Tag: All-NBA

  • Draymond aprontou de novo: treta com Jabari Smith Jr

    Draymond aprontou de novo: treta com Jabari Smith Jr

    E o Draymond Green aprontou mais uma das suas. Dessa vez foi com o Jabari Smith Jr., dos Rockets, numa troca de empurrões que me lembrou muito os velhos tempos — só que não é mais 2017, né?

    A confusão rolou no terceiro quarto do Warriors x Rockets. O Dray estava caindo fora da quadra e jogou a bola no Smith pra tentar manter a posse. O garoto dos Rockets não curtiu nada e partiu pra cima. Resultado? Aquele empurra-empurra clássico que a gente já conhece bem.

    Curry voltou, mas o time continua o mesmo

    Olha, o Stephen Curry finalmente voltou depois de dois meses parado por causa do joelho. Cara deve ter pensado: “Dois meses fora e o Draymond continua arrumando encrenca”. Algumas coisas nunca mudam, né?

    O mais surreal é que nenhum dos dois tomou falta técnica. Sinceramente, achei que iam expulsar o Draymond na hora — com o histórico dele, qualquer coisinha vira suspensão.

    E vocês viram o Curry saindo do banco? Apenas a sétima vez na carreira regular dele. Aos 36 anos, o cara ainda meteu 29 pontos em 21 arremessos. Monstro.

    Warriors perderam de novo (surpresa?)

    Fim de papo: Warriors perderam por 117 a 116. O Alperen Sengun, aquele turco gigante, fez a cesta da vitória faltando 11 segundos. E o Curry? Perdeu o arremesso de 3 que poderia ter virado o jogo.

    Draymond terminou com 7 pontos, 6 rebotes e 12 assistências. Números até que decentes, mas cara, ele precisa parar com essas tretas. O time tá 36-42, brigando pra entrar nos playoffs, e não pode ficar perdendo o cara por suspensão.

    Quarta derrota seguida. Eu tô começando a achar que essa temporada dos Warriors já era mesmo. E aí, acham que eles conseguem uma vaguinha nos play-in ainda?

  • KD estraga festa do Curry e Rockets vencem por 1 ponto

    KD estraga festa do Curry e Rockets vencem por 1 ponto

    Cara, que jogo foi esse? Kevin Durant simplesmente decidiu ser cruel com seus ex-companheiros e ajudou o Houston Rockets a vencer os Warriors por 117-116, estragando completamente a volta do Stephen Curry depois de mais de dois meses parado.

    O jogo tinha tudo pra ser a noite perfeita do Curry. O cara voltou depois de 27 jogos fora por lesão no joelho direito — desde 30 de janeiro, gente! — e fez 29 pontos em apenas 26 minutos. Mas no final das contas, quem roubou a cena foi o KD.

    Durant não perdoa ex-time

    Kevin Durant fez 31 pontos, 8 rebotes e 8 assistências contra seu antigo time. O monstro acertou uma bola de três crucial faltando 2:10 para o fim, mas o que realmente definiu o jogo foi o passe dele para Alperen Sengun fazer a bandeja da vitória faltando 11 segundos.

    E olha, o Curry quase virou o jogo sozinho no final. Depois de ficar mais de dois meses fora, o cara entrou no último quarto (primeira vez que saiu do banco num jogo regular desde 2012!) e quase fez a mágica acontecer. Arremesso de três no final? Errou. Mas sinceramente, depois de tanto tempo parado, até que ele jogou muito.

    Irmãos Curry juntos em quadra

    E teve um momento histórico que quase passou despercebido no meio de tanta emoção: Stephen e Seth Curry jogaram juntos pela primeira vez na história da franquia dos Warriors. Imagina só — dois irmãos, ambos craques do arremesso de três, dividindo a quadra em Golden State.

    Seth tinha jogado alguns jogos de pré-temporada em 2013 e depois foi pro Santa Cruz Warriors (time da G League), mas agora foi oficial. Os caras só jogaram 100 segundos juntos na pré de 2013, então essa foi realmente especial.

