Tag: All-NBA

  • Bulls finalmente mudaram: empresa vai procurar novo chefão

    Bulls finalmente mudaram: empresa vai procurar novo chefão

    Olha, eu não acreditei quando vi a notícia. Os Bulls FINALMENTE decidiram mexer no comando e vão contratar uma empresa especializada pra encontrar um novo chefe das operações de basquete. Depois de demitir o Arturas Karnisovas e o Marc Eversley, que comandaram o time por seis temporadas, Chicago quer fazer diferente dessa vez.

    E cara, era sobre tempo! Seis anos de Karnisovas e Eversley resultaram em apenas UMA temporada positiva e UMA classificação pros playoffs. O recorde de 224-254 fala por si só — simplesmente não deu certo.

    Mudança de estratégia radical

    O Michael Reinsdorf, presidente da equipe, deixou claro que dessa vez vai ser completamente diferente do processo de 2020 que trouxe o Karnisovas. “Acho que esse processo vai ser muito diferente”, disse ele. Traduzindo: aprenderam com os erros.

    Pra vocês terem noção da estabilidade (ou falta de mudança) dos Bulls: essa é apenas a SEGUNDA troca na liderança desde 2003. O John Paxson ficou lá por 17 anos consecutivos antes do Karnisovas assumir. Dezessete anos! No basquete moderno, isso é uma eternidade.

    Oportunidade de ouro esperando

    Sinceramente? Apesar do histórico ruim, essa vaga dos Bulls é uma das mais atrativas do mercado. E não tô exagerando não.

    Eles têm a própria escolha da loteria no Draft, cerca de 60 milhões de dólares em espaço salarial e alguns jovens talentosos com contratos baratos. O Josh Giddey e o Matas Buzelis são considerados as duas peças fundamentais do futuro da franquia.

    O Billy Donovan, técnico do time, deve ser mantido de alguma forma quando a temporada acabar. Pelo menos uma coisa que funcionou eles vão manter, né?

    E aí, quem vocês acham que seria o candidato ideal pra comandar os Bulls? Porque depois de tantos anos patinando na mediocridade, Chicago merece alguém que realmente entenda como construir um time competitivo. A torcida já sofreu demais.

  • Pistons acerta com gigante que tá destruindo na G League

    Pistons acerta com gigante que tá destruindo na G League

    Olha só que notícia boa pros Pistons: Tolu Smith acabou de ganhar um contrato padrão de duas temporadas após impressionar geral na G League. E quando eu digo impressionar, é IMPRESSIONAR mesmo.

    O cara tem 2,11m e veio de Mississippi State sem ser draftado em 2024. Sabe como é, né? Às vezes o Draft passa batido em alguns jogadores que depois explodem. E pelo jeito, Smith pode ser um desses casos.

    Os números da G League são de outro planeta

    Vamos aos fatos: em 26 jogos na G League esta temporada, o monstro tá fazendo 19,4 pontos, 11,0 rebotes e 3,4 assistências em menos de 29 minutos. Double-double quase automático, cara. É muita bola pra um pivô que ninguém conhecia direito.

    Na NBA mesmo, ele só jogou 13 partidas até agora, com médias mais modestas de 3,9 pontos e 3,5 rebotes em 10 minutinhos. Mas sinceramente? Pra um cara que tava num contrato two-way, esses números já mostram que ele consegue se virar no nível mais alto.

    Detroit aposta no futuro do garrafão

    Os Pistons tão claramente vendo alguma coisa especial nesse Smith. E faz sentido, né? O time de Detroit tá numa reconstrução gigante e precisa de peças que possam crescer junto com o projeto. Um pivô de 2,11m que consegue pontuar, pegar rebote E ainda distribuir assistências? É ouro no bolso.

    A pergunta que não quer calar: será que Smith consegue manter essa consistência da G League quando ganhar mais minutos na NBA? Eu tô apostando que sim. O cara tem físico, tem fundamentos, e mais importante — tem fome de provar que merece estar ali.

    Vocês acham que Detroit acertou em dar esse contrato ou foi precipitado demais?

  • LeBron fora contra Thunder: pé dolorido aos 41 anos preocupa

    LeBron fora contra Thunder: pé dolorido aos 41 anos preocupa

    Olha, eu já estava esperando por isso. LeBron James não vai jogar hoje contra o Oklahoma City Thunder por causa de dores no pé esquerdo, e sinceramente? Aos 41 anos, o cara precisa se cuidar mesmo.

