Tag: All-NBA

  • Banchero despeja 31 pontos e o Magic atropela os Pistons

    Banchero despeja 31 pontos e o Magic atropela os Pistons

    Olha só que absurdo o Paolo Banchero fez ontem à noite em Orlando. O cara simplesmente decidiu que ia destruir tudo e despejou 31 pontos na vitória do Magic sobre os Pistons por 123 a 107. E não foi só ele não — Desmond Bane também resolveu aparecer e contribuiu com 25 pontos numa performance que deixou Detroit comendo poeira.

    Magic mostrando que tá vivo na briga

    O que mais me chamou atenção foi a performance do Jalen Suggs. O moleque fez um double-double quase triplo: 12 pontos, 12 assistências, 6 rebotes e ainda por cima 3 roubadas de bola. Esse tipo de linha estatística que mostra que o jogador tá realmente controlando o jogo, sabe?

    E o Magic tá numa situação interessante. Com apenas três jogos restantes na temporada regular, eles podem terminar tanto em 6º quanto em 10º lugar na Conferência Leste. É essa loucura que a gente vê no meio da tabela — qualquer escorregada pode mudar tudo.

    Anthony Black voltou após 15 jogos fora por uma lesão abdominal e já mostrou serviço: 14 pontos em apenas 15 minutos. Sinceramente, esse tipo de eficiência vindo do banco é o que faz a diferença nos playoffs.

    Pistons poupando para os playoffs

    Agora, vamos falar dos Pistons. O time de Detroit já garantiu a primeira colocação da Conferência Leste no sábado passado, então tavam poupando meio mundo. Oito jogadores ficaram fora, incluindo nomes pesados como Tobias Harris, Duncan Robinson e Caris LeVert.

    O Cade Cunningham continua fora — já são 11 jogos consecutivos por causa de um pulmão colapsado, parada séria mesmo. Sem ele e outros titulares, sobrou pros caras como Jalen Duren e Daniss Jenkins carregarem o piano, e eles até que se viraram bem com 18 pontos cada.

    Mas 21 turnovers? Rapaz, isso aí é muita bola perdida. Kevin Huerter e Javonte Green ainda tentaram uma reação no final com 17 pontos cada, e por um momento até ficou emocionante — Jenkins acertou uma bomba de três que deixou o jogo em apenas 3 pontos de diferença faltando pouco mais de 4 minutos.

    Banchero mandando o recado

    Mas aí que o Banchero mostrou por que é considerado uma das jovens estrelas da liga. No terceiro quarto, ele comandou uma sequência de 12 a 0 que praticamente acabou com qualquer esperança dos Pistons. Foi bonito de ver — o cara simplesmente tomou conta da partida quando precisava.

    O Magic vem bem na temporada, ganhando quatro dos últimos cinco jogos. E olha, sem o Franz Wagner (que tá sendo poupado por causa de uma entorse no tornozelo), ainda conseguiram essa performance convincente.

    Vocês acham que o Magic consegue essa vaga direta pros playoffs? Com essa Conferência Leste maluca, qualquer coisa pode acontecer nos últimos jogos da temporada regular.

  • Bulls demitem dupla do front office após 6 anos de mediocridade

    Bulls demitem dupla do front office após 6 anos de mediocridade

    E lá vamos nós de novo com os Bulls fazendo faxina no escritório. Arturas Karnisovas e Marc Eversley foram demitidos ontem após seis temporadas comandando as operações de basquete em Chicago. Sinceramente? Já era hora.

    Olha, eu não vou fingir surpresa aqui. Seis anos, uma ida aos playoffs, e um monte de reinvenções que não levaram a lugar nenhum. O próprio CEO Michael Reinsdorf admitiu na nota oficial: “não tivemos o sucesso que nossos torcedores merecem”. Pelo menos ele foi honesto.

    A montanha-russa da mediocridade

    Lembram daquele início de 2021-22 quando os Bulls estavam 38-21 e a galera sonhando com os playoffs? LaVine voando, DeRozan fazendo aqueles arremessos impossíveis, Vucevic dominando o garrafão. Aí o Lonzo Ball se machuca — cara que era literalmente a cola do time — e tudo desmorona.

    O problema é que esse elenco envelheceu rápido demais. E o pior: ficaram presos naquela situação clássica da NBA, nem ruins o suficiente pra pegar pick alto, nem bons o suficiente pra brigar por algo sério. Resultado? Picks no final da loteria e mais mediocridade.