    O Rockets tá voando com essa formação. Sengun com 24 pontos, Jabari Smith Jr. com 23 pontos e 9 rebotes, Amen Thompson contribuindo com 18 pontos e 7 assistências. E o KD? Bom, o KD sendo KD — decidindo jogos importantes mesmo aos 37 anos.

    Vocês acham que os Warriors ainda conseguem brigar por algo significativo essa temporada com o Curry de volta? Porque olhando esse jogo, parece que vai ser uma batalha e tanto no Oeste.

  • Flagg virou favorito ao ROY depois de 96 pontos em dois jogos

    Flagg virou favorito ao ROY depois de 96 pontos em dois jogos

    Cara, o Cooper Flagg simplesmente resolveu acabar com tudo no fim de semana. 96 pontos em dois jogos. Noventa e seis!

    O garoto de 19 anos dos Dallas Mavericks não só quebrou recordes como também virou as odds do Rookie of the Year de cabeça pra baixo. Agora ele é o favorito nas casas de apostas (-250) na frente do Kon Knueppel (+180), que até sexta-feira era quem tava na ponta.

    O show que mudou tudo

    Sexta-feira: 51 pontos contra o Magic (mesmo na derrota). Domingo: 45 pontos, quase um triple-double na vitória sobre os Lakers por 134-128. Nove assistências, oito rebotes, duas roubadas de bola e um toco. É coisa de louco mesmo.

    “Acho que é definitivamente algum tipo de declaração”, disse o próprio Flagg após o jogaço. Modesto o garoto, né? Na minha visão, isso foi muito mais que uma declaração — foi praticamente um grito de “olha aqui quem é que manda”.

    E olha só esse dado absurdo: Flagg se tornou o primeiro calouro desde Allen Iverson — e o único teenager da história — a fazer pelo menos 45 pontos, 5 rebotes e 5 assistências em dois jogos seguidos. Para ter uma ideia, só o Walt Bellamy em 1962 havia conseguido dois jogos seguidos de 45+ pontos sendo rookie.

    Na companhia dos monstros

    Agora vem a parte que me arrepia: dos seis caras que fizeram pelo menos três jogos de 45+ pontos sendo calouros, cinco ganharam o ROY e todos foram pro Hall da Fama. Os nomes? Bellamy, Wilt Chamberlain, Michael Jordan, Earl Monroe e Lew Alcindor. Só falta o Flagg nessa lista.

    O técnico Jason Kidd tá tão confiante no garoto que apareceu nas últimas duas coletivas usando camisa com o slogan “AIN’T NO PRESSURE” (algo como “sem pressão nenhuma”). Sinceramente, se eu fosse o Flagg, tava era sentindo pressão demais — mas o moleque parece que nasceu pra isso.

    “Ele nunca reclamou e sempre entregou pra gente”, disse Kidd. “Fazer isso na televisão nacional não é fácil. Especialmente depois de um jogo de 50 pontos.”

    Os números não mentem

    Flagg lidera todos os rookies em pontuação (20.8 por jogo), é o terceiro em rebotes (6.6) e segundo em assistências (4.5). Só quatro caras desde a fusão ABA-NBA conseguiram pelo menos 20 pontos, 6 rebotes e 4 assistências por jogo sendo rookies: Larry Bird, Jordan, Luka Dončić e agora o Flagg.

    O Knueppel não tá brincando também, viu? 18.7 pontos por jogo e já quebrou o recorde de rookie com 265 bolas de três convertidas. Mas convenhamos — depois desses dois jogos do Flagg, o prêmio tá praticamente decidido.

    E aí, vocês acham que o garoto aguenta a pressão até o final da temporada? Porque uma coisa é certa: com apenas 19 anos, ele já tá fazendo coisas que só LeBron e Luka fizeram nessa idade. Monstro demais!

