Tag: All-NBA

  • Haliburton revela drama com herpes-zóster: ‘Dias ruins’

    Haliburton revela drama com herpes-zóster: ‘Dias ruins’

    Cara, às vezes o basquete é cruel mesmo. A gente tava esperando ansioso pelo retorno do Tyrese Haliburton depois daquela lesão no tendão de Aquiles que acabou com a temporada dos Pacers no ano passado — lembram daquelas Finais épicas? Mas agora o moleque tá lidando com algo totalmente inesperado: herpes-zóster. E pelo jeito, tá sendo um inferno.

    “Na maioria das vezes, são dias ruins”, disse Haliburton durante as entrevistas de fim de temporada dos Pacers. Mano, só de ver ele falando dá pra sentir o quanto tá sofrendo com isso.

    O Drama Começou em Fevereiro

    O diagnóstico veio no final de fevereiro, bem quando ele tava focado na recuperação da lesão. Imaginem a frustração: já tava fora da temporada toda por causa do Aquiles, e aí vem mais essa. O pior? A coisa pegou no rosto dele.

    “Eles me disseram que eu ia coçar muito, mas nas primeiras duas semanas eu só tive uma erupção feia. Depois que a erupção foi embora, veio a coceira e tem sido miserável”, contou. “Perdi parte da sobrancelha, meu olho tá sempre inchado de tanto coçar.”

    Gente, vocês conseguem imaginar? O cara é uma das estrelas mais promissoras da NBA e tá lidando com uma parada dessas. Sinceramente, eu não esperava ver o Haliburton passando por isso.

    Medicação Pesada e Efeitos Colaterais

    A situação tá tão complicada que ele tá tomando “quantidades absurdas de medicação” pra tentar resolver. E como tudo na vida tem um preço, os remédios fizeram ele ganhar peso — algo que virou até assunto nas redes sociais (porque né, internet é assim mesmo).

    “Isso obviamente me fez ganhar peso, ficar com uma aparência maior. Isso tem sido tópico de conversa nas redes sociais”, disse ele, claramente incomodado com os comentários.

    O mais bizarro é que o pai dele também teve herpes-zóster durante as Finais do ano passado, mas foi na barriga. No caso do Tyrese, pegou no rosto, o que torna tudo mais visível e complicado. Agora ele tá usando óculos pra evitar coçar os olhos.

    Herpes-zóster geralmente ataca pessoas com mais de 50 anos, mas pode aparecer em qualquer idade. É causado pelo mesmo vírus da catapora — uma daquelas coisas que ficam “dormindo” no seu corpo e podem acordar na pior hora possível.

    “Não tem sido divertido, e espero que suma logo”, desabafou. “É difícil explicar dor nos nervos — tenho sentido essa dor há dois meses, e no mundo da dor nos nervos, pra quem já teve isso antes, dois meses não é muito tempo.”

    E aí, galera, o que acham? O Haliburton vai conseguir voltar 100% na próxima temporada, ou essa situação toda pode afetar ainda mais a preparação dele? Uma coisa é certa: quando ele voltar às quadras, vai ter uma história e tanto pra contar.

  • Giannis manda o papo reto: ‘Estamos muito ruins’ e futuro incerto

    Giannis manda o papo reto: ‘Estamos muito ruins’ e futuro incerto

    Gente, o Giannis não poupou ninguém depois da derrota que encerrou a temporada dos Bucks. E quando digo ninguém, é NINGUÉM mesmo. O Greek Freak foi direto ao ponto sobre o futuro dele em Milwaukee, e sinceramente? Ficou claro que a casa tá pegando fogo.

    “Estamos muito ruins. Somos o time que está mais longe [de competir] do que estivemos nos últimos anos”, disse Giannis após a derrota por 126-106 pro Philadelphia 76ers. Cara, quando o cara que carrega o time nas costas fala isso, é porque a situação tá feia mesmo.

    32 vitórias e muito drama nos bastidores

    Os Bucks terminaram com apenas 32 vitórias – a segunda pior campanha da carreira do Giannis. Pra vocês terem noção, Milwaukee não ficava fora dos playoffs há NOVE anos. É muita coisa pra engolir.

    Mas o que mais me chamou atenção foi a bronca que ele deu na organização. O monstro estava se sentindo saudável depois da lesão no joelho, mas não foi liberado pra jogar. E ainda rolaram boatos de que ele tava se recusando a treinar – coisa que ele negou com toda força.