    E agora? Quem vai assumir a bagunça?

    Os rumores já começaram a rolar. Kyle Korver, que tá como GM assistente no Hawks, é um dos nomes cotados. Landry Fields (ex-Hawks), Mike Dunleavy Jr. (Warriors — mas acho difícil ele sair de Golden State), e até Matt Lloyd, que é de Chicago e trabalhou 13 anos nos Bulls.

    O mais interessante é que quem assumir vai ter munição: US$ 65 milhões em cap space e um pick de loteria. Mas como o próprio Reinsdorf disse, o que eles mais precisam é de direção, de um plano claro. Isso que tem faltado há anos.

    Ah, e aparentemente querem manter o Billy Donovan como técnico. Faz sentido — o cara não é o problema, né?

    Vocês acham que finalmente os Bulls vão acertar a mão ou é mais uma tentativa que vai dar em pizza? Porque olhando esse histórico recente, é difícil ter esperança…

  • Cavs x Grizzlies: Quem sobra no banco vai decidir esse jogo

    Cavs x Grizzlies: Quem sobra no banco vai decidir esse jogo

    Olha só que situação interessante temos hoje: Cavaliers e Grizzlies se enfrentando pela segunda vez consecutiva, só que agora os dois times estão literalmente no osso. É aquele tipo de jogo que a gente adora ver — quando os caras que normalmente esquentam banco têm que mostrar serviço.

    Do lado de Cleveland, sem Donovan Mitchell, James Harden e Max Strus. Três peças importantes fora, mas pelo menos Sam Merrill, Jarrett Allen e Evan Mobley estarão em quadra. E sinceramente? Mobley sozinho já é capaz de resolver muita coisa no garrafão.

    O banco vai ser protagonista

    Memphis também tá numa situação parecida — time todo desfalcado. Isso significa uma coisa: os jogadores que raramente têm chance de brilhar vão ter que assumir a responsabilidade. Sabe aquele cara que você mal lembra o nome? Pois é, hoje pode ser a noite dele.

    Esse tipo de jogo sempre me deixa curioso. Às vezes rola cada surpresa que a gente fica de queixo caído. Um cara que mal jogava 10 minutos por jogo de repente faz 25 pontos e você pensa: “cara, onde esse monstro tava escondido?”

    Mobley pode dominar

    Se tem uma coisa que eu apostaria nesse confronto é no Evan Mobley assumindo o protagonismo. O garoto tem tudo pra destruir hoje — altura, técnica e aquela vontade de mostrar que merece mais destaque. Com tantos desfalques, ele vai ter liberdade total pra jogar o seu basquete.

    Jarrett Allen também não é brincadeira no garrafão. Os dois juntos podem criar uma muralha que vai dar trabalho pros Grizzlies, que já estão com problemas de elenco.

    E aí, o que vocês acham? Quem vai surpreender nesse jogo de “reservas”? Eu tô com uma sensação que vamos ver umas jogadas absurdas hoje. Às vezes é justamente nesses jogos meio esquecidos que rolam os melhores momentos da temporada.

    Uma coisa é certa: quem ganhar hoje vai ser na raça mesmo.

  • Bulls fazem limpeza geral: demitem GM e VP após 6 anos de fracasso

    Bulls fazem limpeza geral: demitem GM e VP após 6 anos de fracasso

    Olha, eu não esperava isso mas… finalmente! Os Bulls resolveram fazer aquela limpeza que todo mundo já tava pedindo há um tempão. Arturas Karnisovas (VP de operações de basquete) e Marc Eversley (gerente geral) foram demitidos nesta segunda-feira depois de seis anos de muita promessa e pouca entrega.

    E sinceramente? Era hora mesmo.

    Seis anos de altos e baixos (mais baixos que altos)

    A dupla chegou no começo da temporada 2020-21 com uma proposta interessante. Logo de cara fizeram aquele trade bombástico pelo Vucevic e no ano seguinte trouxeram DeMar DeRozan, Alex Caruso e Lonzo Ball. Na época eu até pensei: “Cara, os Bulls voltaram pra briga!”

    E por um momento pareceu que ia dar certo mesmo. No começo da temporada 2021-22, o time estava voando – 38 vitórias e 21 derrotas no All-Star break. Mas aí veio aquela lesão no joelho do Lonzo Ball e… pronto. O castelo de cartas desmoronou.