    O King vem lidando com esse incômodo no pé a temporada toda — e quem pode culpá-lo? O homem jogou 39 minutos no último domingo contra o Dallas, fez 30 pontos, 15 assistências e 9 rebotes numa derrota por 134-128. Praticamente carregou o time nas costas depois que o Luka Dončić e o Austin Reaves se machucaram feio na semana passada.

    Load management necessário

    Cara, eu entendo a frustração da galera, mas olha o calendário: são três jogos em quatro noites! Hoje contra o Thunder, quinta fora contra o Warriors e sexta em casa contra o Suns. Com 41 anos, é impossível aguentar essa sequência massacrante sem sentir.

    E não é só o LeBron que está no departamento médico. O Marcus Smart também está fora — já são oito jogos seguidos por causa de uma contusão no tornozelo direito. Os Lakers estão literalmente mancando rumo aos playoffs.

    Situação complicada na classificação

    A real é que os Lakers estão numa posição delicada. Quarto colocado no Oeste com apenas quatro jogos restantes na temporada regular, meio jogo atrás do Denver — mas pelo menos têm o critério de desempate sobre os Nuggets.

    Agora, o problema é que o Thunder já passou o carro três vezes nos Lakers esta temporada. Três a zero! A última foi quinta passada: uma surra de 139-96 em Oklahoma City que doeu até na alma.

    Vocês acham que foi a decisão certa descansar o LeBron hoje? Eu fico dividido — por um lado, preservar o cara faz sentido. Por outro, cada jogo conta nessa reta final. Mas com 41 anos e um pé dolorido, melhor não arriscar uma lesão mais séria, né?

    O que me preocupa mesmo é: será que conseguimos segurar essa quarta posição sem o nosso melhor jogador? O Thunder está voando, e sem LeBron e Smart, vai ser osso.

  • Bucks na lona: o fim melancólico da era Giannis em Milwaukee

    Bucks na lona: o fim melancólico da era Giannis em Milwaukee

    Cara, tem coisa mais triste no basquete do que ver um time campeão virando piada? Os Bucks de 2026 conseguiram esse feito “épico” — e olha que eu uso épico no sentido mais irônico possível.

    A temporada virou funeral depois que mandaram Damian Lillard embora e gastaram 113 milhões de dólares pra… bem, pra nada. Imaginem só: eles esticaram esse dinheiro por cinco anos pra poder contratar Myles Turner por quatro anos e 108 milhões. Matemática que nem eu entendo direito, mas o resultado tá aí: 22,5 milhões por ano jogados no lixo até 2030.

    O grito de desespero do Bobby Portis

    Dezembro foi o mês em que tudo desmoronou de vez. Depois de levar uma surra histórica de 45 pontos do Brooklyn Nets (sim, aquele mesmo Brooklyn que tava uma bagunça), os caras chegaram no treino como se nada tivesse acontecido.

    Aí que o Bobby Portis — que é meio que a alma desse time desde 2021 — perdeu a paciência completamente:

    “É por isso que somos uma m***a — agimos como se tudo estivesse bem, sem nenhuma urgência. Perdemos por 45 pontos. A linguagem corporal de todo mundo é terrível. Ninguém escuta os técnicos.”

    Imagina a cena: um cara que conquistou título com essa franquia tendo que gritar com os companheiros porque ninguém mais ligava. Sinceramente, dói só de pensar.

    Giannis pedindo música

    E o Giannis? Rapaz, o cara basicamente implorou pra sair desde maio passado. Teve até reunião na Grécia no meio do ano — coisa de filme mesmo — onde ele deixou claro que só jogaria nos Knicks se saísse de Milwaukee.

    Os números não mentem: 17-19 com ele em quadra, 14-28 sem ele. O cara jogou apenas 36 partidas na temporada — recorde negativo da carreira. E quando jogou aquele jogo contra o Minnesota onde levaram 33 de diferença em casa, a torcida vaiou ele. ELE! O cara que trouxe o único título da história moderna da franquia.

    “Parece um funeral”, disse uma fonte do time após aquela derrota. E olha, não tá errado não.

