Tag: All-NBA

  • Thunder arrasa Sixers e chega a 12 vitórias seguidas – absurdo!

    Thunder arrasa Sixers e chega a 12 vitórias seguidas – absurdo!

    Mano, tem como parar esse Thunder? A resposta é não. Doze vitórias consecutivas. DOZE. O time de Oklahoma City simplesmente atropelou o Philadelphia 76ers por 123 a 103 na noite de segunda-feira, e olha que os Sixers estavam mais desfalcados que time de várzea no fim do ano.

    Shai Gilgeous-Alexander marcou 22 pontos com a tranquilidade de sempre, enquanto Jalen Williams voltou de lesão com tudo e cravou 18. Mas a história mais bonita da noite foi do Jared McCain – 13 pontos no primeiro jogo dele contra o ex-time. Imagina a emoção do cara jogando na Philadelphia depois de ser trocado mês passado?

    Sixers sem meio mundo, Thunder sem dó

    VJ Edgecombe fez o que pôde pelos Sixers com 35 pontos, mas cara… jogar sem Tyrese Maxey, Joel Embiid E Paul George? É pedir pra apanhar. Embiid tá parado desde 26 de fevereiro com lesão no oblíquo – o cara tá virando lenda urbana no basquete, só que ao contrário.

    E Paul George? Suspenso por 25 jogos por violação da política antidrogas da liga. Vinte e cinco jogos! Na minha opinião, isso explica muito sobre a temporada bizarra dos Sixers.

    Thunder voando alto rumo ao título

    Com 57 vitórias e apenas 15 derrotas, Oklahoma City tem o melhor record da NBA. São os atuais campeões e tão mostrando que não foi sorte – é time mesmo. McCain abriu o jogo com duas bombas de três no primeiro quarto, Thunder abriu 35-25 e nunca mais olhou pra trás.

    O intervalo chegou com 65-43 no placar. Vinte e dois pontos de diferença no primeiro tempo? Game over. Jaylin Williams saiu do banco com 18 pontos, Chet Holmgren contribuiu com 17. Esse banco do Thunder é coisa de monstro.

    Vocês acham que alguém consegue parar essa máquina? Porque pelo jeito que eles tão jogando, o bicampeonato tá mais perto do que longe. Próximo desafio é quarta-feira contra o Boston Celtics – aí sim vai ser teste de verdade.

  • Wemby demolindo: 26 pontos e 15 rebotes na maior goleada do ano

    Wemby demolindo: 26 pontos e 15 rebotes na maior goleada do ano

    Cara, o Victor Wembanyama simplesmente não para. Ontem à noite, o francês de 2,24m meteu 26 pontos, 15 rebotes e ainda bloqueou 5 arremessos na vitória dos Spurs por 136 a 111 sobre o Miami Heat. E olha só que absurdo: foi a sexta vitória consecutiva de San Antonio!

    Os Spurs viraram máquina de vencer

    Sinceramente, eu não esperava que os Spurs chegassem nesse nível tão rápido. Desde o começo de fevereiro, eles têm um aproveitamento monstro de 22-2 — o melhor da liga nesse período. Ontem eles abriram até 30 pontos de vantagem sobre o Heat, a maior diferença que qualquer visitante conseguiu em Miami nesta temporada.

    E não foi só o Wemby não. Keldon Johnson e Dylan Harper saíram do banco fervendo, cada um com 21 pontos. Stephon Castle também ajudou com 19. Esse elenco tá encaixado demais.

    Heat patinando na briga pelos playoffs

    Do outro lado, a situação do Heat tá complicada. Quinta derrota seguida e eles continuam empacados nessa briga louca da Conferência Leste pelos playoffs. Miami (38-34) tá na 9ª posição, mas olha que aperto: Philadelphia tem uma vitória a mais, Orlando tá meio jogo na frente, e Charlotte chegou a só meio jogo atrás.

