Tag: All-NBA

  • Wizards mantém Keefe: apostar nos jovens ou loucura?

    Wizards mantém Keefe: apostar nos jovens ou loucura?

    Olha, eu confesso que quando vi a notícia sobre o Brian Keefe ficar no comando dos Wizards, minha primeira reação foi: “Sério mesmo?” O cara tem um cartel de 43-160 desde que assumiu em janeiro de 2024. Quarenta e três vitórias em 203 jogos, gente. É de doer o coração.

    Mas aí você para pra pensar na situação que o Will Dawkins, GM do time, colocou o treinador. “Lideramos a NBA em escalações de jogadores com menos de 21 anos”, disse ele na coletiva de fim de temporada. Cinquenta formações iniciais diferentes numa temporada só! Imagina o desespero do cara tentando montar um esquema tático com esse circo todo.

    O time mais jovem que eu já vi

    Sinceramente, esse roster dos Wizards parece mais uma escolinha de basquete do que um time profissional — mas no bom sentido. Alex Sarr, Tre Johnson, Bub Carrington, Bilal Coulibaly, Will Riley, Kyshawn George… são todos garotos! E todos foram primeiras escolhas do draft. É uma aposta gigante no futuro.

    A questão é: quanto tempo você dá pra esses meninos amadurecerem? Porque 17-65 no final da temporada é de arrepiar. Pior record da NBA, viu. Pelo menos garante 14% de chance na primeira escolha do draft — e pelo que andam falando, essa safra tá carregada de talento.

    As contratações que não deram certo (ainda)

    Ah, e não podemos esquecer das jogadas bombásticas no trade deadline. Trae Young do Atlanta Hawks e Anthony Davis do Dallas Mavericks (espera, Davis no Dallas? Essa linha do tempo tá estranha mesmo). Young jogou cinco partidas e pronto — contusão na coxa e nas costas. Davis nem entrou em quadra por causa de um dedo machucado.

    Davis pelo menos deu aquela declaração clássica segunda-feira: “Eu amo meu dinheiro”, brincando sobre ficar mais uma temporada. Pelo menos o cara é honesto, né?

    O que vocês acham? Keefe merece mais uma chance pra desenvolver essa molecada toda, ou os Wizards deveriam partir pra outro esquema? Na minha visão, com esse tanto de jovem talento, talvez valha a pena ter paciência. Mas 43 vitórias em duas temporadas… cara, é complicado defender isso.

  • Como 48 horas destruíram a temporada dos Lakers

    Como 48 horas destruíram a temporada dos Lakers

    Cara, vocês lembram daquela sequência absurda dos Lakers entre fevereiro e abril? 16 vitórias em 18 jogos, ofensiva voando, defesa funcionando… Parecia que finalmente tinham achado a fórmula mágica com Luka, LeBron e Austin Reaves.

    Eu tava começando a acreditar, não vou mentir. O time que não acertava um arremesso de 3 de jeito nenhum saltou da 19ª para a 8ª posição em aproveitamento. A defesa que parecia um queijo suíço melhorou do 24º lugar para o 9º. E o melhor de tudo: começaram a ganhar dos times grandes mesmo – Knicks, Timberwolves, Nuggets, Cavaliers.

    A sequência que iludiu todo mundo

    Por 33 dias consecutivos, os Lakers foram simplesmente monstruosos. A lesão que tinha tirado o LeBron do começo da temporada estava resolvida, as funções dos três astros estavam encaixadas, e os resultados aparecendo. Depois daquela vitória de 127-113 contra Cleveland – onde viraram um deficit gigante e humilharam os Cavs por 78-49 no segundo e terceiro quartos – o Luka disse uma coisa que me marcou: “Essa sequência significa muito. Só temos que continuar jogando.”

    Só que aí veio aquela maldita partida contra o Thunder em Oklahoma City…

    A tempestade que mudou tudo

    Olha, até o clima estava sinistro naquele dia 2 de abril. Tornado, chuva, raios cortando o céu – parecia presságio do que ia rolar em quadra. Era pra ser o grande teste dos Lakers, né? Primeira vez enfrentando o atual campeão desde novembro, quando tomaram uma surra de 121-92 (mas aí estavam sem o LeBron).

