Tag: All-NBA

  • Jaylen Brown transformou o ‘ano sabático’ dos Celtics em show particular

    Jaylen Brown transformou o ‘ano sabático’ dos Celtics em show particular

    Olha, quando o Jayson Tatum rompeu o tendão de Aquiles e os Celtics perderam três titulares do time campeão, todo mundo já tinha decretado: temporada perdida em Boston. Mas o Jaylen Brown? Cara, ele viu isso de um jeito completamente diferente.

    “Do ponto de vista financeiro, isso era uma reconstrução, né?”, disse Brown para a ESPN. “Mas eu não encarei assim. Eu vi como uma oportunidade de mostrar pro mundo quem eu sou e o que posso fazer.”

    E mano, ele fez exatamente isso. O cara tá tendo a melhor temporada da carreira – recordes pessoais em pontos, rebotes e assistências. Tá carregando o segundo maior usage rate da NBA inteira e botou Boston como segundo colocado no Leste. Quem diabos previu isso no começo da temporada? Ninguém.

    O isolamento que mudou tudo

    A base dessa transformação toda foi construída no verão passado, num momento bem difícil. Três semanas depois da cirurgia no menisco, Brown se trancou em casa em Boston. Não atendia chamada de ninguém – nem amigos, nem família, nem companheiros de time.

    “Um dos meus defeitos é que tenho dificuldade de deixar as pessoas me verem fraco”, confessou.

    Mas olha que loucura o que ele fez durante a recuperação: meditava, estudava mapas astrais e numerologia dos companheiros pra entender melhor a personalidade de cada um no vestiário. Além disso, fazia terapia de luz vermelha no joelho várias vezes por dia. Dedicação total.

    Brad Stevens apostou alto

    O Brad Stevens, presidente dos Celtics, foi direto com Brown: o time tinha se reconstruído várias vezes desde que o draftaram em 2017, mas ainda esperavam competir forte apesar de todas as mudanças.

    “Muitos caras teriam interpretado mal isso e não teriam feito o que ele fez”, disse Stevens. “E o que ele fez foi jogar de forma espetacular e empoderar os outros. A gente precisava que ele fizesse os dois pra equipe ser realmente boa.”

    Stevens disse que a chave era Brown reconhecer do que os novos companheiros eram capazes. “A única coisa que muitos desses caras eram era não-testados”, explicou. Brown sabia que Jordan Walsh conseguia jogar, que Baylor Scheierman tinha potencial, que Neemias Queta e Luka Garza podiam contribuir. Mas ele também sabia que mostrando confiança neles, tiraria o melhor de cada um.

    E cara, Brown levou isso a sério mesmo. Organizava jantares do time, mentorava os mais novos individualmente, defendia publicamente a candidatura do Queta pro Most Improved Player. O Walsh até chama ele de “tio” por causa dessa mentoria toda.

    Os números não mentem: os Celtics têm 65,2% de aproveitamento nos arremessos que saem de passes do Brown – quinta melhor marca entre jogadores com mais de 500 assistências na temporada. Payton Pritchard, Sam Hauser, Derrick White e Queta estão todos com recordes pessoais de pontuação.

    Uma nova versão do Jaylen

    Por muito tempo, a motivação do Brown vinha de críticas, rumores de trade e a sensação de que o mundo do basquete o subestimava. Mas essa temporada algo mudou nele.

    “Às vezes eu me diminuía pra outras pessoas se sentirem confortáveis”, refletiu. “Há uma diferença entre isso e se diminuir apagando sua própria luz.”

    Quando o Tatum voltou da lesão em março, viu de perto o que Brown construiu na ausência dele. E não tem dúvida do que motivou essa transformação: “Obviamente ele sempre foi capaz disso. Foi só uma oportunidade onde mais foi exigido de todo mundo, especialmente dele. A NBA é sobre oportunidades, e os caras especiais fazem o máximo dela. Foi exatamente isso que ele fez esse ano.”