  • Curry volta! Como assistir Warriors x Rockets hoje

    Curry volta! Como assistir Warriors x Rockets hoje

    Cara, finalmente chegou o dia! Steph Curry deve voltar hoje depois de 27 jogos fora por conta da lesão no joelho. O Warriors recebe o Rockets às 23h (horário de Brasília) no Chase Center, e eu tô ansioso demais pra ver o Chef de volta em ação.

    A notícia boa é que o jogo vai passar na NBC nos Estados Unidos (com streaming no Peacock pra quem tem acesso). Aqui no Brasil, o jeito é correr atrás das streams confiáveis ou torcer pra algum canal pegar de última hora.

    O que esperar da volta do Curry

    Olha, 27 jogos é muito tempo longe da quadra. O próprio Curry falou que achou que ia ficar fora só uma semana, no máximo dez dias. A lesão no joelho acabou sendo mais complicada que o esperado, mas pelo menos não teve nada estrutural comprometido — isso é o mais importante.

    O que me deixa empolgado mesmo é ver como vai ser a química do Curry com Kristaps Porzingis. O letão tá jogando pra caramba nos Warriors, e a dupla promete ser absurda. Imagina o Porzingis fazendo o pick-and-roll com o Steph? Como o próprio Curry disse: “Não sei como vão marcar nosso pick and roll”. E eu também não sei, cara.

    Porzingis oferece o que o Warriors sempre sonhou: um pivô que abre espaço (o cara mete de três) e ainda serve como alvo no garrafão pro Curry. Com a gravidade que o Steph gera — sempre puxando dois marcadores —, o KP pode ter espaço livre pra trabalhar. Vai ser lindo de ver.

    Warriors tenta reagir após sequência ruim

    Vamos ser honestos: o Warriors vem sofrendo. Perdeu os últimos dois jogos, incluindo aquela derrota dolorosa pro Cleveland por 118 a 111 na quinta. Gui Santos e Porzingis jogaram muito (25 e 16 pontos respectivamente), Brandin Podziemski também fez 25, mas não deu. Donovan Mitchell e James Harden arrasaram pelo Cavs, e Max Strus simplesmente não errava de três (6/10 do perímetro).

    Steve Kerr explicou que eles rotacionaram mal nos minutos finais e deixaram o Strus livre. Erro básico que custou caro. Mas com Curry de volta, a história pode ser diferente.

    O problema é que já era pra temporada em termos de playoffs diretos. Os Warriors estão praticamente fincados na 10ª colocação do Oeste, o que significa Play-In Tournament. Restam só cinco jogos na temporada regular, então não tem muito o que brigar em termos de posição.

    Foco no Play-In

    Mas como o próprio Curry disse: “Vencer dois jogos no Play-In e aí a gente conversa de novo”. Essa é a mentalidade certa. Os Warriors podem não estar onde queriam, mas ainda têm Steph Curry. E com Steph Curry, qualquer coisa pode acontecer.

    Sinceramente acho que ver o Curry voltando agora, nessa reta final, pode ser o combustível que o time precisava. O ritmo pode estar enferrujado, mas a qualidade não se perde. E vocês, tão confiantes que o Warriors consegue fazer barulho no Play-In com o Chef de volta?

    O jogo promete, e pelo menos agora temos algo pelo que torcer de novo em Golden State. Vai Warriors!

  • Jazz apanha do Thunder e tá tudo bem — é pra isso mesmo

    Jazz apanha do Thunder e tá tudo bem — é pra isso mesmo

    Cara, o que eu vi ontem à noite foi quase um crime contra o basquete. Jazz perdendo de 35 pontos pro Thunder, 146 a 111, em Oklahoma City. E sabe qual é o mais louco? Era exatamente isso que tinha que acontecer.

    Olha, ninguém com dois neurônios funcionando achava que o Utah tinha chance nesse jogo. O Thunder meteu 24 bolas de três com mais de 53% de aproveitamento — isso é coisa de videogame, gente. A defesa do Jazz simplesmente não existiu, mas convenhamos: era pra não existir mesmo.

