Tag: All-NBA

  • Play-in definido: Heat pega Hornets e Warriors pode ser eliminado

    Play-in definido: Heat pega Hornets e Warriors pode ser eliminado

    Galera, chegou a hora! O play-in da NBA está definido e, cara, que confrontos absurdos vão rolar essa semana.

    O negócio começa já amanhã com um duelo de vida ou morte: Hornets contra Heat em Charlotte. Quem perder vai passar as férias assistindo os playoffs de casa. Sinceramente, não esperava ver o Miami nessa situação — time do Spoelstra sempre dá um jeito de se classificar direto, mas esse ano foi diferente.

    Os confrontos que vão pegar fogo

    Na terça também rola Suns x Trail Blazers no Oeste. O vencedor vai encarar nada mais, nada menos que o Wembanyama e os Spurs na primeira rodada. Imagina a pressão?

    Já na quarta-feira, temos 76ers contra Magic na Filadélfia. O Joel Embiid vai estar 100%? Essa é sempre a pergunta com os Sixers. Do outro lado, Clippers x Warriors promete ser um jogaço. Steve Kerr contra seu ex-time, Curry tentando salvar mais uma temporada… vai ser tenso.

    E olha só que loucura: se o Warriors perder, pode ser o fim de uma era. Depois de tantos títulos, ver o Golden State lutando pra não ir pra casa cedo é surreal.

    Lakers x Rockets: LeBron encara Durant de novo

    Enquanto isso, nos confrontos já definidos da primeira rodada, temos uma bomba: Lakers contra Rockets. LeBron James vai enfrentar Kevin Durant pela primeira vez nos playoffs desde as Finais de 2018! Cara, eu lembro daquela série como se fosse ontem — Durant decidindo tudo com aqueles arremessos impossíveis.

    No Leste, o Knicks pega o Hawks (vai ser guerra no Madison Square Garden), e Cleveland enfrenta Toronto. Já no Oeste, Denver — que terminou com 12 vitórias seguidas, monstro! — vai enfrentar Minnesota pela terceira vez em quatro anos nos playoffs.

    E aí, vocês acham que o Heat consegue sobreviver ao play-in? Eu tenho uma pulga atrás da orelha com esse time de Miami — eles sempre aparecem quando menos esperamos.

    Recordes e números que impressionam

    Ah, e mais uma curiosidade: essa temporada teve mais pontos marcados do que qualquer outra na história da NBA. Foram 284.395 pontos no total! O basquete está cada vez mais ofensivo, e eu, como fã, tô adorando esse show de cestas.

    O Jokic também garantiu sua elegibilidade pros prêmios individuais jogando contra os Spurs no último jogo — chegou aos 65 jogos na temporada. MVP de novo? Bem possível.

    Preparem as pipocas porque essa semana vai ser de infarto!

  • Cooper Flagg machuca o tornozelo e encerra temporada rookie

    Cooper Flagg machuca o tornozelo e encerra temporada rookie

    Cara, que fim de temporada complicado pro Cooper Flagg. O garoto que chegou com toda a expectativa em Dallas acabou machucando o tornozelo esquerdo no último jogo da temporada contra o Bulls, domingo passado.

    Foi uma dessas jogadas chatas que a gente odeia ver. O Flagg foi disputar um rebote, aterrisou torto e pronto — saiu mancando direto pro vestiário. Nem voltou mais pra quadra. Sinceramente, deu até uma dor no coração ver o mlk saindo assim depois de uma temporada que, convenhamos, já não tava fácil pros Mavs.

    Números que impressionam mesmo assim

    Olha, mesmo com essa temporada difícil do Dallas (25-56, longe pra caramba dos playoffs), o Flagg mostrou por que era tão esperado. Média de 21.2 pontos e 6.7 rebotes em 69 jogos? Monstro demais pra um rookie.

    E tem mais: o cara se tornou o mais novo jogador da história da NBA a fazer 50 pontos em um jogo. Foram 51 contra o Magic no começo do mês. Absurdo total. Na minha opinião, isso já garante ele na briga pelo Rookie of the Year — mesmo com a concorrência do Kon Knueppel, que inclusive era companheiro dele em Duke.

