Tag: All-NBA

  • Ex-NBA Damon Jones vai se declarar culpado em esquema de apostas

    Ex-NBA Damon Jones vai se declarar culpado em esquema de apostas

    Olha só que história louca: Damon Jones, o ex-jogador da NBA que muita gente lembra dos tempos de Cleveland Cavaliers, vai se declarar culpado no esquema federal de apostas ilegais que abalou a liga. Cara, quando essa bomba estourou, eu pensei “não pode ser”, mas parece que a coisa é séria mesmo.

    Jones vai ser o primeiro a assumir a culpa nessa investigação que prendeu mais de 30 pessoas. A audiência está marcada para 6 de maio no tribunal federal do Brooklyn, e segundo os advogados dele, rola um acordo com os promotores — embora os detalhes ainda estejam em segredo.

    O cara estava em TUDO

    O mais absurdo é que o Jones foi o único nome ligado às DUAS partes da investigação. Imagina só a situação: ele foi acusado de fraude eletrônica e lavagem de dinheiro por duas coisas completamente diferentes. Primeira: passou informações privilegiadas sobre lesões de estrelas como LeBron James e Anthony Davis para apostadores (que tinham ligações com a máfia, pelo amor de Deus). Lembrando que Jones era ex-companheiro de equipe do LeBron e fazia aquecimento com ele antes dos jogos dos Lakers, mesmo não fazendo parte da comissão técnica.

    Segunda acusação? Ele lucrou e ajudou a atrair jogadores para jogos de pôquer manipulados. Mano, que loucura é essa?

    Não tá sozinho nessa

    Terry Rozier, do Miami Heat, também foi preso por supostamente fornecer informações de que não bateria certas apostas prop em determinados jogos. E tem mais: Chauncey Billups, ex-técnico do Portland Trail Blazers, foi acusado de ser o “rosto” que atraía pessoas para os jogos de pôquer roubados.

    Tanto Rozier quanto Billups se declararam inocentes até agora. Sinceramente, eu não sei o que pensar dessa situação toda — é muita gente envolvida pra ser coincidência.

    E vocês, o que acham? Será que isso vai abalar ainda mais a credibilidade da NBA ou o pessoal vai esquecer rápido? Uma coisa é certa: esse caso vai render muito pano pra manga ainda.

  • Era Kawhi Leonard no Clippers chegou ao fim — e que fim trágico

    Era Kawhi Leonard no Clippers chegou ao fim — e que fim trágico

    Cara, eu não sei vocês, mas eu tô aqui tentando digerir essa eliminação bizarra do Clippers. Perderam pro Warriors ontem à noite e, olha, parece que finalmente chegamos ao fim da era Kawhi Leonard em Los Angeles — e que final mais poético (e trágico) que isso.

    Vamos aos fatos que deixam qualquer um de queixo caído: em 2019, o Clippers tinha o Shai Gilgeous-Alexander — que, sinceramente, tá aí mostrando que é um dos melhores jovens da liga. O que fizeram? Trocaram ele (junto com outras peças) pra conseguir o Paul George e, consequentemente, convencer o Kawhi a assinar. Sete anos depois, foram eliminados pelos Warriors e a pick que saiu naquela troca? Vai cair no sorteio. Se o Warriors ganhar na sexta, adivinha em que posição: 11ª. A MESMA posição do draft de 2019.

    Mano, se isso não é o basquete te trollando, eu não sei o que é.

    O ciclo infinito de decepções

    Vou ser honesto com vocês: acompanho NBA há anos e nunca vi um time com tanto talento individual conseguir ser tão… frustrante. É quase um Mad Lib mesmo, como disse o Sam Quinn. Troca aqui, lesão ali, expectativa lá em cima, eliminação precoce no final.

    Olha a lista de estrelas que passaram por lá nos últimos anos: Rajon Rondo, John Wall, James Harden, Bradley Beal. E o Chris Paul? Cara estava RADIANTE vendo o Clippers ser eliminado — imagina o nível de mágoa que ficou ali.