    Sinceramente? Essa versão do Jaylen Brown me impressiona mais que qualquer estatística. Ver um cara usar um momento difícil pra se reinventar e ainda por cima elevar todo mundo ao redor… isso é liderança de verdade. E vocês, acham que ele consegue manter esse nível quando o time voltar a ter todas as peças?

  • Haliburton volta à quadra! Primeiro 5×5 após lesão no tendão

    Haliburton volta à quadra! Primeiro 5×5 após lesão no tendão

    Gente, que notícia boa pra começar o dia! O Tyrese Haliburton finalmente voltou a jogar cinco contra cinco pela primeira vez desde aquela lesão terrível no tendão de Aquiles que ele sofreu nas Finais da NBA de 2025.

    O armador do Indiana Pacers postou nas redes sociais na quarta-feira mostrando que conseguiu participar do primeiro treino completo. Cara, são 41 semanas de recuperação. QUARENTA E UMA. Imaginem a ansiedade que esse moleque tava passando pra voltar à quadra.

    A volta do maestro dos Pacers

    Olha, eu acompanho a carreira do Haliburton desde que ele chegou na liga, e o cara é simplesmente um dos armadores mais criativos que temos hoje. Aquelas assistências dele são de outro mundo — o maluco enxerga passes que nem existem ainda.

    Mas essa lesão no Aquiles… putz. É uma das piores que um jogador pode ter. Lembro até hoje quando vi ele se machucando naquelas Finais. O silêncio que fez no ginásio foi de arrepiar. Todo mundo sabia que era coisa séria.

    Pra vocês terem uma ideia do tempo de recuperação, o Jayson Tatum voltou em aproximadamente 43 semanas quando passou pelo mesmo perrengue. Haliburton tá na semana 41, então tá dentro do prazo esperado — na verdade, até um pouquinho adiantado.

    Expectations pro training camp

    A franquia de Indiana e o próprio jogador já sinalizaram que ele deve estar 100% pro training camp do ano que vem. Sinceramente, eu tô torcendo muito pra isso acontecer mesmo. Os Pacers sem o Haliburton não são os mesmos — o cara é o cérebro daquele time.

    E vocês, tão ansiosos pra ver ele voltando? Eu confesso que tô curioso pra saber se ele vai voltar no mesmo nível. Essas lesões no Aquiles são traiçoeiras, mas o Haliburton sempre foi um jogador que dependia mais da visão de jogo e QI de basquete do que da explosão física pura.

    Com a temporada dos Pacers chegando ao fim neste fim de semana, a próxima vez que veremos ele com a camisa de Indiana será só na preseason de 2026. Vai ser uma longa espera, mas pelo menos agora sabemos que ele tá no caminho certo.

    Força, Hali! A NBA fica bem mais divertida com você em quadra distribuindo essas assistências absurdas.

  • Giannis fora do último jogo e clima esquenta com os Bucks

    Giannis fora do último jogo e clima esquenta com os Bucks

    O clima tá tenso em Milwaukee, galera. O Giannis Antetokounmpo não vai jogar o último jogo da temporada regular dos Bucks contra o Brooklyn Nets na sexta-feira, e sinceramente? Isso é só a ponta do iceberg de uma situação que tá ficando cada vez mais complicada.

    O Greek Freak tá parado desde 15 de março por causa de uma lesão no joelho esquerdo — hiperextensão com contusão óssea, nada simples. Mas o que mais me chama atenção não é a lesão em si, e sim o clima pesado que se instalou entre o jogador e a franquia.

    A tensão por trás dos bastidores

    Olha, eu acompanho NBA há anos e raramente vi uma situação tão delicada quanto essa. O relacionamento entre Giannis e os Bucks virou uma verdadeira guerra fria nas últimas semanas. O motivo? A decisão da equipe médica de não liberar o cara para voltar às quadras.

