Tag: All-NBA

  • McDaniels volta aos treinos e pode jogar contra o Magic

    McDaniels volta aos treinos e pode jogar contra o Magic

    Finalmente uma boa notícia vindo de Minneapolis! Jaden McDaniels foi liberado para atividades de contato total e já está na lista de “questionável” para o jogo de quarta-feira contra o Orlando Magic. Cara, depois de seis jogos fora por causa de uma tendinopatia no joelho esquerdo, ver o cara voltando aos treinos com bola já é meio caminho andado.

    Olha, eu confesso que estava começando a ficar preocupado com essa lesão do McDaniels. Tendinopatia patelar é uma daquelas coisas chatas que pode se arrastar se não for bem cuidada. Mas pelo visto a comissão técnica dos Wolves não quis forçar a barra — seis jogos fora é tempo suficiente pra deixar o cara 100%.

    Os números do cara impressionam

    E por que a volta dele é tão importante? Simples: McDaniels vinha numa temporada sólida, com médias de 14.8 pontos, 4.2 rebotes e 2.7 assistências em quase 32 minutos por jogo. São números de um jogador que se consolidou como peça fundamental no esquema de Minnesota.

    O timing não poderia ser melhor também. Os Wolves passaram por um período complicado, jogando sem McDaniels e ainda por cima com Anthony Edwards entrando e saindo da lineup por causa de outras questões. Imagina só: ficar sem dois dos seus principais jogadores ao mesmo tempo?

    Hora de voltar aos trilhos

    A real é que Minnesota precisa do McDaniels de volta urgentemente. O cara é versátil defensivamente, consegue marcar várias posições, e no ataque tem se mostrado cada vez mais confiável no arremesso de três pontos. É exatamente o tipo de jogador que faz a diferença nos playoffs — e os Wolves vão precisar de toda ajuda possível nessa reta final.

    Agora é torcer pra que ele não sinta nada contra o Magic e consiga voltar ao ritmo rapidinho. Vocês acham que ele joga mesmo na quarta, ou a comissão técnica vai esperar mais alguns dias pra ter certeza absoluta?

  • NBA pode ter até 12 trocas de técnico – A faxina vem aí!

    NBA pode ter até 12 trocas de técnico – A faxina vem aí!

    Olha, se vocês acham que a temporada regular da NBA é movimentada, esperem só pra ver o que vem por aí na offseason. Fontes da liga estão falando que podemos ter entre 8 a 12 mudanças de técnico — isso é mais de um terço dos times! Absurdo.

    “Vão ser de 8 a 12 mudanças”, disse uma fonte com conhecimento direto do mercado de técnicos. Cara, isso é praticamente uma revolução no banco de reservas da liga inteira.

    O cenário atual já tá pegando fogo

    Até agora, só tivemos duas mudanças “oficiais” na offseason: os Knicks trocaram Tom Thibodeau pelo Mike Brown (que saída inesperada, não é?), e o Phoenix mandou o Budenholzer embora pra colocar o Jordan Ott no lugar.

    Mas a temporada foi uma loucura mesmo. Memphis demitiu o Taylor Jenkins bem antes dos playoffs, Denver fez o mesmo com Michael Malone. Os dois times promoveram os assistentes — Tuomas Iisalo e David Adelman, respectivamente — e mantiveram eles no cargo. Sacramento e San Antonio também efetivaram Doug Christie e Mitch Johnson, que começaram como interinos.

    E tem mais coisa pegando fogo por aí. Os Pelicans demitiram Willie Green no meio da temporada, deixando James Borrego tocando o barco. Situação complicada também em Portland, onde Tiago Splitter assumiu enquanto Chauncey Billups tá afastado por causa daquela investigação federal de apostas — que situação bizarra, né?

    Os técnicos na corda bamba

    Doc Rivers já falou abertamente sobre a possibilidade de sair do Milwaukee. Sinceramente? Depois da temporada que os Bucks fizeram, não duvido nada. O time tinha tudo pra brigar pelo título e… bem, vocês viram no que deu.

    Jamahl Mosley no Orlando Magic também tá com o futuro incerto. Os caras tinham expectativa alta depois da evolução do Paolo Banchero, mas a temporada foi decepcionante mesmo.

