Tag: All-NBA

  • Torcida do Clippers zoa Podziemski com placas de brócolis

    Torcida do Clippers zoa Podziemski com placas de brócolis

    Gente, eu vi isso ao vivo e quase morri de rir. A torcida do Clippers decidiu que ia meter o pau no Brandin Podziemski dos Warriors no play-in de ontem, e o que fizeram? Encheram “The Wall” (aquela parede de torcedores atrás da cesta) com placas de brócolis zoando o cabelo do garoto.

    Cara, o Podziemski até sorriu quando foi pros lances livres no primeiro quarto. Imagina você na situação: jogo eliminatório, pressão total, e 4.500 torcedores gritando com você segurando brócolis. Bizarro, mas genial.

    “The Wall” é coisa séria

    Pra quem não conhece, “The Wall” do novo ginásio dos Clippers é absurdo mesmo. São 51 fileiras com 4.500 assentos só pra fazer barulho e atrapalhar o adversário nos lances livres. E funciona — na temporada passada os oponentes converteram só 73,4% dos lances livres quando enfrentaram essa galera.

    E olha que deu certo ontem também. O Podziemski acertou o primeiro lance livre, mas errou o segundo. Ainda bem que o Kristaps Porziņģis estava ali pra pegar o rebote e enterrar. Que jogada!

    Warriors reagiram, mas…

    Depois de um começo meio morno, os Warriors acordaram no segundo quarto e diminuíram a diferença. O próprio Podziemski estava jogando bem — 4 de 8 nos arremessos com duas bolas de três. E o mais importante: não perdeu o bom humor com a zoação.

    Sinceramente, acho que essa é a atitude certa. Ficar pistola com torcida nunca dá certo. O garoto mostrou personalidade e seguiu jogando seu basquete. E vocês, acham que esse tipo de provocação da torcida funciona ou só serve pra motivar mais o jogador?

    No fim das contas, isso mostra como a NBA tá cada vez mais criativa pra criar clima nos jogos. Brócolis como arma psicológica… só na NBA mesmo!

  • NBA favorecendo Lakers? Fãs acusam Silver de manipular playoffs

    NBA favorecendo Lakers? Fãs acusam Silver de manipular playoffs

    Gente, que polêmica! Os fãs da NBA tão revoltados com Adam Silver e eu sinceramente entendo o por quê. A liga divulgou o calendário da primeira rodada dos playoffs de 2026 e… cara, os Lakers ganharam uma folga suspeita demais.

    Olha só que esquema: LA vai começar a série contra os Rockets no sábado, mas depois ganha DOIS DIAS inteiros de descanso antes do Jogo 2. E não para por aí — mais dois dias off antes do Jogo 3, e o Jogo 5 só vai rolar no dia 29 de abril.

    Calendário “conveniente” demais

    Agora vem a parte suspeita. Austin Reaves (lesão no oblíquo) e Luka Dončić (problema no posterior da coxa) tão fora desde 2 de abril. O JJ Redick, técnico dos Lakers, disse que os dois ficam “por tempo indefinido”, mas os médicos estimaram cerca de um mês para volta.

    Fazendo as contas? O Jogo 5 marca EXATAMENTE quatro semanas da lesão dos dois caras. Coincidência? Eu duvido muito.

    “Adam Silver, seu esperto”, escreveu um fã no Reddit. “A gente vê o que você fez aí e agradece.” Outro postou no X: “Três folgas de dois dias pros Lakers, eles querem mesmo que o Luka jogue na primeira rodada” — e ainda colocou emoji de peixe, insinuando que tem coisa podre aí.

    Teoria da conspiração ou cuidado médico?

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi um calendário tão “generoso” assim. Se rolar Jogos 6 e 7, eles acontecem nos dias 1 e 3 de maio — ou seja, mais de um mês completo pros dois voltarem caso precise de um jogo decisivo.

    Na minha visão? A NBA sempre teve seus favoritos, mas isso aqui tá muito na cara. Os Lakers são uma das franquias que mais vendem, mais audiência, mais grana. É business, pessoal.

    E vocês, acham que é coincidência ou o Silver realmente deu uma mãozinha pros Lakers? Porque sinceramente, esse calendário tá mais suspeito que arbitragem de final de Copa do Mundo.

    Uma coisa eu garanto: se o Luka e o Reaves voltarem justamente no Jogo 5, a internet vai pegar fogo. E eu vou estar aqui pipocando vendo a confusão!