    O que vem por aí?

    Por enquanto, ninguém sabe a gravidade da torção. Pode ser só um susto ou algo mais sério. De qualquer forma, a temporada já tinha acabado mesmo pra Dallas — estavam mais de 10 jogos atrás das vagas do play-in no Oeste.

    O que me deixa empolgado é pensar no potencial desse garoto. 1.473 pontos na temporada rookie? Isso é coisa de craque. E vocês acham que ele consegue levar o prêmio de calouro do ano mesmo com essa lesão no final?

    Uma coisa é certa: Dallas tem uma joia nas mãos. Agora é torcer pra esse tornozelo sarar logo e pro Flagg voltar ainda mais forte na próxima temporada. O futuro dos Mavs pode estar nas mãos desse mlk de 19 anos.

  • KG finalmente volta pra casa: reconciliação histórica com os Wolves

    KG finalmente volta pra casa: reconciliação histórica com os Wolves

    Cara, eu nunca pensei que ia ver esse dia chegar. Kevin Garnett de volta ao Target Center, sendo ovacionado pela torcida dos Timberwolves. Depois de anos brigando com a franquia, o Big Ticket finalmente voltou pra casa.

    No domingo passado, KG apareceu no jogo contra o New Orleans Pelicans — e olha, foi emocionante pra caramba. A primeira vez dele numa partida em casa desde 2018. Oito anos, gente. Oito anos longe do lugar onde ele virou lenda.

    Glen Taylor sai, KG volta

    A reconciliação só rolou porque Glen Taylor vendeu o time. Simples assim. O ex-dono e Garnett tinham uma treta épica que começou lá em 2007, quando trocaram o cara pros Celtics. Na época, KG disse que não fazia negócio com “cobras” — e olha que ele foi educado na tradução, porque as palavras exatas foram bem mais pesadas.

    O problema todo começou quando Garnett se aposentou e queria virar sócio dos Wolves. Segundo ele, Taylor prometeu isso verbalmente mas depois voltou atrás. Imagina a frustração: você carregou um time nas costas por 14 temporadas, ganhou MVP, fez 10 All-Star Games, e na hora H o cara te dá uma rasteira dessas?

    “Eu não faço negócio com cobras”, foi o que KG disse na época. E cara, ele cumpriu a promessa. Ficou longe mesmo.

    Nova era, novos donos

    Agora com Marc Lore e Alex Rodriguez no comando (que compraram o time oficialmente em junho passado), tudo mudou. KG já vai voltar como embaixador da franquia e — finalmente! — vai ter a camisa 21 aposentada na próxima temporada.

    “Mal posso esperar para voltar pra casa”, disse Garnett em março. “Voltando pra mim é sobre o que vem por aí. Passei um tempo com Marc e Alex, e você sente a diferença.”

    E vocês acham que demorou demais? Eu acho que sim, cara. KG é o maior jogador da história dos Wolves, sem discussão. Levou aquele time de 2004 até as finais de conferência praticamente sozinho — uma das maiores carregadas individuais que eu já vi na NBA.

    Quando ele apareceu no túnel do Target Center domingo, acompanhado pelos novos donos, a torcida explodiu. Teve homenagem no telão, ovação de pé, o pacote completo. Era pra ter acontecido há muito tempo, mas pelo menos aconteceu.

    Sinceramente? Essa volta do KG simboliza uma nova fase dos Timberwolves. Com Anthony Edwards comandando a nova geração e agora tendo a lenda de volta em casa, o futuro parece bem mais promissor em Minneapolis.

  • Blazers garantem vaga no play-in e vão pegar o Suns

    Blazers garantem vaga no play-in e vão pegar o Suns

    Olha, eu não vou mentir — não esperava que os Trail Blazers conseguissem chegar no play-in este ano. Mas eles foram lá e bateram o Kings por 122 a 110, garantindo a oitava colocação no Oeste e uma vaguinha na repescagem.