    “Nunca na minha vida neguei participação no treino. Não sei quem disse isso, mas é desrespeitoso com tudo que fiz por esse time”, disparou Giannis. E olha, ele tem razão. O cara sempre deu o sangue pelos Bucks.

    Extensão de US$ 275 milhões no ar

    Agora vem a pergunta de US$ 275 milhões (literalmente): Giannis vai renovar ou não? Quando perguntaram sobre uma possível extensão por cinco anos, ele foi evasivo: “Vamos ver quando chegarmos lá… alguém tem que me oferecer isso primeiro”.

    O dono dos Bucks, Wes Edens, já disse que ou renova com o Giannis ou troca ele antes da free agency do ano que vem. Pressão máxima, né?

    “Se tudo der certo e os Bucks me quiserem aqui, por que não? Mas se eles não quiserem? OK”, concluiu o grego. Mano, essa frieza me deu arrepios. É o tipo de fala que mostra que o cara tá realmente chateado.

    E pra completar o caos, o Doc Rivers já foi mandado embora como técnico. Ou seja, Milwaukee vai ter que reconstruir praticamente tudo – e isso SEM saber se vai contar com o melhor jogador da franquia.

    Na minha opinião? Os Bucks erraram feio na comunicação e no manejo da lesão do Giannis. Agora vão ter que correr atrás do prejuízo. E vocês, acham que ele fica ou que é melhor sair pra buscar um anel em outro lugar?

  • LeBron aos 40 fazendo história e BI dominando pelo Raptors

    LeBron aos 40 fazendo história e BI dominando pelo Raptors

    Cara, o LeBron James simplesmente não para. Aos 40 anos — QUARENTA! — o cara ganhou o prêmio de jogador da semana mais uma vez, junto com Brandon Ingram que tá voando pelo Raptors. E olha, eu não consigo parar de pensar no absurdo que isso representa.

    Na semana 25, o King fez médias de 24 pontos, 6 rebotes e 9.7 assistências enquanto os Lakers fizeram 3-1. Mas o contexto é o que mais me impressiona: com Luka Doncic e Austin Reaves machucados, o LeBron assumiu um papel ainda maior na equipe. Aos 40. Quarenta anos, gente!

    Clube exclusivo dos quarentões

    Sabe quantos jogadores ganharam esse prêmio depois dos 40? Dois. LeBron e Michael Jordan. Só isso. O MJ ganhou duas vezes nas últimas semanas da carreira dele no Washington Wizards, mas mesmo assim… que companhia absurda pra estar, né?

    Sinceramente, eu já esperava que o LeBron fosse surpreender nessa idade, mas ver ele competindo no mais alto nível assim ainda me deixa de queixo caído. O cara é um monstro da longevidade.

    Brandon Ingram voando pelo Canadá

    Do outro lado, Brandon Ingram tá fazendo um trabalho sensacional no Raptors. Médias de 25.5 pontos e 6.5 rebotes, ajudando o time a fazer 3-1 na semana e garantir a 5ª colocação no Leste.

    O BI sempre teve talento — lembro quando era aquela promessa toda no Lakers —, mas agora no Raptors ele finalmente encontrou o espaço pra mostrar todo o potencial. E que timing perfeito, com a franquia canadense buscando uma vaga nos playoffs.

    Vocês acham que o Raptors consegue fazer barulho na pós-temporada com o Ingram jogando nesse nível? Eu tô começando a acreditar que sim, não vou mentir.

  • Natalie Sago faz história: terceira mulher a apitar playoffs da NBA

    Natalie Sago faz história: terceira mulher a apitar playoffs da NBA

    Cara, imagina a tensão: você tá no aeroporto e toca o telefone do chefe da arbitragem da NBA. Primeira coisa que passa na cabeça? “Ferrou, fiz alguma besteira no jogo de ontem”. Foi exatamente isso que rolou com Natalie Sago no sábado passado, em Salt Lake City.

    Mas não, não foi bronca não. Era pra comunicar uma notícia histórica: ela virou a terceira mulher na história da NBA a ser escolhida para apitar os playoffs! Que coisa absurda, né?

    História sendo feita no apito

    Olha, eu acompanho NBA há muito tempo e sempre fico emocionado quando vejo essas barreiras sendo quebradas. A Sago agora entra num clube bem seleto – antes dela, só a lendária Violet Palmer (que abriu os caminhos entre 2006-2012) e Ashley Moyer-Gleich (que apitou em 2024) conseguiram chegar nos playoffs.