    Dessa vez seria diferente. Times completos, Lakers voando, Thunder também numa sequência de 15 vitórias em 16 jogos. Era pra ser o jogo do ano, Luka vs Shai Gilgeous-Alexander brigando por votos do MVP…

    Cara, foi um massacre. 18-4 logo de cara, 82-51 no intervalo. Eu não conseguia acreditar no que estava vendo. O Reaves já tinha se machucado indo buscar um rebote no primeiro quarto, mas continuou jogando (guerreiro demais). E aí veio a pancada final: meio do terceiro quarto, Luka agarrou a posterior da coxa esquerda e desabou na quadra.

    O fim de um sonho

    Naquela hora já dava pra sentir que a temporada tinha acabado. Não era a primeira vez que o Luka tinha problema nessa mesma perna – já tinha perdido quatro jogos antes do All-Star Game por causa dela. E esse tipo de lesão… cara, é traiçoeira demais.

    Os Lakers já estavam se preparando mentalmente pra ficar sem ele por um tempo, segundo fontes próximas ao time. A ressonância do dia seguinte só confirmaria o que todo mundo já sabia no fundo.

    É incrível como o basquete pode ser cruel, né? Em 48 horas, os Lakers passaram de candidatos reais ao título para um time quebrado lutando só pra não passar vergonha nos playoffs. E olha que eu ainda acredito no LeBron e no Reaves… mas convenhamos, sem o Luka fica complicadíssimo.

    Vocês acham que os Lakers conseguem fazer alguma coisa nos playoffs mesmo com essas lesões? Ou já era?

  • Franz Wagner se machuca em ‘fogo amigo’ e preocupa o Magic

    Franz Wagner se machuca em ‘fogo amigo’ e preocupa o Magic

    Cara, que susto o Orlando Magic levou ontem! Franz Wagner, que é uma das principais peças do time, tomou uma pancada feia do próprio companheiro Wendell Carter Jr. durante a derrota para o Philadelphia 76ers por 109-97 no Play-In Tournament.

    A cena foi de dar dó: os dois foram disputar uma bola perdida perto da linha de fundo quando o Jalen Suggs teve a bandeja bloqueada. O Carter Jr., que tem uns 122 quilos de puro músculo, acertou em cheio o joelho esquerdo do Franz. O alemão ficou no chão por um tempão, se segurando, e quando levantou estava mancando visivelmente.

    O alívio no vestiário

    Mas graças a Deus que foi mais susto do que estrago. Depois do jogo, o Franz ainda conseguiu brincar com a situação: “Obviamente não foi a melhor pessoa pra esbarrar, mas estou bem”, disse ele, fazendo graça com o tamanho do Carter Jr.

    Sinceramente, eu já estava imaginando o pior cenário possível. O Magic não pode se dar ao luxo de perder o Franz agora — ele é peça fundamental no esquema do time. Voltou para os últimos 40 segundos de jogo, o que já foi um alívio, mas terminou com apenas 12 pontos, 4 rebotes e 3 assistências. Números bem abaixo do que a gente tá acostumado a ver dele.

    Maxey destroza sem o Embiid

    Do outro lado, o Tyrese Maxey mostrou por que é considerado o coração dos 76ers. Com o Joel Embiid fora por causa de uma apendicite (que timing horrível, né?), o garoto assumiu a responsabilidade e meteu 31 pontos. No último quarto foi um show à parte — sete pontos consecutivos que mataram qualquer chance de reação do Orlando.

    O rookie V.J. Edgecombe também apareceu bem, com 19 pontos e 11 rebotes. Philadelphia garantiu a 7ª posição e agora o Magic vai ter que se virar contra o Charlotte Hornets na sexta-feira.

    A grande pergunta que fica é: será que o Franz vai conseguir se recuperar a tempo? Porque vamos combinar, sem ele em alto nível, as chances do Magic avançar diminuem bastante. Vocês acham que ele aguenta a pressão de jogar machucado num jogo eliminatório?

  • LaVar Ball explode e mete o pau em todo mundo que criticou LaMelo

    LaVar Ball explode e mete o pau em todo mundo que criticou LaMelo

    Gente, o LaVar Ball simplesmente perdeu a linha e resolveu partir pra cima de todo mundo que falou mal do LaMelo depois daquela jogada polêmica no Bam Adebayo. E olha, conhecendo o pai do garoto, era questão de tempo mesmo.

