Tag: All-NBA

  • Play-in da NBA: Quem vai sobreviver a essa loucura?

    Play-in da NBA: Quem vai sobreviver a essa loucura?

    Cara, o play-in chegou e eu tô hypado pra caramba! Quando a NBA inventou essa parada em 2020, galera reclamou demais, mas olha só — hoje em dia é uma das partes mais emocionantes da temporada. É basicamente um purgatório entre temporada regular e playoffs de verdade.

    Para quem ainda não manjou o esquema: os times que ficaram em 7º e 8º lugar se enfrentam, quem ganha garante a vaga direto. O perdedor ainda tem uma chance contra o vencedor do duelo entre 9º e 10º. É eliminação simples, pressão máxima — do jeito que a gente gosta.

    O cronograma que vai nos deixar sem dormir

    Terça, 14 de abril: Heat x Hornets às 21:30 no Leste, e Trail Blazers x Suns às 00h no Oeste. Na quarta é a vez de Magic x 76ers e Warriors x Clippers. Sexta tem os jogos finais — quem perde dos confrontos 7×8 encara quem ganhou dos duelos 9×10.

    Sinceramente? Nunca vi a NBA tão equilibrada. Até os times em 9º e 10º são monstros. Phoenix Suns no play-in? Warriors também? Isso era impensável há alguns anos.

    No Leste, juventude vs experiência

    Miami Heat chegou em duas finais recentemente e tem aquela “Heat Culture” que funciona demais em atmosfera de playoffs. O Bam Adebayo tá voando — lembram dos 83 pontos dele? Absurdo!

    Mas eu tô com os Hornets nessa. A gurizada de Charlotte finalmente encontrou o caminho com o Kon Knueppel trazendo essa mentalidade vencedora. E cara, eles arremessam de 3 como poucos na liga. Se a bola entrar do perímetro, Miami vai sofrer.

    Do outro lado, Orlando Magic decepcionou um pouco na temporada, mas terminou quente. O Franz Wagner voltou saudável no momento certo. Já o Philadelphia… bom, Joel Embiid com apendicite é uma pancada e tanto. Jogar sem o pivô titular nunca é fácil.

    Na minha visão, Charlotte vai surpreender geral e chegar nos playoffs. Vocês acham que eles conseguem ou a experiência de Miami fala mais alto?

    Oeste selvagem como sempre

    No Oeste a coisa tá ainda mais louca. Phoenix Suns, que já foram finalistas, precisam passar pelo play-in. Golden State Warriors também. É muita qualidade brigando por duas vagas.

    Olha, eu não consigo nem imaginar um cenário onde Warriors ou Suns ficam de fora dos playoffs. Mas é isso que torna o play-in tão especial — qualquer coisa pode acontecer em jogo único.

    A real é que independente de quem avançar, os playoffs vão estar recheados de time bom. E nós, como sempre, vamos ter que escolher entre dormir ou assistir basquete de primeira. Eu já escolhi meu lado.

  • LaMelo e Kon fazem história igual aos Splash Brothers

    LaMelo e Kon fazem história igual aos Splash Brothers

    Olha, eu não esperava ver uma dupla fazer isso tão cedo, mas os caras do Charlotte conseguiram. LaMelo Ball e Kon Knueppel viraram apenas o segundo duo da história da NBA a acertar pelo menos 270 bolas de três em uma temporada. E adivinhem quem foi o primeiro? Curry e Klay Thompson, os lendários Splash Brothers.

    Sinceramente, quando vi esse número pensei: “Pera aí, isso é real mesmo?”. Mas é, mano. Os dois moleques dos Hornets meteram fogo de três pontos a temporada inteira e agora estão na mesma prateleira que os caras que revolucionaram o basquete moderno.

    A virada de chave dos Hornets

    Charlotte foi uma das maiores surpresas da temporada. Começaram meio mornos (26-26 antes do All-Star Game), mas depois pegaram fogo e fecharam com 18 vitórias em 27 jogos. Essa arrancada toda tem muito a ver com a dupla LaMelo-Kon se entendendo melhor na quadra.