    A guerra psicológica com Sacramento

    O negócio agora é uma batalha mental com o Kings pra ver quem consegue perder mais jogos. É isso aí — estamos numa disputa pra ver quem fica no top-3 do draft. E sinceramente? Prefiro isso do que fingir que estamos brigando por playoff.

    O que me deixa maluco é que ninguém sabe o que Sacramento tá fazendo. Eles também tão tentando tankar ou tão jogando sério? Mistério total.

    Brice Sensabaugh foi um monstro

    No meio desse massacre todo, Sensabaugh fez 34 pontos. Trinta e quatro! O cara tava jogando como se fosse jogo 7 das finais. Meteu umas bolas de três absurdas e atacou o garrafão quando deu. Na moral, esse menino tem futuro.

    Kyle Filipowski também deu o que podia contra os gigantes do Thunder. Enfrentar Chet Holmgren e Isaiah Hartenstein não é brincadeira não. Fez mais um double-double (terceiro em quatro jogos) mesmo errando muito arremesso.

    Ace Bailey teve uma noite quieta com 14 pontos, mas fez UMA enterrada de recuperação que foi absurda. Daquelas que você salva no celular e fica assistindo de novo.

    E os outros?

    Cody Williams me decepcionou um pouco — só 8 pontos. Cara, quando você tem poucas oportunidades de ser protagonista, tem que aproveitar melhor, né?

    Oscar Tshiebwe fez 4 pontos, 4 rebotes e 2 assistências em 20 minutos como titular. Coitado, contra essa máquina do Thunder não tinha o que fazer mesmo. O tempo dele no Jazz tá chegando ao fim.

    Vocês acham que esse tanking descarado vai dar certo? Porque eu tô achando que a gente vai conseguir um pick maneiro no draft. E olha que eu nem tô bravo com essa surra — era exatamente o que precisávamos.

  • Bucks destrói Grizzlies por 131-115 com show do banco

    Bucks destrói Grizzlies por 131-115 com show do banco

    Cara, que jogaço foi esse dos Bucks ontem! Milwaukee simplesmente atropelou Memphis por 131-115 em casa, numa partida que mostrou a diferença que um banco forte faz na NBA.

    O destaque da noite foi Ryan Rollins, que voltou de uma lesão no quadril e mandou 24 pontos — o cara tava claramente com saudade de jogar bola. Do outro lado, Rayan Rupert fez o que pôde pelos Grizzlies com 33 pontos, mas sozinho não dá, né?

    Primeiro tempo de montanha-russa

    Memphis começou bem (até aí normal, sempre tem essa), abrindo 9-3 com Rupert mandando logo 5 pontos. Mas aí os Bucks acordaram pra vida. Foi um show: sequência de 13-0 com bolas de três de Myles Turner e AJ Green que deixou a galera de Memphis meio perdida.

    Rollins mostrou por que tava com tanta saudade — dois dribles desconcertantes no Toby Okani e um fadeaway de meio da quadra que foi pura poesia. O primeiro quarto terminou 34-25 para Milwaukee depois de um buzzer-beater do Cormac Ryan que deixou todo mundo de pé.

    No segundo quarto foi mais do mesmo, só que pior para Memphis. Rollins continuou destruindo — 8 pontos logo de cara numa sequência de 12-3 que abriu 19 pontos de vantagem. Sinceramente, dava até dó de ver como o ataque dos Grizzlies não funcionava. A única coisa boa era o Rupert (francês, aliás) fazendo chuva com 25 pontos só no primeiro tempo.

    A virada que não veio

    Terceiro quarto foi tenso. Memphis voltou com tudo, Walter Clayton Jr. finalmente acordou do sono profundo que tava no primeiro tempo. A diferença que era gorda foi minguando, mas Milwaukee ainda segurava 92-87 entrando no último período.

    E foi aí que a coisa ficou interessante. Olivier Maxence-Prosper fez uma enterrada que deixou tudo 2 pontos de diferença e, cara, por um momento eu pensei “vai que Memphis vira isso aqui”.