    Pra quem não lembra: o LaMelo deu uma rasteira no Bam durante o play-in dos Hornets contra o Heat, o cara machucou as costas e não voltou mais pro jogo. A NBA multou o menino em 60 mil dólares por “contato desnecessário e imprudente” – e ainda levou uma grana extra por xingar na coletiva pós-jogo. Pelo menos não foi suspenso, né?

    O show do LaVar começou

    Aí que o bicho pegou. Nick Wright e Jason Whitlock criticaram a jogada, chamaram de suja… erro deles foi mexer com filho do LaVar Ball.

    O cara gravou um vídeo no X e meteu o pau em todo mundo. Chamou o Nick Wright de palhaço, disse que ele tem “cabelo comprido nas laterais e um narigão”. Pro Whitlock, que ele apelidou de “Gridlock”, mandou que parece palhaço também com “bochechas inchadas, nariz redondo e uma barriga pra combinar”.

    Sinceramente? Eu ri. O LaVar pode ser exagerado, mas o timing cômico do cara é impecável.

    Erik Spoelstra também levou

    Mas não parou por aí. O técnico do Heat, Erik Spoelstra, tinha chamado a jogada de “estúpida” e disse que o LaMelo deveria ter sido expulso por “derrubar caras e fazer palhaçada”.

    LaVar não deixou passar: “Spoelstra, não inventa tanta desculpa assim que você não quer inventar desculpa. Então por que você tá inventando? Ganha o jogo e pronto”.

    E completou com a filosofia Ball de sempre: “Se alguém tá caindo em cima de mim, pode ter certeza que eu vou levantar as mãos e fazer tudo que for preciso. É assim que os Ball são criados. A gente faz umas paradas perigosas. Sai da frente porque a gente não vai ser pisoteado”.

    Olha, eu entendo a revolta do pai defendendo o filho. Mas vocês acham que o LaMelo realmente fez de propósito? Pra mim pareceu mais reflexo mesmo, sabe? Jogada feia, sim, mas intencional eu tenho minhas dúvidas.

    De qualquer forma, agora é focar no que importa: os Hornets ainda têm chance de classificação e vão enfrentar o Orlando Magic pela última vaga dos playoffs no Leste. Vai ser interessante ver como o LaMelo vai reagir depois de toda essa polêmica. Às vezes uma pressão dessas pode fazer o cara explodir – no bom sentido.

  • Árbitro se lesiona e sai de quadra no Warriors vs Clippers

    Árbitro se lesiona e sai de quadra no Warriors vs Clippers

    Cara, que azar! O árbitro Ben Taylor teve que deixar o jogo entre Warriors e Clippers na madrugada de quinta-feira (horário brasileiro) por causa de uma lesão. E olha que momento — playoffs da NBA, jogo eliminatório, tudo pegando fogo em Inglewood.

    Taylor saiu mancando da quadra com 8min51s restantes no terceiro quarto e foi direto pro túnel. Deu pra ver que estava sentindo dor mesmo, o cara mal conseguia andar direito. Na minha opinião, é sempre complicado quando isso acontece num momento tão tenso do jogo.

    Substituição rápida salva o jogo

    Por sorte, a NBA sempre manda um quarto árbitro reserva pros jogos de playoff justamente pra essas situações. Sean Corbin entrou no lugar do Taylor após uma breve parada. E que diferença de experiência, hein? Taylor tem 11 anos de NBA, mas o Corbin é veteraníssimo — 31 temporadas apitando!

    Vocês já pararam pra pensar como deve ser estressante apitar um playoff da NBA? Imagina a pressão… E ainda por cima se machucar no meio do rolo todo.

    Clippers na frente no momento da saída

    Na hora que o Taylor saiu, os Clippers estavam ganhando por 61 a 53 no intervalo. Era aquele clássico jogo eliminatório — nono colocado (Clippers) contra décimo (Warriors) no play-in tournament. Quem perdesse, tchau temporada.

    Sinceramente, espero que a lesão do Taylor não seja nada grave. Árbitros também são parte do espetáculo, e ver um profissional experiente sair assim nunca é legal. Pelo menos o Corbin estava lá pra garantir que o jogo continuasse com qualidade.

    O que vocês acham? Esse tipo de situação pode influenciar no ritmo do jogo ou os caras nem sentem a diferença?

