Tag: All-NBA

  • Thunder fecha primeira colocação e Chet domina com 30 pontos

    Thunder fecha primeira colocação e Chet domina com 30 pontos

    Cara, que exibição do Thunder ontem à noite! O Oklahoma City simplesmente atropelou os Clippers por 128-110 e garantiu oficialmente a primeira colocação da temporada regular. E o principal responsável? Chet Holmgren, que fez uma performance monstruosa com 30 pontos e 14 rebotes.

    Sério, eu tô impressionado com a evolução desse garoto. Holmgren já fez 24 pontos só no primeiro tempo e ajudou o Thunder a abrir uma vantagem absurda de 25 pontos logo cedo. O cara tá jogando um basquete surreal.

    SGA mantém sequência histórica

    Shai Gilgeous-Alexander também fez a sua parte com 20 pontos e 11 assistências, estendendo sua sequência maluca para 141 jogos consecutivos com pelo menos 20 pontos. Cento e quarenta e um! É recorde da NBA, galera. E o mais louco? Ele nem precisou jogar o último quarto porque o jogo já tava decidido.

    Jalen Williams contribuiu com 18 pontos numa noite em que o Thunder acertou 58,1% dos arremessos. Sinceramente, quando esse time tá ligado assim, fica difícil pra qualquer um.

    Clippers ainda lutando pela vida

    Do lado dos Clippers, a situação tá tensa. Kawhi Leonard fez 20 pontos (mantendo sua própria sequência de 56 jogos com 20+), mas não foi suficiente pra evitar a derrota. Brook Lopez ajudou com 16, mas o time como um todo não conseguiu acompanhar o ritmo do Thunder.

    O que mais me preocupa pelos Clippers é que eles precisam vencer pelo menos um dos dois últimos jogos pra garantir 15 temporadas consecutivas com campanha positiva. E olha, com esse oitavo lugar na mão, qualquer escorregada pode ser fatal pro play-in.

    A situação tá assim: Clippers vão enfrentar o Portland na sexta, e quem ganhar provavelmente fica com a oitava colocação. Quem perder? Vai pro nono lugar e precisa de dois triunfos no play-in pra chegar aos playoffs.

    E vocês, acham que os Clippers conseguem se classificar direto ou vão ter que passar pelo sufoco do play-in? Eu tô na dúvida, porque o time tá bem (35-18 desde antes do Natal), mas essa pressão de jogo único é sempre complicada.

    Uma coisa é certa: o Thunder (64-16) tá pronto pra defender o título com vantagem de quadra em toda a pós-temporada. Terceira primeira colocação seguida no Oeste – e dessa vez como atual campeão. Respeita!

  • Thunder é ABSURDO: melhor campanha da NBA pelo 2º ano seguido!

    Thunder é ABSURDO: melhor campanha da NBA pelo 2º ano seguido!

    Gente, o Oklahoma City Thunder é simplesmente monstruoso. Acabaram de garantir a primeira colocação no Oeste e a melhor campanha geral da NBA pela segunda temporada consecutiva depois de vencer os Clippers na quarta. Isso é coisa de louco!

    Olha só que número: é a primeira vez na história da franquia que eles ganham pelo menos 60 jogos em temporadas seguidas. Para vocês terem noção da raridade disso, apenas eles e o Boston Celtics conseguiram esse feito desde o Golden State Warriors de 2015-17. Ou seja, estamos falando de algo bem raro mesmo.

    A dinastia que ninguém esperava

    Cara, eu lembro quando o Thunder ainda estava se reconstruindo, e agora olha onde chegaram. Na temporada passada fizeram 68-14 (um absurdo!) e levaram o primeiro título da história da franquia. Agora repetem como o melhor time da liga regular.

    Vocês sabiam que o último time a ter a melhor campanha em temporadas seguidas foi o Milwaukee Bucks em 2019 e 2020? Pois é, não acontecia há um tempão.

    E os caras começaram esta temporada 8-0, depois tiveram uma sequência de 16 vitórias seguidas até meados de dezembro. Agora venceram 19 dos últimos 20 jogos desde 25 de fevereiro. É de enlouquecer qualquer adversário.