    E as lesões? Kawhi teve sua temporada mais saudável em anos, mas mesmo assim não rolou. O time mais velho da NBA sendo eliminado por caras ainda mais velhos que qualquer jogador do elenco deles. Stephen Curry e Al Horford simplesmente resolveram meter uma chuva de três pontos e tchau, Clippers.

    O Harden que não apareceu quando precisava

    Sinceramente, eu ainda não superei o fato de eles terem apostado TRÊS anos de controle do draft no James Harden. O cara que todo mundo sabia que some em jogos decisivos. E o que aconteceu? 7 pontos no jogo 5 crítico contra Dallas em 2024, e outros 7 pontos no jogo 7 contra o Denver no ano passado.

    Cara, 7 pontos. SETE. Num jogo 7 de playoffs. Eu fico pensando: será que alguém na diretoria do Clippers não viu os playoffs do Harden nos últimos anos? O cara é monstro na temporada regular, mas nos playoffs…

    E 2020? Aquela era pra ser A temporada. Iam mostrar pros Lakers quem mandava em LA. Resultado? Nem chegaram a jogar contra os Lakers — perderam pro Nuggets antes.

    E agora, é o fim?

    Olha, tecnicamente ainda não sabemos se acabou de vez, mas todos os sinais apontam pra isso. O Clippers já resetou o cronograma organizacional quando trocou Harden e o Zubac no deadline. Warriors até sondaram sobre o Kawhi, mas nada rolou.

    Quando perguntaram sobre uma possível extensão de contrato ontem, Kawhi foi evasivo: “Deixa eu chorar essa derrota mais um pouco”. E segundo fontes internas, a diretoria já não tá mais construindo em torno dele.

    Sem contar que ainda tem essa investigação da NBA sobre os negócios do Kawhi com a Aspiration. A liga pode até anular o contrato dele — imagina o plot twist.

    No fim das contas, foram anos de investimento pesado, apostas arriscadas e sonhos grandes. O resultado? Uma franquia que passou sete anos correndo atrás do próprio rabo, sempre chegando perto mas nunca conseguindo dar o último passo.

    E vocês, acham que o Kawhi fica ou finalmente vai embora? Porque, pela primeira vez em anos, eu genuinamente não faço ideia.

  • Luka e Cade conseguem recurso na NBA – e agora, quem leva o MVP?

    Luka e Cade conseguem recurso na NBA – e agora, quem leva o MVP?

    Olha só que reviravolta! Luka Dončić e Cade Cunningham conseguiram derrubar a regra dos 65 jogos da NBA e agora estão elegíveis para todos os prêmios da temporada, incluindo MVP e All-NBA. E o Anthony Edwards? Esse se ferrou – recurso negado.

    A liga anunciou ontem que tanto o Luka quanto o Cade se enquadraram na tal “cláusula de circunstâncias extraordinárias” do acordo coletivo. Sinceramente, eu não esperava que fosse dar certo, mas que bom que deu!

    Por que eles perderam jogos mesmo?

    O caso do Luka é meio emocionante, não vou mentir. O cara jogou 64 partidas, mas perdeu duas em dezembro porque voltou pra Eslovênia para o nascimento da filha. Mano, como você vai negar isso? É pai de primeira viagem, gente!

    Já o Cade teve azar mesmo – também com 64 jogos válidos porque saiu de uma partida em março com apenas 5 minutos após sofrer um pneumotórax (pulmão colapsado). Bagulho sério! Ficou fora 11 jogos na reta final.

    O Edwards tentou também com seus 61 jogos, mas tomou um não redondo. Às vezes a vida é assim mesmo.

    E agora, muda alguma coisa no MVP?

    Bom, nem o Luka nem o Cade devem ganhar o troféu de MVP – vamos ser realistas. Mas os dois provavelmente terminam no top 5, o que já é histórico pra caramba. E olha, ter seu nome entre os cinco melhores da temporada não é pouca coisa não.

