Tag: All-NBA

  • Jazz aposta em Hayden Gray da G-League com contrato de 2 anos

    Jazz aposta em Hayden Gray da G-League com contrato de 2 anos

    O Utah Jazz acabou de fazer uma movimentação interessante no mercado, assinando com o armador Hayden Gray por dois anos. E olha, eu confesso que não esperava essa — o cara estava jogando pelo Maine Celtics na G-League e agora vai ter a chance de mostrar serviço na NBA.

    Gray não é nenhum desconhecido para quem acompanha a liga de desenvolvimento. O armador de 1,93m fez uma temporada bem sólida por lá: 48 jogos, sendo 23 como titular, com médias de 9.9 pontos, 2.8 rebotes, 5.8 assistências e 2.1 roubos de bola em quase 28 minutos por partida.

    Números que chamam atenção

    Sinceramente, o que mais me impressiona nos números do Gray são as assistências e os steals. 5.8 passes para cesta por jogo na G-League é coisa séria — mostra que o cara tem visão de jogo e consegue distribuir bem a bola. E 2.1 roubos? Isso indica que ele tem boas mãos defensivas, algo que sempre é valorizado na NBA.

    Claro, G-League é uma coisa, NBA é outra completamente diferente. Mas o Jazz claramente viu algo nele que vale a pena apostar.

    Vaga liberada no elenco

    A contratação do Gray faz o Jazz voltar ao limite máximo de 15 jogadores com contratos padrão. Isso porque o segundo contrato de 10 dias do Kennedy Chandler expirou depois do jogo de sexta-feira — uma oportunidade que o jovem armador não conseguiu aproveitar.

    E aí, vocês acham que o Gray vai conseguir se firmar no elenco do Jazz? O time de Utah está claramente em processo de reconstrução, então pode ser uma boa oportunidade para ele mostrar que tem potencial. Na minha visão, dois anos de contrato mostra que a organização realmente acredita no potencial dele — não é só um teste rápido.

    Vamos acompanhar como ele se adapta ao ritmo da NBA. Às vezes esses caras que vêm da G-League com fome de provar seu valor acabam surpreendendo todo mundo.

  • Wembanyama faz 40 pontos só pra cumprir regra dos 65 jogos

    Wembanyama faz 40 pontos só pra cumprir regra dos 65 jogos

    Olha só que situação bizarra aconteceu na sexta-feira. O Victor Wembanyama, nosso alienígena francês favorito, entrou em quadra contra o Dallas Mavericks basicamente só pra não perder a elegibilidade para os prêmios da temporada. E o cara fez o que? 40 pontos e 13 rebotes em apenas 26 minutos. Monstro.

    A história é a seguinte: Wemby estava machucado desde segunda-feira (bateu as costelas no Paul George) e perdeu o jogo de quarta. Mas aí chegou sexta e ele precisava do 65º jogo pra poder concorrer aos prêmios da NBA. Então entrou em quadra, jogou os 20 minutos mínimos necessários… e voltou pedindo mais tempo.

    “Se eu já tivesse 65 jogos, com certeza não teria jogado”, admitiu o francês. Sinceridade pura. E vocês acham que ele estava certo em arriscar se machucar só pela regra?

    O alien virou professor de matemática

    Aqui que fica interessante. Depois do jogo, Wembanyama resolveu dar uma aula sobre a regra dos 65 jogos. O cara literalmente virou a coletiva numa sala de aula, perguntando pros jornalistas qual deveria ser o limite ideal.

    “Se um cara joga 50 jogos, 35 minutos por jogo, são 50 vezes 35… 1.750 minutos, certo? Se outro joga 75 jogos em 20 minutos, são 1.500. Então talvez não deveria ter limite”, ele calculou na hora. “Na minha opinião, 75% da temporada seria lógico. Isso daria 61 jogos e meio, então 62 jogos.”

    Quando confirmaram que a matemática estava certa, a sala inteira riu. “Claro, o alien acerta tudo”, brincou um repórter. Cara, só o Wemby mesmo pra transformar coletiva em aula de matemática.

    A polêmica que ninguém quer falar

    O pior é que essa regra vai ferrar alguns craques this season. Cade Cunningham, Luka Dončić e Anthony Edwards vão ficar de fora da briga por prêmios por causa dos jogos perdidos. É meio cruel, né?

    O próprio Wemby reconheceu: “Não acho que vão fazer exceção este ano. Seria meio injusto, mas vamos ver o que acontece.” Na minha visão, a regra faz sentido pra evitar que caras descansem demais, mas 65 jogos numa temporada de 82? Talvez seja pesado mesmo.