  • Maxey pode ter entregado o futuro do Lowry sem querer

    Maxey pode ter entregado o futuro do Lowry sem querer

    Cara, às vezes a boca fala mais do que deveria, né? E foi exatamente isso que rolou com o Tyrese Maxey depois da vitória dos 76ers sobre o Orlando Magic por 109-97. O garoto estava lá, todo feliz com a “Corrente do Armador” no peito, falando sobre a corrida pelos playoffs… até que soltou uma que deixou todo mundo de antena ligada.

    “Eu tô muito feliz porque muitos desses caras nunca foram pros playoffs antes, e eu falei pra eles no começo do ano: não importa o que custe, nós vamos pros playoffs”, disse o Maxey. “Eu falei pro Kyle isso, na última… hm… vocês sabem, ele é o mais velho então.”

    O silêncio que disse tudo

    Olha, eu vi essa entrevista umas três vezes e juro que dá pra sentir o momento em que o Maxey percebeu que ia falar demais. Ele claramente ia dizer “última temporada” ou “último ano” do Kyle Lowry antes de dar uma freada brusca e tentar disfarçar falando da idade do veterano.

    E não é qualquer veterano, né? É o Kyle Lowry, filho de North Philly que chegou no meio da temporada depois de ser dispensado. Aos 38 anos, o cara traz exatamente aquele DNA de campeão que esse time dos Sixers tava desesperadamente precisando.

    Vocês acham que foi mesmo um deslize ou o Maxey sabe de alguma coisa que a gente ainda não sabe?

    Jogaço do Maxey mantém sonho vivo

    Independente do futuro do Lowry, o Maxey mostrou ontem por que é considerado o futuro da franquia. O monstro anotou 31 pontos, 2 rebotes e 6 assistências, carregando o time nas costas enquanto o Joel Embiid ficou no banco. Kelly Oubre Jr. e VJ Edgecombe contribuíram com 19 pontos cada, dando aquele suporte que todo armador precisa.

    A vitória foi fundamental pra manter o Philadelphia vivo na briga pra fugir do Play-In Tournament. E sinceramente? Se essa for mesmo a “Última Dança” do Lowry, como sugeriu (sem querer) o Maxey, os Sixers parecem determinados a mandar o veterano embora com mais uma campanha profunda nos playoffs — e em casa ainda por cima.

    Uma coisa é certa: seja acidente ou não, o comentário do Maxey deixou claro que esse time tá jogando com uma urgência especial. E quando você tem um veterano de 38 anos que pode estar na despedida… bom, aí que as coisas ficam interessantes mesmo.

  • Pistons chegam nos playoffs: tá na hora de acreditar mesmo

    Pistons chegam nos playoffs: tá na hora de acreditar mesmo

    Mano, finalmente chegou. Os Pistons tão de volta aos playoffs depois de 19 anos — DEZENOVE ANOS — e eu não consigo parar de sorrir aqui.

    Eles vão estrear no domingo contra quem sobreviver do play-in entre Magic, Sixers e Hornets na sexta. E olha, sinceramente? Não tô nem um pouco preocupado com essa primeira fase.

    Play-in? Relaxa aí

    Detroit é o primeiro colocado do Leste por um motivo, galera. Fizeram 9-2 contra esse trio na temporada regular — e uma das derrotas pro Orlando foi sem Cade Cunningham, Tobias Harris e outros titulares descansando.

    Charlotte até assusta pela chuva de três, mas esse tipo de coisa funciona melhor em jogo único do que numa série de sete jogos. Difícil manter o percentual alto por tanto tempo.

    Philadelphia tá sem Joel Embiid (pelo menos por enquanto). Tyrese Maxey é monstro, mas o resto do elenco não mete medo. E mesmo que o Embiid volte, ele não é mais aquele cara que destruía todo mundo na época de MVP.

    Orlando? Cara, tá tudo estranho lá. O talento existe — Paolo Banchero é absurdo —, mas o clima no vestiário tá pesado e eles terminaram a temporada mal. Não dá pra levar muito a sério.

    Por que a galera de Detroit tá tão desconfiada?

    Tem uma coisa estranha rolando. Nacionalmente eu até entendo a desconfiança — primeiro colocado sem tradição nos playoffs sempre gera aquela desconfiança. Mas localmente? Os próprios torcedores de Detroit parecem com medo.

    Deve ser trauma dos Tigers ano passado ou dos Lions que prometeram e não entregaram. Mas poxa, esse time não tá indo pros playoffs no escuro. Eles já passaram pelo batismo de fogo ano passado — e isso conta muito.