    Resultado final da gestão deles? 224 vitórias e 254 derrotas em seis temporadas. Uma única aparição nos playoffs (eliminação na primeira rodada pro Milwaukee em 2022). Quatro anos consecutivos sem playoffs. É pouco, muito pouco pra uma franquia como Chicago.

    O desastre do trade deadline

    O que mais me irritou foi a forma como eles lidaram com o desmanche do elenco. Venderam DeRozan, Caruso e outros talentos por praticamente nada em troca de picks de draft. No deadline deste ano, mandaram embora Vucevic, Coby White e Ayo Dosunmu numa tentativa desesperada de “sair do meio termo”.

    Cara, quando você tem que explicar sua estratégia como “tentativa de sair do meio”, já sabe que a coisa não tá indo bem, né?

    Michael Reinsdorf, presidente da equipe, foi direto no comunicado: “Não tivemos o sucesso que nossos fãs merecem”. E completou dizendo que sente a frustração da torcida. Pelo menos assumiu o erro.

    E agora, pra onde vão os Bulls?

    Com 29 vitórias e 49 derrotas, os Bulls estão na 12ª colocação do Leste. Ganharam apenas 5 dos últimos 29 jogos desde fevereiro. É de dar dó mesmo.

    A pergunta que fica é: quem vai assumir agora? E mais importante ainda – será que conseguem atrair alguém realmente competente pra reconstruir essa franquia?

    Porque uma coisa eu posso garantir: a torcida de Chicago merece muito mais que isso. Uma cidade com a tradição dos Bulls dos anos 90, com Jordan, Pippen, Rodman… ver o time nessa situação é de partir o coração de qualquer fã de basquete.

    Vocês acham que essa mudança vai ser suficiente pra colocar os Bulls de volta nos trilhos? Ou vai ser só mais do mesmo?

  • Última semana da temporada regular promete fogo na NBA

    Última semana da temporada regular promete fogo na NBA

    Cara, a temporada regular da NBA tá chegando ao fim e eu não sei vocês, mas tô com o coração acelerado. Tem tanta coisa em jogo que nem sei por onde começar. Playoff, MVP, jogadores bravos com seus times… é muita história pra contar.

    Sinceramente? Essa reta final promete ser mais nervosa que final de Brasileirão. E olha que isso é coisa séria.

    A briga pelo MVP que tá pegando fogo

    Vamos direto ao que interessa: SGA contra Wembanyama. Mano, que disputa absurda!

    O Shai Gilgeous-Alexander, que já é o atual MVP, largou 47 pontos numa vitória épica contra o Pistons e ainda teve a humildade de falar que deixaria “o jogo falar por ele”. Classe pura, né? Típico de quem já sabe que é monstro.

    Já o Wemby… olha, eu respeito demais a abordagem dele. O francesão foi direto: “defesa é 50% do jogo, ganhamos 4 de 5 jogos contra o Thunder na temporada, e impacto ofensivo não é só pontuação”. Na lata! Adoro quando um jogador assume que quer ganhar em vez de ficar nessa de falsa modéstia.

    O problema é que as casas de aposta não tão muito animadas com as chances do Wemby. SGA tá com odds de -2500 enquanto Victor tá em +1000. É uma diferença gigante, mas eu não duvido de nada quando se trata do aliens francês.

    A maldita regra dos 65 jogos

    Agora uma parada que tá me deixando pistola: essa regra idiota dos 65 jogos pra ser elegível aos prêmios. Anthony Edwards foi desqualificado semana passada. Cade Cunningham também ficou de fora no fim de semana.

    E o pior? Luka Dončić tá preso em 64 jogos por causa de uma lesão no posterior da coxa. O cara perdeu dois jogos porque o filho nasceu (imagina só, né?) e agora o empresário dele vai entrar com recurso alegando “circunstâncias extraordinárias”.

    Olha, eu entendo a NBA querer que os caras joguem mais, mas penalizar por nascimento de filho? Pelamor. Tem hora que essa liga exagera na dose.

    O que vem por aí

    Wembanyama precisa jogar pelo menos 3 dos últimos 4 jogos dos Spurs pra ficar elegível. Jokić e Kawhi Leonard têm que jogar todos os jogos restantes. É muita pressão, cara.

    E eu fico pensando: será que vale a pena forçar esses caras a jogar só por causa de uma regra? Lesão no final de temporada é coisa séria, ainda mais pensando nos playoffs.