    Norman Powell foi o cestinha do Heat com 21 pontos saindo do banco, mas não adiantou muita coisa. Bam Adebayo e Tyler Herro fizeram 18 cada, mas quando você toma 76 pontos só no primeiro tempo… aí complica.

    O mais impressionante é que Wembanyama já conseguiu pelo menos 26 pontos, 15 rebotes e 5 tocos em quatro jogos nesta temporada. O resto da liga inteira? Só uma vez — Zach Edey em novembro. É monstro demais esse garoto.

    Os Spurs (54-18) continuam na cola do Oklahoma City (57-15) na briga pelo primeiro lugar geral da NBA e vantagem de quadra nos playoffs. E vocês, acham que eles conseguem alcançar o Thunder? Essa temporada tá cada vez mais emocionante!

  • Bucks dispensam Cam Thomas após só 18 jogos – que confusão é essa?

    Bucks dispensam Cam Thomas após só 18 jogos – que confusão é essa?

    Gente, vocês conseguem acreditar nisso? Os Bucks acabaram de dispensar o Cam Thomas depois de apenas 18 jogos no uniforme de Milwaukee. Dezoito jogos! Cara, nem tempo pra esquentar o banco o cara teve.

    A bomba estourou na segunda à noite quando a franquia oficializou a dispensa do armador. No lugar dele, converteram o contrato two-way do Pete Nance em um contrato padrão. Sinceramente, não esperava essa reviravolta tão rápida.

    O romance que durou só seis semanas

    Olha só que timeline maluca: Thomas foi contratado pelos Bucks em 8 de fevereiro, logo depois do Brooklyn Nets terem dispensado ele. O cara mal teve tempo de decorar o caminho pro vestiário e já tá sendo mandado embora de novo. Na minha visão, isso mostra como a NBA é cruel mesmo.

    Lembrando que Thomas foi draftado pelo Nets em 2021 como 27ª escolha geral, saindo da LSU. Mas nesta temporada as coisas desandaram pra ele no Brooklyn – foram só 8 jogos como titular, 24 minutinhos por partida, com médias de 15.6 pontos e 3.1 assistências. Números até razoáveis, mas claramente não estava encaixando no esquema.

    O técnico estava empolgadão no começo

    E o mais bizarro de tudo? Quando Thomas chegou, o GM Jon Horst parecia que tinha encontrado a solução pros problemas do time. O técnico Doc Rivers chegou a comparar ele com Jamal Crawford e Lou Williams – duas lendas do banco da NBA!

    “Eles são parecidos, mas cada um tem seu jeito”, disse Rivers na época. “O Cam quer fazer a coisa certa. Quer jogar bem. Dá pra ver isso. E nós vamos dar toda oportunidade pra ele. O cara é um pontuador nato.”

    Cara, quando um técnico te compara com Crawford e Lou Will, você acha que tem espaço garantido, né? Que nada. Eighteen games later… tchau e benção.

    Milwaukee tá um caos total

    Mas essa história do Thomas é só mais um capítulo da confusão que tá Milwaukee. Os caras não querem que o Giannis jogue mais nesta temporada por causa das lesões, mas o Greek Freak quer continuar. Imagina o climão no vestiário?

    E não para por aí – há meses rolam rumores de que o Antetokounmpo pode pedir trade. Ele ainda não pediu oficialmente, mas já deixou claro que quer jogar por títulos. Com esse record de 29-41 e 11º lugar no Leste, título que é bom mesmo tá longe.

    Os Bucks perderam 10 dos últimos 13 jogos e estão caminhando pra ficar fora dos playoffs pela primeira vez em uma década. É de cortar o coração de qualquer torcedor, mano.

    E aí, vocês acham que Thomas vai conseguir se estabelecer no próximo time? Porque olha, já é a segunda vez em poucas semanas que o cara precisa recomeçar do zero. Não deve ser fácil psicologicamente.

