Tag: All-NBA

  • Wemby se machuca e sai mais cedo contra os 76ers

    Wemby se machuca e sai mais cedo contra os 76ers

    Cara, que azar do Wembanyama ontem. O cara tava voando na corrida pelo MVP, fazendo 17 pontos em apenas 16 minutos contra o Philadelphia, e aí vem uma contusão nas costelas pra estragar a festa.

    O gigante francês saiu no terceiro quarto com uma contusão na costela esquerda e não voltou mais. Inicialmente parecia que ele tinha machucado o ombro — vocês viram ele segurando a região? — mas depois confirmaram que foi mesmo na região do tronco.

    O momento estava perfeito

    Olha, o timing não podia ser pior. O Wemby vinha de um jogaço contra o Denver, onde fez 34 pontos numa derrota por 136-134 que teve clima de playoff. Ele mesmo falou depois que foi “um dos jogos mais divertidos” que já jogou, mesmo perdendo.

    “Foi um teste real contra um time que está brigando por algo agora. Teve um pouco de vibração de playoffs”, disse o francês. E realmente, dava pra sentir a energia diferente naquele jogo.

    Na partida contra o Philly, ele já estava com 17 pontos em apenas 16 minutos — um ritmo absurdo de mais de ponto por minuto. Fez 7 de 11 arremessos, pegou 5 rebotes e ainda deu 3 tocos. Simplesmente monstro, como sempre.

    Corrida pelo MVP em risco?

    A preocupação agora é óbvia: essa lesão pode atrapalhar a campanha dele pro MVP? Sinceramente acho que não, se for algo passageiro. O cara está fazendo 24,9 pontos por jogo na temporada e os Spurs estão em segundo no Oeste, atrás só do Oklahoma City.

    Mas lesão é sempre chato, né? Ainda mais numa reta final de temporada regular onde cada jogo conta. Os Thunder precisam de só mais duas vitórias pra cravar a primeira posição — imaginem se essa parada do Wemby der brecha pra eles dispararem ainda mais.

    O positivo é que os Spurs estavam ganhando por 85-80 quando ele saiu, mostrando que o time não depende só dele. Mas vamos combinar: todo mundo quer ver o Alien jogando no máximo, especialmente nessa corrida pelo prêmio de MVP que tá cada vez mais acirrada.

    E aí, acham que essa lesão vai ser coisa passageira ou pode complicar o final de temporada dele?

  • Embiid humilha Wembanyama com stepback absurdo, mas Sixers perdem

    Embiid humilha Wembanyama com stepback absurdo, mas Sixers perdem

    Gente, vocês viram o que o Embiid fez com o Wembanyama ontem? Meu Deus do céu, que jogada foi aquela! O pivô do Sixers simplesmente aplicou um stepback de três pontos no francesão que deixou todo mundo de queixo caído — incluindo o próprio banco da Filadélfia.

    Olha, eu já esperava um duelo interessante entre esses dois monstros, mas não esperava ver o Embiid sacar uma dessas do arsenal do James Harden logo no finzinho do primeiro tempo. Wemby é um metro e tanto de altura, braços quilométricos, mas o Joel simplesmente criou espaço do nada e mandou a bola no fundo da rede. Absurdo.

    O duelo dos gigantes não foi como esperado

    Mas vou ser sincero com vocês: por mais linda que tenha sido essa jogada, o jogo em si não foi nada bonito pro lado da Filadélfia. Os Spurs atropelaram os Sixers por 115 a 102, e olha que não foi nem tão apertado quanto o placar sugere.

    A diferença ficou clara nos detalhes. San Antonio acertou 49% dos arremessos contra apenas 38% dos Sixers. Pior ainda: os Spurs distribuíram 31 assistências (!) enquanto Philly conseguiu apenas 17. É o basquete coletivo funcionando, cara. No garrafão então, nem se fala — 58 pontos dos texanos contra 38 da Filadélfia.

    Embiid fez a sua parte

    Pelo menos o Joel não pode ser culpado pela derrota. O cara cravou 34 pontos, 12 rebotes e ainda bloqueou 4 arremessos. Converteu 16 de 19 lances livres — praticamente perfeito na linha. Paul George ajudou com 16 pontos, Maxey teve seus 15 com 8 assistências, e o jovem VJ Edgecombe surpreendeu com 14 pontos.

    O problema é que basquete é esporte coletivo, né? E os Spurs estão jogando como um time de verdade nessa temporada. Não é à toa que o Wembanyama está sendo cotado como candidato ao MVP.

