Tag: All-NBA

  • Celtics atropelam no último quarto e vencem os Hornets por 113-102

    Celtics atropelam no último quarto e vencem os Hornets por 113-102

    Mano, que jogo foi esse no TD Garden! Os Celtics fizeram aquilo que todo mundo ama ver: uma virada épica no último quarto pra calar a boca de quem duvidava. 113-102 no placar final, mas o resultado não conta nem metade da história.

    Era noite de bobblehead do Tatum — e cara, que presente melhor pro cara do que uma vitória suada assim? Os Celtics entraram precisando de apenas duas vitórias nas últimas quatro partidas pra garantir a segunda colocação no Leste. Pressão? Com certeza. Mas eles souberam lidar.

    LaMelo veio pra guerra, mas não aguentou o tranco

    O garoto do Charlotte começou metendo bala de três como se não houvesse amanhã. Treze pontos nos primeiros sete minutos — eu tava aqui pensando “ó o perigo aí”. La Melo terminou o primeiro tempo com 23 pontos e deixou os Hornets na frente por 61-55.

    Sinceramente, achei que ia ser uma daquelas noites onde o moleque ia fazer 40 e decidir o jogo sozinho. Mas aí que tá — basquete não é esporte individual, né?

    Queta mostrou serviço no garrafão

    Quem tava assistindo viu o Neemias Queta fazendo a festa embaixo da cesta. O cara começou dominando o paint, marcou 10 pontos logo de cara e ainda pegou uns rebotes ofensivos que foram cruciais. Pra quem acompanha a NBA, sabe como é importante ter alguém fazendo o trabalho sujo.

    E o Jaylen Brown? Rapaz, o cara chegou nos 2.000 pontos na temporada — marco histórico que poucos conseguem. Aquele reverse layup dele no segundo quarto foi simplesmente absurdo. Vocês viram como ele girou e ainda acertou com a mão esquerda?

    Último quarto foi puro show dos Celtics

    Aqui que a coisa ficou interessante mesmo. Boston tava correndo atrás do prejuízo praticamente o jogo todo, mas quando começou o quarto período… cara, foi como se alguém tivesse apertado um botão diferente.

    O Derrick White acertando de três, o Tatum fazendo aqueles arremessos impossíveis dele, e a defesa finalmente funcionando como deveria. Os Hornets que vinham jogando bem o jogo todo simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo.

    Grant Williams, ex-Celtic, até tentou incomodar voltando ao TD Garden, mas não deu conta do recado. É sempre estranho ver um cara que já vestiu sua camisa jogando contra, mas é isso aí — NBA é negócio.

    O que mais me impressionou foi como o time soube lidar com a pressão. Precisavam dessa vitória pra manter a segunda posição, e entregaram exatamente quando importava. Isso é mentalidade de time campeão.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem manter esse nível nos playoffs? Porque se continuarem jogando assim no último quarto, vai ser difícil parar eles…

  • Curry volta com tudo: dois arremessos de 4 pontos e Warriors quebram jejum

    Curry volta com tudo: dois arremessos de 4 pontos e Warriors quebram jejum

    Olha, eu já sabia que quando o Stephen Curry voltasse de lesão ia ser especial, mas dois arremessos de 4 pontos no mesmo jogo? Esse cara é simplesmente absurdo.

    Os Warriors venceram os Kings por 110 a 105 na terça-feira, quebrando uma sequência de quatro derrotas que tava deixando qualquer fã de Golden State com o coração apertado. E quem salvou a pátria? O Baby-faced Assassin, claro.

    O show do Chef Curry

    Foram 17 pontos em apenas seu segundo jogo de volta após ficar 27 jogos parado por conta de uma lesão no joelho direito. Sinceramente, acho que só o Curry mesmo pra fazer a diferença assim, saindo do banco e decidindo jogo.

