Tag: All-NBA

  • Avdija mete 41 pontos e Blazers fazem milagre contra os Suns

    Avdija mete 41 pontos e Blazers fazem milagre contra os Suns

    Gente, que jogaço foi esse ontem no Arizona! Os Portland Trail Blazers estavam praticamente enterrados no quarto período, perdendo por 11 pontos pros Phoenix Suns, mas conseguiram uma virada absolutamente épica pra vencer 114-110 no play-in da NBA.

    E o cara que resolveu virar super-herói foi ninguém menos que Deni Avdija. O israelense simplesmente meteu 41 pontos e ainda distribuiu 12 assistências. Mas olha, o lance que definiu tudo aconteceu faltando 16 segundos pro fim.

    O lance que mudou tudo

    A situação tava assim: Jordan Goodwin tinha acabado de fazer uma bandeja pros Suns e colocado Phoenix na frente por 110-109 com 32 segundos no relógio. Todo mundo já tava vendo os Blazers eliminados.

    Aí que o Avdija resolveu mostrar porque basquete é um esporte de detalhes. O cara partiu pro garrafão igual um possesso, fez a cesta sofrendo falta e ainda converteu o lance livre adicional. 112-110 pros Blazers com 16 segundos restantes.

    Na minha opinião, foi uma das jogadas mais clutch que vi esse ano. A pressão era absurda e o moleque não tremeu nem um pouco.

    Final de filme de Hollywood

    Os Suns ainda tiveram chance de empatar ou virar. Jalen Green — que fez 35 pontos na partida — tentou uma bomba de três mas errou. Goodwin pegou o rebote ofensivo (que coração não aguentou nessa hora), mas aí que o Matisse Thybulle apareceu pra roubar a bola e selar a vitória dos Blazers.

    Sinceramente? Achei que Portland tava morta e enterrada quando Phoenix abriu 11 pontos de vantagem no último período. Os caras fizeram uma sequência de 11-0 e chegaram a liderar por 98-87 faltando pouco mais de 7 minutos. Mas basquete é isso — o jogo só acaba quando acaba mesmo.

    Jerami Grant, que voltou depois de sete jogos fora por lesão, também foi fundamental nos momentos finais. Fez uma bomba de três da esquina que colocou Portland na frente por 107-106 faltando menos de 2 minutos.

    E agora?

    Com essa vitória suada, os Trail Blazers garantiram a 7ª colocação no Oeste e vão enfrentar o San Antonio Spurs na primeira rodada dos playoffs. Já os Suns terão uma nova chance — vão receber o vencedor de Clippers x Warriors na sexta-feira. Quem ganhar pega a 8ª vaga e encara o poderoso Oklahoma City Thunder.

    Devin Booker fez 22 pontos pelos Suns, mas não foi suficiente pra segurar a pressão dos Blazers no final. E vocês, acham que Portland tem chance real contra os Spurs? Porque depois de uma virada dessas, qualquer coisa é possível!

  • Play-In da NBA: Hornets e Suns favoritos pra brigar pela 7ª posição

    Play-In da NBA: Hornets e Suns favoritos pra brigar pela 7ª posição

    Acabou a temporada regular, galera! Agora é hora do que eu considero uma das partes mais tensas da NBA: o Play-In Tournament. E cara, que jogos temos pela frente hoje à noite.

    Começando pelo Leste, temos Heat visitando os Hornets em Charlotte. Olha, eu sei que Miami tem tradição de playoffs — quantas vezes já não vimos eles fazerem milagres no fim de temporada? Mas sinceramente, Charlotte tá jogando em casa e parece mais consistente nessa reta final. Os caras têm tudo pra conseguir essa vaga.

    Oeste promete pegada ainda maior

    No Oeste é que a coisa fica interessante de verdade. Trail Blazers contra Suns em Phoenix, e quem ganhar já garante a 7ª posição direto nos playoffs. Monstro de jogo.

    Phoenix vem sendo favorito nas casas de apostas, e não é pra menos. Jogando em casa, com a experiência que têm… Mas cuidado com Portland, que sempre foi um time cascudo quando a temporada aperta. Damian Lillard (se ainda estiver por lá) é daqueles caras que simplesmente resolvem jogos grandes sozinhos.

    E o mais louco? Quem perder hoje não tá eliminado ainda — vai ter que enfrentar o vencedor de Warriors x Clippers na sexta-feira. Imagina a pressão…

    Format que divide opiniões

    Esse formato do Play-In ainda gera discussão, né? Eu, particularmente, curto demais. Traz uma tensão absurda pro final da temporada regular e dá chance pra times que talvez não mereciam estar nos playoffs mostrarem que merecem sim.