    Honestly? Acho que a NBA deveria repensar essa parada dos 65 jogos. O basquete tá cada vez mais físico e os caras precisam de descanso. Não faz sentido penalizar quem cuida do próprio corpo.

    E vocês, o que acham dessa regra? Justo ou exagero da liga? Eu tô curioso pra ver como essa última semana vai desenrolar. Uma coisa é certa: não vai ter jogo mole!

  • Regra dos 65 jogos da NBA está acabando com as chances de prêmios

    Regra dos 65 jogos da NBA está acabando com as chances de prêmios

    Cara, a regra dos 65 jogos da NBA tá virando um pesadelo completo. Luka Dončić, Anthony Edwards, Cade Cunningham… todo mundo caindo fora da briga pelos prêmios por causa dessa regra maluca que obriga os caras a jogarem pelo menos 65 partidas na temporada regular.

    E olha só que absurdo: o Anthony Edwards foi desqualificado literalmente na última semana porque não jogou contra o Detroit. O cara tava na corrida pro All-NBA e perdeu tudo por uma partida. Uma! Sinceramente, isso é de chorar.

    Luka ainda tem uma carta na manga

    O Dončić tá numa situação interessante. Ele precisa de mais UM jogo com pelo menos 20 minutos pra se qualificar, mas tem uma lesão no posterior que pode deixá-lo fora do resto da temporada regular. A diferença é que ele vai tentar uma exceção por “circunstâncias extraordinárias” – perdeu dois jogos em janeiro porque virou pai. Será que a NBA vai aceitar essa?

    Na minha visão, deveria aceitar sim. O cara teve um filho, pelo amor! Mas conhecendo a liga…

    A lista dos “cancelados”

    Cade Cunningham também tá fora – teve um colapso no pulmão (que situação bizarra) e não joga mais nessa temporada. O agente dele e o sindicato dos jogadores tão pistola com isso, e eu entendo perfeitamente.

    Devin Booker? Muita gente ainda fala dele pra All-NBA, mas o cara foi desqualificado lá em março. Jogou 61 partidas, mas duas delas não contam porque jogou menos de 15 minutos.

    E tem mais: Stephen Curry, Giannis Antetokounmpo e LeBron James também tão fora da corrida. Imaginem só – alguns dos melhores jogadores da liga não podem nem concorrer aos prêmios.

    Isaiah Stewart resumiu bem: “Eu sinto que machuca os caras”. E três dias depois de falar isso, ele mesmo se lesionou e perdeu as chances do Defensivo do Ano. Irônico? Muito.

    A regra tem algumas exceções: não vale pra Sexto Homem, Calouro do Ano e Clutch Player. E se um cara jogar pelo menos 62 partidas e depois se machucar no final da temporada, pode ser que role uma exceção.

    Mas vamos ser honestos aqui – essa regra tá mais atrapalhando do que ajudando. Eu entendo a intenção de fazer os astros jogarem mais, mas quando você vê caras perdendo prêmios por uma ou duas partidas… aí já é demais, né?

    O que vocês acham? A NBA deveria flexibilizar essa regra ou tá certo mesmo em ser rígida assim?

  • Bulls fazem faxina total: demitem GM e presidente após 6 anos medíocres

    Bulls fazem faxina total: demitem GM e presidente após 6 anos medíocres

    Cara, finalmente aconteceu. Os Bulls decidiram mandar embora tanto o GM Marc Eversley quanto o vice-presidente executivo Artūras Karnišovas na segunda-feira. Seis anos de mediocridade chegaram ao fim — e olha, já era hora mesmo.

    Desde que chegaram em 2020, essa dupla comandou um time que fez apenas 224-254 de aproveitamento. Absurdo quando você para pra pensar. Em seis temporadas completas, os Bulls só foram aos playoffs UMA vez — em 2022, quando perderam pros Bucks na primeira rodada em cinco jogos. Depois disso? Só decepção no Play-In nos três anos seguintes.

    O que deu errado com essa gestão?

    Olha, teve algumas jogadas boas no meio do caminho. Contratar o Billy Donovan foi genial — finalmente se livraram do desastre que era o Jim Boylen. Alex Caruso em 2021 foi uma contratação monstruosa, e pescar o Ayo Dosunmu no pick 38 também foi de dar gosto. O Matas Buzelis parece promissor também.