  • Os Comandantes do Tank do Jazz que jamais esqueceremos

    Os Comandantes do Tank do Jazz que jamais esqueceremos

    Cara, o Utah Jazz finalmente saiu da era do tanking e agora é hora de homenagear os verdadeiros heróis dessa jornada — os comandantes do tank! E olha, chamar esses caras de comandantes do tank não é desrespeitoso, não. Na verdade, é reconhecer o papel fundamental que tiveram em garantir picks altos no draft enquanto mostravam seu talento pro resto da liga.

    Luka Šamanić: O Tank Commander Internacional

    O croata Šamanić chegou no Jazz depois de passar apenas duas temporadas em San Antonio (imagina ser dispensado pelos Spurs?). Na temporada 2023-24, ele jogou 43 partidas pelo Jazz com médias modestas de 4 pontos e 2 rebotes. Mas olha só o que importa: ajudou o time a conquistar um recorde de 31-51 e a 9ª escolha geral do draft.

    Hoje ele tá mandando bem na liga russa, fazendo 13 pontos e 5 rebotes por jogo. Sinceramente? Acho que ele pode ter uma segunda chance na NBA se continuar evoluindo assim.

    Talen Horton-Tucker: O Mais Fascinante de Todos

    THT é simplesmente meu favorito dessa lista. Duas temporadas no Jazz sendo ao mesmo tempo empolgante e frustrante de assistir — o cara às vezes esquecia que tinha quatro companheiros em quadra junto com ele! Mas que show, meus amigos.

    A melhor partida dele foi contra o Spurs: 41 pontos! As bandejas acrobáticas e enterradas monstruosas eram de outro mundo. O problema? A visão de túnel era real. Hoje ele tá no Fenerbahçe, na Euroliga, e com 25 anos ainda tem tempo de voltar pra NBA.

    Vocês acham que ele consegue desenvolver o passe e ter uma segunda chance?

    Os Outros Guerreiros do Tank

    Darius Blazley teve uma passagem relâmpago pelo Jazz — apenas 6 jogos, 4 derrotas. Missão cumprida! O cara rodou por vários times da NBA e infelizmente teve uns problemas recentemente na China (empurrou um companheiro de time, foi dispensado). Com 25 anos, torço pra ele dar a volta por cima.

    Juan Toscano-Anderson, campeão da NBA com o Warriors, fez 22 jogos pelo Jazz. O único cara na história da franquia a usar a camisa #95 — isso é história, pessoal! Hoje tá jogando na Itália e se mantendo ativo.

    Kenneth Lofton Jr. pode ter jogado apenas 4 partidas, mas que impressão deixou! 27 pontos, 9 rebotes e 8 assistências numa vitória sobre os Clippers. O cara não tem o físico típico da NBA, mas joga pra caramba. De todos da lista, acredito que ele tem as melhores chances de voltar.

    É isso aí, galera. Esses caras podem não ter trazido vitórias, mas trouxeram esperança na forma de picks altos no draft. Trabalho ingrato, mas essencial. E agora que o Jazz saiu do tanking, fica a nostalgia desses tempos loucos.

  • Westbrook quer ficar no Kings: ‘Se me quiserem, eu fico’

    Westbrook quer ficar no Kings: ‘Se me quiserem, eu fico’

    Olha, eu não sei se esperava essa. Russell Westbrook acabou de deixar claro que topa ficar mais uma temporada no Sacramento Kings — mesmo depois de uma temporada que, vamos combinar, foi bem longe do ideal.

    “Se eu for bem-vindo de volta, então eu volto”, disse o armador veterano quando perguntaram se ele retornaria para os Kings na próxima temporada. Simples assim. Direto ao ponto, no estilo Westbrook.

    Uma temporada para esquecer

    Cara, que temporada difícil foi essa para Sacramento. O time terminou empatado na última posição da Conferência Oeste, e ainda por cima Westbrook ficou de fora dos últimos jogos por lesão. Não é exatamente o final que você sonha quando assina com um time novo, né?

    Mas olhando os números individuais do Russ, a coisa não foi tão catastrófica assim. Em 64 jogos (foi contratado praticamente em cima da hora, antes do início da temporada regular), ele teve médias de 15.2 pontos, 5.4 rebotes, 6.7 assistências e 1.3 roubos de bola.

    Vale a pena apostar no veterano?