    Enquanto isso, nosso francesão segue disparado na corrida pra Melhor Defensor do Ano e tem vaga garantida no primeiro time All-NBA. No MVP ele tá brigando, mas uma pesquisa da ESPN mostrou o Shai Gilgeous-Alexander na frente com 88 votos de primeira colocação.

    Os Spurs estão 62-19 e são o 2º seed do Oeste. Sinceramente? Com Wembanyama jogando assim, eu não duvido de mais nada dessa temporada.

  • Curry torce o tornozelo mas garante: ‘Vou jogar no domingo’

    Curry torce o tornozelo mas garante: ‘Vou jogar no domingo’

    Mano, que susto foi esse na sexta? Stephen Curry escorregou numa poça d’água no chão durante a derrota do Warriors por 124-118 pro Sacramento Kings e saiu mancando. Por alguns segundos ali, o coração de todo fã dos Warriors (e da NBA) parou. Principalmente porque o cara acabou de voltar de uma lesão no joelho que o deixou fora por mais de dois meses.

    Steve Kerr não pensou duas vezes e pediu timeout na hora. O técnico depois confessou que pensou que fosse o joelho de novo — imagina o desespero. Mas Curry tranquilizou todo mundo: era só o tornozelo mesmo.

    O alívio foi geral

    “Ele está bem”, disse Kerr depois do jogo. “Foi o tornozelo, não o joelho. Por isso pedi o timeout. Estava preocupado com o joelho. Vi ele mancando, mas ele veio e disse: ‘Não, estou bem. É só o tornozelo’.”

    Curry terminou o jogo com apenas 11 pontos em 3 de 8 arremessos em 27 minutos. Dava pra ver que ele não estava 100% no primeiro tempo, mas melhorou depois do intervalo. No vestiário, ficou com o pé no balde de gelo — aquela imagem clássica, né?

    Foco total no play-in

    Olha, vou ser sincero: quando vi o Curry no chão, já imaginei o pior cenário possível para os Warriors nos playoffs. O cara é tudo pra esse time, especialmente agora que estão brigando pelo play-in. Mas ele mesmo foi categórico:

    “Contanto que não seja meu joelho, consigo lidar com o tornozelo”, disse o Chef. “Meu joelho se sentiu ainda melhor que no último jogo, então vou encarar isso como algo positivo.”

    E aí, acreditam que ele vai conseguir estar 100% pro jogo decisivo? Curry quer jogar entre 30-32 minutos no último jogo da temporada regular contra o Clippers no domingo. Tudo pensando no play-in de quarta-feira, que provavelmente será contra… os próprios Clippers de novo.

    Sinceramente, acho que o Warriors precisa do Curry em forma pra ter qualquer chance real nos playoffs. Aos 35 anos (não 38 como disse no artigo original), o cara continua sendo o motor desse time. Tomara que seja só um susto mesmo e que a gente veja aqueles arremessos impossíveis de 3 pontos que só ele sabe fazer.

  • Por que estrelas da NBA estão viciadas em xadrez? A mania que virou

    Por que estrelas da NBA estão viciadas em xadrez? A mania que virou

    Dez segundos no relógio. Bola na mão do LeBron. E o Giannis simplesmente leu a jogada como se estivesse três lances à frente — que nem um mestre de xadrez.

    Foi exatamente isso que rolou em janeiro quando o Bucks bateu os Lakers por 105-101. O Greek Freak antecipou o pick-and-roll do King, roubou a bola por trás e fechou o jogo. Depois da partida, ele explicou: “Eu sabia que o LeBron ia pegar a bola, sabia que ele ia chamar o pick-and-roll. Já joguei contra ele tantas vezes que estava só pensando à frente”.

    E de onde vem essa capacidade absurda de antecipar jogadas? Do xadrez, meu amigo.

    O xadrez que moldou um MVP

    Aos 10 anos, numa igreja na Grécia, o Giannis aprendeu a jogar xadrez. Domingo era missa, mas segunda, quarta e sexta eram os dias de jogar tênis de mesa e xadrez com os outros da comunidade. “Aí eu fiquei realmente bom nisso”, conta ele.

    Não é coincidência que o cara que fez aquele block histórico no Deandre Ayton nas finais de 2021 tenha dito: “Eu vi a jogada chegando”. Monstro, né?