    E cara, que dupla! LaMelo já sabíamos que tinha esse talento absurdo pro arremesso de longa distância, mas o Kon Knueppel tem me surpreendido demais. O cara chegou quieto e já tá fazendo história junto com um dos jovens mais talentosos da liga.

    Comparação inevitável com os Splash Bros

    Curry e Thompson fizeram essa marca duas vezes (2015-16 e 2022-23), e olha que eles são considerados a melhor dupla de arremessadores da história. Quatro títulos da NBA, 13 seleções pro All-NBA e 17 All-Star Games combinados. É currículo pra ninguém botar defeito.

    Agora, será que o LaMelo e o Kon conseguem chegar nem que seja na metade disso? Porque se conseguirem, cara, os Hornets podem finalmente virar uma franquia relevante de novo. Faz tempo que Charlotte não empolga tanto assim.

    O mais legal é ver como o basquete evoluiu. Antes era só Golden State fazendo chover de três, agora você tem duplas pelo país inteiro tentando imitar os Splash Brothers. E esses dois dos Hornets não estão só tentando — estão conseguindo.

    Vocês acham que essa dupla tem potencial pra ir longe mesmo? Porque pelo que eu vi nessa temporada, o céu é o limite pra esses caras. Agora é torcer pra passarem do play-in e mostrarem que vieram pra ficar.

  • Curry encara a 10ª colocação: Warriors no Play-In de novo

    Curry encara a 10ª colocação: Warriors no Play-In de novo

    Olha, eu não sei se vocês estão acompanhando, mas o Steph Curry tá passando por uns perrengues que eu jamais imaginei ver na carreira dele. Os Warriors terminaram a temporada regular em 10º lugar no Oeste — de novo! — e vão ter que lutar pela vida no Play-In Tournament contra os Clippers.

    O cara que já levantou quatro títulos da NBA agora tá lidando com a realidade de uma temporada 37-45. Trinta e sete vitórias! É de doer o coração de qualquer fã dos Warriors ver isso.

    A dura realidade dos Play-Ins

    Na derrota de domingo por 115-110 pros Clippers, Curry fez 24 pontos em 29 minutos — números que em outras épocas seriam considerados uma noite tranquila pra ele. Mas não é mais sobre os números individuais, né? É sobre o time estar numa situação desesperadora de novo.

    “Nós já fomos 10º colocados duas vezes?”, perguntou o próprio Curry numa entrevista. Cara, isso meio que resume tudo. O monstro tá perdido com a própria situação! Mas ele completou: “Sou grato por isso agora porque você tem um jogo e talvez outro pra manter sua temporada viva.”

    É a quarta vez na era do Play-In que os Warriors se encontram nessa situação do tudo ou nada. Quatro vezes em seis anos possíveis. Isso não é coincidência, é um padrão preocupante.

    Lesões destroçaram a temporada

    Sinceramente acho que as lesões explicam muito dessa temporada desastrosa. Não foi só azar — foi uma sequência de problemas que desmantelou qualquer chance de os Warriors brigarem por algo mais sólido na classificação.

    Mas conhecendo o Curry (e olha que eu acompanho esse cara desde quando ele era subestimado), ele tem essa capacidade absurda de elevar o nível quando as coisas apertam. “Vai ser super fácil pra mim e pros Warriors entrarem no modo vida ou morte na quarta-feira contra os Clippers”, disse ele.

    Super fácil? Essa confiança é o que separa os grandes dos normais.

    O confronto decisivo

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem dar a volta por cima? Os Clippers vão usar a dupla Kris Dunn e Derrick Jones Jr. pra marcar o Curry — estratégia que funcionou bem no jogo de domingo. Jones Jr. tem 2,03m de altura e 2,13m de envergadura, vai tentar sufocar o Golden Boy.

    Mas vamos combinar: quantas vezes não subestimamos esse time dos Warriors quando eles estão contra a parede? Quantas vezes o Curry não fez a gente engolir as palavras?