    O mais provável é que ambos peguem uma vaga no All-NBA First Team. Pro Luka seria a sexta vez em oito temporadas (monstro demais), enquanto o Cade nunca conseguiu antes. Na pior das hipóteses, os dois garantem pelo menos um All-NBA, que já faz toda diferença no legado e no bolso também.

    Lakers e Pistons nos playoffs

    Agora, uma coisa é estar elegível pros prêmios, outra é estar disponível pros playoffs. O Luka continua machucado e foi até pra Espanha tratar a lesão no posterior da coxa. O JJ Redick falou que ele e o Austin Reaves estão “fora por tempo indeterminado”.

    Os Lakers estreiam sábado contra o Houston, mas com intervalos grandes entre os jogos. Se o LeBron conseguir esticar a série, quem sabe o Luka não volta?

    Já o Cade voltou a tempo e está 100% pros playoffs. Os Pistons conseguiram 60 vitórias pela primeira vez desde 2006 – mesmo sem ele no final da temporada. Absurdo!

    E aí, vocês acham que essa decisão da liga foi justa? Pra mim, nascimento de filho é motivo mais que suficiente pra perder jogo. Pneumotórax então, nem se fala!

  • Curry voltou machucado e mostrou por que é lenda: show no play-in

    Curry voltou machucado e mostrou por que é lenda: show no play-in

    Olha, eu sempre soube que o Curry era diferente, mas o que ele fez contra os Clippers foi de outro planeta. O cara ficou 27 jogos parado com lesão no joelho, quase encerrou a temporada mais cedo, e quando volta? Mete 35 pontos num jogo eliminatório. Trinta e cinco!

    “É pra isso que você trabalha o ano todo”, disse o próprio Steph depois da vitória por 126 a 121. E cara, ele tem razão. Mas vamos combinar — teve uma hora que eu pensei que não ia rolar.

    Primeiro tempo de fazer chorar

    O primeiro tempo foi sofrido. Curry acertou apenas 2 de 9 arremessos, levando pancada e reclamando da arbitragem. Dava pra ver a frustração no rosto dele. Eu tava aqui em casa pensando: “Será que foi cedo demais pra voltar?”

    Mas aí que tá a magia do Curry. Como o Kerr disse: “Ele pode estar tendo um jogo mediano, e de repente clica”. E quando clica, meu amigo…

    A virada do monstro

    Segundo tempo foi puro show. 16 pontos no terceiro quarto, mais 11 no último. O lance que decidiu foi um pull-up de três com 50 segundos restando, quebrando o empate em 117. Típico Curry — quando a pressão aperta, ele cresce.

    “Não tenho medo de errar, de perder bola. Você só continua tentando”, falou ele. E é exatamente essa mentalidade que faz a diferença. Quantos jogadores conseguem sair de um primeiro tempo ruim direto pra um show dessas proporções?

    O Draymond resumiu tudo: “A maioria das pessoas desistiria”. Mas não o Curry. Catorze anos jogando junto e o cara ainda se impressiona. “Ele é especial, cara muito especial”, disse o Green.

    Agora vem o Suns

    Kerr chamou essa de uma das suas vitórias favoritas em mais de dez anos treinando os Warriors. E olha, dá pra entender. Ver o seu astro voltar machucado e entregar isso numa partida decisiva… é por isso que a gente ama esse esporte.

    Sexta-feira tem Suns pela frente, e quem ganhar pega o Thunder. Sinceramente? Depois do que vi ontem, eu não duvidaria de mais nada vindo desse time dos Warriors. Quando o Curry tá assim, qualquer coisa pode acontecer.

    E vocês, acham que os Warriors conseguem ir longe nesse play-in? Porque depois desse show, eu tô começando a acreditar de novo…

  • Mitchell deixa claro: quer ficar em Cleveland ‘pelo máximo de tempo possível’

    Mitchell deixa claro: quer ficar em Cleveland ‘pelo máximo de tempo possível’

    Donovan Mitchell não tá brincando em serviço quando fala sobre o futuro dele em Cleveland. O cara simplesmente deixou cristalino que não quer jogar em lugar nenhum além dos Cavaliers.