    Não vou falar que vão ganhar tudo (não vão), nem que chegam nas Finals (podem chegar), mas esse Pistons não é mais aquele time perdido de alguns anos atrás.

    Jalen Duren vai ser o diferencial

    Esse cara deu um salto absurdo essa temporada. All-Star, provavelmente vai fazer time All-NBA, e deveria ganhar o prêmio de jogador que mais evoluiu (mas não vai ganhar, né).

    A defesa dele vai ser crucial. Se conseguir se virar bem nos switches como fez na temporada regular, esse time pode ir longe mesmo. Contra Charlotte ou Philly sem Embiid, ele vai dominar o garrafão. Até contra Cleveland na segunda rodada os números impressionam: 21.7 pontos e 12.3 rebotes contra Mobley e Jarrett Allen.

    É uma vantagem gigante que Detroit tem.

    Vocês acham que os Pistons conseguem uma boa campanha ou vão decepcionar como sempre? Eu tô apostando numa chegada pelo menos na semifinal de conferência. Esse time é diferente, galera.

  • JJ Redick confia no Bronny pro playoff — será que rola?

    JJ Redick confia no Bronny pro playoff — será que rola?

    Olha, eu confesso que não esperava escrever isso hoje, mas o JJ Redick acabou de falar uma parada que me deixou intrigado: ele confia no Bronny James para os playoffs. Sim, aquele Bronny que foi escolhido quase no final do segundo round em 2024.

    A situação é a seguinte — os Lakers estão se preparando pra enfrentar os Rockets nos playoffs, e com o Luka Dončić e o Austin Reaves machucados, o garoto pode ganhar minutos de verdade. E cara, pelo jeito que o JJ falou, ele tá levando isso a sério mesmo.

    O desenvolvimento que ninguém viu vindo

    “Nós vamos precisar de todos para essa série”, disse o Redick depois do treino de quarta. “Ele tem que estar pronto. Eu acho que o Bronny melhorou muito. Nós confiamos nele.”

    E os números meio que comprovam isso. Nos últimos seis jogos da temporada regular, o moleque fez média de 7.2 pontos em 16.9 minutos por jogo. Não é nada absurdo, mas considerando de onde ele veio… é progresso.

    O mais interessante é que três dos quatro jogos de dois dígitos dele foram em abril. Coincidência? Eu acho que não. O garoto tá pegando ritmo na hora certa.

    Da G-League pro playoff — que salto!

    Sinceramente, quando o Bronny foi draftado, eu pensei: “Vai ficar uns dois anos na G-League e depois a gente vê”. Mas o JJ parece estar vendo algo que muita gente (eu incluído) não enxergou.

    “A parte do arremesso, eu acredito nela por causa de como ele arremessou bem nos últimos dois anos na G-League”, explicou o técnico. E olha, ele melhorou muito na defesa também — posicionamento corporal, marcação com e sem bola.

    Ano passado, o filho do LeBron só viu playoff de camarote, entrando só no lixo. Se ele jogar minutos importantes contra Houston, é uma evolução monstro mesmo.

    A real sobre as expectativas

    Vamos combinar uma coisa — não espera que o Bronny vá resolver os problemas dos Lakers nos playoffs. Mas numa série onde todo mundo conta, ter mais uma opção no banco pode fazer diferença.

    O que mais me chama atenção é a confiança do JJ Redick. O cara não é treinador de primeira viagem, sabe? Se ele tá falando que confia, é porque viu algo nos treinos e nos jogos recentes que vale a pena apostar.

    E vocês, acham que o Bronny aguenta a pressão de um playoff da NBA? Ou será que ainda é cedo demais? Eu tô curioso pra ver como isso vai desenrolar contra os Rockets.

  • Árbitro se machuca no Warriors x Clippers e vira meme na web

    Árbitro se machuca no Warriors x Clippers e vira meme na web

    Olha, já vi coisa estranha no basquete, mas árbitro se contundindo no meio de um jogo de play-in? Isso foi novidade até pra mim.

    Ben Taylor, veterano de 11 temporadas apitando na NBA, teve que sair mancando da quadra durante o terceiro quarto do Warriors x Clippers na quarta-feira. O cara simplesmente puxou o posterior da coxa e pronto — fim de papo pra ele no jogo.

