Tag: All-NBA

  • Cavs seguram perrengue contra Hawks e vencem por 122-116

    Cavs seguram perrengue contra Hawks e vencem por 122-116

    Cara, que montanha-russa foi esse jogo! Os Cavaliers conseguiram segurar uma vitória por 122-116 contra os Hawks, mas não foi nada fácil. Donovan Mitchell meteu 31 pontos e Evan Mobley fez um double-double monstro com 22 pontos e 19 rebotes — números que mostram por que esse cara foi eleito Melhor Defensor do Ano.

    Olha só que loucura: Cleveland abriu 18 pontos de vantagem no terceiro quarto, parecia que ia ser tranquilo. Mas aí veio o quarto período e quase deu ruim. Os Hawks voltaram com tudo e quase completaram uma virada épica. Se essa for a prévia de como seria uma série de playoffs entre essas duas equipes, prepara o coração!

    Mitchell comandou o show no terceiro quarto

    O Mitchell simplesmente resolveu o jogo no terceiro período. Treze pontos em um quarto só, fazendo de tudo um pouco. E o James Harden (21 pontos) também entrou na dança, acertando duas bolas de três seguidas que forçaram o técnico do Atlanta a pedir tempo. Foi provavelmente o melhor quarto da temporada dos Cavs.

    Sinceramente, acho que o Mobley calou muita boca nesse jogo. O cara vinha sendo criticado pelos torcedores, mas mostrou seu valor: 22 pontos, 19 rebotes (recorde pessoal empatado) e três tocos. Cleveland teve saldo positivo de 20 pontos quando ele estava em quadra. Na minha visão, performances assim é que fazem a diferença nos playoffs.

    O banco preocupa

    Agora vamos falar do que não funcionou. Jarrett Allen teve uma noite complicada — metade dos pontos vieram de lance livre e cometeu três bolas perdidas que poderiam ter sido mais. O cara claramente não está 100% fisicamente, e isso preocupa pensando nos playoffs.

    E o Dennis Schroder? Rapaz, -22 de plus/minus em apenas 15 minutos. O time simplesmente desandou quando ele estava em quadra. Craig Porter Jr. nem jogou, o que pode ser um indicativo de como serão as rotações na pós-temporada.

    Hawks quase fizeram o impossível

    Atlanta mostrou por que tem sido o time mais quente da NBA no último mês. Jalen Johnson (12 pontos, 11 rebotes) e Dyson Daniels (12 pontos, seis assistências) levaram falta técnica no final, o que facilitou um pouco para Cleveland. Mas Nickeil Alexander-Walker fez 25 pontos acertando arremessos impossíveis.

    O mais louco? Os Cavs só fizeram 18 pontos no último quarto, a maioria de lance livre. A última cesta de quadra foi uma enterrada do Allen aos 7:05 do final. É quase um milagre terem ganhado esse jogo, considerando o histórico do time de desabar quando as coisas apertam.

    Dessa vez eles seguraram a pressão. Agora é torcer para não precisarem passar por esse sufoco nos playoffs. E aí, vocês acham que esse Cleveland aguenta uma série de sete jogos jogando assim?

  • Mobley monstro: 22 pontos e 19 rebotes na vitória dos Cavs

    Mobley monstro: 22 pontos e 19 rebotes na vitória dos Cavs

    Gente, o que foi esse jogo dos Cavaliers contra o Hawks ontem? Evan Mobley simplesmente resolveu mostrar por que todo mundo fala que ele pode ser o futuro da NBA. 22 pontos e 19 rebotes — eu disse DEZENOVE rebotes! O cara estava em todo lugar da quadra.

    Mobley destruiu tudo

    Olha, eu já vinha falando há um tempo que o Mobley tinha potencial pra ser especial, mas ontem foi diferente. Ele literalmente não deu chance pros caras do Atlanta. Qualquer bola solta na área era dele. Os Hawks colocavam um cara na frente dele, Mobley passava por cima. Colocavam dois? Ele ainda assim conseguia os pontos.

    Esse tipo de performance é exatamente o que Cleveland precisava ver. Não é todo dia que você vê um pivô de 23 anos dominando assim dos dois lados da quadra. Três bloqueios ainda por cima! E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível nos playoffs?

    Mitchell continuou voando

    Mas vamos falar do Donovan Mitchell também, né? 31 pontos com aquele jogo individual que a gente já conhece. O cara simplesmente decidiu que ia humilhar o Corey Kispert a noite toda — e conseguiu. Quando o Mitchell está nesse modo isolação, sinceramente é quase injusto pros adversários.