    “Eu amo Cleveland. Já falei isso antes: quero jogar aqui pelo máximo de tempo que eu conseguir. E o objetivo é ganhar — contanto que a gente continue vencendo no mais alto nível. Mas eu amo, cara. É um lugar que eu sinto que posso chamar de casa, sabe?”, disse Mitchell numa entrevista recente.

    Por que ninguém acredita nele?

    O que me chamou atenção foi quando Mitchell questionou por que o pessoal não acredita quando ele fala que curte estar em Cleveland. Cara, eu entendo a desconfiança — quantas vezes já vimos estrelas falarem isso e depois vazarem pro Lakers ou Miami? Mas olhando o contexto todo, faz sentido ele querer ficar.

    Cleveland não é exatamente um destino glamouroso como Los Angeles ou Nova York, mas os Cavs construíram algo sólido ali. Mitchell tá curtindo a parceria com James Harden no backcourt (que parceria, por sinal!) e genuinamente parece ter encontrado seu lugar na hierarquia do time.

    Os playoffs de 2026 no horizonte

    O astro dos Cavs tá animado com o potencial da equipe pra chegar nos playoffs de 2026 — e olha, se continuar nesse ritmo, dá pra sonhar alto mesmo. A química dele com Harden pode ser o combustível que Cleveland precisava pra fazer uma campanha profunda na pós-temporada.

    Sinceramente? Eu gosto de ver jogador falando assim. Mitchell parece ter abraçado Cleveland de verdade, não só de boca pra fora. E vocês, acreditam que ele realmente quer ficar por lá ou acham que é só conversa pra negociação?

    Uma coisa é certa: se os Cavs continuarem competitivos, Mitchell tem tudo pra se tornar uma lenda por lá. Cleveland merece ter uma estrela que genuinamente quer estar na cidade.

  • Kawhi Leonard evita falar sobre futuro nos Clippers após eliminação

    Kawhi Leonard evita falar sobre futuro nos Clippers após eliminação

    Olha, eu esperava muita coisa da entrevista pós-jogo do Kawhi Leonard após a eliminação pros Warriors, mas não esperava ele simplesmente fugir do assunto sobre seu futuro nos Clippers. “Deixa eu chorar um pouco mais por essa derrota”, foi a resposta dele quando perguntaram se ele se via continuando em Los Angeles. Sinceramente? Isso me preocupa.

    A situação é mais complicada do que parece. Leonard entra na última temporada do contrato dele e pode assinar uma extensão de duas temporadas logo depois das Finals — estamos falando de $126,1 milhões. Mas aí que tá o problema: tem essa investigação da NBA rolando sobre um contrato de patrocínio dele com a Aspiration (que já faliu, inclusive).

    A polêmica que ninguém fala

    Cara, essa história da Aspiration é bem esquisita. Ex-funcionários da empresa acreditam que o acordo foi estruturado pra burlar o salary cap — basicamente, seria uma forma dos Clippers pagarem o Kawhi por fora. Quando perguntaram sobre isso, ele foi bem evasivo: “Nunca pensei muito nisso além das perguntas que me fazem. Vocês têm que perguntar pra NBA, não pra mim”.

    Monstro, se isso for verdade, os Clippers estão numa fria danada. E o Kawhi? Bem, ele disse que acha que “vão ficar limpos”, mas convenhamos — ninguém fala assim quando tem certeza absoluta.

    O paradoxo Leonard: genial em quadra, sumido na decisão

    E o mais frustrante é que o cara teve uma das melhores temporadas da carreira dele. 27,9 pontos por jogo (recorde pessoal!), 66 jogos disputados — coisa rara pro Kawhi. Os Clippers faziam +7,8 por 100 posses com ele em quadra e tomavam -6,9 sem ele. Absurdo.

    Mas aí chega o jogo mais importante do ano e… só um arremesso convertido nos últimos 16 minutos. Cinco turnovers no segundo tempo — o maior número desde 2019. Os Warriors simplesmente anularam o cara, e isso me lembra muito o que aconteceu com alguns craques brasileiros quando a marcação apertava nos momentos decisivos.

