Tag: All-NBA

  • Jazz quebra jejum de 10 derrotas com show de Hinson e dois triple-doubles

    Jazz quebra jejum de 10 derrotas com show de Hinson e dois triple-doubles

    Cara, que noitaça foi essa do Utah Jazz! Depois de 10 derrotas consecutivas – dez! – o time finalmente conseguiu voltar a vencer, e que vitória foi essa. Blake Hinson fez a partida da vida dele: 30 pontos, recorde pessoal. E o mais louco? Não foi só ele que brilhou.

    O Jazz atropelou o Memphis Grizzlies por 147 a 101, numa dessas goleadas que a gente fica até com pena do adversário. Mas olha, depois de tanto sofrimento, os caras mereciam uma noite dessas.

    Dois triple-doubles no mesmo jogo – coisa rara!

    Agora vem a parte mais absurda da história: Bez Mbeng e John Konchar conseguiram triple-double no mesmo jogo. Isso é raríssimo, galera! Mbeng fez 27 pontos (recorde pessoal também), 11 rebotes e 11 assistências. Konchar teve 11 pontos, 11 rebotes e 10 assistências.

    E a cereja do bolo? Quando o Konchar fez o 11º ponto dele, completando o triple-double, o Jaren Jackson Jr. ficou tão empolgado que correu pra dentro da quadra e tomou uma técnica! (risos) Imagina a emoção do cara vendo o ex-companheiro de Memphis fazendo história no Jazz.

    Memphis estava bem desfalcado mesmo

    Olha, vou ser honesto aqui: o Memphis tava jogando praticamente com reservas e jogadores de contrato de 10 dias. Tinham 14 caras no departamento médico e só 6 jogaram. É aquela situação clássica do final de temporada, onde os times que não vão pros playoffs deixam os jovens jogarem pra ver o que rola.

    Mesmo assim, alguns garotos do Grizzlies aproveitaram a chance. Dariq Whitehead fez 21 pontos (recorde dele), Tony Okani marcou 20 (também recorde pessoal), e Adama Bal contribuiu com 18.

    Do lado do Jazz, além do Hinson e do Mbeng, Kennedy Chandler fez 26 pontos e Ace Bailey marcou 23. E o Oscar Tshiebwe? Monstro no garrafão: 22 rebotes (recorde pessoal) e 16 pontos.

    Temporada acabando, mas a paixão continua

    Sinceramente, uma das coisas que mais me chamou atenção foi o banco do Jazz comemorando cada ponto, cada conquista individual. Cara, isso é lindo de ver! Mesmo numa temporada perdida, numa partida que até prejudica as chances de draft, os caras estavam lá vibrando com os companheiros.

    O Jazz chegou a abrir 55 pontos de vantagem – coisa de videogame mesmo. Fizeram 86 pontos na área pintada e 45 pontos em contra-ataques. Foi um show ofensivo completo.

    E aí, vocês acham que essas performances individuais podem render alguma oportunidade pros jovens na próxima temporada? O Hinson e o Mbeng mostraram que têm potencial, né não?

  • Warriors voltam quase completos contra Kings desfalcados

    Warriors voltam quase completos contra Kings desfalcados

    Olha, se os Warriors não ganharem fácil dos Kings hoje à noite, eu vou começar a me preocupar sério com esse time no play-in. Por quê? Porque Golden State tá recuperando praticamente todo mundo pro jogo, enquanto Sacramento parece um hospital ambulante.

    É literalmente o cenário perfeito pra um “ensaio geral” antes da pós-temporada — como o próprio texto original define a situação.

    Warriors voltam com força total

    A melhor notícia? Steph Curry tá de volta depois de descansar no último jogo. E não é só ele não — Kristaps Porziņģis também vai jogar, e cara, vai ser apenas a segunda vez que os dois dividem a quadra juntos. Eu tô curioso pra ver essa química.

    Al Horford também retorna (e nem aparece no injury report, de tão disponível que tá). Gui Santos se recuperou da contusão pélvica, Will Richard das dores nas costas, Charles Bassey do tornozelo… É uma lista gigante de retornos.

    Sinceramente, não lembro de ver tantos jogadores voltando ao mesmo tempo assim. Claro que ainda faltam peças importantes — Jimmy Butler (cirurgia no joelho) e Moses Moody (tendão patelar) continuam fora por muito tempo ainda.