    Imagina a frustração do Giannis — bicampeão de MVP, cara que carregou essa franquia nas costas, e agora tá sendo segurado no banco quando mais queria estar jogando. Do lado dos Bucks, provavelmente tão pensando na saúde do jogador e nos playoffs. Mas essa tensão toda deixa um gosto amargo, não acham?

    O futuro milionário em jogo

    E aí que a coisa fica ainda mais interessante (ou preocupante, dependendo do ponto de vista). Se o Giannis não sinalizar que vai assinar uma extensão de cinco anos por impressionantes 275 milhões de dólares até outubro, tudo indica que ele pode ser negociado nesta offseason.

    Duzentos e setenta e cinco milhões de dólares. É muita grana, mesmo para os padrões da NBA. Mas será que depois de toda essa situação, ele ainda quer ficar em Milwaukee? Eu tenho minhas dúvidas.

    De MVP a incerteza

    Lembram quando o Giannis dominava tudo? Bicampeão de MVP em 2019 e 2020, o cara era simplesmente imparável. Desde então, terminou em quarto, terceiro, terceiro, quarto e terceiro lugar nas votações dos últimos cinco anos. Números excelentes, mas não aquele domínio absoluto de antes.

    Nesta temporada, ele estava cotado para brigar pelo prêmio novamente até sofrer essas lesões na panturrilha e agora no joelho. É frustrante ver um talento desse nível sendo limitado por problemas físicos logo quando parecia estar voltando ao seu melhor momento.

    Vocês acham que o Giannis vai mesmo deixar Milwaukee? Porque, olhando de fora, parece que essa relação já deu o que tinha que dar. E se eu fosse apostar, diria que veremos o Greek Freak com outra camisa na próxima temporada.

  • Donovan não se empolga com apoio público de Reinsdorf

    Donovan não se empolga com apoio público de Reinsdorf

    Olha só a situação curiosa em Chicago: Michael Reinsdorf sai publicamente dizendo que quer manter Billy Donovan como técnico dos Bulls, mas o próprio Donovan tá fazendo questão de não se empolgar muito com o apoio do patrão.

    “Acho que o Michael estava apenas expressando como se sente sobre mim”, disse Donovan antes do jogo contra os Wizards na quinta-feira. “Mas eu também entendo que todo mundo tem que pensar no que é melhor para os Bulls naquele momento.”

    Cara, que diplomacia é essa? O cara recebe um voto de confiança público e ainda assim fica nessa de “vamos ver o que é melhor para a franquia”. Sinceramente, acho que Donovan tá sendo esperto — ele sabe que as coisas em Chicago estão uma bagunça total.

    A limpa geral na diretoria

    E não é pra menos que ele tá cauteloso. Na segunda-feira, os Bulls fizeram aquela limpeza que todo mundo já esperava: mandaram embora Arturas Karnisovas (vice-presidente executivo de operações de basquete) e Marc Eversley (gerente geral). Seis anos de trabalho e apenas uma classificação para os playoffs. É de lascar.

    Donovan, aos 60 anos, ainda não decidiu se fica ou não. Vai se reunir com Reinsdorf depois da temporada pra bater um papo sobre o futuro. “Eu amo estar aqui”, disse ele. “Amei a relação com todo mundo — não só Jerry e Michael, mas todas as pessoas no prédio, a equipe. É um ambiente de trabalho incrível e eu curto muito. Mas estamos nesta situação porque realmente não ganhamos muito.”

    O histórico que não engana

    E aí que mora o problema. Donovan tá na 11ª temporada na NBA, seis delas com Chicago. Em Oklahoma City, ele classificou o Thunder pros playoffs em todas as cinco temporadas que esteve lá. Nos Bulls? Bem… não preciso nem falar, né?

    O mais doído é que seus times só passaram da primeira rodada dos playoffs uma vez — quando Oklahoma City chegou às finais da Conferência Oeste em 2015-16, primeira temporada dele por lá. Desde então, tem sido mais sofrimento do que alegria.