    Agora vem a parte que me deixa inquieto: várias fontes dizem que os Warriors (entre outros times) já ligaram pros Clippers perguntando sobre a disponibilidade do Leonard depois da troca do James Harden. E essas conversas devem voltar neste verão.

    Vocês acham que ele fica mesmo? Porque eu tô começando a achar que essa indefinição toda não é à toa. Um cara do nível dele geralmente já tem as coisas mais decididas na cabeça.

  • NBA pode fechar acordo milionário com sites de apostas especiais

    NBA pode fechar acordo milionário com sites de apostas especiais

    Olha, essa é daquelas notícias que podem mudar o jogo completamente. A NBA está negociando sério com duas plataformas de “mercados de previsão” – Kalshi e Polymarket – pra fechar uma parceria que pode valer centenas de milhões de dólares.

    E o que são esses mercados de previsão? É tipo apostar, mas não só em quem vai ganhar o jogo. É apostar em TUDO que pode rolar na temporada: quantos pontos o LeBron vai fazer, se o Lakers vai chegar aos playoffs, se algum jogador vai se machucar… É meio assustador quando você para pra pensar.

    A pressão veio lá de cima

    As conversas já rolavam há mais de um ano, mas esquentaram mesmo depois que Michael Selig assumiu como chairman da CFTC (a galera que regula esse tipo de coisa nos EUA). Segundo fontes, foi ele que deu o gás nas negociações ao mostrar que vai ter regulamentação séria no negócio.

    “Foi o engajamento dele que acelerou as conversas”, disse uma fonte. E faz sentido – ninguém quer entrar numa parada sem saber como vai funcionar, né?

    A NBA tá sendo esperta nisso. Eles querem manter controle total sobre que tipo de aposta vai rolar e, principalmente, ter sistema pra detectar qualquer coisa suspeita. Porque convenhamos, apostar em lesão de jogador ou em expulsão é praticamente convidar a manipulação.

    O dinheiro que tá em jogo é absurdo

    A MLB já fechou um acordo exclusivo com a Polymarket que pode chegar a US$ 300 milhões em quatro anos. Trezentos milhões! É o tipo de grana que faz todo mundo prestar atenção.

    Mas a NBA pode ser ainda mais esperta e fechar com as duas plataformas ao mesmo tempo – igual a NHL fez. Por que escolher quando você pode ter os dois pagando?

    Na verdade, Adam Silver já tinha dado umas pistas durante o All-Star Weekend que a liga via esses mercados de previsão do mesmo jeito que vê os parceiros tradicionais de apostas como DraftKings e FanDuel.

    E agora, quando sai?

    Não tem prazo definido, mas as fontes dizem que pode rolar antes da próxima temporada. Scott Kaufman-Ross, vice-presidente executivo da NBA, já apresentou atualizações das negociações pros presidentes dos times essa semana.

    Sinceramente? Eu vejo com olhos meio ressabiados essa história toda. Por um lado, é dinheiro pra liga investir no produto. Por outro, apostar em cada detalhe do jogo pode meio que… tirar a magia? Imagina se descobrirmos que alguém apostou que o Curry ia errar de propósito os últimos lances livres.

    E vocês, o que acham? Essa evolução das apostas é boa pro basquete ou tá indo longe demais?

  • Ja Morant quer sair do Memphis? Os bastidores da treta com o técnico

    Ja Morant quer sair do Memphis? Os bastidores da treta com o técnico

    Olha, essa história do Ja Morant no Memphis tá ficando cada vez mais estranha. Segundo fontes da ESPN, o cara tá espalhando por aí — pra outros jogadores da liga e até ex-técnicos — que não quer mais jogar pelos Grizzlies. E sinceramente? Depois do que rolou, eu até entendo.

    Tudo começou numa discussão feia no vestiário depois de um jogo contra o Lakers no Halloween. O técnico Tuomas Iisalo meteu o pau no Morant por causa do desempenho (3 de 14 nos arremessos em 31 minutos — realmente não foi nada bonito), e o Ja não curtiu nada. Respondeu de forma meio arrogante, segundo as fontes.