    Com essa derrota, os Sixers caíram para 43-36 e seguem na sétima posição do Leste. Não é uma situação desesperadora, mas também não dá pra relaxar — principalmente com Toronto e Atlanta logo acima na tabela.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem se recuperar contra o Houston na quarta-feira? Porque sinceramente, vai precisar de muito mais do que jogadas individuais bonitas pra brigar pelos playoffs…

  • CJ McCollum quase fez milagre contra os Knicks com arremesso da outra quadra

    CJ McCollum quase fez milagre contra os Knicks com arremesso da outra quadra

    Mano, que jogaço foi esse entre Hawks e Knicks na segunda-feira! Terminamos com vitória dos Knicks por 108-105, mas cara, o que quase rolou no final foi de parar o coração.

    O Jalen Brunson foi absolutamente monstro no último quarto — 17 dos 30 pontos dele vieram nos 12 minutos finais. O cara simplesmente pegou o jogo nas costas e carregou os Knicks. Do outro lado, o Nickeil Alexander-Walker respondeu com 36 pontos pelos Hawks. Que batalha!

    O arremesso que quase mudou tudo

    Agora vem a parte boa da história. Faltando 1.2 segundos no cronômetro e os Hawks perdendo por três pontos, sem timeout restante. Situação impossível, né?

    Aí que entra o nosso querido CJ McCollum. O cara pega a bola no fundo da quadra, dá uns dois dribles e… MANDA UM MÍSSIL DE TRÊS QUARTOS DA QUADRA! E olha só: a bola ainda bateu na tabela e entrou!

    Por um segundo ali eu pensei: “Não acredito que esse maluco conseguiu empatar”. Mas aí veio a realidade — o arremesso não valeu porque o tempo já tinha acabado. Que coisa, hein? Às vezes o basquete é cruel assim mesmo.

    Hawks estão chegando forte pros playoffs

    Sinceramente, depois do All-Star break os Hawks viraram outro time. A chegada do McCollum deu aquela equilibrada que eles precisavam no perímetro, sem monopolizar a bola como o Trae Young fazia antes.

    E que dupla o Dyson Daniels e o Alexander-Walker formaram! O primeiro é um defensor que não dá moleza pra ninguém, enquanto o segundo virou aquele especialista em bolas de três que todo time precisa. Ah, e não posso esquecer do Jalen Johnson — o cara tá jogando um basquete que lembra um LeBron versão light.

    Vocês acham que os Hawks podem fazer barulho nos playoffs? Porque depois de ver esse jogo contra os Knicks, eu tô começando a acreditar que esse time pode incomodar muita gente lá na pós-temporada. Ninguém vai querer pegar esses caras no primeiro round, isso eu garanto.

  • Cavs destroem Memphis e chegam às 50 vitórias na temporada

    Cavs destroem Memphis e chegam às 50 vitórias na temporada

    Cinquenta vitórias. Cara, quando foi a última vez que vimos os Cavaliers chegarem nessa marca com tanta tranquilidade? Ontem à noite eles simplesmente atropelaram o Memphis por 142 a 126, e olha — fizeram isso descansando Mitchell e Harden!

    Evan Mobley foi o cara da noite com 24 pontos, mas quem me chamou atenção foi o Sam Merrill com 21. Esse menino tá crescendo no momento certo. E que bom ver o Jarrett Allen de volta ao quinteto titular depois de descansar contra o Indiana. 13 pontos, 2 tocos, e o mais importante: parecia estar se movimentando bem mesmo com essa preocupação no joelho.

    Banco em grande forma

    Sabe o que mais me impressionou? O banco dos Cavs. Quatro reservas em dois dígitos! Isso é profundidade, galera. Nae’Qwan Tomlin botou energia no primeiro quarto, Keon Ellis mandou uma bomba de 3 no finalzinho do segundo tempo, e até o veterano Larry Nance Jr. mostrou que ainda tem lenha pra queimar.

    Craig Porter Jr. (11 pontos, 8 rebotes, 6 assistências) e Tyrese Proctor aproveitaram os minutos extras sem Mitchell e Harden. E o Dennis Schroder? Monstro absoluto: 22 pontos e 11 assistências na armação. Quando você tem essa distribuição de pontuação, fica difícil de parar.