    Shai continua sendo um monstro

    Claro que quando você fala do Thunder, tem que falar do Shai Gilgeous-Alexander. O atual MVP da liga está mais uma vez fazendo números estratosféricos – 31.1 pontos por jogo em 68 partidas. Será o quarto ano seguido com média de pelo menos 30 pontos. Sinceramente, o cara é um alienígena.

    Agora nos playoffs, o Thunder vai enfrentar um dos dois times que passarem pelo play-in do Oeste. Imagino que todo mundo vai querer evitar eles na primeira rodada, né? (risos)

    Eles fecham a temporada regular na sexta contra o Denver Nuggets e no domingo contra o Phoenix Suns. Mas convenhamos, já fizeram o trabalho de casa. Essa temporada foi só mais uma demonstração de que o Thunder veio para ficar no topo.

  • Suns querem varrer os Mavs e Cooper Flagg é o nome do jogo

    Suns querem varrer os Mavs e Cooper Flagg é o nome do jogo

    Olha, depois daquela pancada que os Suns tomaram dos Rockets na última partida — um colapso no quarto período que doeu até em mim assistindo —, eles têm a chance perfeita de se redimir hoje à noite contra os Mavericks. E sinceramente? Não tem desculpa pra não ganhar esse jogo.

    Os Mavs estão com 25-54, já com as malas prontas pro recesso, enquanto Phoenix precisa de mais uma vitória pra garantir a sétima posição no Oeste. É literalmente David contra Golias, só que o Golias aqui são os Suns.

    Cooper Flagg vai ser o show da noite

    Mas peraí — tem um cara que vai fazer esse jogo valer a pena assistir. Cooper Flagg, o rookie sensação que tá brigando pelo prêmio de Calouro do Ano, é simplesmente um monstro. O moleque fez 51 pontos contra o Magic (se tornando o mais novo da história a passar dos 50) e depois emendou com 45 contra os Lakers.

    Cara, 51 pontos! Aos 19 anos! Eu lembro quando pensei que LeBron era absurdo chegando jovem na liga, mas isso aí é de outro planeta. E o pior (ou melhor?) é que ele vai ser exatamente o jogador que os Suns vão ter que parar hoje.

    Phoenix já dominou Dallas duas vezes nesta temporada e quer fazer a ‘limpeza’ completa. Na última vez que se enfrentaram, os Suns chegaram a abrir 31 pontos no segundo período, mas relaxaram e quase pagaram o pato — os Mavs voltaram no jogo principalmente pela transição (27-10 em pontos de contra-ataque) e lance livre (42 tentativas contra apenas 9 dos Suns).

    A defesa vai decidir tudo

    A chave pro Suns é simples: defender sem fazer falta e voltar rápido na transição. Os Mavericks não conseguem pontuar bem no ataque posicionado, então se Phoenix conseguir parar os contra-ataques, vai ser moleza.

    O problema é que depois daquele vexame contra Houston — onde lideravam por 3 no último período e simplesmente derreteram —, será que os caras vão ter cabeça pra focar? Porque se bobear com esse Dallas ‘de férias’, o Clippers pode muito bem roubar essa sétima posição.

    Mark Williams e Dillon Brooks estão de volta ao lineup completo, então teoricamente os Suns têm tudo pra dominar. Mas vocês sabem como é: no basquete, qualquer relaxada pode virar tragédia.

    E aí, acham que Phoenix consegue fechar essa série sem sustos ou o jovem Flagg vai aprontar mais uma das suas? Eu aposto numa vitória tranquila dos Suns — algo como 118 a 106 —, mas confesso que vou ficar de olho nos números do rookie dos Mavs. Esse menino promete muito barulho nos próximos anos.

  • Pistons atropela Bucks por 26 pontos com show coletivo

    Pistons atropela Bucks por 26 pontos com show coletivo

    Cara, que surra foi essa ontem à noite! Os Pistons simplesmente massacraram os Bucks por 137 a 111 em casa, numa daquelas performances que você assiste e fala ‘nossa, esse time tá jogando basquete de verdade’.