    E o cara que comandou essa classificação? Deni Avdija. O israelense meteu 25 pontos e distribuiu 10 assistências num jogaço que mostrou por que Portland ainda acredita nele como peça central do projeto. Junto com o veterano Jrue Holiday (23 pontos), eles fizeram Sacramento sofrer a noite toda.

    A dupla jovem também apareceu

    Donovan Clingan, nosso gigantão de quase 2,20m, fez um double-double discreto mas eficiente: 13 pontos e 11 rebotes. O pivô tem mostrado evolução constante desde que chegou como calouro. Já Scoot Henderson contribuiu com 15 pontos — não foi a melhor noite dele, mas quando importou, ele apareceu.

    Do lado de Sacramento… cara, que temporada frustrante. Precious Achiuwa jogou pra caramba (27 pontos e 11 rebotes), mas não adiantou nada. O Kings empatou com o Jazz na lanterna do Oeste, com apenas 22 vitórias em 82 jogos. É de doer o coração de qualquer torcedor.

    Agora é partir pro tudo ou nada

    Portland vai visitar o Phoenix Suns na terça-feira, numa partida eliminatória do play-in. Quem ganhar, pega o San Antonio Spurs na primeira rodada dos playoffs. E sinceramente? Acho que os Blazers podem dar trabalho. Esse time tem uma química interessante e jogadores experientes que sabem o que é pressão.

    A questão é: vocês acham que Portland consegue surpreender Kevin Durant e companhia? Porque uma coisa eu garanto — depois de garantir essa vaga contra todas as expectativas, esse grupo não vai facilitar pra ninguém.

    O segundo tempo foi tenso, com Sacramento voltando mais ligado e chegando a deixar o jogo em 110-101 no último quarto. Mas os Blazers souberam controlar o nervosismo e fecharam a conta. Experiência conta, e Holiday mostrou isso nos momentos decisivos.

  • Play-In do Oeste definido: Warriors e Clippers brigam pela vida

    Play-In do Oeste definido: Warriors e Clippers brigam pela vida

    Galera, o Oeste fechou! E que bagunça bonita ficou essa briga pelas últimas vagas dos playoffs.

    Olha só como ficou o Top 10: Thunder, Spurs, Nuggets, Lakers, Rockets, Timberwolves, Suns, Trail Blazers, Clippers e Warriors. Sim, o Golden State vai ter que passar pelo Play-In — quem diria isso há alguns anos, né?

    O Drama do Play-In

    A situação tá assim: Suns recebem os Trail Blazers no primeiro jogo do Play-In (7º vs 8º). Quem ganhar vai direto pros playoffs como 7ª colocação e pega os Spurs na primeira rodada. Quem perder? Aí a coisa complica.

    Porque do outro lado temos Clippers contra Warriors em casa (9º vs 10º). E cara, esse jogo promete ser um sufoco total. O perdedor vai pra casa, e o vencedor ainda tem mais uma chance contra quem perder o outro jogo do Play-In.

    Sinceramente, eu não esperava ver os Warriors nessa situação. Depois de tantos anos dominando, ter que brigar pela 10ª posição é surreal. Mas é isso aí — a NBA não perdoa mesmo.

    Os Playoffs de Primeira

    Enquanto isso, quem já tá garantido pode descansar. Os confrontos de primeira rodada que já sabemos: Nuggets (atuais campeões) vão receber os Timberwolves, e os Lakers pegam os Rockets em casa.

    Thunder como primeira colocação vai esperar pra ver quem sobra do Play-In — provavelmente vai ser um osso duro de roer, seja qual for o time.

    E vocês, o que acham? Warriors conseguem sobreviver ao Play-In ou a dinastia realmente chegou ao fim? Porque olhando esse cenário, qualquer coisa pode acontecer. O Oeste sempre foi uma guerra, mas esse ano tá ainda mais maluco que o normal.