    O fim de uma era dourada

    Pela primeira vez desde 2016, os Bucks vão participar da loteria do draft. Nove anos consecutivos de playoffs pelo ralo. Não ganham uma série de playoff desde 2022. E pra fechar com chave de ouro, bateram o recorde histórico da franquia com 13 derrotas por 25+ pontos numa única temporada.

    Entre 27 de fevereiro e 4 de março, eles perderam quatro seguidas sendo superados por 97 pontos somados. Noventa e sete! É um número que nem faz sentido pra quem torce pra esse time.

    Vocês acham que dá pra recuperar essa relação entre Giannis e Milwaukee? Porque pela forma que as coisas andam, esse divórcio vai ser bem mais feio do que a gente imagina. E pensar que há poucos anos eles eram os reis do Leste…

    O basquete é isso aí: uma hora você tá no topo do mundo, na outra tá explicando como conseguiu desperdiçar um dos melhores jogadores da década.

  • Bulls demite toda diretoria e fãs pedem volta de ex-executivo

    Bulls demite toda diretoria e fãs pedem volta de ex-executivo

    Cara, o Bulls simplesmente mandou todo mundo embora na segunda-feira. Arturas Karnisovas e Marc Eversley — presidente de operações e gerente geral, respectivamente — foram demitidos depois de quatro anos no comando. E sinceramente? Era hora mesmo.

    Olha, desde que essa dupla assumiu em 2020, o que mudou? Praticamente nada. Aliás, se for analisar friamente, o time tá até pior do que estava antes. É de cortar o coração ver uma franquia histórica como o Bulls nessa situação, com a torcida cada vez mais revoltada.

    O nome que tá bombando nas especulações

    Aí que entra uma possibilidade interessante: Matt Lloyd, atual GM do Minnesota Timberwolves. O cara começou como estagiário de relações públicas no Bulls — imagina só, saiu lá de baixo mesmo — e hoje é considerado uma das mentes mais brilhantes da liga.

    Lloyd foi promovido a gerente geral dos Wolves apenas em 2024 e já fez uma jogada que chamou atenção: a troca do Karl-Anthony Towns pro Knicks por Julius Randle e Donte DiVincenzo. Polêmica? Com certeza. Mas mostrou que o cara não tem medo de mexer no time quando precisa.

    E aí, vocês acham que ele toparia voltar pra Chicago? Seria uma baita responsabilidade assumir uma reconstrução completa, mas Lloyd tem um histórico sólido e, mais importante, visão de longo prazo.

    Bulls tá precisando de ideias novas urgente

    Vamos ser honestos: o elenco atual do Bulls não tem direção nenhuma. Eles vivem pegando ex-lottery picks que já deram errado em outros times — e continuam errando aqui também. A última foi a troca pelo Jaden Ivey, que parece ter sido a gota d’água pra mandar todo mundo embora.

    O problema é que o Bulls tá numa encruzilhada. A torcida tá perdendo a paciência (e razão não falta), o time não compete por nada relevante há anos, e os jovens talentos que chegam não conseguem se desenvolver direito.

    Na minha visão, precisam de alguém que entenda tanto de desenvolvimento de jogadores quanto de construção de elenco. Lloyd pode ser essa pessoa — ele conhece a casa, sabe como é a pressão em Chicago, e já provou que consegue tomar decisões difíceis quando necessário.

    Agora é esperar pra ver se a diretoria do Bulls vai mesmo atrás dele ou se vão inventar moda de novo. Uma coisa é certa: essa próxima contratação vai definir o futuro da franquia pelos próximos anos. Não podem errar mais uma vez.

  • Bulls demitem os dois chefões e deixam Donovan no fio da navalha

    Bulls demitem os dois chefões e deixam Donovan no fio da navalha

    Cara, os Bulls finalmente fizeram o que todo mundo já tava esperando há tempo: mandaram embora o VP de operações de basquete Arturas Karnisovas e o GM Marc Eversley. E olha, sobre tempo!

    Pensa comigo: cinco temporadas sem playoffs em seis anos. Campanha de 29-49 agora. 12º lugar no Leste. É de dar dó mesmo. Eu até entendo a paciência da organização, mas chega uma hora que não dá mais pra fingir que tá tudo bem, né?