    Amanhã ainda temos Magic contra 76ers no Leste (outro jogaço!) e Warriors visitando os Clippers. Golden State eliminado na primeira fase seria meio chocante, mas é NBA — qualquer coisa pode acontecer.

    Vocês acham que os favoritos vão confirmar mesmo ou vem zebra por aí? Eu tô com um pressentimento que pelo menos um azarão vai surpreender hoje. E aí, em quem vocês tão apostando?

  • Spoelstra detona LaMelo: ‘Jogada idiota deveria ter expulsado ele’

    Spoelstra detona LaMelo: ‘Jogada idiota deveria ter expulsado ele’

    Cara, o Erik Spoelstra não poupou palavras depois da eliminação do Heat ontem à noite. O técnico estava fervendo depois que o LaMelo Ball derrubou o Bam Adebayo numa jogada que — na opinião dele — deveria ter resultado em expulsão.

    A situação foi assim: segundo quarto, Heat e Hornets brigando pela vida no play-in. LaMelo vai pra cima da cesta, leva um toco do Fontecchio e cai. Até aí, normal. O problema é que na queda, ele aparentemente puxou o Bam junto e nosso pivô caiu direto no cóccix. Lesão nas costas, fora do jogo. Game over pro melhor jogador do Miami.

    Spoelstra não engoliu

    “Eu não acho fofo. Não acho engraçado. Acho que foi uma jogada idiota. Uma jogada perigosa”, disparou o Spo na coletiva. E continuou: “Nosso melhor jogador ficou fora. Ele deveria ter sido penalizado por isso. Derrubar caras assim, palhaçada. Alguém tinha que ver isso. Ele deveria ter sido expulso do jogo.”

    Olha, eu entendo a revolta do cara. Imagina você estar numa partida decisiva e perder seu astro numa jogada duvidosa dessas? E o pior: o LaMelo ainda foi lá e fez a cesta da vitória faltando 5 segundos. 127-126 pro Charlotte, fim de temporada pro Heat.

    LaMelo se desculpou (mas será que cola?)

    O jovem armador tentou se explicar depois: “Peço desculpas por isso. Levei uma pancada na cabeça e não sabia muito bem onde estava. Mas vou falar com ele pra ver se está tudo bem.”

    Sinceramente? Difícil de engolir essa explicação. O cara pode ter se confundido na queda, mas puxar o Bam assim… sei não. E vocês, acham que foi proposital ou apenas um lance infeliz?

    O que mais me impressiona é como esses detalhes fazem diferença nos playoffs. O Bam jogou apenas 11 minutos — imaginem se ele tivesse ficado a partida toda. Num jogo que se decidiu por um ponto na prorrogação, a presença dele facilmente poderia ter mudado tudo.

    Agora o Charlotte vai enfrentar quem perder entre 76ers e Magic na sexta, enquanto o Heat já tá de férias. Uma temporada que prometia tanto, encerrada de forma frustrante por conta de uma jogada que nem deveria ter acontecido.

  • Joe Dumars bate o martelo: Zion não sai dos Pelicans

    Joe Dumars bate o martelo: Zion não sai dos Pelicans

    Olha, eu não sei vocês, mas essa temporada dos Pelicans me deixou com mais dúvidas do que certezas. O Zion Williamson teve uma temporada até que decente — 21 pontos por jogo em 62 partidas (o que já é um milagre considerando o histórico de lesões do cara). Mas aí você olha pro lado e vê: 26 vitórias em 82 jogos. Vinte e seis!

    A situação ficou ainda mais estranha com a chegada do Derik Queen. Dois caras que ocupam praticamente o mesmo espaço na quadra, nenhum dos dois estica a quadra com arremessos de 3, nenhum protege o aro como deveria. O resultado? Quando jogavam juntos, o time tomava uma surra de 11 pontos a cada 100 posses. Pra vocês terem uma ideia, isso é nível Washington Wizards de ruindade.

    “Não temos intenção alguma”

    Com toda essa confusão, era natural que começassem os rumores sobre uma possível troca do Zion. Mas Joe Dumars, vice-presidente executivo dos Pelicans, foi direto ao ponto na terça-feira: “Não temos intenção alguma de fazer isso”.