  • Fultz assina com os Raptors – será que a primeira escolha de 2017 ressurge?

    Fultz assina com os Raptors – será que a primeira escolha de 2017 ressurge?

    Cara, essa notícia me pegou de surpresa. Markelle Fultz — sim, aquele mesmo que foi a primeira escolha do draft de 2017 — acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Oito anos depois daquela escolha polêmica, o armador tenta mais uma vez se firmar na liga.

    Na moral, eu sempre torci pro Fultz dar certo. Lembram da confusão toda? O cara era pra ser o futuro dos Sixers, mas aí começaram os problemas no ombro, mudou completamente o arremesso e virou aquele drama todo na Filadélfia. Foi doloroso de assistir.

    A jornada até Toronto

    Antes de chegar aos Raptors, Fultz estava jogando pelo Raptors 905 — o time da G League. Em seis jogos por lá, fez uma média de 9.8 pontos e 5.3 assistências. Não é absurdo, mas também não é de quebrar o pau. O destaque foi aquele jogo contra o Rip City no dia 20 de março: 17 pontos numa vitória fora de casa. Pelo menos mostrou que ainda tem basquete nas veias.

    O negócio é que o Toronto tá precisando mesmo de ajuda no garrafão. O Jamal Shead, que tem sido o armador reserva, não tá jogando nada — domingo mesmo contra o Phoenix acertou só 1 de 6 tentativas. Sinceramente, acho que vale a pena dar uma chance pro Fultz.

    Será que rola uma ressurreição?

    Olha, vou ser honesto com vocês: eu sempre acreditei que o Fultz tinha talento pra ser pelo menos um jogador sólido de rotação. Em Orlando ele até conseguiu isso — chegou a ser titular em 60 jogos numa temporada, o que não é pouca coisa. Depois passou pelo Sacramento no final da temporada passada.

    O monstro tem 25 anos ainda. Na teoria, deveria estar no auge da carreira, mas a realidade é que já são oito temporadas na NBA tentando encontrar seu lugar. Às vezes eu fico pensando: e se ele nunca tivesse tido aquele problema no ombro? Seria completamente diferente hoje?

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que o Fultz consegue se firmar em Toronto? Ou vai ser mais um contrato de 10 dias que não vira nada? Na minha opinião, se o cara conseguir pelo menos ser um backup decente pro Scottie Barnes na criação de jogadas, já tá valendo. Toronto tem um time jovem e promissor, talvez seja o ambiente perfeito pra ele finalmente engrenar de vez.

  • Bucks cortam Cam Thomas e efetivam Pete Nance – que jogada!

    Bucks cortam Cam Thomas e efetivam Pete Nance – que jogada!

    Olha, eu não esperava essa. Os Bucks acabaram de dispensar o Cam Thomas — sim, aquele mesmo que chegou com pompa e circunstância lá em fevereiro — para efetivar o contrato do Pete Nance. E cara, que reviravolta na história.

    Lembram quando o Thomas chegou em Milwaukee? O Jon Horst, GM dos Bucks, falou dele como se fosse a peça que faltava pro time brigar por título. O cara chegou do Brooklyn, fez 34 pontos saindo do banco no segundo jogo, e o Doc Rivers comparou ele com Jamal Crawford e Lou Williams. Monstro, né?

    A queda foi rápida demais

    Mas aí que tá — o basquete é isso mesmo, uma caixinha de surpresas. Desde aquele jogaço de 34 pontos em fevereiro, o Thomas simplesmente desapareceu. Nos últimos 16 jogos, só 9.6 pontos por partida, 41% nos arremessos e uns catastróficos 22% de três. Para um cara que supostamente ia ser o sexto homem dos sonhos, foi decepcionante demais.

    E olha que ele só ficou dois meses no time! De herói a dispensado em 60 dias. No basquete americano, essa pressão por resultado imediato é absurda mesmo.