    E Steve Kerr? O cara que ganhou 4 títulos com Golden State tá entrando na offseason sem contrato garantido pra 2026-27. Imaginem só — um dos técnicos mais vitoriosos da última década pode estar procurando emprego.

    A faxina que vem por aí

    Na minha opinião, essa quantidade de mudanças faz sentido. A liga tá cada vez mais competitiva e os donos de franquia não têm paciência quando o time não atinge as expectativas. É cruel? Talvez. Mas é a realidade do esporte profissional.

    O que me impressiona é a magnitude. 8 a 12 mudanças significa que praticamente 40% da liga vai estar com técnico novo na próxima temporada. Isso vai mexer completamente com a dinâmica dos times.

    E aí, galera — vocês acham que essa revolução nos bancos vai resultar em jogos melhores ou só vai criar mais instabilidade? Porque uma coisa é certa: a offseason de 2025 vai ser histórica pra posição de head coach na NBA.

  • Cade Cunningham volta após pulmão colapsado e Pistons fazem história

    Cade Cunningham volta após pulmão colapsado e Pistons fazem história

    Gente, que volta é essa? Cade Cunningham está de volta hoje contra o Milwaukee Bucks depois de 11 jogos parado por causa de um pulmão colapsado. Pulmão colapsado, cara! Não é uma torçãozinha no tornozelo — é coisa séria mesmo.

    O lance aconteceu no dia 17 de março contra o Washington Wizards, e inicialmente todo mundo achava que a temporada dele tinha acabado. Os médicos falaram que ele só voltaria na semana dos playoffs, que começam dia 18 de abril. Mas não, o monstro se recuperou muito mais rápido que o esperado.

    Os números do garoto impressionam

    Olha só os números que ele tava fazendo antes da lesão: 24.5 pontos, 9.9 assistências, 5.6 rebotes e 1.5 roubos de bola por jogo em 61 partidas. Média de mais de 34 minutos em quadra. Sinceramente, não dá pra negar que o cara é especial.

    E vocês sabem o que é o mais absurdo nessa história toda? O Detroit foi MELHOR sem ele! 8 vitórias e apenas 3 derrotas no período que ele ficou fora. Até garantiram o mando de quadra nos playoffs da Conferência Leste no sábado passado. Isso mostra a qualidade do elenco que eles montaram.

    A polêmica dos 65 jogos

    Agora vem a parte interessante — e que pode mudar tudo na NBA. Por causa da lesão do Cunningham, o sindicato dos jogadores (NBPA) tá pressionando pra acabar com aquela regra dos 65 jogos mínimos pra ser elegível pros prêmios individuais.

    A regra foi aceita há três anos, mas o caso do Cade virou o ponto de ruptura. Imagina você fazendo uma temporada monstro dessas e não poder concorrer ao prêmio de Jogador Mais Melhorado ou coisa parecida por causa de uma lesão grave? É sacanagem mesmo.

    O timing da volta dele não podia ser melhor — três jogos restantes na temporada regular pra ele pegar ritmo antes dos playoffs. E olha que o Pistons não brinca: eles querem fazer barulho nos playoffs depois de tanto tempo na zona de rebaixamento.

    E aí, vocês acham que o Cade volta no mesmo nível? Pulmão colapsado não é brincadeira, mas se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que esses caras são de outro planeta quando se trata de recuperação.

  • Silver quer acabar com tanking, mas times da NBA não topam

    Silver quer acabar com tanking, mas times da NBA não topam

    O Adam Silver tá pistola com o tanking na NBA e quer mudanças pra ontem. Problema? Os próprios times não tão nem aí pras propostas dele.

    Numa reunião recente do Board of Governors, a liga apresentou três propostas anti-tanking. E olha, pelo que rolou, nenhuma das três empolgou os donos das franquias. Sinceramente, não me surpreende — mexer no sistema de draft é mexer na estratégia de reconstrução que muitos times usam há décadas.

    O dilema do tanking

    Aqui que a coisa fica interessante. Não tem nem consenso se tanking é problema! Vários times acham que perder de propósito uma temporada pra pegar uma pick alta é a melhor estratégia pra construir um futuro vencedor. Do outro lado, tem quem acredite que criar uma cultura perdedora pode ser mais prejudicial que benéfico pro clube.