    A galera pode não saber, mas chegar nos playoffs da arbitragem é parada séria. Dos cerca de 70 árbitros da NBA, menos da metade é escolhida. É tipo ser convocado pra seleção – só os melhores dos melhores vão.

    “Quando você está numa corda bamba sem rede embaixo e depende da pessoa pra te segurar, você não liga pro gênero dela”, disse Monty McCutchen, que cuida do desenvolvimento dos árbitros na liga. “Você só quer saber se ela foi treinada direito e se pode confiar nela.” Pura verdade.

    A pressão de representar

    Uma coisa que me chamou atenção foi o que a Sago falou: “É uma honra. Quero fazer uma boa performance pras outras mulheres que vêm atrás de mim e pras menininhas que vão estar assistindo os playoffs.”

    Cara, que responsabilidade, não é? Ela não tá só apitando jogos – tá representando. Mas ao mesmo tempo, a mina tem razão quando diz que quer ser vista apenas como “árbitra da NBA”, não como “a quinta mulher contratada na história”.

    Sinceramente, acho que esse é o futuro que a gente quer: onde isso vire algo normal, rotineiro. Onde a gente fale dos árbitros pelos calls que fazem, não pelo gênero.

    Experiência que conta

    A Sago não é novata não, viu. Tem mais de 400 jogos da NBA no currículo e foi promovida pro staff fixo em 2018, junto com a Moyer-Gleich. O pai dela arbitra basquete há mais de 30 anos – ou seja, basquete tá no sangue mesmo.

    E olha, quando você vê a lista dos veteranos que vão apitar esses playoffs – Scott Foster com 262 jogos, Marc Davis com 218, Tony Brothers com 216 – dá pra entender o nível de excelência que a liga exige. A Sago tá entrando numa seleta onde cada call pode mudar uma série inteira.

    E aí, vocês acham que a presença de mais mulheres na arbitragem vai trazer alguma diferença pro jogo? Eu tô ansioso pra ver como ela se sai nesses playoffs. História sendo escrita em quadra!

  • Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Cara, o Zion Williamson tá puto. E com razão.

    Sete temporadas na NBA. SETE. E nenhum jogo de playoff. Para um cara que foi primeira escolha geral do Draft, isso é de cortar o coração. Na coletiva pós-temporada dos Pelicans, o monstro de 25 anos foi direto ao ponto: “Vai ser um verão diferente”.

    A frustração é real

    Olha, eu entendo a revolta do cara. 21 pontos de média, jogou 62 partidas (que para os padrões do Zion é quase um milagre), mas o time ganhou apenas 22 desses jogos. New Orleans terminou com 26-56 — longe até do play-in do Oeste.

    “Meu jogo em quadra foi… OK”, disse Zion. OK? Mano, quando você fala que foi “OK” é porque no fundo sabe que podia ter sido muito melhor. E ele admitiu: “Individualmente, tenho muito para trabalhar. Quero conseguir atacar de várias áreas da quadra, ser imprevisível no ataque.”

    Sinceramente? Acho que essa autocrítica é o primeiro passo para a evolução dele.

    O fantasma das lesões ainda assombra

    Vamos ser justos: Zion conseguiu jogar 35 jogos consecutivos nesta temporada — recorde pessoal para ele. Das 556 partidas possíveis na carreira, perdeu 280 por lesões. É quase metade da carreira no departamento médico.

    O Dejounte Murray, veterano do time, elogiou os cuidados que Zion tem tomado: “Acho que ele tá entendendo. Precisa continuar cuidando do corpo, da mente, e seu desenvolvimento é crucial.”

    E olha, essa disponibilidade maior pode até torná-lo mais atrativo para outros times em possíveis trocas. Mas Zion foi categórico: não quer sair de New Orleans.

    “New Orleans é minha casa”

    “Não digo isso porque estou na frente das câmeras”, disparou Zion. “Quando acaba a temporada, muitos caras deixam a cidade. Eu moro aqui. Estou aqui desde os 19 anos.”

    O cara tem contrato de quase US$ 200 milhões por cinco anos, com duas temporadas restantes. E confia 100% na visão do Joe Dumars, o novo VP de operações de basquete — que, convenhamos, tem currículo de sobra com os títulos pelos Pistons.

    A meta para a próxima temporada? Jogar entre 75 e 82 partidas e — finalmente — disputar os playoffs. Para isso, ele promete conversas com Dumars, outros “Hall of Famers” e “jogadores campeões”.