    O Play-In Tournament começa na terça-feira, dia 14, e os Warriors enfrentam os Clippers na quarta. Um jogo, uma chance. É isso que sobrou da dinastia que fez o basquete moderno.

    Cara, é difícil aceitar que chegamos nesse ponto. Mas se tem alguém que pode fazer mágica acontecer quando tudo parece perdido, é Stephen Curry. Vamos torcer!

  • Celtics na temporada: Jaylen virou MVP e Queta surpreendeu demais

    Celtics na temporada: Jaylen virou MVP e Queta surpreendeu demais

    Cara, que temporada o Boston Celtics teve! Acabou a temporada regular e, sinceramente, preciso confessar: eu não esperava metade do que vi. Com o Tatum fora, todo mundo pensou que seria um ano perdido pros C’s. Mas olha só — segundo lugar no Leste e uma performance que deixou qualquer um de queixo caído.

    E aí, quem vocês acham que merece os prêmios individuais dessa temporada absurda? Vou dividir aqui minha visão sobre quem mandou bem de verdade.

    Jaylen Brown virou um monstro

    MVP da temporada? Jaylen Brown, sem discussão. O cara simplesmente decidiu carregar o time nas costas quando todo mundo duvidava. 28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências por jogo — todos recordes pessoais dele.

    Três triple-doubles, 14 double-doubles, e aquele jogo de 50 pontos contra o Clippers em janeiro que me fez gritar sozinho aqui em casa. Seis jogos com mais de 40 pontos. O maluco não só foi o MVP do Celtics como ainda brigou pelo prêmio da liga inteira!

    Na minha opinião, essa foi a temporada que definitivamente provou que o Brown pode ser o cara principal de um time grande. Que evolução absurda.

    A surpresa portuguesa que ninguém viu vindo

    Neemias Queta foi o jogador que mais evoluiu, sem sombra de dúvida. O português de 26 anos dobrou literalmente todos os números da temporada passada: 10.2 pontos, 8.4 rebotes e 1.3 tocos por jogo. Dezessete double-doubles como pivô titular!

    “Ele provavelmente é um dos jogadores que mais melhorou esse ano”, disse o próprio Brown sobre o companheiro. E olha, eu concordo completamente. Com Porzingis e Horford fora, o Queta assumiu a responsabilidade e entregou muito mais do que qualquer um esperava.

    O cara deu uma nova dimensão pro ataque dos Celtics, que sempre foi muito dependente do arremesso de 3. Defensivamente então, nem se fala — foi excepcional no garrafão.

    White na defesa e Garza como grande surpresa

    Derrick White merece o prêmio de melhor defensor do time. Passou por alguns momentos ruins no ataque, mas ainda assim fez 16.5 pontos por jogo (recorde pessoal). Na defesa, foi ainda melhor que o normal.

    O maluco quase fez história: ficou apenas dois tocos de se tornar o primeiro jogador da NBA a fazer 200 cestas de 3 e 100 tocos na mesma temporada. Impressionante, né? 1.3 tocos e 1.1 roubos por jogo. Primeira seleção pro All-Defense vem aí.

    Agora, a maior surpresa foi Luka Garza. Quando os Celtics negociaram Porzingis e perderam Horford, todo mundo ficou preocupado com a falta de opções no garrafão. Garza era praticamente a única adição, e sinceramente? Ninguém esperava nada demais dele.

    Mas o cara entregou: 8.1 pontos e 4.1 rebotes em 69 jogos, acertando 43.3% das cestas de 3! Aquele jogo de 27 pontos e 12 rebotes contra o Orlando no último jogo da temporada foi simplesmente mágico.

    Vocês acham que ele consegue espaço nos playoffs disputando com Vucevic? Eu acho que o Mazzulla já confia nele o suficiente pra dar minutos importantes se precisar.