    Vocês acham que Donovan deveria apostar mais alguns anos em Chicago ou partir pra outro projeto? Porque, convenhamos, o cara tem currículo pra isso — só que às vezes mudança de ares faz bem pra todo mundo.

  • Curry fora contra Lakers: fim da era de duelos com LeBron?

    Curry fora contra Lakers: fim da era de duelos com LeBron?

    Cara, que tristeza. Os Warriors confirmaram que Stephen Curry não vai jogar contra os Lakers hoje à noite por causa do joelho direito que vem incomodando há semanas. E sabe o que isso significa? Zero duelos entre Curry e LeBron James nesta temporada regular.

    Isso mesmo que você leu. Dois dos maiores da história da NBA, que protagonizaram algumas das finais mais épicas que já vimos, não se enfrentaram nem uma vez em 2025-26. LeBron perdeu o primeiro jogo da temporada por causa de ciática, e agora o Curry fica de fora dos outros confrontos por conta desse maldito joelho.

    A estratégia dos Warriors faz sentido

    Olha, eu entendo a decisão do Rick Celebrini e da comissão técnica. Curry tá na 17ª temporada (meu Deus, como o tempo voa), voltou domingo passado depois de 27 jogos fora, e os Warriors precisam dele 100% para os play-ins. Melhor guardar o cara para Sacramento amanhã do que arriscar numa partida que, convenhamos, não define muito para eles.

    Os Warriors já estão cravados na 10ª colocação. Vão ter que vencer dois jogos na estrada para chegar nos playoffs como oitavo colocado – e sinceramente, sem o Curry em plena forma, essa missão fica bem complicada.

    O fim de uma era?

    Agora vem a pergunta que não quer calar: será que vamos ver mais duelos entre esses dois monstros? LeBron tá na 23ª temporada (isso é absolutamente surreal), e ainda não confirmou se vai para a 24ª. Do lado do Curry, mesmo sendo “mais novo”, as lesões têm sido mais frequentes.

    Os números do confronto histórico são de dar arrepio: 27 jogos na temporada regular, 28 nos playoffs. LeBron leva vantagem na regular (14-13), mas o Curry domina quando a coisa fica séria – 17-11 nos playoffs, com três títulos em cinco finais entre eles.

    Nos dois jogos que fez desde que voltou, Curry mostrou que ainda tem lenha na fogueira: 43 pontos combinados, saindo do banco para gerenciar melhor os minutos. Mas é isso aí – a idade e as lesões cobram o preço, mesmo dos maiores.

    E vocês, acham que ainda vamos ter a chance de ver mais alguns capítulos dessa rivalidade histórica? Porque, pra falar a verdade, cada temporada que passa sem esses confrontos é uma oportunidade perdida para a história do basquete.

  • Embiid vai pra mesa de cirurgia bem na reta final da temporada

    Embiid vai pra mesa de cirurgia bem na reta final da temporada

    Cara, não dá pra acreditar no azar do Joel Embiid. O cara estava finalmente voltando ao seu melhor nível depois de uma temporada perdida, e aí… apendicite. Cirurgia de emergência em Houston, bem quando o Philadelphia 76ers mais precisa dele.

    Pior timing impossível, gente. Os Sixers estavam se preparando pra enfrentar o Rockets numa partida crucial quando o Embiid apareceu na lista de lesionados como “illness”. Algumas horas depois veio a bomba: apendicite aguda, direto pro centro cirúrgico.

    O momento não podia ser pior

    Olha só a situação: Philadelphia (43-36) está literalmente brigando pra não cair no play-in tournament. Eles estão apenas um jogo atrás do sexto colocado Toronto Raptors, com três jogos restantes na temporada regular. E agora perdem seu principal jogador por tempo indeterminado.