    “Tô procurando uma abordagem diferente porque é frustrante chegar aqui todo ano sem estar nos playoffs”, desabafou. “E assumo minha responsabilidade nisso.”

    Vocês acham que dessa vez vai? Porque, cara… a torcida de New Orleans merece ver esse monstro brilhando nos playoffs pelo menos uma vez.

  • AD nos Wizards: ‘Eu amo meu dinheiro’ e quer competir em 2026

    AD nos Wizards: ‘Eu amo meu dinheiro’ e quer competir em 2026

    Olha só que situação curiosa: Anthony Davis falando sobre o futuro dele em Washington com aquela sinceridade que a gente não vê muito na NBA. Quando perguntaram se ele vai continuar nos Wizards na próxima temporada, o cara simplesmente soltou: “Claro, eu tenho contrato. Eu amo meu dinheiro”. E deu risada.

    Sinceramente? Adorei essa honestidade do AD. Nada de papo furado sobre “avaliar opções” ou “focar no presente”. O homem falou a real: tem contrato, vai cumprir, e ainda por cima quer fazer esse time competir.

    A aposta nos jovens de Washington

    Mas não é só questão de grana não. Davis, aos 33 anos, tá genuinamente empolgado com o núcleo jovem dos Wizards. E cara, depois de uma temporada 17-65 — a pior da liga —, qualquer otimismo já é bem-vindo, né?

    “Quando a trade aconteceu e eu cheguei aqui, eu disse que esse lugar não é o que as pessoas fazem parecer”, falou o Davis. E olha, considerando que Washington teve três temporadas seguidas perdendo 64+ jogos, essa confiança dele me impressiona.

    A chegada do Trae Young em janeiro (vindo do Hawks) e do próprio AD em fevereiro (numa trade maluca de 8 jogadores vindo de Dallas) mudou completamente a cara do time. Pelo menos no papel, porque os resultados ainda não vieram.

    Realismo de quem já viveu de tudo

    Aqui que o Davis mostrou por que ele é veterano. “Eu já estive nessa liga por muito tempo. Já estive em times perdedores, e é muito difícil sair de um time perdedor para um candidato ao título”, disse ele.

    E ele tá certo, pô. A gente viu isso com os próprios Lakers dele — levaram tempo pra engatar depois que ele chegou. Mas também vimos que quando deu certo, deu MUITO certo (oi, bolha de 2020).

    O que me chama atenção é que ele vai se reunir com a diretoria dos Wizards em breve pra discutir os planos de construir um candidato. “Eles sabem que eu quero ganhar. Tenho certeza que eles também querem. Ninguém quer perder”.

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que Davis consegue transformar essa bagunça de Washington em algo competitivo? Com Young e essa promessa de investir nos jovens, pode ser que role uma surpresa na próxima temporada. Ou pode ser mais uma temporada de sofrimento no Leste.

  • Haliburton revela batalha sofrida contra herpes-zóster: ‘Isso foi terrível’

    Haliburton revela batalha sofrida contra herpes-zóster: ‘Isso foi terrível’

    Cara, quando a gente acha que já viu de tudo no basquete, aparece uma história dessas pra nos lembrar que os jogadores são humanos como qualquer um de nós. Tyrese Haliburton, o armador estrela do Indiana Pacers, abriu o jogo sobre uma luta que ele vem travando há dois meses — e não é contra nenhum adversário na quadra.

    O monstro do Haliburton tá lidando com herpes-zóster (conhecida como cobreiro aqui no Brasil), uma doença que literalmente fechou um dos olhos dele por semanas. “Eu nem conseguia aparecer na frente das câmeras se quisesse, porque meu olho tava praticamente fechado”, contou ele aos repórteres. Imagina a situação: um dos caras mais carismáticos da liga, que sempre tá dando entrevista e interagindo com a galera, isolado por causa disso.

    A doença que mudou tudo

    Olha, eu já conhecia essa condição por causa de parentes mais velhos, mas ver um atleta de 26 anos passando por isso é de partir o coração. Haliburton disse que começou com uma erupção nas primeiras duas semanas de fevereiro, depois veio a coceira infernal. O rosto dele ficou todo inchado, perdeu parte da sobrancelha de tanto coçar, e ainda teve que tomar injeção de botox pra tentar controlar os sintomas.