    O que me impressiona é como ele e o Mobley estão começando a se entender melhor em quadra. Cleveland tem duas estrelas que podem decidir um jogo sozinhas quando necessário. Isso é assustador pra qualquer time que vai enfrentar eles na pós-temporada.

    James Harden teve seus momentos também (21 pontos), mas que arremesso horroroso: 6 de 23 tentativas. O barba ainda é crucial nas decisões finais, mas precisa acertar mais essas bolas que ele normalmente enterra.

    Problemas no banco preocupam

    Agora, uma coisa que me chamou atenção foi a rotação estranha do Kenny Atkinson. Dennis Schroder foi um desastre — minus-22 em apenas 15 minutos num jogo que Cleveland ganhou por seis pontos. Isso é quase impossível de acontecer, mas aconteceu.

    O problema é que eles estão colocando muitos caras pequenos juntos no banco. Ellis, Strus e Merrill jogando ao mesmo tempo não funciona. Você não pode ter só um jogador acima de 1,95m nessas rotações, principalmente contra times que sabem explorar essa fraqueza.

    Dean Wade voltando pro quinteto inicial foi uma boa — o cara acertou logo duas bolas de três pra começar o jogo e deu aquele espaçamento que o time precisava.

    Na minha visão, essa vitória mostrou tanto o potencial gigantesco dos Cavaliers quanto os problemas que eles ainda precisam resolver. Mobley jogando assim é candidato a MVP sem discussão. Mas se a rotação do banco continuar dessa forma caótica, pode complicar lá na frente quando os jogos ficarem mais apertados.

  • Cunningham volta com estilo e Pistons atropelam Bucks

    Cunningham volta com estilo e Pistons atropelam Bucks

    Cara, que volta foi essa do Cade Cunningham! Depois de mais de três semanas fora por causa de um pneumotórax (pulmão colapsado, galera – parada séria), o armador voltou e já mostrou por que é considerado um dos melhores jovens da liga.

    Double-double na primeira partida de volta? 13 pontos e 10 assistências em apenas 26 minutos de quadra. E o mais impressionante: o cara parecia que não tinha perdido o ritmo nem um pouco. Acertou 6 de 11 arremessos, incluindo uma de 3, e ainda pegou 5 rebotes.

    Pistons voando alto rumo aos 60 vitórias

    Olha, eu não esperava ver os Pistons com essa campanha quando a temporada começou. 58 vitórias em 80 jogos? Isso é time de playoff pesado. Se ganharem os dois últimos jogos contra Hornets e Pacers, chegam nas 60 vitórias – algo que não fazem desde 2005-06.

    Jalen Duren foi outro monstro na partida: 21 pontos e 9 rebotes. Duncan Robinson contribuiu com 20 pontos numa noite em que o técnico J.B. Bickerstaff pôde dar descanso pros titulares – ninguém jogou mais que 30 minutos.

    A vitória por 137-111 sobre o Milwaukee foi tão tranquila que no último quarto já tinha banco em quadra dos dois lados. Detroit dominou do início ao fim e mostrou que está preparado pra fazer barulho nos playoffs.

    Milwaukee em crise total

    Do outro lado, sinceramente, fica até difícil de ver o Milwaukee assim. Dez derrotas nos últimos 13 jogos – isso é coisa de time brigando pra não cair, não de uma franquia que já foi campeã recentemente.

    Jericho Sims até fez um triple-double (11 pontos, 11 rebotes, 10 assistências) e Ryan Rollins marcou 23, mas não adiantou nada. O time simplesmente não tem consistência nenhuma.

    E aí, pessoal – vocês acham que esse Pistons tem potencial pra incomodar os favoritos nos playoffs? Porque com Cunningham voltando nessa pegada e o time jogando esse basquete coletivo, eu tô começando a acreditar que pode rolar uma zebra bonita por aí…

    Isaiah Stewart também voltou de lesão na panturrilha e marcou 8 pontos. Detroit está recuperando suas peças principais no momento perfeito da temporada. Coincidência? Eu acho que não.

  • Mitchell explode com 31 pontos e Cavs mostram como parar Hawks

    Mitchell explode com 31 pontos e Cavs mostram como parar Hawks

    Cara, que jogaço entre Cavaliers e Hawks ontem! O Donovan Mitchell simplesmente resolveu destruir todo mundo com 31 pontos, mas o que mais me chamou atenção foi a estratégia maluca que o Cleveland usou defensivamente.