    Kings mais desfalcados que time de várzea

    Do outro lado, Sacramento tá literalmente sem meio time. DeMar DeRozan (posterior da coxa), Zach LaVine (dedo), Domantas Sabonis (menisco), Russell Westbrook (dedão do pé), Keegan Murray (tornozelo)…

    E olha que nem listei todo mundo. É tanta gente machucada que o próprio repórter americano desistiu de explicar lesão por lesão — só disse “não precisa passar por todos esses um por um”.

    A real é que os Kings já tão pensando na próxima temporada mesmo. Quando um time coloca meio elenco no departamento médico assim, não é só azar não — tem estratégia envolvida também.

    E aí, vocês acham que os Warriors vão aproveitar essa moleza ou vão fazer corpo mole pensando no play-in? Porque se for pra sofrer contra um Kings desfalcado desse jeito, melhor nem sonhar em incomodar os caras grandes lá na frente.

    O jogo é às 23h (horário de Brasília) e promete ser um bom teste pra ver se Golden State tá mesmo preparado pra brigar por vaga nos playoffs.

  • Celtics quase quebram recorde histórico da NBA mas garantem vaga nos playoffs

    Celtics quase quebram recorde histórico da NBA mas garantem vaga nos playoffs

    Cara, que noite foi essa no TD Garden! Os Celtics empataram o recorde da NBA de cestas de 3 pontos em um jogo (29), mas ficaram ali na torcida pra quebrar o recorde histórico. No final das contas, saíram com algo ainda mais valioso: a segunda colocação do Leste garantida nos playoffs.

    O Boston fez 29 arremessos de longa distância na goleada de 144-118 sobre o New Orleans Pelicans. Quando o Hugo Gonzalez acertou a 29ª bola do perímetro faltando 1:20 para o fim, a galera no Garden começou a gritar “One more three!” e todo mundo de pé. Imagina a pressão, né?

    Na trave histórica

    Eles tiveram três chances de quebrar o recorde no último minuto. O Luka Garza teve uma oportunidade mas preferiu infiltrar pra uma enterrada (ainda bem que não perdeu a chance fácil). Depois o Baylor Scheierman tentou do lado mas a bola bateu no aro e saiu. Na última posse, o técnico Joe Mazzulla mandou segurar a bola e deixaram o tempo esgotar.

    Sinceramente? Eu entendo a decisão do treinador. Forçar um arremesso só pelo recorde quando o jogo já tava ganho não faz muito sentido. Mas imagina se fosse aqui no Brasil – a torcida ia ficar louca!

    Show coletivo de arremesso

    O mais impressionante foi ver oito jogadores diferentes acertando pelo menos duas bolas de 3. Até o pivô Neemias Queta (nosso português naturalizado) entrou na festa e acertou seu primeiro arremesso de 3 na carreira! O banco inteiro pulou comemorando – o Sam Hauser, que foi o cestinha com 24 pontos e 8 de 3, disse que o arremesso do Queta foi “manteiga”.

    O Payton Pritchard também fez um jogaço: 21 pontos, 10 assistências e 5 de 3. Double-double com estilo. Depois ele comentou sobre a importância de valorizar esse momento, já que muita gente não acreditava que Boston conseguiria chegar onde chegou.

    Temporada de superação

    E olha, ele não tá errado não. Com 55 vitórias e 26 derrotas, os Celtics conseguiram pelo menos 50 vitórias pela quarta temporada consecutiva sob o comando do Mazzulla. Isso depois de perder peças importantes como Jrue Holiday, Kristaps Porzingis e Al Horford, e com Jayson Tatum jogando apenas 16 partidas na temporada.

    Muita gente apostava que Boston ia parar na loteria do draft. Mas esses caras provaram que têm muito mais casca do que imaginávamos. Agora é focar nos playoffs – e quem sabe não quebram esse recorde de 3 pontos numa partida que realmente importe?

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem ir longe nos playoffs mesmo sem essas peças que saíram?

  • SGA e Jokic de folga na reta final — NBA vira hospital com 168 ausências

    SGA e Jokic de folga na reta final — NBA vira hospital com 168 ausências

    Cara, a NBA virou um hospital ontem à noite. Não tô exagerando não — foram pelo menos 168 jogadores que ficaram de fora das quadras por lesão ou doença. Cento e sessenta e oito!

    O jogo que mais chamou atenção foi Thunder x Nuggets, que poderia ter sido um confrontaço entre os dois MVPs mais recentes da liga: Shai Gilgeous-Alexander (atual campeão) e Nikola Jokic (três vezes vencedor). Só que os dois nem apareceram na quadra.

