até melhor assim. Sem pressão extra, o mlk conseguiu soltar o jogo.

    E convenhamos, os críticos tavam pegando pesado no Podziemski ultimamente. O cara de 23 anos tava levando uma pancada injusta na minha opinião. Agora pelo menos calou uns bocudos por aí.

    Com os Warriors entrando nos playoffs na próxima semana, quem sabe não rola mais uma dessas atuações de 30+ pontos? Seria o timing perfeito para mostrar que não foi só sorte.

  • Wemby meteu 40 pontos em 26 minutos e destruiu os Mavs

    Wemby meteu 40 pontos em 26 minutos e destruiu os Mavs

    Gente, eu ainda tô processando o que o Wembanyama fez ontem contra o Dallas. 40 pontos em apenas 26 minutos de quadra. Quarenta! Em vinte e seis minutos! O cara simplesmente decidiu que ia humilhar os Mavericks no último confronto da temporada regular.

    Olha, eu já vi muito basquete na minha vida, mas essa performance do Wemby foi de outro planeta — literalmente. O francês voltou da contusão nas costelas com sede de sangue e transformou o American Airlines Center no seu quintal particular.

    O show começou cedo

    Logo no primeiro quarto, o alienígena já tinha 16 pontos no placar. Os Spurs abriram 37-26, mas Dallas não ia entregar de bandeja — reagiram no segundo período e empataram o jogo. Aí que o Wemby falou: “Não, não, não. Hoje não”.

    No terceiro quarto foi um massacre. San Antonio fez 40 a 28 e abriu 15 pontos de vantagem. Quando o Wemby chegou nos 30 pontos em 20 minutos (!), Popovich até tirou ele de quadra. Mas aí o cara voltou pra fechar o caixão — mais 6 minutos, mais 10 pontos, e tchau Mavericks.

    Os números são surreais

    Vamos aos números porque eles falam por si só: 40 pontos (14/23 nos arremessos), 13 rebotes, 5 assistências, 2 tocos. Tudo isso em 26 minutos. Sinceramente, acho que se ele tivesse jogado os 48 minutos completos, ia fazer uns 70 pontos fácil.

    E sabe o que é mais louco? Esse foi o 65º jogo dele na temporada, então agora ele tá oficialmente elegível pra todos os prêmios. DPOY, All-NBA First Team, All-Defensive First Team — o cara vai limpar geral. E olha que é só a terceira temporada dele na liga!

    Vocês viram aquela enterrada onde ele decolou de dentro do garrafão? Meu Deus do céu, o homem tem 2,20m e ainda voa assim. Os caras do Dallas não conseguiam nem chegar perto dele.

    De’Aaron Fox também apareceu

    Não posso esquecer do De’Aaron Fox, que fez um duplo-duplo bacana: 18 pontos e 10 assistências. O cara começou devagar (só 4 pontos no primeiro tempo), mas explodiu no terceiro quarto com 14 pontos. Quando o Fox emenda dois arremessos seguidos, já sabe — vai dar show.

    As assistências dele foram um espetáculo à parte. Lob pro Wemby, passe de três pontos, contra-ataque — Fox foi o maestro perfeito pra sinfonia de destruição dos Spurs.

    No final das contas, San Antonio ganhou de 139-120 e mandou um recado claro pros playoffs: esse time tá pronto pra brigar com qualquer um. Com Wemby jogando nesse nível absurdo e Fox distribuindo o jogo, sinceramente não vejo quem segura.

    E aí, será que vocês acham que o Wemby consegue levar o MVP na terceira temporada? Porque depois de uma performance dessas, tá difícil argumentar contra…

  • NBA volta pra NBC com Ludacris! Playoff vai ser diferente mesmo

    NBA volta pra NBC com Ludacris! Playoff vai ser diferente mesmo

    Galera, vocês viram essa? A NBA tá voltando pra NBC depois de anos na ESPN e TNT, e eles chamaram nada menos que o Ludacris pra fazer o comercial de lançamento dos playoffs. Sim, o cara do “Stand Up” e do Velozes e Furiosos!