    Vocês viram a loucura que foi? Os Cavs colocaram o James Harden — pasmem — defendendo o pivô dos Hawks, o Onyeka Okongwu. Isso mesmo, o cara de 1,96m marcando um garrafão. Parece loucura, né?

    A estratégia genial (e arriscada) dos Cavs

    Na real, essa jogada faz todo sentido quando você para pra pensar. Com o Harden no Okongwu, o Jarrett Allen pôde descer pra marcar o Dyson Daniels — que não tem arremesso de 3 — e basicamente ignorar ele no perímetro pra proteger o garrafão.

    É o que os Knicks fazem com o Josh Hart, ou o Thunder com o Lu Dort. A diferença é que esses caras são defensores monstruosos, e o Harden… bem, digamos que não é exatamente conhecido pela defesa. Mas funcionou!

    O Okongwu até fez seus 18 pontos, mas não conseguiu aproveitar essa vantagem de tamanho como deveria. E os Hawks ficaram jogando 4 contra 5 no ataque, com o Allen interceptando tudo que vinha pro garrafão.

    Mitchell mostra por que é clutch

    Agora, falando do show do Mitchell — que monstro! O cara entrou em quadra sabendo que esse jogo tinha cara de prévia dos playoffs e não perdoou. 31 pontos com 12/19 nos arremessos é simplesmente absurdo.

    O mais impressionante é que ele fez isso sem forçar. Não foi aquele basquete heroico onde ele resolve tudo sozinho. O Cleveland manteve o jogo equilibrado, e o Mitchell apareceu nos momentos certos pra resolver.

    Sinceramente, eu não me canso de ver esse cara jogar. Aqueles arremessos impossíveis que ele converte parecem rotina. É o tipo de jogador que você quer no seu time quando a coisa aperta nos playoffs.

    Hawks têm potencial, mas…

    Olha, não vou mentir — o Atlanta assusta. Se eles enfrentarem Cleveland na primeira rodada, vai ser guerra. O banco deles ganhou dos Cavs por 37 a 28, com o Jonathan Kuminga fazendo 24 pontos e destruindo no segundo quarto.

    Mas aqui que tá o ponto: os Cavs mostraram a cartilha de como parar os Hawks. Deixar os caras que não arremessam de 3 livres no perímetro e empilhar todo mundo no garrafão. Se o Kuminga conseguir manter essa pegada no meio da quadra, pode incomodar. Senão…

    E aí, vocês acham que essa estratégia dos Cavs funciona numa série de sete jogos? Ou é muito arriscado deixar o Harden defendendo pivô? Eu tô curioso pra ver se outros times vão copiar essa ideia maluca.

  • Flagg vs Booker: Mavs visitam Suns em duelo de gerações

    Flagg vs Booker: Mavs visitam Suns em duelo de gerações

    Olha, eu sei que o Dallas tá numa temporada complicada, mas essa partida de hoje contra o Phoenix tem tudo pra ser especial. Cooper Flagg, o rookie sensação, encara Devin Booker no Footprint Center, e sinceramente? Não consigo tirar os olhos desse garoto.

    O Mavs (25-54) tá longe dos playoffs, isso é óbvio. Mas cara, ver o Flagg jogando assim na primeira temporada é absurdo. O moleque tá fazendo 21.2 pontos e 6.6 rebotes por jogo — números que muitos veteranos gostariam de ter. E olha que ele tá fazendo isso num time desfalcado, com Kyrie Irving e Dereck Lively II fora por lesão.

    Phoenix precisa da vitória

    Do outro lado, o Suns (43-36) tá desesperado por essa vitória. Eles querem garantir uma posição melhor nos playoffs, e depois daquela tropeçada contra Houston… bom, não podem se dar ao luxo de bobear com Dallas.

    Devin Booker tá tendo mais uma temporada monstro, com média de 25.9 pontos. O cara é uma máquina de pontos, e com a torcida em casa, espero que ele apareça grande. Mas vou ser sincero: estou curioso pra ver como o Flagg vai se comportar contra uma defesa mais organizada.

    O que esperar do jogo

    O Phoenix tem vantagem clara no papel. Time mais experiente, jogando em casa, e com um elenco mais completo. Mark Williams no garrafão (11.6 pontos, 8.0 rebotes) dá aquela proteção que falta pro Dallas.

    Mas e o Klay Thompson? O veterano ainda tem fogo no braço (14.5 pontos, 42.8% nos triplos), e se ele esquentar a mão junto com o Flagg… aí pode dar trabalho pros Suns.