    Todo mundo descansando na penúltima rodada

    Olha, eu entendo o Oklahoma City. Eles já garantiram o primeiro seed geral dos playoffs há um tempo, então faz sentido preservar o SGA e o resto do time titular. Como disse o técnico Mark Daigneault: “Se não tivéssemos garantido a primeira posição, todo mundo estaria jogando”.

    Já o Denver me deixou meio confuso. Eles ainda tinham posicionamento pra definir, e o Jokic precisa jogar mais um jogo pra ser elegível pros prêmios individuais. Sinceramente acho que vão colocar ele pra jogar no domingo só pra garantir a elegibilidade pro MVP e All-NBA — seria burrice deixar passar.

    Wemby fazendo história em tempo parcial

    Agora, o Victor Wembanyama do Spurs fez uma coisa absurda. O francês precisava de 20 minutos pra chegar nos 65 jogos obrigatórios e ser elegível pros prêmios. Saiu de quadra exatamente nos 20 minutos… mas voltou depois pra jogar mais!

    Resultado? 40 pontos, 13 rebotes e 5 assistências em apenas 26 minutos. Monstro. “Se eu já tivesse os 65 jogos antes, com certeza não teria jogado”, disse o garoto. Inteligência pura.

    E tem mais: o Boston fez história também, acertando 29 bolas de três e empatando o recorde da NBA. É a quarta vez na história que um time consegue isso, sendo a segunda só nesta semana (Memphis tinha feito na segunda-feira).

    Warriors se preparando pro play-in

    Quem não tava descansando foi o Golden State. Os Warriors vão pro torneio play-in e aproveitaram pra testar pela primeira vez na temporada um quinteto com Curry, Draymond Green e Kristaps Porzingis juntos.

    Steve Kerr foi honesto: “Algumas decisões que temos que tomar não têm dados. É mais instinto, então temos que dar uma olhada nisso hoje à noite”.

    Vocês acham que essa estratégia de descanso excessivo vai prejudicar o ritmo dos times nos playoffs? Eu fico meio receoso com isso, mas entendo que saúde vem primeiro. O que não dá é pra ter 14 jogadores de um time só (Memphis) fora por lesão numa noite.

    No fim das contas, hoje é o último dia da temporada regular. Domingo todo mundo joga, e aí sim vamos ver quem realmente tá pronto pro que importa: os playoffs.

  • Kennard vira armador dos Lakers e mostra que é muito mais que só atirador

    Kennard vira armador dos Lakers e mostra que é muito mais que só atirador

    Cara, o Luke Kennard tá fazendo a gente repensar tudo que achávamos sobre ele. Sabe aquele estereótipo do cara branco que só sabe atirar de três? Pois é, o JJ Redick acabou de mandar isso pro espaço.

    “É fácil porque ele é um cara branco que arremessa bem, só pensar que ele é apenas um atirador”, disse o técnico depois da vitória sobre o Warriors na quinta. “Essa é a realidade da situação. Tenho certeza de que toda vez que ele entrava num torneio de base, todo mundo gritava ‘atirador, atirador, atirador’. Essa é a vida que temos.”

    Mas olha só — quando os Lakers mais precisaram, o Kennard mostrou que tem MUITO mais no tanque.

    A lesão que mudou tudo

    Com as contusões do Luka Dončić (lesão no tendão da coxa) e do Austin Reaves (oblíquo esquerdo) encerrando a temporada regular deles, alguém tinha que assumir a armação. E advinha quem? Exato.

    O papo rolou entre Dallas, depois da derrota pro Thunder onde os dois se machucaram, e antes do jogo contra os Mavericks. O Redick foi direto: “Ele veio até mim e disse: ‘Ei, você vai ter muito a bola nas suas mãos, e precisamos que você faça isso’”.

    E mano, que resposta! Kennard não só topou como abraçou a parada de uma forma que me deixou impressionado.

    Os números não mentem

    Nos últimos três jogos antes de sexta, o cara estava fazendo média de 9.3 assistências. NOVE PONTO TRÊS! Incluindo 11 assistências contra os Mavericks — igualando o recorde pessoal dele na carreira.

    Pra vocês terem uma ideia da mudança: nos primeiros 27 jogos pelos Lakers, ele tocava na bola 29.3 vezes por jogo e ficava com ela por cerca de 1.2 minutos. Agora? São 71 toques por partida (36 só no campo de ataque) e 4.2 minutos com a bola nas mãos.

    É uma transformação total no papel dele, e sinceramente? Tô curtindo demais essa versão do Kennard.