    Mas aí entrou em cena o herói improvável da noite: Jericho Sims. O cara simplesmente decidiu que Memphis não ia passar. Defesa nos caras importantes, assistência certeira pro Ryan embaixo da cesta, tela libertadora pro Prince meter uma bola de três e ainda uma enterrada de putback que abriu 10 pontos quando faltavam 6 minutos.

    O banco fez a diferença

    Olha, tem uma estatística que conta toda a história: o banco dos Bucks fez 61 pontos. Sessenta e um! Os caras de Memphis? 29. Diferença de 32 pontos vindos do banco — isso ganha jogo em qualquer lugar do mundo.

    Milwaukee fechou com estilo: arremesso de meia distância do Alex Antetokounmpo (sim, irmão do Giannis) e uma enterrada do Thanasis após passe alley-oop que fez o Fiserv Forum explodir de vez.

    Com essa vitória, os Bucks chegaram a 31-47 na temporada. Não é lá essas coisas, mas pelo menos estão mostrando que têm peças interessantes para o futuro. E vocês, acham que esse time tem potencial para crescer mais ou ainda falta muita coisa?

  • Booker meteu 30 pontos e salvou o Suns contra Bulls desfalcado

    Booker meteu 30 pontos e salvou o Suns contra Bulls desfalcado

    Olha, eu não esperava que fosse ser assim tão suado, mas o Suns conseguiu bater o Bulls por 120 a 110 em Chicago numa partida que teve muito mais drama do que deveria ter.

    Devin Booker fez a sua parte com 30 pontos, mas quem me impressionou mesmo foi o Jalen Green com 25. O cara tá encaixando direitinho no esquema do Suns desde que chegou — e eu sinceramente achava que ia demorar mais pra ele se adaptar.

    O susto que ninguém esperava

    A coisa tava tranquila no terceiro quarto. Suns ganhando de 13, eu já pensando “beleza, mais uma vitória fácil”. Aí os Bulls resolveram acordar pra vida com uma corrida de 11-0 que deixou todo mundo de cabelo em pé.

    Rob Dillingham foi quem começou a bagunça com uma bandeja de costas linda, depois enterrou uma de 3 e ainda converteu lance livre. De repente, o jogo que parecia decidido virou uma guerra de 109 a 108 pros Suns.

    Foi aí que o Dillon Brooks mostrou por que contrataram ele. Acertou um fade away, meteu uma de 3 e ainda deu um toco que fechou qualquer chance dos Bulls. O cara simplesmente decidiu que não ia perder esse jogo — e olha que ele tinha vindo de duas derrotas seguidas (Orlando e Charlotte) que devem ter incomodado bastante.

    Bulls desfalcado, mas lutou até o fim

    Chicago jogou sem Josh Giddey (lesão no posterior da coxa) e Matas Buzelis (doente), que são praticamente os caras mais importantes do time hoje. Mesmo assim, Tre Jones fez 29 pontos numa apresentação monstruosa.

    Collin Sexton contribuiu com 18 pontos e 9 rebotes, enquanto Leonard Miller cravou um double-double com 17 pontos e 10 rebotes. Cara, o Miller até tentou virar o jogo no finalzinho — teve duas chances de bandeja e uma rebatida, mas o Brooks tava inspirado na defesa.

    A sequência final foi cruel pros Bulls. Erraram quatro arremessos seguidos, começando com uma tentativa de 3 do Yabusele. O Sexton pegou o rebote, mas o Miller perdeu a bandeja, errou a rebatida e ainda levou um toco do Brooks. Aí o Booker não perdoou: bomba de 3 pra fazer 117 a 108 e acabar com qualquer esperança de Chicago.

    Sétima derrota seguida pros Bulls. Tá difícil a situação em Chicago, mas pelo menos eles mostraram que não vão entregar os pontos de graça. E vocês, acham que o Suns consegue manter essa pegada quando pegar times mais fortes?