    Sinceramente? Eu entendo a posição dele. O Zion ainda não fez 26 anos, quando está saudável é um monstro absoluto, e você não simplesmente desiste de um talento desses. Mas cara, a matemática não fecha muito bem quando você pensa no encaixe com o Queen e no futuro do time.

    Dumars disse que está “muito orgulhoso” da temporada do Zion, especialmente por ele ter conseguido se manter saudável na maior parte do ano. Depois de aparecer em apenas 30 jogos na temporada passada por causa de lesões no posterior e nas costas, conseguir 62 jogos foi quase um milagre.

    Nova Orleans é casa

    Do lado do jogador, o Zion deixou bem claro onde quer ficar. “Nova Orleans é casa pra mim”, disse ele na coletiva de fim de temporada. “Eu moro aqui. Fico na cidade durante toda a off-season. Muitos caras vazam quando a temporada acaba, eu não.”

    É bonito de ver, não vou mentir. O cara realmente parece ter criado raízes na cidade. Está lá desde os 19 anos, conhece cada cantinho, se sente em casa. Mas aí vem a pergunta que não quer calar: será que sentimento é suficiente quando o time não funciona?

    E tem a questão financeira também. O Zion tem mais dois anos de contrato (US$ 42,2 milhões e US$ 44,9 milhões), e pode assinar uma extensão de até US$ 177 milhões por três temporadas nesta off-season. Considerando o histórico de lesões e o investimento pesado no Queen, essa extensão parece bem improvável.

    Quando perguntaram pro Dumars sobre o encaixe entre Zion e Queen, ele meio que deu risada e disse que sempre acha engraçado quando questionam se dois jogadores podem jogar juntos. Citou até Tatum e Brown dos Celtics como exemplo. Olha, eu entendo o ponto dele, mas os números não mentem — e eles estão gritando que essa dupla não funciona.

    E aí, o que vocês acham? Os Pelicans devem insistir nessa parceria ou é hora de repensar o futuro? Uma coisa é certa: essa off-season vai ser decisiva para o destino do Zion em Nova Orleans.

  • Haliburton enfrentando herpes-zóster: ‘Tem sido péssimo’

    Haliburton enfrentando herpes-zóster: ‘Tem sido péssimo’

    Cara, quando você pensa que já viu de tudo na NBA, aparece uma notícia dessas. Tyrese Haliburton, armador do Indiana Pacers, está passando por um perrengue que vai muito além das quadras — ele está lidando com herpes-zóster (famosa ‘cobreiro’ aqui no Brasil).

    O moleque já tinha voltado bem da lesão no tendão de Aquiles que ele sofreu nas Finais do ano passado. Parecia que tava tudo nos conformes, mas aí a vida resolveu pregar essa peça nele.

    A situação tá complicada mesmo

    ‘Eu nem conseguia aparecer na frente de uma câmera se quisesse no início, porque meu olho estava praticamente fechado’, contou o Haliburton. ‘Estava espalhado por todo o meu rosto.’

    Sinceramente? Só de imaginar o cara passando por isso já dá uma dó. E olha que não para por aí — os remédios que ele tá tomando pra controlar os sintomas estão fazendo ele ganhar peso. Qualquer atleta sabe como isso pode mexer com o psicológico.

    ‘Eu perdi parte da minha sobrancelha; meu olho está sempre inchado de tanto coçar’, explicou o armador. ‘Eu tenho dias bons e dias ruins, mas na maior parte são dias ruins. Então, não tem sido nada divertido.’

    E agora, como fica o Pacers?

    Vocês lembram como o Haliburton foi fundamental na campanha histórica do Pacers até as Finais da Conferência Leste na temporada passada, né? O cara é peça-chave nesse time de Indiana.

    O mais complicado é que essa doença não é como uma lesão muscular que você sabe mais ou menos quando vai melhorar. Herpes-zóster pode durar semanas, às vezes meses, e cada pessoa reage de um jeito diferente.

    Na minha opinião, o mais importante agora é o cara cuidar da saúde primeiro — basquete vem depois. Já imaginou ele tentando jogar com essa dor e coceira constante? Não dá, né não.

    E aí, quem aí já passou por algo parecido? Sabem como é difícil lidar com uma situação dessas quando você precisa estar 100% fisicamente pro trabalho?