    Mais que um atirador

    “Eu sei há muito tempo que há muito em seu jogo, muito que ele pode fazer como jogador de basquete, principalmente como armador”, falou o Redick. E olha, o cara não tá errado não.

    O legal é que o Kennard não esqueceu de onde veio. “Quando estava no ensino médio, joguei muito como armador”, ele lembrou. “Então talvez venha um pouco daí. Estive em diferentes situações ao longo da minha carreira na NBA. Então já vi de tudo, experimentei muito.”

    Essa maturidade dele de se adaptar a diferentes funções é algo que só quem já rodou pela liga tem. E vocês acham que ele consegue manter esse nível quando os titulares voltarem? Porque eu tô começando a achar que os Lakers descobriram algo especial aqui.

    O que mais me impressiona é como ele usa a ameaça do arremesso dele para criar jogadas pros outros. É inteligência de jogo pura — e isso não se ensina, galera.

  • Wagner brilha e Magic cola na briga pelo playoffs direto da NBA

    Wagner brilha e Magic cola na briga pelo playoffs direto da NBA

    Cara, que noite do Franz Wagner! O alemão simplesmente decidiu que não queria nem saber de play-in e meteu 25 pontos na vitória do Orlando Magic sobre o Chicago Bulls por 127-103. E olha, foi uma dessas performances que deixa claro por que esse garoto é especial.

    Com essa quinta vitória seguida, o Magic (45-36) empatou com o Toronto na sexta posição do Leste. Vocês percebem a matemática aqui? Uma vitória no último jogo contra Boston e eles podem fugir completamente do play-in. Sinceramente, eu não esperava que Orlando chegasse tão longe nesta temporada, mas aqui estamos.

    Paolo e Suggs completam a festa

    Paolo Banchero fez sua parte com 14 pontos, 9 rebotes e 7 assistências — um double-double quase triplo que mostra a maturidade do garoto. Mas o cara que mais me impressionou foi o Jalen Suggs no terceiro quarto. Doze pontos, quatro bolas de três. Em um período só!

    O Suggs acertou três bolas de três em menos de três minutos no terceiro quarto, e a terceira foi aquela que acabou com qualquer esperança dos Bulls. 80-61 no placar e jogo praticamente definido. É impressionante como esse Magic consegue explodir de uma hora pra outra.

    Bulls na fossa total

    Do outro lado, os Bulls chegaram às 50 derrotas pela primeira vez desde 2018-19. Cinquenta derrotas, gente. Tre Jones até fez seus 23 pontos, mas não teve jeito.

    E a situação em Chicago tá um caos completo. Demitiram o Karnisovas e o Eversley na segunda-feira, e agora tem rumor de que o Billy Donovan pode dar o fora também. Seis temporadas treinando esse time e a coisa só piorou. Leonard Miller marcou 15 e Matas Buzelis voltou de uma doença com 14 pontos, mas isso é só maquiagem num time que claramente precisa de uma reformulação geral.

    Agora é torcer para o Magic conseguir fechar essa temporada histórica com chave de ouro contra Boston. Quem diria que estaríamos falando do Orlando disputando vaga direta nos playoffs em abril, né? O futuro desse time me deixa empolgado demais.

  • Wemby marca 40 pontos e garante vaga para prêmios da NBA!

    Wemby marca 40 pontos e garante vaga para prêmios da NBA!

    Gente, o Victor Wembanyama simplesmente não para de impressionar. Na noite de sexta, o francês monstro fez 40 pontos e 13 rebotes na vitória dos Spurs sobre os Mavericks por 139-120, e olha só — esse foi exatamente o 65º jogo dele na temporada. Por que isso importa? Porque agora ele oficialmente pode concorrer aos prêmios da NBA!

    É isso mesmo que vocês leram. A liga exige no mínimo 65 jogos para um cara ser elegível para os prêmios de temporada, e Wemby chegou lá no penúltimo jogo regular dos Spurs. Timing perfeito, né?

    Dominação total desde o primeiro minuto

    O cara entrou em quadra mostrando que estava 100% recuperado da contusão nas costelas que o tirou do jogo contra Portland na quarta. Logo no primeiro lance, ele atravessou três defensores e mandou uma enterrada de direita que já deu o tom da noite.

    Primeiro período? 16 pontos. Incluindo outra enterrada e um arremesso de 3 com step-back que me deixou de queixo caído. Sinceramente, eu nunca vi um pivô de 2,24m fazer as coisas que esse garoto faz.