    Do nada virou lesionado

    A situação foi meio bizarra, não vou mentir. Taylor começou a mancar e teve que abandonar a partida, sendo substituído pelo Sean Corbin, que era o árbitro reserva. Imaginem a cena: você tá ali concentrado no jogo tenso entre Warriors e Clippers, e de repente é o juiz que precisa de atendimento médico.

    O pessoal do Twitter não perdoou, né? Começou a zoar dizendo que “trouxeram um árbitro das arquibancadas” pra substituir o Taylor. Meme na certa.

    Experiência não livra ninguém

    Taylor tem 40 anos e já apitou 31 jogos de playoffs na carreira — ou seja, não é qualquer um. Mas lesão muscular não escolhe idade nem experiência. Acontece com qualquer atleta, e os árbitros também correm pra cima e pra baixo durante 48 minutos.

    Sinceramente, fico pensando: será que os juízes fazem aquecimento antes dos jogos igual os jogadores? Porque pelo visto deviam fazer, né? Uma distensão muscular dessas numa hora dessas é de lascar.

    E aí, vocês já tinham visto algo parecido? Árbitro se machucando no meio de um playoff é coisa rara mesmo. Espero que o Taylor se recupere logo — ainda tem muito basquete pela frente nessa pós-temporada.

  • Wemby pode ser MVP? As odds dos prêmios da NBA estão malucas!

    Wemby pode ser MVP? As odds dos prêmios da NBA estão malucas!

    Olha, eu vou falar uma coisa: nunca vi as odds dos prêmios da NBA tão interessantes quanto agora. Enquanto a galera está focada no Play-In, eu tô aqui olhando esses números e pensando se não tô vivendo numa realidade paralela.

    O Shai Gilgeous-Alexander aparece como MEGA favorito ao MVP com odds de -5000. Cara, isso praticamente significa que já entregaram o troféu pra ele. Mas aí você olha e vê o Victor Wembanyama ali com +2000, e sinceramente? Eu acho que tá todo mundo subestimando o que o francês fez nessa temporada.

    Wemby fez o IMPOSSÍVEL em San Antonio

    Vamos combinar uma coisa: ninguém — NINGUÉM — esperava que os Spurs fossem conseguir a 2ª colocação no Oeste. E o maluco não só fez isso como ainda jogou uma defesa de outro planeta. Estou falando sério, algumas das jogadas defensivas dele fizeram eu gritar aqui em casa.

    Mas reconheço que o Shai teve uma temporada absurda também. O Thunder tá voando, e ele tem sido clutch demais nos momentos decisivos. É difícil argumentar contra, mas… será que não tá na hora de dar uma mexida nessa votação?

    E o Jokic com +6600? Pelo amor. O cara é uma máquina de triple-double, mas parece que a galera já enjoou dele ganhando prêmio.

    As outras categorias tão pegando fogo

    No DPOY, aí sim não tem discussão. Wemby com -10000 é praticamente matemático. O cara tem 2,13m, bloqueia tudo que é tipo de arremesso e ainda sai correndo na transição. Desculpa, Chet Holmgren (+1200), mas essa não é sua temporada.

    Agora, no Most Improved Player tá interessante. Nickeil Alexander-Walker é o favorito (-1250), mas eu tenho uma quedinha pelo Jalen Duren (+800). O pivô do Pistons evoluiu demais, mano. E vocês viram o Deni Avdija em Portland? O cara tá jogando um basquete diferenciado.

    No Sixth Man, o Keldon Johnson lidera com -833, mas cara… o Jaime Jaquez Jr. do Heat (+500) merece pelo menos uma consideração séria. O brasileiro naturalizado tem feito a diferença saindo do banco.

    Quando sai o resultado?

    A NBA ainda não bateu o martelo sobre quando vai anunciar os prêmios, mas seguindo o padrão do ano passado, deve começar lá pelo dia 21 de abril com o Sixth Man. O MVP geralmente é o último — ano passado saiu só em maio.

    Honestamente? Tô ansioso pra ver se vão ter coragem de dar o MVP pro Wemby. Na minha visão, levar os Spurs pra 2ª colocação no Oeste sendo tão jovem é algo que deveria pesar muito na votação.

    E vocês, acham que o Shai leva mesmo ou pode rolar uma surpresa? Me falem aí nos comentários!