  • Porter Jr. quer ficar no Brooklyn: ‘Quero fazer daqui minha casa’

    Porter Jr. quer ficar no Brooklyn: ‘Quero fazer daqui minha casa’

    Michael Porter Jr. tá falando sério sobre querer ficar no Brooklyn. O cara literalmente disse que quer fazer dos Nets sua casa pelos próximos anos — e olha, considerando o momento de reconstrução da franquia, isso é bem interessante.

    “Se dependesse de mim, eu adoraria assinar uma extensão com essa franquia”, disparou Porter Jr. em entrevista. “Sinto que nos encaixamos bem. Temos ótimas vibrações, ótima energia no vestiário, e fazer parte de algo que está construindo de forma positiva seria incrível.”

    Acredita no projeto dos Nets

    O que mais me chamou atenção foi a confiança dele no projeto. Porter Jr. não tá só falando da boca pra fora — ele genuinamente acredita que Brooklyn pode decolar. “Vimos vislumbres disso nesta temporada”, disse ele, se referindo aos momentos bons que o time teve mesmo numa temporada de tantas mudanças.

    E sinceramente? Faz sentido. Os Nets têm uma base interessante e uma direção que parece saber o que tá fazendo. Porter Jr. ainda tem 25 anos e pode ser uma peça importante nessa reconstrução.

    “O front office tem a capacidade de fazer algumas jogadas e nos deixar ainda melhores”, completou o jogador. “Se o objetivo é vencer, que todos sabemos que é, então eu adoraria fazer daqui minha casa.”

    Autocrítica depois do All-Star

    Mas o cara também foi honesto sobre suas próprias limitações. Porter Jr. admitiu que não terminou a temporada no mesmo nível que começou — e a razão é meio que… humana demais.

    “Depois do intervalo do All-Star, quando percebi que não fui selecionado, tive uma pequena queda no foco, na preparação”, confessou. “Isso não pode acontecer independentemente do que está rolando com o time.”

    Cara, essa sinceridade é refrescante. Quantas vezes a gente não vê jogador assumindo que deixou a peteca cair por causa de frustração pessoal? Porter Jr. tá sendo real sobre isso.

    A questão agora é: será que Brooklyn vai apostar nele? O jogador entra no último ano de contrato e claramente quer ficar. Do lado dos Nets, ter um cara de 25 anos que já mostrou que pode render (lembrem dos números que ele fazia no Denver) e que quer fazer parte da reconstrução pode ser gold.

    Vocês acham que os Nets vão estender o contrato dele? Ou vão deixar rolar até o fim da temporada pra ver como as coisas se desenrolam?

  • Pelicans cravam: Zion não sai de New Orleans

    Pelicans cravam: Zion não sai de New Orleans

    Olha, eu já perdi as contas de quantas vezes li especulações sobre o Zion Williamson ser trocado pelos Pelicans. Todo ano é a mesma história — lesões, rumores, incertezas. Mas dessa vez parece que a diretoria de New Orleans tá sendo bem clara: Zion fica.

    Joe Dumars, vice-presidente de operações de basquete dos Pelicans, não deixou margem pra interpretação quando perguntaram sobre uma possível troca do astro. “Não temos nenhuma intenção de fazer isso”, disse na terça-feira. “Estamos ansiosos para trabalhar com ele na próxima temporada.”

    A montanha-russa que é a carreira do Zion

    Sinceramente, eu entendo a preocupação dos fãs. O cara é um monstro quando tá saudável — ninguém entra no garrafão como ele. Na temporada passada, jogou 62 partidas com médias de 21 pontos, 5.7 rebotes e 3.2 assistências. Números sólidos pra quem ainda tá se encontrando no jogo.

    Mas aí que tá o problema: disponibilidade. Em 2024-25 foram só 30 jogos (lesão de novo), enquanto em 2023-24 ele conseguiu jogar 70 — que foi quase um milagre considerando o histórico dele.

    E vocês lembram daqueles rumores em 2023? Os Pelicans quase trocaram ele pelos direitos de draft do Scoot Henderson. Na época eu pensei: “Cara, será que vale a pena apostar num novato em vez de tentar fazer dar certo com o Zion?” Aparentemente eles decidiram que vale sim.

    Contrato até 2028 e vontade de ficar

    Uma coisa que joga a favor dos Pelicans: Zion não pode sair como agente livre até 2028. Ou seja, se ele quiser jogar na NBA, vai ter que ser lá mesmo ou em algum lugar que a franquia aceite trocar.

    E pelo visto, o próprio jogador tá na mesma vibe. Ele já falou publicamente que quer continuar em New Orleans. Claro, jogador fala isso até o dia que pede troca, mas pelo menos o discurso tá alinhado.