    Sinceramente, acho que os números do Westbrook não são ruins para um cara que já passou dos 35 anos e que chegou no Kings meio que de paraquedas. O problema é que números individuais não ganham jogos sozinhos — e Sacramento mostrou isso na pele.

    A questão agora é: o Kings vai querer de volta? Westbrook ainda tem aquela intensidade toda, aquela vontade de competir que sempre teve. Mas será que ele encaixa no projeto de Sacramento para 2024-25?

    E aí, o que vocês acham? Dariam mais uma chance para o Westbrook em Sacramento, ou acham que é hora dos Kings tentarem algo diferente? Eu fico na dúvida, pra ser honesto. O cara ainda joga, mas talvez não seja exatamente o que o Kings precisa para sair dessa situação complicada.

  • NBA quebra tudo: audiência explode em 24 anos de recorde!

    NBA quebra tudo: audiência explode em 24 anos de recorde!

    Gente, vocês viram isso? A NBA simplesmente destruiu todos os números de audiência da temporada passada. Estou falando de 170 milhões de espectadores americanos na temporada regular — o maior número em 24 anos! Vinte e quatro anos, pessoal. Isso significa que não víamos números assim desde 2001.

    E o mais louco? Foi um aumento de 86% comparado com a temporada anterior. Oitenta e seis por cento! Eu já esperava que os números fossem bons com toda a movimentação no mercado, mas isso aí passou das minhas expectativas mais otimistas.

    O novo contrato de US$ 76 bilhões fazendo a diferença

    Essa explosão marca o primeiro ano do novo acordo de direitos de transmissão da liga — um contrato monstruoso de 11 anos que vale mais de US$ 76 bilhões. Sinceramente, quando vi esse número pela primeira vez pensei “não é possível”, mas os resultados estão aí provando que valeu cada centavo.

    A grande sacada foi trazer a Amazon Prime Video e ressuscitar a parceria com NBC/Peacock, que ficou fora por anos. Junto com ABC/ESPN e NBA TV, agora temos quatro plataformas principais bombardeando basquete pra geral. E funcionou, né não?

    A audiência média das quatro plataformas chegou no maior pico em 13 anos — aumento de 35% comparado com a temporada passada. Foram 57 jogos com pelo menos 2 milhões de espectadores cada, o melhor número desde 2011-12.

    All-Star Game voltou a bombar na NBC

    Olha só que absurdo: o All-Star Game na NBC teve média de 8,8 milhões de telespectadores. É a maior audiência do meio da temporada em 15 anos! Eu lembro como o pessoal reclamava que o jogo das estrelas estava perdendo o brilho, mas parece que mudou de canal e mudou tudo.

    E tem mais — os jogos da fase de grupos da NBA Cup (aquele torneio no meio da temporada) tiveram aumento de 90% na audiência. Noventa por cento! Quem diria que uma competição meio artificial ia colar tanto assim.

    No total, foram mais de 920 milhões de horas assistidas — aumento de 25% e também o melhor desde 2011-12. Vocês conseguem imaginar esse número? É muita gente grudada na TV vendo nossos caras jogarem.

    Redes sociais também explodiram

    Fora da TV tradicional, as redes sociais da NBA geraram 228 bilhões de visualizações segundo a Videocites — crescimento de 13% comparado com a temporada anterior. Duzentos e vinte e oito bilhões. Minha cabeça nem processa direito um número desses.

    E não para por aí: a frequência nos ginásios nos últimos três anos superou qualquer período comparável na história da liga. O pessoal não tá só assistindo em casa — tá lotando as arenas também.

    Na minha opinião, a NBA acertou em cheio com essa estratégia de diversificar as transmissões. Ter o jogo em streaming, TV aberta, TV fechada… cada um assiste onde prefere e todo mundo fica feliz. E aí, vocês acham que esses números se mantêm na próxima temporada ou foi só o hype inicial do novo contrato?

  • Notas da temporada: quem mandou bem e quem decepcionou na NBA

    Notas da temporada: quem mandou bem e quem decepcionou na NBA

    Cara, que temporada regular maluca essa de 2025-26, né? Com o playoff começando, é hora de fazer aquela análise clássica: quem entregou o que prometeu e quem simplesmente desapontou. E olha, teve surpresa pra caramba esse ano.

    Vou ser sincero com vocês – algumas dessas notas me surpreenderam mesmo. Time que todo mundo achava que ia brigar pelo lottery pick chegando nos playoffs, medalhão fazendo feio… enfim, a NBA nunca deixa de nos surpreender.