    E vocês, o que acham? Tanking é estratégia inteligente ou veneno pro basquete?

    Na minha visão, tem lógica dos dois lados. Olha o caso dos Sixers com aquele “Process” — perderam por anos seguidos, pegaram Embiid e Simmons, e montaram um time competitivo. Mas também já vi times que entraram nessa de tanking e ficaram anos patinando na mediocridade.

    Silver não desiste

    O comissário deixou claro que quer as mudanças implementadas antes da próxima temporada, mas tá difícil. “Essa é uma decisão que precisa ser tomada no nível dos proprietários”, disse Silver. “Tem implicações nos negócios, no basquete e na integridade da liga.”

    O cara tá certo quando fala de integridade. Imagina você pagando ingresso caro pra ver seu time jogar pra perder de propósito? É complicado demais.

    As três propostas apresentadas foram só um ponto de partida — não era tipo “escolham uma dessas”. Mas mesmo assim, a recepção foi fria. Isso mostra como é difícil mexer em algo tão enraizado no sistema da NBA.

    Olha, eu acompanho essa discussão há anos e sempre fico dividido. Por um lado, ver times perdendo de propósito é triste pra qualquer fã de basquete. Por outro, o sistema atual meio que força isso — se você não vai ser campeão, melhor ser o pior possível pra ter chance de pegar uma estrela no draft.

    O que será que rola? Silver parece determinado, mas sem o apoio dos times fica complicado implementar qualquer mudança significativa.

  • Cade volta depois de 11 jogos fora por pulmão colapsado

    Cade volta depois de 11 jogos fora por pulmão colapsado

    Mano, que volta é essa do Cade Cunningham! O armador do Detroit Pistons finalmente retornou às quadras ontem contra o Milwaukee Bucks depois de ficar 11 jogos fora por causa de um pulmão colapsado. Sim, você leu certo — pulmão colapsado. Coisa de louco mesmo.

    A lesão rolou no dia 17 de março contra o Washington Wizards, e na época todo mundo pensava que o Cade só ia voltar nos playoffs. Mas olha só que recuperação absurda — o cara tá pronto pra jogar os últimos três jogos da temporada regular.

    Pistons voando sem o craque

    E o mais impressionante? Detroit foi simplesmente monstro na ausência do seu astro: 8 vitórias em 11 jogos. Oito! E ainda garantiram a vantagem de jogar em casa durante todos os playoffs da Conferência Leste. Sinceramente, ninguém esperava que os Pistons conseguissem manter esse nível sem o Cade.

    Isso mostra como esse time evoluiu. Não é mais aquele Detroit que dependia só de uma estrela — agora tem profundidade, sistema, química. Mas óbvio que ter o Cade de volta deixa todo mundo mais tranquilo, né?

    A questão dos prêmios individuais

    Agora vem uma parada interessante: se o Cade jogar esses últimos três jogos da temporada regular, ele vai ficar com 64 partidas — uma a menos que o mínimo de 65 exigido pra concorrer aos prêmios de fim de temporada.

    Mas tem uma brecha no acordo coletivo chamada “desafio de circunstâncias extraordinárias”. Basicamente, um árbitro independente pode revisar o caso e decidir se a situação do Cade se encaixa. E convenhamos, pulmão colapsado é bem extraordinário mesmo.

    O cara tá fazendo uma temporada absurda: 24.5 pontos, 9.9 assistências, 5.6 rebotes e 1.5 roubos de bola por jogo. Números de All-Star, fácil. Seria uma injustiça tremenda se ele ficasse de fora da briga pelos troféus por causa de uma lesão bizarra dessas.

    Vocês acham que ele consegue a liberação do árbitro? Eu acho que deveria rolar — afinal, não foi culpa dele ter tido essa complicação médica louca. E agora que ele voltou, Detroit pode sonhar ainda mais alto nos playoffs que começam dia 18 de abril.