    O mais louco? Ele empatou o jogo em 104 a 104 com uma bomba de três pontos faltando 2:38 para o fim, e na sequência fez uma assistência perfeita para o Podziemski acertar outro triplo que colocou os Warriors na frente. Pura magia de quem entende do negócio.

    E aqueles dois arremessos de 4 pontos no primeiro tempo foram de outro planeta — um aos 3:58 do segundo quarto e outro faltando 2:39 para o intervalo que botou Golden State com uma vantagem confortável de 60 a 44.

    Kings lutaram mas não foi suficiente

    Do lado de Sacramento, o rookie francês Maxime Raynaud jogou no próprio aniversário de 23 anos e fez bonito: 17 pontos e 8 rebotes. Killian Hayes saiu do banco para marcar 18 pontos, mas não adiantou — os Kings perderam mais uma, a sexta derrota em oito jogos.

    De’Anthony Melton foi o cestinha dos Warriors com 21 pontos, e Podziemski contribuiu com 20. Essa dupla tá mostrando que pode ajudar muito enquanto o elenco principal se recupera das lesões.

    Vocês acham que o Curry vai voltar ao quinteto inicial já no próximo jogo contra os Lakers e o LeBron? Seria um jogaço pra marcar o retorno dele como titular (se é que vai rolar mesmo).

    Uma curiosidade: os Warriors já usaram 40 formações iniciais diferentes nesta temporada! É muita lesão e muito experimento, mas pelo menos agora parece que as peças estão se encaixando de novo.

    Com essa vitória, Golden State praticamente garantiu a 10ª posição na Conferência Oeste para o play-in da próxima semana. E olha, com o Curry voltando assim, inspirado, quem sabe não fazem algum estrago por lá?

  • Tatum encara fantasma do passado: volta ao MSG após lesão traumática

    Tatum encara fantasma do passado: volta ao MSG após lesão traumática

    Olha, eu não sei vocês, mas só de pensar no Jayson Tatum pisando no Madison Square Garden de novo já me dá um frio na barriga. E pelo que parece, ele tá sentindo a mesma coisa.

    “Não tô nem um pouco animado pra jogar lá”, confessou o astro do Celtics na terça-feira. E cara, dá pra entender perfeitamente o cara. A última vez que ele pisou naquela quadra foi pra ser carregado nos braços depois de romper o tendão de Aquiles. Que cena traumática, mano.

    O pesadelo que mudou tudo

    Foi no jogo 4 das semifinais da Conferência Leste, temporada passada. Celtics perdendo pros Knicks, e de repente o Tatum simplesmente desaba na quadra. Tendão de Aquiles direito rompido. Fim de temporada, fim de sonhos, início de um pesadelo de quase 10 meses de recuperação.

    Na minha opinião, poucas coisas no esporte são mais cruéis que uma lesão dessas numa hora decisiva. O cara tava voando, carregando o time nas costas, e do nada… acabou tudo.

    Mas olha só a mentalidade do monstro: voltou em março deste ano e desde então tá metendo mais de 20 pontos e 10 rebotes por jogo. Simplesmente absurdo a forma como ele se reconstruiu.

    A volta por cima que emociona

    “Eu sabia que uma hora ou outra teria que superar essa barreira e jogar lá de novo”, falou Tatum. E sinceramente, acho que essa é uma das declarações mais corajosas que já ouvi de um atleta.

    O Jaylen Brown, companheiro de equipe, disse uma coisa linda: “Estamos aqui pra isso. Temos as costas dele”. Cara, isso é o que é basquete de verdade – não é só sobre estatísticas, é sobre irmandade.

    E o técnico Joe Mazzulla? Falou tudo sobre como o processo de recuperação desde o primeiro dia foi fundamental. “Ele encarou cada etapa com muito trabalho e dedicação”, disse o treinador. Respeito total.

    O teste final

    Vocês acham que ele consegue dominar os demônios do passado? Porque olha, uma coisa é voltar a jogar. Outra é voltar justamente no lugar onde tudo desabou.