    Mas o Giannis não tá sozinho nessa. Uma verdadeira fraternidade do xadrez surgiu na NBA, e cara, é impressionante como os caras estão levando isso a sério.

    A nova geração enxadrística da NBA

    O Luka Doncic, Jaylen Brown e Jaime Jaquez Jr. têm bots interativos no Chess.com onde os fãs podem desafiar eles. Imagine perder de xadrez pro cara que já te quebrou no basquete também?

    Mas o Wembanyama levou isso pra outro nível. Em dezembro de 2024, o francês simplesmente apareceu no Washington Square Park, em Nova York, e convidou qualquer um pra jogar xadrez com ele. Chovendo e o maluco lá, movendo as peças com quem tivesse coragem de encarar o gigante de 2,24m do outro lado do tabuleiro.

    Depois disso, ele até pediu pra NBA organizar um torneio só de jogadores. E olha, o Derrick Rose ouviu o recado e organizou exatamente isso em Las Vegas meses depois.

    Treinando corpo e mente ao mesmo tempo

    Agora vem a parte mais doida: o Wemby faz condicionamento físico JOGANDO XADREZ ao mesmo tempo. Sim, você leu certo. Corre na esteira ou faz exercício e joga xadrez simultaneamente.

    O Rudy Gobert, que enfrenta o Wembanyama no xadrez “quase toda vez” que os times se enfrentam, explica a lógica: “Quando você tá só sentado jogando xadrez, só precisa focar no tabuleiro. Mas quando você começa a sentir fadiga mental e física, fica mais difícil tomar as decisões certas. É como na quadra de basquete”.

    Faz todo sentido, né? Quantas vezes você já viu jogador errar uma jogada óbvia no final do jogo porque tava cansado?

    Pro Wembanyama, o xadrez ainda serve como uma válvula de escape mental. “É matar dois coelhos com uma cajadada só. Às vezes você só precisa se desligar. Não tem o foco necessário pra ler ou estudar algo, então o xadrez é bom nesse sentido”.

    Vocês acham que mais jogadores vão aderir a essa moda? Sinceramente, eu acho genial. Imaginem quantas jogadas de gênio vamos ver na quadra quando esses caras começarem a pensar como verdadeiros mestres de xadrez!

  • Carter explode com 29 pontos e Kings vencem Warriors num jogaço

    Carter explode com 29 pontos e Kings vencem Warriors num jogaço

    Cara, que noite absurda do Devin Carter! O garoto simplesmente resolveu mostrar serviço e cravou 29 pontos — recorde pessoal na carreira — na vitória dos Kings por 124-118 sobre os Warriors. E olha que isso meio que atrapalha os planos de Sacramento, que tá na briga por uma posição melhor no Draft.

    Sinceramente, eu não esperava que o Carter fosse explodir dessa forma. O moleque tem talento, mas 29 pontos contra os Warriors? Isso é coisa de gente grande. E não foi só ele não — Maxime Raynaud também meteu 23 pontos no último jogo da temporada em casa.

    Warriors usaram como preparação

    Do lado de Golden State, foi mais um teste antes dos play-ins. Brandon Podziemski teve a noite da vida dele também, com 30 pontos (recorde pessoal). Mas o foco mesmo era ver como Curry e Porzingis iam jogar juntos.

    Essa foi só a segunda vez que os dois dividiram quadra pelos Warriors. Curry voltou há pouquinho tempo de uma lesão no joelho que o tirou de 27 jogos — imagina a falta que ele fez pro time. O técnico Steve Kerr deixou claro que queria dar o máximo de minutos possível pros dois juntos nos jogos finais da temporada regular.

    Curry e Porzingis fizeram 11 pontos cada. Não é o que você espera do Chef, mas faz sentido — ele tá voltando de lesão e o importante é pegar ritmo.

    Terceiro quarto pegou fogo

    O jogo ficou quente no terceiro período. Duas faltas flagrantes, duas técnicas — inclusive uma no Curry, que tava no banco! Os Warriors conseguiram virar uma desvantagem de 14 pontos numa liderança de 7 indo pro último quarto. Mas aí os Kings mostraram que também sabem jogar sob pressão.

    Gary Payton II levou duas técnicas no quarto final e foi expulso. Sinceramente, acho que ele perdeu a cabeça ali — num jogo que era mais preparação que qualquer coisa.

    O que vocês acham? Os Warriors conseguem passar pelos play-ins com Curry voltando agora? Eu tô na dúvida se o timing tá bom ou se ele precisava de mais alguns jogos pra pegar o ritmo total.