  • Curry ainda é o rei: lidera vendas mesmo jogando menos

    Curry ainda é o rei: lidera vendas mesmo jogando menos

    Olha só que parada interessante: Steph Curry jogou apenas 43 partidas na temporada pelos Warriors, mas isso não abalou nem um pouco a paixão da galera por ele. O cara continua sendo o dono da parada quando o assunto é venda de camisas na NBA.

    A liga divulgou hoje que a camisa do Chef foi a mais vendida da temporada regular 2025-26. E eu vou ser sincero com vocês — não me surpreende nem um pouco. O Curry pode ter cabelo grisalho, pode estar jogando menos minutos, mas o carisma e o magnetismo do cara são absurdos.

    A lista dos mais populares

    Logo atrás do Curry veio Luka Dončić — e aqui tem uma curiosidade interessante, porque o esloveno agora está nos Lakers (imaginem a loucura que deve ser essa combinação). No top 5 ainda entraram Jalen Brunson dos Knicks, o fenômeno Victor Wembanyama do Spurs e o eterno LeBron James.

    Anthony Edwards, Cade Cunningham e LaMelo Ball também marcaram presença no top 15. Mas sabe quem me chamou atenção? Cooper Flagg dos Mavericks apareceu em 9º lugar — o único rookie da lista. Esse garoto realmente tem algo especial.

    Warriors em baixa, Knicks em alta

    Agora, quando o assunto é merchandising geral dos times, aí a história muda. Os Knicks dominaram as vendas, com Lakers, Celtics e Warriors completando o top 4. É interessante ver como Nova York voltou a ser relevante no basquete — e isso se reflete nas vendas.

    Sinceramente acho que isso mostra como a NBA é sobre personalidades tanto quanto sobre basquete. O Curry pode não estar no auge fisicamente, mas continua sendo uma figura que transcende o esporte. Quantos jogadores conseguem manter essa popularidade mesmo jogando menos?

    E aí, galera — vocês acham que o Curry vai conseguir mais uma temporada em alto nível, ou já está na hora de pensar em aposentadoria? Porque pelo visto, a torcida ainda não está pronta pra se despedir do maior arremessador da história.

  • Thunder líder absoluto! Meu power ranking final da temporada

    Thunder líder absoluto! Meu power ranking final da temporada

    Galera, chegamos ao fim da temporada regular da NBA 2025-26 e que viagem foi essa, hein? Os playoffs já estão aí batendo na porta e eu não consigo conter a ansiedade. Vamos falar do meu ranking final dos 30 times porque, sinceramente, algumas posições me surpreenderam até o último jogo.

    O Top 5 que ninguém esperava no início da temporada

    Oklahoma City Thunder na primeira posição com 64-18. Cara, eu sabia que eles eram bons, mas ISSO aí é coisa de monstro. O Shai Gilgeous-Alexander simplesmente resolveu que ia dominar a liga inteira.

    Logo atrás vem San Antonio Spurs (62-20) e olha, o Wembanyama machucado nas costelas me deu um frio na barriga. Mas parece que não é nada sério, então respirem aliviado, spursistas brasileiros. O francês vai estar 100% pros playoffs.

    Detroit Pistons em terceiro (60-22) – gente, DETROIT! Quem diria que eu estaria escrevendo isso dois anos atrás? Esse time virou uma máquina absoluta.

    Boston Celtics (56-26) mantém o padrão de excelência, mas confesso que esperava mais deles na reta final. Denver Nuggets (54-28) fecharam com 12 vitórias seguidas – o Jokić simplesmente não envelhece.

    A zona de perigo dos playoffs

    Houston Rockets (52-30) subindo duas posições no final me chamou atenção. Foram 9-1 nos últimos 10 jogos! E agora vão enfrentar os Lakers na primeira rodada. Falando nisso…

    Os Lakers (53-29) estão numa situação complicada com Luka Dončić machucado (sim, ele está nos Lakers agora, que timeline é essa?). Austin Reaves também no departamento médico. Vocês acham que eles conseguem passar dos Rockets assim?