    “É mais um jogo no calendário”, disse Tatum, tentando soar casual. Mas a gente sabe que não é. É O jogo. O momento em que ele prova pra si mesmo (e pro mundo) que superou completamente aquele trauma.

    Tenho certeza que vai ser emocionante demais. O Tatum não é só um dos melhores jogadores da liga – ele é um exemplo de como se levanta depois de cair. E quinta-feira, no MSG, ele vai fechar definitivamente esse capítulo da sua carreira.

  • Tatum volta ao MSG onde se machucou: ‘Só mais um jogo’

    Tatum volta ao MSG onde se machucou: ‘Só mais um jogo’

    Olha, eu sei que o Jayson Tatum tá falando que é “só mais um jogo”, mas convenhamos — voltar ao Madison Square Garden depois de rasgar o tendão de Aquiles no mesmo lugar não deve ser nada fácil. O cara vai enfrentar os fantasmas na quinta-feira quando o Celtics pegar os Knicks.

    Foi lá mesmo, há quase um ano, que o Tatum sofreu aquela lesão traumática que deixou todo mundo de coração na mão. E agora? Agora ele tem que voltar e mostrar que superou tudo isso. Sinceramente, acho que ele tá sendo corajoso demais ao dizer que não tá animado com o jogo.

    A volta tem sido absurda

    Desde que voltou há um mês contra o Dallas, o cara tem sido simplesmente monstruoso. Boston tá com 13 vitórias e apenas 2 derrotas com ele em quadra. Treze e duas, gente! E o mais legal é ver ele melhorando a cada jogo.

    No começo da volta, ele tava meio travado mesmo — arremessando abaixo dos 50% nos primeiros 10 jogos. Mas nas últimas cinco partidas? O bicho acordou. Contra o Charlotte ontem, fez 23 pontos com 8 de 15 nos arremessos. Tá voltando ao nível que a gente conhece.

    E não é só pontuação não. O Tatum tá fazendo de tudo: rebote, assistência, defesa… É impressionante como ele nunca perdeu essa visão de jogo completo. Por isso que ele é craque mesmo.

    MSG: o bicho-papão que precisa ser enfrentado

    “Eu sabia que em algum momento teria que superar esse obstáculo”, disse o Tatum. E cara, ele tem razão. Não dá pra ficar fugindo do Madison Square Garden pro resto da carreira. Mas imagina a cabeça dele…

    A lesão aconteceu no quarto período do jogo 4 da semifinal contra os próprios Knicks. E advinha só? Se os playoffs começassem hoje, seria exatamente essa a matchup de novo na segunda rodada. O destino tem dessas coisas, né?

    O que eu acho mais interessante é como ele tá lidando com tudo isso. “Não tô necessariamente pulando jogos específicos. Decidi voltar a jogar, então é só mais um jogo na agenda.” Mano, que frieza! Mas por baixo dessa casca, imagino que deve estar um nervosismo danado.

    Celtics na briga pelo segundo lugar

    Com a vitória de ontem, Boston praticamente garantiu a segunda posição no Leste. Uma vitória na quinta já confirma tudo. E olha, com o Tatum voltando nesse nível, os Celtics têm tudo pra fazer barulho nos playoffs.

    “Estamos acelerando na hora certa”, falou o Tatum. E não é que ele tem razão? Pós All-Star Break é quando os times que querem brigar pelo título começam a mostrar a que vieram. E esse Celtics com Tatum de volta tá com uma cara muito boa.

    E aí, vocês acham que o nervosismo vai atrapalhar ele no MSG? Ou será que essa pressão toda vai fazer o Tatum explodir e mostrar pra todo mundo que superou o trauma de vez? Quinta-feira a gente descobre!