    Memphis sem estrutura, Cavs aproveitaram

    Olha, vamos ser justos — o Memphis estava jogando praticamente só com reservas e jogadores da G-League. Mas mesmo assim, era obrigação do Mobley dominar, e ele fez exatamente isso. 9/11 nos arremessos de quadra, com alguns movimentos no garrafão que mostraram evolução técnica. Se ele não jogasse bem contra esse time, aí sim seria preocupante.

    O mais legal é que, com os playoffs já garantidos e a quarta posição praticamente assegurada (principalmente depois do Hawks perder pros Knicks), dá pra ver que esse time tá encontrando o ritmo certo. Jogadores diferentes brilhando em momentos diferentes — isso é sinal de time bem treinado.

    Vocês acham que essa profundidade do banco vai fazer diferença nos playoffs? Porque sinceramente, eu tô começando a acreditar que esses Cavs podem incomodar muito mais gente do que o pessoal imagina. Próximo jogo é contra o Hawks em casa — pode ser prévia da primeira rodada dos playoffs. Vai ser interessante.

  • Schröder arrebenta com double-double e Cavs vencem mais uma

    Schröder arrebenta com double-double e Cavs vencem mais uma

    Olha, eu confesso que não esperava muito do Dennis Schröder quando ele chegou em Cleveland, mas o cara tá me fazendo engolir minhas palavras. Ontem contra o Memphis, o alemão mandou um double-double monstro — 22 pontos e 11 assistências — que ajudou os Cavs a emplacarem a terceira vitória seguida.

    E cara, que jogo foi esse! Cleveland saiu perdendo por 17 pontos (17!), mas conseguiu virar o placar numa recuperação épica. O time tá jogando um basquete coletivo absurdo, mesmo sem Mitchell e Harden em quadra.

    Schröder finalmente encontrou seu lugar

    Sinceramente, sempre achei que o Schröder funcionava melhor como armador titular do que saindo do banco. E ontem ele provou isso de novo — 8/12 nos arremessos e distribuindo bola como um maestro. O alemão não é o mais consistente do mundo, mas quando ele tá inspirado… nossa, que diferença faz.

    A questão é: será que ele consegue manter esse nível quando os titulares voltarem? Porque uma coisa é certa — os Cavs vão precisar de toda essa profundidade no playoffs.

    Mobley aproveitou o matchup favorável

    Evan Mobley teve uma noite tranquila, convertendo 9 de 11 tentativas para 24 pontos. O garoto tá cada vez mais maduro no ataque, sabendo quando atacar e quando criar para os companheiros. Única crítica? Poderia ter forçado mais — com o jeito que estava jogando, facilmente chegaria aos 30.

    Jarrett Allen também fez a sua parte com 13 pontos e 9 rebotes, mesmo ainda sentindo o joelho. A enterrada com drible pelas costas que ele mandou foi de arrepiar. É isso que eu amo no basquete — esses momentos que te fazem levantar do sofá gritando.

    Banco em grande forma

    Keon Ellis tá numa fase impressionante — 19 pontos e 8 assistências, sendo que fez 16 só no primeiro tempo. O cara simplesmente resolveu o jogo na primeira metade, ajudando a virar aqueles 17 pontos de desvantagem.

    E não posso esquecer do Sam Merrill, que cravou 21 pontos sendo decisivo no terceiro quarto, quando Cleveland realmente disparou no placar. O contrato que ele assinou no meio da temporada tá se pagando sozinho.

    Craig Porter Jr. também merece destaque — 11 pontos, 8 rebotes, 6 assistências, 2 roubos e 2 tocos. Esse moleque faz de tudo um pouco e é exatamente o tipo de jogador que você quer ter no playoff: aquele que não aparece na ESPN mas ganha jogos.

    Vocês acham que esse Cleveland tem condições de incomodar no playoffs? Porque do jeito que o banco tá jogando, qualquer adversário vai ter que suar a camisa pra eliminar esses caras.

  • Cavs vence Grizzlies mas sofre RECORDE histórico de 3 pontos

    Cavs vence Grizzlies mas sofre RECORDE histórico de 3 pontos

    Cara, o Cleveland tá numa pegada estranha esse ano. Ganha o jogo contra o Memphis — terceira vitória seguida — mas toma um banho de bola de três que entrou pra história da NBA. Os Grizzlies acertaram 29 arremessos de 3 pontos em 59 tentativas. Vinte e nove! É empate do recorde histórico da liga.

    Sinceramente, eu não sei se rio ou choro com esse Cavs. O time tá jogando bem ofensivamente, tem jogadores aparecendo do nada pra salvar a pátria, mas a defesa de perímetro… meu amigo, tá um buraco.