    “Perdi parte da minha sobrancelha; meu olho fica sempre inchado de tanto coçar. Tenho dias bons e ruins, mas na maior parte são dias ruins. Então, não tem sido nada divertido”, desabafou. E pra piorar, os remédios fizeram ele ganhar peso — dá pra ver que o rosto tá bem inchado nas fotos recentes.

    Double drama: Achilles + herpes-zóster

    Sinceramente, acho que poucos jogadores passaram por um ano tão complicado quanto o Haliburton. O cara já tava fora a temporada toda por causa da ruptura do tendão de Aquiles que ele sofreu no Jogo 7 das Finais do ano passado (que dor, né?). Aí quando finalmente tava progredindo na recuperação, vem essa bomba do herpes-zóster pra complicar ainda mais.

    A boa notícia é que ele voltou a jogar 5×5 nos treinos na semana passada — algo que tava programado pra acontecer depois do All-Star break, mas teve que ser adiado por causa da doença. “Nem penso mais na lesão da perna”, disse ele, o que é um alívio gigante pros fãs dos Pacers.

    Mas olha que loucura: o pai dele, John, também teve herpes-zóster no ano passado, só que no estômago. Parece que é uma daquelas coisas que às vezes vem de família mesmo. E Haliburton foi direto ao ponto com o conselho: “Eu diria pra qualquer pessoa acima dos 50 anos tomar a vacina contra herpes-zóster. Isso aqui foi terrível.”

    Vocês acham que ele consegue voltar 100% na próxima temporada? Porque convenhamos, entre a lesão no Aquiles e essa batalha com a doença, o cara vai precisar de um verão inteiro pra se recuperar completamente.

  • Dallas demite mais um diretor médico – quarto ano seguido!

    Dallas demite mais um diretor médico – quarto ano seguido!

    Cara, que situação bizarra essa dos Mavericks. Acabaram de mandar embora o Johann Bilsborough, diretor de saúde e performance, logo no dia seguinte ao fim da temporada desastrosa deles. E olha só que absurdo: é o QUARTO ano consecutivo que eles fazem uma mudança grande no departamento médico.

    Sinceramente? Tá na cara que o problema não são só os profissionais. Quando você demite gente todo ano na mesma área, alguma coisa tá muito errada na estrutura, né?

    O australiano que não vingou

    O Bilsborough é um cara qualificado pra caramba – doutor em ciência do esporte, trabalhou com os Patriots da NFL e até com o Boston Celtics. Mas duas temporadas turbulentas em Dallas e tchau. O time nem pros playoffs conseguiu ir nesses dois anos, depois daquela final incrível de 2024 contra o Boston.

    Na minha visão, contratar o cara certo não adianta nada se o ambiente de trabalho tá uma zona. E pelo jeito que as coisas andam por lá, deve tá mesmo.

    Dança das cadeiras sem fim

    A situação fica ainda mais louca quando você vê o histórico: Casey Smith ficou VINTE ANOS no Mavericks, foi demitido de forma nada elegante em 2023, e agora tá brilhando no New York Knicks. Tanto que o staff médico dos Knicks ganhou o prêmio de melhor da liga na temporada passada – primeira temporada do Smith lá.

    Detalhe engraçado: quando o Smith comandava Dallas, eles ganharam esse mesmo prêmio em 2020-21 e 2021-22. Coincidência? Acho que não.

    Jeremy Holsopple, outro veterano, também foi mandado embora depois da final de 2024 e foi parar nos Lakers. Keith Belton durou só um ano. É uma rotatividade absurda, mano!

    E agora? Vão esperar contratar o novo executivo de basquete (que deve rolar até maio) pra ele escolher o substituto. Ou seja, mais incerteza, mais mudança, mais bagunça.

    Vocês acham que o problema tá mesmo nos profissionais ou na forma como o front office dos Mavs gerencia essas contratações? Porque pra mim, quando você demite todo mundo e os caras vão brilhar em outros times, a conta não fecha não.

  • Mavericks atropela Bulls por 149-128 em show de Ryan Nembhard

    Mavericks atropela Bulls por 149-128 em show de Ryan Nembhard

    Cara, que pancada foi essa dos Mavericks nos Bulls ontem! 149-128 e não foi nem perto. Dallas simplesmente resolveu acabar a temporada do jeito certo, com uma das performances ofensivas mais completas que eu já vi esse ano.

    O grande nome da noite? Ryan Nembhard. O cara distribuiu 23 assistências — vinte e três! — e ainda fez 15 pontos. É recorde de assistências para um rookie na franquia dos Mavs. Eu tava assistindo e parecia que ele tinha GPS na cabeça, achava passe que nem existia. Sinceramente, foi um dos jogos mais prazerosos de se ver pela organização ofensiva.