    E não foi só o ataque. Wemby lidera a liga com 197 tocos na temporada e, segundo as casas de apostas, é o favorito para levar o prêmio de Melhor Defensor do Ano. Cara, imaginem um rookie francês gigante ganhando DPOY — seria absurdo!

    Spurs de volta às alturas

    Mas a história não é só sobre estatísticas individuais. Os Spurs conquistaram a Divisão Sudoeste pela primeira vez desde 2017 e garantiram a segunda posição no Oeste. Lembram quando todo mundo achava que San Antonio ia ficar anos no fundo do poço pós-Duncan?

    De’Aaron Fox contribuiu com 18 pontos e 10 assistências, enquanto Keldon Johnson adicionou 17 pontos. Do outro lado, o rookie Cooper Flagg fez 33 pontos para Dallas, mas não foi suficiente para evitar mais uma derrota — os Mavs perderam 11 dos últimos 13 jogos.

    Agora vem o melhor: os Spurs vão enfrentar quem passar do play-in (Phoenix, Clippers ou Portland) na primeira rodada dos playoffs. Vocês acham que Wemby consegue levar essa equipe longe logo na primeira temporada dele nos playoffs?

    O último jogo da temporada regular é domingo em casa contra o Denver. Aposto que a torcida de San Antonio vai estar em êxtase para ver mais uma exibição do futuro da franquia.

  • Maxey explode com 32 pontos e salva os Sixers contra os Pacers

    Maxey explode com 32 pontos e salva os Sixers contra os Pacers

    Cara, o Tyrese Maxey simplesmente resolveu carregar o Philadelphia 76ers nas costas ontem à noite. 32 pontos contra o Indiana Pacers numa vitória por 105-94 que quebrou uma sequência de três derrotas seguidas dos Sixers. E olha, não foi fácil não.

    Com Joel Embiid fora por causa de uma cirurgia de apendicite (sim, você leu certo), alguém precisava aparecer. E o Maxey não decepcionou. Paul George deu uma força com 21 pontos, mas foi o jovem armador que realmente brilhou na noite.

    Sixers seguram a oitava posição no Leste

    A vitória manteve os Sixers (44-37) na oitava colocação da Conferência Leste com apenas um jogo restante na temporada regular. VJ Edgecombe contribuiu com 16 pontos, Kelly Oubre Jr. marcou 15, e Andre Drummond fez um double-double com 10 pontos e 16 rebotes — o cara é um monstro no garrafão.

    Do lado dos Pacers (19-62), a realidade é bem diferente. Um ano depois de chegar ao jogo 7 das finais da NBA, Indiana garantiu que vai terminar com o segundo pior recorde da liga. É basquete, né? Uma hora você tá no topo, na outra…

    Chuva de bolas de 3 dos Pacers não funcionou

    Uma coisa que me chamou atenção foi a estratégia dos Pacers: eles tentaram 50 arremessos de três pontos. Cinquenta! Acertaram 14, o que até nem é tão ruim percentualmente, mas claramente não foi suficiente. Os Sixers foram bem mais seletivos, tentando apenas 29 e convertendo 5.

    Jarace Walker liderou Indiana com 17 pontos, Quenton Jackson fez 16 e Ethan Thompson contribuiu com 15. Micah Potter teve um double-double com 13 pontos e 10 rebotes. Mas cara, 21 turnovers? Contra apenas 8 dos Sixers? Aí complica qualquer estratégia.

    O que mais impressionou foi o domínio dos Sixers no garrafão: 64-28 em pontos na pintura. Sem o Embiid, eles ainda conseguiram massacrar por dentro. Andre Drummond e companhia fizeram valer a presença física.

    E vocês viram que o técnico dos Pacers, Rick Carlisle, nem estava no banco? Perdeu o segundo jogo seguido para ir a um evento da sorority da filha dele na Universidade da Virgínia. Olha, família em primeiro lugar sempre, mas timing meio complicado, não acham?

    Agora é decisão: Sixers recebem o Milwaukee no domingo, enquanto os Pacers encerram a temporada em casa contra o Detroit. Vai ser interessante ver se Philadelphia consegue manter essa posição nos playoffs.

  • 76ers apostam em Daley Terry e dispensam Cameron Payne

    76ers apostam em Daley Terry e dispensam Cameron Payne

    Os Philadelphia 76ers fizeram uma mexida interessante no elenco que pode passar despercebida, mas que mostra muito sobre os planos da franquia. O time converteu o contrato two-way do armador Daley Terry para um contrato padrão da NBA e, na mesma tacada, dispensou Cameron Payne.