    Pete Nance aproveitou a chance

    Enquanto isso, o Pete Nance — que muita gente nem sabia que existia — foi crescendo na surdina. O cara apareceu em 37 jogos nesta temporada (recorde pessoal dele) e desde fevereiro tem jogado consistente: 15.3 minutos por jogo, 5.2 pontos com 56% nos arremessos e uns impressionantes 48% de três pontos.

    Sinceramente? Acho que os Bucks acertaram nessa. O Nance pode não ter o potencial ofensivo do Thomas, mas tá entregando o que o time precisa: constância, arremesso confiável e não dá trabalho. Às vezes o básico bem feito vale mais que genialidade inconsistente.

    No final das contas, Milwaukee ainda tá na briga por uma vaga no play-in da Conferência Leste. E com essa mudança, quem sabe o time não encontra finalmente a química que andava faltando? Vocês acham que foi a decisão certa ou os Bucks desistiram rápido demais do Thomas?

  • Salary cap da NBA vai pra $165M em 2026-27 – prepare o bolso!

    Salary cap da NBA vai pra $165M em 2026-27 – prepare o bolso!

    Galera, chegou aquela notícia que todo GM da NBA fica de olho: o salary cap projetado pra temporada 2026-27 saiu, e não é brincadeira. Segundo o Shams Charania da ESPN, estamos falando de $165 milhões – um salto de quase $10 milhões comparado com os $154,7 milhões desta temporada.

    Olha, eu sempre fico impressionado com esses números absurdos. Pra vocês terem ideia, isso representa mais grana do que muitos países movimentam em esporte por ano inteiro. Mas o que mais me chamou atenção foi uma coisa: a projeção inicial era $1 milhão MAIOR. Por que a queda? Receita de mídia local em baixa.

    E não para por aí – os ‘aprons’ também sobem

    Não é só o salary cap que muda, pessoal. O salary floor (o mínimo que os times têm que gastar) vai pra $149 milhões. Já o tax level – aquele limite que quando você passa, começa a pagar multa pesada – ficará em $201 milhões.

    Os famosos aprons, que são basicamente os níveis de punição pra quem gasta demais, também sobem. O primeiro apron vai pra $209 milhões e o segundo pra $222 milhões. Sinceramente? Esses números me deixam meio zonzo.

    Pra comparar com a temporada atual: o salary floor tá em $139,2 milhões, o primeiro apron em $195,9 milhões e o segundo em $207,8 milhões. É um aumento considerável em todos os aspectos.

    Quem tá gastando o quê hoje?

    Aqui fica interessante. Segundo o Spotrac, 29 dos 30 times da NBA estão ACIMA do soft salary cap nesta temporada. O único que não passou foi o Brooklyn Nets, com $150,5 milhões. O Memphis Grizzlies aparece com a segunda menor folha: $157,1 milhões.

    E quem tá bancando a festa toda? Golden State Warriors, monstros, com uma folha de $234 milhões! Sendo que $205,3 milhões disso conta pros aprons. Cara, deve ser uma dor de cabeça administrativa gigantesca.

    Na minha visão, essa escalada nos valores só mostra como a NBA continua crescendo financeiramente. Mas será que isso não vai acabar criando uma disparidade ainda maior entre times grandes e pequenos? O que vocês acham – esse aumento é sustentável a longo prazo?

  • Kerr quer NBA com menos jogos: ‘Qualidade vale mais que grana’

    Kerr quer NBA com menos jogos: ‘Qualidade vale mais que grana’

    Steve Kerr tá martelando a mesma tecla há anos, e sinceramente? Eu concordo com o cara. O técnico do Warriors voltou a falar sobre encurtar a temporada da NBA — de 82 para 72 jogos — e dessa vez foi bem direto: “Aceito ganhar menos se isso significar um produto melhor”.