    Os monstros que mereceram nota A

    Boston Celtics (56-26) – Mano, depois que o Tatum rasgou o tendão de Aquiles, todo mundo pensou “era isso pro Boston”. Aí eles foram lá e trocaram Porzingis e Jrue Holiday, perderam o Horford… parecia receita pro desastre. Mas o Jaylen Brown simplesmente decidiu virar Super Saiyan e o Joe Mazzulla mostrou por que é um dos melhores técnicos da liga. 56 vitórias sem o seu astro principal? Isso é coisa de técnico do ano mesmo.

    Charlotte Hornets (44-38) – Gente, isso aqui é surreal. O Charlotte foi de 26 vitórias (previsão) pra 44 e ainda por cima garantiu vaga no play-in. Depois do All-Star break foram 18-9 – números absurdos! Quem diria que veríamos os Hornets brigando por playoff de novo? Primeira vez em quase uma década que eles têm essa chance real.

    Detroit Pistons (60-22) – Olha só essa loucura: de 14 vitórias em 2023-24 pra 60 agora. SESSENTA! Isso só aconteceu duas vezes na história da franquia. O Cade Cunningham virou candidato a MVP (e merece), o Jalen Duren explodiu de vez… Detroit voltou a ser aquele time físico e cascudo que a gente conhece. Que evolução absurda.

    Phoenix renasceu das cinzas

    Phoenix Suns (45-37) – Sinceramente? Todo mundo achava que eles iam terminar em último lugar. EU achava isso também, não vou mentir. Mas o técnico Jordan Ott (que contratação, hein?) criou uma cultura de trabalho que funcionou. 45 vitórias sendo que a previsão era 30? Agora vão ter que ganhar na sexta pra garantir playoff, mas já foi um sucesso tremendo.

    San Antonio Spurs (62-20) – E o Wemby, galera? Depois daquela temporada passada complicada com o problema do coágulo… ninguém imaginava 62 vitórias. O cara simplesmente voltou e mostrou por que é considerado o futuro da liga. San Antonio de volta ao topo – que nostalgia boa!

    E vocês, qual resultado mais os surpreendeu?

    Eu confesso que não esperava tanto do Charlotte e do Detroit. Phoenix também foi uma surpresa positiva gigante. Já o Boston, mesmo sem Tatum, tem essa cultura vencedora que impressiona.

    Claro que ainda tem as notas B, C, D e F pra falar – e acreditem, tem muita decepção por aí também. Mas esses cinco times que tiraram A realmente merecem os parabéns. Superaram expectativas de forma espetacular.

    O que vocês acham? Quem mais merecia estar nessa lista dos melhores da temporada regular?

  • NBA explode na audiência: 86% de aumento é só o começo

    NBA explode na audiência: 86% de aumento é só o começo

    Mano, vocês viram os números que a NBA divulgou? Eu tô impressionado — e olha que eu já esperava coisa boa com essas mudanças todas na transmissão.

    170 milhões de americanos assistiram jogos da NBA nesta temporada regular. Cento e setenta milhões! É quase metade da população dos Estados Unidos vendo basquete. E o mais absurdo: isso representa um crescimento de 86% comparado à temporada passada.

    A revolução do streaming chegou de vez

    A grande novidade foi o Amazon Prime Video entrando no pedaço pela primeira vez. Eu confesso que fiquei meio cético no início — será que o pessoal ia se adaptar a assistir NBA no streaming? Mas cara, deu super certo.

    E o retorno da NBC depois de uma geração fora? Nostálgico demais. Quem é mais velho deve lembrar dos tempos áureos da liga nos anos 90 com a NBC transmitindo. Agora eles voltaram junto com o Peacock, e pelo visto o público abraçou.

    O contrato novo de 11 anos por mais de 76 bilhões de dólares que começou nesta temporada claramente foi um investimento certeiro. Quando você diversifica as plataformas assim, consegue alcançar muito mais gente.

    Os números que mais me chamaram atenção

    Olha só esses dados: 57 jogos tiveram média de mais de 2 milhões de telespectadores. É o maior número desde 2011-12! E não é só quantidade — as pessoas estão assistindo mais tempo também. Foram mais de 920 milhões de horas assistidas, um aumento de 25%.

    O All-Star Game na NBC teve média de 8.8 milhões de telespectadores. Desde 2011 não via um número assim para o jogo das estrelas. Será que foi só a nostalgia da volta da NBC ou o formato novo realmente funcionou melhor?