    Show de bola movimento e arremessos

    Dallas acertou 52% dos arremessos de quadra e um absurdo de 22 das 49 tentativas de três pontos (44.9%). John Poulakidas meteu 28 pontos acertando 8 das 16 tentativas do perímetro. Moussa Cisse dominou o garrafão com 20 rebotes. Foi uma clínica completa.

    O que mais me impressionou foi como tudo fluiu naturalmente. Não parecia forçado, sabe? A bola rodava, os caras se movimentavam sem a bola, e Chicago simplesmente não conseguia acompanhar o ritmo. No primeiro tempo, os Mavs já tinham construído uma vantagem de 80-56. Oitenta pontos em um tempo! Isso é coisa de videogame.

    Bulls nunca entraram no jogo

    Olha, tenho que ser justo: Chicago até tentou algumas reações com Rob Dillingham e Collin Sexton, mas toda vez que encostavam no placar, Dallas respondia com outra chuva de três pontos. Cooper Flagg descendo forte para a cesta, Klay Thompson (que ainda tá lá, o monstro) chovendo de longe, e Nembhard orquestrando tudo.

    Na segunda metade virou passeio. A vantagem oscilou entre 20 e 30 pontos praticamente o tempo todo, e no último período já era garbage time total. Ambos os times só cumprindo tabela.

    Vocês acham que essa performance do Nembhard foi só casualidade ou o garoto realmente evoluiu tanto assim? Porque 23 assistências não é brincadeira não — tem muito armador veterano que nunca chegou perto disso na NBA.

    Dallas encerra a temporada com o pé direito, mostrando que quando a química funciona, esse time pode ser muito perigoso. Agora é aguardar a próxima temporada e ver se conseguem manter essa consistência ofensiva. Por enquanto, fica a lição: quando os Mavs movimentam a bola desse jeito, é difícil alguém parar.

  • Sixers complicam tudo no Play-In: calendário oficial saiu!

    Sixers complicam tudo no Play-In: calendário oficial saiu!

    Cara, é sempre o Philadelphia 76ers que tem que complicar as coisas, né? A NBA acabou de divulgar o calendário completo do Play-In e da primeira rodada dos playoffs, e adivinha quem conseguiu bagunçar até a programação da liga?

    Com a temporada regular 2025-26 finalmente no arquivo, os Sixers garantiram a 7ª posição no Leste — tirando essa vaga do Orlando Magic literalmente no último suspiro. E agora? Vão receber justamente o Magic na Filadélfia, quarta-feira dia 15, às 19h30 (horário de Brasília: 20h30).

    Normalmente os dois jogos 7º vs 8º acontecem na terça que abre o torneio, mas como o time de hockey dos Flyers joga seu último jogo da temporada no mesmo dia… bom, alguém teve que ceder, né?

    A matemática cruel do Play-In

    Se os Sixers perderem para o Magic (e olha, não seria surpresa nenhuma), vão ter que jogar de novo na sexta, dia 17, também às 19h30, contra quem ganhar entre Hornets e Magic. Sinceramente? Com o Joel Embiid praticamente descartado para boa parte — se não toda — a primeira rodada, eu não boto muita fé nesse time.

    Uma curiosidade: todos os jogos do Play-In vão passar no Amazon Prime esse ano. Aparentemente a NBA tá testando todas as plataformas possíveis pra ver onde o público mais assiste.

    O que vem depois

    Agora, se o Philadelphia conseguir sair do Play-In (e é um ‘se’ bem grande), a primeira rodada começa no domingo, dia 19. Dependendo de como as coisas rolarem:

    – Se mantiverem a 7ª posição, pegam o Boston Celtics (monstros absolutos) domingo à 1h da tarde, com transmissão da ABC

    – Se caírem pra 8ª, viajam pra Detroit encarar os Pistons às 6h30 da tarde, pela NBC/Peacock

    Olha, eu não sei vocês, mas quatro dias extras de descanso podem ser exatamente o que esse time precisa. Especialmente depois daquela performance bizarra do Magic contra Boston recentemente — quem assistiu sabe do que eu tô falando.

    E aí, galera do Sexto Homem, acham que os Sixers conseguem passar do Play-In sem o Embiid? Ou vão fazer igual sempre e decepcionar a gente logo de cara?