    O comercial se chama “It’s Time” (É Hora) e é uma releitura daquela música clássica “Time Has Come Today” dos Chambers Brothers. Sinceramente? Achei uma jogada genial da NBC. Eles queriam marcar território e conseguiram.

    A volta por cima da NBC

    Olha, eu cresci vendo NBA na NBC nos anos 90 e 2000. Era o canal dos playoffs do Jordan, do Shaq, do Kobe… Quando perderam os direitos em 2002, foi um baque. Agora, 24 anos depois, eles tão voltando com tudo — e ainda estreando no Peacock, que é o streaming deles.

    O Ludacris falou uma coisa que bateu aqui: “Quando o relógio tá correndo e tudo tá em jogo, é isso que o basquete de playoff representa”. Cara, ele entende mesmo. E convenhamos, quem melhor que ele pra falar sobre pressão e momentos decisivos?

    Marketing que funciona

    A Lyndsay Signor, que é VP de marketing da NBC, explicou a escolha: “Os playoffs da NBA são onde o tempo vira tudo — cada posse, cada decisão, cada segundo”. E é exatamente isso, né? Uma enterrada pode mudar uma série inteira.

    Eu tô curioso pra ver como vai ser essa nova era da NBA na NBC. Eles vão conseguir recriar aquela magia dos anos dourados? Vocês acham que vai rolar aquele hype todo de novo?

    O comercial vai estrear durante o jogo de baseball (Cleveland Guardians x Atlanta Braves) no domingo, e os playoffs da NBA começam no dia 19 de abril. Menos de uma semana pra gente descobrir se essa parceria vai dar certo.

    Uma coisa é certa: depois de anos vendo a mesma coisa na ESPN e TNT, uma mudança dessas pode ser exatamente o que a liga precisava. E com o Ludacris no meio? Vai ser interessante demais!

  • Último dia da NBA vai ser absurdo: 9 jogos decidem tudo!

    Último dia da NBA vai ser absurdo: 9 jogos decidem tudo!

    Cara, domingo vai ser o dia mais insano da temporada regular! Nove jogos acontecendo quase ao mesmo tempo, todos com implicações gigantes nos playoffs. É aquela tensão gostosa que só o último dia da NBA consegue entregar.

    A liga copiou a ideia das ligas europeias de futebol e colocou todo mundo pra jogar junto — assim ninguém tem vantagem de saber o que precisa fazer. Resultado? Drama puro até o último segundo.

    Leste: Detroit na ponta, mas o resto tá pegando fogo

    Os quatro primeiros já estão definidos: Detroit (1°), Boston (2°), New York (3°) e Cleveland (4°). Mas daí pra baixo… Nossa, que confusão bonita!

    O jogo mais tenso? Atlanta em Miami às 19h. Os Hawks ganham e ficam em 5° — direto contra Cleveland na primeira rodada. Mas se perderem E Toronto vencer o Brooklyn em casa, os Raptors sobem pra 5° e Atlanta cai pra 6° (enfrentando o New York).

    E tem mais: se Toronto perder, pode cair pra 7° caso Orlando vença em Boston. Falando em Orlando, os Magic têm uma chance remota de pular pra 6° se ganharem fora E Toronto perder em casa pro Brooklyn. Improvável, mas já vi coisa mais maluca na NBA.

    Philadelphia tá de olho também — se Orlando perder e os Sixers ganharem do Milwaukee (que tá claramente perdendo de propósito), eles pulam pra 7°.

    Oeste: Jokic pode estragar a festa de todo mundo

    Oklahoma City e San Antonio já garantiram 1° e 2°, mas o jogo Nuggets x Spurs às 21h30 é o mais suculento do dia. Sério mesmo.

    Se San Antonio bater o Denver, pode ter um caminho bem mais fácil até a final do Oeste. Por quê? Porque ninguém — NINGUÉM — quer enfrentar Jokic e os Nuggets na segunda rodada. Na minha opinião, Denver é um dos três melhores times da liga e candidato real ao título.