    Keon Ellis simplesmente resolveu jogar basquete

    O grande destaque mesmo foi o Keon Ellis. O cara teve 48 horas absurdas — primeiro destruiu Indiana acertando 3 de 7 do perímetro, e ontem fez 16 pontos com mais três bombas só no primeiro tempo contra Memphis.

    Mas olha, o que mais me impressionou foi ver o Ellis atacando a cesta. Teve uma jogada que ele saiu da linha de fundo e mandou uma enterrada de lado que até eu fiquei de boca aberta. O técnico do Memphis pediu tempo na hora — eu faria a mesma coisa, não vou mentir.

    Esse cara tá mostrando um lado que a gente nem sabia que existia. Ele sempre foi bom no perímetro e roubando bola, mas agora tá usando essa envergadura toda pra atacar também. Multifacetado assim que é bom.

    Jarrett Allen com os dribles mais filthy do ano

    O Allen… cara, quando esse monstro tá em quadra tudo fica mais fácil. E ontem ele mostrou por que é o coração desse Cavs.

    A jogada da noite foi uma por trás das costas que terminou numa enterrada violenta. Um pivô de 2,08m fazendo isso. Absurdo demais. E não foi só essa — ele teve um toco sensacional no primeiro tempo que virou assistência pro próprio Allen fazer a cesta com falta sofrida.

    É isso que faz a diferença. Allen não é só o cara que pega rebote e faz a cesta fácil — ele consegue criar as próprias jogadas quando precisa.

    Os heróis improváveis voltaram

    Nae’Qwan Tomlin e Craig Porter Jr. foram fundamentais no começo da temporada quando o Cavs tava patinando. Depois meio que ficaram esquecidos no banco, mas ontem… voltaram com tudo.

    O Tomlin foi uma máquina no rebote — 4 ofensivos e 9 no total. Aquela energia que salvou o Cleveland nos primeiros meses. O cara simplesmente não aceita um não como resposta, vai atrás de toda bola.

    Já o Porter Jr. continua sendo esse fenômeno da natureza. O comentarista da ESPN chegou a chamar ele de “pequeno Wemby” — olha, é loucura falar isso, mas… será que tá tão errado assim? O cara tem 1,85m e pega rebote que nem um garrafão, teve 2 tocos e 2 roubadas ontem.

    Porter é tipo um pivô preso no corpo de armador. Diferentão, mas funciona.

    Agora me falem uma coisa: vocês acham que esse Cavs consegue manter esse ritmo ofensivo se não resolver a defesa de três pontos? Porque 29 bolas de três do adversário é coisa de maluco, gente. Memphis era apenas o 21º melhor time no perímetro da liga — e fez isso.

    É vitória, mas com gosto de preocupação. Esse buraco na defesa vai cobrar a conta nos playoffs, tenho certeza.

  • Knicks escapam por pouco: arremesso milagroso do McCollum é anulado

    Knicks escapam por pouco: arremesso milagroso do McCollum é anulado

    Gente, que final de jogo foi esse entre Knicks e Hawks! Quase tive um infarto aqui assistindo — o CJ McCollum acertou uma bomba da linha do meio da quadra no último segundo, mas os árbitros anularam depois da revisão. Os Knicks venceram por 108 a 105, mas foi no sufoco mesmo.

    A situação foi a seguinte: Jalen Brunson faz duas cestas livres faltando 1.2 segundo, deixa os Knicks na frente por três. McCollum pega a reposição quase na linha do lance livre, dribla duas vezes e mete uma bomba absurda que ainda bateu na tabela antes de entrar. Arena explodiu. Só que na revisão deu pra ver que a bola ainda tava na mão dele quando o cronômetro zerou.

    Brunson destruindo tudo

    O cara do momento foi o Brunson mesmo — 30 pontos e 13 assistências. No último quarto ele meteu 17 pontos sozinho e levou a torcida ao delírio. Teve até gritos de “MVP” no State Farm Arena, imagina só. Karl-Anthony Towns também contribuiu bem com 21 pontos e 12 rebotes.

    Sinceramente, acho que o Brunson tá voando nessa temporada. O jeito que ele assumiu o protagonismo dos Knicks é impressionante.

    Hawks perderam sequência histórica

    Essa derrota doeu nos Hawks por um motivo específico — eles estavam com 13 vitórias consecutivas em casa desde o início de fevereiro. Primeira derrota em casa no ano, cara! O Nickeil Alexander-Walker foi quem mais tentou salvar, com 36 pontos (20 só no primeiro tempo).