    Uma coisa que me deixou puto foi o Orlando Magic perdendo pros Celtics que estavam com o time todo reserva descansando. Resultado? Caíram pra oitava posição e agora vão ter que viajar pra Filadélfia no play-in. Cara, isso é amadorismo!

    O fundo do poço e a loteria do draft

    Milwaukee Bucks (32-50) foi o grande desastre da temporada. Doc Rivers saindo do comando e as especulações sobre o futuro do Giannis… nossa, que situação triste pra um time que era campeão há poucos anos.

    Dallas Mavericks (26-56) também despencaram, mas pelo menos vão ter uma boa posição no draft. Washington Wizards fecharam com 17-65 – dezessete vitórias, pessoal. DEZESSETE.

    Agora é torcer pros playoffs serem épicos. Thunder e Spurs parecem os favoritos absolutos, mas NBA é NBA, né? Qualquer coisa pode acontecer. O que vocês acham? Quem leva o anel esse ano?

  • Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Cara, o Zion Williamson tá cansado. E quando digo cansado, é daquele jeito que todo mundo que torce pelo Pelicans conhece bem — sete anos na NBA e ZERO jogos de playoffs. Zero mesmo.

    Na coletiva pós-temporada, o cara foi direto: vai ter “um verão diferente” pela frente. E olha, depois de mais uma campanha decepcionante (26-56), era o mínimo que a gente esperava ouvir.

    Os números não mentem, mas também não animam

    Zion jogou 62 partidas nesta temporada — que pra ele já é quase um milagre, considerando o histórico de lesões. Fez média de 21 pontos por jogo, foi “eficiente”, mas ele mesmo admitiu: “Meu jogo foi OK, mas eu não quero ficar aqui falando que foi OK quando a gente nem chegou no play-in.”

    Sinceramente? Ele tem razão. OK não serve mais pra um cara que foi primeira escolha geral do Draft e ganha quase 200 milhões de dólares.

    O mais impressionante (e triste ao mesmo tempo) é que dos 62 jogos que ele disputou, o Pelicans ganhou apenas 22. Vinte e duas vitórias, mano. Com um dos talentos mais absurdos da liga em quadra.

    “Preciso ser mais imprevisível”

    A autocrítica foi pesada. Zion falou que quer “atacar de múltiplas áreas da quadra” e ser “imprevisível no ataque”. Traduzindo: o cara sabe que só fazer força bruta no garrafão não tá resolvendo mais.

    E tem mais — ele quer jogar entre 75 e 82 jogos na próxima temporada. Pra quem perdeu 280 partidas em sete anos por causa de lesões (joelho, mão, pé, posterior da coxa), isso é praticamente um sonho impossível. Mas pelo menos ele tá sonhando alto.

    O Dejounte Murray, que chegou esse ano, elogiou a evolução do Zion na questão física: “Acho que ele tá entendendo. Precisa continuar cuidando do corpo e da mente.”

    Nova Orleans é casa, mas paciência tem limite

    Uma coisa que me chamou atenção foi o Zion reforçando que quer ficar em Nova Orleans. “Aqui é minha casa”, disse. “Quando a temporada acaba, muitos caras saem da cidade. Eu moro aqui.”

    Mas aí fica a pergunta: até quando essa paixão pela cidade vai segurar a frustração de nunca jogar playoffs? O cara tem 25 anos, está no auge da carreira, e continua vendo abril e maio pela TV como qualquer um de nós.

    Ele disse que vai buscar “abordagens diferentes” e conversar com “outros Hall da Famers” e “outros campeões”. Joe Dumars, o novo VP de operações, parece ter a confiança total do Zion — e olha que o currículo do cara impressiona mesmo.

    Vocês acham que o Pelicans finalmente vai dar certo com Zion saudável? Ou é mais uma temporada de expectativa que vai terminar em decepção? Uma coisa eu sei: se não rolar playoffs em 2024-25, a paciência de todo mundo vai estar no limite.

  • Play-in da NBA: quem vai enfrentar Detroit nos playoffs?

    Play-in da NBA: quem vai enfrentar Detroit nos playoffs?