    O mais louco? Foi um show coletivo mesmo. Jalen Duren liderou a festa com 21 pontos, mas Ryan Rollins também fez a sua parte com 23. E o destaque da noite ficou por conta do Jericho Sims, que cravou o primeiro triple-double da carreira dele. Imagina a felicidade do cara!

    Detroit voando no contra-ataque

    Olha, eu acompanho NBA há anos e raramente vi uma diferença tão brutal no contra-ataque: 32 a 2 para Detroit. Trinta e dois a dois, gente! Os Pistons estavam correndo que nem loucos na transição, especialmente no primeiro tempo. Enquanto isso, Milwaukee parecia que tava jogando com os pés grudados no chão.

    AJ Green até começou bem quente para os Bucks, acertando três bolas de três no primeiro quarto. Mas aí o Cade Cunningham resolveu mostrar serviço, acertando de dentro e de fora da garrada. Duncan Robinson também entrou na chuva de três, e quando você viu, Detroit já tinha aberto 75 a 57 no intervalo.

    Sims faz história em noite especial

    Sinceramente, eu não esperava ver o Jericho Sims fazendo história assim. O cara sempre foi aquele pivô trabalhador, fazia o básico bem feito, pegava rebote, protegia o garrafão. Mas ontem ele estava em todo lugar — pontos, rebotes, assistências. E o melhor: conseguiu o triple-double ainda no terceiro quarto, com tempo de sobra no jogo.

    Ron Holland II também aproveitou a festa, convertendo duas vezes em pontos depois de roubadas de bola. É essa pressão defensiva que tá fazendo a diferença no time de Detroit essa temporada.

    Do lado de Milwaukee, Taurean Prince tentou reagir com três bolas de três no terceiro quarto, mas não deu. O time estava completamente perdido defensivamente. Quando você permite 137 pontos, é porque alguma coisa deu muito errado ali, né?

    E vocês, acham que os Pistons tão finalmente montando um time competitivo? Porque performances assim me deixam empolgado com o futuro dessa franquia que sofreu tanto nos últimos anos.

  • Celtics podem jogar sem 4 titulares contra os Knicks

    Celtics podem jogar sem 4 titulares contra os Knicks

    Mano, que situação complicada pros Celtics. Na véspera do jogo contra os Knicks no Madison Square Garden, Boston pode entrar em quadra praticamente sem time titular. Jaylen Brown (tendinite no Aquiles esquerdo), Sam Hauser (espasmo nas costas), Neemias Queta (entorse no dedão) e Derrick White (contusão no joelho direito) estão todos questionáveis.

    E olha só a ironia: Jayson Tatum volta ao MSG pela primeira vez desde que rompeu o Aquiles nesse mesmo ginásio em maio passado. Cara, só de imaginar o que deve estar passando na cabeça dele…

    A volta traumática de Tatum ao Madison Square Garden

    “Não estou exatamente empolgado para voltar a jogar lá”, disse Tatum. “Da última vez que joguei lá, obviamente foi uma experiência traumática para mim.” Sinceramente? Eu entendo completamente. Dez meses fora por causa de uma lesão dessas não é brincadeira.

    Mas o cara decidiu encarar de frente. “Obviamente, eu sabia que em algum momento teria que superar essa barreira e jogar lá novamente. Então, vai ter que ser nesta quinta-feira.” Que mentalidade, né? Não dá pra fugir para sempre dos fantasmas.

    Chance de ouro para os reservas

    Se realmente quatro titulares ficarem de fora, imaginem a oportunidade que jogadores como Nikola Vucevic, Luka Garza, Baylor Scheierman e Jordan Walsh vão ter. É nessas horas que carreiras podem deslanchar — ou afundar de vez.

    Na minha visão, pode até ser interessante ver como Joe Mazzulla vai montar esse quebra-cabeças. Boston tem banco suficiente para competir? Vamos descobrir na prática.

    Duelo de ataques poderosos

    O mais louco é que mesmo nessa situação, ainda promete ser um jogaço. Os Celtics têm o segundo melhor ataque da liga (119.9 de rating ofensivo) e os Knicks vêm logo atrás em terceiro (118.8). Nas defesas, Boston em quarto lugar (111.7) e Nova York em oitavo (112.3).