    O Jalen Johnson também fez sua parte com mais um double-double — 21 pontos e 11 rebotes. Foi o 48º da temporada dele, que número monstro. Dyson Daniels também pegou double-double com 11 pontos e 12 rebotes.

    Os Knicks chegaram aos 51 triunfos na temporada com essa vitória suada. E vocês acham que eles conseguem chegar onde nessa temporada? Porque do jeito que o Brunson tá jogando, qualquer coisa é possível.

  • Wemby machucado: costela contundida tira o francês de jogo

    Wemby machucado: costela contundida tira o francês de jogo

    Olha, eu já estava aqui pensando que 2026 seria o ano do Wemby dominar tudo, e aí vem uma notícia dessas pra me deixar preocupado. Victor Wembanyama saiu machucado do jogo contra o Philadelphia 76ers na segunda-feira, com uma contusão na costela esquerda que o tirou de toda a segunda metade da partida.

    A parada aconteceu numa jogada boba, cara. Wemby colidiu com Paul George perto do meio da quadra quando os Spurs estavam saindo pro contra-ataque. Daquelas jogadas que você vê mil vezes e nunca dá nada, mas dessa vez… deu ruim pro nosso gigante francês.

    O susto no Frost Bank Center

    Primeiro ele saiu, voltou pro banco, tentou continuar jogando. Mas com 44 segundos pro fim do primeiro tempo, o cara pediu pra sair de novo e foi direto pro vestiário. Não voltou mais.

    Sinceramente? Fiquei com o coração apertado vendo isso. Wemby é daqueles caras que aguenta pancada, então se ele pediu pra sair é porque realmente estava sentindo. Em 15 minutos e 40 segundos de jogo, ele ainda conseguiu fazer 17 pontos, 5 rebotes e 3 tocos. Monstro mesmo machucado.

    E agora, como fica a briga por prêmios?

    Aqui que a coisa fica tensa, pessoal. Wemby precisa jogar pelo menos 20 minutos em UM dos três jogos restantes da temporada regular pra manter a elegibilidade pros prêmios de fim de ano. E olha que ele tá na briga pesada: favorito ao Defensive Player of the Year e ainda concorrendo ao MVP!

    A NBA permite duas exceções à regra dos 20 minutos (desde que o cara jogue pelo menos 15), e Wemby já usou uma ontem. Ou seja, mais uma dessas e ele perde a chance de levar os prêmios que mais merece.

    O timing não podia ser pior. O francês estava numa sequência ABSURDA: três jogos seguidos com pelo menos 30 pontos, 15 rebotes e 3 tocos. Isso só tinha acontecido antes com o Shaquille O’Neal em 1999! E aí vem essa contusão pra atrapalhar tudo.

    Wemby lidera os Spurs em praticamente tudo: 24.9 pontos por jogo, 11.6 rebotes e 3.1 tocos. É o cara do time, né? E vocês acham que San Antonio vai forçar ele a voltar rapidinho só por causa dos prêmios, ou vão ser mais cautelosos pensando no futuro? Eu, na moral, prefiro um Wemby 100% saudável pro que vem pela frente do que correndo risco por causa de estatística.

  • Booker e a regra dos 65 jogos: injusta ou necessária?

    Booker e a regra dos 65 jogos: injusta ou necessária?

    Cara, a situação do Devin Booker com essa regra dos 65 jogos tá me deixando meio revoltado, não vou mentir. O cara jogou 66 partidas na temporada — sessenta e seis! — mas pode ficar de fora do All-NBA por causa de umas tecnicalidades absurdas.

    Vamos aos fatos: desde 2023, a NBA implementou essa regra que diz que um jogador precisa aparecer em pelo menos 65 jogos para ser elegível aos prêmios individuais. Até aí, ok. Mas tem um detalhe cruel: dessas 65 partidas, pelo menos 63 precisam ter mais de 20 minutos jogados, e no máximo duas podem ter entre 15-20 minutos.

    O problema do Book

    Booker tem 62 jogos completos na conta. Saiu machucado em duas partidas — uma contra os Lakers em dezembro (menos de 10 minutos) e outra contra os Spurs em fevereiro (também menos de 10). Como não jogou nem os 15 minutos mínimos nessas duas, elas simplesmente não contam pra regra.