    Quatro anos jogados fora

    Karnisovas e Eversley chegaram em 2020 com toda pompa, prometendo reconstruir os Bulls depois da era Gar Forman. Resultado? Campanha de 224-254 nesses quatro anos. Monstro… de ruim.

    E a cereja do bolo foi aquela confusão com o Jaden Ivey semana passada. Os caras trocaram Kevin Huerter e Dario Saric pra pegar o garoto, e menos de dois meses depois cortaram ele por “conduta prejudicial ao time”. O mlk fez um rant religioso no Instagram criticando o mês do orgulho e ainda chamou o catolicismo de “religião falsa”. Sinceramente, que confusão desnecessária.

    Mas não para por aí. Eles também se desfizeram do Ayo Dosunmu e Coby White no trade deadline (dois caras produtivos), e em 2021 trocaram o Lauri Markkanen – que virou All-Star depois. Ai, que dor no coração.

    Patrick Williams e o contrato maldito

    E tem o Patrick Williams, ganhando 90 milhões por cinco anos pra fazer média de 6.6 pontos por jogo. Seis pontos e meio! Por 18 milhões por ano! Eu nem sei o que dizer sobre isso.

    Michael Reinsdorf pelo menos foi honesto no comunicado: “Não tivemos o sucesso que nossos fãs merecem”. Verdade, Michael. Verdade.

    Donovan segura o emprego… por enquanto

    O que me surpreende é que Billy Donovan aparentemente vai ficar. Segundo o Shams Charania, da ESPN, os Bulls querem manter o técnico. Olha, ele chegou junto com essa dupla em 2020 e só levou o time pros playoffs uma vez, em 2021-22.

    Não sei vocês, mas eu acho que se vai mudar, muda tudo de uma vez. Deixar o Donovan ali meio que solto não faz muito sentido pra mim. O que acham?

    Enfim, mais uma temporada perdida pros Bulls, que vão pro draft lottery pelo terceiro ano seguido. Pelo menos agora têm a chance de recomeçar do zero – tomara que dessa vez dê certo.

  • Spurs vencem sem Wemby e chegam aos 60 vitórias

    Spurs vencem sem Wemby e chegam aos 60 vitórias

    Cara, que sufoco foi esse jogo dos Spurs ontem à noite! Perderam o Wembanyama no intervalo por uma contusão nas costelas, mas mesmo assim conseguiram atropelار os 76ers por 115-102. Olha, eu não esperava essa reação coletiva do time de San Antonio.

    O Wemby começou voando — 17 pontos em apenas um tempo de jogo. Mas aí no segundo quarto ele se chocou com o Paul George numa jogada de contra-ataque e ficou meio mancando, segurando o lado esquerdo. Voltou pra quadra ainda naquele quarto, mas dava pra ver que tava incomodado. Com menos de um minuto pro intervalo, ele foi direto pro vestiário e não voltou mais.

    Time coletivo salvou o dia

    E foi aí que a magia aconteceu. Seis jogadores dos Spurs pontuaram em dois dígitos! O Dylan Harper saiu do banco pegando fogo e marcou 17 pontos também. Teve até um triple-double rolando — 19 pontos, 11 rebotes e 13 assistências (não falaram de quem foi, mas deve ter sido alguém fazendo um jogaço).

    Do lado dos 76ers, o Embiid fez o que sempre faz: massacrou no garrafão com 34 pontos, incluindo uns 16 de 19 lances livres. Monstro demais esse cara. Mas o problema foi que Paul George e Tyrese Maxey ficaram completamente apagados — 31 pontos juntos com apenas 11 de 31 arremessos. Sinceramente, esperava mais desses dois.

    Spurs chegam aos 60 vitórias pela primeira vez desde 2017

    O que mais me impressionou foi como os Spurs souberam explorar a deficiência defensiva do Embiid. O cara tava claramente com o joelho incomodando desde o primeiro quarto (depois de uma jogada com o Castle), e San Antonio foi esperto: atacou o tempo todo no contra-ataque. Resultado? 11 pontos de fast break só no primeiro tempo.

    No terceiro quarto a coisa ficou tensa. Philadelphia abriu 10-3 e chegou a ficar a só 2 pontos dos Spurs. Mas aí o Harper meteu uma bomba de três no finalzinho do quarto e quebrou o clima dos caras.

    O quarto período foi só administração. Os Spurs mantiveram vantagem de dois dígitos praticamente o tempo todo, pegando rebotes disputados e não dando chances pros 76ers voltarem pro jogo.