  • Curry voltou! Chef finalmente retorna após 2 meses parado

    Curry voltou! Chef finalmente retorna após 2 meses parado

    Gente, eu não vou mentir: quando vi o Curry entrando em quadra ontem à noite, quase derrubei a cerveja aqui em casa. Mais de dois meses sem ver o Chef jogando — 27 jogos consecutivos fora por causa dessa lesão no joelho direito. E aí ele volta, sai do banco pela primeira vez em 14 anos na temporada regular, e na segunda bola de três que ele tenta? SWISH. Braços pro alto, sorriso de orelha a orelha.

    O Chase Center explodiu, óbvio. Standing ovation total quando ele entrou com 4:54 restando no primeiro quarto contra o Houston. E olha que coisa linda: na primeira jogada ele deu uma assistência pro Charles Bassey (que tinha assinado com os Warriors no MESMO DIA) enterrar com tudo. Isso é ser clutch até na volta, né?

    Primeira vez no banco desde 2012

    Vocês conseguem imaginar? A última vez que o Curry saiu do banco em jogo de temporada regular foi em março de 2012 — contra o Memphis. Eu ainda era moleque, cara! Desde então, foram anos de títulos, recordes, e o cara se transformou no maior arremessador da história da NBA.

    O Steve Kerr falou uma coisa que me arrepiou: “Ele é um dos jogadores mais queridos da história da liga, da história da Bay Area em qualquer esporte”. E não é mentira não. Uma ausência dessas faz a gente lembrar como somos sortudos de ver esse monstro jogar.

    Irmãos Curry finalmente juntos

    Agora aqui tem uma parada histórica que muita gente não percebeu: quando o Stephen voltou pra quadra no segundo quarto, ele jogou junto com o Seth pela PRIMEIRA VEZ na história da franquia dos Warriors. Olha só que loucura — irmãos, os dois lesionados boa parte da temporada, e finalmente conseguiram dividir a quadra.

    Seth já tinha aparecido em jogos de pré-temporada em 2013, mas foram apenas 100 segundos juntos naquela época. Agora foi pra valer.

    O plano é ir devagar mesmo. Kerr deixou claro que vão gerenciar os minutos do Curry — cerca de 25 por jogo inicialmente. E olha que calendário pesado: cinco jogos em oito dias, com back-to-back ainda pela frente. Sem chance dele jogar dois dias seguidos.

    Sinceramente? Melhor assim. Depois de tanto tempo parado, não dá pra arriscar. Os Warriors precisam do Chef nos playoffs, não agora correndo riscos bobos.

    E aí, vocês acham que consegue voltar ao nível de antes até o fim da temporada? Eu aposto que sim — quando se trata do Curry, nunca duvidem.

  • Jazz leva surra histórica do Thunder: 35 pontos de diferença!

    Jazz leva surra histórica do Thunder: 35 pontos de diferença!

    Olha, eu já vi muita coisa ruim na NBA, mas o que rolou entre Jazz e Thunder foi de chocar qualquer um. 111 a 146. Cento e onze a cento e quarenta e seis! O Utah simplesmente não existiu em quadra e levou uma das maiores surras que eu já presenciei na temporada.

    O mais interessante da noite foi o duelo entre os irmãos Williams — que duelo, né? O Jalen, que é o mais velho e já All-Star, mostrou toda sua qualidade com 15 pontos e 7 assistências em apenas 26 minutos. Já o Cody, que é o caçula, passou sufoco: apenas 8 pontos com 3 acertos em 11 tentativas. Deu pra sentir a diferença de experiência ali.

    Thunder massacrou com ataque equilibrado

    O Oklahoma mostrou por que é uma das equipes mais temidas da liga. Chet Holmgren (21 pontos) e Shai Gilgeous-Alexander (20) lideraram o ataque, mas o mais impressionante foi ver SETE jogadores diferentes marcando dois dígitos. Isso é profundidade, pessoal.