    O mais frustrante é que o Embiid estava jogando bem pra caramba essa temporada. Média de 26.9 pontos e 7.7 rebotes em 38 jogos – números que mostram que ele estava recuperando aquela forma de MVP depois da temporada catastrófica do ano passado, quando jogou apenas 19 partidas por causa dos problemas no joelho esquerdo.

    Sixers vivendo um pesadelo de lesões

    E não é só o Embiid, né? Os Sixers têm lidado com ausências o tempo todo. Paul George acabou de voltar há algumas semanas depois de cumprir uma suspensão de 25 jogos da NBA. Sinceramente, esse time parece que foi amaldiçoado.

    Agora eles ainda têm jogos contra Indiana na sexta e Milwaukee no domingo – dois times que já estão focados em melhorar suas posições no draft lottery, ou seja, não vão facilitar nada.

    Com essa cirurgia do Embiid, as chances de Philadelphia escapar do play-in ficaram bem complicadas. E olha que aos 32 anos, cada temporada perdida pesa mais na carreira do cara. Vocês acham que ele consegue voltar a tempo dos playoffs?

    O mais provável agora é que os Sixers acabem mesmo no play-in tournament da semana que vem. Os jogos seriam na terça (disputa do 7º-8º lugar) ou quarta (9º-10º lugar), e depois na sexta (8º-9º lugar). Sem o Embiid, vai ser osso.

  • Por que jogar mais rápido está deixando os times da NBA piores?

    Por que jogar mais rápido está deixando os times da NBA piores?

    Cara, tem uma parada bem maluca rolando na NBA essa temporada que tá quebrando tudo que a gente achava que sabia sobre basquete moderno. Todo mundo quer jogar rápido — os Knicks queriam, o Magic queria, o Portland queria, praticamente todos os 30 times da liga estão nessa vibe. Mas plot twist: os times mais rápidos estão jogando PIOR no ataque.

    Sério, olha só essa estatística absurda: dos 10 times com maior pace da liga, nenhum — NENHUM — tá no top 10 de eficiência ofensiva. E mais: três dos quatro piores ataques da NBA estão justamente entre os times mais acelerados. É o contrário do que todo mundo esperava, né?

    A inversão completa do jogo

    Enquanto isso, os times mais “lentos” estão destruindo geral. Cinco dos 10 times com menor pace estão no top 10 de ataque, e sete estão em posição de playoffs. O Denver, que tem a melhor eficiência ofensiva da liga, é apenas o 20º em pace. Os Celtics, Knicks e Hornets — todos com ataques monstruosos — jogam devagar.

    A diferença é tão grande que os 10 times mais lentos estão fazendo 3.1 pontos a mais por 100 posses que os 10 mais rápidos. Isso é o maior gap desde que começaram a medir essas estatísticas em 1996. Trinta anos de dados, cara!

    Na minha visão, isso acontece porque os times ficaram obcecados com a velocidade e esqueceram do básico. Como o Billy Donovan falou, sim, arremessos nos primeiros sete segundos da posse tendem a ser melhores, mas se você tá forçando uma bola de três super contestada só pra ser rápido, vai dar merda mesmo.

    Será que é hora de repensar tudo?

    O que mais me impressiona é que 18 times estão fazendo pelo menos 100 posses por jogo — dez anos atrás, só dois conseguiam isso (incluindo o Warriors do 73 vitórias). Todo mundo abraçou a filosofia “pace and space”, mas parece que esqueceram que espaço sem critério vira zona.

    E aí, vocês acham que isso vai impactar nos playoffs? Porque uma coisa é jogar rápido na temporada regular, outra é quando o jogo fica mais físico e cada posse vale ouro. Minha aposta é que vamos ver os times mais pacientes levando vantagem quando a pressão apertar de verdade.

    Sinceramente, acho que a NBA tá passando por uma fase de ajuste. Todo mundo correu atrás da fórmula mágica do pace, mas esqueceu que basquete ainda é sobre fazer as cestas certas na hora certa. Velocidade sem inteligência é só correria — e correria não ganha campeonato.