  • Play-In da NBA: como funciona a ‘repescagem’ mais tensa do basquete

    Play-In da NBA: como funciona a ‘repescagem’ mais tensa do basquete

    Olha, eu sei que tem gente que ainda não entendeu direito essa história do Play-In Tournament da NBA. E sinceramente? Eu não culpo ninguém — quando isso foi criado em 2020, meio mundo ficou confuso mesmo. Mas agora que tá rolando pela sexta vez, vale a pena explicar como funciona essa ‘repescagem’ que deixa todo mundo no sufoco.

    A ideia é bem simples: oito times brigam pelas últimas quatro vagas de playoff. Isso mesmo, quatro vagas — duas em cada conferência. É tipo aquela peneira do colégio, sabe? Nem todo mundo passa, e quem vacila tá fora.

    Heat e Hornets já se enfrentam no Leste

    No Leste, algumas coisas já tão definidas. Miami Heat e Charlotte Hornets vão se pegar no confronto 9º x 10º — mano, imagina a pressão nos caras? Um erro e tchau temporada. Já no confronto 7º x 8º, a coisa tá mais bagunçada: pode ser qualquer combinação entre 76ers, Magic e Raptors.

    O mais louco é que um desses times ainda pode escapar do Play-In completamente se as coisas se alinharem no último dia de temporada regular. Imagina você torcendo pra outros resultados enquanto seu time joga — é de dar gastrite!

    No Oeste a briga tá mais definida

    Já no Oeste, os quatro times já tão carimbados: Suns, Trail Blazers, Clippers e Warriors. Phoenix ficou com o 7º lugar e Golden State com o 10º. Blazers e Clippers ainda vão brigar pra ver quem pega o Suns fora de casa ou quem recebe os Warriors em casa.

    Warriors no 10º lugar, cara. Lembra quando eles dominavam a liga? Agora tão lutando pra não ficar fora dos playoffs. O tempo não perdoa mesmo.

    Como funciona essa parada?

    O esquema é assim: 7º joga contra 8º, 9º contra 10º. Quem ganha o 7º x 8º já garante vaga direta nos playoffs como 7º colocado. Simples.

    Aí quem perde esse jogo tem uma segunda chance: enfrenta quem ganhou o 9º x 10º pela última vaga de playoff. É cruel? É. Mas também é emocionante pra caramba.

    E quem perde o 9º x 10º? Aí acabou mesmo — pode ir pra casa e começar a pensar na próxima temporada. Sem segunda chance, sem nada.

    Os jogos começam dia 14 de abril e vão até dia 17. Três dias de pura tensão. O Miami Heat conseguiu chegar até a Final da NBA em 2020 depois de passar pelo Play-In — então não dá pra subestimar nenhum time nessa competição.

    Vocês acham que algum time do Play-In pode fazer história este ano e chegar longe nos playoffs? Eu tenho minhas dúvidas, mas no basquete nunca se sabe…

  • Kings mantém Christie mesmo com temporada desastrosa

    Kings mantém Christie mesmo com temporada desastrosa

    Olha só que decisão corajosa (ou teimosa?) dos Kings: vão manter Doug Christie como técnico mesmo depois de uma das temporadas mais decepcionantes da história recente da franquia. Cara, quando digo decepcionante, é DECEPCIONANTE mesmo — time que entrou com expectativas de playoffs vai terminar como um dos piores do Oeste.

    A herança maldita do Mike Brown

    Christie assumiu no meio da temporada passada quando o Mike Brown foi demitido. E sinceramente? O cara herdou uma bomba pronta pra explodir. Logo depois que assumiu, o De’Aaron Fox forçou uma troca pro Spurs — e aí começou toda a confusão.

    Os Kings fizeram uma troca polêmica demais, priorizando valor de jogador em vez de draft picks. Pegaram o Zach LaVine (com aquele contrato pesadão) e ainda foram lá contratar o Dennis Schröder por três anos. Spoiler: não deu certo.

    Temporada de pesadelo absoluto

    As expectativas eram de playoffs, mas a realidade bateu forte logo no começo. Três vitórias nos primeiros sete jogos, depois uma sequência de NOVE derrotas seguidas. Pronto, era o fim da linha pra qualquer sonho pós-temporada.