    Resultado? Mesmo se ele jogar os quatro últimos jogos da temporada regular e ficar mais de 20 minutos em cada um, vai chegar apenas a 64 jogos “elegíveis”. Um a menos que o necessário.

    Sinceramente, isso é revoltante. O cara literalmente se machucou defendendo o time e agora pode perder a chance de ser All-NBA por causa de uma regra burocrática. Que mensagem isso passa pros jogadores?

    Quem mais se ferrou

    E olha, não é só o Booker não. Luka Dončić também tá com 64 jogos — se não fosse aquela suspensão por excesso de técnicas, estaria elegível. Curry jogou só 40 partidas. Anthony Edwards tá com 60 e mesmo jogando tudo que resta não consegue chegar lá.

    O mais absurdo? Cade Cunningham, que tava tendo uma temporada monstro e era candidato real ao All-NBA First Team, parou nos 61 jogos.

    Isso muda completamente o cenário. Com tanto craque de fora, Booker de repente vira uma opção mais atrativa. Os números dele não são espetaculares — 25.8 pontos, 45.5% nos arremessos, 33% de três — mas são sólidos. E numa liga onde disponibilidade virou luxo, ser consistente vale ouro.

    A regra faz sentido?

    Olha, eu entendo a intenção da liga. Querem os astros em quadra, querem que os fãs vejam os jogadores que pagaram pra ver. Faz sentido até.

    Mas essa rigidez toda me incomoda. Lesão faz parte do esporte, sempre fez. Punir um cara que se machucou no jogo me parece injusto demais.

    Pelo que soube, os Suns vão tentar um recurso — afinal, o Booker tecnicamente jogou 66 partidas, saiu só por lesão. Os Lakers aparentemente vão fazer o mesmo pro Luka.

    E aí, vocês acham que essa regra dos 65 jogos é justa? Ou deveria ter exceções pra lesões que acontecem durante o jogo? Pra mim, é hora de revisar essa parada. O basquete não funciona no vácuo — machucado acontece, sempre vai acontecer.

    No fim das contas, se o Booker ficar de fora do All-NBA por causa disso, vai ser uma das maiores injustiças da temporada. O cara deu o sangue pelo time a temporada toda.

  • Wemby machucado: contusão nas costelas tira o fenômeno do jogo

    Wemby machucado: contusão nas costelas tira o fenômeno do jogo

    Cara, não é possível. Justamente quando o Wembanyama tava voando na temporada, ele se machuca contra os 76ers na segunda-feira. Contusão nas costelas esquerdas e o francês teve que sair mais cedo do jogo. Sinceramente? Fiquei com o coração na mão quando vi ele ir pro vestiário.

    A coisa toda começou no primeiro quarto, quando o Paul George foi pra cima dele e rolou uma pancada feia. O Wemby ficou meio lerdo pra levantar, fazendo cara de dor e parecendo que tinha machucado o ombro esquerdo. Mas o monstro voltou pro banco e ainda teve coragem de entrar em quadra de novo — típico dele, né?

    O duelo com Embiid que não terminou

    Com 5:33 pro fim do primeiro tempo, lá estava o Wemby de volta, trocando pancada com o Joel Embiid. Imagina só: dois dos maiores pivôs da liga se enfrentando, e o francês machucado ainda conseguindo fazer a diferença nos dois lados da quadra. Mas dava pra ver que ele não tava 100% — fazendo cara feia, meio travado.

    Aí que veio o pior momento. Com 44 segundos pro intervalo, ele saiu de quadra direto pro vestiário. Todo mundo ficou na dúvida, né? Será que volta? Será que é grave?

    Números do Wemby antes da contusão

    Olha os números que ele fez em menos de 16 minutos: 17 pontos com 7/11 nos arremessos, 5 rebotes, 3 tocos e 1 assistência. Absurdo de produtivo, mesmo machucado. Isso que me deixa mais impressionado com esse cara — mesmo sentindo dor, ele não para de impactar o jogo.

    Quando voltou do intervalo, o Luke Kornet tava no lugar dele no quinteto titular. Pronto, confirmado: Wemby tava fora pro resto da noite. Os Spurs foram cautelosos, e fizeram certo. Não adianta forçar e piorar a situação, principalmente com os playoffs chegando.

    E aí, galera, vocês acham que é coisa séria ou só precaução mesmo? Eu tô torcendo pra ser só um susto, porque ver o Wembanyama jogando desse jeito é um negócio único. Esperamos notícias boas nos próximos dias!