  • Bulls querem manter Donovan: CEO manda recado para candidatos

    Bulls querem manter Donovan: CEO manda recado para candidatos

    Olha, depois da limpa geral na diretoria dos Bulls ontem, o CEO Michael Reinsdorf foi bem direto: Billy Donovan fica. E qualquer candidato a novo executivo que não gostar dessa ideia pode procurar outro emprego.

    “Se eu entrevistar alguém e eles não estão vendidos no Billy, não estão vendidos em um técnico do Hall da Fama, então provavelmente não são o candidato certo para nós”, disparou Reinsdorf na terça.

    Cara, eu entendo a posição do cara. Donovan não é qualquer um — bicampeão pela Flórida no college, levou o OKC longe nos playoffs, e convenhamos, com os elencos que ele teve em Chicago, fez milagre.

    A reviravolta na diretoria

    Segunda-feira foi dia de demissão em massa. Arturas Karnisovas (VP de operações) e Marc Eversley (GM) levaram o pé na bunda depois de seis anos que renderam… uma classificação aos playoffs. Uma!

    O recado do Reinsdorf foi cristalino: qualquer novo executivo vai ter que trabalhar com Donovan, ponto final. E sinceramente? Acho que faz sentido. O cara tem 467-411 como técnico na NBA, foi pro Hall da Fama em setembro passado. Não é qualquer zé-ruela.

    Mas aqui vem a grande questão: será que o próprio Donovan quer ficar? Porque ele mesmo disse que precisa ver qual é o plano da organização antes de bater o martelo.

    Donovan no centro das atenções

    “A organização quer competir no mais alto nível, e eu também”, disse Billy antes do jogo contra Washington. O cara de 60 anos ainda tem fogo no olho, isso é fato.

    As opções dele são interessantes: ficar em Chicago (talvez com mais poder de decisão), procurar outro time da NBA, ou voltar pro college. Só que a vaga mais cobiçada — North Carolina — já foi preenchida pelo Michael Malone.

    Reinsdorf garante que não vai demorar para ter uma resposta. “Não acho que vai levar muito tempo para o Billy chegar a uma conclusão”, falou. A temporada acaba semana que vem, e aí é sentar e conversar.

    O plano para o futuro

    O que mais me chamou atenção foi o papo do Reinsdorf sobre construir algo duradouro. “Quero que seja ano após ano, que tenhamos chance de ser competitivos e vencer”, disse.

    Bom, com um recorde de 29-49 e quatro anos seguidos fora dos playoffs, alguma coisa precisa mudar mesmo. A pergunta é: será que manter Donovan e trocar só a diretoria vai resolver?

    Vocês acham que o Billy deveria ficar mesmo? Ou é hora de uma mudança completa? Porque olhando de fora, parece que o problema dos Bulls vai além do banco de reservas…

  • Mavs x Clippers hoje: será que vamos estragar a tanking?

    Mavs x Clippers hoje: será que vamos estragar a tanking?

    Olha, vou ser sincero com vocês: essa é uma daquelas situações complicadas pra gente que torce pros Mavericks. O time tá com 25 vitórias e 53 derrotas — claramente numa temporada de reconstrução — e agora vai enfrentar os Clippers (40-38) que estão desesperados por uma vaga no play-in.

    O jogo é hoje à noite, 22h30 (horário de Brasília), no Crypto.com Arena, em Los Angeles. E cara, eu tô meio dividido aqui. Por um lado, sempre quero que o Dallas ganhe. Por outro… será que não é melhor perder pra garantir uma posição melhor no draft?

    O dilema da tanking season

    Depois de bater o Lakers no domingo — numa partida que foi divertida de assistir mas complicou nossas chances na loteria —, o Mavs tá nessa sinuca de bico clássica do final de temporada. Os Clippers PRECISAM ganhar pra tentar garantir a oitava colocação no Oeste e entrar no play-in. Já o Dallas… bem, se formos honestos sobre como funciona a tanking, não pode se dar ao luxo de ganhar esse jogo.