    Pros Kings, é aquela situação estranha: ganhar é sempre bom, mas eles tão empatados com o Jazz na quarta pior campanha da liga. No mundo do tanking, às vezes perder ajuda mais no futuro. Mas como fã, eu entendo — é difícil pedir pros caras entregarem o jogo.

  • Wemby faz 40 pontos machucado e garante vaga nos prêmios da NBA

    Wemby faz 40 pontos machucado e garante vaga nos prêmios da NBA

    Cara, o Wembanyama é um monstro mesmo. Ontem à noite, jogando com dor nas costelas (ele machucou contra o Philadelphia na segunda), o francês meteu 40 pontos, 13 rebotes, 5 assistências e 2 tocos na vitória dos Spurs sobre o Dallas por 139-120. E o mais importante: chegou aos 65 jogos na temporada, garantindo elegibilidade pros prêmios da NBA.

    Olha, eu vi o jogo e deu pra perceber que ele tava sentindo dor. Várias vezes colocou a mão nas costelas, fez cara de dor. Mas mesmo assim destruiu. Em 26 minutos de quadra (nem jogou tanto assim), fez seu quinto jogo da temporada com pelo menos 40 pontos e 10 rebotes. Isso iguala o recorde do David Robinson na temporada 93-94. Absurdo.

    A matemática do Wemby

    Depois do jogo, os jornalistas perguntaram sobre atingir os 65 jogos e o cara virou professor de matemática na hora. “Deixa eu fazer uma pergunta pra vocês”, disse ele. “Que porcentagem da temporada vocês acham que deveria ser o limite?”

    Aí começou a fazer conta de cabeça na hora (que monstro): um cara que joga 50 jogos de 35 minutos são 1.750 minutos totais, enquanto alguém que joga 75 jogos de 20 minutos dá 1.500 minutos. A lógica dele faz sentido — na real, deveria ser por minutos jogados, não número de jogos.

    “Na minha opinião, 75% dos jogos seria lógico. Seriam 61,5 jogos, então 62”, calculou rapidinho. O cara é um gênio mesmo.

    Favorito ao DPOY

    E tem mais: Wemby tá disparado na corrida pro prêmio de Melhor Defensor do Ano. Sinceramente, acho que já era — ninguém consegue fazer o que ele faz defensivamente. Dois metros e 24 centímetros correndo a quadra toda, bloqueando tudo que vê pela frente.

    Ele demonstrou empatia pelos caras que não conseguiram chegar nos 65 jogos por lesão — Cade Cunningham, Anthony Edwards, Luka Doncic (que vai tentar recurso). “É uma caixa que foi marcada”, disse sobre atingir o limite, mas deu pra ver que ele entende a frustração dos outros.

    Os Spurs tão voando desde o All-Star break: 24 vitórias em 27 jogos. E aí, vocês acham que o Wemby consegue levar tanto o DPOY quanto uma vaga no All-NBA First Team? Na minha visão, ele merece os dois.

  • Pistons passam o rodo nos Hornets e chegam à vitória 59

    Pistons passam o rodo nos Hornets e chegam à vitória 59

    Cara, que surra! O Detroit Pistons simplesmente atropelou o Charlotte Hornets por 118-100 e chegou à vitória número 59 na temporada. Falta só mais uma pra chegar aos 60 triunfos — um número que eu sinceramente não imaginava ver os Pistons alcançando há alguns anos.

    O jogo começou quente mesmo, literalmente. Brandon Miller enterrou logo no começo e aterrissou em cima do Duncan Robinson. Os caras se empurraram, o Jalen Duren teve que separar… Mano, nem dois minutos de jogo e a treta do confronto anterior já tava voltando à tona. Você sabe como é, NBA tem memória curta mas rivalidade dura o ano todo.

    Ron Holland tá virando problema sério

    O Ron Holland resolveu fazer 10 pontos seguidos no primeiro quarto. Duas bolas de três seguidas e ainda arrancou umas bandejas no “Holland Hustle” — que apelido monstro esse, né? O cara tá confiante no arremesso e já ganhou até entrevista no intervalo. George Blaha chamando ele de “Mr. Hustle” é poesia pura.

    E o Ausar Thompson? Rapaz, esse garoto tá construindo um case sólido pro DPOY. A defesa que ele fez foi de outro planeta — literalmente filminho de prêmio de melhor defensor. Charlotte até tentou bombardear de três (28 tentativas só no primeiro tempo!), mas quando o Ausar decide incomodar, ninguém tem paz.