  • Barraco entre JJ Redick e Vanderbilt vira o assunto do jogo

    Barraco entre JJ Redick e Vanderbilt vira o assunto do jogo

    Cara, que situação constrangedora rolou ontem entre o JJ Redick e o Jarred Vanderbilt! Os Lakers estavam jogando contra o Thunder sem o LeBron (pouparam o cara de novo), e aí que a coisa desandou de vez.

    O Vanderbilt mal tinha entrado na quadra no segundo quarto — literalmente 16 segundos de jogo — quando o Redick já pediu tempo e tirou o cara. Dezesseis segundos, gente! Eu já vi muita coisa estranha na NBA, mas isso aí foi de fuder.

    A bronca foi feia

    E o Vanderbilt não engoliu não. Os dois partiram pro grito ali mesmo no banco, com o Jake LaRavia tendo que segurar o forward que tava pistola mesmo. As câmeras pegaram tudo, e dava pra ver que não foi só um mal-entendido — foi treta de verdade.

    Sinceramente, eu entendo a frustração do Vanderbilt. O cara tá praticamente fora da rotação a temporada toda, mal consegue alguns minutinhos aqui e ali, e quando finalmente tem uma chance… é tratado assim? Complicado demais.

    Lakers já cansaram do Vanderbilt?

    Olha, vou ser honesto com vocês: acho que o Vanderbilt já era pros Lakers. O cara chegou em 2023 como essa arma defensiva versátil — e realmente é muito bom marcando tanto armadores quanto alas. Problema é que hoje em dia na NBA, se você não consegue acertar umas bolas de três abertas, fica difícil.

    E essa é a real do Vanderbilt. Defesa? Monstro. Energia e correria? Sem discussão. Mas arremesso de perímetro? Aí complica. Os adversários simplesmente ignoram ele na linha de três, e isso bagunça todo o ataque dos Lakers.

    O Redick claramente acha que os pontos negativos do Vanderbilt superam os positivos — pelo menos na maioria dos jogos. E com os Lakers precisando de mais arremessadores ao redor do time (independente se vem o Luka ou não), faz sentido essa linha de raciocínio.

    Mas cara, do jeito que as coisas estão, essa deve ser mesmo a última temporada do Vanderbilt em Los Angeles. E vocês, acham que o Redick foi muito duro com o cara, ou é assim mesmo que tem que ser?

  • Curry e Warriors arranham vitória contra Kings no finzinho

    Curry e Warriors arranham vitória contra Kings no finzinho

    Cara, eu até pensei que seria moleza ontem à noite. Warriors visitando os Kings — tradicionalmente uma vitória tranquila, né? Mas que nada. Os Warriors tiveram que suar até o último segundo pra arrancar uma vitória por 110-105 contra Sacramento.

    Steph Curry, no seu segundo jogo de volta depois da lesão no joelho, jogou apenas 25 minutos mas conseguiu 17 pontos. Não foi um showzinho como a gente tá acostumado, mas fez o suficiente quando precisou. E olha, duas jogadas de 4 pontos no segundo quarto que me lembraram porque esse cara é diferente de todo mundo.

    O banco que salvou a pátria

    Vocês conhecem Charles Bassey? Eu confesso que não. O cara tá no terceiro contrato de 10 dias na temporada (imagina a pressão!), e foi lá e fez um double-double: 14 pontos e 12 rebotes. Sinceramente, às vezes esses journeymen aparecem do nada pra salvar o dia. Me lembrou daqueles brasileiros que chegavam na NBA meio do nada e surpreendiam todo mundo.

    Pat Spencer também teve que entrar de última hora porque Will Richard machucou as costas antes do jogo. O cara jogou 41 minutos — quarenta e um! — e foi fundamental nos primeiros quartis. Ok, terminou com 5/16 nos arremessos, mas não dá pra reclamar do esforço.

    Turnovers continuam incomodando

    Olha, eu já falei isso mil vezes aqui no Sexto Homem: os Warriors precisam parar de entregar a bola de graça. Perderam por 17 a 15 no turnover battle e deram 22 pontos limpos pros Kings. Com o play-in chegando, não dá pra ser generoso assim.

    Os Warriors chegaram a abrir 16 pontos de vantagem, mas ficaram atrás a maior parte do último quarto. Curry entrou faltando 5:53 no relógio e ajudou a selar a vitória, mas confesso que bateu um nervoso ali no meio do quarto período.