    E vocês sabem o que mais me deixa animado? A NBA Cup (aquele torneio no meio da temporada que muita gente criticou) teve 90% de aumento na audiência nos jogos da fase de grupos. Eu era meio cético com essa competição, mas parece que tá funcionando.

    Nas redes sociais também bombou

    228 bilhões de visualizações nas redes sociais da NBA. É difícil até processar esse número, né? Um crescimento de 13% que mostra como a liga entendeu que precisa estar presente em todas as plataformas.

    E não é só TV não — os ginásios também tão lotados. As últimas três temporadas tiveram a maior média de público na história da liga. O basquete tá realmente em alta em todos os aspectos.

    Sinceramente, acho que estamos vendo uma nova era dourada da NBA chegando. Com essas novas parcerias de transmissão, mais acessibilidade pro público e jogadores cada vez mais talentosos, o futuro da liga parece brilhante mesmo.

    E vocês, notaram essa explosão na audiência? Mudaram alguma coisa na forma de assistir os jogos com essas novas opções?

  • NBA vai investigar pisão do LaMelo Ball que machucou Bam Adebayo

    NBA vai investigar pisão do LaMelo Ball que machucou Bam Adebayo

    Olha, eu sabia que essa história não ia ficar barata. A NBA anunciou que vai investigar oficialmente aquela jogada polêmica do LaMelo Ball que deixou Bam Adebayo machucado no play-in de terça-feira. E sinceramente? Era o mínimo que tinham que fazer.

    A situação foi assim: Charlotte ganhou do Miami por 127-126 na prorrogação — jogaço, aliás — mas o que todo mundo tá comentando é aquela rasteira que o LaMelo deu no Bam no segundo quarto. O cara do Heat pegou o rebote, tentou ficar em quadra, e o Ball simplesmente… deu um peteleco no pé dele. Resultado? Bam no chão com lesão nas costas e só 11 minutos de jogo.

    Spoelstra não perdoou

    Erik Spoelstra não tava pra brincadeira depois do jogo. O técnico foi direto: “Não acho fofo, não acho engraçado. É uma jogada estúpida e perigosa”. Cara, quando o Spo fala desse jeito, é porque a coisa tá séria mesmo.

    O mais revoltante? Os árbitros nem viram na hora. Zach Zarba explicou depois que não dava pra revisar porque não pararam o jogo na hora — aí quando foi ver, já era tarde demais. Que sistema é esse, mano?

    LaMelo pediu desculpas (duas vezes)

    O LaMelo pelo menos teve a decência de pedir desculpas. Disse que levou uma pancada na cabeça e ficou meio perdido, que ia ver como o Bam tava e tal. Mas aí que tá — os caras descobriram um vídeo de janeiro de 2024 onde o Ball faz praticamente a mesma coisa com o Adebayo!

    Coincidência? Sei não, viu. Quando é uma vez, pode ser acidente. Duas vezes com o mesmo jogador? Aí complica.

    A liga já entrou em contato com os dois times e vai entrevistar o LaMelo. As fontes dizem que pode rolar uma falta flagrante 1 ou até 2, mas suspensão é difícil. Na minha opinião, deveria sim levar pelo menos um jogo. Esse tipo de coisa não pode passar batido.

    E vocês, o que acham? Foi intencional mesmo ou só um lance infeliz do jogo? Porque pra mim, duas vezes com o mesmo cara não é coincidência não.

  • Play-in da NBA tá pegando fogo: 76ers vs Magic e Warriors vs Clippers

    Play-in da NBA tá pegando fogo: 76ers vs Magic e Warriors vs Clippers

    Galera, a coisa tá esquentando na NBA! O play-in tournament continua hoje com dois jogaços que podem definir quem vai pros playoffs de verdade.

    No Leste, temos Orlando Magic contra Philadelphia 76ers — e olha, essa é uma daquelas batalhas que pode ir pra qualquer lado. Os dois times terminaram a temporada regular com 45 vitórias e 37 derrotas cada. Coincidência? Acho que não.

    Magic chegando com moral

    O Magic vinha numa sequência absurda de cinco vitórias seguidas antes de perder o último jogo da temporada pros Celtics (que estavam poupando todo mundo, né). Sinceramente, acho que esse time de Orlando tá mais maduro do que a galera imagina.