    A matemática é louca: se Denver perder E os Lakers (desfalcados) baterem o Utah (que tá perdendo de propósito) em casa, LA pula pra 3° lugar! Eles têm o critério de desempate por causa daquele jogo maluco onde o Austin Reaves errou o lance livre de propósito, pegou o rebote, fez a cesta, forçou prorrogação… e o Luka ainda ganhou na prorrogação com uma bomba da linha de fundo. Que jogo foi aquele!

    Se isso acontecer, teríamos Thunder x Nuggets na segunda rodada — uma batalha épica. E San Antonio pegaria o vencedor de Rockets x Lakers, bem menos assustador que Denver.

    Play-in também tá quente

    No Leste, Charlotte precisa de uma vitória contra o Knicks pra garantir o 9° lugar e jogar em casa no play-in. Se perder E Miami ganhar do Atlanta, o Heat sobe pra 9°.

    No Oeste, Portland controlou o próprio destino ao bater o Clippers na sexta. Ganham do Sacramento e ficam em 8°. Golden State x Clippers também vale posição no play-in.

    E aí, quem vocês acham que vai surpreender no último dia? Eu tô com o pé atrás com esses Lakers desfalcados, mas já vi eles fazerem milagre antes…

  • Wemby volta com 40 pontos em 26 minutos – que monstro!

    Wemby volta com 40 pontos em 26 minutos – que monstro!

    Cara, eu não sei nem por onde começar. O Victor Wembanyama precisava de mais um jogo pra se qualificar pros prêmios de fim de temporada depois de uma lesão na costela. Muita gente falou que ele podia só fazer uns 20 minutos de aquecimento pra cumprir tabela.

    Mas fazer o mínimo não é com o francesão, né não?

    O homem simplesmente EXPLODIU com 40 pontos em apenas 26 minutos na vitória dos Spurs sobre o Dallas por 139-120. Quarenta pontos, galera. Em 26 minutos. Isso é coisa de videogame.

    Uma aula de como ser dominante

    E olha, não foi só a quantidade de pontos. Foi a FORMA como ele fez. O cara tava liso no perímetro, controlando a bola, acertando dois de três (2/7, mas quem tá contando?). Tomava pancada lá dentro e mesmo assim finalizava por cima dos marcadores.

    13 rebotes, 5 assistências, 2 tocos. Sinceramente, parecia que a lesão na costela nem existiu. Eu tava aqui pensando se ele ia conseguir jogar normalmente, e o maluco vai lá e faz uma das melhores performances da temporada.

    Com 65 jogos na conta, o Wemby já tá garantido pros prêmios principais. A casa de apostas tá pagando -20000 (sim, vinte mil negativo) pra ele levar o Defensivo do Ano. É dinheiro jogado fora apostar contra, né?

    De’Aaron Fox também brilhou

    Mas vamos falar do De’Aaron Fox também, que fez uma partida absurda. 18 pontos e 10 assistências em 28 minutos, mas o mais importante: 14 dos 18 pontos vieram no terceiro período, que foi quando os Spurs dispararam no placar (28-40 no quarto).

    O cara virou maestro com a bola na mão e ainda mandou umas enterradas que eu não via ele fazer há tempo. Sem ele, os Spurs talvez não tivessem conseguido essa vitória tão convincente.

    E os outros?

    Dylan Harper teve seus momentos difíceis defendendo o Cooper Flagg (que jovem promissor esse Flagg, hein?), mas respondeu bem no ataque com 13 pontos e 6 assistências. Gostei da maturidade do rookie.

    Julian Champagnie continua nessa pegada mais agressiva que eu tô adorando – 14 pontos em 5/8 nos arremessos. O cara tá finalizando muito melhor perto da cesta do que na temporada passada.

    E vocês, acham que esse Wemby vai conseguir levar todos os prêmios individuais mesmo? Porque do jeito que ele tá jogando, vai ser difícil alguém competir…