    A organização escolheu um lado

    Aqui que a coisa desandou de vez. O Memphis decidiu ficar do lado do técnico e suspendeu o Morant por um jogo. Cara, imagina como isso deve ter doído no ego do cara que é a cara da franquia há anos?

    Pior ainda: os próprios companheiros de equipe receberam orientação pra deixar o Ja sozinho durante a suspensão. Mano, isso é isolamento total. Como é que você constrói química de time tratando tua estrela assim?

    As palavras públicas vs a realidade

    O mais bizarro é que publicamente o Morant disse coisa bem diferente. Em janeiro, depois de um jogaço contra o Orlando em Londres (24 pontos e 13 assistências — um monstro), ele falou: “Tenho um logo nas costas, isso já diz onde quero estar”, se referindo à tatuagem dos Grizzlies.

    Mas pelos bastidores, a conversa é outra completamente. E olha, eu não culpo o cara. Ninguém gosta de se sentir desrespeitado no próprio trabalho, ainda mais sendo a principal estrela do time.

    A temporada do Ja foi um pesadelo mesmo. Apenas 20 jogos, média de 19.5 pontos com aproveitamento de apenas 41% — o pior da carreira. Uma lesão no cotovelo acabou encerrando a temporada em janeiro, logo depois de uma enterrada espetacular que pode ter sido sua última jogada vestindo a camisa de Memphis.

    E agora, o que rola?

    O GM Zach Kleiman tentou jogar panos quentes na segunda-feira: “O Ja tem sido profissional. Todo mundo tá na mesma página”. Mas convenhamos, quando o GM fala que “não vai especular sobre possíveis transações”, já sabemos que algo tá rolando por trás das cortinas.

    Morant nem apareceu nas entrevistas de fim de temporada. Isso aí já diz tudo, né?

    Na minha visão, essa situação tá insustentável. Um jogador do calibre do Ja Morant não pode ficar numa relação desgastada assim com a organização. Vocês acham que ele realmente vai forçar uma troca? Ou será que as coisas ainda se resolvem internamente?

    Uma coisa é certa: se o Memphis realmente perder o Ja por causa dessa treta toda, vai ser uma das maiores burradas da história recente da NBA.

  • Chris Paul trollou pesado os Clippers após eliminação no play-in

    Chris Paul trollou pesado os Clippers após eliminação no play-in

    Cara, o Chris Paul é de outro planeta quando o assunto é guardar rancor. Depois dos Clippers terem sido eliminados pelos Warriors no play-in ontem (126-121), o veterano resolveu fazer uma trollagem épica no Instagram Stories que já tá viralizando pela internet.

    O que ele fez? Compartilhou aquele meme famoso de alguém que disse ter ido ao “funeral dos seus maiores haters” só pra ter certeza de que estavam mortos mesmo. E no caso, os “haters” obviamente eram os Clippers. Monstro demais!

    A treta entre CP3 e os Clippers

    Pra quem não tá ligado na história toda, deixa eu contextualizar aqui. O Paul começou esta temporada justamente com os Clippers — time onde ele jogou por SEIS temporadas. O cara queria jogar perto da família na sua 21ª temporada na NBA, e o presidente dos Clippers ainda o chamou de “um dos jogadores mais impactantes que já vestiram a camisa dos Clippers”.

    Só que a lua de mel durou pouco. No dia 3 de dezembro, de madrugada (porque essas coisas sempre acontecem de madrugada), os Clippers anunciaram que o CP3 não estava mais com o time. E aí saiu que ele e o técnico Ty Lue nem se falavam mais. Imagina o clima!

    O Paul disse que estava “em paz com tudo” e não jogou mais nesta temporada. No deadline, os Clippers trocaram ele pro Toronto Raptors, e poucos dias depois o cara anunciou a aposentadoria. Final melancólico pra um dos maiores armadores da história.