    Olha, eu não esperava isso. Terry chegou discretamente em fevereiro com um contrato two-way, mas aparentemente impressionou a comissão técnica. Em 13 jogos pelos Sixers, o cara produziu 4.3 pontos, 1.8 assistências e 1.5 rebotes em apenas 13 minutos por partida. Números modestos? Sim. Mas a eficiência dele chamou atenção.

    O que Terry mostrou na G-League

    Aqui é onde a coisa fica interessante. Nos Delaware Blue Coats, time afiliado dos 76ers na G-League, Terry foi um monstro: 20 pontos, 4.3 rebotes e 4 assistências por jogo. Sinceramente acho que foi isso que selou o negócio — quando um cara domina a liga de desenvolvimento desse jeito, você tem que dar uma chance.

    Terry foi escolhido pelos Bulls como 18ª pick no Draft de 2022, então não estamos falando de um desconhecido total. Em quatro temporadas em Chicago, ele teve números modestos (3.5 pontos por jogo), mas teve momentos de brilho. Inclusive, ironicamente, seu melhor jogo da carreira foi justamente contra os Sixers: 17 pontos com 6/8 nos arremessos no dia 24 de fevereiro.

    Payne paga o pato da mudança

    Do outro lado da moeda, Cameron Payne virou o sacrificado da história. O veterano estava fazendo uma temporada decente — 7.4 pontos e 2.6 assistências em 22 jogos — mas aparentemente os Sixers preferiram apostar no potencial do Terry.

    E vocês, o que acham dessa jogada? Eu acho que faz sentido. Philadelphia precisa de sangue novo, especialmente na posição de armador reserva. Payne é confiável, mas Terry pode ter um teto mais alto. Às vezes você tem que arriscar, né?

    A conversão de contrato two-way para padrão não é algo que acontece todo dia — mostra que a franquia realmente acredita no garoto. Agora é esperar pra ver se Terry consegue aproveitar a oportunidade e se firmar no elenco dos Sixers para as próximas temporadas.

  • Wizards faz história pelo lado errado: pior campanha da NBA

    Wizards faz história pelo lado errado: pior campanha da NBA

    Cara, eu sabia que o Washington Wizards estava passando por um momento difícil, mas isso aqui já virou piada de mau gosto. O time confirmou oficialmente ontem a pior campanha da NBA após perder por 140-117 para o Miami Heat — e olha que o Heat nem estava com seus principais cestinhas em quadra.

    17 vitórias e 64 derrotas. Sessenta e quatro derrotas! Para vocês terem uma ideia do tamanho do vexame, os Wizards se tornaram o primeiro time na história da NBA a perder pelo menos 64 jogos em três temporadas consecutivas. Isso é impressionante pelo lado completamente errado.

    Uma comparação histórica devastadora

    Sinceramente, eu não esperava ver um recorde tão negativo sendo quebrado. Os únicos times que chegaram perto dessa futilidade foram o Vancouver Grizzlies (1995-98) e o Philadelphia 76ers da era “Process” (2013-16), que perderam pelo menos 63 jogos em três anos seguidos cada um. Mas 64? Isso é outro nível de sofrimento.

    O Heat, por sua vez, fez a festa mesmo sem Norman Powell e Tyler Herro — seus dois principais pontuadores ficaram no banco por conta de lesões. Simone Fontecchio e Pelle Larsson meteram 24 pontos cada um, enquanto Bam Adebayo quase fechou um triple-double com 20 pontos, 11 rebotes e 8 assistências.

    Nove derrotas seguidas para fechar com chave de ouro

    O que mais me impressiona é a consistência… para baixo. Washington perdeu 9 jogos consecutivos e 25 dos últimos 26. Monstro isso, mas pelo lado ruim. O Heat aproveitou e fez 143,5 pontos de média nos quatro confrontos contra os Wizards nesta temporada — incluindo aqueles 83 pontos históricos que o Adebayo despejou em março.

    Bub Carrington até tentou segurar a bronca com 30 pontos, e Bilal Coulibaly contribuiu com 25 (19 só no primeiro tempo), mas não teve jeito. Miami abriu 34-23 no primeiro quarto e nunca mais olhou para trás, chegando a liderar por 72-52 no intervalo com impressionantes 63,2% de aproveitamento nos arremessos.

    E aí, vocês acham que essa reconstrução dos Wizards vai dar certo algum dia? Porque três anos seguidos no fundo do poço já está ficando preocupante demais.