    Cason Wallace saiu do banco com 16 pontos, e pasmem: até o Brandon Carlson, ex-Utah, fez 11 contra seu ex-time. Imagina a satisfação do cara marcar contra a antiga casa? (E olha que ele nem é dos principais jogadores!)

    Sensabaugh lutou sozinho por Utah

    Pelo lado do Jazz, pelo menos o Brice Sensabaugh mostrou raça. O moleque fez 34 pontos, 4 rebotes e 4 assistências tentando segurar uma maré que já estava impossível. Chegaram a ficar 43 pontos atrás — quarenta e três! É surreal pensar nisso numa liga onde qualquer time pode reagir.

    Svi Mykhailiuk teve uma noite… interessante. Depois de quase 20 jogos no banco, o cara foi solto e decidiu chutar 16 vezes — sendo 14 de três pontos. Infelizmente só acertou 6. Entendo a sede, mas às vezes é melhor ser mais seletivo, né não?

    Kyle Filipowski teve números decentes com 20 pontos e 14 rebotes em 10-15 arremessos, mas quando você perde por 35, números individuais meio que perdem o sentido.

    Com essa derrota constrangedora, o Jazz continua na briga pela quarta posição no draft. Sinceramente? Do jeito que as coisas andam, talvez seja melhor mesmo focar no futuro. O próximo desafio é contra o Pelicans em Nova Orleans na terça — será que conseguem se reerguer ou vem mais uma surra?

  • Magic vira jogo de 15 pontos e quebra jejum histórico dos Pelicans

    Magic vira jogo de 15 pontos e quebra jejum histórico dos Pelicans

    Mano, que virada foi essa do Orlando Magic ontem à noite! Os caras estavam perdendo por 15 pontos no segundo tempo e conseguiram buscar uma vitória épica por 112-108 contra o New Orleans Pelicans. Desmond Bane foi simplesmente monstruoso com 27 pontos, incluindo uma bomba de três que virou o jogo.

    Olha, eu não esperava essa reviravolta não. O Magic estava sofrendo demais no primeiro tempo, errando DEZOITO de vinte tentativas do perímetro. Jalen Suggs então? O cara foi um desastre completo: 0 de 5 de três pontos e só 1 de 12 no geral. Parecia que ia ser mais uma noite para esquecer.

    A virada que ninguém esperava

    Aí que tá o negócio — às vezes o basquete é isso mesmo. No começo do último período, perdendo 94-84, o Orlando simplesmente explodiu com uma sequência de 14-2 que mudou tudo. Bane acertou aquela bomba de três que colocou o Magic na frente 101-99, e daí pra frente foi só administrar.

    Paolo Banchero deu uma força com 23 pontos, mas convenhamos: 7 de 33 do perímetro (21%) é para acabar com qualquer time. Que o Magic conseguiu ganhar mesmo assim mostra a fibra desse grupo. Do outro lado, Saddiq Bey fez 32 pontos pelos Pelicans, mas não adiantou nada.

    Pelicans em crise total

    Cara, o New Orleans tá numa situação complicada mesmo. Sétima derrota seguida! E o pior: só acertaram UM arremesso de quadra nos últimos 4min50s do jogo. Zion fez 17 pontos, mas só 1 no último período — quando o jogo se decide.

    Yves Missi teve uma noite legal com 18 pontos e 13 rebotes (recorde da temporada dele), mas não foi suficiente para segurar a pressão final do Magic.

    Agora vem o dado mais absurdo: essa foi a NONA vitória consecutiva do Orlando contra New Orleans. A última vez que os Pelicans bateram o Magic? 23 de dezembro de 2021. E em casa então? Desde janeiro de 2017 que não ganham do Magic jogando em New Orleans. Isso é domínio psicológico total.

    Com essa vitória, o Magic chegou a um jogo de distância da sexta posição no Leste (Philadelphia) e pode escapar do play-in. Vocês acham que eles conseguem essa vaga direta nos playoffs? Sinceramente, depois dessa virada, eu tô começando a acreditar mais nesse time de Orlando.