    E aí, pessoal — vocês acham que esse time tem gás suficiente pro play-in? Com 37 vitórias e 42 derrotas, cada jogo agora é vida ou morte. A volta do Curry dá esperança, mas essa consistência tá me preocupando um pouco. Os próximos três jogos vão dizer muito sobre as chances reais dos Warriors na pós-temporada.

  • Era Giannis em Milwaukee acabou? Clima tóxico aponta para saída

    Era Giannis em Milwaukee acabou? Clima tóxico aponta para saída

    Cara, a situação em Milwaukee virou um verdadeiro caos. E olha que eu sempre torci pra que o Giannis ficasse com os Bucks pra sempre — aquele cara merecia construir um legado numa cidade só, sabe?

    Mas agora? Três frases de uma matéria da ESPN resumem o tamanho da bagunça que virou: “Esse é um dos times com a situação mais tóxica da liga”, “Quando seu melhor jogador está com um pé dentro e outro fora, você não vai ganhar nada” e “O cerne da questão é a sensação de que o Giannis não quer estar aqui em nenhum dia”.

    Monstro! Isso não é conversa pra brincar não.

    O pedido de troca que deu errado

    Segundo o que saiu, o Giannis tentou pedir uma troca de forma discreta lá em janeiro. O cara até tinha um acordo de cavalheiros com os donos do time — Jimmy Haslam e Wes Edens — que se ele chegasse e dissesse “é hora de partir”, eles trabalhariam juntos numa saída amigável.

    Inteligente da parte dele, né? Não queria ser visto como o vilão que abandona a cidade. Respeitei essa postura.

    O Miami Heat chegou a oferecer Tyler Herro, Kel’el Ware e várias picks do draft. Uma proposta interessante, convenhamos. Mas aí que mora o problema: a diretoria de Milwaukee resolveu enrolar, achando que esperando até o meio do ano conseguiriam ofertas melhores.

    E o Giannis? Ficou pistola, obviamente. O cara queria resolver logo a situação, mas a diretoria bancou o “deixa pra depois” e agora virou essa guerra.

    Doc Rivers na berlinda

    E não é só o Giannis que está com problemas em Milwaukee. O Doc Rivers, que chegou pra substituir o Adrian Griffin, simplesmente não encaixou com o elenco.

    Olha só o que ele disse numa reunião tática: “Eu levei times aos playoffs e ao título que não eram pra chegar lá. Achei que esse era um deles. Ou vocês estão conosco ou contra nós. Se não jogarem com intensidade, não vão mais jogar”.

    Cara, isso aí soa como desespero, não como liderança. E pelo jeito, até ele já está de saco cheio — quando perguntaram quanto tempo mais ele quer treinar, ele respondeu: “Tenho sete netos agora, todos com oito anos ou menos… Provavelmente é hora de vê-los mais, então deixo vocês tirarem suas conclusões”.

    Traduzindo: ele já está com um pé fora da porta também.

    O futuro incerto do Greek Freak

    A real é que agora ficou muito mais complicado. O Giannis tem uma opção de jogador para 2027-28, o que significa que ele tem todo o poder de decisão sobre seu futuro. Pode falar pra qualquer time interessado: “Olha, eu não vou renovar com vocês se me trocarem pra aí”.

    Milwaukee pode oferecer uma extensão de quatro anos por US$ 275 milhões este verão, mas sinceramente? Depois dessa confusão toda, duvido muito que ele aceite.

    E aí, galera, vocês acham que o Giannis deveria mesmo sair de Milwaukee? Eu sempre defendi que os superstars ficassem em suas cidades, mas essa situação tá insustentável. Às vezes é melhor partir antes que vire uma briga feia de verdade.

    Uma coisa é certa: esse verão vai ser quente em Milwaukee, e não por causa do clima.

  • Kawhi resolve e Clippers viram jogo épico contra Dallas

    Kawhi resolve e Clippers viram jogo épico contra Dallas

    Cara, que montanha-russa foi esse jogo entre Clippers e Mavericks! O Kawhi Leonard simplesmente decidiu que não ia perder mais uma para Dallas e meteu 34 pontos, sendo 6 de três. Absurdo.