    A temporada regular entre esses dois está 2-1 para os Knicks, mas todos os jogos foram sem Tatum. Agora com ele de volta, mesmo que sozinho, pode dar uma reviravolta interessante nessa rivalidade.

    Vocês acham que Tatum consegue carregar o time nas costas se precisar? O jogo é às 19h30 (horário de Brasília) e promete emocionar — mesmo que seja pelos motivos errados para Boston.

  • Pistons -20.5 contra os Bucks? Isso tá ficando constrangedor

    Pistons -20.5 contra os Bucks? Isso tá ficando constrangedor

    Gente, eu já vi muita coisa estranha na NBA ao longo dos anos, mas Pistons sendo favoritos por mais de 20 pontos contra Milwaukee? Isso aí é o fim dos tempos mesmo.

    A situação é a seguinte: Detroit pode ter Cade Cunningham e Isaiah Stewart de volta hoje à noite — ambos são decisões de última hora segundo o técnico JB Bickerstaff. E sinceramente? Se o Cade jogar, já era. O cara tá numa temporada monstruosa e os Pistons estão com 57-22. Quem diria, né?

    Cade e a corrida pelos prêmios

    Olha só que situação interessante: se Cunningham jogar o resto da temporada, ele vai chegar em 64 jogos. Um a menos do limite para concorrer aos prêmios da liga. Será que ele vai tentar uma exceção especial, tipo o que o Luka andou cogitando recentemente? Na minha opinião, deveria — o cara merece estar na conversa de MVP.

    Kevin Huerter também está questionável, mas as fontes do Vince Goodwill da ESPN indicam que Cade provavelmente vai encarar. E eu torço pra que vá mesmo. Quero ver esse show.

    Milwaukee desistiu de vez

    Do lado de Milwaukee… cara, é deprimente. Giannis fora. Kyle Kuzma fora. Kevin Porter Jr. fora. Bobby Portis fora. Myles Turner fora. E o técnico deles tá falando que quer passar mais tempo com os netos. Mano, isso é praticamente hastear a bandeira branca.

    Os Bucks estão com 31-48 e vão colocar em quadra: Ryan Rollins, Gary Trent, Osumane Dieng, Pete Nance e Jericho Sims. Com todo respeito a esses caras, mas essa escalação parece G-League mesmo.

    A linha de -20.5 para Detroit até parece conservadora considerando o cenário. Os Pistons estão jogando em casa, em Little Caesars Arena, e Milwaukee claramente já tá de férias mentalmente.

    Vocês acham que Detroit vai ter piedade ou vai meter uns 40 pontos de diferença? Porque sinceramente, se eu fosse torcedor dos Bucks, nem assistiria esse jogo. É constrangedor demais.

    O jogo rola às 19h (horário de Brasília) e vai passar no FanDuel Sports Network Detroit. Se vocês curtem ver um massacre ao vivo, é uma boa pedida.

  • Jokic com 34º triple-double e Nuggets vencem a 10ª seguida

    Jokic com 34º triple-double e Nuggets vencem a 10ª seguida

    Mano, o Nikola Jokic tá numa temporada absolutamente monstruosa. O sérvio cravou mais um triple-double ontem à noite — o 34º da temporada — e comandou os Nuggets numa vitória de 136 a 119 sobre os Grizzlies. Décima vitória consecutiva de Denver, galera!

    14 pontos, 15 rebotes e 10 assistências. Números modestos para o Jokic, mas que mostram exatamente o controle total que esse cara tem da partida. Sinceramente, eu já nem me surpreendo mais quando ele pega um triple-double — é quase rotineiro nesse ponto.

    Nuggets consolidando a terceira posição

    Com essa vitória, Denver chegou aos 52-28 na temporada e praticamente selou a terceira colocação no Oeste. Eles tão 1,5 jogo à frente dos Lakers, que tão numa fase complicada. E olha que sequência louca — é a primeira de 10+ vitórias consecutivas dos Nuggets desde 2013, quando eles emendaram 15 seguidas.