    Olha, eu quero muito ver esse cara realizando o potencial que todo mundo sabe que ele tem. Quando tá 100%, é diversão garantida — aquelas enterradas são de outro planeta. A questão é se o corpo aguenta uma temporada inteira sem problemas.

    E aí, acham que os Pelicans estão certos em apostar todas as fichas no Zion? Ou deveriam ter trocado ele enquanto ainda tinha valor alto no mercado?

  • Shams detona Doc Rivers: ‘A verdade dói às vezes’

    Shams detona Doc Rivers: ‘A verdade dói às vezes’

    Cara, que treta épica rolou entre Shams Charania e Doc Rivers! O insider da ESPN não engoliu as críticas do agora ex-técnico do Bucks e mandou a real no programa do Pat McAfee na segunda-feira.

    Pra quem perdeu o drama: Rivers tinha criticado pesado uma matéria do Shams sobre os problemas internos do Milwaukee, chamando ela de “tão imprecisa” que nem tinha tempo pra explicar todos os erros. Mas o Shams não é de ficar quieto, né?

    “Se eles focassem nos próprios problemas…”

    A resposta do jornalista foi cirúrgica: “A realidade de Milwaukee é essa — se eles gastassem tanto tempo lidando com seus próprios problemas internos quanto gastam respondendo a reportagens precisas, não estariam na bagunça que estão agora.”

    Mano, que pedrada foi essa? E não parou por aí. Shams ainda comparou a situação com o documentário do Fyre Festival, dizendo que todo mundo tá tentando fugir e fazer acobertamento. “Estou aqui só pra documentar e cobrir do jeito certo”, completou.

    Olha, eu acompanho a cobertura do Shams há anos e o cara raramente erra. Quando ele fala, geralmente tem fundamento.

    O que realmente aconteceu em Milwaukee

    A polêmica começou quando Charania reportou sobre os problemas internos do Bucks durante a temporada, incluindo aquela reunião de time em março onde Rivers supostamente mandou os jogadores “olharem seu currículo”. Imagina a cena: time perdendo, técnico puxando carteirada…

    Rivers tinha rebatido dizendo que foi só uma conversa normal de vestiário depois de perder pros Bulls jogando 20 pontos na frente. “Isso é o que acontece num vestiário”, disse o técnico. E ainda soltou aquela: “Cadê o Woj? Sinto tanta falta do Adrian Wojnarowski.”

    Sinceramente? Acho que Rivers tá tentando desviar o foco do fracasso da temporada. O Bucks tinha tudo pra brigar pelo título e acabou sendo eliminado pelos Sixers no primeiro round.

    Guerra de egos ou jornalismo sério?

    Rivers ainda insinuou que Shams escreveu a matéria como “vingança” por uma piada que ele fez no All-Star Weekend, quando disse que Giannis deveria ter trocado o jornalista do time de celebridades dele. Cara, que nivel de paranoia é esse?

    “Eu só reporto as notícias”, rebateu Shams. “Eu documento as notícias e a verdade pode doer às vezes, 100%. Eu sustento minha reportagem até o décimo grau.”

    E vocês, o que acham? Shams tá certo em não engolir crítica ou Rivers tem razão em questionar as fontes? Uma coisa é certa: depois dessa temporada desastrosa, alguém tinha que assumir a responsabilidade em Milwaukee.

    No fim das contas, Rivers já era — foi demitido logo depois da eliminação. E o Shams? Continua por aí, fazendo o trabalho dele. A verdade realmente pode doer mesmo.

  • Kevin Love quer ficar no Jazz: ‘Tenho muito a oferecer ainda’

    Kevin Love quer ficar no Jazz: ‘Tenho muito a oferecer ainda’

    Kevin Love completou 18 anos de NBA. Dezoito! E sabe qual foi a surpresa? O cara falou que quer continuar no Utah Jazz, mesmo depois de uma temporada completamente maluca onde o time fez apenas 22 vitórias.

    Olha, eu não esperava essa declaração do Love nas entrevistas de fim de temporada. O veterano de 37 anos deixou bem claro que se apaixonou pela comunidade de Salt Lake City e quer estender a carreira o máximo possível antes de pendurar as chuteiras.

    A paixão inesperada por Utah

    “Fui recebido de braços abertos por todos. Já disse antes e repito: tive uma experiência incrível aqui”, disparou Love. E cara, isso vindo de um cara que já jogou em Cleveland (com LeBron), Miami e agora Utah… significa alguma coisa.