    Os Clippers chegaram a ter 23 pontos de vantagem — 23! — e quase entregaram tudo. Mas aí que a gente viu porque o Kawhi é o Kawhi. Quando apertou, ele assumiu a responsa e garantiu a vitória por 116 a 103.

    A sequência monstruosa continua

    Olha só que dado insano: esse foi o 55º jogo consecutivo do Leonard marcando pelo menos 20 pontos. Cinquenta e cinco! O cara tá numa constância que dá inveja. E mais, foi a primeira vitória dos Clippers contra Dallas na temporada — eles já tinham perdido duas.

    Agora vem o drama: Kawhi precisa jogar os três últimos jogos da temporada regular para chegar aos 65 jogos e poder concorrer ao MVP e outras premiações. Ele já jogou 62. Será que aguenta? Na minha opinião, vale o risco.

    Cooper Flagg não decepcionou

    Do lado dos Mavs, o rookie Cooper Flagg mostrou mais uma vez porque foi a primeira escolha do Draft. 25 pontos e 9 rebotes — nada mal para quem tá enfrentando o Kawhi no auge. Nos dois jogos anteriores, o moleque havia marcado 96 pontos. Monstro em formação.

    O Marvin Bagley III também fez bonito saindo do banco: 21 pontos e 9 rebotes. E olha que detalhe curioso — Dallas acertou 25 de 26 lances livres. Vinte e cinco de vinte e seis! O Max Christie foi perfeito: 10 de 10.

    O jogo teve de tudo. Clippers abriram 17-0 logo no início, depois viram Dallas empatar no terceiro quarto e até mesmo virar o placar. Mas quando importava, na reta final, o Leonard assumiu e fez 7 dos últimos 11 pontos da equipe no terceiro período.

    Vocês acham que os Clippers conseguem manter essa pegada nos playoffs? Com Kawhi jogando assim, fica difícil apostar contra…

  • Warriors vs Kings hoje: Curry volta pra quebrar sequência negativa

    Warriors vs Kings hoje: Curry volta pra quebrar sequência negativa

    Cara, que situação complicada pros Warriors, né? Quatro derrotas seguidas e o time ainda tentando se encontrar com o retorno do Curry. Hoje à noite eles recebem o Sacramento Kings no Chase Center, e sinceramente, precisa ser uma vitória pra começar a construir algum ritmo antes dos playoffs.

    O retorno do Chef

    Olha, ver o Steph voltando no último jogo foi emocionante demais. 29 pontos em 26 minutos depois de ficar 27 jogos fora? O cara é um monstro mesmo. Mas não adiantou muito porque perderam por 117-116 pro Houston — que dor no peito, bicho.

    O Kevin Durant, ex-Warrior, meteu 31 pontos e ajudou os Rockets a conquistarem a sexta vitória consecutiva. E aquela cesta decisiva do Şengün no finalzinho? Cruel demais. Foi literalmente o que selou o destino de Golden State na temporada regular — primeira vez com campanha negativa desde 2021.

    E agora, José?

    A boa notícia é que o Curry deve jogar novamente hoje, mas ainda com limitação de minutos. A questão é: será que ele vai conseguir se entrosar com esse elenco atual, principalmente com o Porzingis (que aliás está como questionável)? Porque vamos combinar, quatro jogos restantes antes do play-in tournament não é muito tempo pra criar química.

    O departamento médico continua uma bagunça total. Gui Santos, Al Horford e Quinten Post já foram descartados. É o famoso “hospital Warriors” que a gente conhece bem.

    Do outro lado, o Sacramento (21-58) não tem muito o que jogar além do orgulho. Mas clássico da Califórnia sempre tem aquele tempero especial, e jogos assim podem reservar surpresas.

    Vocês acham que os Warriors conseguem pelo menos terminar a temporada regular com dignidade? Porque do jeito que tá, o play-in vai ser um sufoco…

    O jogo rola às 23h (horário de Brasília) e vai passar pelo NBC Sports Bay Area. Vamos torcer pra ver o Chef fazendo aquelas cestas impossíveis que só ele sabe fazer!