    Mas sinceramente? As cagadas foram muito maiores que os acertos. Patrick Williams com o pick 4 em 2020… mano, que desperdício. E ainda deram uma extensão de 90 milhões pra ele quatro anos depois! A trade do Vučević em 2021 foi o começo de uma série de movimentos “win-now” que transformaram um time ruim em um time… bem, ainda ruim, só que mais velho e caro.

    O auge que nunca mais voltou

    Dezembro de 2021 foi o pico dessa era. Caruso e Lonzo Ball destruindo na defesa, Zach LaVine voando nas transições, DeMar DeRozan acertando tudo no clutch. Por alguns meses, deu até pra sonhar.

    Aí o joelho do Ball entregou os pontos e o castelo de cartas desabou. O time nunca mais foi o mesmo, e o Karnišovas ficou anos culpando essa lesão em entrevistas coletivas em vez de reconstruir o elenco de verdade.

    Quando finalmente decidiram fazer o rebuild, já era tarde demais. Caruso, LaVine, DeRozan, Vučević — todo mundo foi embora, mas por um preço muito abaixo do que valiam. Até o Dosunmu e Coby White saíram no deadline deste ano, e adivinha? Nem um pick de primeira rodada conseguiram em troca.

    Com 29-49 nesta temporada e na 12ª posição no Leste, os Bulls finalmente admitiram que precisavam de sangue novo no comando. O CEO Michael Reinsdorf até falou bonito no comunicado sobre “posicionar o time para sucesso sustentável”, mas a real é que os fãs de Chicago merecem muito mais que isso.

    E aí, vocês acham que uma nova direção vai conseguir tirar os Bulls dessa situação? Porque olhando esse elenco atual, vai precisar de muito mais que sorte no draft…

  • Bulls demitem toda diretoria: era Karnisovas chegou ao fim

    Bulls demitem toda diretoria: era Karnisovas chegou ao fim

    Olha, eu não esperava isso hoje mas aconteceu: os Bulls mandaram embora tanto o Arturas Karnisovas (VP de operações) quanto o Marc Eversley (GM). Seis anos de Karnisovas no comando e… tchau.

    O Michael Reinsdorf, filho do dono Jerry e atual presidente do time, foi direto: a franquia “não teve o sucesso que nossos fãs merecem” e era “responsabilidade dele seguir numa nova direção”. Cara, quando o cara admite que sente a frustração da torcida e diz que está “totalmente comprometido em acertar dessa vez”, você sabe que a coisa estava feia mesmo.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: 224 vitórias contra 254 derrotas em seis temporadas. Isso é campanha negativa, galera. Os Bulls conseguiram três participações consecutivas no Play-In Tournament — que convenhamos, não é exatamente motivo de festa — antes de nem isso conseguir nesta última temporada.

    Uma aparição nos playoffs em seis anos. UMA. Para uma franquia histórica como Chicago, isso é inadmissível.

    E agora, Bulls?

    Sinceramente, essa demissão não me surpreende tanto. O time vive num limbo há anos: não é ruim o suficiente para tankar direito e pegar picks altos, mas também não é bom o suficiente para brigar por algo relevante. É aquela situação clássica da mediocridade que todo fã odeia.

    A questão agora é: quem vem por aí? E principalmente — vão finalmente decidir se querem reconstruir de verdade ou continuar nessa de tentar competir com esse elenco?

    O que vocês acham? Era hora mesmo de mudar tudo na diretoria dos Bulls ou deveriam ter dado mais uma chance?

  • Bulls mandam Karnisovas e Eversley embora – era hora mesmo

    Bulls mandam Karnisovas e Eversley embora – era hora mesmo

    Cara, finalmente aconteceu. O Chicago Bulls demitiu o vice-presidente executivo de operações de basquete Arturas Karnisovas e o gerente geral Marc Eversley na segunda-feira. E olha, eu não tô surpreso não — na verdade, até que demorou.

    Seis anos. Seis temporadas de promessas não cumpridas, com um aproveitamento de 224-254. Vocês conseguem acreditar nisso? Uma única temporada com saldo positivo (2021-22) e apenas uma classificação para os playoffs — onde tomaram um sacode do Milwaukee Bucks ainda no primeiro round.