    O mais interessante? Mesmo com o Jazz terminando na última colocação do Oeste, Love não perdeu o tesão pelo basquete. Pelo contrário – ele deixou claro que tem “muito a oferecer, mesmo que não seja jogando”. Isso me lembra muito o papel que ele teve nos Cavaliers em 2016, sendo aquele veterano que orienta os mais novos.

    Os números não mentem (mas também não impressionam)

    Vamos ser sinceros: 6.7 pontos e 5.8 rebotes em 37 jogos não é exatamente um MVP season. Mas aí que tá o lance – Love não tá mais no Jazz pra ser estrela. Ele virou aquele veterano sábio que ensina os pivôs mais novos como se posicionar no garrafão, como fazer aquela enterrada no momento certo.

    E sinceramente? Acho que faz todo sentido o Jazz querer manter ele. Time jovem, reconstruindo, precisa de alguém que já viveu de tudo na liga. Love já foi campeão, já passou por momentos difíceis, já sabe o que é pressão de playoffs.

    O futuro do Jazz passa pelos veteranos?

    Aqui que fica interessante: será que Utah vai mesmo apostar na experiência do Love pra 2026-27? O time claramente tá numa reconstrução total, terminaram atrás até do Sacramento Kings (e olha que os Kings também não fizeram uma temporada das melhores).

    Mas pensando bem, faz sentido. Love pode ser aquele cara que fica no banco, orienta os garotos, e quando precisar entrar pra dar uns minutos, ele entrega. Não vai ser All-Star, mas vai cumprir o papel.

    E vocês, acham que o Jazz deveria renovar com o Love? Ou é melhor apostar 100% na juventude e mandar o veterano embora? Eu, particularmente, acho que um cara com a experiência dele pode fazer toda diferença num vestiário jovem. Às vezes o sexto homem não precisa ser o melhor jogador do banco – precisa ser o mais inteligente.

  • Westbrook quer ficar no Kings, mas tem um porém importante

    Westbrook quer ficar no Kings, mas tem um porém importante

    Russell Westbrook deixou claro que curtiu sua primeira temporada no Sacramento Kings. O problema? Ele sabe que não é ele quem decide se fica ou não.

    Olha, eu tenho que admitir: não esperava que o Westbrook se encaixasse tão bem em Sacramento. Depois de todas aquelas polêmicas nos Lakers e Clippers, o cara chegou no Kings e mostrou que ainda tem muito basquete pra dar. 15.2 pontos, 6.7 assistências e 5.4 rebotes por jogo — números sólidos pra um veterano de 35 anos.

    “Se me quiserem, eu fico”

    Na entrevista de fim de temporada na segunda-feira, Westbrook foi bem direto: “Foi ótimo pra mim aqui. Se me receberem de volta, eu volto. Mas isso não depende de mim”.

    Cara, essa frase resume bem a fase atual da carreira dele. Já passou o tempo de ser o cara que escolhia onde queria jogar — agora é mais sobre encontrar um lugar que valorize o que ele ainda pode oferecer.

    E sinceramente? Acho que ele encontrou esse lugar em Sacramento. O Westbrook jogou 64 partidas (bem saudável pros padrões dele ultimamente), foi titular durante praticamente toda a temporada e mostrou que ainda consegue ser produtivo quando tem o papel certo.

    Kings precisa decidir o rumo

    A grande questão agora é: o que o Sacramento quer pra próxima temporada? A campanha foi decepcionante — 22 vitórias e 60 derrotas, empatados com o Jazz como o pior time do Oeste. É de doer.

    Por um lado, Westbrook trouxe experiência e liderança pra um time jovem. Por outro, o Kings pode querer apostar mais na juventude e dar mais minutos pros caras que estão chegando.

    “Em qualquer lugar que me queiram, eu estou lá. Quero poder ajudar, ser produtivo. Também entendo que é um negócio”, disse o veterano. E olha, não dá pra negar a maturidade dele nessa fala.

    Vocês acham que o Kings deveria renovar com o Westbrook? Na minha opinião, pelo preço certo e com o papel bem definido, seria uma boa. O cara ainda tem fogo no tanque, só precisa estar no ambiente certo.

    A offseason vai ser interessante em Sacramento. Com o draft e a agência livre chegando, eles têm a chance de montar algo mais competitivo. Afinal, voltar aos playoffs depois de apenas uma aparição em 20 anos deveria ser prioridade número um.