    A eliminação que Chris Paul comemorou

    E ontem foi a cereja do bolo. Os Clippers estavam ganhando por 13 pontos no último quarto (eu já tava achando que iam passar), mas aí os Warriors fizeram aquela virada clássica e tomaram a frente faltando 50 segundos pro fim. Eliminação dolorosa.

    Enquanto isso, o CP3 provavelmente tava em casa comemorando junto com a torcida dos Warriors. E olha, sinceramente? Depois de toda essa confusão, eu não culpo o cara não. Guardar rancor também é uma arte, e ele é mestre nisso.

    Vocês acham que o Chris Paul foi longe demais, ou os Clippers mereceram essa trollagem? Porque pra mim, depois de seis anos de parceria, terminar desse jeito foi meio desrespeitoso mesmo.

  • O fim da era Ja Morant em Memphis: como tudo desmoronou

    O fim da era Ja Morant em Memphis: como tudo desmoronou

    Cara, eu ainda não acredito que chegamos nesse ponto. Ja Morant — o mesmo cara que fazia enterradas impossíveis e parecia ser o futuro da NBA — pode ter jogado seu último jogo pelo Memphis Grizzlies. E que jogo foi esse.

    No dia 21 de janeiro contra o Hawks, o Ja fez uma dessas jogadas que te fazem pular do sofá. Dyson Daniels, que tem 2,03m, estava voando pra uma enterrada de duas mãos quando o Morant — com seus 1,91m — simplesmente decidiu que não ia rolar. O maluco saltou tanto que o cotovelo bateu na tabela durante a descida, mas conseguiu tirar a bola das mãos do cara numa defesa absurda.

    Problema? Foi a última vez que vimos o Ja com a camisa do Memphis.

    A queda livre de uma promessa

    Poucos dias depois dessa jogada monstro, os Grizzlies anunciaram que Morant tinha machucado o cotovelo e seria reavaliado em três semanas. Dois meses depois, com o time brigando pelas melhores posições no Draft, cortaram ele pelo resto da temporada por “desconforto persistente”.

    Na minha opinião, isso foi só uma desculpa bonita. A verdade é que Memphis já estava tentando trocar o Ja faz tempo, e não conseguiu. O GM Zach Kleiman até admitiu publicamente que tentou negociar ele antes do deadline de trades — imagina o constrangimento.

    E olha só como as coisas mudaram rápido. Em 2022, o cara assinou um contrato de cinco anos por US$ 193 milhões e parecia ser o futuro da franquia. Aos 22 anos, já era o Jogador Que Mais Evoluiu da temporada, fazendo 27.4 pontos por jogo. O Memphis tinha vencido 56 jogos com ele, Desmond Bane e Jaren Jackson Jr.

    Quando tudo começou a desandar

    Mas aí começaram os problemas fora das quadras. Em janeiro de 2023, rolou aquela confusão com o pessoal do Indiana Pacers, onde alegaram que apontaram um laser — possivelmente de uma arma — do carro onde o Ja estava. Depois vieram outras polêmicas que mancharam completamente a imagem dele.

    Sinceramente, é triste ver um talento desses se perder assim. O Morant tinha tudo pra ser o próximo Russell Westbrook, mas com mais títulos. A atleticidade dele é de outro planeta — quantas vezes a gente viu ele fazer jogadas que pareciam desafiar a física?

    Agora o Memphis desmontou tudo. Já tinham trocado o Bane pro Orlando Magic no verão passado, e agora mandaram o Jaren Jackson Jr. pro Utah Jazz por três picks de primeira rodada. É o fim oficial de uma era que prometia muito mas entregou apenas uma vitória de playoff.

    A pergunta que não quer calar: quem vai querer apostar no Ja Morant agora? Como disse um executivo da Conferência Oeste, “vai ter hesitação, mas também vai ter times desesperados”. Vocês acham que algum time vai topar essa aposta arriscada?

    É uma pena, porque quando estava focado no basquete, o Ja era simplesmente espetacular. Mas no esporte profissional, talento sem cabeça não leva ninguém longe. Memphis aprendeu isso da pior forma possível.