    No All-Star break, tinham o pior recorde da NBA: 12-44. Doze vitórias em 56 jogos, gente! Melhoraram um pouco na segunda metade da temporada com 10 vitórias, mas aí que tá — isso até atrapalhou na loteria do draft.

    E olha que situação bizarra: os Kings foram até investigados pela NBA por tanking depois de uma decisão estranha de dar falta intencional no Seth Curry num jogo contra o Warriors. No final, disseram que foi só erro de técnico, mas imagina o vexame…

    Apostando na continuidade

    A decisão de manter Christie parece ser baseada nas circunstâncias que ele herdou — time desfalcado, lesões, troca do Fox. Faz sentido? Na minha opinião, é uma aposta arriscada. O cara veio do jornalismo esportivo, virou assistente em 2021 e agora tá comandando um time da NBA.

    Desde que o Vivek Ranadivé comprou os Kings em 2013, Christie já é o SÉTIMO técnico permanente. Se conseguir terminar a próxima temporada no cargo, vai ser apenas o segundo com mais tempo na função. Isso diz muito sobre a instabilidade da franquia.

    E aí, pessoal — vocês acham que Christie merece mais uma chance ou os Kings deveriam ter ido atrás de outro nome? O futuro da franquia agora depende muito da sorte na loteria do draft de maio. Ping pong balls decidindo destinos, como sempre…

  • Kings mantém Doug Christie: decisão certa ou desespero?

    Kings mantém Doug Christie: decisão certa ou desespero?

    Cara, eu confesso que fiquei surpreso com essa. Os Sacramento Kings anunciaram que vão manter Doug Christie como técnico na próxima temporada, mesmo depois de terminarem no fundo do poço da Conferência Oeste.

    Olha, eu entendo a lógica da diretoria até certo ponto. O cara nunca teve uma chance real com o elenco inteiro saudável — e isso é verdade mesmo. O quinteto titular que eles projetaram no papel nunca jogou um minuto sequer juntos. É de chorar.

    Uma temporada amaldiçoada

    Christie assumiu em dezembro de 2024 depois que mandaram o Mike Brown embora (que decisão questionável aquela, né?). Mas cara, olha só o azar que bateu: Keegan Murray rasgou o ligamento do polegar na pré-temporada. Domantas Sabonis caiu em novembro com menisco parcialmente rompido e só conseguiu jogar 19 jogos antes de ter que fazer cirurgia. E o Zach LaVine? Apenas 39 partidas antes de precisar operar a mão direita.

    Sacramento começou 3-13 — um horror completo — e em determinado momento da temporada estava com 12-46. Doze vitórias em quarenta e seis jogos! Sinceramente, é difícil julgar qualquer técnico nessas condições.

    Apostando no futuro

    A decisão também parece refletir o que a franquia viu nos jovens. Os rookies Maxime Raynaud e Dylan Cardwell mostraram bons sinais, assim como o forward de primeira rodada Nique Clifford. E faz sentido — se você vai apostar numa reconstrução com garotos, melhor ter continuidade na comissão técnica.

    Scott Perry, o GM, assinou Christie num contrato de três anos no verão passado. Mandar o cara embora após um ano numa temporada completamente atípica seria meio injusto, não acham?

    Mas vou ser honesto com vocês: ainda tenho minhas dúvidas se Christie tem o que precisa para ser técnico titular na NBA. Uma coisa é ser assistente, outra é comandar um time inteiro. A próxima temporada vai ser o teste real dele — sem desculpas de lesões.

  • Doc Rivers deixa o Bucks após temporada desastrosa de 50 derrotas

    Doc Rivers deixa o Bucks após temporada desastrosa de 50 derrotas

    Cara, que temporada bizarra foi essa dos Bucks. Doc Rivers acabou de anunciar que tá saindo do comando da equipe após uma campanha simplesmente catastrófica de 32-50. Trinta e duas vitórias! Com Giannis no elenco!