    Na minha opinião, Phoenix ganha. Eles têm mais qualidade e estão jogando por algo importante. Mas espero que seja um jogaço, com o Flagg mostrando por que todo mundo tá falando dele.

    Vocês acham que o rookie consegue incomodar mesmo contra um time playoff? Eu acho que sim. Esse garoto é diferente.

    Onde assistir: O jogo rola às 22h (horário de Brasília) na quarta-feira, com transmissão disponível em plataformas de streaming esportivo.

  • NBA admite: tanking é odiado por todos, mas funciona demais

    NBA admite: tanking é odiado por todos, mas funciona demais

    Olha só que situação bizarra a NBA se meteu. Todo mundo odeia o tanking — literalmente todo mundo — mas os times continuam fazendo porque, né… funciona pra caramba.

    A ESPN foi lá e conversou com um monte de gente da liga, e o resultado? Steve Kerr, técnico dos Warriors, foi o mais direto de todos: “Eu odeio isso”, disse ele. E olha que o Kerr não é de falar besteira, então quando ele fala assim é porque a coisa tá feia mesmo.

    Os números não mentem

    A diferença média de pontos nos jogos desta temporada é de 13.1 — a maior da história da NBA. Pensa nisso. E tem mais: 89 jogos já foram decididos por 30 pontos ou mais. É recorde. Basicamente, metade da liga tá jogando pra perder e a outra metade tá massacrando.

    Mas aqui vem o problema: por mais que seja uma desgraça pro espetáculo, o negócio funciona. Um GM da Conferência Oeste — que obviamente não quis se identificar — foi bem sincero sobre as táticas que os times usam:

    “Esses times fazem de tudo: deixam os caras no banco no quarto período, escalam quintetos ruins de propósito, armam jogadas pra errar arremesso”, explicou o executivo. “A criatividade é impressionante e eu não culpo eles. É a melhor estratégia pra melhorar.”

    Thunder, Spurs e cia: a prova que funciona

    E aí que tá o drama todo. Olha só os exemplos que ele deu: Thunder, Spurs, Pistons, Rockets, Hornets. Todos esses times passaram anos apanhando na liga pra conseguir picks altos no Draft. E funcionou!

    O Thunder hoje é candidato ao título. Os Spurs têm o Victor Wembanyama (que monstro, né?). Detroit tá se reerguendo. A fórmula é dolorosa mas comprovada: seja ruim por alguns anos, pegue picks altos, desenvolva os pivetes e pronto.

    Na minha opinião, é uma situação esquisita. Por um lado, entendo os times — qual executivo vai explicar pros torcedores que preferiu ficar na mediocridade em vez de tentar pegar uma estrela no Draft? Por outro, imagina você pagando ingresso pra ver seu time claramente não se esforçando pra ganhar.

    Adam Silver promete resolver

    O comissário Adam Silver já prometeu que vai resolver isso até junho, com mudanças na estrutura de incentivos que devem rolar a partir do Draft de 2026. Mas sinceramente? Enquanto o sistema continuar premiando times ruins com picks melhores, sempre vai ter alguém tentando burlar.

    Vocês acham que tem solução pra isso? Porque olhando assim, parece que todo mundo sabe qual é o problema, mas ninguém tem uma resposta que funcione de verdade. O jeito é torcer pra que o Silver tenha uma ideia genial aí guardada.

  • NBA investiga falta bizarra dos Kings: erro tático ou tanking?

    NBA investiga falta bizarra dos Kings: erro tático ou tanking?

    Olha, eu já vi muita coisa estranha na NBA, mas o que rolou no jogo entre Sacramento Kings e Golden State Warriors na terça-feira me deixou meio confuso. A liga está investigando uma decisão no mínimo questionável do técnico Doug Christie nos minutos finais da derrota por 110-105.

    A situação foi a seguinte: Kings na frente por 1 ponto, faltando 3:15 para acabar o jogo. Christie manda o Doug McDermott fazer falta no Seth Curry. Só que tem um probleminha aí — os Kings já estavam no penalty, então foi tiro livre direto pro Curry, que acerta 86,4% dos lances livres na carreira.

    O erro que custou caro

    Segundo fontes da ESPN, Christie simplesmente errou o cálculo. Ele achou que o Golden State estava no bônus e queria usar um timeout estratégico antes de perdê-lo automaticamente quando o relógio batesse 3 minutos. Só que não era bem assim.