    Cade volta com tudo após lesão

    Segundo jogo do Cade de volta depois daquela lesão no pulmão assustadora. E olha, o cara não perdeu o timing não. 14 pontos, chegando nos spots de sempre no meio da quadra. Sinceramente, eu tava com um pé atrás — pneumotórax não é brincadeira — mas o menino mostrou que tá 100%.

    O Jalen Duren foi outro que mandou muito: 20 pontos e 9 rebotes em apenas 22 minutos de quadra. Oito de onze nos arremessos. Quando esse cara joga solto assim, vira problema sério pros adversários. Duncan Robinson também colaborou com 19 pontos.

    Hornets morreram pela bola de três

    Charlotte começou acertando tudo que era três pontos (11 de 28 no primeiro tempo), mas aí veio o famoso “live by the three, die by the three”. Na segunda metade? Dois acertos em dezenove tentativas. DOIS! E no último quarto foram só 10 pontos. Charles Lee até desistiu e esvaziou o banco.

    O mais louco é que nenhum jogador dos Pistons jogou mais de 28 minutos. Os titulares passaram metade do jogo no banco e mesmo assim foi goleada. Isso que é profundidade no elenco, pessoal.

    Domingo tem o último jogo da temporada regular contra o Pacers, em Indianápolis. A vitória 60 tá ali, esperando. Quem diria que ia falar isso dos Pistons há dois anos, né? Como as coisas mudam rápido nessa liga…

  • Wemby massacra Dallas: 40 pontos em vitória de goleada dos Spurs

    Wemby massacra Dallas: 40 pontos em vitória de goleada dos Spurs

    Gente, o Wembanyama simplesmente decidiu que ia acabar com a raça ontem à noite. 40 pontos, 13 rebotes, 5 assistências e 2 tocos numa goleada histórica dos Spurs sobre o Dallas por 139-120. Quarenta pontos. O francês tá numa forma absurda.

    Olha, eu já esperava uma boa partida do Wemby, mas sinceramente não imaginava que ele ia dominar desse jeito. E o mais impressionante? Os Spurs conseguiram descansar os titulares no final – ninguém jogou mais que 30 minutos. Isso é sinal de time que tá preparado pra playoffs.

    Duelo de estrelas virou show de um lado só

    No primeiro tempo ainda teve emoção. Cooper Flagg, esse novato dos Mavericks que tá chamando atenção, fez 25 pontos e manteve Dallas vivo na partida. Mas aí o Wemby resolveu mostrar porque ele é diferenciado mesmo.

    De’Aaron Fox também merece os créditos – 18 pontos e 10 assistências. O cara chegou em San Antonio e se encaixou como uma luva no sistema dos Spurs. Essa dupla Fox-Wembanyama tá funcionando demais.

    E tem mais: Dylan Harper assumiu a posição de Stephon Castle (que tá com o pé machucado) e jogou muito bem. 13 pontos, 6 assistências, 4 rebotes. Esses jovens dos Spurs não param de impressionar.

    Quando a casa caiu pra Dallas

    O primeiro tempo ainda foi equilibrado – Spurs foram pro intervalo ganhando por apenas 68-65. Flagg tava fazendo de tudo pra manter Dallas na luta, e conseguiu por um tempo.

    Mas no terceiro quarto… cara, foi massacre mesmo. Fox fez uma sequência de 7 pontos que praticamente decidiu o jogo. Quando Wemby fez uma bandeja girando e deixou tudo 101-87, até o narrador gritou que “Victor não faz sentido”.

    Os números dos Spurs foram surreais: 54% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 41% nas bolas de três e – segurem-se – 96% nos lances livres. É o que a gente chama de eficiência máxima.

    Keldon Johnson (17 pontos) e Julian Champagnie (14 pontos, 7 rebotes) também deram suas contribuições. E Carter Bryant saindo do banco com 12 pontos mostra a profundidade desse elenco dos Spurs.

    Dallas até tentou com Flagg fazendo 33 pontos no total, mas não teve jeito. Max Christie e AJ Johnson ajudaram no começo, mas quando San Antonio engrenou, não teve pra ninguém.

    E aí, pessoal? Vocês acham que os Spurs chegam longe nos playoffs com esse Wembanyama jogando nesse nível? Porque sinceramente, eu tô começando a acreditar que esse time pode ir muito além do que todo mundo imagina.