    Com essa vitória, San Antonio chegou aos 60 triunfos pela primeira vez desde 2017 — oitava vez na história da franquia. E o melhor: garantiram mando de quadra nas Finais (se chegarem lá, né). Vocês acham que esse time tem potencial pra ir longe nos playoffs?

    Agora é torcer pra que a contusão do Wemby seja só precaução mesmo. O cara ainda precisa de mais um jogo com pelo menos 20 minutos pra ficar elegível pros prêmios individuais. Seria uma pena perder essa temporada histórica por causa de uma bobeira dessas.

  • Jokic monstro! Triple-double salva Nuggets em virada épica

    Jokic monstro! Triple-double salva Nuggets em virada épica

    Mano, eu ainda tô processando o que aconteceu em Denver ontem à noite. O Nikola Jokic simplesmente decidiu que não ia deixar os Nuggets perderem — e quando ele decide, não tem jeito mesmo.

    35 pontos, 13 rebotes e 13 assistências. Um triple-double absurdo que salvou Denver de uma derrota constrangedora. Os caras estavam perdendo por 16 pontos no último quarto pro Portland, cara. DEZESSEIS! E aí o sérvio monstro falou: “Não, hoje não.”

    A virada que ninguém esperava

    Portland tava voando no primeiro tempo. Toumani Camara meteu 30 pontos e os Blazers acertaram 25 bolas de três — recorde da franquia! Deni Avdija também tava on fire com 26 pontos e quase não errou da linha do lance livre. Sinceramente, eu já tava dando a partida como perdida pros Nuggets.

    Mas aí que mora a magia do basquete, né? Jokic acordou no quarto período, marcou 10 pontos e liderou uma sequência de 21 a 5 que deixou todo mundo de queixo caído. Aaron Gordon ainda acertou uma tripla decisiva pra empatar o jogo faltando pouco mais de um minuto.

    E vocês acham que acabou aí? Que nada! Overtime, baby!

    Jamal Murray fecha o caixão

    Na prorrogação foi show do Murray. O cara que já tinha sofrido tanto com lesões voltou pra mostrar por que é tão importante nesse time. Sete pontos na overtime, incluindo duas triplas que abriram o placar logo no começo do período extra.

    O final foi dramático: Murray com duas cestas da linha do lance livre e uma enterrada (135-128), e depois ainda deu uma assistência linda pro Jokic selar a vitória. Que dupla, meu amigo!

    Na briga pela terceira posição

    Com essa vitória — a nona seguida dos Nuggets — Denver subiu pra terceira posição do Oeste. É, galera, esse time tá pegando fogo no momento certo da temporada. Nove vitórias consecutivas iguala a maior sequência da era Jokic.

    Agora eles têm 51-28 de campanha, meio jogo à frente dos Lakers (50-28). O problema é que LA ainda tem a vantagem no confronto direto, então Denver precisa ficar pelo menos um jogo acima dos angelinos pra garantir a terceira colocação.

    Olha, eu não sei vocês, mas esse Nuggets tá com cara de time perigoso pros playoffs. Jokic jogando nesse nível, Murray voltando a ser decisivo, Gordon contribuindo… pode dar zebra aí no Oeste, hein?

    Portland, coitados, vinham de três vitórias seguidas e caíram pra nona posição. Mas que jogo fizeram! 25 triplas é coisa de maluco.

  • Lakers vs Thunder: a revanche que ninguém quer ver acontecer

    Lakers vs Thunder: a revanche que ninguém quer ver acontecer

    Cara, às vezes o calendário da NBA é cruel demais. Os Lakers (50-28) voltam pra casa hoje pra encarar justamente o Oklahoma City Thunder (62-16) — o mesmo time que passou a máquina neles há poucos dias atrás. Quarenta e três pontos de diferença. QUARENTA E TRÊS.

    E agora? Agora a situação tá ainda pior pra galera de Los Angeles.

    O cenário tá complicado demais

    Olha, eu nem sei por onde começar. O time perdeu dois dos seus melhores jogadores e agora o LeBron James tá como “questionável” no relatório médico. Sinceramente, parece que alguém lá em cima não quer ver os Lakers terem paz.