    O sonho que virou pesadelo

    Lembro quando o Karnisovas chegou em 2020 cheio de planos. O cara fez umas trocas até interessantes no começo — trouxe Nikola Vucevic, Lonzo Ball, Alex Caruso e DeMar DeRozan. Por um momento ali em 2021-22, quando começaram 38-21, eu pensei: “Poxa, talvez dessa vez dê certo”.

    Mas aí veio a lesão do Lonzo Ball e tudo desandou. É impressionante como uma lesão pode acabar com os planos de uma franquia inteira. O Ball nunca mais foi o mesmo, e o Bulls também não.

    O mais frustrante? Eles demoraram DEMAIS para aceitar que o projeto não tinha dado certo. Ficaram naquele limbo terrível — nem bons o suficiente para brigar por título, nem ruins o suficiente para ter picks bons no draft. O famoso “meio da tabela” que o Karnisovas tanto falava em sair.

    A reviravolta que não veio

    Nesta temporada, os Bulls até começaram bem — 5-0 logo de cara, algo que não rolava desde a era Jordan. Mas era só fogo de palha mesmo. Atualmente estão com 29-49, na 12ª posição do Leste, e vão ficar fora dos playoffs pelo quarto ano consecutivo.

    No trade deadline, eles praticamente desmontaram o time todo — saíram sete jogadores, incluindo o Coby White e Ayo Dosunmu, que a torcida adorava. E o que conseguiram? Jaden Ivey, que foi dispensado semana passada por causa de posts polêmicos nas redes sociais. Monstro de negócio, né?

    Michael Reinsdorf pelo menos assumiu a responsa: “Não tivemos o sucesso que nossos torcedores merecem”. Verdade seja dita, a torcida do Bulls merecia muito mais do que essa mediocridade toda.

    E aí, vocês acham que uma mudança na direção vai resolver? Com quase 60 milhões em espaço salarial e um pick de loteria, pelo menos eles têm como recomeçar. Mas sinceramente, depois de tanto tempo sofrendo, a torcida de Chicago merece uma direção que saiba o que tá fazendo dessa vez.

  • Criança torcedora do Grizzlies destrói LeBron após desrespeito

    Criança torcedora do Grizzlies destrói LeBron após desrespeito

    Cara, o LeBron James conseguiu irritar uma cidade inteira — e agora até as crianças estão mandando ele se aposentar. É isso mesmo que vocês leram.

    O Rei fez umas declarações bem polêmicas sobre jogar em Memphis, dizendo que não gosta de jogar lá “numa quinta-feira aleatória qualquer” e ainda sugeriu que o Grizzlies deveria se mudar pra Nashville. Imagina só a revolta dos torcedores!

    A resposta que ninguém esperava

    Mas o que mais chamou atenção foi a resposta de uma criança torcedora do Grizzlies. O moleque não poupou palavras: “Esse tiozão não pode falar nada não, mano. Talvez ele tenha sido bom no auge dele, mas será que não dá pra aposentar esse cara agora? A gente precisa tirar ele daqui”.

    Sinceramente? Achei genial a criança chamando o LeBron de “tiozão” (unc, no original). Aos 40 anos, o homem realmente tá na categoria tiozão do basquete mesmo.

    LeBron tentou se explicar depois, dizendo que não estava falando mal das pessoas ou da cultura de Memphis, apenas sendo honesto sobre as experiências dele como jogador. “Não estou falando da cidade ou das pessoas de Memphis. Eu não gosto de ficar no Hyatt Centric. O que tem de errado nisso?”

    LeBron não tá sozinho nessa

    Olha, o próprio LeBron admitiu que não é o primeiro jogador a falar isso sobre Memphis. Kevin Durant, Draymond Green, Derrick White — vários caras já disseram que não curtem jogar lá. E ele ainda confessou que também não gosta de jogar em Cleveland (a própria cidade natal dele!) e Milwaukee.

    Mas será que precisava falar isso publicamente? Na minha visão, foi meio desnecessário. O cara tem 40 anos, quatro títulos da NBA, já provou tudo que tinha que provar. Por que criar essa polêmica à toa?

    E vocês, o que acham? A criança foi muito pesada ou mandou a real mesmo? LeBron mereceu essa resposta ou foi injustiçado?

    Ah, e só pra completar: depois de toda essa confusão, o Lakers perdeu pro Mavericks por 134 a 128. LeBron fez 30 pontos, 9 rebounds e 15 assistências — números monstro, mas não adiantou nada. Karma existe mesmo.