    Olha, eu entendo a posição dele. Desde 2017 o Kerr vem batendo nessa tecla, mas agora parece que tá mais convicto ainda. Depois daquela derrota pros Jazz semana passada, ele falou que uma temporada menor criaria “uma liga mais competitiva e mais saudável”. E antes do jogo contra o Knicks no domingo, mandou a real: todo mundo da NBA deveria ter uma “discussão séria” sobre isso.

    A realidade financeira que ninguém quer encarar

    Mas aí que tá o problema — e o Kerr sabe disso. Menos jogos significa menos TV, menos ingressos, menos grana pra todo mundo. “Sei que menos jogos significam menos receita, todo mundo ganharia menos, e eu tô disposto a colocar minha cara a tapa e dizer que sou a favor disso”, disse o técnico.

    Cara, isso é coragem ou loucura? (Ou os dois, né?)

    A NBA é um negócio antes de tudo. Donos de time e jogadores vão aceitar ganhar menos? Duvido muito. A teoria é que com menos jogos disponíveis, a demanda aumentaria, e cada partida valeria mais. Faz sentido no papel, mas na prática… quem vai aceitar o corte no salário?

    O corpo humano não aguenta mais

    A questão física é real, gente. Quando o Kerr assumiu o Warriors em 2014-15, a NBA tinha uma média de 93.9 posses por jogo. Hoje? 99.3. O jogo tá mais rápido, mais intenso.

    E não é só velocidade — é movimento lateral, paradas bruscas, explosões constantes. Os caras cobrem muito mais espaço em quadra hoje. Em 2013-14, o Spurs liderava a liga “correndo” 17.8 milhas por jogo. Hoje esse número colocaria o time apenas na 17ª posição.

    O resultado? Mais lesões musculares, menos treinos (o próprio Kerr reclamou que ficou 8 dias numa road trip sem conseguir treinar nem uma vez), e jogadores constantemente no departamento médico.

    Na minha visão, o Kerr tá certo. 82 jogos em seis meses é desumano com o ritmo atual. Mas vai convencer os caras a abrir mão de milhões? Essa é mais difícil que uma enterrada do Nate Robinson.

    E vocês, o que acham? Vale a pena sacrificar a grana por um basquete de mais qualidade?

  • Erik Spoelstra está certo: não tem nada de errado no tanque dos Wizards

    Erik Spoelstra está certo: não tem nada de errado no tanque dos Wizards

    Cara, eu nunca pensei que ia concordar tanto com Erik Spoelstra sobre uma polêmica de tanking, mas aqui estamos. E olha que coisa: o cara falou exatamente o que precisava ser dito depois daquela loucura do Bam Adebayo fazer 83 pontos contra os Wizards na semana passada.

    Pra quem perdeu o episódio (e sinceramente, onde vocês estavam?), o Bam simplesmente resolveu destruir Washington de uma forma que deixou o Kobe em segundo lugar na lista de maior pontuação em um jogo da história da NBA. Oitenta e três pontos. É muito absurdo isso.

    A revolta foi geral, mas Bam não tá nem aí

    Lógico que a galera ficou pistola. Fãs dos Lakers chorando pelo Kobe, puristas do basquete reclamando da ética… Mas o Bam? Zero preocupação. “Se vocês estão bravos, eu não ligo”, foi a resposta dele.

    E ele ainda jogou a culpa no técnico Brian Keefe: “Vocês estão me culpando? Culpem o técnico que deixou eu jogar um contra um o jogo inteiro até eu ter 70 pontos e só depois mandou a dupla marcação. Nessa altura eu tinha 70 com nove minutos pra acabar o jogo. Vocês acham que eu não ia tentar?”

    Honestamente? Ele tá certo. Qualquer jogador da NBA faria a mesma coisa nessa situação.

    Spoelstra defendeu o tanking e eu aplaudin de pé

    Aqui que a coisa fica interessante. O Spoelstra não só defendeu seu jogador (“não peço desculpas pra absolutamente ninguém”) como também chamou os Wizards na lata: “a organização deles está tentando perder”.