    Na última partida contra o Dallas, deu pra ver como o time tá tentando se virar. Luke Kennard fez um triple-double (monstro!), Rui Hachimura tava acertando tudo que via pela frente, e o Hayes junto com o Ayton deram uma força considerável. No ataque até que rolou, mas a defesa? Nossa senhora, foi de dar dó.

    E é exatamente esse o problema: se não conseguir parar o Thunder no garrafão, vai ser mais uma tarde de sofrimento no Crypto.com Arena.

    Thunder não perdoa bobeira

    O pessoal de Oklahoma City é daqueles times que não dá uma chance sequer. Você vacila no primeiro quarto e pronto — o jogo já era. Foi exatamente isso que aconteceu no confronto anterior.

    Na minha visão, se os Lakers querem pelo menos não passar vergonha em casa, precisam começar forte dessa vez. Nada de sair perdendo por 20 pontos logo nos primeiros minutos. O Thunder tem um time completo, descansado, e que tá voando na temporada com o melhor recorde da liga.

    Vocês acham que rola uma zebra hoje? Porque olhando friamente, parece missão impossível.

    O que esperar do confronto

    Realistically falando (desculpa o anglicismo, mas não tem tradução melhor), o máximo que dá pra esperar é um jogo digno. Os caras do papel vão dizer que é praticamente uma derrota certa, e é difícil discordar.

    Mas sabe como é… Lakers é Lakers. Esse time já nos surpreendeu várias vezes essa temporada quando ninguém acreditava. Quem sabe não rola mais um milagre?

    O jogo rola às 23h30 (horário de Brasília) e, sinceramente, eu vou assistir mais pela curiosidade mórbida de ver se conseguem evitar outro massacre do que por expectativa real de vitória.

    Uma coisa é certa: se o LeBron não jogar, pode até mudar de canal. Vai ser brutal.

  • Bulls podem trazer Thibodeau de volta? Jornalista tem sonho maluco

    Bulls podem trazer Thibodeau de volta? Jornalista tem sonho maluco

    Olha, eu não sei se vocês acompanharam, mas o Chicago Bulls tá vivendo um caos total. Na segunda-feira rolou aquela bomba: Arturas Karnisovas e Marc Eversley foram demitidos da diretoria. E agora? Agora ninguém sabe o que vai acontecer com o Billy Donovan.

    Mas aí que vem a parte interessante da história. O Joe Cowley, do Chicago Sun-Times – que é praticamente o cara que mais entende dos Bulls -, soltou uma ideia que é meio maluca mas ao mesmo tempo genial.

    O sonho do jornalista (que pode virar realidade)

    A visão do Cowley é assim: Billy Donovan vira VP de operações de basquete e contrata o Tom Thibodeau como técnico. Sim, o mesmo Thibs que saiu dos Bulls em 2015 naquela confusão toda com a diretoria.

    “Qual seria o presente de Natal antecipado perfeito do Joe Cowley… Billy D diz que já teve o suficiente de treinar – assume o cargo de VP… contrata o Thibs para treinar (sim, os dois se gostam)”, postou o jornalista no X.

    E o mais louco? Segundo ele, Thibodeau já resolveu suas diferenças com a família Reinsdorf e com John Paxson. Ou seja, a ponte foi reconstruída depois de quase uma década.

    Faz sentido essa loucura?

    Sinceramente? Eu acho que faz mais sentido do que parece à primeira vista. Donovan tá treinando os Bulls desde 2020 e só conseguiu levar o time aos playoffs uma vez, em 2022 – e ainda perdeu logo na primeira rodada pro Milwaukee.

    Já o Thibodeau… cara, o histórico dele em Chicago é outro nível. Playoffs em 2011 e 2015, e em 2011 ainda chegou na final da Conferência Leste com aquele Derrick Rose MVP absurdo.

    O problema é que Thibs tem aquela fama de “quebrar” jogadores de tanto treinar, né? Mas também não dá pra negar que o cara sabe extrair o máximo dos seus times. E olha, com o roster atual dos Bulls precisando de uma identidade, talvez seja exatamente isso que eles precisam.

    Claro que ainda é só especulação de um jornalista apaixonado pelo time, mas… e aí, vocês acham que essa combinação Donovan-VP + Thibodeau-técnico poderia funcionar? Ou seria apenas mais um capítulo na novela sem fim dos Bulls?