  • Goga Bitadze quebra recorde histórico da NBA saindo do banco pelo Magic

    Goga Bitadze quebra recorde histórico da NBA saindo do banco pelo Magic

    Cara, quem diria que o Goga Bitadze ia entrar pra história da NBA de uma forma tão absurda? O pivô georgiano simplesmente fez algo que NUNCA aconteceu na liga em 75 anos de existência.

    Na vitória do Orlando Magic sobre o Minnesota Timberwolves por 132 a 120, Bitadze saiu do banco e cravou 14 pontos (6/11 nos arremessos), 15 rebotes e 6 assistências em apenas 22 minutos de quadra. Parece normal? Não é não, meu amigo.

    O recorde que ninguém esperava

    Segundo os dados oficiais, Goga se tornou o PRIMEIRO jogador da história da NBA a conseguir pelo menos 14 pontos, 15 rebotes e 6 assistências saindo do banco e jogando 22 minutos ou menos. Isso é de outro mundo, gente.

    Pensa só: em mais de sete décadas de NBA, com todos os monstros que já passaram pela liga, ninguém tinha conseguido essa combinação específica de números. E quem quebra o recorde? Um cara que a maioria dos fãs casuais mal conhece.

    Enquanto Paolo Banchero liderava o ataque do Magic com 20 pontos (muito eficiente, diga-se de passagem, com 8/11 nos arremessos), Bitadze estava fazendo história saindo do banco. Ainda completou a noite com 1 roubo de bola e 1 toco — simplesmente dominou todos os aspectos do jogo.

    Magic esquentando na hora certa

    E olha, o Orlando tá pegando fogo mesmo. Depois de uma sequência horrível de 2 vitórias em 10 jogos, o time emplacou quatro vitórias seguidas. Timing perfeito, né?

    O Magic ainda briga por uma vaga no top 6 do Leste — está apenas meio jogo atrás do Toronto Raptors pela 6ª posição e um jogo completo atrás do Atlanta Hawks na 5ª colocação. Com essa pegada, quem sabe não conseguem evitar o play-in?

    Sinceramente, eu não esperava que Bitadze fosse protagonizar um momento histórico assim. O cara sempre foi um jogador sólido saindo do banco, mas essa performance foi de outro nível. Vocês acham que ele consegue manter essa consistência nos playoffs?

    Os próximos jogos do Magic são contra Chicago (sexta) e Boston (domingo, fechando a temporada regular). Vai ser interessante ver se conseguem manter essa sequência positiva.

  • McDaniels volta antes do esperado e fala sobre recuperação relâmpago

    McDaniels volta antes do esperado e fala sobre recuperação relâmpago

    Olha, eu não esperava ver o Jaden McDaniels de volta tão cedo. O cara estava fora há seis jogos por causa de uma lesão no joelho e todo mundo achava que ia demorar bem mais pra ele voltar. Mas quarta-feira lá estava ele, em quadra contra o Orlando Magic.

    Mesmo com a derrota por 132-120 (que doeu, não vou mentir), ver McDaniels jogando 19 minutos e fazendo 18 pontos foi um alívio tremendo. 8 de 16 nos arremessos — nada mal pra quem estava parado há quase duas semanas, né?

    A mentalidade que fez a diferença

    Depois do jogo, McDaniels explicou como conseguiu acelerar a recuperação: “Continuei trabalhando, ficando na sala de musculação, mesmo não podendo fazer muito na quadra. Quando podia treinar, aproveitava ao máximo. Ficar mais forte, voltar saudável. Me sinto ótimo, é um tributo a todos que me ajudaram.”

    Cara, isso aí é mentalidade de guerreiro. Enquanto outros jogadores ficam em casa assistindo Netflix (não que eu julgue), McDaniels estava ralando na academia. E olha que o timing não podia ser melhor.