    Olha só que situação interessante: o Detroit Pistons já sabe que vai receber o jogo 1 dos playoffs no domingo às 18h30 (horário de Brasília), mas não faz ideia de quem vai ser o adversário. E cara, isso torna o play-in tournament muito mais emocionante pra quem torce pelos Pistons.

    No Leste, a bagaça vai ser assim: Miami Heat (10º) visita Charlotte Hornets (9º) na terça-feira, e quem perder tá fora. Simples e cruel. Na quarta, Orlando Magic (8º) pega o Philadelphia 76ers (7º) — o perdedor fica com a sétima colocação e encara o Boston Celtics na primeira rodada. Aí na sexta tem a final: quem ganhar de Heat x Hornets pega quem perder de Magic x Sixers, e o vencedor vai pra Detroit como 8º colocado.

    No Oeste também tem show

    Lá do outro lado, Portland Trail Blazers (8º) enfrenta Phoenix Suns (7º) na terça às 22h, e Golden State Warriors (10º) pega Los Angeles Clippers (9º) na quarta. Os vencedores se enfrentam na sexta pra decidir quem fica com a vaga.

    Mas vamos focar no Leste porque é onde a coisa fica mais interessante pro Detroit. Sinceramente, eu não sei quem seria o adversário ideal pros Pistons. Miami sempre deu trabalho pra eles historicamente — aquele time do Heat parece que cresce contra Detroit, não sei por quê. Charlotte tá jogando um basquete perigoso, mas é inexperiente pra caramba nos playoffs.

    Magic ou Sixers: qual o mal menor?

    Orlando finalmente tá com todo mundo saudável, mas continua sendo aquele time confuso que a gente nunca sabe o que esperar. Uma hora joga pra campeão, outra hora perde pro último colocado. Já o Philadelphia… meu deus, que temporada sofrida. Joel Embiid machucado a temporada toda, mas quando tá bem é monstro demais.

    Na minha opinião? Acho que seria mais interessante ver Miami conseguir a vaga. Pat Riley sempre prepara aquele time pra playoffs, e seria um duelo clássico contra Detroit. Mas vocês acham que os Pistons prefeririam enfrentar quem? Um Heat experiente mas irregular, ou algum desses outros times mais jovens?

    O play-in tournament foi uma das melhores invenções da NBA nos últimos anos. Transforma esses últimos jogos da temporada regular em algo épico, e agora temos essa tensão toda pra saber quem vai pros playoffs de verdade. Domingo não pode chegar logo!

  • Thunder favoritos ao bi? Ranking final da temporada tem surpresas

    Thunder favoritos ao bi? Ranking final da temporada tem surpresas

    Cara, chegou aquele momento do ano que a gente mais ama — playoffs batendo na porta e todo mundo fazendo suas apostas sobre quem vai levantar o Larry O’Brien. E olha, depois de acompanhar essa temporada insana, eu tenho umas opiniões meio controversas aqui.

    Na minha visão, são sete times com chances reais de título, mas sinceramente? Seria chocante se a parada de junho não rolasse em Oklahoma City, Denver ou San Antonio. E essa última opção até me deixa meio cético, mas vamos ver.

    Os Gigantes da Temporada

    O Thunder tá ali no topo, óbvio — 64 vitórias, atual campeão, melhor defesa da liga. Shai Gilgeous-Alexander tá simplesmente absurdo, prestes a ganhar o segundo MVP seguido. Mas o que mais me impressiona nesse time é como eles não se acomodam. Mark Daigneault falou uma coisa que grudou na minha cabeça: “sempre começa entre você e você mesmo”. Filosofia pura.

    Logo atrás vem Denver (54-28) com Jokic fazendo Jokic things. A grande questão é o Peyton Watson — se ele volta bem dessa lesão no posterior da coxa, os Nuggets viram um problema sério para qualquer um. Eles vão precisar muito do atletismo dele se quiserem chegar nas finais de conferência de novo.