    Já os 76ers ganharam os dois últimos jogos depois de perder três seguidos. Meio instável, mas quando funciona… funciona mesmo. A Filadélfia levou a melhor no confronto direto da temporada, mas os times não se enfrentam desde janeiro — ou seja, tudo pode acontecer.

    No Oeste: lenda contra lenda

    E do lado de lá, prepara o coração: Warriors contra Clippers. Stephen Curry versus Kawhi Leonard. Dois ex-MVPs das Finais se enfrentando no play-in — primeira vez na história que isso acontece, segundo a ESPN.

    O Leonard teve uma das melhores temporadas da carreira: 27.9 pontos, 6.4 rebotes e 1.9 roubadas de bola por jogo. Monstro. Já o Curry jogou apenas 43 partidas por causa de uma lesão no joelho (a menor marca desde 2019-20), mas ainda assim cravou 26.6 pontos por jogo. Esse cara é diferenciado.

    Os Clippers ganharam três dos quatro confrontos diretos na temporada regular. Mas Warriors em jogo decisivo? Eu não duvido de nada.

    E agora, quem passa?

    No Leste, quem ganhar entre Magic e 76ers pega o segundo colocado Boston Celtics. Quem perder ainda tem chance: joga contra o Charlotte Hornets (que eliminou o Miami Heat ontem de virada, 127-126 na prorrogação — que jogaço!).

    No Oeste, a situação é parecida. Vencedor de Warriors x Clippers encara o Phoenix Suns na sexta. O perdedor? Vai pra casa. Já que o Portland Trail Blazers surpreendeu todo mundo ontem e eliminou os Suns por 114-110.

    Cara, eu tô ansioso demais pra esses jogos. O play-in sempre entrega emoção, e hoje não vai ser diferente. Vocês acham que os veteranos Warriors conseguem se impor, ou os Clippers vão mostrar que são o time mais completo?

  • Blazers na playoffs e Kon Knueppel no banco: o drama do Play-In

    Blazers na playoffs e Kon Knueppel no banco: o drama do Play-In

    Cara, o Play-In Tournament já começou e que loucura! Portland Blazers garantiu vaga na playoffs pela primeira vez desde 2021, derrubando o Phoenix Suns numa virada épica de 11 pontos no último quarto. Sinceramente? Eu não esperava isso dos Blazers — eles tavam mortos no jogo e de repente… BAM! Deni Avdija simplesmente resolveu jogar basquete de outro planeta.

    E que noite maluca foi essa. Do outro lado, Charlotte Hornets e Miami Heat protagonizaram um jogaço clássico desses que a gente vai lembrar por anos. LaMelo Ball finalmente conseguiu sua primeira vitória em playoffs — o garoto tava com esse macaco nas costas há tempos.

    O Heat perdeu, mas pode ter ganhado

    Olha, pode parecer loucura, mas o Miami Heat perdendo pode ter sido a melhor coisa que aconteceu com eles. Sério mesmo. Quatro anos seguidos no Play-In é frustrante pra um time acostumado a brigar por título. Agora eles garantem uma posição no Draft da NBA, e sabem como é — os dois últimos times que ganharam na loteria (Mavericks e Hawks) tinham perdido no Play-In.

    Pat Riley deve estar até aliviado. Esse elenco atual não tem cara de time campeão, mas com uma pick boa no draft… aí a conversa muda completamente. Imaginem se conseguirem pescar um Giannis Antetokounmpo com essa pick na mão?

    Kon Knueppel e o banco de reservas

    Agora vem a parte triste da história. Kon Knueppel, que vinha fazendo uma temporada de rookie absurda, teve uma das piores noites da carreira. Acabou no banco, vendo o jogo de longe enquanto seus companheiros brigavam por uma vaga na pós-temporada.

    O mais doloroso? As chances dele no Rookie of the Year podem ter ido pro espaço. Como os jogadores ainda podem votar (por causa daquela confusão toda com a regra dos 65 jogos), uma atuação dessas no momento mais importante do ano pesa — e muito. Injusto? Talvez. Mas é assim que funciona na NBA.

    O garoto vai ter mais chances de se redimir na sexta-feira, mas primeira impressão em playoffs é tudo. E a dele não foi das melhores, não vou mentir.

    Agora é torcer pros próximos jogos. Warriors e Clippers se enfrentam, Philadelphia pega o Orlando, e ainda temos mais três vagas pra definir. Vocês acham que os Blazers conseguem fazer algum barulho nos playoffs ou foi só um momento de sorte?