    Wolves precisavam mesmo dessa volta

    Com Anthony Edwards ainda machucado no joelho e sendo preservado dia a dia, ter McDaniels de volta é fundamental. O cara vem fazendo uma temporada sólida: 14.8 pontos, 4.2 rebotes e 2.7 assistências por jogo. Não são números que explodem a cabeça, mas é aquele jogador que você sabe que vai aparecer quando precisar.

    E contra Orlando a situação estava complicada mesmo. Além do Ant-Man fora, Rudy Gobert foi poupado e Julius Randle estava com dores na mão. Basicamente, era quase um time reserva em quadra.

    A salvação veio do Terrence Shannon Jr., que simplesmente resolveu fazer o jogo da vida dele: 33 pontos saindo do banco! 11 de 14 nos arremessos, 5 de 7 do perímetro. Números absurdos pra um cara que ninguém esperava muito.

    Playoffs já no horizonte

    O lado bom? Minnesota já garantiu a sexta posição no Oeste. Se os playoffs começassem hoje, eles pegariam Denver Nuggets, Lakers ou Houston Rockets na primeira rodada. Sinceramente, prefiro evitar os Nuggets — Jokic dá trabalho pra qualquer um.

    Vocês acham que McDaniels consegue manter esse ritmo até os playoffs? Com Edwards voltando logo e essa dupla funcionando, os Wolves podem incomodar qualquer um no Oeste. A temporada regular tá quase acabando, mas o show de verdade ainda tá por vir.

  • Holmgren monstro! Thunder garante melhor campanha da NBA

    Holmgren monstro! Thunder garante melhor campanha da NBA

    Cara, que aula o Chet Holmgren deu ontem à noite! O pivô do Thunder simplesmente destruiu os Clippers com 30 pontos e 14 rebotes numa vitória tranquila de 128 a 110. E o mais importante: Oklahoma City garantiu oficialmente a melhor campanha da temporada regular da NBA.

    Shai Gilgeous-Alexander também fez a sua parte com 20 pontos e 11 assistências — olha que dupla absurda! O cara quebrou um recorde que eu nem sabia que existia: 141 jogos CONSECUTIVOS marcando pelo menos 20 pontos. Isso é de outro mundo, gente.

    Thunder dominante rumo ao tri

    Com essa vitória, o Thunder chegou aos 64 triunfos em 80 jogos. Terceiro primeiro lugar consecutivo no Oeste — eles estão construindo uma dinastia mesmo. Sete vitórias seguidas e 19 triunfos nos últimos 20 jogos. Números de campeão mundial defendendo o título com categoria.

    O que mais me impressiona é como esse time cresceu. Holmgren fazendo 24 pontos só no primeiro tempo e levando o Thunder a abrir 25 pontos de vantagem logo cedo. Os caras acertaram 58% dos arremessos e não deixaram os Clippers correrem nem uma única vez para a cesta — zero pontos em transição permitidos!

    Clippers na luta pela vaga

    Do outro lado, situação tensa para os Clippers. Kawhi Leonard marcou seus 20 pontos (56º jogo consecutivo fazendo isso, aliás), mas não foi suficiente. Brook Lopez ajudou com 16, mas o time de LA está numa encruzilhada.

    Eles precisam vencer um dos dois últimos jogos para manter uma sequência histórica: 15 temporadas consecutivas com campanha positiva. Para uma franquia que já foi piada da liga, seria uma marca e tanto perder agora.

    O próximo jogo é contra o Portland — praticamente uma final. Quem vencer fica em oitavo no Oeste e tem vantagem no play-in. Quem perder cai para nono e precisa de duas vitórias seguidas no mata-mata para chegar aos playoffs.

    Vocês acham que os Clippers conseguem se classificar? Eu confesso que tô na dúvida. Kawhi está jogando bem, mas esse Thunder está num nível estratosférico mesmo.