    O Jamal Murray contribuiu com 26 pontos, e o Jonas Valanciunas — que jogou seu milésimo jogo na carreira, parabéns pro lituano — marcou 14. Mas a noite mesmo era do Jokic, que lidера a NBA em rebotes e assistências. Cara, esse cara tá redefinindo o que significa ser um pivô moderno.

    Grizzlies continuam na luta

    Do lado de Memphis, o destaque foi Cedric Coward com 27 pontos. Mas os Grizzlies tão numa fase terrível — sexta derrota seguida e só 25 vitórias na temporada. O que mais impressiona é que anteontem eles empataram o recorde da NBA com 29 cestas de três, e ontem converteram apenas 19 de 50 tentativas do perímetro.

    No primeiro tempo, Memphis até assustou convertendo 13 de 27 do arco e chegou a liderar 72-68. Mas no terceiro quarto a coisa desandou completamente para os Grizzlies. Denver fechou o período com uma parcial de 31-13 nos últimos 7 minutos e praticamente definiu o jogo.

    E aí, vocês acham que os Nuggets conseguem manter esse ritmo nos playoffs? Com Jokic jogando nesse nível e Murray voltando ao seu melhor, eu tô começando a acreditar que Denver pode ser uma pedra no sapato de qualquer um no Oeste. O que vocês pensam?

  • Cade Cunningham volta hoje! Pistons na liderança do Leste

    Cade Cunningham volta hoje! Pistons na liderança do Leste

    Gente, que semana absurda pros Pistons! Primeiro eles garantem a primeira colocação no Leste pela primeira vez em 19 anos — dezenove anos, vocês conseguem acreditar? E agora vem a cereja do bolo: Cade Cunningham deve voltar hoje contra os Bucks.

    O cara ficou 11 jogos fora por causa de um pneumotórax (pulmão colapsado, parada séria). A última vez que ele pisou na quadra foi dia 17 de março contra os Wizards, onde jogou só cinco minutos antes de sair machucado. Sinceramente, na época eu pensei “lá se foi nossa temporada”.

    Detroit provou que é mais que o Cade

    Mas olha só que loucura — os Pistons foram de 8-3 sem o craque. Oito vitórias em onze jogos! E mais impressionante ainda: o time tem média de 114.8 pontos sem ele. Isso mostra que Ron Holland construiu um elenco de verdade, não é só dependência do Cunningham.

    Claro que ter o Cade faz toda diferença. O moleque tava tendo uma temporada monstro: 24.5 pontos, 5.6 rebotes e quase um triple-double de assistências por jogo (9.9). Era candidato real ao MVP antes da lesão.

    A volta no timing perfeito

    Infelizmente ele não vai conseguir os 65 jogos mínimos pros prêmios individuais, mas quem liga? O negócio agora são os playoffs como cabeça de chave número 1. A última vez que Detroit teve essa mordomia foi em 2007, quando perderam na final do Leste pro LeBron (aquele mlk de 22 anos que depois virou rei).

    Ano passado eles voltaram pros playoffs depois de cinco anos no deserto, mas caíram pros Knicks na primeira rodada. Agora é diferente — têm vantagem de quadra em toda a conferência. E vocês acham que o Cade volta 100% ou vai precisar de alguns jogos pra pegar ritmo?

    Uma coisa é certa: ver os Pistons brigando pelo título depois de tantos anos de sofrimento é emocionante demais. O garoto que eles pegaram em primeiro lugar no draft de 2021 finalmente tá levando Detroit de volta ao topo. Que volta seja hoje mesmo!

  • Haliburton volta a jogar 5×5 após lesão no tendão de Aquiles

    Haliburton volta a jogar 5×5 após lesão no tendão de Aquiles

    Cara, que notícia boa pra começar a semana! Tyrese Haliburton postou no X que voltou a jogar 5 contra 5 pela primeira vez desde junho do ano passado. E olha, não é qualquer junho — é o junho em que ele rasgou o tendão de Aquiles no Game 7 das Finais da NBA contra o Thunder.

    Na minha opinião, foi uma das lesões mais cruéis que já vi no basquete. O cara tava jogando machucado desde o Jogo 5 com uma lesão na panturrilha, sabia do risco, mas decidiu arriscar tudo pelo primeiro título dos Pacers. Absurdo de coragem, mas que deu tudo errado.