    E o mais engraçado? O relatório de lesões dos Mavs tá parecendo uma lista de Natal. Marvin Bagley vai jogar mesmo com problema no ombro, John Poulakidas e Tyler Smith também estão confirmados (mesmo sendo jogadores de two-way). Já Daniel Gafford tá como “duvidoso” — brincadeira que o cara “talvez não tenha mais um braço”. PJ Washington também é dúvida por “dores no corpo” (aquela clássica desculpa de final de temporada) e Brandon Williams tá doente.

    Clippers desesperados por uma vitória

    Do outro lado, os Clippers tão quase com o elenco completo, tirando o Bradley Beal que tá machucado — mas isso já é padrão dele, né? O time de LA não pode vacilar nesse momento da temporada.

    Sinceramente? Acho que vai ser um jogo estranho de assistir. Parte de mim quer ver os meninos jogarem bem e saírem com a vitória, porque é sempre bom ver o time competindo. Mas a parte racional sabe que uma derrota aqui seria melhor pro futuro da franquia.

    E aí, pessoal? Vocês tão torcendo pro que hoje? Uma vitória heroica ou uma “derrota estratégica”? Deixem aí nos comentários o que vocês acham que vai rolar nesse jogo!

    O jogo vai passar no NBA League Pass e nas plataformas de streaming habituais. Vamos torcer — ou não — juntos!

  • Wizards levam sapatada dos Bulls: 129-98 em casa mesmo

    Wizards levam sapatada dos Bulls: 129-98 em casa mesmo

    Olha, eu já esperava que ia ser feio, mas 129 a 98? Em casa? Os Wizards conseguiram transformar o Capital One Arena numa casa de horrores ontem à noite contra o Chicago Bulls.

    A coisa começou até equilibrada — Washington chegou a abrir uma pequena vantagem no comecinho. Mas aí os Bulls resolveram que não era dia pra brincadeira. Acertaram 54% dos arremessos no primeiro quarto e fizeram 38 a 18. Pronto, era só questão de administrar o resto do jogo.

    Coulibaly tentou, mas não deu

    No meio dessa tragédia toda, Bilal Coulibaly pelo menos mostrou que tá vivo. 19 pontos do francês, que continua sendo uma das poucas coisas boas dessa temporada dos Wizards. Juju Reese também deu as caras com um double-double honesto: 17 pontos e 11 rebotes.

    Do lado dos Bulls, Rob Dillingham mandou 26 pontos e basicamente fez o que quis em quadra. Sinceramente, quando um time acerta mais da metade dos arremessos logo no primeiro período, você já sabe como a história vai terminar.

    Pelo menos tem o Draft…

    Tá, a derrota foi feia mesmo, mas tem um lado positivo nisso tudo (se é que dá pra chamar de positivo). Os Wizards vão manter a pick protegida do Draft de 2026! Com essa campanha desastrosa, pelo menos Washington vai ter munição pra tentar se reforçar na próxima temporada.

    E o pior? Ainda tem mais um jogo contra esses mesmos Bulls na quinta-feira, às 20h (horário de Brasília), no mesmo Capital One Arena. Vocês acham que vai ser diferente? Eu tenho minhas dúvidas…

    Essa temporada dos Wizards tá sendo um teste de paciência pra torcida. Pelo menos o tank tá funcionando direitinho pro Draft. É isso que sobra quando seu time perde de 31 pontos em casa.

  • Doc Rivers pode largar tudo pelos netos: “É hora de vê-los mais”

    Doc Rivers pode largar tudo pelos netos: “É hora de vê-los mais”

    Cara, o Doc Rivers praticamente já tem um pé fora do Milwaukee — e o motivo é dos mais nobres possíveis. O veterano técnico dos Bucks, que tá indo pro Hall da Fama esse ano, deu a entender que pode pendurar as chuteiras quando essa temporada desastrosa acabar.