    Mas ó que sacada genial — ele emendou dizendo que não tem problema nenhum nisso: “Se você pode fazer tanking e conseguir uma boa escolha no draft, eu não ligo. Você pode fazer o que quiser nessa liga. Pode abordar da forma que quiser.”

    FINALMENTE alguém falou a real sobre tanking sem hipocrisia! Tank Watch (como os gringos chamam) tá aplaudindo de pé essa defesa da liberdade de tankar.

    E sinceramente, os Wizards estão fazendo um trabalho monstro nessa temporada. Perderam 12 jogos seguidos e só mandaram dupla marcação no Bam quando já era tarde demais. Keefe ainda admitiu que o quarto período “não foi um jogo real de basquete”. Missão cumprida, né?

    Outros times vão tentar a mesma?

    A pergunta que fica no ar é: será que outros jogadores vão tentar fazer a mesma coisa contra times que estão claramente tankando? Dois dias depois do Bam, o Luka fez 51 contra os Bulls.

    Lógico que o Luka consegue fazer isso contra qualquer time, mas imaginem jogadores menos conhecidos tentando entrar pra história contra essas equipes que estão de férias antecipadas?

    E aí, vocês acham que é válido esse negócio de deixar o cara fazer 83 pontos ou os Wizards deviam ter parado antes? Na minha visão, se o time decidiu tankar, tem que aguentar as consequências — e uma delas pode ser virar ponto de referência histórico pros adversários.

    Os Wizards assumiram a liderança do tanking com esses 16 vitórias em 67 jogos. Tá sendo uma obra de arte mesmo.

  • Alex Caruso bloqueou um arremesso com o tênis e virou lenda

    Alex Caruso bloqueou um arremesso com o tênis e virou lenda

    Gente, eu já vi muita coisa maluca na NBA, mas o que o Alex Caruso fez ontem contra o Magic foi de outro planeta. O cara literalmente bloqueou um arremesso COM O TÊNIS. Com o tênis mesmo!

    Vou explicar a loucura: final do segundo quarto, Thunder x Magic. Caruso perdeu o equilíbrio numa jogada defensiva e o tênis escorregou do pé. Normal, acontece. Mas aí que tá — a jogada continuou rolando e o maluco, ao invés de ficar parado esperando a bola sair, pegou o tênis na mão e continuou defendendo!

    A jogada mais absurda do ano

    O Wendell Carter Jr. tocou a bola pro Tristan da Silva, que tentou o arremesso. E o Caruso? Simplesmente deslizou e usou o próprio tênis pra bloquear a bola. Bloqueou limpo, hein! Pegou só na bola mesmo, técnica perfeita.

    Claro que os árbitros não deixaram passar batido — goaltending (interferência) e falta técnica na conta dele. Mas sinceramente? Todo mundo tá pouco se lixando pras faltas. Esse cara acabou de entrar pra história da liga com essa jogada.

    Caruso sendo Caruso

    Olha, quem acompanha o Caruso sabe que o cara é assim mesmo — faz de tudo pra ganhar. Já jogou no Lakers, sempre foi aquele sexto homem que dá o sangue em quadra, e agora no Thunder continua sendo o mesmo guerreiro de sempre.

    Mas isso aqui foi next level. Eu nunca tinha visto alguém usar um tênis como extensão da defesa. E olha que já assisto NBA há anos, já vi de tudo — desde enterradas absurdas até jogadas de QI 200. Mas bloquear com o calçado? Primeira vez.

    Vocês acham que vamos ver alguém mais tentando essa técnica inovadora do Caruso? Porque eu tenho certeza que os moleques nos playgrounds pelo Brasil inteiro já tão tentando replicar essa defesa revolucionária!