    Curry converteu um dos dois lances livres, empatando o jogo em 101. Na sequência, Christie pelo menos desenhou uma jogada bacana no timeout e McDermott acertou uma bola de três, colocando Sacramento na frente de novo. Mas aí os Kings fizeram o que sabem fazer melhor nos últimos anos — entregaram a vantagem nos minutos finais.

    O Draymond Green não perdoou e foi direto ao ponto no pós-jogo: “Vi um time hoje fazer falta no Seth Curry faltando três minutos sem motivo algum. Eu sou multado quando faço besteira. Multem essa galera também”.

    Tanking ou incompetência?

    Cara, eu entendo a revolta do Draymond. Os Kings estão com 21-59, empatados com o Utah Jazz na quarta pior campanha da liga. Sem Sabonis, Zach LaVine e De’Andre Hunter (todos operados), além de DeRozan e Westbrook fora na terça, é meio suspeito mesmo.

    Mas fontes do time garantem que não foi tanking proposital, e Christie foi categórico após uma vitória recente: “Tanking é a última coisa que eu faria. Respeito demais o jogo”.

    Sinceramente? Acho que foi burrice mesmo. Christie ainda está se adaptando como técnico principal, e esse tipo de erro acontece. Agora, se a NBA vai multar por incompetência tática, aí complica para meio campeonato (risos).

    E vocês, o que acham? Foi erro de principiante ou os Kings estão mesmo de olho no Draft? Com essa classe de calouros que vem aí, não duvido de nada…

  • Doc Rivers pensando em aposentadoria? Técnico dos Bucks fala em netos

    Doc Rivers pensando em aposentadoria? Técnico dos Bucks fala em netos

    Olha, eu já esperava que essa temporada dos Bucks ia dar ruim, mas não imaginava que ia acabar com Doc Rivers basicamente sinalizando aposentadoria. O cara praticamente já tá se despedindo da NBA, e o motivo é dos mais nobres: quer ver os sete netos crescerem.

    “Eu tenho sete netos agora, todos com 8 anos ou menos, e me mata por dentro toda vez que perco o dia dos avós na escola de cada um deles”, disse Rivers aos repórteres na terça-feira. Cara, isso mexe com qualquer um que é avô, né?

    Um ciclo que não fechou

    Sinceramente, acho que o Doc tá certo em pensar nisso. O cara tem 62 anos, já conquistou tudo que podia conquistar — incluindo aquele título lendário com o Celtics em 2008 — e agora foi até eleito pro Hall da Fama. Quando você chega nesse nível, família vira prioridade número um.

    Mas vamos falar da real situação em Milwaukee. Rivers assumiu o time no meio da temporada 2023-24, depois que o Adrian Griffin foi demitido, e desde então os Bucks simplesmente despencaram. Time que não perde os playoffs desde 2016 agora tá fora da pós-temporada. É de partir o coração.

    “Quando fui trazido aqui há dois anos e meio, era pra levar o time ao próximo nível, e isso simplesmente nunca aconteceu”, admitiu Rivers. “Do ponto de vista de um técnico, você sente que não fez o trabalho pela cidade de onde você vem.”

    Legacy garantido, mas Milwaukee ficou devendo

    Look, o Rivers é lenda. Sexto treinador com mais vitórias na temporada regular da história da NBA em 27 anos de carreira. Mas essa passagem por Milwaukee vai ficar como uma das mais frustrantes da carreira dele.

    O GM Jon Horst até elogiou o trabalho do Doc em meio ao caos: “Foi um ano incrivelmente difícil e, na minha opinião, Doc fez o seu melhor absoluto para manter o trem nos trilhos pelo maior tempo possível.” Cara diplomático, esse Horst.

    E aí, vocês acham que o Doc realmente pendura as pranchetas? Ou será que algum time desesperado ainda vai convencê-lo a ficar mais um tempo? Uma coisa é certa: se ele resolver mesmo parar, vai ser o fim de uma era. E sinceramente? Depois de tudo que conquistou, o homem merece curtir os netinhos em paz.

  • Tatum vai encarar o ‘fantasma’ do Madison Square Garden

    Tatum vai encarar o ‘fantasma’ do Madison Square Garden

    Olha, eu não sei vocês, mas sempre fico curioso pra ver como um jogador reage quando volta ao lugar onde se machucou feio. E é exatamente isso que vai rolar na quinta-feira: Jayson Tatum pisa de novo no Madison Square Garden, onde rompeu o tendão de Aquiles nos playoffs do ano passado.

    O cara foi bem honesto na entrevista — e eu respeito isso. Não tá fingindo que vai ser moleza ou que não pensa no assunto.