    O motivo? Os netos dele.

    “Não vou responder isso, mas eu tenho netos que quero ver”, disse Rivers pros repórteres quando perguntaram sobre o futuro dele. “Vou deixar vocês descobrirem o resto.”

    E olha, eu entendo perfeitamente o cara. Rivers tem 64 anos, é o técnico em atividade com mais vitórias na NBA (sexto de todos os tempos), já ganhou um título em 2008 com o Boston — tem mais o que provar não.

    Temporada de pesadelo em Milwaukee

    Sinceramente, depois do que foi essa temporada dos Bucks, eu também estaria pensando em aposentar. A equipe começou com sonhos de título, tinha o Giannis (quando não tava machucado), contrataram o Myles Turner… e deu no que deu.

    Começaram 8-5 e depois perderam sete seguidas. Desde novembro que não conseguem nem ficar no top 8 do Leste. O Giannis jogou apenas 36 partidas — de longe o menor número da carreira de 13 anos dele. E pra piorar, rolou até especulação sobre trocar o Greek Freak!

    “A parte difícil de tudo isso é que eu tô no meio quando não tenho nada a ver com isso”, desabafou Rivers na semana passada. “Técnicos não decidem nada disso. Mas o problema da nossa liga é que os técnicos ficam na frente e temos que responder essas perguntas.”

    “Sete netos, todos com 8 anos ou menos”

    Mas voltando ao que realmente importa pra ele agora. Rivers foi bem claro sobre suas prioridades: “Tenho seven netos agora e todos têm 8 anos ou menos. E me mata toda vez que perco o dia dos avós na escola de cada um deles. Provavelmente é hora de vê-los mais.”

    Mano, isso aí é muito real. Quem tem neto sabe — esses momentos não voltam. O cara já provou tudo o que tinha que provar no basquete. Rivers entrou no meio da temporada 2023-24 em Milwaukee tentando salvar o barco, mas às vezes não tem jeito mesmo.

    E se ele realmente aposentar, pode apostar que as emissoras vão brigar pra contratar ele como comentarista. O cara já trabalhou na TV antes e tem aquela personalidade que funciona bem nos estúdios.

    Vocês acham que ele realmente vai parar? Ou é só pressão do momento depois dessa temporada frustrante? Eu, particularmente, acho que depois de ir pro Hall da Fama, com sete netinhos esperando o vovô em casa… talvez seja mesmo hora de uma nova fase na vida do Doc Rivers.

  • Mavs mandam a real pro JJ Redick sobre lesão do Austin Reaves

    Mavs mandam a real pro JJ Redick sobre lesão do Austin Reaves

    Olha, essa história tá esquentando mais que o Texas no verão. O JJ Redick, técnico dos Lakers, saiu falando que o pessoal médico dos Mavericks fez cagada no exame do Austin Reaves. E agora os Mavs mandaram a resposta — e não foi das mais educadas não.

    A treta começou quando o Reaves se lesionou contra o Thunder na quinta-feira passada. Distensão de grau 2 no oblíquo — uma daquelas lesões chatinhas que deixa o cara fora por um tempão. O problema é que, quando os Lakers foram jogar em Dallas no domingo seguinte, estavam esperando o resultado da ressonância pra saber se o garoto ia poder jogar.

    A bronca do JJ Redick

    Aí que o Redick soltou o verbo. O cara falou que o departamento médico de Dallas tinha escaneado a área errada do Reaves. Tipo, imagina a situação: você manda fazer um exame e o pessoal olha o lugar errado? Segundo o técnico dos Lakers:

    “Não sei onde fica a responsabilidade na cadeia de comando da equipe médica de Dallas, mas eles escanearam a área errada. Então… o problema não foi do nosso lado. Nós deixamos bem claro o que deveria ser escaneado, mas eles escanearam a área errada.”

    Cara, se fosse verdade mesmo, seria de dar vergonha alheia. Mas os Mavs não engoliram essa não.