    E o San Antonio? Mano, 62 vitórias com Victor Wembanyama no segundo ano. Sessenta e duas! Eu sei que falta experiência, mas quando o Julian Champagnie fala “por que não?”, cara, ele tem razão. Se chegaram até aqui, por que não sonhar alto?

    Boston e Detroit Surpreendem

    O Celtics voltou com Tatum recuperado do Aquiles e foi 13-3 nos jogos que ele jogou. Enquanto isso, Jaylen Brown estava simplesmente monstruoso — nível MVP mesmo. A profundidade do elenco me impressionou, mas tenho minhas dúvidas sobre como os novatos vão se comportar nos playoffs.

    Agora, o Detroit com 60 vitórias? Isso ninguém esperava no começo da temporada. Cade Cunningham perdeu 11 jogos por causa de um pulmão colapsado (que situação bizarra), e mesmo assim o time foi 8-3. Jalen Duren cresceu no garrafão, Daniss Jenkins apareceu… Vocês acham que eles têm peças suficientes para ir até o fim?

    Os Azarões Interessantes

    O Knicks tá numa situação delicada — Tom Thibodeau foi demitido depois de chegar a duas vitórias das finais, e agora Mike Brown tem que provar que era o problema mesmo. Karl-Anthony Towns ainda não encaixou direito no sistema, e a defesa sob pressão continua sendo uma interrogação gigante.

    Cleveland fechou forte com James Harden chegando (19-7 de aproveitamento), e Evan Mobley finalmente mostrou por que tinha tanto hype. Mas convenhamos — vocês confiam no Harden numa série eliminatória contra Detroit? Eu tenho minhas reservas.

    Olha, sete times brigando por título é coisa rara de ver. Vai ser uma pós-temporada histórica, tenho certeza. E vocês, em quem estão apostando as fichas?

  • Os 5 times que podem brigar pelo título têm um padrão claro

    Os 5 times que podem brigar pelo título têm um padrão claro

    Olha só que interessante: apenas cinco times da NBA terminaram a temporada regular no top-10 tanto no ataque quanto na defesa. E por que isso importa? Porque historicamente, desde 1974, cerca de 75% dos campeões da NBA tiveram essas duas características durante a temporada regular.

    É tipo uma receita de bolo para ser campeão, sabe?

    Thunder lidera a defesa, mas todos estão equilibrados

    O Oklahoma City Thunder foi o monstro defensivo da liga, liderando com rating defensivo de 107.2, enquanto manteve um respeitável 119.2 no ataque (7º lugar). Cara, ver esse time defendendo é um espetáculo — são jovens, mas jogam com uma maturidade absurda.

    Os Spurs de San Antonio ficaram em 3º na defesa (110.9) e 5º no ataque (119.3). Wembanyama tá transformando aquele time numa muralha. O Detroit Pistons — sim, o Pistons! — teve a 2ª melhor defesa (109.7) e ficou em 10º no ataque (117.7).

    Do lado mais ofensivo, temos o Boston Celtics com o 2º melhor ataque da liga (120.7) e 4ª defesa (112.8). E o New York Knicks fechou o grupo com 3º lugar no ataque (120.0) e 8º na defesa (113.4).

    Net rating não mente

    Todos esses cinco times também ficaram no top-5 do net rating geral, que é basicamente a diferença entre pontos marcados e sofridos por 100 posses. É a estatística que mais revela a consistência de um time nas duas pontas da quadra.

    Agora, o interessante é que Denver Nuggets e Cleveland Cavaliers têm odds melhores para o título do que Knicks e Pistons, mesmo não estando nesse grupo seleto. Será que as casas de apostas estão certas ou os números históricos vão prevalecer?

    Uma coisa é fato: times que ficam fora do top-10 em uma categoria geralmente compensam ficando no top-3 da outra. O exemplo perfeito disso foi o Houston Rockets de 1995 — a única exceção histórica que ganhou o título ficando fora do top-10 nas duas pontas.

    E aí, quem vocês acham que vai confirmar essa estatística e levar o anel este ano?