    “Não tô animado pra voltar lá”

    “Cara, sim, eu penso nisso”, admitiu o Tatum. “Não tô tipo, animado, pra voltar e jogar lá. Da última vez que joguei lá, obviamente, foi uma experiência traumática pra mim.”

    Mano, imagina o que passa na cabeça dele. Madison Square Garden, aquela atmosfera insana, e a lembrança de ter saído de maca. Sinceramente acho que qualquer atleta ficaria meio ressabiado.

    Mas o que mais me impressiona é a mentalidade do cara: “Eu sabia que em algum momento teria que superar esse obstáculo e jogar lá de novo. Então, vai ter que ser nesta quinta-feira.”

    Profissionalismo acima de tudo

    O Tatum deixou claro que não vai fugir do jogo só por causa do trauma. “É parte do processo. Eu decidi voltar a jogar, então não vou ficar pulando certos jogos. Não posso jogar back-to-backs agora, mas decidi voltar, então é só mais um jogo na agenda.”

    E tem um detalhe importante aí: os Celtics podem muito bem enfrentar os Knicks numa eventual segunda rodada dos playoffs. Ou seja, melhor resolver essa questão psicológica logo, né?

    “Eu ia ter que jogar lá em algum momento”, disse Tatum. “Então, melhor tirar isso do caminho de uma vez.”

    Cara, eu admiro essa postura. Nada de drama, nada de vitimismo. Só: vou lá, jogo minha bola e pronto. É assim que se constrói uma mentalidade campeã.

    E vocês, acham que o Tatum vai conseguir jogar normalmente ou o peso psicológico pode atrapalhar? Eu apostaria que ele faz um jogaço — às vezes a motivação extra funciona melhor que qualquer coisa.

  • Bulls fazem Billy Donovan condição obrigatória pro novo GM

    Bulls fazem Billy Donovan condição obrigatória pro novo GM

    Olha só que interessante: o Chicago Bulls basicamente amarrou o futuro da franquia ao Billy Donovan. Michael Reinsdorf, CEO do time, foi bem direto na terça-feira — qualquer candidato a executivo de basquete TEM que topar manter o Donovan como técnico. Sem discussão.

    “Se eu entrevistar alguém e eles não estiverem convencidos do Billy, eles não estão convencidos de um técnico Hall of Fame”, disparou Reinsdorf. E olha, eu entendo a lógica. Donovan é realmente monstro, mas será que essa rigidez toda não vai limitar as opções?

    Demitiu geral e agora quer estabilidade

    Isso tudo veio um dia depois dos Bulls mandarem embora o vice-presidente Arturas Karnisovas e o GM Marc Eversley. Uma limpeza geral mesmo. A franquia tá com record de 30-49 — praticamente eliminada dos playoffs — então dá pra entender a pressão por mudanças.

    Donovan vai se reunir com a diretoria logo depois do último jogo da temporada pra discutir o futuro. Reinsdorf disse que espera uma conversa rápida e que tá interessado em dar mais poder pro técnico nas decisões de elenco. Sinceramente? Faz sentido. O cara conhece basquete.

    A disputa por Donovan esquentou

    Aqui fica interessante: Donovan chegou a ser cotado pra vaga na Universidade da Carolina do Norte (que no final foi pro Michael Malone), mas segundo informações, ele nem quis fazer entrevista pros Tar Heels.

    Se ele ficar disponível no mercado, vários times da NBA vão correr atrás. E quem não correria? O cara tem currículo college de elite e já mostrou que consegue lidar com vestiário NBA. Mas pelo que parece, os Bulls querem muito segurar ele.

    Reinsdorf foi bem claro sobre o perfil que quer pro novo executivo: comunicação forte, pensamento voltado a processos e capacidade de tomar decisões difíceis. Ah, e criticou tanto tanking quanto construção de elenco pensando só no curto prazo.

    “Daqui pra frente, é sobre sustentabilidade”, disse. “Eu não quero ser bom só por um ou dois anos. Quero que ano após ano a gente tenha chance de ser competitivo e vencer.”

    Os Bulls têm algumas cartas na manga pro offseason: espaço salarial e possíveis escolhas de loteria, incluindo uma pick condicional de primeira rodada do Portland Trail Blazers se eles se classificarem pros playoffs.

    E aí, acham que apostar tudo no Donovan é a jogada certa? Pra mim, ele merece a confiança, mas será que não era melhor deixar o novo GM ter mais liberdade pra montar a própria visão?