    Mavs não deixam barato

    A resposta dos texanos veio rápida e direta, sem rodeios. Em nota oficial pro jornalista Ron Harrod Jr., do DLLS Sports, eles foram bem claros:

    “Nossa equipe médica seguiu protocolos padrão de imagem baseados nas informações fornecidas no momento. Não houve erro no exame realizado.”

    Traduzindo: “JJ, para de falar besteira.” Sinceramente, acho que essa é uma daquelas situações onde alguém tá tentando jogar a culpa em outro lugar. O Reaves se machucou, precisou fazer um segundo exame, e agora tá fora pelo resto da temporada regular. Acontece.

    E não é só o Reaves que tá no departamento médico não — o próprio Luka Dončić também tá fora com distensão de grau 2 na coxa. Dois caras importantes dos playoffs em dúvida.

    Lakers levam surra em Dallas

    Pra piorar a situação dos Lakers, eles ainda tomaram uma lavada de 134-128 em Dallas. O Cooper Flagg — que eu já falei que esse moleque é monstro — meteu 45 pontos na cara dos caras. Absurdo.

    Com essa derrota, os Lakers perderam a terceira colocação no Oeste pro Denver. Tá complicado pra galera de Los Angeles, que agora precisa lidar com lesões importantes e ainda por cima perdeu posição na tabela.

    E aí, o que vocês acham dessa treta? JJ Redick tá certo ou só tá procurando desculpa pra explicar pro Bron por que o time tá desandando?

  • Dosunmu brilha, Wolves goleiam Pacers e ficam perto dos playoffs

    Dosunmu brilha, Wolves goleiam Pacers e ficam perto dos playoffs

    Olha, eu não esperava que o Ayo Dosunmu fosse ser o protagonista de uma noite dessas. O cara simplesmente destruiu os Pacers ontem, anotando 24 pontos na goleada dos Timberwolves por 124 a 104. E o mais impressionante? Fez isso sem Anthony Edwards em quadra.

    Dosunmu estava em um desses dias que tudo que ele tentava, entrava. Junto com Julius Randle (19 pontos) e Bones Hyland (também 19), formaram um trio que não deu chance alguma para Indiana. Sinceramente, foi uma aula de como jogar basquete coletivo.

    Edwards fora, outros dentro

    O mais legal dessa vitória foi ver como Minnesota conseguiu funcionar mesmo sem sua estrela principal. Edwards já perdeu 9 dos últimos 11 jogos por causa do joelho direito, e McDaniels também continua no departamento médico. Mas cara, é isso que separa os bons times dos ruins — profundidade de elenco.

    Rudy Gobert fez sua parte no garrafão com 12 rebotes, e Hyland distribuiu 7 assistências. É esse tipo de performance coletiva que me faz acreditar que Minnesota pode fazer barulho nos playoffs.

    Pacers seguem na luta contra o histórico

    Do outro lado, os Pacers continuam naquela situação complicada. Ethan Thompson foi o cestinha com 17 pontos, Obi Toppin e Jalen Slawson contribuíram com 14 cada, mas não adiantou nada. O time está 4-22 nos últimos 26 jogos — números absurdos de ruins.

    A situação é tão complicada que Indiana ainda precisa de duas vitórias para não quebrar o recorde negativo de vitórias na história da franquia na NBA. É de dar dó, mas é o esporte.

    O jogo nunca foi páreo, na real. Minnesota abriu vantagem dupla ainda no primeiro quarto e administrou tranquilo. Quando os Pacers tentaram uma reação no terceiro período (chegaram a encostar em 77-67), os Wolves responderam com um parcial brutal de 25-5 que sepultou qualquer chance de virada.

    E aí, vocês acham que Minnesota consegue manter esse ritmo quando Edwards voltar? Porque se conseguir, esse time pode incomodar bastante no Oeste.