    A lesão que parou Indiana

    Lembro até hoje da cena: Haliburton dribblando no primeiro quarto, tropeça, vai pro chão e bate a mão na quadra de dor. Naquele momento, não só o sonho do título dos Pacers morreu, como também a temporada inteira do cara.

    O pior é que ele tinha sido simplesmente monstro nos playoffs inteiros — um assassino nos momentos decisivos. E aí, numa jogada boba, tudo foi pro espaço.

    A mensagem que ele postou depois da cirurgia foi de partir o coração, mano. “Meu pé parece um peso morto”, escreveu. Disse que a parte mental doía mais que a física. Qualquer um que já se machucou sabe exatamente do que ele tá falando.

    Temporada perdida, mas com esperança

    Os Pacers confirmaram em julho que ele não jogaria a temporada 2025-26 inteira — decisão mais que acertada, na minha visão. Não adianta forçar barra e se machucar de novo.

    Enquanto isso, Haliburton ficou testando as águas como comentarista no “NBA on Prime” e ainda teve que lidar com outras paradas chatas, tipo uma catapora (sim, catapora mesmo).

    O resultado? Indiana fazendo uma das piores campanhas da história. Com três jogos pro final da temporada regular, os caras tão com 18 vitórias e 61 derrotas. Segundo pior recorde da liga inteira.

    Mas olha só — agora o cara tá voltando a jogar 5×5. Isso significa que o tendão de Aquiles tá respondendo bem, que ele tá recuperando a confiança no movimento. E vocês sabem como é: lesão de Aquiles é coisa séria, então cada passo é uma vitória.

    Sinceramente? Tô ansioso pra ver o Haliburton de volta. O cara é diferenciado mesmo — aquele tipo de armador que faz todo mundo ao redor jogar melhor. Indiana precisa dele desesperadamente, e a NBA fica mais interessante com ele em quadra.

    E aí, acham que ele volta no mesmo nível? Ou essa lesão vai cobrar seu preço?

  • Cade volta! Mas será que rola All-NBA com 64 jogos?

    Cade volta! Mas será que rola All-NBA com 64 jogos?

    Finalmente! Cade Cunningham vai voltar hoje contra o Bucks depois de quase um mês parado por causa de um pneumotórax. Cara, quando eu li “pulmão colapsado” na época, pensei: “que parada mais bizarra é essa?” Mas o garoto tá de volta e os Pistons precisam dele nos playoffs.

    Olha só os números que ele vinha fazendo: 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo. Quase um triple-double de média, monstro demais. E pensar que esse mesmo Detroit que era piada da liga há alguns anos agora tá com 57 vitórias e é o primeiro colocado no Leste…

    A polêmica da regra dos 65 jogos

    Agora vem a parte chata. Por causa dessa lesão esquisita, o Cade só vai conseguir jogar 64 partidas mesmo que dispute os três últimos jogos da temporada regular. E aí que a NBA criou essa regra idiota dos 65 jogos mínimos pra ser elegível aos prêmios individuais.

    Na minha opinião, isso é uma sacanagem total. O cara tá tendo uma temporada absurda, claramente merece estar no All-NBA First Team, mas vai ficar de fora por causa de um pulmão que colapsou? Sinceramente, acho que a liga tem que repensar essa regra.

    Pistons de volta ao topo depois de 18 anos

    Mas vamos ao que importa: Detroit ganhou a divisão Central pela primeira vez desde 2008. Dezoito anos, pessoal! E agora querem quebrar outro jejum — não passam da primeira rodada dos playoffs desde a temporada 2007-08.

    O timing da volta do Cade não podia ser melhor. Os playoffs tão chegando e ter seu principal jogador de volta, mesmo que não 100%, já é um alívio gigante. Vocês acham que ele consegue voltar no mesmo nível depois de tanto tempo parado?

    Uma coisa é certa: ver Detroit competindo de novo depois de tantos anos sendo irrelevante é revigorante pra liga. E com Cade comandando, esse time tem potencial pra fazer barulho nos playoffs.