  • T-Wolves quebram sequência de 8 vitórias dos Rockets num jogaço

    T-Wolves quebram sequência de 8 vitórias dos Rockets num jogaço

    Que jogaço em Houston ontem à noite! Os Timberwolves chegaram na casa dos Rockets e acabaram com a festa — quebraram uma sequência de oito vitórias consecutivas num jogo que terminou 136 a 132. E olha, não foi moleza não.

    Anthony Edwards fez 22 pontos e acertou uma bomba de três decisiva no finalzinho, mas quem roubou a cena mesmo foi o Terrence Shannon Jr. saindo do banco com 23 pontos. Cara, esse moleque tá voando. Do lado dos Rockets, o Amen Thompson teve a noite da vida dele — 41 pontos, recorde pessoal. E Kevin Durant? Óbvio que não ia ficar quieto: 33 pontos.

    Durant fazendo história aos 37 anos

    Falando no KD, o cara tá simplesmente absurdo. Com esses 33 pontos, ele chegou a 2.026 pontos na temporada e se tornou o jogador mais velho da história a atingir 2.000 pontos numa temporada. Quebrou o recorde do Karl Malone, que tinha feito isso aos 36 anos. Sinceramente? Esse cara é de outro planeta mesmo.

    É a oitava temporada da carreira dele com pelo menos 2.000 pontos. Oitava! E a primeira desde 2023-24. Tem como não respeitar?

    Final de tirar o fôlego

    O jogo foi daqueles que você não pisca. Minnesota tava ganhando por 10 pontos faltando uns quatro minutos, mas Houston não desistiu nunca. Os Rockets fizeram uma corrida de 8-2, com o Alperen Sengun metendo quatro pontos, e chegaram a 132-128 faltando um minutinho.

    Aí que o Edwards mostrou por que é craque. Acertou uma bomba de três e praticamente definiu o jogo: 135-128. A torcida de Houston já tava indo embora depois dessa.

    Donte DiVincenzo também fez um belo jogo pelos Wolves, principalmente no terceiro quarto quando ajudou a virar o placar. O cara acertou duas bombas importantes e foi fundamental na virada de 13-4 que colocou Minnesota na frente.

    Os Timberwolves jogaram sem Julius Randle (dor na mão direita), mas compensaram com um ataque bem distribuído. Sete caras fizeram pelo menos 15 pontos — isso é basquete coletivo do jeito que tem que ser.

    E vocês, acham que os Rockets vão conseguir se recuperar dessa quebrada de sequência nos playoffs? Porque olha, eles já garantiram vaga mas ainda tão brigando por posição. Os Wolves também já tão classificados, na sexta colocação do Oeste.

  • Wizards se despede da Capital One Arena com goleada do Heat

    Wizards se despede da Capital One Arena com goleada do Heat

    Cara, que forma triste de fechar a temporada em casa, né? Os Washington Wizards levaram uma surra histórica do Miami Heat na noite de sexta-feira, perdendo por 140-117 na Capital One Arena. E olha que foi o último jogo da temporada regular em casa — uma despedida que os torcedores certamente prefeririam esquecer.

    O mais frustrante? Washington até conseguiu acertar metade dos arremessos (50% de aproveitamento), mas o Heat simplesmente não errava nada. Os caras converteram 59,8% dos chutes! É daqueles jogos que você assiste e pensa: “não tem o que fazer, tá tudo entrando pro adversário”.

    Fontecchio e Larson comandam o show

    Simone Fontecchio e Pelle Larson dividiram a artilharia do Heat com 24 pontos cada um. Dois caras que, sinceramente, não são nem os maiores nomes do time, mas que ontem à noite jogaram como All-Stars. Isso mostra como Miami consegue extrair o máximo de qualquer jogador no sistema deles.

    Do lado dos Wizards, Bub Carrington foi praticamente um herói solitário com seus 30 pontos. O garoto mostrou personalidade mesmo numa noite em que tudo dava errado para o time. Aos 30 pontos numa derrota por mais de 20, você imagina como estava o resto da equipe…

    Última dança em Cleveland

    Agora só resta um jogo para encerrar essa temporada complicada dos Wizards. Domingo eles pegam o Cleveland Cavaliers fora de casa, às 18h. E aí, vocês acham que Washington consegue pelo menos uma vitória digna para fechar o ano?

    Olha, eu sei que a temporada foi difícil para os fãs dos Wizards, mas pelo menos dá para ver que tem peças interessantes no elenco. Carrington mostrando que pode ser um cestinha consistente é um sinal positivo para o futuro, não acham?