    O mais surreal? O cara acabou de ser selecionado para o Hall da Fama do basquete e decide largar tudo. Sinceramente, eu entendo a decisão dele. Rivers chegou no meio da temporada 2023-24 pra salvar um time que deveria brigar pelo título, mas no final das contas presenciou o possível fim da era Giannis em Milwaukee.

    A derrocada completa

    Olha só a timeline: primeiro temporada com Rivers (17-19 no comando), eliminação no primeiro round pros Pacers. Segunda temporada? Mais uma eliminação pros mesmos Pacers, com o Lillard se machucando no meio da série. E agora essa temporada 2025-26 que foi um verdadeiro desastre — nem pros playoffs conseguiram ir.

    Bobby Portis chegou a comentar que Rivers não ia sair por causa dos 15-16 milhões que ainda tinha no contrato. Mas na reta final, o técnico deu uma declaração que me emocionou: “Eu tenho netos que quero ver. Tenho sete netos, todos com 8 anos ou menos, e me mata perder o Dia dos Avós na escola de cada um deles.”

    Mano, isso é real. O basquete é importante, mas família é família.

    E o futuro do Giannis?

    A grande questão agora é: o que vai acontecer com o Greek Freak? O time tentou de tudo — até dispensou o Lillard pra contratar o Myles Turner — mas nada funcionou. E olha que estamos falando de um dos três melhores jogadores do mundo!

    O governador do time, Wes Edens, já falou que o Giannis vai ser renovado ou trocado nesta offseason. Sinceramente acho que chegou a hora dele procurar outros ares. Milwaukee teve sua chance e não conseguiu construir um time campeão ao redor dele.

    Rivers encerra uma carreira histórica com 1.194 vitórias e 865 derrotas, um anel pelo Celtics em 2008 e agora um lugar garantido no Hall da Fama. Não é pouca coisa.

    E vocês, acham que o Giannis deveria ficar ou procurar um novo time? Porque sinceramente, depois dessa temporada, é difícil ver luz no fim do túnel em Milwaukee.

  • Doc Rivers deixa Milwaukee: será que o Giannis aguenta mais?

    Doc Rivers deixa Milwaukee: será que o Giannis aguenta mais?

    Cara, o inevitável aconteceu. Doc Rivers não é mais técnico do Milwaukee Bucks, e sinceramente? Era questão de tempo mesmo.

    O veterano treinador se despediu da franquia após uma temporada completamente desastrosa: 32 vitórias, 50 derrotas. Nem pro Play-In conseguiram chegar, imagina pros playoffs. E olha que estamos falando de um time que tem o Giannis Antetokounmpo, um dos melhores jogadores do planeta.

    Números que não mentem

    Em pouco mais de duas temporadas em Milwaukee, Doc Rivers teve um aproveitamento de 97-103. Pra vocês terem noção do que isso significa: é a ÚNICA campanha com saldo negativo na carreira dele como técnico principal. O cara já treinou cinco franquias diferentes e só em Milwaukee não conseguiu ter mais vitórias que derrotas.

    Claro, ele levou o time aos playoffs duas vezes, mas… primeira rodada e tchau nas duas. Não dá pra ser campeão assim, né não?

    E agora, Milwaukee?

    A situação dos Bucks tá complicadíssima. Este vai ser o terceiro técnico diferente em três anos — uma instabilidade absurda pra qualquer franquia que se preze. E tem um detalhe que me preocupa muito: os Bucks vão ter que pagar o salário do Doc até a temporada 2026-27. Dinheiro jogado fora.

    Mas o que mais me incomoda mesmo é pensar no Giannis. O cara já deu tudo por Milwaukee, trouxe o título em 2021, e agora deve estar se perguntando se vale a pena continuar por lá. Com essa bagunça toda na organização, será que ele não vai começar a olhar pra outros lados?

    Na minha visão, Milwaukee precisa acertar MUITO na próxima contratação. Não dá pra errar de novo, porque perder o Giannis seria um crime contra o basquete. Vocês acham que ele tem paciência pra mais uma reconstrução?