    O Thunder ganhou o jogo no final, então tá tudo certo. Mas o importante mesmo não foi o resultado — foi ver um cara que transformou a perda de um tênis numa das jogadas mais icônicas da temporada. Caruso, meu mano, você é um monstro!

  • KD prometeu vingança: Rockets x Lakers pode ser o último duelo histórico

    KD prometeu vingança: Rockets x Lakers pode ser o último duelo histórico

    Cara, que momento histórico estamos vivendo. Kevin Durant e LeBron James podem estar se enfrentando pela última vez na temporada regular hoje à noite, e sinceramente? Pode ser a última vez que vemos esses dois monstros se encarando na NBA. LeBron vai fazer 42 anos em dezembro e ninguém sabe se ele volta na próxima temporada.

    Na segunda-feira, os Lakers foram até Houston e ganharam de 100 a 92, estendendo uma sequência absurda de seis vitórias seguidas. Mas olha, eu não tô comprando essa história toda não. É fácil ganhar em casa — e foi exatamente isso que o Lakers fizeram contra Minnesota, New York e Denver. O jogo de segunda foi o primeiro teste de verdade na estrada, e mesmo assim…

    Durant assumiu a culpa (e isso me preocupa pelos Lakers)

    O que mais me chamou atenção foi o Kevin Durant assumindo toda a responsabilidade pela derrota. “Eu senti que perdi o jogo para a gente”, disse o KD após ser limitado a apenas 18 pontos. Sete turnovers do cara que sempre foi cirúrgico com a bola. Uma das perdas de bola foi numa violação de 8 segundos — coisa que você vê uma vez por ano.

    Mas aqui entre nós: quando o Kevin Durant assume a culpa publicamente assim, pode ter certeza que ele vai voltar com tudo no jogo seguinte. O cara é orgulhoso demais para aceitar uma performance dessas duas vezes seguidas.

    E tem um detalhe importante — os Rockets não têm um armador de verdade desde que o Fred VanVleet se machucou em setembro. Quando a defesa adversária força a bola sair da mão do Durant nos momentos decisivos, o time fica perdido. Não é à toa que Houston tem o sétimo pior net rating da liga no clutch.

    Doncic dominando, LeBron aceitando papel secundário

    Do lado dos Lakers, o Luka Doncic tá simplesmente voando. 36 pontos na segunda, liderando a liga em pontuação com 32.9 por jogo. O cara tá -1400 para ganhar o título de cestinha pela segunda vez na carreira — ou seja, praticamente garantido.

    E o LeBron? Olha, é impressionante como ele aceitou esse papel de terceira opção ofensiva. 18 pontos, 5 rebotes e 5 assistências na segunda. O técnico J.J. Redick foi claro: “O melhor para nosso time é ele sendo o terceiro jogador com maior uso”.

    Isso me faz pensar… será que estamos vendo realmente os últimos suspiros do Rei? As odds dele se aposentar após esta temporada estão em +400. Não sei vocês, mas eu sinto que ele ainda tem lenha para queimar.

    Por que acredito na vingança dos Rockets

    Os Lakers estão bem posicionados — terceiro lugar no Oeste, 1.5 jogo à frente justamente dos Rockets. Conseguir essa terceira posição significa evitar o Oklahoma City até as finais de conferência, o que é gigante.

    Mas eu tenho um feeling de que hoje vai ser diferente. Primeiro, porque é em casa para Houston. Segundo, porque o Durant vai estar com sangue nos olhos após aquela performance de segunda. E terceiro… bem, às vezes o basquete é sobre momentum, e eu sinto que a sequência dos Lakers pode parar hoje.

    O over/under do KD está em 24.5 pontos, e eu apostaria no over sem pensar duas vezes. Quando esse cara se sente humilhado, ele responde. Lembro de três jogos atrás quando ele fez só 11 pontos contra Denver e depois voltou com 32 no jogo seguinte.

    E aí, vocês acham que KD consegue a vingança ou os Lakers mantêm essa sequência histórica?